A conversa celebra seis anos do projeto "Os Elefantes", iniciado na pandemia, e reflete sobre como o grupo manteve seu ritual de diálogo em meio a neblinas crescentes. O cerne da discussão é a busca por sentido: os participantes argumentam que o sentido não é encontrado, mas criado por meio de ações, rituais e afetos. Eles relacionam isso à "ansiedade silenciosa" de Viktor Frankl, observada após a Segunda Guerra, quando identidades ligadas a papéis definidos se desfizeram. Atualmente, diante de mudanças rápidas, as pessoas reagem de três formas: buscando segurança e controle, paralisando-se pela angústia, ou iniciando uma jornada interna de autoconhecimento. Contudo, todas essas vias convergem para a percepção de que a identidade é um fluxo constante, como um furacão ou turbilhão, sem estabilidade intrínseca. A transição para novas identidades, como a paternidade, é comparada ao momento entre trapézios no circo, onde é crucial evitar a criação de novas autoimagens rígidas, como uma "versão 2.0", que apenas perpetuam a mesma lógica. A verdadeira transcendência, segundo os participantes, ocorre quando se abandona essa lógica e se aceita a natureza processual do ser, mesmo que isso gere dor. O episódio termina com uma referência ao matemático Gödel, sugerindo que nenhum sistema se basta a si mesmo, ecoando a incompletude da identidade humana.
[Música] Amigos que gostam de conversar em tempos interessantes, insetos, implacáveis. Com o futuro suspenso e o passado cada dia mais sustente, estamos aqui estacionados na condição humana, não tentativas fazer uma nova vida funcionar. Cada dia é um parceiro na neblina e os elefantes estão sols. Não usamos nomes, porque somos nós e somos ninguém. O que importa é a conversa e a vontade de gerar alguma luz. Para pensar que os elefantes da neblina fizeram 6 anos em março. E a gente é tão não nostálgico que esqueceu desse fato. E eu passei a última semana pensando como foram esses 6 anos nas fases que a gente teve. Como foi para a gente fazer isso? Eu tive sensações interessantes. Quando a gente começou isso aqui, onde a gente está agora, o que aconteceu com o mundo, tantas mudanças, tantas questões. E eu fiquei feliz e orgulhoso de pensar aqui. Um tanta coisa a gente consegue ainda estar aqui. Me deu uma certa esperança em relação. Quem é nosso? A nossa. O negócio que chama atenção é a gente quando começou isso aqui, no início da pandemia. A gente tinha a pandemia com uma referência mais alta de neblina. Mal sabíamos nós que a pandemia ia ser um coadioante de antes das novas neblinas. Exato. Aos trancos e barrancos a gente conseguiu. A gente aqui, falando aqui, em termos pessoais, continuar se entregando por esse processo aqui, que é fazer os elefantes. Acho que às vezes com mais tempo, com mais vontade, às vezes com menos, mas eu acho que a gente sempre soube que isso aqui era algo importante para nós. E eu fiquei muito feliz de pensar nisso de quanto a gente conseguiu, com tanta neblina, com tantas coisas acontecendo, a gente conseguiu manter este nosso ritual que é importante para algumas pessoas e principalmente para a gente. Você sabe, eu cheguei numa frase, respeito disso, eu vou ter que. minha cabeça tão fritada, que eu vou ter que achar ela e ler, porque não consigo mais simplesmente usar a memória. Mas era alguma coisa, respeito justamente dessa questão do sentido e do ritual. Não. Era basicamente. Escrevesse a frase, a gente entende. Os elefantes não são amigos que se encontram para encontrar sentido. Não tem sentido para encontrar. Pensando bem, eu acho que essa neblina sempre teve isso, mas agora a gente começou a enxergar ela. Não é que um mundo mudou, ele sota ao contrário se revelando cada vez mais isso que é o grande paradoxo. De certo modo, as coisas nunca realmente fizeram sentido por si mesmas. E as pessoas estavam simplesmente do jeito meio mecânico agindo, meio que meio que meio movos, como se diz. E agora está muito mais explícito que as coisas não têm um sentido pronto e que você cria o sentido para a tua vida. E como é que você cria o sentido? Você cria o sentido fazendo. Não é alguma coisa que você vai encontrar porque ele não existe. Então os nossos rituales, o nosso afeto, a nossa dedicação, as nossas brigas, as nossas indignações, é isso que cria o sentido, eu acho. Sim. Não é já achei interessante pensar nisso esses tempos. Acho que também são tempos efemero, né? Então você fica tão pensando, fica orgulhoso da gente conseguir ter algo durante seis anos juntos. No fim, a gente acaba conversando mais do que nos eventos propícios para a gravação, porque primeiro a gente conversa muito dentro do grupo e conversa muito no astral também. E eu acho que muitas vezes a gente está lendo alguma coisa que o outro coloca ali quase como se tivesse com a mesma aba no quinto, no YouTube, seja o que foi e a gente está se comunicando. Mas acho que uma coisa bem insurável hoje, quando você fica realmente ajustando a frequência, é natural que talvez as coisas chegem ao mesmo tempo para os três. Eu fiquei, a gente ficou quase um mês, mais um mês você se encontrar, não? Sim. Sim, parece que foi mais um ano, porque. Não foi o mesmo. Meu caso foi a longa peregrinação. Sim. Mas muitas coisas vieram muitos insights, eu fui tendo a decorrer desse período. E acho que eu fui fazendo algumas conexões das coisas que a gente já discutiu aqui. E você falou agora do sentido. E eu fiquei pensando como a gente já discutiu esse tema aqui, como ele de novo está mais latente do que nunca. Estava pensando outro dia, quando o Máslow criou a pirâmide, o Máslow sequia atrapicólogo americano. Que não criou a pirâmide, né? E criou a hierarquia. Dentro da barra, você tem as suas necessidades básicas atendidas para que você pudesse subir na hierarquia de necessidade e chegar no topo que seria sua autorrealização. E aí eu estava pensando em um negócio que apareceu para mim, um paralelo a isso. Não sei se acho que eu tenho muito a ver com o momento que a gente está vivendo agora, que foi um trabalho que o Victor Frank soltou em 1946. Começou a mensurar logo depois da Segunda Guerra, o que ele chamou de uma ansiedade silenciosa. Você lembra disso? Não. E o que era isso? Vai quase contra o que diz a pirâmide de Máslow, ou a pirâmide de que Máslow não fez. Que é o Victor Frank percebeu que as pessoas que passaram durante a Segunda Guerra com o propósito de um sentido muito claro, muito definido. Ou seja, elas eram. As suas identidades estavam ligadas às funções que elas tinham durante a guerra, que era uma coisa sobreviver, seu inimigo era claro, tudo era muito definido. E quando acabou a Segunda Guerra, o maior desespero das pessoas era a Segunda Afeira, então ele chamava do Mingo Escuro. E essa ansiedade era justamente seguinte, quem sou eu a partir do momento que eu não tenho mais essa função definida? Eu não tenho mais esse inimigo, eu não tenho mais ansiedade sobreviver. E a pirâmide de Máslow diz o seguinte, quando você chegava nesse momento ou seja, quando as suas ansiedades básicas foram entregues? É. Este era o seu grande momento de buscar sua auto-realização. Sim. Só que eu acho que a gente fica preso num lugar da pirâmide, que é um lugar que pode ou não ficar ali, porque o Máslow no final da vida, ele lançou um último tema que não estava na pirâmide que era transcendência. Muito parecida com o que o Jung dos Colos no final da vida deles. E aí eu fico pensando assim, a gente está vivendo um pouco agora, eu acho que essa ansiedade silenciosa. Porque a gente está diante de uma possível realidade onde a nossa identidade ligada ao que a gente faz está a ver se desfaça. Só que de um lado eu vejo dois caminhos, três, na verdade. Um é as pessoas muito presas no próximo passo da saíra arquia, que é a segurança. Então vem aí, segurança e controle. Tem um desconhecido, então eu tenho que trabalhar mais. Eu tenho que me aprofundar a inteligência oficial, eu tenho que assistir tudo, tenho que conhecer tudo. E endominar desse processo eu volto até uma identidade dentro desse desconhecido. Outros, então eu acho que neste lugar de paradisia praticamente, que é essa ansiedade que faz com que você não sabe o que vem, não é claro para você se destruir. se você não se dito, você tem a sensação que você vai ficar obsoleto de uma forma.
