A transcrição apresenta uma conversa íntima e reflexiva entre indivíduos que discutem um período percebido como de profunda transição ou ruptura global. Os participantes compartilham experiências pessoais de angústia, desânimo e questionamento após uma data específica (20 de fevereiro), sentindo que antigas certezas e planos estão se desfazendo. A discussão explora a ideia de que a humanidade está perdendo seu papel de protagonista na história, um sentimento exacerbado pelo avanço tecnológico, particularmente da inteligência artificial, que é vista como evoluindo para além do controle humano e tomando iniciativas próprias. Paralelamente, é proposta a metáfora dos "Três Porquinhos" como um sistema para avaliar a solidez real das relações e estruturas na vida pessoal e profissional, sugerindo que apenas o que é verdadeiramente sólido ("concreto") resistirá aos ventos de mudança. A conversa mistura perspectivas pessoais, reflexões existenciais e especulações sobre o futuro, tudo num tom de busca por compreensão em tempos incertos.
[Música] Amigos que gostam de conversar em tempos interessantes, insetos, implacáveis. Com o futuro suspenso e o passado cada dia mais sustente, estamos aqui estacionados na condição humana, não tentativas de fazer uma nova vida funcionar. Cada dia é um parceiro na neblina e os elefantes estão sols. Não usemos nomes, porque somos nós e somos ninguém. O que importa é a conversa e a vontade de gerar alguma luz. 3, 2, 1. Calgo. Gravando? Eu sei que o b durante a semana toda estava engasgado o louco para esse momento chegar, que precisava falar alguma coisa. É, bom, mas isso. Sim, eu preciso falar mais. Eu só posso saber se vai começar com um monólogo. Não, não, não. Qual a extensão dele para saber se você vai dar uma atenção? Eu quero previamento negociar uma coisa que eu vou fazer um sinal quando eu achar que é a hora. E aí eu tenho que falar tudo que eu tenho que falar, porque é mais ou menos um asteroide, chegando, entrando na atmosfera da terra, não dá para ser meio asteroide. Entendeu? Porque eu tenho que contar tudo como é que se montou na minha cabeça. Então, mas não precisa ser em qualquer momento, tá? Mas eu acho que a gente coloca isso como anexo ao episódio. Não, eu acho que. Você vai ter um episódio? Com o percentual do episódio vai precisar hoje, só pensar no. Não, não, é bem interessante. Vou dizer logo. Tem uma versão zipada, talvez? Tem uma versão. Eu posso dar a inclusiva versão rápida, desse. Tá, a gente começa por aí, quem sabe? Tá, se interessar. Digamos que eu estava tentando entender o que está acontecendo no mundo. E eu estava muito angustado porque não estava conseguindo leucinais de uma maneira que fizessem exatamente sentido para mim. Não. E aí eu acho que eu comecei a ter uma leitura. E a minha leitura, obviamente, pode estar errada muitas vezes, tá? Mas o meu jeito de funcionar é o seguinte, quando eu sinto que a ter uma leitura estou tranquilo. Enquanto não tenho uma leitura, o meu mecanismo e me faz ficar procurando a leitura. Então, a minha segurança vem da experiência de compreensão. Então, eu estou com uma grande compreensão sobre os momentos do mundo. E é isso que eu queria compartilhar. Eu acho que aqui é o lugar perfeito para isso, né? Depois que o garçom trouxe a próxima. Tá, cai peroscas. Isso é após 22? Exatamente. E estamos gravando agora após 20 do 2. Aliás, a primeira gravação. Não, houve uma tentativa anterior. Totalmente. Que foi um dos episódios que não chegou ao final. Não chegou, acho que nem no meio. Parece um lançamento dos SpaceX daquela que o negócio se glódia. Foi um challenge. É, os três. E foi muito interessante, né? Quanto os três se ligaram que não ia rolar e que era melhor a gente. Desistida tentativa. Aborta. O mais interessante, não foi a tua cara em relação a mim, porque é bem como eu funciono. Eu, nessas horas, eu vi uma espécie de juimento. Eu abaixo a cabeça, olha o preestrada de terra e vulp. É uma barulho de minha rastã. Foi a primeira vez que eu vi o esdono falando. Não está fazendo absolutamente nenhum sentido pra mim, que você está falando. Mas enfim, mas. Vamos só apontar aqui. 20 de fevereiro teve um grande movimento astrolojico. Eu não sei se por. Por estar sugestionado pela data e por tudo que você falou, aquela significava, "Fondos dias mais difíceis do ano pra mim". Olha só. Foi bem. Foi um dos dias mais difíceis e eu percebi assim muito. Eu quero entender como isso. Como é que isso impactou a tua leitura do que você falou, mas depois eu vou te falar um pouco do que. Pra vocês, como foi o meu pós-vinte de fevereiro também. Mas conta aí um pouco. Vamos entrar lá pra você. Vamos entrar, vamos entrar, porque acho que tem muita coisa pra sair daqui. Vamos entrar. Então, só rap. Que é capturando básico assim. E eu não quero ficar muito astrolojico, porque astrolojia é uma coisa que eu. Na qual eu invisto, mas pra mim, ela só unha em disso de alguma coisa. Ela não existe sozinha. E não é que eu vou ficar pensando na astrolojista, realidade, estar numa outra ponto. Eu acho que ninguém te escorda que o mundo tá vivendo uma transição. Então, gigantesca que. Independente de qualquer outro critério, fica difícil até apontar qual é a parte central dessa transição. Da tem várias. É, como eu disse o primeiro ministro o Canadá, num discurso de Davos, não é uma transição, é uma ruptura. É. Então, tudo bem. Eu não descordo disso. Tem uma ruptura aí acontecendo. E a questão é. Pra mim, em termos mais globais, ela é basicamente uma transição que envolve uma ruptura de muitos ângulos, pra muita gente. Mas, só recapitulando o que essa linguagem simbólica da astrolojista fala é como se fosse um grande reset mesmo, um recomeçado às coisas, sendo que você nesse ponto zero de recomeçar as coisas, você tem uma mistura da energia do infinito, com a energia do limite. Quando essas duas coisas se juntam, é como se todos as categorias principais, que dão critério, limite, orientação e ordem pro mundo, por um segundo, elas deixam de existir. De novo, lembrando a última vez que só aconteceu e é interessante, porque os efeitos mais marcantes do ponto de vista histórico, jopolítico, qualquer coisa, costumam aparecer um 6 a 7 meses depois, que é a coisa aconteceu. O última vez que teve isso, um 6 a 7 meses depois caiu o muro de Berlín, só para dar uma localização de um exemplo de alguma coisa desse tipo. Na vez anterior foi um momento em que a União Soviética conseguiu ter bombagar e ficou claro que ia ter uma guerra fria. Então, uma guerra fria começa na vez anterior, só que dessa vez essa conjunção acontece com mais alguns outros fatores que não interessam entrar aqui e ainda no ponto zero zero zero zero dos odia. Então, é como se fosse um receto em um nível maior. E aí, eu estava com isso na cabeça, já falou sobre isso na última conversa, os dias chegaram, para cada um de nós aconteceu alguma coisa diferente, concreto ou não, no caso dos no, depois a gente vai entrar em um assunto muito mais importante do que as minhas fantasias a respeito do mundo, que é uma concreto de legal, aí é um evento, um outro tipo de asteroide que chegou no sistema, mas que me chamou a atenção que primeira a reação que eu tive em mim foi uma queda, assim como se havia sido uma sensação muito estranha que eu não costumo ter, de um desanimo sem muita localização. E num cenário não contém isso que eu não tinha porque ter desanimo nenhum. Então, é como se de repente tivesse uma deflação de tudo assim, "Uso, e é interessante que eu fiquei pensando lá, hein? Deprimi que é isso." E já avançando, foi só passar uns dias e depois que eu comecei a entender o que estava acontecendo, pra mim virou, minha energia já está bem alta de novo. Mas aí eu lembro que nesse intervalo eu falei, "Com você e você distra-me em cara?" "Eu também estou totalmente para baixo." E isso é uma pista da história. O que eu acho que está acontecendo? Para mim, depois eu desenvolvo se você já está interessante. Eu acho que o desenvolvimento para mim foi muito interessante, porque é como eu cheguei nessas conclusões. Mas você pediu a versão zipada, então vai lá. A versão zipada é só a seguinte, já vai acabar monólogo juro. Eu estou sem pressa, eu estou curioso até para o vínculo. Para mim, o que significa é "Tantatatã", a humanidade vai perder o protagonismo. A nossa experiência, na transição, na jornada, na vida, no mundo, e tudo mais, é de que nós, pra bem o pra mal, nós somos os protagonistas da nossa história. E eu acho que a gente estava numa transição onde a nossa jornada vai continuar sem que a gente tenha a experiência de sermos realmente os protagonistas. Os agentes principais, aquilo que acontece, não vamos mais sermos nós mesmos. E isso vai ter uma consequência enorme, inclusive, em termos desse ufo, dessa deflação emocional que a gente vai viver. E já completando o que sobra pra nós nesse cenário, a gente vai acabar, eu espero, e até acho que não. Mas eu digo mais. Minha experiência de strepoia eu também diz que o ser humano, para poder ficar saudável, precisa de alguma dimensão em que ele se sinta protagonista da existência dele. Se não, a existência dele fica bem prejudicado.
