#108 Estudando O Livro dos Médiuns - Evocações - parte 3
60m 51s
O Podcast "Estudando o Livro dos Médiuns" aborda a evocação de espíritos, destacando a importância de fazê-lo com seriedade e responsabilidade, conforme discutido por Allan Kardec. Evocar espíritos deve ser feito com propósitos instrutivos e benéficos, sem cair na curiosidade ou uso inadequado. Kardec alerta sobre evocar espíritos maus, pois pode resultar em consequências negativas, como a criação de pactos prejudiciais. A ascendência moral é fundamental na evocação, pois espíritos superiores têm o poder de dominar os inferiores. A reunião mediúnica deve ser realizada com propósitos claros e voltados para o aprendizado e a assistência espiritual, atraindo espíritos benevolentes. Kardec enfatiza a importância de buscar a melhoria pessoal, a prática da caridade e a conexão com espíritos elevados para garantir a qualidade e eficácia das evocações mediúnicas.
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5296 Words, 31746 Characters
Você está ouvindo o Podcast estudando o Livro dos Médios, um estudo sequencial da obra e o Livro dos Médios de Allan Kardec, convertidos para você que curte podcastes e produções em alto. Essa é a nossa forma de transmitir, esperança, conhecimento e alegria. Olá, começando o programa de número 108 da série "Estudando o Livro dos Médios" aqui pela FABTV. Nós estamos no capítulo 25 da segunda parte de o Livro dos Médios, o capítulo intitulado por Kardec evocações, este é o terceiro programa sobre este capítulo. Evocar é desejar. A questão é o que desejamos quando lidamos com espíritos, seja na reunião mediúnica ou na vida comum é importante reconhecer que nunca estamos sozinhos e a nossa mente qual poderosa antena é capaz de pelo pensamento persistente e insistente a drair para junto de nós aqueles que desejamos. Seu entidade angélica, ela se fará do nosso lado, representada por bem-feitores espirituais pelo nosso anjo de guarda, ou mesma distância, nesta antena imaginária que o nosso pensamento poderá captar as vibrações sublimadas dos elevados espíritos que bfejam sobre a humanidade, o hálito do amor e da caridade, mas como estamos na senda evolutiva, em neste caso, é muito mais fácil conectar-nos com aqueles que nos são próximos, com aqueles que nos são afins, afetos, ligados a nós por vínculos do ódio, da cobiça ou do amor desequilibrado, ação a conviver em nossa atmosfera mental, evocados pelo pensamento contínuo que estabelecemos. No livro nos domínios da Mediunidade, capítulo 21, o capítulo intitulado Mediunidade no leito de morte, andra-nos traz um fato muito comum, extremamente sério, no que se refere às evocações que fazemos no dia a dia, nos desejos que alimentamos continuamente, pensamos em evocações de espíritos, quando estamos em reunião mediúnica, esta é uma fase das evocações. Talvez a mínima, porque em reunião mediúnica estamos poucas horas na semana, mora e meia duas, então ali amparados pelos espíritos superiores, as nossas súplicas poderão ser ou não atendidas, o entanto fora do centro espírita, dentro de casa, no nosso trabalho, estamos também evocando, porque como disse, evocar é atrair, é criar um campo magnético daquele que deseja e o objeto desejado, entre a alma que deseja e a alma que é atraída. É isto que fala André Luís de uma mãe, que no leito de morte atraia insistentemente o filho, pelo pensamento, evocando ou continuamente, nada André Luís. O limpio, o rapaz assassinado no outro tempo, juntia-se a ela a maneira de planta parasitária, asfixiando um arbusto raquítico. Nossa amiga explicou o assistente, em sua doce da afetividade, supõe no filho um gênio guardião, quando a realidade é que o infeliz se deixou dominar mesmo depois de perder o veículo carnal pelo vício da Embriaguez. Alcola, a treinpenitente, cair o antio revolver de um companheiro tão desvairado quanto ele mesmo numa noite de insânea, desligado da carne e já intensamente minado pelo delírio entre mens, não teve forças para mentalizar a recuperação que ele é imprescindível e prosseguiu em companhia daqueles que ele pudessem facultar, o prolongamento dos excessos em que se comprar. Evocado com tudo pela insistência materna, veio parar neste quarto onde se encontra enleado pelas requisições da irmã Elisa. Acontece-lo em tanto que é insilibertando gradualmente do vaso físico. Nossa irmã, transfere o