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3.15 Inverno com Neve no Brasil: oba ou Eita?

22m 27s

3.15 Inverno com Neve no Brasil: oba ou Eita?

O episódio do "Fala Gringo" encerra a terceira temporada com uma análise do inverno no Brasil, um país tropical onde as estações não são bem definidas. Enquanto o Norte e Nordeste permanecem quentes, o Sul e Sudeste enfrentam frentes frias e neve ocasional, como a massa polar de julho que causou nevascas em cidades do Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Esse fenômeno, embora não raro, gera debates sobre mudanças climáticas, já que eventos extremos globais contrastam com o frio brasileiro. O podcast destaca a vulnerabilidade de moradores de rua em São Paulo, que morrem de frio, e campanhas de agasalho. Além disso, ensina expressões idiomáticas como "ficar frio" (tranquilizar), "entrar numa fria" (problemas), "enxugar gelo" (esforço em vão) e "dar um gelo" (ignorar). O episódio também anuncia uma pausa de dois meses antes da quarta temporada, com 20 episódios, e oferece transcrições para venda. O apresentador agradece o apoio e incentiva a participação em uma pesquisa para definir o formato da nova temporada.

Transcription

2728 Words, 15778 Characters

Portuguese
Você está ouvindo Fala Gringo, o seu Podi Cash de Portuguesa e Cultura Brasileira. Você pode acompanhar esse episódio com a transcrição completa acesse fala gringopodcash.com e saiba mais. No final do mês de julho, uma massa de ar frio, vindo do sul do continente, fez nevar em várias cidades do Brasil. Nevar, nevar mesmo, não é aquela chuva de isopô e papel picotado que a gente vê no shopping centers no período de Natal, não. E aí, a gente se preocupa com o acessimento global ou vai correndo para a internet em comendar o material de esquí. É a primeira vez que isso acontece por aqui como é o Inverno no Brasil. Fica frio que eu explico tudinho e já já. Essa temporada tem o apoio de Vansão Ferrer, Grey and Lang, Joseph Phelps, Jack Person Lam, Me, Ralph Nob e mais um monte de gente. E é para esse monte de gente de vários lugares do mundo que eu quero mandar o meu muito obrigado. Como anunciei no episódio anterior, a terceira temporada do Fala Gringo está chegando ao fim. Foram quinze episódios e a gente aprendeu tanta coisa por aqui. Falamos de festas populares como São João e Pascua, vimos sotaxes regionais, como Gaúcho do Rio Grande do Sul e o Paraíense do Estado do Pará. Tevedicas de livros e filmes, claro, também vimos questões sobre a formação do povo brasileiro, a diversidade religiosa no país. Falamos recentemente sobre a atuação do governo Bolsonaro, no combate à pandemia, Reality Shows, Vocabulário Emocional, o conceito de jeitinho brasileiro. Olha, não faltaram insites e informações sobre a cultura e sociedade brasileira para tornar o seu aprendizado de português ainda mais prazeroso. Eu sei que nessa terra de ninguém que é a internet não faltam podes questes, canais no YouTube, influências, enfim. Um monte de gente que se dedica a compartilhar conhecimento e ajudar pessoas no aprendizado de idiomas. Mas se você chegou aqui por indicação ou por uma descoberta aleatória mesmo e ao ouvir os episódios do Fala Gringo, continuou acompanhando o projeto, apoiou o financiaramente, compartilhou na gêneia de sociais, enfim. Todo tipo de apoio eu quero agradecer demais essa companhia. Aproveito para dizer que a quarta temporada está confirmadíssima, está certo? Vamos ter aquela pequena pausa para eu descansar um pouco e adiantar alguns episódios para não ficar tendo que pensar em programas na correria. Mas daqui a dois meses a gente volta com tudo e só para deixar um spoiler aqui na quarta temporada teremos vinte novos episódios. Outros detalhes eu quero decidir com vocês, por isso estou disponibilizando a partir de hoje, uma pesquisa lá no site, fala gringopodquest.com para vocês me ajudarem a pensar o formato dessa nova temporada, tá bom? Aquele velho papo, queremos conhecer você melhor, então se puder responder lá é só cinco minutinhos. Agora, bora falar de Inverno no Brasil? Moro num país tropical, abençoado por Deus e bonito por natureza, que beleza. Quem disse isso não fui eu, mas o Jorge Benjor, um dos nomes mais populares da música brasileira, dentro e