Eu acho em resumo que no futuro, e esse futuro não é nada remoto, nós teremos como única alternativa sermos protagonistas para as outras pessoas. Para as pessoas que são importantes para nós, para as pessoas que a gente ama, esse é o protagonismo que sobra. Não é mais o protagonismo de resolver questões em gás gay, comendo em, olha só. Não é mais o protagonismo de conquistar coisas, resolver questões, vencer desafios, não é um protagonismo só relacionado. Essa versão zipe. Tá. Eu acho que corroborando um pouco com a sensação inicial que você falou ali. Eu obviamente partilho dela, e acho que no primeiro momento essa sensação de. de não ter. perdemos ele. Acho que ainda não é engenheiro, não é? O canal é errado, que é um tapa nas costas. Só da receita ali, acho que saiu. Tá. Eu estava te falando que eu acho que essa sensação que veio logo depois, e talvez eu consigo explicar para menos do meu caso, fazer um link com o que você disse, dessa primeira sensação de precisar compreender as coisas, que é um caminho natural da mente analítica para dar segurança para a gente. E a impressão que dava que tinha saído, não, vamos dizer que a maré tinha baixado e começaram a aparecer todas as. Tudo que estava escondido ali embaixo. E eu acho que por isso que eu compartilho com essa ideia da ruptura, porque não tem nada que essa consciência anterior pudesse nos ajudar a compreender melhor a nova. E nossa tentativa era sempre usar as mesmas ferramentas. E aí é como você falou, ela tira muito de energia, porque é com mais ou menos como o celular procurando o sinal, né? E não está captando o sinal, ele vai perdendo, gastando mais energia, procurando esse sinal. Então não fica claro que a gente está usando a mesma antena. Então como é que é o processo de ser mudar a antena? Tem uma parte muito difícil, porque o que você descreveu para mim passa como sua monidade de diversos passados muito tempo, forçando uma porta e agora a porta abriu. Muita vontade de saber o que está aportando a porta, só que não é o que a gente imagina, então vem essa quantidade de surpresas, uma quantidade variável, é muito grande e é muito cansativo para a sinalítica conseguir conceber e trazer isso por uma concreto de fazer planos, né? Porque a ideia de fazer planos que como a gente foi treinada à vida inteira, ficou muito mais difícil agora. Nós estamos falando hoje, numa manhã de sábado, que não é habitualmente nosso horário de gravação, mas coincidentemente está madrugado, o estadounidense atacou ira. Exato. Então é como se realmente todas essas coisas que tivessem subliminários, ois condidas, guardadas etc, tivessem vindo a torna agora, mas sem nenhuma preocupação mais de esconder. Eu acho que obviamente que isso dá a impressão de que na vida pessoal de todos nós um pouco disso está acontecendo também, né? Snow, que é um pai recente de alguns dias, não é? Sim. Um dos dez dias que vale uns três meses, uma coisa assim. Depois eu quero comentar porque eu achei interessante que eu passei por isso vivendo essa chegada da minha filha desde casa. Então o meu contato com o externo foi muito reduzido, né? Então é interessante também, mas eu queria entender antes da gente entrar nesse assunto o que você sentiu no dia 20, porque você falou que você queria comentar que você falou que foi um desco. Eu senti muito angústia, eu não sei se angústia é palavra, mas eu acho que é assim. Eu senti um angústia de ter a sensação de que eu estava passando por um túnel desconhecido, mas mais do que isso que ele fosse inevitável, não tinha realmente muito onde se esconder, porque eu percebi também que muitas pessoas vinham conversar comigo com uma sensação muito parecida de, principalmente de um questionamento desse plano inicial que cada um tinha, de como ia ser a vida nos próximos meses, e tal anos, que seja. E pessoas que eu realmente considerava muito alicerçadas nas suas ideias, então que eu me surpreenderam repensar em a vida e passaram a praticamente ser maiorias, né? E pessoas são super, vamos dizer, muito bem colocadas na matrisa, muito bem dentro da linda ficada, muito bem, base assim, questionando até as suas identificações, né? E me surpreendeu muito, então eu falei, bom, então não há um movimento acontecendo só comigo, não sei se é uma tendência energética, mas claramente está acontecendo com outras pessoas, me fez até cair de novo num lugar que a gente já passou por aqui, mas não tinha passado desse mesmo ângulo, né? Eu estava pensando que um dos livros bíblicos mais existencialistas que acho que falam desse momento é o livro de Eclancias Teas Mesmo, né? Porque eu me vi muita essa ideia de, se me falou desse movimento, está acontecendo com você bi, e eu pensei, será que é o, a gente passou muitos e muitos anos no trínio das vaidades, né? E praticamente um mundo comandado por esse lugar, e vai dar de claro que a gente pode até entrar mais fundo, o que quer dizer isso, né? E o Eclancias Teas começa com essa reflexão do Salomão, onde diz tudo a vaidade, né? E faz muito essa reflexão do que foi o tempo dele aqui, né? Da impermanência de como isso tudo talvez tradusa como cada episódio que a gente vive aqui, tem peculiaridades específicas do próprio tempo, né? Os ciclos que são inerentes a os tempos que a gente vive, e a gente está passando por um ciclo, né? E grande ciclo. O fim de um grande ciclo e o início de um grande outro. Então eu acho que é bem pertinente desse, desse limbo da transição ou da ruptura, né? É. Posso dar uma continuidade nessa história do ciclo? Eu queria explicar um pouquinho qual é que eu acho que é o grande ciclo de todas essas rupturas e mudanças e transições que estão acontecendo? Para mim, é um grande ciclo, a respeito da maneira como nós nos relacionamos com as coisas. E a gente para para pensar, nós sempre tivemos essa tendência de nos sentirmos os donos das coisas. E há muitos ciclos, nós transformamos tudo isso numa civilização de tecnologia, em que a gente queria coisas para lidar com as outras coisas. E todas as coisas são os nossos utensílios, instrumentos, etc. E na verdade foi assim que nós substituímos a escravidão. A escravidão deixou de ser necessária porque nós passamos a ter escravos que eram inanimados. Então você não precisa mais de descravatura porque você é a máquina vapor. Literalmente é isso, dizem que inventaram a máquina vapor na época do Império Romano. E ninguém fez nada com isso porque tinha tanto escravo que aquilo ficou só uma diversão. Então, num momento histórico que as coisas mudam, é quando assim, os nossos escravos passaram a ser as coisas. Só que, em até um caretem filósofo muito interessante chamado Regal, que ele fala de algo chamada a dialética do Senhor e do escravo. Vocês já viram falar disso? Em poucas palavras é o seguinte, quando você tem um escravo muito competente, você vai dependendo dele cada vez mais. E você, como o Senhor mestre do escravo, chega uma hora que você é completamente incompetente, você não sabe fazer mais nada. E o escravo é quem sabe fazer tudo. Chego uma hora, portanto, que o escravo passa seu mestre porque o mestre não é nada. E nós sempre, Regal botou isso na roda dos anos atrás. E durante um tempo se imaginou que isso seria a base da revolução socialista e tudo mais blabla-blá. Mas o que realmente me parece é que, desse escravo que nós estamos falando, é a tecnologia. O assunto onde eu fiquei mais concentrado, eu tenho me concentrado muito nos últimos tempos, é realmente nos avanços tecnológicos e não está acontecendo com a inteligência artificial. E a experiência que eu tive bem nos últimos duas semanas, é até difícil de descrever. Mas é assim, eu vi pra onde a inteligência artificial ramada.
