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#11 · perguntas soltas, conselhos e até breve, vamos de férias!

from lá fora é que é bom

1h 7s

#11 · perguntas soltas, conselhos e até breve, vamos de férias!

O episódio do podcast "La Fora" aborda de forma detalhada a experiência de emigração para países como a Suécia e a Dinamarca, em meio a uma onda de calor que afeta toda a Europa. Os apresentadores, Sara Montes e Jana Fonse, destacam que o processo de mudança é profundamente complexo, especialmente quando não há um contrato de trabalho, pois as pessoas enfrentam altos custos, dificuldades burocráticas e o risco de ficarem sem emprego. O pacote de Relocation é apresentado como um grande auxílio, mas não garante sucesso, exigindo que os migrantes tenham contatos prévios e planejamento. O custo de vida é significativamente mais alto nas nações escandinavas, especialmente em itens básicos como leite, ovos e frutas, embora os salários sejam mais altos. O "syndrome do impostor" é um tema central, com muitos imigrantes sentindo insegurança em ambientes de trabalho estrangeiros, especialmente devido à falta de fluência linguística. Além disso, o subsídio de desemprego é explicado como um sistema dependente de contribuições mensais, com variações entre a Suécia e a Dinamarca. A cultura de trabalho é contrastada, sendo a Dinamarca mais direta e rápida, enquanto a Suécia tem um ambiente mais suave. O episódio termina com uma mensagem de esperança e de preparação, reforçando que a emigração exige coragem, planejamento e uma visão realista dos riscos envolvidos. A equipe agradece aos ouvintes por sua participação e promete uma pausa antes de retornar com uma nova temporada.

