The conversation delves into the significance of maintaining integrity and dealing with energies in relationships. It examines the idea of spiritual evolution through navigating challenging interactions and facing discomfort for personal growth. The discussion includes a ritual of death and rebirth as a means of self-reflection. It highlights the ongoing process of internal cleansing to transform collective energies, suggesting that addressing discomfort and shadows is essential for personal and collective growth.
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12766 Words, 69590 Characters
Amigos que gostam de conversar em tempos interessantes, insetos, implacáveis. Com futuros suspensos e o passado cada dia mais distante, estamos aqui estacionados na condição humana. Não tentativa de fazer uma nova vida funcionar. Cada dia é um parceiro na neblina e os elefantes estão sols. Não usamos nomes porque somos nós e somos ninguém, o que importa é a conversa e a vontade de gerar alguma luz. Mas acho que a gente conseguiu construir. Não, você está falando uma coisa que eu preciso tocar nesse assunto. Você estava falando na energia negativa, determinadas pessoas, você se afastou delas ou não. E o que ia trazer um tema? Será que isso é alguma coisa contraria a evolução espiritual? Porque eu tenho impressão que o que é realmente anti espiritual é a falta de integridade. De certa maneira, se você tem integridade, eu vejo pessoas que têm uma energia mais negativa ou tiveram uma trajetória que vão lá e fizeram coisas que elas, na verdade, nem acham bonitas. Não acho que deveriam fazer parte do repertório, da humanidade, mas como elas são integras, elas bancam que elas fizeram isso, que tem isso dentro delas. Ao mesmo tempo que elas conseguem ter um outro lado delas que olha para isso e diz "não". O mais bacana não é isso que eu fiz ou isso que está dentro de mim. Eu acho que é perfeitamente possível você evoluir espiritualmente nessas condições, você não acha, não? Eu acho excelente essa sua provocação, até porque ela dá conta de algumas questões importantes que eu venho pensando muito sobre o que é o bem, o que é o mal e quais são as energias que a gente quer estar perto, e a gente está tendo essa discussão um pouco antes. Eu acho que a gente pode ter por perto pessoas que eventualmente são integras e não necessariamente desenvolam a vida do jeito que a gente aprecia. Mas eu definitivamente acredito que tem algumas energias que vale a pena a gente ter distante de nós e não significa que essas pessoas são aspas do bem, aspas do mal. Eu acho que são só energias que não contribuem para nossa evolução, para nossa vida. E acho que é difícil, muitas vezes escolher um caminho de se distanciar de certas pessoas e se distanciar de certas dinâmicas, principalmente para pessoas como eu, como algumas outras que eu conheço, que querem ser os heróis e salvar todo mundo e ver um potencial, e digo isso com toda aeronia do mundo, porque isso obviamente é absurda a pretensão. Mas para pessoas que pensam assim que tem essa pretensão de salvar o outro, essa ideia de deixar de efetivamente se distanciar de uma energia é muito dolorido. Mas eu acho que a gente escolhe fazer uma curadoria da energia que está perto, para mim é uma das grandes sabedores da vida. É inevitável, né? Mas você sabe, porque isso tudo junta com um outro espectro também, num discórdio que você falou não. Mas junta com aquela questão que eu acho que é muito presente nos últimos tempos, é assim. É quase como se você ficasse investindo numa evolução e aí você começa a investir também na fantasia de um mundo onde tudo vai ser diferente, onde não vai existir mais jogo de poder, onde todo mundo vai ser amoroso, todo mundo vai viver na paz, entende? Vai se vestir de branco, vai funcionar a partir do amor e da fraternidade, como se esse fosse o mundo que era o mundo certo, como se esse mundo ou tivesse existido em algum momento, por exemplo, ou deve-se existir em algum momento que fosse o fim dos tempos. E aí, o que eu sempre sinto em relação a isso, eu acho que para mim é uma questão muito séria, tá? É assim. Tudo isso está sempre partindo do preço posto que o mundo, exatamente do jeito que ele é, é um lugar horrível. E para mim, entende como se fosse assim? Todo mundo está esperando a construção de um mundo que esse sim seja bacana, esse sim seja legal. E eu fico me perguntando se não existe muito mais potencial de crescimento em você partir do preço posto, de que, ok, um mundo é assim, o que eu posso aprender com ele, como eu posso me transformar dentro dele, como é que eu contribuo dentro do mundo do jeito que ele é? Então, eu sempre tenho essa sensação de que, de certa maneira, alguma coisa muito limpinha, arrumada, bonitinha, perfeitinha, amorosinha, é meio que uma negação da vida, sabe o que? Não sei se você tem alguma coisa de falar igual? Não, eu vi, mas eu vi mesmo, mas eu acho que essa pergunta é muito traisoeira. Só queria fazer muito do pequeno? Não, acho traisoeira porque ela tem muitas vertências, não deixou os outros. Só queria fazer um pequeno, sabe aquela frase, você não está no trânsito, você é o trânsito? Eu tenho pensado muito nelo, porque eu realmente acredito que parte das questões que a gente vive hoje, reside numa questão importante que nós temos que acreditar que nós somos pessoas entre aspas do bem, se todos nós nos colocá-semos num lugar verdadeiro que é, nós temos defeitos, nós temos pensamentos horrorosos, a gente faz besteira de vez em quando, a gente quer literalmente fazer algo errado de vez em quando, eu acho que o mundo seria um lugar tão mais verdadeiro e genuino e talvez sim, talvez menos limpinho por um lado, mais autêntico por outro, eu acho que essa ideia de virtude que a gente quer passar e que a gente nessas aponto dedo para o outro esperando essa virtude, eu acho que é uma questão bem importante dos nossos tempos, desculpa gol que não tem um tempo. Eu acho que a gente não vou querer queimar largada aqui entrando no seriado pluribus, porque eu acho que essa resposta está contida aí, e eu acho que a gente pode chegar lá depois, mas. Mas eu imaginei que era pra ele. É, são safadinhos, mas eu vejo duas frontes aí, eu falo por mim e a gente estava discutindo antes do episódio começar, porque de um lado eu concordo com você, mas eu acho que tem uma linha "teno" e "pra mim", que é sempre complexa de navegar próximo. Você falou da integridade, e o que eu acho que você estava falando é de ser íntegro com você. E aí você saber dos seus limites e não se abusar através de relações que tem essa carga de energia que você falou, mas ao mesmo tempo, é muito simples também, a gente se conta uma história, eu convivo muito tempo com um dos melhores estelionatários e sedutores que eu conheço, que é o meu próprio ego, que é capaz de me contar qualquer história, para justificar o meu afastado do que é desconfortável. E eu acho que essa linha pra mim, especial, uma linha "teno" e complexa, porque de um lado eu entendo que tem, se as coisas estão ali ainda no nosso campo, e essas pessoas continuam orbitando ali, tem alguma cozinha, tem algum propósito. Eu não sei bem se elas precisam estar ali, porque de um outro lado, se eu estou assistindo um filme hoje, eu tenho uma dificuldade muito grande de assistir filmes violentos, por exemplo, que também está no pluribus, eu acho. Antes eu consegui assistir um filme de ação, então hoje é mais difícil, para mim, essa é aquela sequência, mas eu afasta, ou seja, eu não assisto. Se é que eu coloco da mesma caixinha, isso, uma relação que tem pessoas que me incomodo muito ainda, pela forma de agir, é como se fosse um filme assim? Eu te pergunto, eu não sei a resposta. E aí veja, eu fiz esse "A", porque você estava analisando um lado daquela conversa, que era diferente do lado que eu estava olhando, isso que você falou, eu acho fundamental, não tenho nenhuma outra palavra, fundamental, fazer essa distinção. Quando eu estava puxando o tema da integridade, não era só a integridade em relação a si mesmo. O que eu estava querendo dizer era também que, e o mais complicado numa relação com o outro, é você manter uma relação com alguém que não tem integridade, porque alguém que não tem integridade, é alguém que está fora do campo da verdade. Veja, não estou dizendo que eu sei qual é a verdade, mas a verdade é um feeling, é uma atitude, é uma busca. Uma pessoa que está buscando a verdade, numa relação a melhor verdade que ela pode oferecer, seja ela cofor, mesmo ela sendo feia, essa pessoa, você pode numa relação com ela ter a expectativa de que, com o investimento, com o tempo, com a troca, as verdades de alguma forma chegam em alguma convergência. Agora, quando você não tem isso, no outro, você, a qualquer momento, o outro vai de certa maneira flipar, escapar, e tudo mais, e você vai ter a sensação de que o investimento que você fez na relação, não levou lugar nenhum. Isso, para mim, é mais sério até do que a energia