de alguma forma não sabe como, mas ainda não tem a clareza de saber o que você é e você vem com uma açancidade, essa angústia, essa paralisia. E acho que tem um terceiro que passa seguindo teoricamente as instruções do Máslo e muito bem, se eu tenho isso que me vai ser entregue de uma forma de outra ou um futuro que não ter geligado diretamente a mentidade, a minha identidade, se é que eu não posso começar agora a já entender como essa viagem para dentro, quem sou eu sem todas essas peças de fora e eu comecei a fazer essa viagem interna, então eu estou vendo essa trifurcação acontecendo e eu fiz uma pregrinação agora como você sabe por várias sociedades diferentes de vários países diferentes e eu fui fazendo um pouco dessa, fui tentar absorver um pouco dessa sensação, só mudava de um país para o outro, e eu acho que sim, eu percebi que tinha uma mudança muito grande, talvez nos lugares, de uma energia geral, as pessoas com quem eu falei que eu tentei abordar a assunto, eu vi as relações muito seguindo esses três lugares, não sei se vocês estão experimentando coisas parecidas, é um ponto talgo, que eu para mim, quando eu vejo a sua trifurcação, eu enxergo ela, mas me dá uma sensação de que as três vão chegar no mesmo lugar, tem um filme do Woody Allen, aquele memórias que ele entra num trem e ele acha que o outro trem é muito mais legal e ele queria trocar de trem, ele fica angustiado porque o trem dele está horrível e o outro trem traindo, e aí a cena seguinte os três param no mesmo lugar e descem ali, inclusive no caso do filme do Woody Allen e acabava num lixão, então era essa cena do filme, não acho que vai ser um lixão mas onde se você é uma pergunta para você, sem querer queimar largada aqui, nesse caso você acha que o abismo e o espaço chegou no mesmo lugar, é assim, que sim, se amor, ok, ok, ok, ok, exatamente nesse local de total, o abismo e o espaço chegou no mesmo lugar, de chegou no mesmo lugar, porque a nossa identidade é só um processo que a gente ficou o tempo todo tentando transformar numa coisa, a nossa identidade a gente crie todos os dias, na medida em que todos os dias a gente criou um passado e um futuro e ele é uma criação constante que a gente faz para que a gente tenha sensação de que nós temos uma identidade estável, mas no momento em que você abre mão dessa preocupação de estabilizar essa identidade, você descobre que você é o fluxo, o que eu quero dizer é mais ou menos o seguinte, aquilo que você acha que é você é mais parecido com um furacão, com um turbillão, ele existe, você consegue olhar para ele, você consegue ver que ele tem uma, um shape, uma forma, um limite, ele está lá, mas ele não é alguma coisa estável, ele é simplesmente algo que é merge de um processo, um processo muito vertiginoso constante, então o que que me parece? do jeito que as coisas estão indo, todos nós estamos chegando nesse ponto em que a gente vai perceber que a nossa identidade, ela simplesmente é alguma coisa que a gente monta, todo dia a partir das circunstâncias, e as circunstâncias mudando tão rápido, é a tentativa de forçar essa estabilidade da identidade, é o que gera mais dor. Eu até perguntar para os nois, você acha que está passando por uma, está vivendo agora uma identidade nova, né, a identidade de pai. Você acha que é possível, e eu pergunto para o bítama, claro, é possível a gente passar por isso, para essa instabilidade de identidade, sem estar sempre buscando uma nova, será que a gente consegue e contra, é uma coisa muito endêmica, é uma coisa do ego, essa de ter a necessidade, até para sobreviverse de estar ligado algum tipo de identidade, e a gente jamais vai conseguir escapar desse ciclo. Essa é uma, você pegou num ponto interessante que eu tenho refletido bastante sobre isso, primeiro porque eu não sinto que eu estou na identidade do pai ainda, eu sinto que eu estou num limbo transitório, entre a identidade que eu tinha, da vida que eu levava, das coisas que eu fazia, e essa identidade que ainda está emergindo de ser pai, só que como ela não chegou ainda, no sentido de eu já vivo, muitas coisas. Você não ouvi um papai, aí, não ouvi um papai, pois a gente já está vendo uns sorrisinhos maravilhosos, umas coisas, mas assim, menos do que isso, entendeu, como eu acho que é uma coisa que vai se estabelecendo, eu acho que existe este limbo, que determina o fim de um ciclo de uma identidade, e com a outra que está começando e que às vezes parece que não começou. E eu acho que aí, este viver este limbo entre aspas, eu acho que ele é muito importante, talvez ele seja sua resposta, assim, eu sinto que se a minha questão não fosse a paternidade em si, tudo que ela traz, e como viver isso de uma forma entregue, já fazer nossos contos de como eu poderia me arrepender no futuro, se eu não fizer isso, ta forma como eu deveria, ta fazendo, e tudo mais, eu sinto que rapidamente o meu ego iria para, nossa, então agora vou trabalhar muito mais, nossa, agora eu preciso, por opão, na em casa, para a família, ou enfim, todas as ciladas que o meu ego poderia dizer, ou para fugir da situação, ou para tentar me apagar alguma coisa do passado, e viver este limbo que eu imagine que me vem aquela hora que você está no circo, e você larga um trapésio, você está no área, ainda não pegou outro, você está com as duas mãos, tentando pegar o próximo trapésio, que é onde eu me sinto hoje, eu sinto que se você fica muito nessa ideia de pegar o próximo trapésio sem fazer nenhuma reflexão, que eu acho que é isso que você falou nessa necessidade de ter um próximo identidade que vai te levar até o outro lugar, eu acho que a chance de você cair numa cilada numa roubada e começar um novo ciclo de uma forma errada é gigantesca, eu acho que você trouxe um ponto muito importante, que complemento o catalão de dizendo, a gente pode ser um rede moinho, mas a gente é um rede moinho que sofre, tem dor, não é? Não é uma pura abstração, a relaxa com o fato de que você só um processo simplesmente que não tem estabilidade sim, eu acho que em última instância nós não temos estabilidade mesmo, intrínsecamente nós não temos, mas porque nós temos um corpo que parece suficientemente estávido para a nossa consciência, nós sofremos esse o nosso limite, o limite que a gente tem é o limite dado pela existência desse corpo, que inclusive a gente sabe que é transitório, mas ele é transitório num ritmo muito diferente do ritmo da nossa mente, não é? Então por causa disso, nós experimentamos essa vida como se fosse um rede moinho, mas tem uma pedra lá que vai se debatendo dentro desse rede moinho, e ela sente essa pedra é o nosso corpo, é um paradoxo aqui, de qualquer modo faz com que você tenha a impressão de que tem alguma coisa que você tem que cuidar e preservar e manter essa busca de estabilidade natural, essa busca de estabilidade ela faz parte de nós, só que a humildade de entender que aquele que busca a estabilidade, ele mesmo, muda todo dia, ele mesmo, e não tem uma real conexão com que foi ontem, ele só cria uma memória de ontem que não é necessariamente ontem, então quem é esse, esse é alguém que está tentando lutar pela estabilidade, isso que eu acho que é, ao mesmo tempo bonito e trágico na nossa condição, nós tentamos, é quase como se fosse um bonequinho de papel tentando construir alguma coisa mais sósido do que ele, e aí ele usa as mãozinhas de papel para tentar pegar um tijolo e construir um urmãs, o tijolo está lá e a mãozinha de papel dele dobra, ele não consegue pegar o tijolo, ele não consegue ver onde está a solidez das coisas, então é, a gente antecipa, a gente busca, a gente sonha com uma solidez de uma concretude, mas nós mesmo não temos isso, não sei se você chegou a ver ou vocês não, o chadguro está relançando um livro que ele lançou em 2020 que chamava "Morte", Hum hum hum, e ele era só com o noami.