campo emotivo do círculo da carne para a espera do espírito, passando compulsóiamente a sofrer o influxo pernicioso da entidade que ela própria trouxe para junto de si usando a vontade e o pensamento. Na posição em que se colocam são ambos assim por força das circunstâncias, doas mentes sintonizadas na mesma faixa de impressões, porque em fraquecida qual se encontra, a enferma se submete facilmente ao domínio do rapaz, cujo pavor e cujo desequilíbrio se transfundem na alma submissa e afetuosa. Nós devemos orar pelos nossos afetos. Nós devemos lembrar-lo, lembrar-lhes em momentos de felicidade desejando-les a paz, mas não exigir, não evocar. O pranto da saudade é licitue em todos os recantos, mas o pranto da revolta, do apego, do desespero, daquele que cobra, da insistência, eima poderoso, que poderá causar grande desequilíbrio, exatamente naquele que nós desejamos ou melhor. Por isso, é que nós precisamos disciplinar a nossa mente para perceber quem estamos evocando. No caso aqui, embora a situação, ou a condição existencial de mãe e de filho, a realidade não liestirava a condição de almas referiores, que passaram a estabelecer um processo obsessivo, mutou, a mãe, pelo desejo insistente de ter o filho ao seu lado, não reconhecendo nele a alma, frágil e necessitada de
�ação, estabeleceu um processo obsessivo, vampirizava o filho atraindo para a junho de si. E ele, por sua vez, atrapalhado pelas próprias condições viciosas, que levou para a lentúmulo ao cola atra na vida física, continuou ao cola atra na vida espiritual, porque a sua condição psíquica não lhe permitiu alçar voos mais altos. E a mãe ao invés de orar, ajudando o filho para que ele encontra-se forças na vida nova, foi ela própria, quem, pela insistência, o atraia. E ele ligado a entidades das sombras ao lado da mãe, era também um obsessor vampirizando as energias prajos da mãe, porque toda a obsessão é um processo bilateral. Toda a obsessão nasce de uma evocação, exigir a presença de um afeto, de um parente, aquele que se foi, é estabelecer muitos dias de exequilibrio. Então, o capítulo "Evocações de Allan Kardec" trascende em muitos umbrais de uma reunião mediúnica. Estabelece uma orientação para a vida, evocar para Allan Kardec, é conectar-se com as almas de outro plano. Mas, como ele mesmo demonstrará, a persistência de nosso pensamento vai criar uma intimidade que facilitará a nossa comunicação com o ente evocado. E, muitas vezes, as nossas exigências infantis acabam por estabelecer climas obsessivos. Porque, quando nos abrimos para a exigência das evocações, nos abrimos também para a possibilidade das miscificações. E é exatamente isso que a Allan Kardec trata no item 276 de o livro dos médios. Diz o em mente codificador, precisamos ainda levar em conta a facilidade que deve resultar do hábito de comunicação, com tal ou qual o Espírito. Esta frase mostra que essa facilidade de comunicação ou hábito decorre de um pensamento persistente, insistente, magnéticamente criado. Lembramos que, quando falamos em campo magnético criado a capaz de atrair, estamos falando da faculdade mediúnica inerente a todos nós. A nossa faculdade mediúnica é que permite a evocação como ima capaz de atrair. Então, vamos encontrar um campo de facilidade sim, na medida em que a gente estabelece um hábito de comunicação. O caso que na rei em uma comunicação telepática evocamos, não nos iludamos muito mais tempo fora de sessão mediúnica do que dentro dela. Aliás, dentro das sessões mediúnicas sérias, estamos sob o amparo de altas entidades que misericordiosamente vem nos auxiliar. Mas dentro de casa, estamos por nossa conta e responsabilidade. E aí, que no cotidiano a nossa faculdade mediúnica transcende para comandar os nossos destinos e continua o codificador. Qual tempo? O Espírito estranho, um Espírito qualquer. Se identifica com o médium e também com aquele que o chama. Posta de lado a questão da simpatia estabelece entre eles, relações fluídicas que tornam mais rápidas as comunicações. Aqui Kardec fala da ligação psíquica entre encarnado e desencarnado. Andra Luís chama de circuito mediúnico. Então, na medida em que você vai alimentando esses pensamentos repetitivos com certa categoria de entidade, vai ficando mais intenso. O mais fácil aqui pode representar o mais perigoso. Porque de repente se torna um hábito e a pessoa não consegue mais sair