ser negativa ou não. Eu acho, sim, que existem energias negativas, que não fazem nem para você, mas é diferente. E aí, eu concordo total com você, esse critério não é o critério completamente subjetivo do teu ego, aí, eu me sinto mal na sua presença, qualquer coisa do tipo, porque, senão, você entra assim numa armadilha, que é querer, simplesmente, a partir do teu, da tua reação subjetiva, avaliar o que é bom para você e o que é que não é. E aí, eu concordo super, não é sobre isso. Você começou falando da coerência disso ser um caminho espiritual, é que aí existia uma armadilha aí e se achar que não afastar esse tipo de relação chamada perniciosa poderia ser uma coisa não espiritual. Ah, não, eu acho que o que isso é o contrário? Ou posto disso? Não, que por exato, que poderia ser ainda espiritual, porque não eram conflitantes. Mas aí eu te pergunto, e aí eu acho que talvez a gente discorde e pode ser motopia, mas seu parte do presposto, na minha utopia espiritual, seu parte do presposto, que não tem nenhum acaso ali nos meus encontros, e ainda quando eu tenho um desconforto em relação ao outro, sou eu querendo que o outro se comporte de outra forma? Se eu conseguir usar aquela relação para entender o que existe em mim ainda, daquele tipo de comportamento, eu acho que é possível que aquilo lá, uma vez que aqui do esteja, vamos dizer, cautelizado em mim ou curado em mim, aquela relação não precisa mais estar ali, ela naturalmente vai embora. Isso é o que eu acredito na minha utopia espiritual. E talvez por isso eu tenha tanta cobrança em cima de mim de, ainda, talvez levar essas relações no limite delas para saber, se eu não estou afastando antes da hora. Sim, entendi. Pois não, os não. Posso fazer mais de treinamento, não é? Posso fazer mais de treinamento. Não posso fazer uma pergunta, porque isso está relacionado ao tema que a gente estava falando antes. E você sempre traz essa questão de que eventualmente a brimão de uma dessas relações seria você estar voltando para uma zona de conforto e efetivamente estar quebrando um espelho, fugindo de um espelho seu. E se a proposta fosse outra, como, por exemplo, você efetivamente estar aqui para descobrir quais são suas fronteiras? Para o ótimo ponto, pode ser assim. Qual o limite real que você aguenta? Qual o limite real de incoherência que você topa nesta encarnação aqui, ter perto de você ou não? Qual o limite real de até coisas que te lembrem do seu pior, que você quer fugir, que você também quer criar uma fronteira? Me veio aqui as pessoas que são alcólatras e precisam se desligadas antigas amizades, porque não tem que criar um outro ser humano. É ótima comparação. Concordo, inclusive, eu acho que talvez a melhor comparação seja essa, porque talvez a gente, eu, particularmente, acha que, se eu fosse um alcólatra, talvez não criar distância de algumas dessas galações seria como marcar uma reunião num bar. Depois que eu entendo pro A, mas eu acho, para mim, dá uma linha tendo. Uma linha tendo essa ideia de que eu tenho que conceber, você levanta um ponto interacentíssimo. Não sabe qual a proposa relação, pode ser, até entender, os seus não negociáveis, as fronteiras, até onde você vai. Então você vai. Bom, bom, bom, bom. Eu me lembro de casos, indo na direção do que você falou, que eu já acompanhei vários de pessoas, por exemplo, que têm um conjuge nessa situação. E aí vão no centro espírita para buscar conforto espiritual. E expulto no centro espírita durante anos, que é, se eu sou a tarefa espiritual, está ali, apoiar, tudo mais, é sofrido, é isso mesmo, mas isso daí tem alguma explicação de outras vidas e blah, blah, blah. E com frequência, o que eu vi é que isso desenvolvia um outro tipo de ego espiritual, que na verdade estava segurando aquela pessoa naquele lugar e que o crescimento dela, foi realmente romper aquela relação e voltar a aprender, porque a vida, na verdade ela insina, na medida em que ela fica te colocando em cenários, onde você não tem uma resposta pronta. E às vezes você está numa resposta pronta e é uma resposta pronta de alto sacrifício e essas coisas, é um caminho que te impede na evolução porque você não está aprendendo mais nada. Se simplesmente está ali sofrendo e esperando alguma instância superior, dizer que "ok, você não precisa mais disso". Então, não sei, e às vezes o caminho é outro. Esse tema que você trouxe é fundamental, eu tenho que te dizer que, às vezes, da impressão de que a gente, da forma mais sutil do mundo, a gente continua tentando controlar o resultado das coisas quando a gente faz isso assim. E às vezes eu fico achando se o caminho de evolução não é mais parecido, vou fazer uma metáfora ruim mesmo, é o que me vê na cabeça. Mas parecido com uma estéreia gometrica, sabe? Que você vai aprendendo a correr cada vez melhor, mas na verdade não porque você saiu do lugar. Eu acho que também a gente tem que tomar cuidado nesse tipo de coisa que você trazendo essa história dessa justificativa do centro espírita, que eu acho que conversa com um pouco aquela frase que eu falei de nós nos acharmos mais do bem que o outro. Porque tem um aspecto dessa história de você olhar no espelho e ver o outro, que é um lugar muito sutil de superioridade moral. De que você quase se coloca numa consciência maior que o outro, de que o fato de você ver as incoherências e as questões do outro, te coloca num lugar moralmente acima. E você, como um ser superior acima, você pode lidar com isso porque você é especial. E basicamente dessa forma você se tira do jogo, dos humanos aqui, que efetivamente tem que fechar portas para ameaças. E você fala "eu como um entre superior, eu consigo abraçar essas incoherências". E sobre isso, eu acho que tem sempre alguma coisa que a gente pode fazer, que é numa direção que vai fazer bem, que fala ao resultado final ninguém sabe. Mas com certeza é uma direção boa, eu vou compartilhar a minha experiência que eu tive ontem. Ontem fiz um tema-scal. Olha só. E o que é um tema-scal? O que é um tema-scal? Então, o tema-scal é um ritual que foi desenvolvido na cultura steca, basicamente mexica e tudo mais, que é um ritual de morte e renascimento. Então, você entra com um grupo de pessoas dentro de uma tenda apertada, escura onde são colocadas pedras vulcânicas. Depois, você tem rezas, tambores e rituais que você faz lá dentro, sendo que a temperatura fica. Beirando isso portável, você está lá apertado na terra, ontem como está o chovendo na lama, e você fica ali, e você vai, e o objetivo da história é que você se sinta reduzido até a porta. A nada, assim, então, é muito interessante que você vê quanto que o ego odeia aquilo. Ele odeia todos os aspectos que estavam envolvidos naquilo. Ele acha que ele desconfortável, acho aquilo antistético, acho fim da picada ser reduzido apenas um corpo no meio de outros corpos exatamente como estava sendo dito, sem nenhuma importância. E ele se incomoda até com um neologismo que eu aprendi ontem, que eu nunca tive dessa palavra, que é um verbo, mas que é um verbo que realmente faltava no nosso vocabulário, e agora não falta mais para mim, pelo menos. Eu verbo de humildar. Então, o que é humildar? É uma coisa que você faz. É uma atitude que você tem de você chegar e você enfia a testa na lama, e você diz, estou aqui para ser de novo parte da terra para morrer e renacer. E quando você encosta a testa na terra, você diz por todas as minhas relações. O que é bem bacana? Então, isso fica lá umas 3 horas e meio, uma coisa assim, suando que nem uma louca junto com todo mundo, e você é simplesmente um filhote daninhada dentro do útero da grande mãe terra, e depois você se arrasta para fora de novo do mundo. E o que é aquela coisa? Ah, não, mas então é a coisa mais espiritual que você já viveu, você teve visões, experiências, não sei o que. Eu especialmente nada. Teve gente lá dentro que teve catarses incríveis, que você vê os bichos saindo de dentro e a pessoa precisando esorcizar aquelas coisas todas. E é bem interessante, não é? Chegue aquela pessoa mais assim, mais assado de repente, ela passa mal, e é uma sorte, porque quando você passa mal lá dentro, você está realmente pondo para fora alguma coisa que você precisa. Agora, a certeza que eu fiquei é só uma de tempos em tempos, a gente precisa de um exercício desse tipo, a gente precisa humildar. A gente precisa voltar a essa está casero, e essa está casero significa assim, o que você pensa que é? Comessa de novo. E ao começar de novo, você não perde nada do que você prendeu antes, mas você recupera esse frescôr de que eu estou no começo da estrada, porque o problema maior que eu vejo, quando a gente associa com a evolução espiritual, algum tipo de resultado, é que a gente começa a dizer, agora falta um pouquinho, agora falta um pouquinho, e aí de repente acontece alguma coisa, vocês escurreguei de novo que nem sísifo pro começo da montanha. Mas aí que eu acho que você tem um ponto, a doreia descrição da sua renascimento, morte de