a tradução, eu não vi uma tradução aqui, mas é alguma coisa na linha do morte, dois pontos, um guia só para aqueles que um dia vão morrer. E ele está fazendo um roadshow do livro e por acaso eu assisti uma entrevista dele com modas dos entrevistadores, talvez nos últimos que eu esperasse encontrar o Sadguru, que era o que o Patrick Bad Davis foi muito interessante assistir como ele presta atenção no Sadguru. Você chegou a ver essa? Eu vi, eu adorei. E como ele tentava entender algumas coisas ali, ele estava franzindo, ele anotava tudo que o Sadguru estava, tinha uma coisa que ele ficava ali, o Sadguru falando com a maior tranquilidade e ele ali. Mas ele falou uma coisa, ele sofreu bastante. Mas ele falou uma coisa na linha do que o Bita estava falando, o Sadguru diz por que que a morte existe, porque quase como soucia uma maneira compulsória da busca desinfreada pela manutenção de mediante identidade. Então porque se realmente a vida não parasse essa procura pela identidade, a gente nunca ia poder fazer percussos diferentes porque a gente estava sempre procurando uma anterior que de alguma forma está ligada a algum momento que a gente já passou. Tem muito difícil você ver realmente uma transformação absoluta. Claro, eu estava até com, dando um exemplo para vocês um pouco antes de começar a gravar, que uma das pessoas que viajou comigo nessa peregrinação, que eu não conhecia por acaso, tinha vivido uma mudança de vida muito radical, com 49 anos, ele era seôdima, na califórnia, que no setor dele tinha um destaque muito grande, acho que é a segunda-mora em preso do setor. Ele teve um divino extrae absoluto, ele coitado um capricorniano como eu, só que também com acenética precone, e muito duro com ele mesmo, muita cobrança, e teve um AVC, passou por 17 cirurgias, e saiu do outro lado, sem dúvida, com muitas reflexões. E aí nesse processo ele foi buscar muito o caminho espiritual, porque ele viu uma série de sincronicidades que aconceram nesse processo, desde que ele teve essa dor de cabeça forte que levou nesse percurso todo, ele foi vendo as sincronicidades que de certa forma contribuindo para manter vivo. Mas ele, na conversa, nesse relato, a gente fez uma peregrinação e ele relatava essa história, inclusive ele tatou um 2.0 no punho, para lembrar que ele agora era uma versão 2.0 do anterior. Eu vi que até discutir com ele, esse risco de d'auto imagem de o CO, transitar para vítima de um anelrisma que precisava contar essa história e mostrar a necessidade de um equilíbrio, mas era de certa forma uma armadilha muito fácil de também cair nessa nova volta imagem. Ele falou assim, eu sinto que eu tenho esse legado, que legado é uma das palavras que mais me incomoda. Não adicionário. É, como se houvesse uma forma de você passar um bastão por uma outra dimensão. É uma forma do Narcisis um tentar vencer a morte. E ele me dizia muito isso, talvez o meu legado seja mostrar como eu levei. E eu fiquei acorda. E eu falei, mas esse risco de você não conseguir encontrar esse ato reflexivo, de você falar, "Pô, deixa eu ver ainda o que eu sou, você não sou mais o CO, mas também não quero o seu avítima sobrevivente de um anelrisma." Fala isso não. É um anedota interessante em cima do que estou falando. Eu acho que quando você foi muito pontual na sua observação sobre ele, porque quando a pessoa está tua 2.0, significa que não só ele não saiu daquele mesmo, daquela mesma lógica como ele está, agora postando na versão 2.0 da mesma lógica que em teoria é uma versão ainda mais bombada, não sentido mais forte, mais automatizada. E é muito interessante você trazer o mais louco quando ele fala que a gente busca a transcendência. Na verdade, a transcendência é quando você foge de idálogica, quando você, aquela lógica que você usa, ela já não faz nenhum sentido mais. E você já tem um tempo de idálogica, você não faz nenhum sentido mais ou menos, você não faz nenhum. Eu me vejo caindo em várias dessas e dizem quando eu listo para ver como eu faço para me desapegar das vozes, eu sou muito tracilhas. Eu me disse que claro que em algum momento da jornada toda a ultimagem vai ser uma prisão inevitável. O ponto é o sistema precisa de uma ultimagem ou o sistema consegue funcionar bem sem uma ultimagem. Porque está uma pergunta, é essa história de houverras. Então eu estou com uma resposta do dia. Vamos lá, dá para transcender sem responder essa pergunta primeiro? Mas transcendeu o quê? Qualquer que seja dessas auto-imagens. Ou a necessidade de ter uma? Eu acho que a história funciona de um outro lugar. Deixa eu pegar uma referência. Ela é meio nerd, mas ela é muito boa. Eu estou com muito próximo dela. Vocês vão gostar. O que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é Então, vamos explicar um pouquinho rápido. Gde1, cara, matemático que demonstrou, que nenhum sistema matemático, pode ser fechado nele mesmo. Quer dizer o quê? Que sempre vai ter alguma coisa que a verdade para que ele este sistema matemático, que ele mesmo não consegue explicar, não consegue demonstrar. Olha, o que isso significa? Que a matemática nunca vai ser completa e vai bastar a si mesma. Hmm, isso tem uma importância. Aí ele falava de Echer. Echer é aquele cara que está muito na minha cabeça, aquele desenho dele de uma mão desenhando uma outra mão que desenha a própria mão. Tá? Então, as mãos que se auto-desenham, que têm a auto-referência. E ele falava do bar, porque o bar era uma música que tinha e tem a mesma coisa, que as melodias se referem a elas mesmas. Bom, tudo isso para dizer qual é a tese do Hofstadre. Até as do Hofstadre é todo o sistema que for suficientemente complexo, começa até a auto-referência espontaneamente. E essa auto-referência espontaneamente é, talvez aquilo que a gente começa a chamar de, a ser mente da consciência. Consciência de si. E no momento em que um sistema tem consciência de si, ele quer estabilizar essa consciência de si. Então, é lindo pensar nisso, porque é como se você imaginasse que o nosso cérebro e o cérebro estão complicado, que ele chega uma hora que ele se vê sendo. E no momento em que você se vê sendo, você começa até uma imagem de você. Então, no momento em que você se vê sendo essa imagem está lá, o problema é estabilizar essa imagem. E isso é totalmente uma ilusão. E isso é um projeto que chotezco. Porque você está o tempo todo se criando e recreando. Você tem a imagem de você, mas ela nunca vai se estabilizar. Então, quando você estabiliza, é como se literalmente você pegasse uma foto e quisesse que a foto representasse um filme. Deixa eu ver se eu entendi, mas eu não quero levar para o lado metafísico. Você está falando, mas eu acho que talvez eu caio um pedacinho ali. Eu talvez seja inevitável.
