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#102 A Segunda Guerra Mundial (1939-1945) - parte 1: causas

37m 41s

#102 A Segunda Guerra Mundial (1939-1945) - parte 1: causas

O episódio 102 do Podcast de Fan História inicia uma série sobre a Segunda Guerra Mundial, marcando os 80 anos de seu fim em 1945. Os apresentadores destacam a complexidade do conflito e a impossibilidade de abordá-lo em um único episódio, dividindo a série em causas, guerra na Europa, guerra no Pacífico e início da Guerra Fria. Eles enfatizam que a história não se repete, mas há paralelos preocupantes entre os anos 1930 e o presente. As causas da guerra são multifacetadas. Embora o estopim tenha sido a invasão da Polônia em 1939, as origens remontam à Primeira Guerra Mundial e ao Tratado de Versalhes, que humilhou a Alemanha com reparações impossíveis e perdas territoriais. A crise econômica de 1929 aprofundou o caos, gerando 6 milhões de desempregados na Alemanha e alimentando o extremismo. A ascensão de Hitler ao poder em 1933, de forma legal mas autoritária, levou à remilitarização e a uma política expansionista. Paralelamente, a Itália fascista de Mussolini invadiu a Etiópia (1935) e o Japão militarista ocupou a Manchúria (1931). A Sociedade das Nações mostrou-se incapaz de conter essas agressões. O episódio conclui que a Segunda Guerra Mundial não foi um evento isolado, mas parte de uma "era de catástrofe" (1914-1945), onde fatores econômicos, políticos e sociais convergiram para tornar o conflito inevitável.