fora do país. E é justamente por morarmos num país tropical que o Inverno por aqui não é marcado por mudanças muito significativas na temperatura. Não temos as quatro estações bem definidas como nos países de clima temperado. Por aqui, basicamente muda entre uma estação chuvosa e uma estação mais seca. Vamos imaginar o mapa do Brasil no Globo Terrestro, certo? Todo mundo que houve fala gringo acredita que a Terra redonda, pelo amor de Deus. Como o Brasil tem o tamanho de um continente nas regiões norte e nordeste, que estão mais próximas da linha do equadou, as temperaturas não caem tanto. Isso significa que os casacos e demais roupas de frio passam tanto tempo no guarda roupa que quando a gente tira para usar eles ficam surpresos, pensam que a gente tinha morrido. Já na região central aeste onde fica a Brasília, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goyais, as temperaturas baixam um pouquinho mais. Chegando a uma média, vamos dizer assim de 14 graus e também tem um tempo mais seco, mesmo no Inverno. Agora, as regiões sul e sudeste são as mais afetadas. Receben muitas frieas que diminuem as temperaturas dessas regiões por dias ou até mesmo semanas. No interior e nas regiões seranas, quer dizer, de serras, acontecem em alguns jáadas e precipitação de neve. Agora, o engraçado é que mesmo nessas regiões mais frias, muitas casas não têm um sistema de aquecimento. Em São Paulo, por exemplo, dificilmente as casas e apartamentos contam com um sistema de aquecimento. É muito raro. Eu que sou acostumado com o calor quase infernal do nordeste, quando morei em São Paulo, sofre bastante com essas frieas que chegavam literalmente do nada. A gente tinha sempre que ter uma roupa de frio na mochila. Às vezes, eu saia para o trabalho, estava quente, então eu passava o de inteiro trabalhando no ar contionado, e quando finalmente largava, parece que ainda estava no trabalho, porque o tempo tinha mudado de repente, e estava tudo congelando, era horrível andar na rua. Foi muitas vezes pego de surpresa por essas frieas. Falando ainda de São Paulo, merece uma atenção especial nesse episódio, porque essa queda de temperatura na cidade é especialmente preocupante por causa da população que vive em situação de rua. Em 2020, com a crise do coronavírus, contava-se 24 mil pessoas vivendo nas ruas da capital. Todos os anos, tem muita gente morrendo de frio. A prefeitura não faz um trabalho preventivo, quer dizer, de prevenção, e isso começa a cuidar disso, de fato, quando as pessoas começam a morrer nas noites congelantes da cidade. Esse ano já morreram pelo menos 17 pessoas nas ruas da capital. Eu trabalhei no centro de São Paulo, que é onde fica a maioria dessas pessoas em situação de rua, e eu posso dizer a você, é uma cena realmente de cortar o coração. Você passa numa calçada e vê sei lá, 15, 20 pessoas estiradas no chão dormindo no vento, idosos, crianças, animais. Eu conversava com as pessoas sobre isso, que era novo para mim, as pessoas iam, "Ah, mas logo você se acostuma, São Paulo sempre foi assim, nunca me acostumei com essa cena, vê aquilo na ida e na volta do trabalho era para mim uma forma triste, me começar a terminar o meu dia." E é por isso que nesse período, essas cidades mais frias do Brasil fazem muitas campanhas sociais para recadar, quer dizer, para conseguir juntar cobertores, moletons, casacos, enfim, tudo que possa proteger do frio. São as campanhas do Agasalho. Agasalho é essa palavra meio bizarra, significa justamente isso. Tudo que protege do frio, aquilo que aquece, acole. Usamos também bastante o verbo "agasalhar" para ter uma ideia de deixar algo mais quente e acolhedor. Bom, como eu falei na abertura do programa, uma massa de ar polar, quer dizer que vem do polo do polo sul, passou pelo Brasil causando muito frio nas regiões sul, sul deste e centro-este. E em algumas cidades dessas regiões fez até nevar essa massa polar. Nós estamos transmitindo, neve caindo. Olha lá, ó, pelo pós que você vê, ó, pelo pós que lá pela luz acenda, você vê também, ó, né? Neve caindo e são francesco de Paula ao vivo. E parece que está aumentando? A Deve vai aumentando, eu nunca vi uma coisa dessa. São a transmissão ouviu. Eu tô aqui, porcionado, cara. É muita neve, eu vou pedir pro Cristiano Mela