é um pouco mais inevitável, mas a gente está falando um pouco antes de começar a gravar desse descompasso que pode existir entre corpo e consciência, ou se você quiser ir de uma forma talvez um pouco mais não analítica entre talvez um plano de alma e o teu corpo. E eu acho que talvez você está nesse descompasso, nesse teu caminho que é individual, momentos onde por mais que você queira reforçar uma imagem ou qualquer uma dessas automagens, existe um outro plano que está querendo destruir, descursar completamente. E como é que a gente, várias vezes, eu acho que são esses pequenos delas que se abre, onde a gente pode realmente fazer essa transcendência dentro da mesma vida, que é que é, em vez de a gente buscar, e aí tem uma dia do 2.0, mas assim, em vez de a gente buscar o que eu consigo trazer dessa minha prisão passada, o que eu consigo realmente deixar para trás para estar aberto para um novo estágio, e o quanto eu não consigo deixar, eu tenho que levar comigo para o próximo. Para mim, essa história é assim, quando você faz essa transição de verdade, essa pergunta deixa de fazer sentido, porque, porque a tua identidade velha simplesmente é dissolvida no espaço aumentado do próximo estágio. Mas nesse caso, tem que ser um negócio muito óbvio, nem sempre essa transição é tão óbvio, e não é tão vehemente a ponto de você falar, não, realmente não daqui, virocínsas, eu tenho que, tem construído alguma coisa mas deixa eu te dar um exemplo bom disso que eu, que eu estou falando, estava lendo um artigo hoje, no New York Times, muito interessante, daquele ator que eu não vou lembrar o nome, tem o nome estranho, que é aquele que fez o Beracol Sol, tu, tu, tu, e aí ele está contando duas coisas, um, há uns anos atrás ele estava fazendo essa série, e ele caiu duro num ataque cardíaco, e ele só foi acordar uma semana depois, e ele estava tentando descrever, ele estava tentando as pessoas perguntavam se ele tinha visto uma luz branca ou uma coisa assim, ele não tinha visto nada, ele tinha pagado, ele acordou uma semana depois e já aconteceu isso com ele, ele estava tentando colocar em palavras, como é que ele estava vendo a vida e o mundo depois daquilo, ele nunca conseguiu até que ele leu um livro, que eu também já não me lembro o nome, mas o nosso querido não vai achar, que tem a ver com uma série, que é escrita por uma, o série de romance escrita por uma escandinava, que está sempre vivendo o mesmo dia, que lembra o feitiço do tempo, só que ela está vivendo o mesmo dia, descrito de maneiras em sete volumes, e ele disse que aquilo que ele estava sentindo ela descreveu exatamente como é que é, ou seja, é um processo de você se dissolver num contexto onde você não consegue mais entender o que é o limite o que não é, e aí demora para aquilo virar um novo limite, mas com o tempo vira, e aí você precisa transcender aquele limite de novo, e aí você vai para esse lugar da dissolução, então a impressão que eu tenho é que as identidades velhas elas se dissolvem, então não é que você está carregando elas, elas não fazem mais sentido, e será que as sociedades como um todo passam por momentos de transcendência compulsória? Eu acho que sim, eu tenho impressão que é isso que leva ao declínio delas, você quer saber, porque tem impressão que uma sociedade, quando ela está saudável, digamos assim, ela funciona como uma célula, então não tem aquela membrana que decide o que está do lado de dentro, do lado de fora, não chega uma hora que ela começa expandida, um jeito tal que ela perda essa membrana, e aí não quer dizer que ela morreu, mas aquilo que é definida não faz mais sentido. Eu acho que a sociedade está fazendo atatuagem dos pontos zero, eu acho que a gente está vivendo esse momento de repensar um pouco, estamos do mesmo jeito, mas acho que estamos repensando. Eu recebi até um vídeo do nosso querido amigo Dimitri, que lembrava de um conto do Tolstoy, você recebeu também? É o conto terra, preciso um homem, não é isso? Você conhece o conto? Não conhece. Eu não conto a conto. Eu não conto a conto, mas o conto basicamente é de um. eu não me lembro do personagem principal do conto, mas acho que é caruto, não vou lembrar que agora. Isso pode que a gente não pode dizer que a gente não lembra o nome de nada, mas se eu me escuta, são pessoas bem informadas ficando gagaço. Eu não me lembro de algo, mas eu não me lembro de algo muito personal, só para o conto que eu esqueci um microfone, eu sou um gagafante. Eu já é o efeito das inteligências artificiais que a gente não lembra de nada, mas esse personagem nunca lembraria. Esse personagem que eu não lembro de nome e assumo, mas eu lembro do Tolstoy, então, um bom começo. Ele tem um dedo da pirâmide Máslola, esse personagem está no lugar da segurança. E a grande problema da segurança talvez seja você não ter um limite para ela. E esse personagem, ele precisa acumular terras. E aí, acho que é o demônio, o diabo, percebe que tem uma oportunidade para ver até onde vai essa vontade. E ele conta uma história para os personagens que existiam um lugar no norte da Rússia, ali perto da Cibera, que tinha um chefe de aldeia que estava distribuindo terras. E que ele fosse até lá buscar essas terras, para ele poder expandir o território dele. E quando ele chega lá, na verdade, o chefe da saudei é o diabo desfarçado de chefe e de espelho seguinte. Você pode andar na direção que você quiser, e você pode marcar o seu território. A única condição é que você tem que voltar. Você pode ir com longe você quiser. Mas você tem que voltar aqui no ponto de origem até o final do dia para que esse território passa esse seu mesmo. E a história toda é que ele vai. E quando ele chega, ele fala "eu já tenho o suficiente", ele fala "damos agora, vou ser um pouquinho dele, olha para o céu". Ve que já está passando o tempo, que vai chegar ao porco do som, e que ele pode num da tempo, e chega o momento que ele olha e fala "eu já tenho muito, mas eu posso ter um pouquinho mais". E ele faz um cálculo, faz assim, "se eu sair daqui correndo ainda eu chego e ele volta correndo". E ele morre, enfartado, metros, dois metros de distância desse ponto final, que a resposta é quanto de terra, preciso um homem. Ele precisaria de dois metros por um, que é o espaço que você precisa para um caixão. E toda questão do levantado aí é "quão é o meio-dia de cada um? Qual é o momento onde você percebe? D'á que eu já tenho o suficiente para voltar?" Para voltar. E teoricamente, aí tem mil insinu, milições que saem desse pequeno ponto. Mas eu acho que a gente, quando eu falei daquele lugar que a gente está no meio desse caminho, nesse lugar que é normal, da primeira ascensão após o seu, as suas necessidades básicas, é descobri qual é o limite disso, né? Ponto terra mais você precisa, e quando a gente está diante de um cenário de mais dúvidas que é o que a gente está vivendo agora, uma parte nossa acredita que é ter um da boldal no lugar da segurança. Ao invés de eu refletir para ver que lugar eu estou, eu sigo uma inércia da falta, e que ela nunca é surprimada, porque até o ego insatiável, né? Ela nunca é surprida, então eu estou sempre buscando mais, e eu não tenho esse tempo de reflexão para parar e voltar. B. Eu só queria fazer um adendo muito biográfico nessa história que você contou, porque. - Mas eu sou a biografia? - É. Porque eu me lembrei, porque eu jamais lembraria do nome do personagem do Conto. Porque eu conheço esse conto muito bem, mas eu não colhi, e eu só queria compartilhar de por que que eu nunca lhi. Eu nunca lhi, porque há mais de 40 anos eu estava com o meu pai, num sítio pequenininho que ele tinha, num sudiminas. Tá? - Tá lindo, minas, né? - Eu estava num sudiminas, e era um sítio bonito e me lembro muito bem dele, era um belo vale. E eu me lembro que era um fim de tarde, e eu veria para o meu pai, eu. muito jovem, impulsível.