renascimento, e essa palavra nova, depois eu preciso saber o gerúndio dele, é humildando? - Humildando, humildando. Mas aí que você falou um negócio que, para mim, é o truque, e a gente, para atenoção, eu consegui visitar fora de um tema escal, no dia a dia, as nossas sombras, e dizem quando eu fico assustado, quando eu descobro que elas estão ali, e eu só percebo que elas estão ali, porque eu estou diante dessas relações tão complexas. E eu não sei se eu consigo acessar, tenho medo de milludibriar com a ideia de que as sombras estão integradas completamente, quando eu afasta essas coisas todas, essas relações desconfortáveis, e fala, nossa, como estou evoluído, não sinto mais nada. Claro! - Entendi. - É clasar. - Não está acontecendo mais nada, por isso que você não está sentindo mais nada. - No tema escal, vai ficar tranquilo, porque, enfim, mas eu acho que, para mim, esse é o grande truque, não tem uma, mas pulando um pouco. - Só posso completar uma coisa. - Claro! - Que eu acho que isso é uma coisa muito importante, é um pouco uma vivência que eu tive, ontem, e que eu acho que ela é importante, cara, é assim. E se, posso soltar uma coisa provocadora aqui? E se, cada vez que você faz isso, você está ajudando a alquimizar ou transformar uma energia, que, na verdade, nem é mais tua de inacência. O que estou querendo dizer, é assim, imaginando um dos teus defeitos graves, assim, você irracível com vontade de comer a cabeça das pessoas que te erritta. Aí você faz todo o teu trabalho de evolução e você pacifica isso. Você fica, durante um tempo, uma versão da la ilama fazendo endoscopia. Você está nada te incomodo. Em um belo dia, você vê de novo o bichel lá com toda força carregado. E se o que aconteceu é, como você tem esse recipiente dentro de você, ele foi, gradativamente preenchido com essa energia, do entorno das outras pessoas, do coletivo, porque a gente é completamente ligado na psicoletiva. E aí, quando você fica irracível de novo e você tem que metabolizar isso outra vez, nem é a tua irracibilidade original, mas você está ajudando a metabolizar um pedaço da irracibilidade da humanidade. Se a gente tem que ficar fazendo isso, porque a gente está limpando essa lama toda, que não é só nossa pessoal, não tem a possibilidade da gente se limpar, se não volta tudo lama, gente. Você está todo limpinho de branco e em volta em um lama sal, não vai dar certo isso. Então, na verdade, talvez a lama fique sempre entrando dentro de nós para a gente limpar e isso o que a gente quer fazer. Mas então, é preciso que a lama esteja ali. - Claro. - Esse é o meu ponto. - Sim, sim, sim. - Se eu só for pro lugar assim. Não, não, não, não, tudo bem. Aí que está. Não, assim, concordo super. Você não pode ficar longe da lama, onde tiver a lama, você vai lá. Agora, não quer dizer que toda a lama seja a mesma coisa. Até algumas anos você pode não dar conta. Pode ter que ter umas lãs que sejam Areas movedícios que vão te matar. - Se sujar, faz bem. Agora, eu nunca vi um. Eu nunca vi um preângulo tão excelente, assim. - Eu acho que ele fez consciente, ou em consciente. - Não, eu acho que foi consciente de ter que ver se testou o meu celular. - Esse é o texto de abertura. - Esse é o texto de. - Para se falar de pluribus. - Você sabia disso? - Não. - Você sabia. - Não, eu foi de ouvida. - Foi de ouvida. - Ele veio. - Ele veio no. - Ele veio, faz uma semana que ele dá. - Então, a gente tudo que a gente falou nos últimos 30 minutos. - Eu fico pensando que eu falei, ele não pantou em mim para que eu falasse. - Pra gente chegar a gente. - Na verdade, esse é um episódio sobre pluribus. A gente estava aos 30 minutos anteriores, só fazendo um. - O arquecimento. - O arquecimento. - Se você não assistiu o pluribus, está passando na Apple, comece hoje. - Antes da gente entrar no tema dos pluribus, eu queria falar algumas coisas que não tem pouco a ver com o tema. Uma delas é que o pluribus hoje é a série mais assistida da Apple de todos os tempos. - Wow. - E é uma série que tem como escolha não usar nenhuma armadilha ou nenhuma fórmula de série passada. Todas as regras para fazer uma série que te prende nela, ela faz o oposto. - Somente a ligação. - A ligação que ele se dão o luxo de fazer a gente ouvir que 50 vezes no mesmo episódio fossem como é que. Seja lá quem for que topou o colocar essa série no ar, essa pessoa viu algo. - Eu acho que essa é uma das coisas que, sem dúvida, a pçava aparecer como apareceu o Matrix em algum momento ou 2001 quando apareceu. Isso é manifestado e tinha que acontecer agora e o momento que está acontecendo com os temas que. Eu acho que vale a pena dar uma resumida para quem não assistiu pelo menos a entender do que se trata. - Qual dos dois vai fazer isso? - Não consigo você não. - Não, eu não vou fazer nada. - Vai fazer isso. - Não, não, não, não, teve episódios últimos que eu não vi vocês viram. - Mas eu me soubro que é o tema. - Vamos lá. - Essa é gosta. Você vai me interromper mesmo. - Vamos falar. - Fala, faz de vocês, não. Faz de vocês. Nós somos o Snow. Siguiente. - Eu vou fazer uma parte. - Então, vamos lá. - Começam uma. Parece que chegam virus ou é desenvolvido um virus no mundo em que faz com que todas as pessoas. - A transmissão alienígena. - A transmissão alienígena chega um código genético que é criado em laboratório, que é desenvolvido e, de uma hora para outro, super de controle e de alguma forma, esse virus vai tomando forma e chega uma hora, chega num ponto tão grande que quase 100% das pessoas do mundo têm uma unificação de todas as mentes e essas todos os seres do mundo tirando 12 pessoas viram uma coisa só. Então, de uma hora para outra, todas as pessoas do mundo estão conectadas com a mesma cabeça, pensam a mesma coisa e conseguem. - Estão ondas entre si? - Estão ondas entre si, tirando. - Um flito. - Sem conflito, tirando 12 pessoas que não passaram por isso. - E aquelas que morreram porque os organismos delas eram incapaz de viver a transformação. - Exato, perfeito. - E aquelas que morreram também porque durante a transformação tinham uma certa convulsão de uma coisa assim. Basicamente, a história é a história desta personagem que é Carol, que é essa personagem realmente complexa, que é uma escritora e, basicamente, percebe do jeito que o mundo está indo e como é que são as relações e vai entrando em contato com tudo que com estes os seres humanos uno e, de alguma forma, ela fica desesperada querendo que ter a individualidade dela e vem para onde o mundo pode ir se todo mundo virar uma coisa una. - Acho que eu estou tentando reduzir. - Desesperada para salvar o mundo. - As pessoas desse estado que, para ela, é o equivalente a morte. - Perfeito. Eu acho daqui para frente o que eu falar é redoutor. - Então, acho que a gente pode partir daqui. - Já chega de spoiler, acho que a gente pode conversar com estes spoilers. - Mas eu acho assim uma das coisas mais interessantes primeiro. O que acontece quando a pessoa que está na sua frente está conectada com o mundo inteiro e só tenta te agradar e te falar a platitudes. Esse seriado, ele pega numa coisa que ele já faz essa provocação de cara de como seria o mundo se todo mundo viverse num coletivo 100%. Eu acho que é essa grande provocação inicial nessa conversa e depois ela passa para várias outras. - Acho que é essa personagem principal, a Carol. Eu fiquei pensando por que a gente. por que ela nos irrita tanto? E eu acho que a gente consegue até, em alguns momentos, se identificar com ela. - Exato. - Por menos, em retrospecto, sempre faça encontrar algum momento da vida que você foi uma Carol. - E não foram poucos. - E o que é esse lado? Uma pessoa que você sente que está de mal com a vida, está a marga. Você tem uma vida que, em teoria, este novo mundo de proporciona tudo o que você pode querer. Mas, aparentemente, para ela, aquilo não é suficiente, ela é alguma coisa diferente. Talvez ela tivesse uma predileção pela miséria, não pela miséria financeira, mas pela miséria psicológica, pela miséria de afeto. Até porque é uma coisa importante que ela perde a companheira dela logo no início. Então, ela lida com a sadora de uma maneira muito diferente, que é afastando todo mundo. - Exato. - Tem uma forma de lidar com a dor também, muito comum. Mas existem outros personagens dentes sobreviventes que aproveitam muito dessa oferta que o mundo te dá. Esse mundo sem limites. E eu vejo ali um aspecto interessante do ego insaciável. Porque, em algum momento, ela vai experimentando todas essas benessas do mundo sem se misturar com ele. Mas, na medida que isso vai passando, você vai percebendo que o que ela quer de verdade, ela não conseguiu verbalizar. E eu não posso dar uma spoiler, mas vejo muito dessa questão do tema da conexão. Que, no fim, ela quer conexão. Mesmo com esses 12, tudo que ela tenta falar com os outros e os outros não estão a fim de ouvir-la, ela quer conectar. Ela está pedindo para se conectar. E eu acho que todos os vícios que a gente tem