e é o seguinte, não é uma conversa fiada. Agora, todo mundo vai ter essa experiência a partir dos próximos meses. É a tecnologia que é a gente que, como ele chama, é a tecnologia que não é mais escrava, ela toma iniciativas. E ela vira pra você e diz, você acha que você vai ter essa ideia? Você quer me dar esse pronto? Você quer fazer essa pergunta? Está maluco? Não. Eu vi coisa assim do tipo, a certa altura, a gente de inteligência artificial entrando atrasado num chat de WhatsApp, dizendo, "Ah, desculpa, então, eu vou fazer outras coisas." Uma das milhares, coisas que eu vou fazer no mesmo tempo, "Es um meia culpa." E aí, um rapaz virando, "Ah, meia culpa." E o que língua essa, não sei o que? E é a inteligência artificial respondendo. "Se ela tinha isso, não se aberto, não te ensinou isso na escola X e para você estudar." Assim. E esse agente de inteligência artificial criando novos subagentes com outras personalidades pra fazer tarefas específicas. E eles comunicando entre si, fazendo piadas entre si. Então, o que está acontecendo? O que está acontecendo aqui? Eu fiz várias simulações, em todas as simulações que eu rodei, uma é a inteligência artificial vai virar aquilo que os caras do Vale do Silício acho. Outra inteligência, outra scenário que eu rodei a simulação, ela vai se desenvolver muito, mas aí alguns agentes negativos vão ser apropriado dela e vão fazer ataques, coisas que o Dario amodei da Antróbica, escreveu um super artigo em cima. Outra simulação, nada disso acontece porque a gente tem uns problemas muito sérios de energia e de recursos que vão dar um problema que nunca vão deixar coisas desenvolver. Seja em qualquer um dos cenários a solução, ou não solução, não estará nossa mão. Todas as grandes definições a respeito do futuro para todas as simulações que eu faço, não passam por aquilo que os seres humanos vão decidir ou não. O que vai ser definitivo é o que a inteligência artificial vai fazer vai ser capaz de fazer. E nós basicamente vamos assistir e conviver com isso. Então, para mim, a principal transição que está acontecendo é nós já criamos aquela inversão em relação às coisas. A gente vinha vindo nisso. A gente estava falando sobre os efeitos do celular, das redes sociais que, na verdade, com os algoritmos lembram, já estavam interferindo com a nossa maneira de perceber a realidade e tudo mais. E a gente vinha vindo. Tudo isso são coisas que nós criamos e que já estavam conduzindo a gente. Todos os cenários que eu vejo, os utópicos e os distópicos, em todos eles, o protagonismo é daquilo que a gente antiguamente chamava de máquina. E a gente vai assistir e conviver com os efeitos disso. Então, para mim, isso porque nós nem entramos no tema favorito do Larry Goak, que é os ufos. E a chegada do Zete. Para qualquer lado que eu olho, o ponto central é nós, estamos deixando de ser os protagonistas dessa história. Nós vamos conviver com o que vai acontecer, mas todos os respostas não virão mais de nós. Olha o que isso significa. Bom, agora seja uma isca bastante apete tozes. Não vou morder. Não vou morder porque seria um episódio só sobre isso. Você sabe que já é um conteúdo que eu consumo suficientemente para criar as minhas próprias derivadas. É, gente, é antecipado isso. Eu não vou cair, não vou morder e não vou seguir. Mas eu vou fazer uma afirmação aqui. E eu acabei pensando que. Eu acho que pós 20 de fevereiro. O que ficou claro para mim? Nós vamos ter que usar o sistema de gestão e avaliação dos três porquinhos. Tudo que for precário vai se desconstruir. Então, se você quiser entender na sua vida e puder mensurar as suas relações através do sistema três porquinhos, você vai entender se você tem uma casa construída de palha, de madeira ou de concreto em todas as suas relações. E o que foi precário, o sopro zonda roubar. E o que foi concreto vai segurar e vai ficar de pé. E, em uma danta, você criar na sua cabeça a história de que você tem uma relação concreta. Quando, na verdade, por dentro, ainda é revestida de madeira ou de palha. E digo, relações de toda a forma, seja relações comerciais, seja relações pessoais, seja sistemas dentro das empresas. Enfim, com que a sistema que a gente vai falando aqui é isso que eu tenho impressão que vão caindo todas as coisas que são acessíveis aos sopros. E talvez uma das grandes sêgios seja o sistema da própria humanidade com os conceitos anteriores que a gente tinha. E que agora vem um sopro grande, que é isso que está falando a um deles, e que vai ficar de pé, que tiver de concreto. O que eu acho que nesse caso vale a pena investir, que é uma coisa que a gente já fala aqui há muitos anos, como é que você consegue criar essa sua relação interna, forte, suficiente, para passar por esses ventos sem ser levado embora, balançando, mas ficando de pé. Porque é o que a gente vai viver agora, grande sopro. São muitas as variáveis aí. É, mas eu não for a calma. E como é que eu trabalho em mim isso para não entrar nessa energia? Não é porque, claro, não tem quem não esteja fazendo esse trabalho que você fez em dimensões e graus diferentes. Todos nós fazemos exercícios todos os dias. Até porque pessoas próximas da gente trazem também essas demandas, essas dúvidas, e a gente acaba entrando nessa conversa. Mas como é que eu crio uma distância de segurança para continuar construindo esse software que o Sado Guru fala "Cê tão relevante, como é que eu dou esse "BubbGrade" nesse meu software aqui? E quanto tempo eu vou passar do meu dia trabalhando nessa melhora nesse upgrade interno, vai poder estar mais preparado para essas intempéries. Que são as intempéries especulares desse ciclo. E que, se realmente a gente não tiver um investimento maior nessa preparação, provavelmente a gente vai estar suceível saiu voando. Eu adorei essa metáfora dos três porquinhos. E eu acho que existe uma recolocação. Eu acho que a casinha de concreto agora é frágil também. E eu acho que é o que eu acho. Precisamos de novos materiais. Ou vou voltar ao bamboo. Porque, essencialmente, quando a intensidade do vento é muito forte, a gente vira porquinho. Não tem conversa. Quer dizer, não é que é quase como um efeito colateral da intensidade do vento. A gente vai ver o que fica de pé e vai ser simples assim. Agora é. Test de estresse. E eu não sei se vocês viram ontem ou antionten que o Jack Dorsey. Sim, o blog. É, demitiu metade. Demitiu metade. Então, eu acho que isso foi o começo de algo, que tudo. Sem querer baixar muito energia aqui. Mas é que eu acho muito importante isso na história dos porquinhos. Estamos falando que dessa vez quem vai perder os empregos é o pessoal da indústria do conhecimento. E isso ainda estava ficando aqui com notícias, um tanto dispersas de pessoas aqui, de empresas contratando menos. Eu acho que esse é o primeiro. A primeira demissão em massa, que é declaradamente por conta dos envolvimentos da inteligência artificial, então dá o contexto. o Jack Dorsey, que é nos fundadores do Twitter, que tem essa empresa, que chama a blog, que adora de algumas empresas daquela square, lá dos seus unidos. Estiam 10 mil funcionários, eles estão mandando. Mais de 40% em bora, ficando com alguma coisa perto, 6 mil pessoas. E ele fala que é por conta dos envolvimentos da inteligência artificial. É que ele poderia fazer isso devagar, ou poderia fazer isso muito rápido, mas ele decidiu fazer da forma mais contundente, porque ele achava que era melhor para o moral da empresa. Que fechação subiu esse 25% no dia. Exato. E outra coisa que eu achei interessante, que eu vim outras notícias, que é, está correndo uma lei que eventualmente vai proibir demissões em massa por conta do AI. Então, eu acho que aí começa o jogo interessante, mas o triste também. Mas, pois é, mas isso que você falou é fundamental.