mostrar que a neve está acumulando. As pessoas saindo para rua, as pessoas gritam emocionadas aqui. E a neve realmente chegando com bastante força nesse início de noite, aqui nas cidades de São Francisco de Paula. Ao correncer de neve no Brasil, não é novidade, embora não seja um fenômeno muito frequente. O primeiro registro de neve no Brasil, data de 1879, em Vacária, um ansidade do Rio Grande do Sul, considerada, uma das piores nevascas já observadas em território nacional, a camada de Neve naquela época chegou a atingir mais de dois metros de altura, o mesmo padrão esperado, por exemplo, em países como Rússia e o Canadá. No entanto, a Neve ocorre praticamente todos os anos nos planautos dos estados localizados na região Sul, principalmente no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, que abrigam entre as suas montanhas as cidades consideradas as mais frias do país. Em 20 de jolho de 1957, por exemplo, na cidade de São Joaquim, que sempre eneva em Santa Catarina, ocorreu a precipitação mais intensa do país depois da nevasca em Vacárea, cidade gaúcha, formando uma camada de até 1,3 metros de Neve. Já em junho de 1985 e também em 88, o fenômeno foi registrado na cidade de Ipatiaya, no Rio de Janeiro. Para quem não está habituado a essas frias e Neve, isso acaba trazendo muita preocupação relacionada à estrutura das cidades e também preocupações econômicas e alimentares, claro. No mês de julho, por exemplo, produtores rurais do Sul e do Sudeste tiveram perdas preocupantes, principalmente nas lavouras de café que tiveram muitas plantações atingidas. Lavoura é aquela área onde se plantam alimentos, lavoura de trigo, de café, de arroz, enfim, lavoura. Bom, enquanto a Neve no Brasil estava sendo comemorada por algumas pessoas, afinal, isso acaba sendo uma realidade muito distante para a maioria de nós, brasileiros, que só vê Neve pela TV e em outros países, ouvi também, obviamente, quem estava preocupado porque eventos extremos, como esse, são associados às mudanças climáticas. Aquela coisa, o frio extremo atinge o Sul do Brasil, enquanto lá no emesferio norte, vários países registram recordes de calor e de volume de chuvas. No Canadá, os termômetros da cidade de Lytton mediram 49,6 graus no fim de junho. marca que superou em 4,6 graus a temperatura mais alta registrada no país até então. Poucos semanas depois, chuvas muito acima dos padrões e não daram cidades na Alemanha e na China, esses eventos extremos nos três países provocaram centenas de mortes. Para o climatologista, Paulo Artaixo, que é pesquisado da Universidade de São Paulo, não dá para colocar tudo no mesmo balaio, quer dizer, não dá para comparar esses eventos extremos no emesferio norte com essas ondas de frio aqui no Brasil. Ele afirma que no caso do emesferio norte, é a primeira vez que o Canadá apresenta essas temperaturas nos últimos 150 anos. Já o sul do Brasil recebe frentes frias vindo da untártida frequentemente. É algo que ocorre roteineramente, ainda que por poucos dias no Inverno. Agora, se o lago do Parque Ibirapoeira nos Centro de São Paulo viésse a congelar, aí sim a gente deveria se preocupar. Segundo um outro pesquisador, também da USP, Tércio Ambreze, o que transformou o Inverno desse ano, em algo peculiar, quer dizer, algo diferente, que chamou a atenção dos brasileiros, é a memória da gente que acaba comparando as temperaturas deste ano com adianos imediatamente anteriores, já que por exemplo, 2019 e 2020 tiveram temperaturas mais altas que a média automaticamente, então tratamos o frio desse ano como algo ainda mais raro do que realmente é. Um dia frio, um bom lugar pra ler um livro, e o pensamento lá em você, eu sem você não vivo, um dia triste, toda a fragilidade incide, e o pensamento lá em você, e tudo me divide, um dia frio, um bom lugar pra ler um livro, um dia triste, toda a fragilidade incide, e o pensamento lá em você, e tudo me divide, um dia triste, toda a fragilidade incide, e o pensamento lá em você, duas interjeções pra passar a ideia de comemoração versus preocupação e agora eu gostaria de explicar melhor pra vocês o uso de cada uma. Oba é muito usado no dia a dia, especialmente pelas crianças, por ser uma palavra bem fácil de falar e por que criança faz festa com tudo. Então a