no fundo em última instância são um pedido de conexão. Agora, esse ponto que você falou, eu acho que ele puxa um fio que a gente explorou pouco em todas as nossas centenas de conversas. E o seguinte, na verdade, esse coletivo chamado humanidade vive convidando a Quero, para aquilo que ele diz ser o máximo da conexão. Que é assim, senti-se a nós. E você nunca mais vai se sentir separada. Essa é proposta. Essa é proposta. Mas, a Quero ou o Carol, não quer essa conexão. Ela quer conexão, sim. Mas ela quer uma conexão que seja individual. Ela não quer simplesmente se dissolver num grande coletivo. Ela não está buscando a conexão que é a gota que se dissolve no seano. Ela está buscando uma relação com os desafios e limites e complexidades de uma relação com um outro ser humano que também seja diferente dela. Mas seja suficientemente parecido para ela ter a fantasia de que tem um espelhamento ali. Mas também tem o desafio de crescimento de tolerância e que ela tenha que aprender a lidar com todos os defeitos daquela pessoa, enquanto que a pessoa ama ela apesar dos defeitos que ela também tem. Ou seja, ela quer tudo isso, como se a conexão fosse o trabalho que existe quando tem tudo isso. Que eu acho que tem uma pista psicológica sobre ela que talvez você tenha se esquecido que é super relevante. Que ela foi colocada quando jovem e ela é homossexual. Ela foi colocada pelos pais num camp para ser arrumada, para ser normalizada. Então, o que está acontecendo agora é uma coisa muito parecida. Estão tentando normalizada de novo. No momento que ela já era uma pessoa ela se aceitava e o mundo aceitava como ela é, agora ela é diferente e o mundo quer mudá-la de novo. É verdade. Então tem esse componente psicológico que eu acho que é bem relevante. É, não você tem toda a razão. Porque no final o que me parece, o que se renova ali, e sempre é mal expressado, são os pedidos de amor. É verdade. Agora, o que você acha disso de que ela quer um amor individualizado? Você acha que é verdade? Eu acho que eu exagerei. Eu não tinha pensado nessa ótica ainda. Porque eu acho que no final você percebe que o comportamento dela começa a chegar num extremo tão grande para que ela continue tendo atenção. Só que, na medida que ela vai se isolando, ela vai percebendo que ela pode ter exagerado na dose. E aí o pedido de amor dela fica tão distante do que ela precisa. Que ela parece que ela não está sendo escutada mais. Descreve. Mas enfim, sem querer contar a história, eu acho que não precisa falar tanto do episódio, do pluripus. Eu acho que vale a pena a gente falar justamente o seguinte, que a gente estava começando o episódio falando de se você tivesse convivendo como a Carol e uma parte importante. No terceiro, quatro episódios para a frente, quando ela começa a agir de uma forma extremamente agressiva, essas pessoas começam a morrer. São tão sensíveis que aquilo para ela é uma agressão descapida. Então, a gente está começando o episódio falando, se você encontra com uma Carol, o que é você acolhe ou você afasta? E eles se afastam para poder se regrupar, eles falam nós, precisamos agora o nosso espaço. Talvez aí tem de resposta. Muitas vezes, quando você está diante de uma situação dessa que tem uma Carol na sua vida, isso faz assim, cara, muito pronto ainda para acolher. E preciso do meu espaço para conseguir enxergar ela através do período de amor que eu não estou conseguindo ver hoje. Que está vindo tão ruidoso que eu não consigo. Que não estou conseguindo responder. Não, eu estou concordando tanto com você e eu estou pensando uma coisa que é muito fato que, no fim, mostra também o quanto, quando a gente vive só no amor e na conexão, a gente vai se fragilizando. E eu acho que tem uma coisa que aparece muito nesse uno que virou a humanidade, é o quanto esta forma una de ser, eles não podem matar os bichos, eles não podem matar as plantas, eles não podem. E começa a gerar questões sobre logísticas e o futuro da humanidade, uma vez que todo mundo é uno e todo mundo está vibrando no amor. E eu acho que essa é uma, essa quantidade de provocações que traz desse lugar, dessa fragilização, eu fico pensando muito nisso, nesse lugar do quanto a gente acaba não se fragilizando demais. E uma das coisas que eu pensei também que. Fala de novo, qual foi a sua afirmação quando a gente se fragiliza quando? Quando a gente está só no amor, quando a gente está só vibrando, quando a gente não tem energia da raiva, ou quando a gente não tem energia do contestar, quando a gente está neste lugar, do aceitar no amor. Eu acho que o que aparece é que mostra pra onde as coisas podem ir no sentido de, assim, o seriado mostra. Isso se for amor mesmo, porque pode ser que a gente esteja na verdade, evitando uma conexão mais profunda e a partir da máscara é que a gente joga um chante li ali de pura amor. E a gente é só chante li, na verdade a gente não está realmente entrando em contato. Mas aí eu te pergunto, cara, esse tema que você levantou pra mim é tão complexo, porque ele é justamente uma das crianças mais, acho que mais me visitam. Tem uma das lições do Curso Semelago, que fala muito sobre os pensamentos de ataque, que é a tradução alguma coisa na minha ausência de defesa estar a minha proteção. E eu sempre que sinto isso. E eu acho que quando você fala, me remete muito, momento que você se sente vibrando só no amor, tem uma vulnerabilidade que. O mundo é hostil e que eventualmente eu vou ser atacado e eu vou sucumbir, porque o mundo é um lugar perigoso e hostil. Então, toda a ideia de que eu possa algum momento deixar a minha armadura de lado é um risco assimétrico. E essa é uma criança que eu acho que vale a pena visitar, porque ela não pode ser mais ou menos uma coisa ou outra. Mas. ou pode. A pergunta é, e se isso daí é algo que a gente precisa entender, estou perguntando aqui, tá? Não é uma das minhas estratégias ladinas de te levar a qualquer coisa. Tivemos um. Não que você ter a consciência das estratégias ladinas. Tivemos um momento. Você é um ladino inconsciente. E se isso da gente entender que é importante não se defender, é algo que precisa ser contextualizado. Porque o que eu quero dizer com isso é que nem todas as defesas são iguais. Nem todas as ameaças ou circunstâncias são a mesma. Então, por exemplo, se se defender, é tentar se preservar e tentar ficar num lugar do puro amor ou do conforto ou vou me dar o meu espaço, porque isso não me faz bem e tudo mais. Talvez isso, na verdade, é que fragiliza a gente completamente. Talvez, na verdade, a força venha de você não se defender nesse sentido daquilo que te ataca ou que te incomoda. Eu acho que ficou muito subjetivo para mim. O episódio uma louza para a gente dizer isso. Eu estou aqui pensando em voz alto, mas deixa eu ver se eu coloco em palavras do outro jeito o que eu tenho na minha cabeça. Que é um tema que tem vindo na minha cabeça em estudos últimos tempos. O quanto. Eu estou começando a achar que o segredo das coisas é a dificuldade voluntária. Então, parece que eu dei um salto de gafanhoto, mas eu não dei. Pensa no seguinte, pensa nessa história do. Você sempre pode colocar na conta do Temascal. Então, temascal. Pega o Temascal, então. Temascal é um dos maiores perringes que se possa imaginar para simplificar bem a coisa. Porém, eu fui lá porque eu quis, eu fui lá porque eu tinha um intento muito específico. Porque estar naquele perring sem nenhuma defesa do perring, pelo fato de ter sido um perringe voluntário, é todo diferença. Agora, se eu tivesse sido sequestrado, levado para quem é o lugar e jogado lá e aquilo fosse um cativero, as circunstâncias objetivas seriam as mesmas, mas seria o maior inferno que eu já vivi. Então, a minha questão é quanto que as dificuldades ou os obstáculos quando eles são escolhidos, eles nos fortalecem. E o quanto que quando você escolhe uma pessoa? Ou escolhe ficar na relação? É isso. Quando você, na verdade, está voluntariamente na relação com aquela pessoa que te desafia, que desconfia de você, ou diz "Você é uma fraude" e não sei mais o quê, mas você escolhe estar aqui na linda aquela relação. Essa é a não defesa que te fortalece. Entendeu? Entende? Nesse sentido, a questão toda é você poder escolher aquela dificuldade, é o que faz a diferença. E talvez, onde eu estou querendo chegar, talvez as nossas relações não sejam feitas e não sejam um presente da vida para serem fáceis. Talvez, na verdade, a gente nas relações infinitas que a gente pode ter, é como se fosse um menu da dificuldade que você quer. Você está respondendo a sua pergunta inicial? E qual foi esse sorrisinho? Qual foi minha pergunta inicial? Porque eu concordo com você inteiramente. E por isso que eu acho que parece tão utópica esta espiritualidade. Porque, no final das contas, você escolheir estar neste tema escalho relacional? Tem um propósito? Sim. Tem um propósito. E sair da lhe era coisa mais fácil do mundo. Você levantar no meio do negócio e embora? Você iria achar uma justificativa