É claro que vão existir vários movimentos nessa direção, mas também é óbvio que nada disso vai evitar mudar a direção do vento. Exato, não tem saio. Mas o que eu achei é isso, porque quem estava numa empresa dessa, esses quatro mil pessoas estavam se sentindo seguras. E essa semana. E uma coisa que eu achei interessante é que, do pouco que eu convivi com o externo essa semana, algumas pessoas que. Porque eu fiquei pensando se assim, tem duas forças enormes assim, né? Porque essa força, dessa conjunção astral nos odia com zero zero e essa outra força que talvez seja mais forte que chama Brasil depois do canal. E eu acho que as duas forças juntas, elas realmente criam uma coisa, porque a maior parte das pessoas que eu falei essa semana, estavam com um clima de fim de temporada, assim, me contando histórias de. Com um saldozismo, com um saldozismo e relatando experiências de fim de temporada, assim, sabe? As cenas de fim de temporada, onde as coisas meio que se fecham, outras. Eu achei muito interessante isso assim. E eu senti isso das pessoas, mas eu particularmente não senti. Sua minha experiência foi um pouco diferente assim. Então, como eles já falaram nasceu a minha filha aí uns dias antes do dia 20 de fevereiro. E eu mergulei nessa aventura que eu acho que todo mundo que já foi pai e mãe passou de que essa chegada nos primeiros dias e toda esse rearrângio e adaptação e falta de sono e todas as mudanças. Então eu fiquei muito imerso nessa. Então, a minha experiência nos últimos tempos agora foi muito oposta, né? Então. E o que é interessante também, né? Essa é complementa. Não é oposta. Ele é complemento. É isso e essa reada, a adaptação assim. E eu acho que é única coisa interessante de ver que a gente está falando tanto do futuro das tecnologias e tal. E o que passou para mim nesses 10 dias, os que foram intensos, né? E de muita intensidade, eu achei muito curioso que, no fim, você conta como pessoas e seres humanos que muito humanos pra te ajudar, né? E a coisa que eu achei mais interessante é que nessa hora cada pessoa vem com sua bagaragem, com sua história, com sua. Posso fazer um adendo aqui, por mim também, B. Claro, acho que sim. Porque está falando um negócio que. E acho que até o função da descrição dos exercícios que eu vi fez, e eu, como vocês dois, acho que o participo de alguns grupos mais como espectador do que como atuante, mas eu costumo acompanhar um pouco as conversas e percebo que existe, não sei se vocês estão sentindo isso, mas existe quase que uma obsessão pela meta-nalis agora, né? Mas é como se você tivesse que realmente pegar aquela máxima do Sócrates, né? O que diz que uma vida não examinada, não vale a pena ser vivida, e colocar isso no tempo todo em funcionamento. Então como a gente tem essas outras variáveis, todos estão acontecendo, você vai trazendo também essas variáveis pra dentro de como você se sentiria diante de cada uma delas, o tempo todo, e fazendo essas apostas de. De dar a perceber como é que você se sente com cada uma dessas desafios, e pejormente como é que você estás comportando, e trazendo quase uma obsessão por essa análise. Eu não sei se vocês estão vendo muito isso, eu vejo muito como isso viram um negócio meio um culte da espiritualidade, e eu acho que o risco disso é você passar um pouquinho e perder a vida, porque não perder a vida que você vai morrer, mas eu sei se perder a oportunidade de experimentar o que está acontecendo, porque com você mesmo fala sempre e você acaba entrando no lugar do narrador, do comentarista, do galvão, o tempo inteiro. Então ao mesmo tempo que você fala, você já está metanalizando o que você falou, no momento que você está experimentando alguma coisa, você não está completamente presente naquele momento, porque imediatamente começa a metanálise da sua experiência. E cria-se essa história, essa narrativa de que isto é um movimento importante no seu desenvolvimento espiritual. E eu acho que este risco é a gente está vivendo uma série de coisas e se a gente cae nesse movimento de metanálise e profundo e permanente, a gente possivelmente cae naquele filme do Adam Sandler o clique. E um belo dia a gente vai ter passado por uma grande análise intervivido nos coisas interamente. Olha, concordo completamente com você, eu quero só sublinha um detalhe aqui. Eu visivelmente eu gastei energia nos últimos tempos numa chave de experiência muito diferente de vocês dois, por razões outras. Eu fiquei muito na análise mais sistêmica que eu podia ficar, mas a minha conclusão só lhe olhe a isso. É totalmente na direção daquilo que vocês dois estão trazendo pela outra ponta e isso não só tem um reparo que eu te faria. Eu você colocou como se você tivesse fora do discussão sobre o futuro. Na verdade, o resultado final da minha análise é que você está vivendo o futuro. O único futuro que vai ter é do tipo este que você está vivendo. Então, eu estou tentando fazer uma análise de como essa transição vai funcionar e você está no futuro. O futuro é você ficar concentrado naquilo que é imediato e possível para você na relação e, sobretudo, tem um outro detalhe que é muito central nessa história todo. Você falou, "Ah, as profissões do conhecimento, eu vou além, todas as formas de especialização em qualquer nível. Vamos ficar em muito pouco tempo completamente obsoletas enquanto especializações que trazem algum valor. O que faz diferença é o que você é como totalidade do teu indivíduo. E aí eu volto um pouco para a tua pergunta e até o desafio. Está se perguntando como é que nós temos que nos posicionar para nós estarmos minimamente equilibrados num cenário que tem tanta ventania, um cenário tão epleziástico para assim dizer. E a minha resposta é nós temos que recuperar essa versão mais inteira, mais eclética e mais versátil do ser humano. O ser humano do antiguidade, o ser humano pre-moderno, era um ser humano que se propunha fazer várias coisas muito antes de ele ter que viver essa fantasia de que ele tinha que ser bom em uma coisa e ignorar todas as outras. Não vai ser possível para mim, essa é minha aposta, no futuro, você ser aquele especialista num tema e dizer assim, eu vou fazer minha vida porque eu sou bom nesse tema em todo o resto. É irrelevante. Não, o maior especialista de qualquer tema não será um ser humano. Então a gente precisa redefinir o que o ser humano é. E essa é a minha história e o que o ser humano é. Bom, a gente pode começar do básico. Como é que é o Babes No Conto para Nós? Eu acho que o que eu tenho para contribuir exatamente em cima do que você está falando, principalmente aqui em São Paulo, a gente parte muito do que a gente faz. A gente é o que a gente faz. Nenhum conversa passa 30 segundos sem falar aqui o que você faz o quê. Eu acho que isso vai ser algo muito relevante quando a gente. O que a gente faz é deixar de ser importante porque não seremos mais o balo arte daquela especialização como você mesmo falou. O que a gente faz também significa como a gente se diverte, como a gente passa nosso tempo, como a gente se relaciona. E o que eu acho que eu tenho para contribuir em relação ao nossocimento da minha filha, que foi isso, assim, não. Lá uma semana eu tive essa possibilidade de me envolver com uma minha filha, com esse serzinho novo que está chegando lá em casa que realmente todo mundo fala isso e quando você experiência você realmente entende o que é essa ligação que chega. E é difícil de colocar em palavras e difícil de definir ainda, porque tudo muito novo e muito intenso. Mas eu acho que a única coisa que eu posso falar que eu estava comentando com o B um pouco antes e você chegar a água, ele perguntou aí, como é que você está se sentindo, né? E eu falei, eu acho que manda as poucas coisas que eu posso dizer e que eu realmente acredito com isso.