desse ciclo vicioso de pensamento. E então, que um passa a obsidiar o outro. Quando se leixe capítulo, tense a impressão pelos exemplos que Kardec dá e pela forma que ele trata de matéria, que ele está falando só de reunião mediúnica, mas não é. Seria minimalista de nossa parte pensar que o codificador, com a visão ampla da existência e da vida, reduziria o exercício da faculdade mediúnica para a sala de seção. Mas ele dá em números exemplos da seção, é porque ele era um pesquisador. Ele mostra um ambiente de pesquisa, o seu laboratório, mas evidencia as consequências. Por isso, no livro dos médios, se estuda palavra por palavra, se lei medita-se, repete a leitura, reflete-se um pouco mais, busca-se subsídios em outros autores para foco marcos numa ideia de conjunto mais clara. Porque é a grosso modo, quando se falem evocação, pensa-se em reunião mediúnica. É simplificar demais a matéria, porque a questão da evocação elepsíquica, e não importa o ambiente. Essas relações fluídicas que vamos construindo podem se tornar algemas para nós ou asas de libertação, continuo codificador, é por isso que a primeira entrevista, ou seja, o primeiro contato que nós temos com espírito, nem sempre é tão satisfatório como seria de desejar, e é também por isso que os próprios espíritos pedem frequentemente que os chamem de novo. Aqui está dando exemplos exatamente a reunião mediúnica, que era o que ele fazia, quando ele percebeu que, numa primeira comunicação, o médio tinha dificuldade de sintonia com um espírito com quem ele não tinha o hábito de conviver. Era a primeira manifestação de uma entidade, Kardec observou que havia uma dificuldade nas respostas, mas que é o passar das sessões. Aquele entidade, voltando, ficava mais fácil. O que nós vamos aprender com André Luís, como é o filómeno de Mirando e outros grandes pesquisadores do mundo espiritual, é que entre uma comunicação, a primeira, como os diz Kardec, e as outras as subsequentes, o comunicante passa a conviver com o médio para facilitar a manifestação mediúnica. Por isso aqui Kardec fala que as relações fluídicas vão tornando mais rápidas as comunicações, porque o espírito passa a conviver com o médio. E aí eu preciso recordar o que já citei aqui diversas vezes o exemplo de André Luís e Chico Xavier. André Luís frequentou a sessão mediúnica de Chico Xavier por 700 vezes, antes de transmitir a primeira mensagem, é exatamente o que explica que o codificador era preciso que se estabelecessem relações fluídicas seguras e sólidas, estamos falando de duas entidades luminárias, Chico Xavier e André Luís. Então, o primeiro contato, isso Kardec exemplificando a condição de pesquisa, as respostas não eram tão claras rápidas e depois era por quê? Pela consciência, porque o espírito convivendo com o médio intensifica a cintonia. Continua o codificador, o espírito que vem, habitualmente, está como em sua casa, olha a imagem que ele crida, fica familiarizado com os ouvintes e terpretes. Fala e age com mais liberdade. Por isso é que eu disse, quem estamos evocando? Quais espíritos que vem habitualmente para nossa convivência e ficam do nosso lado como se estivessem sua casa? Então, quando ele diz aqui que fala e age com mais liberdade, se for um espírito inferior, essa liberdade colocada aqui representa domínio mental de um sobre o outro ou reciprocamente e tem 277. Em resumo do que estamos de dizer, pode se concluir que a faculdade de evocar, e aí eu vou fazer um parêntese aqui, faculdade de evocar e a possibilidade de evocar, mas também é um aspecto da faculdade medionica, a possibilidade de evocação. Repito, a faculdade de evocar todo e qualquer espírito não implica para este a obrigação de estar a nossa disposição, e ele pode vir em certa ocasião e não comparecerem outra como um médio, desculpe, com um médio ou um evocador que ele agrade e não com o outro, que pode dizer o que quiser sem ser constrangido a dizer o que não queira, que pode ir embora quando vem entender. Enfim, que por causas dependentes ou não da nossa vontade, pode de repente deixar de vir, mesmo depois de se haver mostrado acido durante algum tempo. Ou seja, nós podemos, temos a possibilidade, temos a faculdade de evocar, porque somos médios todos nós, mas isso não implica que o espírito vá nos obedecer, que ele estará sujeito a nossa vontade, porque ele poderá estar ou não presente, isso