Transcription

9249 Words, 50178 Characters

Portuguese
[Música] Olá, e sejam bem-vindos a mais um episódio do La Fora que é bom? O meu nome é Sara Montes. E eu sou a Jana Fonse. Ai, amigo, estamos a morrer de calor. [Risos] Hoje estamos a morrer de calor. Estamos cozendo, por isso. Se ouvirem uma moto, uma gaivoa, uma ambulância. Perdou, antes. É magia do direto. Mas estamos a atravessar. Hoje que estamos a gravar este episódio, estamos a atravessar. A onda de calor que se tem vindo a sentir por toda Europa. -Passo assim, não é a chação? -Não. Os dias mais que antes, este fim de semana foi. Cê-la, como é que cês? Tipo. Identificado? Como o recorde de massa em temperatura. E agora, bloqueio de toalho, né? -Cê vou passar a pendulajar. -É a do calor. [Risos] Desde 1880, não sei o que, troca o passo, que eu fui o dia mais quente, sempre aqui. Tanto tem copinhaga com. -Malmo. -E depois vocês perguntam que é, mas estão 50 graus? -Não. Estão 30. -Estão 35. Mas o calor aqui sente forma muito diferente, é muito complicado. Está complicado. E, como está assim, mais complicado, nós hoje vamos ter um episódio mais chelo, mais laxado. Vai ser um Michelinia de semáticas, porque há umas mandas, nós pedimos. -As vossas perguntas. -Exatamente? As vossas questões. E, então, nós reunimos algumas delas e hoje, vamos estar a responder isso. As vossas dúvidas e as vossas questões, porque nós vamos assim. -Nas vossas? -Fofos para vocês. -Completamente. -Completamente. É tão bora lá, como está indo este "Bô-nos-epas-autos" com algumas questões que os nossos policímos ouvintes a nossa comunidade, os nossos amigos, que estão aí desse lado, nos têm feito, ao longo destas semanas, eu começava a se calhar com esta mensagem da Daniela do Arte, que nos viu pelo do Instagram, que diz o seguinte, para já, obrigada Daniela pela tua pergunta, percebi que se mudaram as duas copacotes do Relocation Professional. Exatamente. O que acontece ou como se processa em outras situações, em que o mesmo não acontece? Sim, nós já refrimmos, nós deixamos já refrimmos isto, mas se não refrimmos ainda, record straight, nós temos hoje com o pacote de Relocation, nós candidatamos ainda em Portugal para as empresas onde assaram na altura candidatosepiquei também, ela já não está trabalhando em caia, mas então nós vivimos com uma data de benefícios para além da vaga de trabalho, é o benefício de que pagam-te a vinda, arranjam-te um alojamento temporário, até encontrar -se uma casa mais fixa e uma data de apoio na parte brukrática para fazer o processo do cartão de cidadão daqui, o personal number como já falamos também, portanto acaba por ser um pacote que facilita toda a bruk�cia e custos, e custos, porque, efetivamente, se mudar de país, fazer qualquer mudança tem sempre um custo, um custo crescido, e a verdade é que, por exemplo, no meu caso, eu trouxe um contentor com muita da minha ambilha, também, eu também, a questão dos voos na altura, por exemplo, fiz o que eles chamam, uma look and see trip, que, basicamente, é uma viagem para você ver alguns dos barros de cidadã, para perceber onde é que são os cafés, onde é que são os detalhes, tem um reconnaissance, não é? Exatamente, sim, a saber qual é o seu mapa, exatamente. No caso da pergunta da Daniela, obrigado por conteste, crida a amiga, no caso da Daniela, a Daniela pergunta o que que acontece, como se processa em outras situações, em outras situações, em que não se venha com o contrato de trabalho ou com esse pacote, então, o que podem assumir é que todos os custos ficarão a voz cargos, tanto os voos para vir ao país, por exemplo, para entrevistas finais, com a questão de toda a questão brucrática, tronvo, ou seja, não para dizer que é impossível, claro que não, que seja, todas as décadas em que os portugueses e outras nacionalidades emigraram a maioria das pessoas têm que fazer tudo sozinha sem apoio, portanto não para dizer que é impossível, mas claro que se torna um pouco mais, mais complexo. Sim, sim, uma coisa que nós também queríamos referir, porque nós temos vindo a dizer que está um podcast, sem romantismo, sem filo de chamba, emigrar e não queremos de maneira estar a romantizar isto, a experiência de emigrar para lá do ninho. E queremos também, tipo, se não honesta relativamente a situação atual da Suécia, porque a Suécia também está atravessar por uma vaga de desemprego, bastante grande, por isso, se vocês sentirem essa vontade de pagar nas voces coisas e se mudarem e, depois, perceberem ou figure it out as you go, assim que se mudarem, é um pouco mais complicado, porque atualmente as regrasmos de mudar um pouco e na Suécia sem encontrar trabalho para estar legal, são, é de dado seis meses, portanto tu, assim que a terrestre tem que dizer ou gostado que está escá e que está escá apto, estás a procurar de trabalho entre os 12 meses, que fica legal para encontrar os trabalhos. E que tem que provar que tens um fundo de maneio que te permite viver esses seis meses sem precisar de trabalhar. Mas vamos dizer, vamos assumir que são, tipo, 10 mil euros na conta que te permitem viver esses seis meses sem encontrar os trabalhos. Exatamente, mas tu tens toda a razão, né? Eu concordo contigo, acho que, e recebo muitas mensagens, até de amigos de amigos que sabem que têm curiosidade e que pedem para falar comigo, e o meu conceito pessoal é sempre não vai em um sem contrato de trabalho. Isso aqui é muito mais complicado e o admírimessas pessoas que veem aí que são de vida. Figure out, as they go, eu acho que é uma mudança muito grande e é um risco muito grande, as coisas que não são baratas e é muito fácil de repente a pessoa estar um mês, dois meses, três meses, quatro meses, cinco meses, e não encontrar nada, ou não compensar o risco. Portanto, se não vierem com o contrato de trabalho, pelo menos venham já com muitos contacts apelabrados. Por exemplo, se trabalham no mundo corporativo, então eu aconselheria a que vão falando como pessoas no Linkedin, para quando vierem, por exemplo, conhecer as pessoas para um coffee chat. Se, por exemplo, vamos imaginar que vamos porque querem ser chefes de cozinha e querem trabalhar em restoração. Então, fazer já contacts com alguns restaurantes, com alguns hotéis, pedir cartas de recomendações a empresas que trabalharam antes. Ou seja, há um trabalho, acho que sim. É claro que é possível ouvir só com uma dose de coragem e de aventura, mas a sorte também se faz, não é? Portanto, se estiverem a pensar de ouvir mesmo sem nada, pelo menos, a cautela, em que tem já algumas coisas de baixo de olho, para que fique que seja mais fácil. Sim, depois dependendo de a indústria onde vocês enserem, o conhecimento básico da língua, muito, às vezes, é pedido mesmo para a restoração, tem que haver esse nível básico de suéco, porque sem isso é. Sim, na área de saúde. Sim, tem que ser, elas não aceitam sem o C1, por exemplo. Mas sim, é isso. É super possível, não tem que ser apenas com a pacote de Relocation, mas facilita, e eu posso lidar a minha opinião, acho que sem esse suporte-system tinha sido muito difícil para mim porque lá está, não tem essa coragem. Eu acho que teria vindo, não acho, eu tenho certeza que teria vindo na mesma. Teria sido um investimento, obviamente, muito maior, mas eu teria vindo na mesma, lá está, porque eu sabia que era isso que queria se cruzar, não era? Sim, sabia desde. Muito cedo. Enquanto. Não era tanto um lipo a feita, eu sabia que era o caminho que eu queria tomar para a minha vida, mas sim, é muito mais difícil, eu até vos posso dizer mais. Acontece muitas vezes, por exemplo, eu até estive a contratar, agora não último, mas para a minha equipe, pois vou contratar duas funções, e tinha, não sei, talvez, 90% das candidaturas vinham de fora da dinamarca, ou seja, de pessoas que estavam dispostas a mudar a dinamarca. E todas as vezes que eu falei com alguém, recebi muitas mensagens no link dina, perguntar mais sobre a Váguia, perguntar mais sobre todo o processo, e todas as vezes eu dizia atenção no Avery Location Packers, nós não garantimos que vamos poder ajudar na transição do país, pra que geralmente todas as pessoas diziam, não tem problema, eu faço na mesma. Claro! Talvez seja o passo número 1, é mensagem para você, se realmente querem se ir, se realmente estão a considerar a lhescaninavia e serão com o seu passo num rumo. E até que punta. que os estudos