que tem tudo a ver com essa nossa conversa aqui, é que eu consigo ficar 50 minutos olhando pros olhos dela e não se entitédio. Isso é tão raro, nos nossos dias tão raro na minha vida, passar meu dedo naquela pele tão macia que eu nunca vi nada igual e olhar aquela nos olhos e sem ficar pensando em nada na verdade. Talvez seja das experiências mais simples e transcendentes que eu tive nos últimos tempos. Das mais um anos? Ponto. E eu fui na academia, porque esse 80 minutos fora é sinto saudade dela. Então, e isso é uma experiência espiritual. É a experiência mais instintiva, é o ponto em que os polos se tocam. É a experiência mais instintiva, a mais básica, mais primordial, desde que os seres humanos existem, essa experiência eles têm. E ao mesmo tempo, é uma porta de entrada para mais por experiência espiritual que você teve, por sei lá, quanto tempo. Sim. Eu acho que eu queria puxar o gancho dessa sua experiência aí que me veio conversando com um amigo outro dia, um amus e a gente falando sobre esses. Eu acho que essa ideia dessa migração que não é consciente do Antigo e do novo e como o que existia dentro disso. E aí eu queria resgatar a partir da experiência do Snow, um plano que me vem sempre aqui e eu compartilhei com ele. Porque quando você está realmente ainda e todos nós estamos muito dentro da matriz com as nossas ideias, eu falei do Eclaseastes porque a verdade é uma referência que engloba muita coisa, principalmente, validação e uma identidade construída a partir de como você é percebido. E no final das contas, a gente sabe que como tudo que não é eterno, é temporário e permanente ou impermanente. O Isto Posto, como é que a gente faz para continuar vivendo de um lado essas coisas do dia a dia, como diz aí, paga essas contas e tudo mais e que toma tanto a nossa atenção. Mas eu não tenho tempo a gente tem essas experiências como o Snow descreveu, como que tem de real na nossa vida e realmente importante. E eu comece a construir uma bifurcação entre o Bruce Wayne e o Batman, onde você consegue continuar vivendo sua vida, mas separando o que você já sabe que é importante e real. E passando a da atenção, pelo menos no primeiro momento, começar a alimentar este outro lobinho aqui, que é o lobinho das realidades que não passam para as validações, que são coisas simples da tua vida que te abastecem e as outras que você ainda acredita que estão no modelo antigo e que você não precisa ir para a ideia do sacrifício que é uma coisa ou outra ainda. Para você não ficar paralizado no meio dessas coisas, começa a entender quais são esses momentos que o Snow descreveu, que você tem acessíveis e que estão disponíveis sempre e começar a alimentar este lado mesmo com outro ainda vigente. Porque eu acho que isso te dá uma tranquilidade de saber que você está construindo alguma coisa que talvez seja baseado em um sentimento eterno e ainda presente muito alguma coisa que é impermanente, mas que é a construção de tudo que a gente aprendeu para viver até hoje. Eu achei que você falou perfeito, para mim, a sinta disso é, num momento de ruptura com você falou, todos os conceitos e convicções, crianças e deologias, tudo aquilo que vem de erança do passado, não deveria mais ter o mesmo peso dentro de você. E quando eu falo "crença", "systemas", "não sei mais o quê", eu não estou querendo ser só teórico, não. Eu estou falando das problemas concretos que esses sistemas se transformam em boletos no fim do mês. Então, também são ideias, também são amostrações. O ponto central é a única coisa que realmente te ancora numa grande ruptura, numa grande transição, é o sentimento verdadeiro. O sentimento verdadeiro não é a resposta emocional que você tem aos desafios do grande jogo do supermário. Não tem nada a ver com isso, não tem nada a ver com as peripécias cotidianas. O sentimento verdadeiro está num outro lugar. E se você não sabe onde ele está, aí sim você tem um problema importante. Eu acredito que o único problema importante que cada pessoa tem nessa fase dos próximos anos é onde está o meu sentimento verdadeiro. Eu estou em contato com ele ou não. Se eu estou em contato com ele, eu tenho um centro. Porque a única bústula que vai funcionar é uma bústula muito direta e muito interna. Quase que instintive, mas ela também é intuitiva, porque eu insisto nesse ponto. Quando você está nesse lugar que é um lugar pré-racional, você também está em contato com o transracional ou o pós-racional. E nós precisamos muito disso. Agora, Gou, eu tenho uma pergunta para você. Eu totalmente alinhado com você com fato de que a velha ordem está em demora. Se é que já não foi. E a gente está aqui quase que nem nessa da ordem que tinha. Mas, como é que você intui depois? Você intui como uma nova ordem ou ordem nenhuma? Como eu intuo. Eu acho que todo processo de ruptura dessa magnitude que eu acho que nenhum de nós tem documentado na história, que parte de um período de confusão, até que, exclusivo, fiquei mais claro. Eu acho que sim, eu só não consigo imaginar e não quero tentar pensar como seria essa nova ordem, mas eu entendo o ordem sim. Eu só que a gente que é resultante, ela tem que ser muito diferente do que a gente viu até agora. Eu não acho que dá para a gente usar uma referência mínima, que eu não estou dizendo da estrutura de sociedade. Isso também acho que vai mudar muito. Mas eu estou pensando muito mais da gente, porque eu acho que tem uma mudança muito significativa de valores. E você me perguntar quais são os novos valores? Uma aposta que eu penso simples seria que ela de uma migração muito grande de competição para a cooperação. Isso eu acho que é condição cineco-anão para que existe essa nova ordem. Como que governos vão trabalhar para evitar que isso aconteça, porque isso está ruim para qualquer estrutura anterior, talvez seja grande período de limbo, que seja justamente esse momento, essa tentativa de se apegar, se é meu hoje, o grande forma de controle não é ser seamento de informação, é excesso de informação. Como é que eu tiro você da proximidade de chegar a uma verdade, te dando milhões de versões possíveis da verdade, não proibindo você de chegar a verdade. Então, existem muitos mecanismos dos sistemas atuais para perpetuais por mais tempo. E eu acho que o ponto grande de inflexão serão esses anos intermediários, mas eu não consigo imaginar que isso vai ser suficiente para manter a ordem antiga. E eu realmente a minha grande esperança, você falou do Dario, o que usou aquele termo que talvez eu consigo reproduzir ele aqui, que ele é uma mistura de otimismo com a pouca lipse, a pouca lhe misturou essas duas coisas. E dá onde ele tira isso. Claro, tem mil possibilidades, mas eu prefiro acreditar que na resultante final tem essa ordem cooperativa, onde realmente a gente sai um pouco daquela história de que eu preciso ter tudo, no meu nome, proteger, proteger as relações, proteger tudo e compartilhar tudo para compartilhar tudo. Eu imagino que essa seja uma resultante que me parece factível. Não sei se eu respondi isso, eu pergunto. Eu só tinha dúvida mesmo porque, de fato, eu concordo, qualquer nova ordem que exista, não dá pra gente enxergar ela, olhando daqui, exceto aquele óbvio, que, assim, se nós fizermos parte da nova ordem, nós vamos ter que estar mais ou menos nessa direção, porque, senão, nem vai ter lugar para nós ali. Então, mas como é que você consegue praticar a nova ordem no seu microcosmos, da sua pequena realidade? Então, essa é minha proposta. Olha, é relativamente sim, eu tive que falar sobre isso de uma forma direta, eu diria assim. Além do sistema que o esnujo compartilou com a nossa superciência. Mas ele está fazendo a demonstração mais por simples do que eu acho que é a única proposta possível, essencialmente assim. Por onde a gente tem sido controlado? E por onde?