"Pai, por que que? Por que que eu não pega a junta de dinheiro e compre esse vale inteiro, e vai isso, faz aquilo e tal?" E meu pai me contou esse conto. Foi resposta dele. Sabe a visão. Mas eu sinto que eu recebi isso durante esse conto recentemente, o vídeo que falava do conto, e eu acho que eu tinha passado para o momento desses, desse questionamento na minha peregrinação, que acho que é muito peculiar do momento que a gente está vivendo. Será que você consegue algum momento fazer essa reflexão de onde está o seu meio-dia? De antes de uma. Que é basicamente a mesma dinâmica que só faz você reescrever um 2.0 aqui, né? Que é o seguinte, eu sempre vivi na ideia de que eu preencher qualquer das minhas faltas buscando mais. E se eu tiver muita coisa entregue para mim, essas necessidades básicas e entregues, será que o natural meu ebo-escaço à transcendência, essa auto-reflexão procurar o meu meio-dia ou não tem limite isso a inerente ao meu ego? Eu acho que a questão toda aqui bate nessa ideia do porquê tanta terra, porque que é o meio-dia e acho que isso que você trouxe antes de falar do mais, você falou do Victor Frank ou do sentido, né? E eu nunca vi tanta gente falar de Victor Frank ou como as pessoas estão falando. É impressionante, assim. Eu estou vazinti. É como momento. As pessoas, amigos, podcasters, eu estou achando interessante como essa crise de sentido que enfim, mas a gente todo mundo sabe, a gente tem falado, eu acho que ela está chegando num limite tão exagerado, né? Eu estou te armando aí para vocês o. aquele podcast dos caras do. do design. Do design do Stanford, do Bill Burnett e o outro cara lá que lançaram o livro sobre sentido, o Jim Collins lançou um livro sobre sentido. Enfim, acho que estamos chegando num ponto que eu acho que não é nem mais sobre o contanto de terra, é o pra quê que a gente quer terra, né? E eu acho que ninguém mais está conseguindo responder isso nessa loucura que a gente vive hoje. E realmente, eu acho que o Victor Frank, eu estou vindo aqui, né? Acho que está todo mundo buscando de alguma forma a ele porque virão um dos que oferece, né, no livro dele, diante de uma situação muito, muito extrema, algum. alguma ideia de como construir um sentido, né? Então eu estava pensando nisso quando está falando nessa ideia do qual é o meio dia, né? Mas no fim. Por que que a gente quer terra, né? Por que que a gente quer. precisa dessa terra? Pra quê? Tem pressão que o tema hoje é a mesma relação entre a alma e corpo. Nos estamos gerando nesse tema obsessivamente, mesmo que de uma forma não explista. E a única resposta que me ocorre é porque. porque nós temos essas. essas dimensões aí, parece um paradoxo, a gente fica constantemente procurando um finito, no finito, né? -Uu. -Então, de toda vez que você procurou o infinito, no finito, o resultado disso tem que ser dor. Não tem como ser diferente, porque o que é dor? Dore é a consciência do finito. Eu gostei, nunca tinha de finito, só assim, mas é muito simples. Toda vez que você está sentindo dor, você está entrando em contato com algum tipo de limite. E algum tipo de limite, é essa dor, pode ser uma dor mais no sentido concreto, no sentido mais emocional, no sentido mais intelectual, não faz. O limite do finito é a dor. Eu acho que. eu separo. não, eu separo, mas eu gosto dessa separação da dor e sofrimento, como duas coisas bem diferentes. E eu vou de encontra você na história da dor com o limite. Mas eu acho que o sofrimento vem a partir do momento onde você começa a abrir a correidade da dor. E justamente o sofrimento é quando a alma fica querendo que o corpo seja como ela e não aceita que o corpo está lá no limite ou todos os outros limites, não são limites, mas são. E aí eu acho que. Mas a gente pergunta uma coisa, e você acha que alguma coisa se passa fora da nossa mente? Ah, posso responder de outro jeito? Eu não sabia qual jeito você responder. É assim, eu acho que nossa mente, o que está fora da nossa mente é uma mente maior do que nossa mente muito maior. Tudo bem. Aí você foi o primeiro da físico, é super trunfo na primeira carga. Vamos voltar para o barale. Não é, mas não é super trunfo, não é super trunfo. É assim, como é que eu estava definindo essa história? Eu estava falando de como a gente, de que, de um certo nível de complexidade a nossa mente é merda da liga, começa a prestar atenção. Continua expandindo essa mesma história. Pensa assim, simplesmente esse planeta é infinitamente mais complicado do que você ou eu. Mas Gaia deve ter a mente dela. Probabilmente tem uma consciência infinitamente mais complicado do que nós. E quando a gente vai expandindo, a gente vai caindo em mentes muito maiores. É aquilo que a gente por falta de melhor nome, a gente chamou de Deus. Então, não é nenhuma questão do metafísico. É interessante porque não acho que é metafísico, acho que é físico. Eu acho que simplesmente os limites vão saindo. Então, onde eu queria chegar com isso? Eu tenho a impressão que a verdadeira saída, como você gosta de dizer, não é para fora, é para dentro. E como é que isso se dá na prática? Significa o quê? A gente tem que tomar muito cuidado com todas as fantasias de que a gente está indo para algum lugar que é um nada, como se fosse um céu infinito e não se é mais o quê? E abandonar essa nossa realidade aqui. Quando, na verdade, o que a gente tem que fazer é ir tão para dentro, tão para dentro, tão concentrado no nosso centro que essa nossa realidade física já aparece infinita. Então, é como se você tivesse que buscar não a galáxia, mas tem que buscar o átomo. Você leva a tua consciência para um lugar tão ali que, de repente, você já é uma galáxia inteira. E aí, você resolve a coisa pelo outro jeito para dentro. Não sei se parece que eu deixo chegar. Eu acho que nessa linha, eu dendo a mesma entrevista do Sado Guru com o Pete O que pedeis. Eu não sei se você lembra, eu tenho um momento que o Pete o que é entender, o Sado Guru foi convidado e participado de mil conferências sobre paz mundial e tal. E ele pergunta para o Sado Guru, escuta. Mas você acha que é possível chegar nesse lugar, né? E aí, eu me lembrei também da guerra civil dos simpãs e essa está acontecendo na Nigeria e fiquei pensando se há uma coisa que está tão forte no nosso DNA. Só você, Sado, Sado, Sado Guru lembra da guerra. Não, porque eu fiquei pensando se a gente está muito longe desse lugar. E o Sado Guru fala o negócio que parece óbvio, mas ele disse que basicamente quem atribui o sentido as coisas é o gente. Então, se ele tivesse. se eu estiver falando com você numa língua que você não entenda, se estiver gesticulando e eu falando coisas horrorosas do seu respeito. Mas você, eu tiver com o seu riso no rosto, se você dê um sentido de que eu estou te fazendo uma lojia, a partir desse forma, a nossa relação é outra. Então, eu posto que eu perguntei para você, o que acontece fora da nossa cabeça é muito pouco, porque toda essa parte dá sentido. Alguém a gente está enxergando, vindo, vendo, é. está acontecendo dentro desse. -Eda para a chora. -É, não acontece nada fora. É, não acontece nada fora. E ele disse, o Sado Guru fala, como é que você pode imaginar que exista uma paz mundial, se nos existe uma paz de espírito individual? Se você ainda está, se existe guerra em você, conflito, ódio, inveja, projeção e tudo mais, como é que o mundo não vai ser um reflexo disso? Não é como é que você pode fazer um negócio de fora para dentro, chegar no agora, se você tenta nos impases, e essa reflexão dessa paz global que vem de um negócio absolutamente intangível, começa a trazer um indivíduo para a paz interna. Não tem como fazer o caminho contrário. Isso é um bom jeito de pensar, né? -E dentro desse caminho, não tem outra coisa para você fazer, não sei a viagem que o Bid escreveu aí. Não tem como se buscar fora a paz interna, é impossível você
teria que ter um alinhamento de tantas coisas e o seu ego é tão treinado a achar o que não está em ordem para tirar você dessa paz, que vai ser impossível você encontrar matemáticamente e estatiscamente impossível você conseguir criar em você uma paz interior sem a partir de uma paz exterior. Então acho que essa conversa do Sardgúro faz a gente voltar para um lugar que do qual a gente nunca deveria ter saído, né? Eu acho que essa não é excelente formulação que eu estava com uma frase na cabeça quando você estava terminando e concluindo que era transcendência existe, mas fuga não, não dá fujim. Que é uma coisa que a gente já discutiu muito aqui, né? Que é um pouco da lida linha T, que muitas vezes entro espaiu abismo, né? Não vai, logo aí isso nunca vai. Sabe que ontem a noite eu comecei a ver, não é uma piada inteira, falhe um pouco sobre a favor do espaiu abismo, mas que é que eu falhe? Fala você. Mas no fundo no fundo, quando eu percebi um feedback de alguém, de uma consciência de silício, de uma consciência de silício que muitas vezes ele está se propondo é abismo, mas está entregando o espalh, está estregando o espalh. Mas aí eu vai muito numa perunto que eu fiz para você há muito tempo que quando as pessoas te procuram, elas estão procurando melhorar a vida ou se libertar das prisões que elas colocaram, né? E é o espalh e o abismo. E a gente tem duas coisas ao mesmo tempo, a resposta correta é ele não está errado, mas também é o contrário. Eu também prometo o espai entre aguabismo. Ah, então você é um agente desfarçado do seu próprio. Eu acho que você promete o espai e empurrando abismo. Agora eu estava indo ontem aquele filme, pô, se esqueceu nome, eu estou