postam investir neste sonho ou nesta aventura e ter mais linhas condutoras ajudamos a perceber até que ponte a questão dos postos, por exemplo, muitos destas posições são licências de maternidade ou de paternidade. Com penso ao risco, com penso ao risco de se mudar para outro país, sabendo que dentro 11 meses ou 12 meses correm o risco de não ter contrato, ou seja, há muitas coisas para considerar. As grandes empresas colocam tudo no shides oficiais e tudo não linquedindo. Todas as preciosas não linquedindo são obrigados por ler a colocar todas as preciosas. Portanto, estão interessados em trabalhar para uma empresa com maquia, com a pandora, com malorial, com uma calzabergos, ou pensaram em empresas que têm maiores que têm sedes aqui em mal nem em copinhaga. Então, vejam os shides deles, tentemos saber como um classador e através de pessoas que lá trabalharam qual é que são as bases chalarias, tentem perceber o que é requerido um especialista versus um manager, versus um diretor e tentar ficar mais confortáveis com essa linguagem. É isso mesmo. Eu preocupo muito, eu preocupo sempre com as pessoas. Não, mas é verdade, sim, nós temos estado a seguir os nossos comentários e as mensagens e falar com muitos de vocês e ficamos quase de coração pequeno, porque não queremos, por ninguém em erro, ou em dizer ninguém em erro e que nós estamos a dar a nossa opinião, estamos a falar da nossa experiência pessoal e a minha experiência é a minha experiência única, mas também não dá pra analisar essas coisas e, pronto, queremos falar com a sociedade sobre isso. E acho muito bem. E acho que, relativamente, também, trabalho, férias, anda de malundada. E nós tivemos, nós, no último episódio, falamos de trabalho e falamos que eu tinha 30 dias de férias, essa área tinha 31, mas depois nós confundimos as pessoas, porque temos que passámos um mês em Portugal, no verão e outro mês em no Natal e afinal como é que? E a questão é que nós, um dos benefícios também que nós temos dos nossos contratos de trabalho é que temos dias para trabalhar remotamente. Por isso é que nós acabamos por fazer um 50 e 50, vamos trabalhar remotamente e para checarmos uns dias de férias, para tentar de ainda prolongar, otimizar o tempo que está. O tempo que estamos em Portugal e daí nós não estamos um mês de férias no verão. Não, não, era saber. Sereja, antes, seria. Sereja é ótimo, mas não é. Sereja, não é paradável, mas é nossa realidade. Não, em muitas vezes sim, muitas vezes vamos a portugá-lo apenas em trabalho. Especialmente, se for nisso só alguns dias acontecem. Às vezes irmos, por exemplo, uma quarta ao final do dia, voar-se tipo uma segunda à noite e acabamos por trabalhar quinta, sexta e segunda a partir de Portugal e acaba por justificar. Até porque, acho que isto é uma coisa que nós nunca comentamos, até porque, entre a suécia e Portugal, nós apanhamos o. Apanhamos, digamos a mão e apanhamos o avião. Não, nós partimos do aeroporto de Copenhagen, as duas, no caso, para Lisboa. E, parecente, que não, é uma viagem de três horas e quarenta e cinco minutos. Portanto, são quatro horas, mas a logística da aeroporta, etc. Mais a logística da porra. E, portanto, não são viagens muito rápidas. Não, é propriamente, como se vivemos em Madrid, sei lá, e que pudesse fazer Lisboa a Madrid em cinquenta minutos. Portanto, cada vez que vamos, a viagem é cansativa. Já os voos são caros, aliás. Eu lembro-me quando eu vim. Os voos costavam mais ou menos 120. 120 e 150 horas. Conte que estás a pagar agora. É praia nos exercícios. Conte que as duas de pagar? Não sei se quer dizer. Mas agora é para a Noverão. Escreou quase uns trezentos. Ah, não, então, mas até tá barato. Trezentos no Verão. No Verão, estes chegaram os trezentos. Sim, mas mesmo assim. Eu já cheguei a pagar. Quer dizer, mas eu já comprei o quê? Em dezembro? Eu já cheguei, normalmente, no Natal. Fa quatrocentos, entre quatrocentos e cincocentos. Eu sinto que o de Natal é bem mais carco do Verão. Porque eu estava em Portugal em dezembro, a meia dezembro, e comprei as viagens para julho. Sim, portanto, sim. É caro, é caro. E mesmo durante o ano já aconteceu, por exemplo, eu gostaria de tão pornográficamente caros para voar para Lisboa, que já fiz tudo o que vocês possam imaginar. Eu já voei para Faro, há um segundo caminha catinha, meu amor. E apanhei o alfa pendular para Lisboa. Já me aconteceu voar para o Porto. Fazer anoito no Porto e jantar fora. No dia a seguir, também, verde, como voar para Lisboa. Portanto, tendo a ser criativo. Exato. Mas lá está. É mais um custo que tem a considerar, né? Porque, em princípio, vão continuar a querer voltar a Portugal, vão continuar a querer ver a família, a voltar a casa. Percento que não só envolve. Sim. Só vou esperar a casa. São fácil, fácil, mil mil e 500 euros por ano. Fácilmente. Fácilmente. Fácilmente, e tá aí? Tipo, só há três vezes. Sim, isso acaba a Joana Casudor. Também quando nós abrimos a nossa caixinha de perguntas, foi uma coisa que ela perguntou, mas as empresas atribuiam o subsido de viagens para o teu país natal. E não, isso não existe. Ah, eu não sei se é para. Para você não é para viagens. Eu não sei se é para. Joana diz especificamente para viagens a Portugal. Não, mas eu calculo que é assim. Quando são viagens de trabalho, quando estás a trabalhar, veio a trabalho. Os custos são sempre assumidos pela empresa. Você não vai fazer uma viagem de trabalho apagado do teu bolso. Portanto, eu assumi que sejam viagens de. Não, não. Para o teu país natal. Não, atenção. Não, na posição nós estamos nas empresas nós estamos. Porque eu lembro, por exemplo, meu pai tinha, quando vivia fora, que tinha viagens pagas para a Portugal. Sim, ele tinha a família, e portanto. E aí eu acho que quando chegamos a um nível em que as mais boas. Acho que é um bocado isso. É o que eu ia dizer a seguir. É aqui, claro, depende da tua posição. Mas não, mas não é tão bom. O que acontece, por exemplo, e tenho uma amiga que trabalha no Parlamento Europeu. E, em que, por exemplo, tem mais dias de férias. Por exemplo, em função de viver longe. É uma forma de compensar a pessoa ter que voltar à casa. É difícil. É um brum físico. Sim, e que mais e que mais? Estás aí olhar para algo em específico. Vaba aqui a ver a questão de. A Jara pediu para eu falar um bocadinho sobre trabalhar na Dinamar. Ah, perça. O que é que tu achas que eu posso dizer a Jara, mas não ajuda. Eu acho que trabalhar na Dinamarca, ou na Suécia, eu acho que é um pouco. É bastante parecido. Mas é muito diferente. É, o que eu ia dizer agora é. Eu acho que o contexto de adultar, de trabalhar na capital do país. Portanto, toda a experiência e a cultura e escalar até tipo. O dia a dia tem uma pressão. Sim. Tem uma velocidade diferente de que este lado. Os Dinamarca se chamam muito mais direitos que os suécos. Muito mais, straightforward. Não evite tão tanto confronto como os suécos. E isso também surflete, pois na rapidez que as coisas que o trabalho se processa. Portanto, eu acho que é grande diferença. Até foi mais um nível cultural da organização, do que propriamente. Tudo o resto, né? Workline. Workline balance. Isso acaba por ser igual. A trabalhar na Dinamarca. É, tem uma marca neste momento tão que nem invoga, não é? É, tipo, a esta. É, este interesse gigantesco por Copinhaga, particularmente, sendo da capital da Dinamarca. Há também muito interesse em algumas cidades, em que há muitos anos, português, por exemplo, arrows. E quer dizer, Copinhaga, efetivamente, sempre que é uma capital. Enquanto que mal, não é uma cidade, tipo, super chill. Sim. Tem uma dimensão que nem dá pra comparar, é bastante mais pequena. Sim, mas da pásquena, a empresa, tipo, as pessoas são muito mais. Tudo elevado, um bocadinho mais chill. Em Copinhaga, tudo um bocadinho mais. Sim, é, é um pé rápido, é de capital. Isto sendo, tipo, não é que o Dinamarca existe, não é. Não é estresse, tipo, Londres ou París, mas já há um burburinho diferente de ser capital. Depois de, tipo, claramente, veso, que há muito turista, logo em tudo que é transporte e que há uma de boa capacidade, quase o oposto do que nós temos aqui em Malmo. Por isso, acho que é mais nesse. que você passa a Zapont, e ele está tipo. Eu estou, tipo, fascino, é que. É, como é isso agora? Sim, é verdade. Isso é um super. Sim. São super fascinabolas, pessoas vejam isso super bem. Os