interjeição oba significa algo que agradou. Oba, a gente vai tomar banho de piscina hoje. Oba, agora dá pra fazer boneco de neve no Brasil. Eita é um pouquinho mais difícil de explicar porque pode ser usada de muitas formas, preste bem a atenção nos exemplos pra ficar mais claro. Eita, essa frente fria extrema no Brasil pode ser uma consequência do aquecimento global. Aqui estou usando eita pra demonstrar preocupação, mas alguns exemplos com o mesmo sentido. Eita, vamos ter que adiar a viagem para a praia porque o tempo mudou de repente. Eita, eu não estudei português essa semana ainda, deu pra pegar a ideia, né? Você também pode usar a eita pra expressar a surpresa da mesma forma que se usa a palavra "nossa". Eita, tem cada vez mais neve no Brasil, então eu estou surpreso com isso. Eita ganhamos mais uma medalha nos jogos olímpicos. Ah, inclusive essas olimpiedas de Tóquio, a gente bateu o recorde de medalhas já conquistadas pelo Brasil. Nunca o Brasil trouxe tantas medalhas pra casa quanto nessas olimpiedas. Tá aí, uma notícia boa. O melhor, eita que notícia boa. Eu também selecionei algumas expressões idiomáticas que tem a ver com o frio, quer dizer, tem a ver mais ou menos, né? Porque expressão idiomática é uma coisa que a gente nunca deve interpretar no sentido literal. Por exemplo, o que você diria se alguém dissesse pra você ficar frio? Não, não é pra ficar apelado na neve. Ficar frio é uma expressão usada quando a gente quer tranquilizar alguém. Quase como dizer, fica tranquilo. Se alguém conta algo importante pra você e diz que é segredo, você pode responder assim. Fica frio, não vou contar pra ninguém. Então, fica frio no sentido de "fica tranquilo". Outra expressão relacionada é entrar numa fria. É uma expressão usada pra falar de situações de perigo ou de problemas. Se a gente não começar a pensar a forma como estamos consumindo os recursos naturais do planeta, podemos entrar numa fria, quer dizer, podemos passar por situações de perigo, situações perigosas em enfrentar problemas como desastres naturais, como esses que estão acontecendo. O aluno entrou numa fria depois que a diretora da escola ligou para os pais informando que ele estava faltando as aulas. Então, entrar numa fria pra falar de problemas. Em inglês, essa expressão é equivalente a "b" em hot water. Acho engraçado porque são duas ideias opostas pra falar da mesma situação. Agora a expressão, em "xugar gelo", que a gente usa pra falar de uma situação em que você coloca muito esforço e traz. trabalho, mas não vai dar em nada. Por isso, essa imagem de alguém julgando um gelo, quer dizer, passando um pano, um tecido no gelo, sendo que aquilo estará sempre molhado. Então, por exemplo, se preocupar com um aquecimento global, mas não fazer mudanças na forma como consumimos produtos e serviços e também, na forma como estamos escolhendo representantes políticos que não se importam com isso, é a mesma coisa que enxugar gelo. Se a gente tem prioridade com o meu ambiente, tem que consumir pensando no meu ambiente e eleger representantes que se importam com o meu ambiente. Por fim, a expressão dá um gelo, dá um gelo que é dizer ignorar uma pessoa. Se você está pakeando alguém, saindo com alguém, eu simplesmente trocando mensagens no aplicativo de encontros e de repente essa pessoa soma e isso é dar um gelo, gente. Você pode dizer que a pessoa te deu um gelo, ou que você levou um gelo de alguém. Quem nunca, né? Bom, já que a gente falou tanto de frio de Inverno, vamos dizer que o Fala Gringo vai passar os próximos dois meses e Bernando. Pra vocês não ficarem com saudades, eu vou publicar versões curtas de cinco dos episódios mais compartilhados e curtidos até agora, versão Fala Gringo Essentials. Assim, a gente dá aquela revisada boa enquanto eu preparo novidades pra vocês. A partir de agora, o PDF com as transcrições de todos os episódios dessa terceira temporada está disponível para a venda no site fala gringopodquest.com/garanta/useiro. Por fim, eu só queria reforçar lá vem as mãos, secou, e dentou em vacina. Eu tomei a minha hoje mais feliz impossível. Quero todo mundo vive saudável pra gente tocar esse projeto mais pra frente. Essa foi a terceira temporada do Fala Gringo. Eu espero que vocês tenham curtido. Até a próxima.