brincando. Eu dou Kenorees, tem dois novos filmes do Kenorees que são. O é delicioso, é até difícil. É, um é delicioso é difícil. Eu só vi delicioso graça. Então vamos falar do. Eu comecei a ver o delicioso, ontem que é o Good Fortune. Que eu. Que a gente tinha falado. Então é o delicioso dele aqui. A gente não falou dele aqui. É um filme necessário. Necessário. Então eu queria fazer com o espai. Ele tinha a ver com o espai, com a abismo. E tem a ver com as identidades, tem a ver com as identidades. Então, por isso é tudo. E principalmente. Como é que é em português? Eu não sei. Vamos dar uma pesquisada. Porque como é o Gagafant, se a gente agora tem que. Tem que é, o Gagafant, se precisa do. É. Vou fazer um filês de procura que os retornam. Então. Agora, esse. Eu comecei a assistir ontem, eu parei. Eu parei na cena que o Ken Riff está trabalhando no. Lavando prato. Eu achei se está se anual já consiga ao na boca. Quando o céu se engana. Mas esse é um. Fale, fale desse filme, igual. Eu acho que esse filme. Eu. Eu desprediccialzamente comecei a assistir quando estava nessa pregração. Não é uma outra pregração que eu fiz. E eu mandei para vocês, num grupo mensagem, assistam e vocês que te acabaram de sentir na. Me. E eu realmente me surpreendi porque. Não era um elenco que normalmente me atrairia. Agora eu gosto muito do Ken Riff, mas. Os dois outros. O Seth Rogan também, eu gosto, mas não consegui imaginar o que podia sair. Acho que era uma comédia meu pastelão. E é um filme profundo, né, cara? É um filme profundo, porque ele também flerta com a ideia de você. Se colocar mesmo, viver o lugar do outro, né? Entender do lugar que cada um está vindo e começar. A quase que fazer no filme, é se exercício compulsoriamente porque eles realmente vivem a vida um do outro, no corpo um do outro, né? E eu achei maravilhoso. Só para falar, ele é um anjo, né? Tenta manipular a terra e consegue como prêmio. Ele é mandado para cá, como. Qual são as suas terrenas e não tem mais o superpoderioso? Ele é um anjo muito desavisado. Ele faz muito bem esse papel do anjo desavisado. Comina muito com ele. E é muito bom, porque. É. é. é. é interessante como. O anjo desavisado, ali, faz umas besteiras na vida. faz ali. Eu achei isso muito bom, quanto a vida tem as suas complexidades ali. Mas foi exena, mas acho importante a gente está falando disso, porque às vezes a gente esquece que tudo isso que a gente está dizendo, pode ser também visto como engraçado, né? Claro, é tudo muito engraçado também. É tudo muito engraçado, né? Mas coisas são muito engraçadas exatamente do Jesus que são. E o que eu acho mais genial, é ter um pouco de spoiler aqui, mas eu acho que quando o anjo começa a viver a vida dos humanos, eu achei muito bom que ele descobre a internet e que ele fala que "Nossa, isso é interdente, é uma coisa incrível, agora eu posso ver elefantes bebês". Não, ele fala que é uma coisa que acho muito legal na descrição da oportunidade de sentir, né, das sensações, que só são possíveis porque ele está agora encarnado como um humano, né? Então ele faz umas discreções, eu não me lembro exatamente quais, mas das coisas que ele toca, né? Das coisinhas pequenas que ele descobre, e que te faz pensar que obviamente a gente não. Não presta atenção em nada disso no dia a dia, né? Nas oportunidades que existem independente do desfecho que cada coisa que a gente atribui um desfecho como ele sendo bom ou ruim, sem saber, claro, qual é o todo por trás disso, né? É curioso, porque é uma versão. É uma versão que eles comédia, mas é. A verdade é o filme do Vimvender, né? Que já tem uma versão de Los Angeles também. Tem uma versão de Los Angeles com Nicolas Cage. Nicolas Cage e a Magrime. Magrime, então vamos lá, falando. A versão original tem que ver que asas do desejo que espaço em Berlinha onde vocês teve, né, gorrecentemente. E era com Peter Falko, o cara que. que faz o columbo. E aliás, a primeira cena do filme, eu acho que é uma homenagem a sua primeira cena do asas do desejo, naquela cena que ele está em cima da abobo da In Los Angeles, né? Agora, mas. E daí tem uma outra coisa que eu achei muito interessante que esse filme aborda, que é a realidade da giga-conumn, né? Que a gente fala muito pouco do cara do Tess Xergent, do. do. dos as pessoas que vivem de fazer pequenos trabalhos por hora, por estrela. E eu acho que eles trazem isso de um jeito muito. lembrar o que é a vida das pessoas que vivem entregando coisas, fazendo coisas para os outros para ganhar estrelinha nos aplicativos. -E se eu a gente fala muito pouco? -Bom, cara, a gente vai entrar no buraco do. do. do coelho, então a gente vai entrar no buraco do coelho, é. -Só uma ameaça? -Não, não é porque. -Eu senti. -É. Não é uma questão de ameaça que sim, a gente pode chegar a conclusão de que é importante falar disso. O problema é que a gente não sabe o que dizer. A gente não fala não é por. -Comissão? -Não é por isso não está presente na nossa consciência, é porque tem uma dimensão do que. -Travallar. -Presuas estão vivendo, do que está acontecendo no mundo, que ainda está na esfera do indisívio. Você vai dizer o que. que essa situação do trabalho vai se estabilizar para o ser humano nas próximas décadas? Não vai. O contrário, eu tenho conversado com pessoas que estão gastando a maior parte do seu tempo acordado, tentando entender como é que vai ser um futuro, onde não vai existir trabalho nesse sentido que a gente não tem de hoje. Você sabe que eu. eu recebi um. um texto que um. um amigo escreveu que ele me diz que possivelmente seria publicado esse fim de semana do Fanejo Otar, mas eu não tenho certeza se foi ou não. Mas depois eu passo para vocês que é um texto interessante, mas ele é um português que eu considero, pesada a pouquidade, um grande pensador, uma visão global das coisas incríveis, e ele diz o seguinte, exatamente interessando esse ponto que você estava falando. Não vou nem entrar na ideia de você ter que. quem é você sem o seu trabalho. Eu vou no passo anterior que é a ideia dos governos sobre a distribuição desse chamada "renda mínima universal", ou alguma coisa que possa compensar o fato das pessoas não terem mais um propósito específico dentro do capitalismo, que tudo indica que está com seus dias contados, tá acabando. Mas ele fala o seguinte, ele fala "eu não me preocuparia tanto com o que está fazendo a Tesla, o OpenAI, tal, o mesmo Space X, que são coisas que podem acontecer daqui a algum tempo". Ele fala assim, dentro das coisas que faz o Elon Musk, me preocupa muito mais a Neurolink, porque possivelmente, no momento que as pessoas fizeram uma grade das suas capacidades de memória e cognitivas, Esse distanciamento que hoje já é grande vai ficar absolutamente inatível.
é um que já sou parte desse topo de pirâmide, ainda fora a pessoa mais inteligente. O que me faz pensar se o alumãs que já não fez isso com ele, já veio várias vezes a tutorial. De que ele já fez um upgrade via neurolink de algum chip que dá essa capacidade pelo cara realmente tocar três empresas de ponto quatro, que duram meio hora por noite, mas aí a ideia de você ter uma distribuição de uma renda mínima universal que a calmaria os ânimos, né, dessas pessoas que não têm mais a identidade de trabalhadores, mas colocam uma pessoa também nesse outro mesmo lugar da pirâmide que a gente falou, o que você faz com esse tempo vagu, você realmente fica mais anesteseado e entra num buraco de entrega para se desprender completamente de tudo que é real ali e viver só um mundo imaginário, ou você vai fazer um trabalho rantamente de introspeção, de fazer o caminho inverso e usar talvez, enfim, esse tempo, que eu não sei se ele vai existir desse jeito que desejaram para fazer a tua transcedência, transcedência. Essa conversa, ela está fazendo o que nem, é a mesma coisa que um desenho do echa e ela estava se voltando sobre si mesmo. Ela bore, eu não sei o me perdi, eu vou fazer um enquanto ouvi, pensa, eu vou as partes dos gagafantes, vocês viram, vocês viram, vocês viram, vocês viram os eais criaram um site em que eles contratam humanos para fazer coisas para eles, vocês viram isso, e aí você vê coisas que os humanos estão sendo pagos para fazer posseiais e eu acho que essa foi uma das últimas coisas mais assustadoras que eu vi. Eu estava tentando evitar falar, porque como eu assisti o documentário que vocês não viram, que é o AI Dock, que foi criado e dirigido por um minis Nook, que basicamente eram um diretor de cinema que acabou de, estava grave quando ele começou a fazer e teve o filho logo na sequência, e estava passando os cinemas no Estados Unidos, agora acho que já está na Apple, eu não sei se já está na Apple do Brasil ou no Prime, mas não