salários são mais altos, eventivamente, em Copinhaga e na Dinamarca, porque, assim, a Coruadina Marqueza é mais. Está bem-ocutada do que a Coruadina Marqueza é indexada ao Euro, e, portanto, acaba por. quando há as chilas são expositivas, com Euro, a Croodina Marqueza também, também valoriza. Mas as coisas me são muito mais caras na Dinamarca. Tipo muito mais caras do que na Suécia. Muitas coisas são o dobro na Dinamarca, a rendar a casa, por exemplo, são duas, três vezes mais do que na Suécia. E pronto, eu estou no processo de mudar para Copnhaga, que é um processo que a gente tá aqui a gerir, mas isso tudo tá assim. Nunca falso sobre isso. Eu só quero falar sobre coisas felizes agora, mas a gente tá jurindo muito mal apesar de nós estarmos literalmente, nós continuámos a estar até por 40 minutos, uma da outra. Mas pronto, hoje em dia estamos a quatro minutos. - Exato, é que é mesmo. - É mesmo, é mesmo. Mas o que eu acho, talvez dizer que as coisas são bastante mais caras, e há uma coisa que aos finos semanas, ou nós tu imensas aqui na cidade, e que vezes imenços carros de Dinamarca, porque quem tem carra na cidade passa a ponto, né? Tipo, paga a portagem. - Paga a portagem só 50 euros. Vai dar o leite, que é tipo, escandalou. É, é, é, é, é ridículo. Mas que vai fazer tipo, às vezes, tipo, se o preciso ir às bombas de um fim de semana, vai, tipo, encher o carro, até cima, porque acaba por ser compensar. - Pai, como nós queríamos ver, porque também não é um poupa da Jorge. - Então eu canto no Algarbo, não vou aia-monte, não vou aia-monte, me ter gasolina. - É igual. - Caramelis. - Mas é igual, funciona um pouco, sim. - Sim. - A relação, tipo, copinhaga, malgo. - Sim. - Ai, mas Dinamarca, tem que fazer como. Mas sim, mas tiver alguma questões específicas sobre copinhaga, escravões mensagens, tanto no Insta como no TikTok. Nós teremos todo o gosto a enxuelar a ser. - Joana? - Hmm, dime. - Asturai, eu estava a perguntar, quando é que tu vasse comprar a tua. - Estuga. - Estuga. - Esturai, eu que tu que cheio. Olha, aqui está irmã deste. Eu to cá, tu espera. E eu to cá, tu espera aí, não precisa de uma mountain cabin. Mas, eu não sei, uma pessoa ainda nem tem o apartamento cabin aqui. Eu to mais a mountain cabin. Mas não sei, sim. É uma coisa super comum. Muito como as pessoas terem a rendar, tipo, o apartamento onde estou a viver para casa, trabalho e casa. E depois compraram a sua Samarhau, Samar Cabin, ou a sua mountain cabin. Eu estou ficando em um soueste pessoal do Orzino. Eu não sou ainda essa suéca, mas. - Eu não consigo. - Eu não consigo lembram de dizer uns colegas. Tipo, geralmente estas casinhas de verão são. - Não é da turista, não é do nada, como a Jeanette tava a dizer. - Cá, por ser muito escuro, imagina. Eu não gosto de filmes de socormas, eu tenho claramente. - Não, eu sou uma ratinha da cidade. - Não. Eu sou uma ratinha da cidade, porque eu tenho pânico de ficar, tipo, numa situação dessas. E às vezes dizia-se, para vocês não têm medo. - Tá ali, para. - Se eu lá, de ser. Tipo, eu preciso fazer em mal, numa que vão passear o cano e alguém tipo, já uma palada e vos faz mal. - E eles? - O what are the odds, tipo, quase é que são as chances de alguém estar descondida atrás de uma árvore a espera que tu passeeu. - Vários? - Vários e eles. - Não, isso não acontece. - Não, mas é uma coisa, tipo, de. Nós estáramos almeçares, antares. Temos um esplanado, o mesmo no restaurante. E é tipo, né, deixo-te-la em uma avalancima da mesivão. A mala tá aberta, tipo, pendurada na cadeira. - Sim. - Os bebés, a mesma coisa. - Mas eu, eu tô sempre, tipo, caminha, uma linha em cima da meu cole. E não. Porque, como fui a maneira, como nós crescemos, é de bolha. Cuidado, tens os netos e bolha, ou até lá, uma avalancuma. - Ai, não foi. - É isso que era isso. Eu cresci, assim, a sua estressa tem essas coisas. E. A paile, eu já tive situações e que eu digo, tipo. A paile, eu cuidadas, a mala, olha que não segui. E, tipo, olha para mim, digo, "Carner, malo. " - Mas tu sabes onde é que tu estás. - Exato. Exato. Isso é assim, tipo, não há problema nenhum. A única coisa que tu está estupendo para a ocupação é quanto a bicicleta. Certificado que tu é um bom cadeado. E que está bem estacionado. E. - Isso. - Eu não ia deixar os shows muito, tipo. Por isso, essa cena de tarja sozinho numa idunada, por ele se ficam de hip-hop. - É o que é o ponto. - É por isso que eu vou falar. Eu quero estar completa, me diz lá toda a gente. É um quilôme, pô, lá de quilopô, eu não vejo ninguém. Mas isso não me chama. Não me chama. Eu acho que eu prefiro pagar nesse. E quando eu tiver esse fundo de maneio, peguei-me e compro qualquer coisa em um algar. Não é que é isso. É isso. Olha, eu tenho uma pergunta que eu já devo responder a muito tempo. Vou dar uma homeconçalha e ricas. Pois é, eu. - Pelo link dina. - É verdade. - Porque eu sou de link dina. - Ela é a sara do link dina. - É assim. - É com os dois braços. Não cruzes, não faz assim. Não, não, é assim. Tem que estar. É. É mão que tem que estar à mão. Isso. E então, com sal, eu vou ler a mensagem dele ou a parte da mensagem dele. Estou neste momento a trabalhar para Airbus. Base in Portugal. Mas com viagens regular. Há um burco imunique. Após ter estado cinco anos na Volkswagen, também é um currículo maravilhoso. Está a dizer. Não só. E uma das coisas que mais me assombrou ainda hoje é terrivel syndrome do Impostor. Se achar de um bom tema para abordar aí no podcast que estava muito viso a ouvir a falar sobre isto, vou salvar claro que sim. Claro que sim. Claro que sim. É claro que sim que abordamos. É claro que sim. Faz tudo assim. Que o syndrome do Impostor está lá fortíssimo. - É toda hora. - É toda hora. É toda hora. Eu acho que. Bem, no caso do Ikea, acho que já falamos aqui um bocadinho. Que durante algum tempo eu pessoalmente cheguei a pensar que contratavam por causa da minha personalidade e não para as capacidades que eu trazia e como eu podia contribuir para um negócio. Olha, para trás eu vejo que isso não era verdade, mas claro. Mas está tudo na tua cabeça. Sim, sim. Para acreditar aquilo que tendo isso aqui própria. Ele está a sentir mais insegura, essa altura, portanto, começa a ser. Sem dúvida. Quando eu fui para Pandora, mas eu fortíssimo o syndrome do Impostor, de tal forma que eu comecei a pensar que tinha um grande deliverable, um grande evento que tinha que entregar. E eu passava noites sem conseguir dormir e em que eu guardava a medo de não conseguir dormir, com ansiedade, de não conseguir entregar com a qualidade que eu queria. E a pensar, será que eu sou araboa no Ikea? Será que eu sou araboa, tipo, do outro lado da ponte? Será que. Quando é que será que o pessoal vai descobrir que eu sou. Será que está toda a gente a pensar? Sim, sim, sim. Que eu sou péssima. Eu acho que. Eu acho que simplesmente tem que remar contra amareitas, tem que confiar nas suas capacidades e tem que dar tempo ao tempo. Lá está o que tu acreditas é aquele que diz a ti próprio, e, portanto, tem que começar a dizer a ti próprio, e eu gota-se. Sim. E usar as técnicas e as ferramentas que te ajudem a sentir isto um bocadinho mais em control. Para mim, é, por exemplo, anotar tudo no início. Completamente. Estás a ter reuniões, vai se esquecer do nome das pessoas, vai se esquecer do que elas dizem. É tudo tão intensa, um Overwhelming, feeling de informação. Portanto, o meu conselho é ponta-tudo, escreve tudo. Chegue ao final de dia, vai se ter que trabalhar um pouquinho mais calhar do que quando já tivesse mais shuttle, porque tem que. Para mim, e eu, para me sentir em control, tenho que para além do meu trabalho, tenho que tirar algum tempo para organizar os meus pensamentos, para ter um plano a 30 dias, a 60 dias, a 90 dias. O que é que eu estou ali para entregar? Mas, sim, mas é difícil, eu acho que, quando é imigrante, ainda sente-se isso. Mil vezes mais, porque nem se quer estar as a falar na tua língua, e portanto, não é? Sim, sim. Eu lembro-me de. Quando eu comecei a trabalhar para a Ikea Global, eu estava em Portugal, mas que, né, eu que ainda tem uma vaga temporária, fiz os entrevistas, tipo os exercícios, e depois consigo ficar. Pai, eu lembro-me que. Eu sou porque tinha ficado na equipa, fui e bateu com as minhas férias, e quando eu voltasse férias começava a trabalhar, eu acho que foram férias, que