decorre de ser o desencarnado, uma alma livre. Agora, se criar um campo magnético obsessivo, aí ele não se afasta, porque ele ficou familiarizado e o ambiente leatrai. Continua o codificador, é em razão de todos esses motivos, que quando se desejar, chamar o espírito que ainda não se apresentou, é necessário perguntar ao seu guia protetor, se há evocação, é possível. Em caso da um seja, ele geralmente dá os motivos, sendo então inútil insistir. Se houver a insistência, emendo aqui o comentário, poderá vir um mistificador e ter 278 de um livro dos médios. Uma questão importante se apresenta aqui, a de saber se há ou não, inconveniente em evocar espíritos maus. Então, a evocação é livre, continua o codificador, e isso depende do fim que se tenha em vista e da assistência que se possa exercer, desculpe, vou repetir para ficar mais claro. Isso depende do fim que se tenha em vista e da ascendência que se possa exercer sobre eles. Não há inconveniente, quando são chamados com um fim sério, instrutivo, e tendo em vista melhorados. Ao contrário, o inconveniente é muito grande, quando se faz a evocação por simples curiosidade, ou por divertimento, ou ainda, quando quem os chama, se põe na dependência deles, pedindo-lhes um serviço qualquer. Os espíritos bons neste caso podem muito bem lhes dar o poder de fazerem o que lhes é pedido, sobre o risco de ser punido severamente mais tarde. O imprudente que usou e invocaram auxílio deles, supondos mais poderosos que Deus. Kardec toca num assunto aqui extremamente melendroso, e que nós precisamos refletir. Quando ele diz evocar espíritos mals, ele está falando de espíritos inferiores com índole negativa, não somente inferiores, que existem inferiores bons, mas existem inferiores mals. Se estamos numa sessão mediúnica e o propósito, é que venha um obe sessor que está perturbando uma pessoa, e oramos por essa pessoa e espontaneamente esse obe sessor vem, e se manifesta, esse foi um propósito sério, instrutivo para o espírito instrutivo para nós. O esclarecimento que se possa fazer a Ele tem vista melhorados, mas evocar espírito para pedir favor, para resolver o problema econômico do processo judicial difícil, do namoro que se fez, do casamento que se desfes e que se exige a volta daquele que foi, pedindo auxílio de espíritos inferiores, os nossos anjos de guarda, que são espíritos bons, respeitando o nosso livre abitrio, nada poderão fazer, o que é o desejo nosso, é evocação nós, mas seremos imprudentes, e muitas pessoas fazem isso porque diz os espíritos inferiores são mais fortes do que os espíritos superiores. Muitas pessoas e dizem inclusive que os cento espírita, a reunião espirita é um reunião fraca, não resolve os problemas, mas se a reunião mede única seria, não está para resolver problemas materiais nossos, mas para nos levar uma espiritualização, pelo aprendizado e pelo socorro que podemos fazer, então muitas pessoas vão buscar médios e invigilantes que atuam com espíritos inferiores para pedir-lhes serviços, isso é criar a obsessão, muito oportuna essa colocação de Kardec, sempre atual, e depois tem gente que fala que Kardec está ultrapassado, pois ele toca no assunto presente, que é exatamente esse desejo de solução fácil dos problemas, então se são mediúnicas espírita, seria, ela não está para resolver as nossas questões, então ela não é fraca, fraca é o nosso desejo de resolver questões com mesinhas materiais, porque os espíritos superiores são superiores e tem muito poder, mas não estão para tirar as nossas provas e espiações que são benéticas ao nosso crescimento, eles têm o poder, se não agem, é porque a nosso benefício, mas isso deve aumentar a nossa fé, na certeza de que se merecemos receberemos, e aí continuo codificador, é inútil, a quem é assim proceda, fazer bom uso do auxílio pedido e despedir o servidor, uma vez prestado o serviço, visto que tal serviço, por mínimo que seja, constitui um verdadeiro pacto firmado com espírito mal, este não larga facilmente a sua presa, então evocar espíritos inferiores e pedir-los favores, é tornar-se sua presa, porque estabeleceu um contrato, um pato, um vínculo, e o obsessor não se afasta, e ele vai cobrar caro, porque ele vampiriza as energias da pessoa, eu particularmente achei-se item 278 extremamente instrutivo, quando ele coloca aqui que a gente pode estabelecer pacto sim com espíritos