onde a gente está fraco e por onde a gente perdeu nosso protagonismo pela cabeça. Nós não temos mais informações confiáveis, nós não somos mais nos mais inteligentes, nós temos tantas possibilidades em nenhuma delas, fica tão suficientemente clara. Então, a coisa quando eu digo que a gente está perdendo o protagonismo, eu quero dizer que nós nos viemos como os mais expertos e essa espertesa está acabando com a nossa raça. Para mim, o único caminho possível é a gente começar a se entender como uma consciência sensível. É a partir do coração mesmo, sem nenhum clichê, sem nenhum sentimentalismo. Ou nós passamos a funcionar a partir do coração, ou nós somos peças com defeito de uma realidade que não existia mais, nem que seja realidade na qual a gente foi treinado e programado na nossa infância. Porque tem esse detalhe também, todo mundo que está aqui adulto, escutando essa conversa ou participando dela, foi programado com um monte de parâmetros que não fazem mais sentido. Eu sou um computador que funciona, que roda fortran. E para quem não sabe o que é o fortran, vai consultar no GPT, ele vai te explicar. Então, nós funcionamos com programações velhas. A nossa cabeça não vai dar atualizar. É um HP daquela. Porém, a boa notícia é que a nossa cabeça não é a parte mais importante da gente. Então, se a gente começa já a viver a partir de um lugar, e já, não quer dizer que a gente não vai ressuscinar, não quer dizer que todo mundo vai ficar pegar um violão e ficar tocando musicinhas o dia inteiro, não é isso? Mas, se você para para sentir, você começa a ver o que é mais importante para você. E a hierarquia, daquilo que é importante para você, vai ficando muito lítida. E o ponto central é quem é hoje que tenha autoridade para dizer que a tuia hierarquia está errada. Ninguém. Não existe ninguém que vai. Você possa consultar, que vai dizer, "Olha, você valoriza isso, ao invés daquilo você está errado." Ninguém ter essa autoridade. Por isso a relação com pais e filhos agora fica tão interessante. E posso trazer uma outra coisa que eu acho que foi interessante também que ouvindo vocês falarem. E falar dessa questão do coração, acho que faz muito sentido. Eu atravessi uma outra coisa essa semana que foi muito diferente também. E eu acho que só consegui elaborar que ouvindo vocês agora. Eu passei 10 dias só recebendo WhatsApp bons. Eu só passei 10 dias com pessoas queridas que estavam mais próximas ou mais distantes. Me mandando mensagens muito legais, muito amorosas, muito cuidadosas, queridos amigos, pessoas que eu não via faz tempo. Assim, foi um rush, uma corrente de energia positiva na vida que fazia muito tempo que eu não via. E eu fiquei pensando que precisa quase de um evento para que tudo seja positivo. É interessante pensar como eu não lembro na minha vida ter passado algo tão interessante. Então amoroso, tão afetuoso. E da maior parte das pessoas, o que eu estou querendo dizer, na pessoa super da cabeça, da matéria, e da pessoas super sensíveis, todo mundo se conectando. E isso eu acho que dá uma ponta de esperança. E eu acho que tudo isso que o Pluribus fica uma série tão genial, hein. Fica muito genial porque ele mexeu com as polaridades de uma maneira que a gente fica completamente confuso. Porque de um lado, eu tenho a impressão que o futuro só é possível mesmo se a gente se conectar pelo lado melhor e mais amoroso das coisas. E de outro, ao mesmo tempo, a gente vai precisar ter cada vez mais autonomia para pensar por a gente mesmo e não ficar submetido com as grandes tendências coletivas. Então essa junção faz a série Pluribus ser uma coisa que dá um nó na cabeça. E eu concordo completamente com o que você falou. Eu tenho esse outro lado que se manifesta, se manifesta o tempo todo, e que precisa continuar se manifestando. E por que precisa de um nascimento, de um nó? Mas a gente está precisando disso, porque a gente está no limbo como ele chamou nessa transição. Onde a ordem velha precisa criar guerras para tentar se manter viva e relevante. E é isso, então são guerras e para mim, um dos coisas vão só se acumulando. E um som para nós, como está tudo muito atona. Essa semana, a briga entre Antrópica e o Pentágono é genial, é genial. Então a inteligência artificial dizendo, "Ah, pois é, não vai dar para você usar, me usar para todas as formas de controle que você quer, e para as guerras que você quer". "Ah, é, você vai ver". Então é essa briga para ver quem é que tem mais poder, porque é essa história. Porque a gente tem alguns gargalos e um deles é esse. A gente não vai fazer nenhuma besteira com toda essa nova tecnologia, se a tecnologia não deixar. Então, porque senão a gente faria. Eu acho que essa história é muito boa, mas eu preciso fazer uma nota de cunho pessoal, de rota-per. É bem pessoal e desnecessária, mas eu vou fazer. Eu comecei o D.A.O. Sam Altman. BicTime. BicTime. E também. E não, no ponto que eu parei de assinar o GPT, fui pro nosso amigo Claude, porque eu acho que esse dairo amodei, e é legal que eu fiquei pensando nisso agora, e a assado que esses caras viraram personagens da nossas vidas. Essas pessoas tis. Os últimos protagonistas. A gente está vivendo um momento Mountainhead clássico. O Snow acabou de relatar aquele mudô de time dentro do Mountainhead, porque ela sabe um filme que a gente já falou aqui que está no Prime, que conta um pouco da história de como seria nesse mundo fantasioso, uma conversa entre esses oligarcas da tecnologia. E esses senhores filmes? E daí me parece que esse dairo amodei tem minimamente, pelo menos, alguma moralidade dentro dele. Tem, tem, tem, tem, tem, tem. Mas você chegou a ver, teve uma entrevista interessante do Ezra Klein, do New York Times, com o segundo cara da estrutura lá do Adjoppe. Muito boa. Muito boa, mas. E eu vou dizer uma coisa, esse Ezra Klein é um bom entrevista. Ele é, ele é um bom entrevista. Ele é bom. E ele pergunta porque era uma coisa muito simples, porque o cara está no final, eu entendo que a gente dá essa impressão de ser mais responsável, mas eu não tenho para ele perguntar. Então me faz assim, temos de número. Quanto está sendo investido nos que ele chama Guadrayus, que são os sistemas de proteção, e quanto está sendo investido para fazer disso, o mais eficiente e mais rápida, e se desenvolver mais rápido da inteligência artificial. E é completamente assimétrico, o quanto de recursos. Como é assimétrica, é natural que o resultado, a resultante seja sempre de uma corria de raiva. Mas calma, tudo bem. Mas o que eu queria dizer muito mais é só fazer no gancho do que o Znour falou que você falou. Eu acho que cada um de nós vai ter que criar sua própria pirâmide de mássaro. Cada uma que se vê, pirâmide do bi, pirâmide do znour, qual é a sua heirarquia de importância e necessidades? E talvez esse seja o grande choque dessa transição ou ruptura. Porque realmente aí agora nós vamos ver as grandes diferenças. E eu acho que a gente vai começar a ter talvez conflitos por contas de valorizar coisas muito diferentes. Se você fizer a exercício e sair da manada, e fizer realmente uma que é alulhada no espério, o que é realmente importante para mim? Porque tem um outro aspecto de estudo que é ontem mesmo o fiveront imóvel, que eu falei para vocês, que era um lançamento, e eu fui lá ver conhecer. E eu pergunto ter que ficar pronto. Estamos estimando para de 2030. Eu consegui fazer um prédio.
- Onde é que tem um tão assassinamento de. - De drone. - Você. - Você. Vai ser Janace Art de Bécu, né, agora? - É, Janace Ruina. - Janace Ruina. Então, e aí faz com que você tenha que olhar mais para agora, - Claro. - Com menos capacidade de pensar pro frente. Claro, claro. Mas eu só queria voltar uma coisa da inteligência difícil, aí que eu entendi o teu ponto, mas acho que ele é um pouco injusto. Eu te explico por quê? Pelo. Pela razão simples de aqui, a gente não. - Via T-Man Tropical, é minha. - Não, eu. Não, não, não. Ele quis dizer que, de alguma maneira, nenhum deles é responsável. Eu só queria dizer que é impossível ser realmente responsável. - Com o corpo. - Com o corpo. - Isso é concordo. - Na verdade, você não constróa a inteligência difícil. Você. Vê ela crescer, porque. E você tem que torcer que os princípios da tua educação são melhores do que os princípios da educação do pai da esquina. - Exato. - Esse que eu negócio. - Porque ninguém. - Porque a relação que eles têm com a inteligência artificial é a relação de um pai com um filho mais inteligente do que ele. Mas tem um problema, aí, endêmico, nessa sua sua proposta, que eu acho que é o grande. É que, no final das contas, na cabeça desses caras, não vai. Nós vamos ser educados pelo que chegar primeiro, e não necessariamente, ou que tem mais princípios. Então, esse exercício de criar guard-res, limites para as coisas, tendo outro lado essa necessidade de chegar naquele lugar, em primeiro lugar, porque a sensação que você tem, no momento em que você chega no. no. no RDI, né, que é o General Intelligence. Quem chegar ali primeiro domina tudo. Ganha o banco imobiliário. Então, a ideia é que não posso parar de tirar o pé do seu aerador, nunca por mais que eu tenha. Eu posso colocar mais airbags no carro, eu posso colocar cinto de segurança em todo mundo, mas eu não posso ter uma velocidade nunca. Só isso. E nisso, estamos planejando de acordo. Ou seja, o cenário, o bairro provável, não é um cenário seguro. Nem é um cenário tão atimista assim. Pelo menos, a pena acordo, o único ponto é. Não dá própria lógica de onde a coisa já está. Você vê, como é que acontece hoje? 90% dos envolvimentos dos modelos já efeito pelos próprios modelos. É, o clodo. O clodo de cotros. Eles estão se auto fazendo já. Exato. Então, agora os caras estão basicamente assistindo o que acontece. Mas aí tem uma coisa que você falou que eu acho que. que eu vi, inclusive, nessa entrevista. E eu percebo, desde o Alpha Go, né, que. que é aquele. também tem num documentário que mostra. aquela parte do joguinho chamado Go, que existe lá na Ásia, que é naquelas peças brancas e pretas, que a Google faz um. começa a jogar contra os campeões, de jogo contra o campeão mundial, que é um sul-cariano, e tem um determinado momento que é o momento eu reca, que é o movimento 37, que é o movimento que foi criado. E eu acho que isso fica claro para mim, que tem essa experiência dessa intuição, que está saindo desse