Podcast Summary

Key Points:

  1. O episódio encerra a terceira temporada do podcast "Fala Gringo" e anuncia uma pausa de dois meses antes da quarta temporada, que terá 20 episódios.
  2. O inverno brasileiro é abordado, destacando a falta de estações bem definidas devido ao clima tropical, com variações entre regiões: Norte e Nordeste são quentes, enquanto Sul e Sudeste sofrem com frentes frias e neve.
  3. A neve no Brasil não é novidade, mas eventos extremos, como a massa polar de julho, geram preocupações com mudanças climáticas e impactos econômicos, como perdas em lavouras de café.
  4. São explicadas expressões idiomáticas relacionadas ao frio, como "ficar frio" (ficar tranquilo), "entrar numa fria" (meter-se em problemas), "enxugar gelo" (esforço inútil) e "dar um gelo" (ignorar alguém).
  5. O podcast também discute a situação de pessoas em situação de rua em São Paulo, que sofrem com o frio, e campanhas de agasalho para ajudá-las.

Summary:

O episódio do "Fala Gringo" encerra a terceira temporada com uma análise do inverno no Brasil, um país tropical onde as estações não são bem definidas. Enquanto o Norte e Nordeste permanecem quentes, o Sul e Sudeste enfrentam frentes frias e neve ocasional, como a massa polar de julho que causou nevascas em cidades do Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Esse fenômeno, embora não raro, gera debates sobre mudanças climáticas, já que eventos extremos globais contrastam com o frio brasileiro.

O podcast destaca a vulnerabilidade de moradores de rua em São Paulo, que morrem de frio, e campanhas de agasalho. Além disso, ensina expressões idiomáticas como "ficar frio" (tranquilizar), "entrar numa fria" (problemas), "enxugar gelo" (esforço em vão) e "dar um gelo" (ignorar). O episódio também anuncia uma pausa de dois meses antes da quarta temporada, com 20 episódios, e oferece transcrições para venda.

O apresentador agradece o apoio e incentiva a participação em uma pesquisa para definir o formato da nova temporada.

FAQs

É um podcast de português e cultura brasileira que oferece episódios com transcrições e aborda diversos temas sobre a sociedade e o idioma do Brasil.

O inverno no Brasil não é muito rigoroso na maior parte do país, pois é tropical. As temperaturas caem mais nas regiões Sul e Sudeste, e em áreas serranas pode até nevar, mas muitas casas não têm aquecimento.

São campanhas sociais realizadas no inverno para arrecadar cobertores, casacos e outras roupas que protegem do frio, especialmente para ajudar pessoas em situação de rua.

Significa se envolver em uma situação de perigo ou problema, equivalente ao inglês 'to be in hot water'.

'Eita' pode expressar preocupação ou surpresa, como em 'Eita, essa frente fria pode ser consequência do aquecimento global' ou 'Eita, que notícia boa!'.

É ignorar alguém propositalmente, como quando uma pessoa para de responder mensagens em um aplicativo de encontros.

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