mals, mas nos tornaremos presas, e a prisão nunca é boa, e tem 279, ninguém exerce as ascendências sobre os espíritos inferiores a não ser pela superioridade moral, então quem evoca espíritos mals, está no mesmo nível de inferioridade ou até menos, um termo de moralidade, os espíritos perversos continuam a Kardec, no item 279, sentem que os homens de bem os domino contra quem só lhes oponha a energia da vontade, espécie de força bruta, eles lutam, e muitas vezes são os mais fortes, aqui ele está colocando a persistência do pensamento, a vontade, a nossa vontade não é capaz de dominar espíritos, a gente usa a trai, mas não os domina, por isso é que uma sessão mediúnica que tem o propósito de socorro-obsessivo, muitas vezes chamadas de reuniões para a desobsessão, é preciso que o grupo se preocupe com isso, a ascendência moral, porque atrair uma entidade, sem que se tenha a assistência, a condição moral suficiente, é um risco, "Ah, mas podemos dizer, nós somos inferiores, mas temos boa vontade em ajudar o próximo, como fica essa situação?" Então cabe a nós pedir e merecer a assistência dos espíritos superiores, porque eles têm moral suficiente para dominar os inferiores, por isso a reunião mediúnica tem que ser séria, no sentido de propósitos bem definidos, de aprendizado e de qualidade, porque aí atrairemos quem realmente pode socorrer, e aí pelas nossas presses, bem intercessoras, atrairemos espíritos sofreradores, mas seremos colaboradores dos espíritos superiores, por isso a reunião mediúnica espírita seria, ela será exitosa, na medida em que a gente tem esse reconhecimento de que precisamos atrair espíritos sublims, para que o socorro seja efetivo aquele que sofre e a benefício nosso mesmo. E é cardê que agora vai dar um exemplo nesse ítimo em 279, certa vez alguém tentava domar um espírito rebelde, únicamente pela ação da sua vontade, recebendo a seguinte resposta, deixa-me em paz com esses áreas de fanfarrão, pois não vale mais do que eu. O que se diria de um ladrão que prega-se moral a outro ladrão? Esse exemplo de Kardec aqui merece reflexão de todo trabalhador de reunião mediúnica. Então como suprir essa nossa inferioridade moral, primeiro, fazendo esforço para nos melhorar, orar, meditar, fazer o bem a caridade e criar uma reunião mediúnica em moldes que os espíritos superiores possam vir. Essa questão, eu faço a reunião mediúnica do jeito que quero, porque fecho a porta que mandou eu, Kardec e ela fora, tomemos cuidado, porque o que Kardec faz aqui na verdade é nos instruir e não mandar que a gente faça isso aquilo, como muitas vezes pessoas apregou, porque não conhecem Kardec, fazem uma interpretação da obra espírita ou tem uma fé. E aí começam a encontrar defeitos no livro dos médios para justificar o seu desejo de impor um ritmo a reunião mediúnica que mais leagrade, porque esse considera superior ao próprio codificador, é uma vaidade embutida. Porque o codificador, na verdade, é a expressão do pensamento, do espírito de verdade e da alta falange do Cristo Jesus. É disso que estamos falando. Então quando a gente fiques me usando ou tentando encontrar falhas e defeitos, é muitas vezes decorrente da nossa vaidade. Com todo o respeito, aqueles que têm opiniões diferentes daquela que estamos colocando. Mas muitas vezes a gente quer impor a nossa vontade e aí desmerece a obra do espírito de verdade, porque disqualificando o homem, eu justifico a minha pretensão de domingo. Então nós estamos aqui para dizer que esta ou aquela reunião mediúnica é correta ou não. Estamos destacando aqui os princípios sérios, as condições propícies para vir os espíritos superiores, porque se não estaremos a merecer de espíritos inferiores, e é isso muitas vezes que acontece, as mistificações, porque nós começamos a pedir favores para espíritos inferiores sem os reconhecer. Porque esta é uma questão. Aqui estamos pedindo também. Ao primeiro que aparece, e continuo ilustrando a Lankardek no ítimo 179, a quem se espante de que o nome de Deus invocado contra os espíritos maus não produza nenhum efeito. Isso aqui cadê que já observava sua época? É tentar expulsar espírito em nome de Deus, em nome de Deus você está dominado, expulso, que é essa ideia mais básica de relacionamento com espíritos inferiores. São Luís, que era o mentor da sociedade-parezienci de estúdios espíritas, explicou a razão desse fato