tipo que estava a fazer dizer, não dormir, que tipo, "Oh, meu Deus, oh, meu Deus, oh, meu Deus!" Por ir em que, tipo, eu não sou. Não tenho este talento de todas as capacidades, todas prataram-se nesses projetos globales e nesses iniciativas, mas é tudo prosciinhos da minha cabeça. E pronta, e ainda hoje em Ikea, quando eu vim para cá, não se intentando, porque também já estava a trabalhar com a equipa remotamente, ou valiu uma segurança que não tinha a conhecer, claro, mas o resto da equipa, mais do departamento, só conheci quando caz gay, mas que foi uma coisa mais, que tinham um suporte séssimo diferente. Mas mesmo quando eu estou a candidatar por outras coisas e há sempre o diabinho no meu hombro, ou a dizer que. o que estás a fazer, não é? Eu penso que é, mas acho que é isso, quando é imigrante, é tudo. Dovidas muito mais, tipo, - Ah, é muito raiz, muito raiz e loso, muito loso, eu acho que sim. - Sim, porque eu acho que se já, se todos nós sentimos essa dúvida quando estamos no nosso país, rodeado das nossas pessoas que nos dizem a toda hora com inteligentes e maravilhose e a dayada nós somos, quando estamos no país diferente a falar numa língua, a atenção. - Obviamente, para não dizer que nós somos mega especiais, porque trabalhamos outra língua, mas por exemplo, eu achava que falava super bem inglês, obviamente a pessoa não tinha conflida e não tinha dado um salto destes, mas quando eu cheguei a IKEA, percebi que não sabia mais de coisas em inglês, porque, porque a área não é indústria, são coisas que não praticas, então, por exemplo, eu lembro-me que aqueles banquinhos compridos eu não sabia, eu achava que era tipo bench e, afinal, era stool, ou sei lá, como é que se diz, countertops, ou como é que se diz, coisas super basicas, quantás a falar em inglês no dia a dia, não, ou rínges, né, tipo as peixaduras, as dobrades das portas. Eu sei lá, eu nunca tinha precisado dizer rínges na minha vida, e de repente estou a trabalhar na maior marca de mobilidade, de coração, e de repente eu tinha toda estufocabular e a mesma coisa, quando eu vim para a pandora, eu não fazia ideia, ok, é clasp, e é elo, é logo de plated, é gold, é silver, é silver, é gold, plated, a diamonds, é currency, é tudo uma. technicality, que não conhece até começar a trabalhar na indústria, e até essas pequenas coisas te fazem sentir, claro, e siglas, siglas, né, tu estás ali na reunião, estás no grupo de trabalho, e não quero os primeiros perguntar, não quer usar a parte fraco, que é ridículo, não é tipo. nós trabalhamos em ambientes super, tipo, que são sei-fe-sepeis para tu fazer os perguntos, ao pelo menos eu, mas como tu estáis no início, que é, não queres que ninguém duvida, que final, né? Mas é que é, tu não queres que as pessoas ficam em um lugar onde tu também estás a dizer, é, tipo, que tu estás a fazer aqui? Não, nada das vezes, aí é que está ao poder, e cada vez mais, e ela não que der sãs e o aprendiz, na verdade é um super-poderto, ser novo, ou nova, numa posição, porquanto tu as novas, numa organização, ou numa posição, tu pode fazer todo tipo de perguntas, e isso faz com que as pessoas indiretamente se sintam uma que responsáveis por ti, por que estás a mostrar uma certa vulnerabilidade a fazer essas perguntas, e as pessoas querem que tu seja bem sucedido, ou seja, se há um momento para fazer todas as perguntas, é que os primeiros três meses tivessem, usa isso a teu favor, e mas vê que vai comatar um bocadinho esses sentimentos, mas gostaria que eu conheço, e sei que tu é super inteligente e super capaz, e portanto, acho que tem que pagar essa vozinha da tua cabeça. Mas sim, é verdade que há mais impostor syndrome e é verdade que tem que desenvolver um bocadinho mais técnicas para lutar contra isso, quando trabalhas e vivem no outro país, porque está fora da tua zona de conforto, à todas as níveis. E agora lembrem que nós tínhamos ficado com um ponto anotado para nós, que nós queríamos ter falado no episódio sobre trabalho, e que nos capou, porque também o tempo já estava, que era como funciona o subsídio de desemprego aqui na Suécia, e inclusive na Dinamarca, que é algo que acaba por ser diferente, e que nós queríamos mencionar. Sim, é tão contato, o subsídio de desemprego. Sim, aqui o subsídio de desemprego, que chama-se a caça, que é um seguro, e vamos dizer que é um fundo de desemprego, que cada pessoa individualmente tem que aderir e fazer uma contribuição mensal. Apesar de parecer que é um fundo que é exclusivamente privado, mas não é, é também apoiado pelo governo, pois o estado subsídia parte desses pagamentos, mas que basicamente é de fazer essa contribuição para este fundo, para caso, se perder-se o seu emprego, como é obvious, tu tem 6 meses com forma, as contribuições, a quanto tempo estás a descontar profundo, né? Não, a descontar, mas é de descontar pelo menos 12 meses, para ter direitos 10 meses. Depois de descontar dos 12 meses, são 2 anos de subsídio de desemprego, que eu acho que tem o mesmo caso em Portugal. A diferença, ela está, como a Joana já vai dizer, em Portugal, essa contribuição para a segurança social é obrigatória, e a gente nem a ver, quando recebemos não só vale o equilíbrio. Não, isso é a muita gente que não sabe que esse valor é opcional, completamente opcional, tem vários acassas por um escolher, ou seja, alguns que, por exemplo, também incluem apoio do sindicato, que é o que está aqui, exatamente, é o que tem, é o que tu tem. Há outros que não, pode escolher diferentes sindicatos também, e a contribuição, são, relembram, são 160 crores, que há de ser 15 euros. Tipo, cerca de 15 euros por mês, exatamente, e depois, perdês o seu trabalho, existe recebemos ainda todos os meses, até um teto de 38.700 crores. Que também é tachado de forma diferente do que um salário, principalmente, acabas por conseguir manter mais ou menos, não é que me mantangas o mesmo estilo de vida, se o teu salário for mais alto, mas pelo menos paga as contas e sagas, e não fica, obviamente, sem teto. Sim. Mas a dinamarca é muito diferente, no caso da dinamarca, bom, sistema é semelhante, mas a contribuição é muito maior, eu pago, você sabe? Eu pago cerca de 200 euros de 13 meses, portanto, é um bocadinho entre 60 e 70 euros por mês. E a razão pela qual a contribuição para o ACA-SA-DINAMARQUES é tão mais alta, porque as leis de laborais na dinamarca funcionam de forma muito diferente da Suécia. Enquanto que, na Suécia, existe um grande protecionismo do Goam-Pregato, não é? E, portanto, é muito difícil as empresas depois de testar-se com um contrato permanente para despedirem-te, exatamente como na Suécia, como em Portugal, como a Espanha, como nos países pais, etc., e, portanto, há poucas pessoas a precisarem do ACA-SA porque há poucas pessoas a perder o trabalho, quando tem um contrato efetivo, quando tem um contrato temporário, obviamente, é sempre o que é. Na dinamarca, tu até pode ser um contrato permanente, e mesmo assim, seja despedido. E não tem que haver, tipo, não tem que ser, como é que se costuma dizer em Portugal, tipo, em sorvência, não é, tipo, quando é. Justa causa? Justa causa, exatamente. Obrigada. Não tem que ser por justa causa. Às vezes, pode ser simplesmente porque o teu perfil já não é o certo para a presoição, pode ser, obviamente, por reorganizações internas, e, geralmente, é effecta-me ir-te-lhe, essa juadia que tem comunicado, que vai ficar sem trabalho, pega as nossas trouxinhas e vai estimar. Portanto, há muito mais gente nessas situações, nos últimos dois, três anos, despediram muita gente da Copiaga, tipo, cerca de seta, dez mil pessoas que trabalhavam em empresas grandes, como a Amérsica, como a Novo Nordes, a várias formas, pra deram seus trabalhos, e, portanto, é um sistema que, geralmente, está sobrecarregado, e, portanto, a contribuição é muito mais alta. Muito mais alta, é. E o que recebe, se fica, se, depois, realmente, ficar-se numa situação de desemprego, é tipo metade do que cebamos na Suécia, portanto, dá, literalmente, para pagar-se a renda ou a lugar comer-se, e pouco mais, portanto, é, também, para incentivar que as pessoas não fiquem naquela situação durante muito tempo e que tentem encontrar o outro trabalho, mas. Eu também tenho consideração, tu ficas de chocada quanto soubesse? Eu fico aí porque eu pensava que era funcionável com o Portugal, né, que está nos teus