para ele, só não precisa. Perfeito, te dou toda a razão. Ali está o detalhe, detalhe, se a cada dia você está escolhendo, você está ali e está absolutamente na minha cabeça muito certo. Ou escolher ficar, porque se eu quero ficar ali, nessa relação, para achar a Carol que está em mim ainda. E que, provavelmente, não vai se manifestar em relações mais fáceis. Tem um propósito, claro, e tem mascalico aí. Não, com certeza tem. Um ponto aí que eu falo como ter apelto a mesma. Para mim, o presuposto, você está fazendo uma escolha verdadeira. E você faz uma escolha verdadeira? É ter certeza de que você seria capaz de não ficar. E eu acho que tem até uma parte, como o Snow disse, super relevante, que é talvez eu não ter já pronto para ficar nesse tema escalho por 3 horas e meia. E eu só vou saber disso, se eu tiver lá uma hora, 15 minutos ou 20. E saber que, ok, esse tema escalho é importante para mim, mas hoje ele vai usar tanto da minha energia que ele pode me paralisar. Sim. Uma relação. Exato. Olha tão abusiva, a ponto de que é um adversário que eu não me sinto ainda preparado para lidar. E não é tão falando adversário de fora. Muita vez é a sombra que você acessa em conviver com uma outra pessoa. E dizer, realmente, eu não quero ver esse lado meu agora, ainda preciso trabalhar-lo de uma maneira ou talvez mais profunda para conseguir coexistir com essa pessoa e enxergar, em última instância, o período de amor que está vindo no meio desses ruídos todos, que é a fala agressiva dela. Mas posso usar uma pergunta para vocês? Ou comportamento. Sim, sim. O que realmente eles retratam, ela é um pouco uma anterói. Eles fazem uma personagem que ela é feita para ser contraditória e irritante, enfim. E tem os outros personagens que são muito bons, aquele outro cara que faz as festas, enfim, e o Paraguai, que estão em pontas opostas da dela de um jeito de outro. Mas eu queria ouvir vocês se vocês tivessem no lugar da Carol. O que vocês fariam? É uma pergunta que parece meio bobo, mas para mim, eu queria entender o que vocês acham de tudo isso mesmo. E, enfim, tem uma grande questão sobre a humanidade sobre a individualidade e o coletivo e fazer parte de uma unidade cósmica ou seguir no LEC, ou seguir na falta na SK6 humana que está presente ali, que eu queria muito ouvir vocês nisso. Eu, muitas e muitas vezes, na maior parte das vezes, concordo com a Carol. Eu me pego concordando com ela e achando que muitas vezes a individualidade vale mais do que o coletivo e que as emoções, talvez essa falta a SK6 ainda é parte do que nos retrata e nos faz humanos. Eu não sei se eu pularia de cabeça nessa unidade, nessa ideia de que eu vou postar o ano e que eu vou experienciar esse amor. E, obviamente, essa essa ideia ela tem, ela tem uma provocação com o movimento New Age, com que a gente vive tempo inteiro. Eu só vou rapidamente só completar uma coisa. Você perguntou o que a gente faria, mas eu tenho a impressão de que o que a gente assiste ali, na medida que você possa ter tudo do externo sem absolutamente nenhum limite e nas sua extensão mais completa, fica claro que não vai ser suficiente para preencher o seu buraco interno. Então isso eu acho que como experimento de antropologia, ele é perfeito, porque até de espiritualidade você imaginar, você tem uma fonte inesgotada de todos os recursos que você possa imaginar e ainda assim, no tempo aquilo vai ficando pouco. Isso eu acho que, de alguma forma, a gente experimenta nas nossas buscas, o tempo todo, se você tem uma ideia de pobreza, só foi criada a partir do momento de ter uma sociedade, porque existe uma bundança generalizada que poderia, mas o momento que você cria os sistemas de sociedade, você experimenta essas faltas. Mas a busca da nossa crença primordial é que nós precisamos alguma coisa que nós não temos, e isso não acaba. Aqui eu tomei um pito do snow, porque eu estava com a boca no lugar longe do microfone. É, porque às vezes fica muito perto e ele dá umas instaladas. Mas como eu acho que a gente realmente está no experimento aqui, nesse laboratório, eu acho que a grande faceta de seminário é levar do extremo. Levar do extremo todas essas ideias que a gente tem, uma sensação que funcionam desse jeito, mas ali ficam muito claras, porque elas são exageradas. É muito bem feito isso, isso é muito legal. Você sabe que eu acho que, eu fico me perguntando se eu tivesse no lugar dela, o quanto que eu entraria nesse coletivo, nesse plúrbio, só de curiosidade de ver como é que está ali dentro. Porque também tem isso, né? Agora vocês sabem que, do ponto de vista exotérico, eu me lembro de ter lido uma vez uma obra muito coerente de um exotérico importante, que também obviamente, em dos exotéricos, eles falam entre si também, e muitas vezes se corroboram, que me descrever na obra dele o seguinte. É interessante compartilhar dentro desse contexto. É assim, a gente reencar, várias vezes, e existe o astral, certo? E o astral é, na verdade, a dimensão onde a gente está quando a gente não está no corpo físico, e no astral a gente pode estar desencarnado, a gente pode estar dormindo, a gente pode estar ali. E, na verdade, são vários níveis do astral, e cada nível do astral, os espíritos falam, basicamente, a mesma coisa, né? Então, tem os níveis em que é tua frequência, mas baixa, então, é um astral mais complicado, e aí o astral vai ficando cada vez mais armonioso, leve, tudo mais. E a ideia é que, à medida em que você vai para as frequências mais altas do astral, praticamente você não tem conflito, e praticamente você não tem mais impulsos pessoais que você precisa resolver, nem apegos, nem desejos, nada disso, certo? Muito bem. A ideia, que ele discreve, que é interessante, é que chega uma hora que a alma, quando está lá nos estájos finais do astral, ela passa, ela sai do astral e ela não fica no astral, quando que isso acontece, quando ela não precisa mais de uma experiência individual. Então, quando não tem mais nada que depende de uma individualidade para ela experimentar, ela sai e ela vai para o estágio do mental. E o estágio do mental, interessantemente, que ele discreve, é um estágio em que todos os pensamentos e sentimentos de todas as consciências são simultaneamente os pensamentos e os sentimentos que essa consciência tem. Então ela se dissolve, exatamente num pluribus, porque ela não tem mais nenhuma necessidade de existir como uma consciência separada. Agora, claramente, pensando assim, você vê uma quero, ela ainda tem muita coisa para resolver como indivíduo, não pode aceitar essa dissolução, é muito parecido com uma morte que é a negação do próprio projeto dela de existência. Você sabe que os não perguntam, especificamente, de como seria talvez estar no lugar da canal. E acho que uma das coisas que me veio aqui, que me assustou sobre mim mesmo, talvez eu tivesse muita dificuldade de acreditar nesse amor incondicional, de receber a amor incondicional. E como isso é uma reprogramação tão profunda em todo mundo, é fácil acreditar que isso é o caminho natural e que eventualmente a gente vai encontrar isso nas relações íntimas ou enfim. Mas próximo, mas a verdade é que a gente, eu falo por mim, é você busca amor incondicional? Nas relações pessoais? Não sei se eu talvez eu tente desconstruir as condicionalidades das relações. Até porque o treino que eu acho que a gente recebe desde muito cedo, é condicionar os outros a fazerem que a gente quer através das nossas comportamentos. Imaginar que existe alguma altruísta, um grupo de pessoas, um mundo para a sua ser tão altruísta e viver em função da sua felicidade, é também levar a cedo a amor incondicional no limite do exagero. E fazer você pensar o caminho reverso. Exatamente isso e até o ponto que você pede uma granada e eles te dão. E eu acho que essa é a história que eu queria perguntar para vocês. Se vocês, eu não sei se isso é tão óbvio, eu achei isso porque nisso é um tema. Muitas vezes se sentiram no seriado como se ela tivesse falando com o chat de PT. Para mim, eu vejo muito claro, agora que você falou, agora que você falou sim, eu não tinha me tentado. Então para mim, eu acho que não sabe qual. É o chat de PT mesmo, não é? Aquele, com os outros não. Exato, exato. Você quer uma granada? Claro, quero que legal. E eu fiquei pensando muito se não era essa metáfora, mas é bem isso junto a muito com o que está falando. Falando que eu ficou girando na minha cabeça o que você falou, num aspecto interessante. Você falou que você teria dificuldade de pegar um, de acreditar num amor incondicional. Talvez de aceitar a ideia de que a partir de agora realmente o mundo tem por mim um amor incondicional. Entendo. Acho que no primeiro momento seria uma coisa estranha. Mas você sabe porque o que me fez pensar quando você falou isso? Porque eu preciso confessar uma coisa para vocês. Nas minhas relações íntimas, eu não quero o amor incondicional. Sabe o que que eu quero? Eu quero que me ama em por aquilo que eu quero ser amado. Não é