na resposta seguinte. O nome de Deus só tem influência sobre espíritos imperfeitos quando preferido por alguém que possa servi-se dele com autoridade. A autoridade em razão das virtudes que possuam. Pronunciado porque não tenha superioridade, é uma palavra como qualquer outra. O mesmo se dá com as coisas santas com que se procure dominados. A afma mais terrível se torna inofensiva em mãos ináveis ou incapazes de manejá-la. Então não existe fórmula para dominar espírito. Não existem expressões que possam ser vici-se de como se fossem talismãs para dominar essa aquela entidade. Porque a questão é de virtude. É daquê ele que procura viver o que prega? É daquê ele que busca assistência dos espíritos superiores? Que hora para melhorar a sintonia? Aí sim. O contato com os espíritos, os espíritos, em reunião mediúnica ou fora da reunião mediúnica se torna algo seguro que é o propósito do espírito. Não é proibir, é sublimar, é espiritualizar as nossas práticas psíquicas. Porque reunião mediúnica é uma prática psíquica. Em casa, nos nossos trabalhos, nossos pensamentos são exercícios psíquicos contindo. A gente fica pulando o pensamento de um lugar para um outro. É preciso orar meditar para a gente começar a disciplinar, a dominar o pensamento. Isso às vezes é coisa de mais de uma encarnação. Por isso a gente precisa ter perseverança. É a disciplina psíquica. O Espiritismo veio para espiritualização do homem e não para impor sanções, jugos, impor se sobre a vontade das pessoas. Tire essa ilusão da mente de que o Espiritismo veio para mandar, se opor, dominar, nada disso. Por esse que o Espiritismo se concilia com todas as religiões, por isso que o Espiritismo se harmoniza com todas as condições sociais, com todas as raças, com todas as posições, porque o Espiritismo veio para espiritualizar. Espiritualizar é fazer o bem, a caridade, isso cabe em todos os ambientes. Muito bem, vamos continuar aqui, nós estávamos no item 277, vamos entrar agora para o item 280, quando o Kardec vai tratar de a linguagem ser usada com o Espírito, ele já deu uma introdução falando do nome de Jesus, que na boca nossa sem as condições morais é uma palavra como outra qualquer, não vai impressionar nenhum Espírito. E tem 280. O grau de superioridade, ou de inferioridade dos Espíritos, indica naturalmente em que Tom se deve falar com ele. É evidente que quanto mais elevados ele seja, tanto mais direito tem ao nosso respeito as nossas atensões e a nossa submission. Não eles devemos demonstrar menos diferença do que o faríamos, embora por outros motivos, caso estivessem vivos do copo físico. Na Terra levaríamos em consideração a categoria e a posição social que eles ocupam. No mundo dos Espíritos, só levaremos em conta a sua superioridade moral, isso aqui é uma orientação de bom senso, o respeito aos Espíritos superiores. A própria elevação que possuem, os coloca acima das poerilidades das nossas fórmulas bajulatórias. Não é com palavras que se pode captar a benevolência deles, mas pela sinceridade dos sentimentos, eu vou repetir porque isso aqui é extremamente importante. Os Espíritos superiores são benévolos, sempre para conosco, mas nós atrairemos assim patia deles, pela sinceridade dos nossos sentimentos, inclusive reconhecendo as nossas próprias defectudes, porque nós estamos aqui na Terra porque nós somos superiores, e eles sabem disso, e eles não vieram aqui para nos massacrar. Os Espíritos superiores vêm aqui para nos ajudar a elevar a nossa elevação, a nossa espiritualização. Seria, pois, continua o codificador, crédículo, dar-lhes os títulos que os nossos usos consagram para a distinção das categorias, e que talvez lhes onjeasse a vaidade com a do vivos. Se forem realmente superiores, não somente não darão qualquer importância a esses títulos, como até se desgosterão se usem pregados. Está colocando aqui de Espíritos superiores, são modestos, eles não ficam motivados, incentivados pelos nossos elogios, mas pela sinceridade das nossas palavras. Então, é preciso observar que é o sentimento e não palavras basculatórias que atraem os Espíritos superiores, e é isso que vai dizer agora o codificador. Um bom pensamento lhes é mais agradável do que as mais honrosas qualificações que ele esdefam-nos. A não ser assim, eles não estariam acima da humanidade, porque eles se revelariam para baixo. O Espírito de um venerado