descontos, e, então, eu lembro de estarmos a falar sobre isso, porque eu tinha já castado, apaiá-mos dois meses, e isso, por acaso, foi algo que ninguém me tinha dito até a altura, lá está, mesmo que a gente venha com o pacote de Relocation, há coisas que ficam por ele, que ficam por ele dizer ou para esclarecer, e estamos a falar também, porque era, tipo, conhecido, conhecido que estava numa empresa, que estava em solvência, e, para antes, depois foi um clique, me saia de chatagem, com a caça, não é, porque só, ao fim dos dois meses, é que tem direito, caso alguma coisa aconteceu, por isso é logo, e eu estou falando o quê? acaso aqui? E pronto, lembram que foi, foi naquele dia que me dá na informação, foi nesse próprio dia que liguei por assim de cato e que comecei a fazer a minha contribuição, mas que foi itibolgo, que eu fiquei completamente abandonada, porque pensava mesmo que funcionava como em Portugal e que ia através dos impostos para a segurança social. Eu me empregas a avisar um longo nas primeiras, nas make no onboarding, naquelas reuniões introduutórias avisaram-me logo, mas eu, conscientemente, não me inscrevi no acaso nos primeiros dois anos, porque primeiro, eu vinha com um contrato de dois anos, portanto não estava lá, tipo, super preocupada, com ter um terribaço dos dois anos. E depois, porque eu sempre pensei que se ficasse sem trabalho, em princípio voltava para Portugal e depois de se viai daí, depois de se ir a tinha sempre meio que se emcebo, que um colchão de segurança, onde percebi, a coisa que começou a ficar mais séria, quando começou com a vida, eu comecei a perceber que a situação ia ficar instável em todo o lado e então foi quando eu me inscrevi para o acaso e depois felizmente pude migrar os anos que tinha contribuído para o acaso sueco, para o acaso de Nambarquês, portanto os dois meses começaram a contar logo quando eu fui para lá, mas existe a possibilidade de aumentar a tua contribuição para o acaso, para depois pude receber mais, existe uma que um Eddon é seguro, para que se tu, em vez de Nambarquês, pagam até 22 mil coroas de Nambarquês, podes pagar um bocadinho mais, para que fique mais de pessoalura ao salário, mas sim, é um custo, mas é uma realidade, especialmente, sim, sim, tem uma casa, se tem um custo fixo, como um ao lugar de uma casa ou um empréstimo, empréstimo ou dano, tem os mesmos mesmo, mesmo que tem, sim, e eu concordo com diga também, tipo, foi logo uma primeira impacto, era de gênero, pá, me show para dar o trabalho, não vou ativar o volta para Portugal, mas depois comecei nesse próprio lidi e fui pesquisar, uma pessoa vai para a Reddit e eu fiquei do gênero, mas vale a cautelar, porque se eventualmente esta situação acontecer, mais vale, pelo menos, ter a receber o bola que tem direito para descontar e não ficar completamente descalça e para Portugal, pois comecei a fazer, bocadinha, olha, este foi o valor da vinda de Portugal passo-a-se, agora se eu quiser levar as minhas coisas todas, quando é que eu vou precisar, quando é que você quer, então depois acabei por me iscrever, e essa coisa aqui no escandinavia que existe é percauça, exatamente, uma das perguntas, para finalizar, é isso que as nossas perguntas, até porque dependendo de como já tiver tempo ainda gostava de ir ao nosso aquário, deixa-la ver, deixa-la ver, deixa-la ver, deixa-la ver, deixa-la ver, deixa-la ver, deixa-la ver, deixa-la ver, deixa-la ver, quando eu tive uma pergunta que fizeram, nos foi colocada, de várias formas e feitios, pelo longo das várias semanas, em que lançamos os nossos podcasts ou os nossos episódios, foi o custo-vida, nós falamos aqui no episódio, falamos sobre sobras salários e sobre o custo-vida no geral, falamos, os rendas, as rendas, etc, sobre aquilo que podem esperar, mas hoje vamos finalmente fazer uma comparação muito específica de alguns produtos que são considerados parte do cabaz, básico, e que são utilizados por várias organizações, para medir qual o real custo-vida e o poder de compra de cada país, então, para começar, existe um indísquio ador que, provavelmente, todos já viram falar, que é o indísse Big Mac, que é literalmente aquilo que diz que é quanto é custo um Big Mac nos diferentes países, e, portanto, já negá-seis de Big Mac, e sim, não é o hambúrguer que eu vou, eu sou muito básico, eu vou por real de Alexa, mas eu preciso de um hambúrguer de Alexa, na caso, mas adoro Big Mac e vou te dizer, entra em a página da McDonald's Portugal, para ver quanto é o Big Mac, e vim que agora temos Mac Bifana e Mac para com ovo, tu sabias? Não, prego com o ovo, prego com ovo, também, e a minha capacidade, ou o profissional, começa a liga pensar como é que tu estás a fritar ovos no McDonald's. Eu sou mãe, filho do que eu sei, meus prédios. Então, Big Mac Portugal, Big Mac em Portugal custa 6,5 euros, o menu, e na suécia, o menu Big Mac é chamado de Big Mac and Call, e custa 11 crores, suécas ou 10 euros. Ok. Então, tem uma diferença de 3 euros e mais, faz de 30%, 35%? Pusermos o salário, acho que faz sentido, mas se depois quisermos ver aqui outros exemplos mais específicos, e acho que a matemática já não foi tão. Sim, então, eu fui ao site do shop e ao site do continente. Joana, diz-nos aí, quanto é que é, por exemplo, um litro de leite meio gordo? Eu fico escada, desculpa, é tipo, eu pensava que era. Nós já tínhamos falado que quando tivemos a Portugal, não sentimos que as coisas cumpras, supermocados, estejam assim, seja muito mais barato em Portugal do que a suécia, mas, olhando para esses presos para esta tabela, é um pouco preocupante. Então, em Portugal, um litro de leite, são 90 centímetros e na suécia é 1,20 euros. Verdade. E, por exemplo, uma doze de orvas que houve uma altura que na suécia estava caríssimo, ou numa carize muito, muito grande, aliás, por todo o país, foi a questão de, não sei se lembram do Estados Unidos, das Estados Unidos, claro. E em que o Estados Unidos começou a vi buscar ovos à Alemanha, e então isso meio que mexeu com a produção de ovos por toda a suécia, por toda a Europa, os ovos na suécia chegaram a custar tipo 7 euros, uma doze. Neste momento, uma doze de ovos na suécia custam 4 euros e 20, e são ovos de galinhas criadas ao ar livre, que é assim, eu comigo Beck, mas poderem comer ovos de galinhas ao ar livre. A vida é feita de balanças. 4 euros e 20, uma doze de ovos. Joana, e em Portugal. 4 euros e 59. Apah, isto é pronto? Ok, está certo. E depois há coisas quinhentes. Que me desco bem. E com razão. E com razão. Por exemplo, um quilo de cenouras, em Portugal custa 1,20 euros. E na suécia 1,80 euros. Pronto. Há uma pasta de dentes, tipo 2 euros e 15, em Portugal e 1,80 euros na suécia. Amém. Ami, exace isso. Quisei procurando tudo que seja um tipo de artigos de gênero. Geralmente são mais caros em Portugal do que na suécia. Não, uma coisa que não. Mas isso. Eu acho que já te comentou isto fora do podcast, ó. E aí, tipo, eu, quando o pai eu lembro de ir a opini doce. Já não tinha champa em casa de meus pais e desodorizantes. O pai eu trouxe champa de desodorizantes, um nascedor. Acho que foi uma cena assim. E tipo, paguei quase 6 euros. E trouxe uma caixinha de morangos. E eu lembro de estar ali. E eu olhar se tinha passado duas unidades. Estaram na maquinita e eu estava tipo. Paguei choquei em casa e disse. Amém. Desculpa lá. Eu paguei quase de 6 euros por isto. Estou a brincar comigo. Fique escada. Não, é corrasão. É corrasão para isto. Ou seja, estamos a ver, por exemplo, que o índice Big Mac não é uma diferença de 35%, o que bate certo para o nível de vida é meio e do salário. São 30. Peles anos, 30 à 40% mais altos que é em Portugal, porque faz sentido que Big Mac seja 30% mais caro. Mas depois, esta lista que gostamos aqui a dizer, nada é 30% mais caro na suécia do que é em Portugal. Não, seja, os valores estão altíssimos em Portugal em comparação com os salários que a maioria de estes oferem. Onde se nota mais a diferença, efectivamente, na carne, no peixe. Eu trouxe aqui esta referência de um quilo de peitos de frango, que em Portugal está 6 euros e 49, pelo menos é continente. E que na suécia é 8 euros e 10. Estou de nota 1. Sim. Não é a diferença, mas a jou que estou fazendo é 30% do salário, acompanha também este valor. Portanto, este valor no sitio, no adro, não me choque tanto como o litro de leite, que é uma coisa super