o condicional que eu vou falar? É o condicional total. Mas é mais que ela pote contra a área. Não estou falando que no certo é errado. Eu estou falando. Você acha que tem um contraste? Você acha que tem um risco de você criar o movimento pavlovico com todas as relações? Porque você está condicionando o outro sempre. Eu nunca senti que eu conseguia. Eu acho que são pavlov tão mal sucedido. Que continua divertido. Mas o que eu quero dizer é que para mim essa ideia do. Eu nem cheguei no ponto de me perguntar se eu acreditaria num amor incondicional. O que eu acho é que eu não conseguiria ficar convivendo com ele. Para mim é um exercício grande. E eu faço muito ele. Como seria a minha relação com as pessoas sem a minha criança de como elas deveriam ser? Eu nunca fiz um experimento contrário. Eu teria que ter que ter exposto a fazer a mesma coisa. Mas eu tenho grandes revelações nesses lugares. Pelo menos eu sinto que as mesrelações mudam muito de patamar. Obvio que não é o tempo todo. Mas quando eu me atento para isso, eu percebo que muda muita coisa. Então eu acho que. Por que? Em última instância eu estou a minha moeda de troca é amor. Então se você não comportar como eu quero muito do amor, se você se comportar bem, eu te dou amor. E assim fica essa troca de amor como uma moeda. E eu acho que este lugar que eu tento me distanciar. Ah, meu amor, eu também. Mas é que eu não me ocorreu esse negócio do amor como uma moeda. Porque o pai fala para o filho "eu tenho amor e consola para você" desde que você entra na faculdade, você não faça merda, que você chegue e não chegue bebo de casa, porque você chega. É interessante você falar isso porque eu já presenciei coisas do tipo assim. A pessoa está lá numa relação, pode ser uma relação do tipo. E ela, a despeito do que ela acredito, do que ela quer, ela continua amando. Um teu dúvida. E aí, na verdade, ela não consegue nem. O que eu sinto em geral é que assim, quando as pessoas amam, elas não têm o poder de retirar o amor. Eu acho que o amor é uma coisa que te acontece e ela está lá ou não está? Sim, não, eu acho que. No mundo ideal que você está falando, na verdade. Mas eu não acredito que assim que funciona e não. Eu acho que a gente usa muito essa amor. Mas você não acha que. É claro que o filho não tem dúvida que o pai ou o amor. Mas você não acha que isso é muito mais uma questão psicológica do que propriamente do amor? Porque eu estou querendo dizer o seguinte, imagina você o seguinte. Ó, se você não agir de um certo jeito, eu não consigo conviver com você. Porque isso, para mim, é uma ameaça psicológica por várias razões, isso portável. Aí, o que eu estou querendo dizer com isso é, a fragilidade psíquica faz com que você não possa conviver com um monte de coisa. Voltando para o começo da nossa conversa de hoje, é como se os teus limites fossem muito estritos e você tolerasse muito pouca coisa. Aí, é assim, é uma coisa de você não aguenta lidar com aquilo que não bate com os teus prerequisitos. Mas não é que exatamente uma questão de amor ou não, você não aguenta conviver. É pelo menos assim que eu vejo, entende? Eu entendi que você falou, mas eu acho que aí nós já estamos levando para os casos mais extremos. Falando das trocas mais de dia a dia mesmo, que a gente, claro, que a gente foi treinado e treina os outros próximos da gente, se comportar em uma forma que ele seja recompensado com o nosso amor, que pode se manifestar de mil formas diferentes. E, da mesma forma, retirar esse amor, ou retirar esse amor que veio de construcimentos variados, quando a gente não tem o que a gente quer. Isso acho que é uma prática habitual. E talvez está atento para essa dinâmica, e não sei aí, no caso do seriado, ela recebe tudo. É ofertado, tudo que ela possa sonhar, mas ela, primeiro, ela não tem de volta a relação com ela. Então essa cura pode, enquanto ela não passar por esse luto que fizer as pazes com esse luto, tudo que é ofertado para ela não é suficiente. Então enquanto ela não faz o trabalho interno, vive o trabalho e a gente talvez restem uma ideia importante de respeitar os nossos lutos. E lutos de relações, e muitas vezes o luto é só você não ter a relação que você imaginava poder ter com alguém. Da forma como você imaginava poder ter isso, gostei disso. Tem um luto aí nas relações, e fazer as pazes com o fato da relação, não sei como você imaginava, pode nascer daí uma outra relação. Mas nesse período, se você tentar usar o externo para curar esse luto, você cai no mesmo lugar que ela. Mas cara, você falou uma coisa, você trouxe essa história do luto, que eu acho que é muito real. E essa ideia de luto, pra mim é interessante, tem passado pela minha cabeça bastante nos últimos tempos. E principalmente porque o luto é algo que tem que ser compartilhada. O luto não é algo pra você viver sozinho. O luto, e eu acho que essa questão que você trouxe da Carol aí, no fim, ela teve essa morte, ela estava vivendo tudo sozinho. Ela não tem com quem compartilhar essa perda que ela teve. E eu acho que essa é uma das grandes questões. O luto, como outras experiências humanas, é algo que a gente tem que passar, que a gente tem que atravessar, e que é uma experiência que você tem que dividir com os outros. É uma experiência no fim que exige uma outra pessoa ao seu lado, pra você poder trocar, pra você poder lembrar. É algo que você simplesmente se livra sozinho. E é muito difícil de passar. Neste sentido, tem detalhe interessante. Pra todo o resto da humanidade fora ela não há luto. Não há luto. Por que? Porque todo mundo ficou extraterrestre. Eu acho que tem esse tema também, que é até relativamente pouco explorado. O DNA de todos foi transformado para alguma coisa extraterrestre. E eu acho que tem esse símbolo, que é central nessa história, e que está central, está ativado de várias maneiras outras. Hoje em dia é que é o símbolo da presença dos extraterrestres. Que é o quanto que foi que você está rendendo? - Outro prévo. - Ele está impossível. - O cara está impossível. Por acaso você estaria falando de um documentário chamado "A Era da. Como é que chama?" - Desacobertamento. - Desacobertamento. - É isso. - É isso. - Essa é o português. - É isso. - Era do desacobertamento. - É um documentário que discloja. O documentário que está na Prime. - Prime. - E que realmente tem que alugar separado ou comprar. - Faz uma dívida, mas assista. - Esse documentário, se 70% que está ali for verdade, eu acho que a gente vai ter que pensar muita coisa sobre a nossa realidade, sobre o que a gente entende por humano, sobre o que a gente entende por que está aqui. E eu acho que eu acredito piadamente que mais do que 70% está aqui ali procedido. - Eu acho que mais de 120% do que está ali. Eu vi a entrevista do diretor, que acho que é o Dan Farah. - É, que fez outros filmes, inclusive. - Fez outros filmes. - É outros filmes legais, né? - E ele com Joe Rogan, e ali ele fala muito mais o que tem no documentário, mas só precisa ser uma ideia que não assistiu ainda, um das pessoas entrevistadas e que fala abertamente sobre as descobertas que já são assuntos quase que ultrapassado dentro das várias esferas do governo americano, é de que existe realmente não só mil provas de que tivemos as visitas de outras seres, de outras civilizações, como existe várias iniciativas para se recuperar partes dessas naves, essas terrestres, para se fazer engenharia reversa, para se dominar o que eles chamam dessa energia de propulsão gravitacional zero, que usa um tipo de energia diferente, que a gente não tem conhecimento, mas que muitos desses ufus, ou desses óvines que a gente vê, e hoje já podem ser russos americanos ou chineses que já dominam essa tecnologia e funcionam na engenharia reversa que eles desenvolveram. Isso dito pelo secretário de Estado, Marco Rubio, que é possivelmente o segundo cara mais influente no mundo hoje, pelo menos na estrutura dos Estados Unidos, ele é o segundo cara, porque além dele ser secretário, além dele ser secretário de Estado, ele é o secretário de defesa. Ou é o advisor, não é? É uma coisa assim. É uma coisa assim. É o segundo cara. É o segundo cara. É algo que o senador considera, se como funciona o primeiro cara, ele é quase primeiro. Ele é quase primeiro. Não, e também dizendo, e acho que é super importante, que essa é uma questão, vi partidária, não sei se. Vi partidária, no sentido de que. É um consenso, é. É republicanos e democratas no Senado, estão determinando que isso, seja, desacobertado. Mas eu acho, escuro, só para terminar aqui. Eu acho que, o mais importante para mim, isso está na entrevista, é que, até, é que o presidente Trump estaria considerando, ser o primeiro líder de Estado, a falar abertamente sobre o assunto e compartilhar a ideia de que nós não estamos sozinhos para o universo. Porque ele tem consciência que seria um cinco minutos mais importante de um. mais importante de um líder de qualquer época. Peloas razões erradas, eles falem a coisa certa. É a