sacerdote que foi na terra, um príncipe da igreja, homem de bem, praticante da lei de Jesus, respondeu certa vez a alguém que o evocara dando o leutítulo de mon Senhor. O Espírito respondeu, deveria, deveria, ao menos dizer, "Ei, mon Senhor", pois aqui só há um Senhor que é Deus. E fica sabendo muitos do que se ajoelhavam na terra diante de mim, hoje eu me inclino diante deles, esse aqui é um exemplo máximo de humildades. Só do Espírito, dizer-se aqui, já se sabe da sua superioridade espiritual. Só de usar essas palavras já demonstra que era o Espírito do mais digno respeito e elevação. Deveria, ao menos dizer, "Ei, mon Senhor", pois aqui só há um Senhor que é Deus, e isso é um grande reconhecimento que todos nós devemos ter. E fica sabendo muitos do que se ajoelhavam na terra diante de mim, hoje eu me inclino diante deles. É um Espírito, Kardec, não revela quem é, mas é um Espírito que merece todo nosso Espírito. Quanto aos Espíritos inferiores o caráter que revela nos indica a linguagem que devemos usar com isso. Ah, os que abora inofensivos e até bondosos são leve anos e ignorantes estovados. Darles igual tratamento ao que dispensamos aos Espíritos sérios, como fazem certas pessoas, seria a mesma coisa de nos inclinarmos perante um colegial ou diante de um ar no que trouxesse barrete de doutor. O ton de familiaridade não seria descabido entre eles, que por isso não se melindra ao contrário, acolhem de muito boa vontade. Mas cuidado com essa construção que Kardec faz aqui, que é uma metáfora que ele utiliza. A comparação não é para dar bronco em Espírito, porque ele é inferior, como às vezes a gente vê também. Criticá-lo, acusá-lo, ele é um ser humano que merece resposta, que merece respeito. E é isso que a gente deve tratar. Muitas vezes confirmeza com seriedade, mas com respeito porque ele é o irmão nosso. E muitas vezes tão inferiou quanto nós. Por isso a gente precisa usar uma linguagem compatível, mas respeitosa. O que ele está dizendo aqui é para não bajular, para não ficar elogiando, quando muitas vezes a lisa está a alma desequilibrada, ela precisa de ajuda. Muitas vezes para ajudar precisam ser sérios. Entre os Espíritos inferiores, muitos são infelizes. Quais quer que sejam as faltas que estejam espiando, seus sofrimentos merecem ainda mais a nossa comiseração? Pois é certo que ninguém pode vangloriar-se de escapar a estas palavras do Cristo. Atire a primeira pedra que ele que estivesse impecado. A benevolência com que os tratamos é um alívio para eles. Em falta de simpatia, preciso encontrar em nós, a indulgência que desejaremos que estivessem para conosco. Kardec faz aqui uma revira volta na opinião dos que pregam que perante Espíritos inferiores, nós temos que ser severos. Não é isso. Pode ser aquele que nós consideramos o pior dos obsessores. Mas nós não temos o direito de julgar-lo, porque não teríamos muitas vezes condições de atirar a primeira pedra. O que vai tocar o Espírito inferiore é a nossa benevolência. É a nossa compreensão. Então Kardec diz que não se deve criar espaço para a vajulação, mas um espaço de acolhimento, de fraternidade, sem julgar. Isso é muito importante que em reunião mediúnica, quando manifesto o Espírito sofridor, um perseguidor, um obsessor. A primeira coisa que se costuma fazer pelo menos é muito comum se observar, não estou generalizando. Mas é colocado como ocupado do problema que o encarnado está passando. E muitas vezes ele é a vítima, o caso que eu trouxe no início do programa da mãe que atraía o filho e ele se tornou o obsessor dela e ela dele. Se nós analisarmos o caso mais friamente, são duas almas sofredoras que o André Luís traz como ilustração, porque é uma coisa muito comum. Mas são almas dignas de dor e de pedade. Um está desencarnado ainda na condição de alcoólatra. Olha que sofrimento. E a mãe presa imagens que acabaram trazendo mais perturbação a ela, são almas sofridas. Espiritismo traz esses exemplos não para a gente julgar, mas para a gente ajudar. Essas almas sofredoras encarnados e desencarnados. Mas por nossa vez esses exemplos servem de instrução para nós, para que a gente possa inventar o próprio comportamento e a disciplina psíquica. Eu vou ficar nessa lâmina hoje e continuo no próximo programa e vamos ver se eu consigo responder aqui algumas perguntas. Eu recebi uma pergunta que não está bem relacionada a questão de