básica. Basica, báida. Tem que ser basicamente. Por exemplo, estamos na altura dela, eu trouxe aqui uma fruta de época, uma meloa galha, em Portugal, no continente, neste momento, está 2,00 e 49 o quilo, e na suécia está a 3,00 e 60, sendo que a suécia, claramente, tem que importar tudo o que é, produtos mais isoticos. E até menos isoticos, assim, por exemplo, não tem laranjas, nem nada disso, ali moais, não tem nada? Ou seja, 99% da fruta da a sua écia, ser mirtilos, etc., temporais, vermelhos que são geralmente criados em estufa, ou plantados em estufas, fora isso é tudo importado, ou seja, se vocês acrescentarem este valor, a taxa de importação não é assim tão caro, uma coisa por acaso, tu tivessem Portugal à mente, tempo do que eu, o contacto ao cafézinho, o café é um, que eu faz para isso, um euro e meio pai, é, né? Só deve ser o acontecido que eu estava tipo a 70 centímeros, um café esprece na sua écia, neste momento custa 3,25 euros e um euro e meio em bairro, não é assim, não é tipo, num café e a frente eu do mar, exato, na sua écia está 3,25 euros, chutebe told, eles não bebem café esprevesse, portanto eles acabam, também acabam de ser mais caro porque eles também não consomem tanto, mas geralmente não pagas menos de 4 euros por um café, é caro, seja caputino, mínimo, na dira marca não pagas menos de 5 euros, seja café, como é que elas dizem? É o de café, é o de café, seja um láter, etc, etc, o café é efetivamente mais caro que caro, depois eu também comparaí os bilhete da tocar, e a dira são claro aqui de mal, não é isto como pode ser que sejam mais caros, mas uma um bilhete da tocar que geralmente é vale durante 2 horas, portanto durante aquelas 2 horas pode fazer várias viagens de da tocar com o mesmo bilhete, neste momento está a custar 2,0 e 89, aqui na sua écia, aqui é em mal, não é assim, é em mal e um bilhete a tocar em Lisboa, coca-ris, custa entre 1 euro e 90 e 2,0 e 30, dependendo do trajeto, é mais caro, por exemplo, de elétrico, acho que andou-os, portanto na verdade é uma diferença de 50 centímbos, eu disse só criar notícias boas neste ponto, não, é difícil de ser, o que as notícias boas? Eu quero, eu tenho notícias boas, eu tenho notícias boas que envolvem o IKEA, o nosso grande e única mor, ok, no meu caso, a parco a pã-mora, você tem um crescimento muito grande, eu tenho impressão grande, eu tenho impressão grande, então, outro dos índices que algumas organizações também utilizam para saber o custo-vida é aquilo que eles chamam o índice Billy, que é a famosa bookcase, a stante de livros iconic do IKEA, então, no site de IKEA, Suécia, Billy Bookcase, o tamanho mais pequeno, porque há vários tamanhos, o tamanho standard custa 63 euros e em Portugal, Drumrolls, em Portugal custa 55 euros, por tanto, a boa notícia de hoje é "vão" e "queá", porque "queá" vai manter os preços, os preços justos e inivlados ao custo-divida, é isso mesmo, um beijinho e que é a Portugal, um beijinho Portugal, um beijinho Portugal, que depois de aquilo que nós andamos à Suécia foi com o mundial, é mesmo um beijinho Portugal, não, olha isso, olha, eu disse que era só coisas flisas, não, não, não está conseguindo, não está conseguindo, não está conseguindo. Então, vamos como nós estamos? vamos lá, temos tempo para um, vamos lá, temos aqui o nosso aquário, e o que temos o nosso aquário, isso que ela já sei? Olha, não, não sei, o "snuz", olha, é um bom, então, o que é que é o "snuz"? "snuz" são umas nicotin pouchas, umas almofadinhas de nicotina, que os suécos consomem muito, non stop. Então, os suécos, é muito raro ver os suécos, e hoje, na Marquês, afomar cigarros, isso, isso, afomar cigarros, é muito, as taxas de penetração, do tabaco tradicional e dos cigarros, é muito mais baixo, eu sei porque os reis, não é uma estrada, é muito mais baixo do que na maioria dos países europeus, mas isso não é para dizer que eles não têm, têm também uma questão com a nicotina, e neste caso, são nicotin pouchas, e hoje, colocam por cima dos dentes, é, na gêngiva, ficam aqui lá na gêngiva, e que vai libertando nicotina, ao longo do tempo, que é que ele sabe, e solver, que geralmente aqui, maior, maior e mais, então, é, é, é, é no jeito, é no jeito, é assim, fumar também, bastante mal, mas é mais o que, como é, você não consegue perceber que uma pessoa tem um sinuso no lado, mas a mesma parte das pessoas metem até, até, tipo, ficar mais para trás dos lados, que aí é que fica mesmo, indetetável, e aí, é do gênero, já estamos, tipo, põe, já, isso já aconteceu em reuniões, ó, tipo, estamos no office, open space, e depois, aquilo vem assim em umas caixinhas verdondas, e tem, tá dividido em duas partes, o lixo, é o lixo, e onde estão as vozes, é do ativo, o pessoal abre a caixinha, e depois, tipo, o vul, regurgita, lá para, tipo, a usada lá para dentro, e, e as vezes estão a falar contigo, e, então, então, então, então, então, não ter um, não ter um, não ter uma nova para, mas o sinuso está a ter um boom gigantesco, que, se eu já vi, havendo esse nosem Portugal, sempre não ter fuma dor para vocês, né, portanto, é super descreto, tu pode des, tu pode des, nem sei como é que se escolher o verbo que se utiliza para os nosar, se nos não faça ideia, tu pode des, pode desculcar o nosem, em qualquer lugar, pode estar a trabalhar, nos transportes, etc., ou contrário, por exemplo, das, das restrições que existem no que toca o aicos, ou o tabaco que tira, ou chegar restricionais, portanto, está a cheirar existem imediatos e sabores, etc., não se desmanar a nenhuma, em sentido, ou com o sumo de sinusanos, por contrário, nem os esmerfumamos nem nada, nada, mas eu, é muito, pai, muito, jicando e não, é muito, porque no chão, veja as várias manchinhas brancas, e pensas que são pastilhas, mas não são, não são, é o papel do fico, se se denunce, é ilugente, é super forte, a concentração de nicotínano se nos é maior do que nos sigar, então, eu experimentei uma vez, tipo, só para ver, tipo, e aquilo é fortíssimo, fico com 2 de cabeça e mal desposto, não quero, até porque a gingiva, claro, com as, a menora, como absorve, a nicotínano acaba por ser muito mais rápida, do que quando, tanto que eles, agora, já estão a introduzir algumas marcas, têm fotografias, tipo, como ali, no tabaco, das causas do sinus, porque uso, O uso chasivo, porque como é uma coisa que não é visível, socialmente tu pode usar, é abusar que não dá conta, não dá conta, não dá conta de quando você é que você está se consumindo por dia. E eu já vi mais de muito creepy, mas, mas sim, depois há, tipo, tens lojas que só vinem, que são as paredes recheadas, depois há os chabores, e depois há os doze, e depois. É a tabacaria, né? Só tabacaria. Mas depois é, mas é a tabacaria só de cenoso, não é tipo de tabacaria, tenho um estudo tipo tabaco, não. Não, não, não, só de cenoso. Só temos cenoso. Eu vou ficar aqui, acho que é curiosidade. Olha, eu tive visto o preço do cenoso. Eu posso ser bem rápido. Ve, ve, ve muito rápido. É que eu posso dizer aos nossos queridos e caros ouvintes, que quisermos fazer este episódio também como um pré-ferias, porque se lancisam está aqui, vocês vão de ferias, nós vamos de ferias. Por isso, este podcast que nos é tão querido, espero que vocês já tão criem também vocês. Estamos ao Dráximeres, voces que mentalem as voces mensagens, aquece-nos o coração, de que estamos a fazer companhia agora todas as semanas, e pronto, espero que fiquem com os soldados nossas, porque vamos ter uma pequena pausa, e depois quando for a reentrer, estamos aí com vozco para mais uma temporada de lá fora, que é bom, né? O cenoso custa três horas, tudo que a Joana disse está certíssimo, vamos ter muita saudade dos voces, para termos estado, nós adoramos com vozco, adoramos estar contigo. Atime é adorar estar contigo. Foi uma aventura, tipo, incrível, e obrigada por meter-nos com a vida de ser sua parte, né? Obrigada a vocês, a minha parte, né, obrigada por ser-nos a grande. Tu e o Leon, seriam os grandes, as grandes forças. Beijinho a nossa pintura, o produtor direto-creativo, vocês foram grande, força muito três dias, três dias e episódios, e vamos ver o que é que o futuro nos reserva. Tem muitas ideias, por isso ficam por aí, sigam-nos nos reedes, que nós vamos quando a gente for para voltar, vai ser em grande, e vocês vão ser os primers a saber. Beijinho a gente! Beijinho nos reirou! (upbeat music)