qualidade, é a qualidade. Por ver isso. Por ver a idade, exato, é o que é meu claro. Mas porque também está caindo de maduro, né? Com todas essas questões, também vai ficar difícil deles se falarem que não existe mais. Eu não tinha visto as entrevistas que vocês viram, eu só vi o documentário, mas para mim, para todos os efeitos, já é quase a mesma coisa, né? Assim, a gente já está naquele ponto em que a gente tem que dizer, "Ok, nós não estamos sozinhos, vamos parar com isso." Pelo contrário, os outros têm já uma participação e uma influência já faz tempo uma coisa que eu gostei muito, não é uma das especulações que aparece lá, ou talvez seja mais do que a especulação, é o quanto que os estes restres têm poderes de interferir nos armamentos atômicos. E eu sempre tive a teoria de que a humanidade sendo como erna, mil mil, a avaliação, era muito misterioso que a gente não tenha se explodido, nenhuma vez, desde que aconteceu Hiroshima e Nagasaki, a narrativa de que nós conseguimos do alto da nossa maturidade num concerto de nações garantii que não acontece nada, nenhuma explosão atômica e tudo, mas sempre apareceu uma narrativa muito frágil. Imaginar que existem outros fatores em jogo? Você não ouviu entre eles. Então, mas esse é o ponto principal dessa conversa que na entrevista, porque eu estava conversando com Go, e a gente estava falando, "Nossa, por que que?" Se eles são uma espécie mais evoluída, "Por que tem tantos crushes?" "Por que tem tantos desastres aéreos com eles?" E eu estava discutindo escugou pensando, "Por que isso se dava?" "Não cai tanto a avião aqui." Nesse cara, na entrevista, e eles se perguntam isso no filme de alguma forma. Nesse cara, na entrevista, ele faz a resposta que é a seguinte, parece que o que derruba os ovos são explosões nucleares. Então a gente está jogando. E parece que todos os testes nucleares que se começaram a fazer em seguida, um do outro foram exatamente para derrubar ufos. E por isso que eles estão desligando as coisas nucleares. Inclusive nós estamos em guerra com certeza. Mas segundo, duas coisas, e também no mar, os testes do mar, porque uma testa que a maior parte deles tem em bases nos ossubacuais. Então é o contrário do que a gente pensa. Eles estão se protegendo. Eles estão se protegendo porque em alguma hora, nessa briga pela tecnologia deles descobriu-se que eles caíam e as naves todas caíram. Mas o que eu não entendia o seguinte, eu expliquei isso, mas os outros, eles não têm uma tecnologia que poderiam fazer terra arrasada do que eles quiseram. Não tem dúvida. Isso aí eu acho. Então eles estão se defendendo, mas do tipo assim, eles estão tirando a armatômica da mão da criança que está até fazendo mal para eles. Mas assim, eles poderiam simplesmente acabar com tudo. Não é o que eles quisessem, é o seu ponto. E aí vem o meu ponto. Eu acho que isso aqui, para essas civilizações mais desenvolvidas, é um laboratório. E como um laboratório, de vez em quando, você tem que, realmente, veram os seus urnitoringos como vocês estão logo, não nisso, brincando com os encodérgicos. O urnitoringos psicodérgicos. É isso, na gravação. Não, eu acho que foi fora. Eu não me escaria uma metafra tão selvagem assim. Eu achei que você foi nervil, mas ela cabe. Ela cabe. Talvez a gente seja visto assim, como o urnitoringos psicodérgicos estão mexendo com uma caixa de fósforo e do lado de um monte de árvore e tem uma chance a gente colocar fogo no laboratório dele. Você lembra daquele experimento feito? Você lembra daquele experimento feito com o universo de ratos? Que os ratos cresciam, cresciam, cresciam dentro de um espaço fechado. E o que aconteceu com eles? Eu lembro que eles sempre encontravam um equilíbrio de população. É, mas o equilíbrio de população. Quando estava perto de chegar, o que aconteceu? Você tinha um grupo de ratos que ficava completamente narcisista e um outro grupo de ratos que ficavam gangues, que ficavam só atacando todo mundo que apareceu. Ou seja, toda e qualquer organisidade da comunidade dos ratos que existia até um certo número desaparecia. E não era por falta. Tinha abundância de alimento e destino, não sei o que. Era uma população chegada num tamanho que ela estava completamente desfuncional. Aí eles paravam de ter interesse na reprodução e paravam de reprodução e a população desespencava. E quem sabe? Nós somos os ratos que eles conseguiriam pelas coisas que eles têm. Parece que a energia que eles usam para uma movimentação, ou seja, um deslocamento de 100 metros na velocidade que se apurou que eles usaria toda a produção energética dos Estados Unidos de um mês. É. Algumas coisas? Então, obviamente que é uma energia. E não achou isso. Acho que é uma parte que mais me enxei uma atenção. Segundo os testemunhos de agentes da inteligência americana que estavam alocados para investigar esse tipo de evento, e tiveram muitas experiências pessoais, no momento em que eles começaram a investigar, eles contam que algumas dessas esferas que entravam na casa deles, eles tinham contato. No momento em que eles atravessavam toda a relação tempo e espaço mudavam completamente. Eles entravem campos de futebol, de espaços gigantescos. Então, eu acho que. E não só quando falamos de alienígenas, e nós estamos falando, tentando normalizar, ou tentando parametrizar uma coisa que é completamente diferente. Cada um deles vem de um lugar diferente, com uma tecnologia diferente. Não é, um grupo só. Mas tem uma coisa que eu queria tanto me lembre exatamente, mas depois a gente pode olhar o Greg Brandon, como você se achou. Acho que foi a tal momento de risco de Oregon também, que ele disse que o que nos separa dos Ornithorrincos, não psicodélicos, é o Gene 2, e nesse Gene 2, ele tem uma modificação que não poderia acontecer por evolução. Ela teria que acontecer através de uma inserção, de uma engenética. Se isso foi verdade, realmente pegaram uma base, que era uma caquinha e falou, vamos ver. E como o simonolito do 2001 fosse um símbolo disso? Ou seja, pegaram homenídios e colocaram lá uma mutação que fizeram com que a gente. E uma das coisas que eles falam é isso, que eles estão já pegando materiais a 50 a 60 anos. Então, muito das tecnologias que a gente tem. Hoje, já vem dessas engenharias reversas, e isso acho muito interessante. E qual é a principal forma de você não deixar vazar essas histórias? Um lá dentro é ameaças de morte com as pessoas que trabalham com isso, e depois tratar as pessoas como lunáticos. Então, tem várias pessoas que devem estar olhando aqui falando nossa, os elefantes perderem o carro, despirou o caron, porque, no fim, há 50 a 60 anos as pessoas que falam isso, que tocam nesse assunto, são totalmente desacreditadas e excreditadas. E uma das coisas que eu fiquei pensando que esse cara fala na entrevista, é que ele fala que um dos agentes encontrou um desses seres quase morrendo. E na hora que esse ser que estava quase morrendo, ele estava perto desse ser, ele começou a falar com ele dentro da mente dele com uma voz. Com a telepatia. Quase como se fosse uma telepatia, falou vocês seres humanos não sabem do potencial de vocês. Eu fiquei pensando, se esse tipo de coisa é verdade, pensas assim, será que a este inventou a teoria da relatividade? Ou será que alguém foi lá soproprares? Não, e nessa linha tem uma pergunta para vocês. Se você tivesse um encontro com um desses etéssicos, que não precisa ser morigundo, e você poderia fazer uma pergunta telepática para ele, que pergunta você faria? Eu acho que a minha pergunta seria assim, eles são. uma outra espécie, ou se eles de alguma forma estão relacionados com a gente. Seja no futuro, seja no passado, seja se de alguma forma existe essa relação em tríncica com a nossa genética. Resumindo, onde eles são? Mas se de alguma forma tem a ver com a nossa história também. É tão distante. Agora é vocês. Eu teria mil curiosidades, mas a principal é saber qual é a. qual é a interesse que ele tem na gente. Porque isso vai falar muito da nossa relação. Como é que a gente é visto? Porque se for realmente numa relação de estudo científico, aquilo não acredito que seja possível, se a gente imaginar que existe uma evolução, não dá pra gente também pensar que só vão a ver mocinhos, na história toda, que todo mundo só quer o bem do outro. Acho que. E até se relata-se muito isso, na essa história, que haveria, teoricamente, um encurso, uma guerra desses. dessas diferentes origens, pro desfecho do que será a humanidade aqui, o experimento que ele chama de humanidade. Agora, eu acho que a gente vai ter daqui muito pouco tempo, a oportunidade de viver o que eu imagino, duas saídas que são muito diferentes para essa história. Uma delas é o que o seu amigo Bachar fala sempre, se quiser contextualizar quem é o Bachar, mas é o Anca, né, qual é o primeiro nome dele? É o Anca. Anca recebe essa entidade alienígena, escreveu vários livros, que é o Bachar, que diz que em 2017 a gente vai ter uma exposição essa inteligência, mostrando que