evocação, mas ao espaço da reunião mediúnica. Com questionamento que não chegou, você poderia tirar uma dúvida em relação ao capítulo 10 do livro desobsessão de Chico e Volto Vieira. A dúvida é a seguinte, porque o número de cadeiras em volta da mesa deve ser igual ao número exato de trabalhadores. Nós já sabemos que os espíritos que chegam na sessão mediúnica estão tão materializados quanto nós, no estado em questão, muitas vezes com a mente perturbada, e excesso de objeto na sala pode criar ilusões ou alucinações na mente do desencarnado. Volto Vieira, em um livro memória de um suicida, dá um exemplo como esse, em uma sessão mediúnica, em que tinham muitos objetos sobre a mesa. E o espírito, quando ele manifestou, havia se atirado sob um trem e o corpo espedaçou. Então, na mente dele, ele viu os pedaços do próprio corpo, ele não estava espedaçado, obviamente, mas a mente dele só havia isso, eu só vi o corpo extra salhado. Então, quando ele olhou para a mesa incorporado, a visão dele foi de que aqueles objetos, lápis, papel, livro, eram os pedaços do corpo dele, e ele começou a reunir aquilo, como se tentasse juntar as partes do próprio corpo. Então, muitos objetos causam excesso de informação visual no espírito que estão se manifestando, o que pode trazer alguma perturbação. E também, para manter a ordem do próprio ambiente, Andrea Luís faz essa recomendação, nenhuma recomendação de Andrea Luís aqui é desnecessário. Mas o excesso de objetos desnecessários numa sala mediúnica, é capaz de criar ilusões, alucinações na mente dos comunicantes. E o desejável é ter um ambiente limpo, simples, não carregado de adornos, a fim de favorecer o campo magnético criado na sala. Não é uma questão sobre evocação, mas o nosso telegram está aí aberto para quem quiser fazer as suas perguntas. Eu vou ficando por aqui, lembrando que o nosso estudo está disponível em podcast no canal da Feb, no Spotify e nós demais plataformas de audio streaming. Você ouviu uma produção da federação espírita brasileira? Para saber mais, siga o @febtvbrasil no YouTube, Instagram e Facebook. Ative o sininho para receber as notificações e ficar por dentro da nossa programação. Até o próximo estudo!
Podcast Summary
Key Points:
Evocação de espíritos é abordada no Podcast "Estudando o Livro dos Médiuns".
Allan Kardec trata sobre a importância de evocar espíritos com seriedade e responsabilidade.
Evocar espíritos maus pode gerar consequências negativas, como obsessão.
Summary:
O Podcast "Estudando o Livro dos Médiuns" aborda a evocação de espíritos, destacando a importância de fazê-lo com seriedade e responsabilidade, conforme discutido por Allan Kardec. Evocar espíritos deve ser feito com propósitos instrutivos e benéficos, sem cair na curiosidade ou uso inadequado. Kardec alerta sobre evocar espíritos maus, pois pode resultar em consequências negativas, como a criação de pactos prejudiciais.
A ascendência moral é fundamental na evocação, pois espíritos superiores têm o poder de dominar os inferiores. A reunião mediúnica deve ser realizada com propósitos claros e voltados para o aprendizado e a assistência espiritual, atraindo espíritos benevolentes. Kardec enfatiza a importância de buscar a melhoria pessoal, a prática da caridade e a conexão com espíritos elevados para garantir a qualidade e eficácia das evocações mediúnicas.
FAQs
Evocar espíritos é atrair, criar um campo magnético para a presença de entidades desejadas por meio do pensamento persistente.
É essencial ter cuidado ao evocar espíritos pois podemos atrair entidades inferiores e estabelecer laços prejudiciais se não houver propósitos sérios e instrutivos.
Ao evocar espíritos maus por curiosidade ou divertimento, podemos estabelecer laços perigosos e até mesmo tornar-nos presas dessas entidades.
Podemos fortalecer nossa comunicação com espíritos superiores por meio da ascensão moral, fazendo esforços para nos melhorar, praticando a caridade e criando ambientes propícios para sua presença.
A persistência do pensamento é crucial ao lidar com evocações mediúnicas, pois cria um campo magnético que facilita a comunicação com os espíritos evocados.
Kardec enfatiza que evocar espíritos inferiores com fins sérios e instrutivos pode ser válido, mas evocá-los por curiosidade ou para solicitar favores pode ser prejudicial.
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