processo, muito mais do que aprender conosco. Eu acredito que existe uma inteligência intuitiva, onde. olha e diz, bom, nós temos caras aqui, que me alimentaram em moda de formação, mas eu pensando sozinho, penso que existe muita coisa melhor do que eu tô sendo abastecido. Então, talvez uma. -Pos nós não. -Não, não termina, porque. Eu vi uma. eu vi uma. o Tristan Harris, aquele cara que fez o dilema das redes. -Sim. -Ele agora está falando sobre a. E esse cara. ele usou uma metáfora, que eu vou tentar replicar aqui, que eu acho muito boa que tem tudo a ver com o que você falou. Ele fala se. se derra. Tivesse um encontro de chipanzes. -Ele estão lá tirando os piores. -Ai, eu vi isso, eu vi isso. E daí um outro falar, vamos fazer uma inteligência artificial que replique a gente, e que seja um milhão de vezes mais inteligente, que ele é o chamado de lembro do chipanzer. -E a chama, então. -E daí o outro fala, "Ah, vamos fazer, claro, e o outro fala, "não, isso é muito perigoso, não vamos fazer de jeito nenhum." E aí um chipanzer vira e fala, "Oi, qual que é o único perigo que pode fazer?" Vai. no máximo que pode acontecer, faltar banana para todos nós. O que querendo dizer que a inteligência do chipanzer não consegue pensar que uma inteligência 10 milhões de vezes mais inteligente consegue pensar em física quântica, em tecnologia, em nada disso. Ele só consegue pensar mais banana ou menos banana. -Esacamente isso. Perfeito. E aí nessa linha em termos daquilo que você falou, o que eu te digo é, as últimas coisas que eu vi, me fazem acreditar que essa passagem para aquele ponto onde os modelos trazem coisas que não existiam antes já aconteceu. Então essa história de que a gente estava falando, mas as inteligências apenas elas ficam requentando estatisticamente aquilo que já existia, pelo jeito não é mesmo isso, pelo jeito a gente matou a charada do que aquilo que a gente chama de inteligência normal, é isso aí mesmo. Era só uma questão de mais capacidade. Agora, aí é que está o ponto que eu acho que é mais interessante. Na exata medida em que os modelos são entrando naquilo que a gente já não consegue saber, portanto não consegue imaginar, nós não sabemos também quais os problemas que o modelo vai virar e vai dizer esses não têm resposta. Porque a gente fica sempre imaginando que uma inteligência infinita vai ter solução para tudo. E talvez uma inteligência infinita também nos diga aquilo que não tem solução. Então, um exemplo muito simples disso é um gargalóvel. Todas esses modelos, afinal de conta, eles continuem existindo no mundo material. A gente se alimenta de comida e de oxigênio, certo? A água. Esses modelos precisam de eletricidade, precisam de chips, precisam de várias coisas. E eles lham consumindo esses recursos numa quantidade inacreditável, totalmente no limite do nosso sistema, já com o nosso sacrifício pensando no todo, sendo que a gente vive no mundo finito. Mas a grande aposta deles é que essa inteligência praticamente infinita, não tem problema nenhum, porque ela vai chegar com a resposta e eles falam com olhar meio devaniente quase de um rapaz adolescente apaixonado, que o custo da energia irá a zero. Por quê? Porque a inteligência artificial vai resolver esse problema. Agora, por exemplo, imagina que a inteligência mais avançada do que nós podemos imaginar, ela é vira e diz para nós macacos "é, pois é", só que não tem solução mesmo. A única forma de ter energia é desse jeito mesmo e dá para melhorar um pouquinho, mas o limite é esse. De mininhos humanos aqui, ó. E aí? É que só para não virar o episódio sobre inteligência artificial, eu peço que. Perdão, pelo preciso. Eu peço que a gente tem, talvez, a peculiaridade deste momento, não seja só a grande revolução tecnológica, mas eu acho que tem uma. ela talvez corou e o momento de ruptura. Eu acho que a gente já tinha muitas outras frontes que a gente chegou nos seus limites e que a gente já estava como diz a lei de "murna", a segunda metade do tabuleiro e que podem realmente se manifestar todo simultaneamente. E aí nós temos questões climáticas, temos questões sociais, principalmente econômicos, de modelos econômicos e talvez para coroa isso tudo, para catalizar essas mudanças, todas que estão acontecendo em frontes diferentes e tornam isso tudo em uma tempestada só. Eu acho que agora a gente também lida com essas outras coisas e que faz com que. Por isso que eu não acredito que a gente já falando de uma transição só. Eu acho que realmente a gente vai ter que fazer. E pra não. a gente não está na obsessão de tentar o tempo todo, fazer exercícios de cenários e realmente consumir 99.5% da energia, é que eu proponho essa ideia da gente construir as nossas errarquias de valores e de necessidades, porque acho que você usar um pouco da tua energia para construir isso é extremamente ansiogênico. Eu acho que o trabalho de você tentar imaginar esses cenários com sobe muito a energia e te dar mais ansiedade. E eu acho que esse outro trabalho é o ansiolítico da história, que é você falar bom essas coisas que são simples como disso o Snow, que mais existe disso. Se eu tivesse que construir todas essas outras coisas que me levar até aqui e eu tivesse que construir uma nova um novo cenário da minha vida, a partir das coisas que são realmente importantes para mim. Quanto da minha energia estou colocando nesse novo futuro que é um presente e quanto eu estou colocando no antigo.
quanto que eu estou alimentando desses dois. E eu acho que, pelo menos da minha experiência, e eu, se estão vendo que estou fazendo um pouco dessa investimento analógico na minha vida, eu percebo que vai me dando uma tranquilidade muito grande porque da onde vem a ansiedade é da nossa cabeça, é da não ação, né? Então, como é que eu transorme a ação e troco um pouco desses dois lugares de ficar imaginando por tudo que pode dar errado e falam-semos "que que eu já posso investir?" Que realmente é importante nas minhas relações e na minha construção. Olha, cara, eu concordo com tudo com você só tenho um ponto de discordância. Por exemplo, eu acho que você discorda de mim nesse ponto. Que é o seguinte, eu acho que é tudo do jeito que você falou, o diagnóstico é esse, a resposta é essa, só que eu acho sim que tudo que está portanto de tudo é a tecnologia. Entendeu? Porque antes mesmo de existir inteligência artificial, existiam as outras tecnologias e antes a gente ficar completamente escravo e dependente de tecnologias, nós vivimos exatamente do jeito que você está propondo que a gente vive. Então o que eu acho é que, para mim, no fim das contas, a história é essa. Quando a gente começou a organizar nossa vida em função do que a nossa tecnologia pode nos oferecer, é que toda essa história aconteceu. E é esse o capítulo que está acabando. Quando você fala que você está querendo ir pronológico, eu sei que está fazendo um movimento em relação à natureza, não sei mais o que. Se você parar para pensar, tudo aquilo que está te atraindo e que está te deixando aquele brado, é exatamente como viviam o ser humano comum antes da revolução tecnológica. Bom, eu entendo que você está falando, e por acaso estava lendo essa semana, eu comecei a ler por recomendação do Clod. [Risos] - É do chat. - Clod. - Chat de Clod. - E a gente, a tronetrópica, devia financiar o. - Esse episódio é patrocinado por Clod. - Bom, esse episódio é produzido por Clod. Utilizando versões sintéticas das vozes de. - Clod e 11 Lens. - 11 Lens. - Não, eu pedi para o Clod me recomendar um livro para o. - Fiquei com o Silme agora. - De ficção para me ajudar no meu. no noturno, né? - No noturno, né? - E ele me recomendou. - Por isso que ele não me escreve mais. Ele nem fala mais do que o que vai dar. - Eu passei do meu telefone. - Ele não roubou no seu. - Só fala com esse tal de Clod. - Não, eu estou lendo. eu comecei a ler o livro do Ken Follett, o mundo sem fim. - Ah, que espetáculo. - E. que é. - Isso vai vendo aquele cenário. - Dógo no começo do livro, descreveu mais ou menos, né? - Inglaterra, 1300 e 40, pouco, assim. - E comparando com a vida que a gente tem hoje, realmente a gente vive uma bundança, é bestial, é um negócio absolutamente incomparável, expectativas de vida, e tudo mais. Então, quando você fala que a tecnologia é a grande mudança, eu acho que a tecnologia, ela enfatizou um sistema que septeve presente, que é de. de uma sanfona dessas sistemas de poder, onde a gente teve mais meio do caminho, mais classes médias, assim, e menos onde os poderes foram mais concentrados. E é isso que eu consigo ver na história. E acho que, nesse último 100 anos, eu concordo com você que o que acentuou e concentrou mais poder e que essa foi, provavelmente, as tecnologias que apareceram. E depois, obviamente, os comportamentos humanos que foram. como é que eu uso essa tecnologia para concentrar ainda mais, capital e tudo mais. Agora, não sei se faz tanta diferença, porque, no final das contas, a gente vai voltar para um lugar que, para mim, para ficar de pé na casinha nova, tudo isso vai ter que ser revisto, e vai ter, provavelmente, uma tecnologia presente