Podcast Summary

Key Points:

  1. O calor extremo que está a afetar a Europa está a tornar a vida difícil, e a experiência de migrar é ainda mais complexa devido ao risco de não encontrar emprego.
  2. O pacote de Relocation oferece benefícios como custos de viagem, alojamento temporário e apoio burocrático, mas não é garantia de sucesso se não houver um contrato de trabalho.
  3. Muitas pessoas que mudam sem contrato enfrentam dificuldades financeiras e burocráticas, e é crucial ter contatos prévios no país de destino para aumentar as chances de sucesso.
  4. O custo de vida é significativamente mais alto na Suécia e Dinamarca do que no Portugal, especialmente em itens básicos como leite, ovos e frutas, embora o salário seja mais alto.
  5. O "syndrome do impostor" é comum entre imigrantes, gerando inseguranças em ambientes de trabalho estrangeiros, onde a falta de fluência linguística e a vulnerabilidade aumentam a ansiedade.
  6. O subsídio de desemprego na Suécia é baseado em contribuições mensais, com direitos de 10 meses após 12 meses de contribuição, sendo mais alto na Dinamarca devido ao sistema mais rígido de despedidas.
  7. A cultura de trabalho na Dinamarca é mais direta e rápida do que na Suécia, com diferenças culturais marcantes entre a velocidade de decisão e o ambiente de trabalho.
  8. O podcast ressalta a importância de preparação, cautela e planeamento antes de migrar, especialmente em áreas onde o risco de desemprego é alto e a burocracia é complexa.

Summary:

O episódio do podcast "La Fora" aborda de forma detalhada a experiência de emigração para países como a Suécia e a Dinamarca, em meio a uma onda de calor que afeta toda a Europa. Os apresentadores, Sara Montes e Jana Fonse, destacam que o processo de mudança é profundamente complexo, especialmente quando não há um contrato de trabalho, pois as pessoas enfrentam altos custos, dificuldades burocráticas e o risco de ficarem sem emprego. O pacote de Relocation é apresentado como um grande auxílio, mas não garante sucesso, exigindo que os migrantes tenham contatos prévios e planejamento.

O custo de vida é significativamente mais alto nas nações escandinavas, especialmente em itens básicos como leite, ovos e frutas, embora os salários sejam mais altos. O "syndrome do impostor" é um tema central, com muitos imigrantes sentindo insegurança em ambientes de trabalho estrangeiros, especialmente devido à falta de fluência linguística. Além disso, o subsídio de desemprego é explicado como um sistema dependente de contribuições mensais, com variações entre a Suécia e a Dinamarca.

A cultura de trabalho é contrastada, sendo a Dinamarca mais direta e rápida, enquanto a Suécia tem um ambiente mais suave. O episódio termina com uma mensagem de esperança e de preparação, reforçando que a emigração exige coragem, planejamento e uma visão realista dos riscos envolvidos. A equipe agradece aos ouvintes por sua participação e promete uma pausa antes de retornar com uma nova temporada.

FAQs

O pacote de Relocation ajuda a facilitar a mudança para outro país, oferecendo apoio para a viagem, alojamento temporário e assistência na obtenção do cartão de cidadão. Também paga os custos de viagem e ajuda a navegar pela burocracia.

Sim, é possível, mas torna-se mais complexo e arriscado. Sem contrato, todos os custos ficam a cargo do indivíduo, e a maioria das pessoas precisa fazer tudo sozinha, sem apoio burocrático ou financeiro.

Na Suécia, há direito a 6 meses de subsídio de desemprego se tiverem contribuído por pelo menos 12 meses. Na Dinamarca, o tempo é semelhante, mas a contribuição é mais alta, e o subsídio é metade do que na Suécia.

Sim, em geral, o custo da vida em Portugal é significativamente mais baixo do que na Suécia, especialmente em itens básicos como leite, ovos e frutas, embora o preço de alimentos como peito de frango seja mais elevado.

O syndrome do impostor é comum entre imigrantes, pois sentem insegurança em ambientes estranhos e em línguas desconhecidas, o que pode levar a ansiedade e dúvidas sobre suas capacidades, mesmo que sejam altamente qualificadas.

O custo é mais alto na Dinamarca devido ao sistema de segurança social mais robusto e ao nível de contribuição elevado, que é obrigatório e mais elevado em comparação com a Suécia.

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