as nossas diferenças são muito pequenas, em relação às diferenças que a gente teria com eles. Doutor Lado tem o que o David Ick, que é o maior escritor de teorias conspiratórias, e que muitas das pessoas que ele escreveu ver se mostrando verdades, ele fala que a gente vive um sistema chamado "Problema reação solução", e que primeiro cria-se o problema, e o problema que seria, temos um ataque esta terrestre, que provavelmente é feito através de. do que eles dizem que já existe hoje, que são as chamadas navis construídas pela Lockheed Martin, pela Reyton e pelas outras empresas de defesa de militares, a partir da recuperação dessas navis, que cairam com a ingéria reverta, isso é que poderiam simular o ataque. E aí, então tem o problema, reação, um governo totalitário que tivesse que unir a todos nós e a solução justamente o cerceamento das suas liberdades individuais, e a entrega da sua vida para os governos de uma maneira definitiva que não tivesse retorno. Então, a gente talvez tenha essas duas coisas, e eu não sei se elas são excluídentes, ou se elas são complementares. Eu também não sei, não tenho ideia. Mas o que é interessante é que as especulações que podem ser verdadeiras ou só fantasias, dão conta aqui daqui uns três anos, vai ficar bem claro que nós não somos mais os. os mais inteligentes da sala. Essa é a parte mais interessante de todas. Essa é a informação que vende todos os flancos, né? Não é? Assim, já estão avisando, seja por etê, seja por tecnologia que a gente mesmo produziu, a gente já não vai ser mais inteligente da sala, já já. Nós falando de inteligência, a minha pergunta era uma só. E eu pergunto. Vocês acham que existe uma inteligência criadora por trás de tudo? Não. Essa era a pergunta que eu queria fazer. Eu queria entender o que seria a concepção deles e alguma coisa como Deus. Agora, vocês notaram como a nossa energia mudou quando a gente começou a falar desse assunto? O que eu senti? É subjetivo, mas eu me senti como se eu tivesse 12 anos falando com os amiguinhos no recreio. Assim, a gente rejuveneceu brutalmente. A gente tirou a barba de. de matuzalém e foi ficando cada vez mais jovem até ficar assim. três garotos. Então, eu tenho impressão de que se esses caras aparecerem, se se desacoberdar, vai ser maravilhoso do ponto de vista do. de um rejuvencimento para nós. Eu acho que. vai ser uma mexida no nosso tabuleiro bem interessante. Eu quase que torso para que eles se manifestem logo. Eu acho que seria um grande humildar, não seria? Seria um grande humildar. E é claro que. é aquela coisa. Parece um pouco um Deus ex-máquina, como se a gente trouxesse algum elemento externo ao jogo, na última hora, para fazer com que todo o roteiro tenha uma reviravolta. De qualquer modo, nossas dificuldades maiores continuam os mesmos, né? E com os etês também. E eu não vejo a hora de fazer a primeira terapia de casal entre um ano e um ET, vai ser espetacular. Não. Agora. O que isso poderia ter sido um cabelo? Mas a gente tá terminando o ano nesse episódio, né? Sim. Eu queria. saber de vocês o que vocês acharam desse ano de 2025. Eu achei que foi um ano energéticamente puxado, né? Eu me sinto assim, eu estou bem comigo mesmo, mas a sensação que eu tenho exatamente. sabe aquela quando você terminou um triato? Você conseguiu terminar o triato? Não. Eu não estou contundido. Tendeu? Fiz tudo ali, etc. Puts, cheguei no fim. Foi um ano, eu diria bem cheio de desafios. Tem alguma palavra que vocês estão terminando o ano com ela gritando mais alto e que vocês gostariam de. deixar ela para trás o carregá-la para não que vem? Sejam desafios, seja um. Eu posso começar, porque já que eu perguntei, prendi cubisco, não quero contar alguma coisa, eu pergunto para os outros. A minha. A minha palavra é. é confiança. Eu. enfim. confiança de uma maneira geral de todas as experiências que eu tive, esse ano que foram me levar uns limites mais diversos, o que eu experimentei ali sempre foi. confiar. ou voltar para um padrão anterior? Um bom palavra, bom palavra. Eu acho que eu vou tentar levar ela para o ano que vem com a mesma força que ela terminou esse ano. Muito boa. Eu estava pincendo alguma coisa. Eu acho que essa palavra que você trouxe com o confesso foi um resuô para mim, bastante. E. eu acho que eu tive um ano interessante, de novidades e novos aprendizados e. e também. eu acho que foi um ano que eu. aprendi uma perspectiva nova sobre mim mesmo que eu não tinha. E isso me. esses dois estão aqui. Posso terminar aqui, eles estão fazendo, estão dançando aqui, essas pessoas. que eu tive movimentos tectônicos na minha vida, que me obrigaram a ter uma perspectiva nova sobre ela. E de alguma forma. eu percebi que eu preciso aprender a desapegar. É assim, desapegar num nível mais celular, quase energético de uma identidade, de coisas de tudo, do material e do material. E eu acho que. quando você vive nesse contexto de incerteza ou de alguma certeza, qualquer que a gente vive, eu acho que aprender a desapegar é realmente algo fundamental. E eu acho que eu estou engatinhando nisso ainda, e é algo que eu gostaria de levar para dois mil e vinte e seis. Eu estava nos aqui de mãos dadas em oração praticamente, em oração, estar sendo para que você falasse. Você tem dado dica, você falou engatinha. Falou as coisas assim. De qualquer maneira, deixa eu falar a minha palavra. Eu acho que o primeiro episódio, sobre de dois mil e vinte e seis, pode ser sobre tudo isso. Perfeito. De qualquer modo, a minha palavra faz uma boa ponte. Eu estou só fazendo ponte de assuntos. Mas a minha palavra, e eu já estava com ela. A minha palavra para esse ano e para o próximo. Eu quero continuar, porque é uma palavra que está comigo, é a palavra surpresa. E aí, de respeito a tudo, não só surpresas, pessoais, mas tem que admitir que o mundo tem sido cada vez mais surpreendente para mim. Se eu olhar se anos atrás, eu não imaginava que o mundo ia para onde está indo. Na maior parte das coisas, eu estou sendo surpreendido e o que eu tenho aprendido com essa experiência que é assim. Toda vez que eu me surpreendo, toda vez que a vida me oferece uma surpresa, é aí que eu me descubro mais vivo. Então, eu estou aceitando a surpresa como a minha divindade desse momento. Então, a vida siga surpreendendo-me, porque é a surpresa que me faz viver. É isso. Isso aí, cabelo, cabelo passando, né? Cabelo, que vem a 2021. Vem a 2016 com todas as surpresas. Não é isso, não? Então, eu sei falar com vocês a respeito da incrível exposição sobre a obra do Cal Gustavion, que está acontecendo no MIS, em São Paulo, até 18 de janeiro. Ela me surpreendeu muito, porque ela apresenta todos os principais conceitos da obra e um guiana de uma maneira criativa, inmersiva, didática, mas artística ao mesmo tempo. Então, eu recomendo de mais empoder e assistir a disposição. Ela me surpreendeu além da conta, porque é muito difícil que o falar de conceitos estão obstratos de uma maneira que seja interessante para um público ou que não leus livre do Ion. E. eu acho que é a turma que fez. Essa exposição no MIS conseguiu. Eles estão todos de parabéns. Agora, acabou. Eu vou lá, então, então, não me lembrei. Porque eu vou me lembrei, lembrei, lembrei, lembrei. Estica lá, então, eu não me lembrei. Oh, yeah! [MÚSICA DE FUNDO] [MÚSICA DE FUNDO] [MÚSICA DE FUNDO] [MÚSICA DE FUNDO] [MÚSICA DE FUNDO] [crickets]
Podcast Summary
Key Points:
Discussing the importance of integrity and energy in relationships.
Exploring the concept of spiritual evolution through challenging relationships.
Reflecting on personal growth and transformation through facing discomfort.
Describing a ritual of death and rebirth for self-reflection.
Emphasizing the continuous process of internal cleaning to transform collective energies.
Summary:
The conversation delves into the significance of maintaining integrity and dealing with energies in relationships. It examines the idea of spiritual evolution through navigating challenging interactions and facing discomfort for personal growth. The discussion includes a ritual of death and rebirth as a means of self-reflection.
It highlights the ongoing process of internal cleansing to transform collective energies, suggesting that addressing discomfort and shadows is essential for personal and collective growth.
FAQs
Sim, desde que se mantenha a integridade e a busca pela verdade em suas relações.
Selecionar as energias ao nosso redor contribui para nossa evolução e bem-estar.
Fazer uma curadoria das energias próximas é essencial para nosso crescimento e autoconhecimento.
Manter uma relação com quem não tem integridade pode dificultar a busca pela verdade e evolução espiritual.
Enfrentar desconfortos e sombras nas relações nos ajuda a evoluir e transformar energias, contribuindo para a evolução espiritual.
A humildade e o enfrentamento das sombras são fundamentais para evoluir espiritualmente e transformar energias negativas.
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