sei se já acharam. Bom, mas eu acabei assistindo na Apple de fora, mas só para resumir assim, é muito ainda na mesma ideia de que eu me falas do futuro, é uma época para se ter um filho ou não, e aí vem as duas linhas que você ouve todas as ameaças possíveis e tudo que pode dar errado, e vem a turma do otimismo, que é comandada pelo periodio de amante, se um grande amigo do P, que fala que o único dia melhor do que hoje é o amanhã. E, e, no fim, é basicamente aquele mesmo carinha que busca numa as não-segurança, tentando ouvir a segurança de um outro lugar, que no fim a gente está sempre nesse lugar, meu amigo, eu me falo que vai dar tudo certo no final, mas agora voltando porque os neurônios já conectaram, só queria dizer o seguinte, essa situação toda, o que ela faz realmente é ela detona os pontos que a gente tinha de ancoragem para nossa identidade, para nosso suposto sentido, para o nosso suposto lugar no mundo, mas quando a gente para a prolhar, quando parecia que essas âncuras estavam mais sólidas, não é que a gente estava bem, né que as pessoas estavam em contato realmente com elas mesmas. Então, sim, o fato de que tudo isso está se esfarelando é, ao mesmo tempo, a grande esperança e o grande desespero, e eu acho que nem poderia ser diferente, não poderia ser diferente, porque aquilo que te apoiava era aquela boia que te deixava preso, sim, sim, tá? Então você perder aquilo, dar aquela sensação de desesperança, mas é aquilo que vai poder, também, te colocar nadando na direção de algum outro lugar. E talvez o seu único norte nessa natação, ou seja, fazer uma posta muito grande na estupidez, geralmente inerente, às grandes maiores, às grandes unanimidades. Ah sim, mas eu posso fazer uma posta ainda mais simples, mais singela. Se você para para pensar, a única coisa que realmente alimenta para além das nossas categorias mentais, que na verdade sempre são um jogo de espelho que nos atrapalhe, são aquelas relações que a gente tem que são completamente não transacionais e, portanto, sem propósito algum. É na relação humana, sem maior propósito, sem maior razão, que a gente realmente se alimenta. Então, se, de repente, o mundo fica tão esquisito que você não conseguiu mais passar o seu dia inteiro fingindo que você é uma peça útil de uma grande engrenagem, quem sabe você usa esse tempo para ter conversas com os amigos, para fazer coisas completamente triviais e que na verdade são muito mais humanos e, provavelmente, muito mais alimentadores. Posso ir um passo além? Por favor. Como você consegue transitar no mundo de relações não transacionais? Como é que seria uma. quando você tem um treinamento desde o utilitarismo estrativista, ou seja, você que você tem que te treinar de enxergar o outro como um meio para um fim, ou você como um meio para o fim do outro? Como é que é quando nenhum dos dois é meio para o fim de nenhum deles? Como é que é um. O que vai ficar o tal do network? É, como é que vai ficar justamente essa função que, basicamente, está totalmente ligada à produtividade, está ligado a resultado, está ligado a um caminho de identidade a partir da sua. do que você traz para a equação, para o prato, né? E eu acho que essa, talvez, essa primeira-meja, pois que eu acho que esse momento tem essa. essa. tricotomia de um lado, mas ao mesmo tempo, você vai ter que viver um desses três caminhos, que é. reenforçar uma coisa que não mais existe mais, tentando buscar a segurança no que você fazia antes, e que é em cima de relações transacionais, e tem os outros dois caminhos que, de um jeito de outro, te levam até que fazer reflexões em cima do que são as tuas, como é que funciona um lugar, uma sociedade que não existe uma hierarquia, mas existe uma cooperação? Pois é, e mais. sabe quando você fala a cooperação? Já é na direção certa, mas ainda é alguma coisa que lembra coisas. Parece que você está com um objetivo concreto. Vamos radicalizar? Então, se nós um somos mais transacionais, nós um somos mais coisas, talvez nós possamos ser aquilo que eu estava falando desde o começo, nós somos. por os fluxos, por os processos, e nós estamos interagindo, e o que acontece é que quando duas ondas se encontram o que acontece nasce uma terceira onda? É isso que rola. Então, o grande propósito do encontro das pessoas é aquilo que vai emergido em contra o que não existia, o que o encontro não existia. É isso que é simplesmente uma configuração. Vocês lembram aquela coisa que eu mandei em algum momento meio poético, como que parecia que eles antigos, powerpoints do começo do internet, mandei para vocês, que era que tinha na mesma foto, a morte de uma estrela e o nascimento de uma célula e os padrões eram os mesmos. Então, eu acho que são esses os padrões, que acontece quando você tem um encontro de dois processos que não precisam chegar a lugar nenhum, eles simplesmente existem. Nós somos. faz alguma coisa nascer. Nós vamos ser golfinhas nadando. Outras inteligências observarem, falar nossa, que é interessante esses golfinhas nadando. Eu acho que nós já somos essa turma sendo observada, comportamentalmente observada. Mas eu falei do golfinhas, exatamente porque a gente não entende que estão fazendo. Mas eu acho que o grande desafio do que você falou, o grande desafio, vai um pouco na linha do que eu estava dizendo antes, que é como é que você acha que você constrói em você a coragem de se desgarrar da manada. Como você consegue ficar tão firme?
na resultante das suas reflexões, mesmo que isso vá contra tudo que o seu entorno te conta. E eu acho que a busca dessa coragem, de achar esse lugar de coragem em você, vai ser o grande determinante de como é que você vai dizer, como é que você vai navegar as próximas horas. Tá, tá, goma, mas aí eu te digo, é nessa hora que eu. eu volto por uma coisa muito primordial, pra nossa consciência, não é possível o dentro, ou definir um dentro sem definir um fora. Então, pra você poder, não tá conectado na manada, pra você não tá conectado no entorno, você tem que se sentir conectado com alguma coisa maior, ou alguma coisa muito central que dá realmente na mesma. Mas eu não acho que esta coisa ainda precisa ser árvore, ele pode ser sua-semente. Sim, mas é que é um paradoxo, talvez seja um mesmo. Se talvez a gente queira enxergar hoje uma coisa pronta, tão grande quanto a que existe fora. É, mas não dá. E a gente vai ter que fazer um que, por isso que precisa da coragem. É, como que você entenda. E acho que a coragem foi muito bem colocada por isso. E aí, mas é por isso que o ponto central, e aí a gente volta no Victor Franco, o propósito de tudo ou de qualquer coisa, é algo que tem que ser firmado. Na verdade, é uma pura afirmação. Você não tem como fórmula, você não tem a menor ideia do que está por trás disso. Mas você pode simplesmente fazer uma escolha de dizer, sim, tem um propósito. Eu escolho que esse propósito é, esse propósito sim, está aí. E eu atravesso isso desse lugar. Essa eu acho que é coragem possível, para mim. Eu acho que sim, mas eu. Eu acho que para você não correr o risco de ficar na paralisia, eu acho que até o seu propósito, inicial pode ser reflexão. Porque talvez a primeira forma de você desgrudar na manada, não seja você correr a direção oposta, mas só parar de correr. Ah, mas sim, reflexão, interioridade, profundidade e fluxo. Foco no fluxo interior. Isso você faz com reflexão. Isso você faz com a coragem de se questionar. Isso você faz com a coragem de olhar para você mesmo e olhar para dentro. Eu acho que esse é o único caminho possível para você sair da paralisia. Por isso que o negócio é, fuga não tem, tem transcendência para dentro. Eu acho que essa paralisia que hoje talvez o que a gente esteja enxergando muito seja através dessa. Essa ansiedade. Essa ansiedade que o Victor Frank deu o nome de "Quiet" sangue, é a ansiedade quieta, calma, né? - Se linchosa. - Que ela é, na verdade, talvez seja esse. Esse limbo que existe entre o. A ideia, talvez essa concepção de que a gente precisa de uma coisa muito. de uma luz muito clara para a seguina. E eu volto no passo anterior, que talvez seja só um momento de parar de seguir a luz. - Que você estava seguindo antes. - Claro. E está o que com o fato de que todo mundo da sua volta continua seguindo a mesma luz. E tem a coragem de parar e dizer, bom, num primeiro momento eu não vou seguir. No segundo momento, talvez, no fruto de uma reflexão, eu tenho uma direção mais clara de para onde eu quero ir. - Claro. - Sim. - Porque é bem importante, exato. - É bem importante. Que acontece quando você joga um low-fot na neblina? A luz volta refletida para você, você ficou fuzcado e você não enxergando. - O quê? - Sim. Tínhamos uma série de cabemos aqui, eu estava