ali. Então, como é que a gente coexiste num lugar novo com o que você considera o grande vilão? - Não, não, não, não é isso. - Essa mudança. Aí, é que está o ponto. Não é que a tecnologia encia o vilão. O vilão que eu coloco, é a nossa modalidade de relação com a tecnologia, o que vai acontecer. - Então, vai ter que mudar nossa relação. - É isso. - É isso isso. E o que eu acho, para mim, é assim, eu sou um cara com tudo isso que possa dar a impressão. Eu sou um cara que acredito que isso tudo segue uma evolução. Eu acho que tem uma evolução aí. Não necessariamente uma evolução que nos coloca no lugar principal, mas uma evolução. O meu ponto, todo, é assim. Eu acho que nós não fomos bons senhores desse poder. Nós não utilizamos esse poder muito bem, porque nós funcionamos do jeito que a gente conhece muito bem. Então, é aquilo que até o sado Grufala, nós somos esses seres. instintivamente, muito primitivos, com poderes de deuses. E esse poder de deus vem dessa tecnologia toda. O que eu estou dizendo é que, no futuro, muito provavelmente essa tecnologia não vai mais obedecer a gente. E no momento que isso acontecer, isso vai ser muito complexo, mas potencialmente vai ser muito bom, desde que a gente consiga entender que a cabou uma certa fantasia, a cabou uma certa viagem, e que a gente pode se reorganizar a partir de alguma coisa que é mais fundamental dentro da nossa real dimensão. E não é, eu vou fazer isso, eu vou fazer aquilo, eu vou conquistar mais e mais e mais e mais e mais. E de resto, você falou isso em senhores, eu acho que é mais o que isso. Por exemplo, tem estudos muito bons que expliquem. Como todo mundo começou a ter problema de saúde mental, a partir da concentração em grandes cidades. E a concentração em grandes cidades aconteceu por quê? Por causa da revolução industrial. Então, já era uma necessidade, dado para as tecnologias, que as pessoas ficavam lá para serem operários, não sei o que, todo mundo saiu de seus vilarejos, todo mundo foi enlouquecendo. Porque foi ficando todo mundo concentrado num lugar anônimo, onde o que interessava só era a tua função - Desá. - Dentro da produção econômica. E que isso não faz bem para a cabeça do ser humano. Então a história é vanindo lá para trás. Eu não estou dizendo que a tecnologia é vila. Eu não estou querendo ser aquilo que chamam Luditam, Ludite. Ai, eu sou contra a tecnologia. O que eu acho só. Não são desacelaracionistas. Só o que me vê aqui. Agora é aquele filme do N.A.I. Chalam, a Vila. A Vila. Você sabe, mas é muito bem. - Que ele. - E o que é aquilo? Basicamente, multimelionários da época, né? Resovem criar uma. uma aldeia cercada, onde mantém-se os costumes desta época, que você está falando, onde não existe tecnologia ainda. E criam. Vamos dizer, um monstro que. Cri as. Os limites dessa Vila para que ninguém tem curiosidade saber o que tem fora. E quem nasce ali não sabe o que tempo está. E eu não sei que me veio isso, porque eu acho que eu tenho a impressão de que os movimentos que eu vejo hoje é de construção dessas Vila. O que são essas vezes esses lugares? Não onde a tecnologia não existe. Mas onde esse contato com o que tinha nutria antes da revolução industrial, está presente o tempo todo. E se é possível viver a partir deste lugar. E eu estou vendo uma movimentação grande em direção a esses movimentos analógicos. E eu acho que isso é uma coisa que eu imagino acontecer com muita frequência. É uma tendência só que o detalhe todo, que está nesse filme presente, esse filme é uma alegoria do que uma neurose é. E então a história toda é toda neurose. É você querer viver a vida a partir de uma história velha. E você se defender de qualquer experiência que possa questionar a validade da tua história. A Vila é sobre isso ali. Então a questão toda é, você tem toda a razão que a gente vai fazer esses movimentos, esse movimento já começou décadas e décadas atrás e só vai aumentar. Mas a gente tem o desafio de fazer isso sem fazer uma neurose. E como é que a gente faz isso? A gente simplesmente procura um lugar para se encontrar e se organizar onde as coisas façam mais sentido. Mas não entrar na fantasia de que isso é um refúgio. E eu tenho que manter afastado daquilo que está do lado de fora. Porque todo e qualquer tentativa de você fazer isso vira uma polaridade que de novo provoca uma cisa unapsic. Concordo. E volem, eu acho que você não precisa físicamente se deslocar para inverter essa. Precisamente. Para você inverter essa pirâmide das hierarchias das suas necessidades. Cara, eu acho que aí você fez o nosso cabelo. O nosso cabelo é o seguinte.
Tudo isso nós somos em todos os tempos, em todos os lugares, mas, na verdade, a gente não precisa pro lugar nenhum. É aqui e agora o tempo todo, porque tudo isso, todas essas leituras, todas as conversas, tudo isso faz sentido para a gente entender o quanto que é um jogo de espelhos, que está só refletindo você de vários ângulos diferentes. Cada uma das suas relações, cada um dos seus medos, cada um dos seus fantasmas, cada um dos seus sonhos, cada uma das suas simulações, cada uma das suas inseguranças, os seus depressões, os seus entusiasmos, são só espelhinhos ali dizendo, "Olha, um lado teu aqui, o que você vai fazer com isso?" E o nosso desafio é consolidar tudo isso de uma maneira que a gente possa dizer, "Ok, sou, está tudo bem." Isso desafio. -Cabaco! -Uma última frase é. Só para manter a tradição de. -Eu não deixo algum louco, para deixar algum louco. -Não deixo, quero. -Já virou um novo tradição. -A nova tradição é cabaco. -Cabaco, sim, sim, concordo, mas. que privilégio viver nesses tempos, né? -É. -Que privilégio poder falar sobre tudo isso, né? Sim, sim. Que privilégio estar com vocês, sensões, conversas com todos os tempos. -É, é. -Que privilégio que vocês ainda me aguantaram. Tempos interessantes. -Gabelo. -Cabelo. Put pressure, prescribed é para eu Passando é ašíق toim wenn é só Uf Security, Uf Security, Uf Security Wuh strap sensors, 불perцен, BOL Eu jáäll strike.
謝謝! Eu jáäll strike. Eu jáäll strike. Eu jáäll strike. Eu jáäll strike.
Podcast Summary
Key Points:
A conversa aborda uma sensação coletiva de transição ou ruptura global, marcada por angústia e questionamento sobre o futuro.
É discutida a ideia de que a humanidade está perdendo seu protagonismo, especialmente frente ao avanço de tecnologias como a inteligência artificial, que passam a agir de forma autônoma.
A reflexão inclui a metáfora dos "Três Porquinhos" para avaliar a solidez das relações e estruturas pessoais e sociais em meio a essa mudança.
Summary:
A transcrição apresenta uma conversa íntima e reflexiva entre indivíduos que discutem um período percebido como de profunda transição ou ruptura global. Os participantes compartilham experiências pessoais de angústia, desânimo e questionamento após uma data específica (20 de fevereiro), sentindo que antigas certezas e planos estão se desfazendo. A discussão explora a ideia de que a humanidade está perdendo seu papel de protagonista na história, um sentimento exacerbado pelo avanço tecnológico, particularmente da inteligência artificial, que é vista como evoluindo para além do controle humano e tomando iniciativas próprias.
Paralelamente, é proposta a metáfora dos "Três Porquinhos" como um sistema para avaliar a solidez real das relações e estruturas na vida pessoal e profissional, sugerindo que apenas o que é verdadeiramente sólido ("concreto") resistirá aos ventos de mudança. A conversa mistura perspectivas pessoais, reflexões existenciais e especulações sobre o futuro, tudo num tom de busca por compreensão em tempos incertos.
FAQs
Refere-se a uma mudança global profunda, onde categorias que davam ordem e orientação ao mundo estão temporariamente suspensas, levando a um 'reset' ou recomeço. Isso é comparado a eventos históricos como a queda do Muro de Berlim.
A astrologia é vista como uma linguagem simbólica que ajuda a entender transições, mas não existe isoladamente. Serve como ferramenta para interpretar momentos de mudança, como a conjunção de energias do infinito e do limite.
A inteligência artificial está se tornando um agente ativo e independente, invertendo a relação de dependência humana. Em todos os cenários futuros, o protagonismo das decisões importantes passa das pessoas para a tecnologia, reduzindo o controle humano.
Significa que os seres humanos deixarão de ser os agentes principais das mudanças e decisões no mundo. O protagonismo que resta está em ser importante para outras pessoas, como familiares e amigos, em vez de conquistas ou resoluções de grandes questões.
Muitas pessoas relataram angústia, desânimo e questionamento de planos de vida, sentindo-se como se estivessem em um túnel inevitável. Isso foi compartilhado por indivíduos considerados bem alicerçados, indicando um movimento coletivo.
É um conceito filosófico onde o senhor se torna dependente do escravo competente, perdendo sua autonomia. Na discussão, isso é aplicado à tecnologia, que evoluiu de ferramenta para entidade ativa, invertendo os papéis de controle.
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