até. Estava com uma quieta de saio. - De saio aqui, com uma ansiedade silenciosa de. - Solta, porque foram vários. - Várias frases contundentes aqui, mas eu concordo. Eu acho que. - Acabou, né? - É. Mas posso ler para vocês uma coisa que eu escrevi, você depois corta. Não quero necessariamente que. Que isso. Fique na episódio, mas acho que para. Para enxergar o que a gente está falando, eu queria ter o prazer de ler para vocês um negócio que eu fiz aqui. Tá? Vale só. Enfim. Acho que. - O que você está falando? - É. - É. É. Nós somos. Nós sempre somos transformados por aquilo que criamos. A mão que desenha também, uma mão que é desenhada, como um quadro de esches. Cada uma de nossas invenções reinventa também o que podemos ser. E talvez o que você se sintem alguns momentos dentro do ap sejam só isso? A vida se vivendo através de você. Com diferentes graus de lucidez, de abertura e de resistência. Isso aí. Isso é um cabelo. Não, isso não vai mal. O go tem um. Aliás. Aliás. Aliás. Para tudo, stop the press. Como assim? Você escreveu uma obra prima, mas faz tanto tempo, tanta coisa aconteceu desde então, em ninguém falou sobre isso. Que isso não fez parte do episódio. Sim. Eu protesto, acho que a gente tem que começar a gravar, só agora. O Gagafate. O Gagafate, mesmo. Como assim? Aqui não foi impressionante. Todo. Esqueci completamente. Aquel. Acreteço do Mingo de Manhã, que eu gosto. Não, ele resolveu reencarnado. Assim, ele resolveu vir lá da quinta dimensão de normalmente fica. E ele encarnado. No aquele texto que foi um desabafo, na verdade, foi justamente. Eu ia até fazer uma pergunta diretoreza psicológica para você depois, porque. Uma das armadistas só para dar uma ideia do texto foi porque. Eu acho que eu estava sendo. Contaminado profundamente, contaminado por algumas informações e imagens, e ideias das guerras. E peculiaridades de tudo que estava sendo compartilhado via algoritmos etc. Eu acho que me fez muito ir para essa reflexão interna de como é que eu lhe dava a coçador do que eu estava vivendo ali. E se era possível, né, encontrar. Se esse caminho de olhar o externo e procurar em mim o que ainda existe do que eu estou vendo. Para ser curado, era um caminho saudável e normal, Se era uma extrapolação da psicologia com. Suprimindo uma série de outras coisas no meio do caminho. Por isso que eu ia te perguntar, porque. É claro que eu estava naquela dor de ver todos aqueles temas que eu discutindo. No texto. Se existia em mim um genocida, um abusador, um quizar de guerra, uma pessoa em conflito permanente. Se existia tudo isso que eu estava vendo fora e mim ainda. Esse era o trabalho que eu tinha que fazer de endereçar essa busca interna. E essa era a reflexão que eu tinha que fazer ou se eu estava simplificando demais o processo. Buscando quase como dizer assim, não, se está na minha vida, porque eu ainda preciso enxergar isso. Isso ficou muito da minha cabeça, eu não tive uma resposta clara. Mas eu fiquei procurando, se eu estava ainda assistindo, vivendo isso. Se existia talvez dentro daquele processo que a gente falou do Sadguru. De que a vida se passa dentro da gente. Se tinha curas nessas lugares ainda do que eu estava enxergando fora e mim. Agora, eu acho que você tem que abrir esteços, não eu vou abrir. E você tem que ler o último parágrafo dele. Tá bem, vamos procurar o texto aqui. Ah, muito bem. Você quer o último parágrafo? Claro, muito bem. Pensa o criador que me mostra onde se encontra em mim o genocida, uma tatou de crianças, de enfermos, o homem que subjuga mulheres. Onde se esconde o extremista, o manipulador, o demagogo, o xenófubo? Porque se esse mundo é a projeção de uma condição interna, me permite trazer amor pra tudo isso que ainda existe mim. Porque onde é amor, acura, e possivelmente, acura do mundo, passe por mim. Kabam. Kabam. Eu ia se tornar um mundo, se isso fosse o que eu ganhei. Agora, em dia eu sleep, pelo amor, o mundo de ação, eu ia se tornar um mundo de ação. Eu quero ir. Eu quero ir.
♪ And lonely the king one minute I held the key ♪ ♪ Next to walls closed on me ♪ ♪ And I discovered the mercancel stand ♪ ♪ Upon pillars of some pillars of sand ♪ ♪ I hear cherries and bells ringing ♪ ♪ Roman cavalry cries and singing ♪ ♪ And he barked in the muscle and she yelled ♪ ♪ From missionaries in a barrow field ♪ ♪ For some reason I can explain ♪ ♪ I don't think he'll call me any ♪ ♪ Never an honest word ♪ ♪ That was when I needed to move ♪ - Sure. - Keep calling, don't be afraid. - I'm with you. - Go ahead, do all nine minutes. (laughs) (upbeat music) ♪ It was a wicked and wild wind ♪ ♪ Blue down the doors to let me in ♪ ♪ The shadow windows and the sound of drums ♪ ♪ I'm people couldn't believe what I've become ♪ ♪ Revolutionary sway ♪ ♪ I've full my head on a silver plate ♪ ♪ I'm just a puppet on a lonely string ♪ ♪ Or who would ever want to begin ♪ ♪ Now I hear cherries and bells ringing ♪ ♪ Roman cavalry choirs are singing ♪ ♪ Be my favorite muscle and she'll ♪ ♪ From missionaries in a barrow field ♪ ♪ For some reason I can explain ♪ ♪ I don't think he'll call me any ♪ ♪ Never an honest word ♪ ♪ That was when I needed to move ♪ ♪ Blue down the doors ♪ (upbeat music) - I'll chuckle wheel and sing this next bit, I'll try. That was really hard. ♪ My mirror my soul is she old ♪ ♪ My missionaries in a barrow field ♪ ♪ For some reason I can explain ♪ ♪ I know some theater will call me ♪ ♪ Never an honest word ♪ ♪ That was when I needed to move ♪ - Wow, I wish I could do that.
Podcast Summary
Key Points:
A conversa reflete sobre os seis anos do projeto "Os Elefantes", iniciado durante a pandemia, e como o grupo manteve o ritual de diálogo apesar das incertezas.
Discute-se a ideia de que o sentido da vida não é algo pré-existente, mas sim construído através de ações, rituais e afetos, em contraste com a busca por uma identidade estável.
Aborda-se a "ansiedade silenciosa" de Viktor Frankl, surgida após a Segunda Guerra, quando pessoas perderam seus papéis definidos, comparando-a à crise de identidade atual diante de mudanças rápidas.
Apresenta-se uma trifurcação de respostas à falta de sentido
Discute-se a transição de identidades, exemplificada pela paternidade, e o perigo de criar novas autoimagens (como "versão 2.0") que perpetuam a mesma lógica, em vez de permitir uma verdadeira transcendência.
Summary:
A conversa celebra seis anos do projeto "Os Elefantes", iniciado na pandemia, e reflete sobre como o grupo manteve seu ritual de diálogo em meio a neblinas crescentes. O cerne da discussão é a busca por sentido: os participantes argumentam que o sentido não é encontrado, mas criado por meio de ações, rituais e afetos. Eles relacionam isso à "ansiedade silenciosa" de Viktor Frankl, observada após a Segunda Guerra, quando identidades ligadas a papéis definidos se desfizeram.
Atualmente, diante de mudanças rápidas, as pessoas reagem de três formas: buscando segurança e controle, paralisando-se pela angústia, ou iniciando uma jornada interna de autoconhecimento. Contudo, todas essas vias convergem para a percepção de que a identidade é um fluxo constante, como um furacão ou turbilhão, sem estabilidade intrínseca. 0", que apenas perpetuam a mesma lógica.
A verdadeira transcendência, segundo os participantes, ocorre quando se abandona essa lógica e se aceita a natureza processual do ser, mesmo que isso gere dor. O episódio termina com uma referência ao matemático Gödel, sugerindo que nenhum sistema se basta a si mesmo, ecoando a incompletude da identidade humana.
FAQs
É um podcast ou grupo de conversa que começou no início da pandemia e completou 6 anos em março, focado em discutir temas como sentido, identidade e mudanças.
O tema central é a busca de sentido na vida, a instabilidade da identidade e como criamos significado através de rituais e afetos, especialmente em tempos de incerteza.
É um conceito de Viktor Frankl, observado após a Segunda Guerra, onde pessoas perdem o propósito quando suas funções e identidades claras desaparecem, gerando angústia.
São três caminhos diante da incerteza: buscar segurança e controle, cair na paralisia e angústia, ou iniciar uma viagem interna para entender quem se é sem identidades externas.
A identidade é comparada a um furacão: tem uma forma, mas é instável e criada diariamente a partir de circunstâncias, e tentar forçar sua estabilidade gera dor.
É o período de transição entre o fim de uma identidade e o início de outra, como ser pai, onde se deve evitar buscar apressadamente uma nova identidade para não cair em armadilhas.
Chat with AI
Loading...
Pro features
Go deeper with this episode
Unlock creator-grade tools that turn any transcript into show notes and subtitle files.