Transcription

6653 Words, 38468 Characters

Portuguese
[Música] Falando de História [Música] Olá a todos e bem-vindo a episódio 102 do Podcast de Fan História. Eu sou o Palom de IZ e que me costuma, como de costume, o Roger Vizuz. E hoje começamos uma série especial de vários episódios, dedicada a um dos acontecimentos que mais impacto teve na história recente do mundo. Não é sem o Roger. Exatamente, porque hoje começamos uma série sobre a Segunda Guerra Mundial, já que neste ano de 2025, se assinar um joditenta anos do seu fim em 1945. E por causa da importância desta guerra e das suas consequências, resolvemos preparar vários episódios, porque era impossível, claro, falar de tudo uma só vez, não só episódio, condensar. E por isso este primeiro episódio será sobre as causas, as origens, da Segunda Guerra Mundial e os próximos serão divididos entre a guerra na Europa, a guerra no Pacífico e sem esquecer o início da Guerra Fria. Por isso os próximos dois meses, mais coisas menos coisas, serão dedicados a isto mesmo, intervalados com missão à histórica, esclaro até para os nossos ouvintes respirarem um pouco e para não passarem tanto pelos traumas que nós temos sufrido nas preparações deste episódio, ao percebermos das muitas e significativas de simbilanças entre o contexto de há 80 anos e o contexto de atual, e que não sei quantitão irá germas de vez em quantir o moção. Sim, exatamente. E aliás nós até nem gostamos muito desta conversa de que a história tem lições ou a história ser repete, ou em pelo contrário, aliás as pessoas que dizem que a história ser repeta é porque só olham para os últimos 100 anos, porque a sessão se rotisse, efetivamente, haveria e aclarar cá movimentos que se vão repetindo, mas não neste sentido, como normalmente se costuma usar. Mas neste caso há uma nota a fazer antes de começarmos, é que esta série sobre a Segunda Guerra Mundial vai ser sempre incompleta, porque a própria Segunda Guerra Mundial é muito complexa e envolve várias frontes de guerra, muitos acontecimentos simultâneos e a Bíblia e a Eurofia e os estudos sobre a Segunda Guerra Mundial são práticas e definitos. O que nós propomos é como sempre uma cintes sobre o que aconteceu e ainda há muito e muito mesmo de batas historiográficas sobre a Segunda Guerra Mundial, o que justifica planeamento que qualquer esturidor poderá ouvir os nossos episódios e dizer "ah, mas não falaram nisso, não falaram naquilo". Até porque o bom rigor era possível criarmos um podcast só sobre Segunda Guerra Mundial, exatamente zenas ou até centínes de episódios de lição. Sim, sim, existe, e tendo YouTube existem bastante e com qualidade diga-se. Mas não são poucos. Mas, feita esta pequena nota intrutória, podemos começar, então, naturalmente, com as origens, os motivos que levaram esta Segunda Guerra Mundial. E, afinal, quais foram? Bem, há aqui vários níveis de resposta. Se quisermos ser simplistas, basta dizer que. e vamos lá, preparemos para uma lista, almenha e vadioplonia, 1939, e se levou a França e Inglaterra de Clará Guerra, mas quisermos olhar só pros factos, então, temos uma longa lista e isto, e só para a década de 1930. O acontecimento central é a ascensão de Adolf Hitler ao poder e do seu partido nacional socialista, mas conhecido como nazi. E a volta de Hitler, vai circular, itali a fascista e o Japão, que passa a ter um governo militarista e nacionalista neste período, que levou a invasão da Manchuria em 1931, e do norte da China, do ano de Sguindo, chegando até Shanghai, porque 1933 é o ano em que Hitler chegou a poder, e dois anos depois em 35, a Almenha repudia as cláusulas do Trata de Versalho e volta a Rier Mars. É o mesmo ano em que, por exemplo, Mussolini e Vada e Ethiopia passasse a ser uma clona italiana, e em 1936, a Almenha reocupa Arnânia, entre aquela zona entre a Almenha e a França, que é uma zona muito problemática, e, nesse ano ainda, começa a guerra civil-spanola, um da Almenha e a Itália vão apoiar o golpe militarista e fascista, que acabou com o república espanola, e em 1937, o Japão entra em guerra com a China, que é um conflito que vai durar a time, 1935, e no ano de Sguindo, em 1938, a Almenha ocupa a Austria e retalha a Chacozlovac, com o consentimento de Inglaterra e da França, acabando por ocupar o que restava desse país no ano de Sguindo, e, enquanto isso, a Itália invadá albanha e, em 1939, depois de um tratado com a União Soviética de Stalin, e, clare invada em Toma Plov, o que dá início formalmente à sua negar mundial. - Que é a caixa de isto como a primeira resposta? - É muita coisa, até demasiado, é que, lá, fechamos já aqui o episódio. - Sim, pronto, é já, vamos, Marco. É isto. Não, mas o facto de percepces que a década de 1930 é muito complexa, e isto é um bom exemplo de como uma lista de factos, como que é o que acabaste de dar, na realidade explica muito pouco. Exatamente, e até porque hoje em dia já vivemos na era de inteligência artificial, qualquer pessoa vai achar de GPT, pergunta estes factos e temos a lista completa, e isto na realidade, não é, lista de factos por si, não, não explica muito, e foi por isso que eu comecei por isto. Lá está, é preciso olhar mais para trás e é sobretudo preciso interpretar e compreender como é que chegou a um ponto em que uma segunda guerra mundial era inevitável. E até por isso, que alguns historiadores chamam este período entre 1914 e 1945, e, porém, como a era da Catástrofa, ou seja, eles lêm este período como um único período, ou alguns até chamam a nova guerra dos 30 anos, não é? Vai precisamente de 1914 até 1945. E aqui há várias camadas, várias explicações, não é? Econômicas, políticas sociais, culturais, entre muitos outras que explica isto. Mas é preciso sempre recuar a primeira guerra mundial e às suas consequências. Desde o ógo, uma das principais, foi a própria alteração das jogrefias política do Europa, que mudou, não foi muito, não foi pouco, foi bastante. Ora, nem mais. A primeira guerra mundial aconteceu, como eu acho que os nossos ouvintes sabrão, entre 1914 e 1918, até uma falha nossa, não fizemos um episódio sobre a primeira guerra mundial, fizemos um sobre a participação portuguesa na primeira guerra mundial, mas, qualquer dia, também, fizemos uma série só sobre a primeira guerra mundial. Mas, portanto, a primeira guerra mundial, já abatiu o recordo, quantas vezes aqui diz o termo "Prima guerra mundial", durou entre 1914 e 1918, o armistício, ou seja, a página é assimada 11 de novembro de 18, e a conferência de paz começa em janeiro de 1919, em Paris, o que vai resultar vários tratados, sendo que o mais famoso é o tratado de versais, que vai estabelecer as condições com a Alemanha. Mas, por exemplo, ainda é o tratado de sévore, com o império automano, o tratado de trianon, com a unguria ou de sangermã, com a austria ou o de Noï, com a vulgaria. Portanto, há aqui várias diplomacia já aconteceram mesmo tempo. Portanto, estamos afuardo um conflito bastante complexo, com vários contendores, várias diferentes, e portanto, é impossível negociar com todos ao mesmo tempo. Claro, e estes tratados vão reconfigurar a geografia política da Europa, como tu disse, o império Austrão Ungar vai deixar de existir, vai se dividir entre uma Austria e uma unguria, e ainda criar uma Checoslaváquia, vai também surgir a Polônia, feita com o território alemão e ruso, digamos, assim, não é? Tal como surge a Finelania Independente neste período, e ainda os três países bálticos que nós conhecemos, a Estônia, a Lutônia e a Lituânia. Isto é a custa da Rússia, que ainda vai entrar em guerra com a Polônia por volta de 1920, e que vai aceitar, finalmente, perder parte do seu território, em favor da Polônia, em 1922. O império automano ainda desfeito, e a própria Alemenha também perta território, devolvendo a Alçácia e a Lorena à França, que era um território bastante de la estar conturbado ali entre os dois países, bem como o Sár, ali também perto do Luxemburg, que fica com o Instituto Provisório durante 15 anos, e a Alemenha perde ainda parte do acesso ao báltico com a Polônia a chegar a essa zona, e com a cidade de Danzig a tornar-se uma cidade livre. Mesmo assim, a Alemenha tem um território descontino, porque logo a seguir a Danzig fica um enclave de Cónixberg, ou atualmente Calinín Grato, mas, para além disso, a Alemenha vai também perder todas as suas colonias. O que, como se perceba, uma mudança muito considerável no centro, no Leixe de Europa, onde aparece em novos países, em resposta, em alguns casos, alongíssimas reivinicações de diferentes povos. Sim, e aparece em novos países democráticos, porque este momento é também um pouco do triunf da democracia liberal para lamentar que se vai empolho num pouco por todo lado. E isto, tudo, vai ser em parte supervisionado pela Sociedade das Nações, um órgão super nacional, com sede em Genebra, que era assim, em forma simplificada, dizer uma orgadização das Nações Unidas, uma ONU antes do seu tempo, foi uma precursora e que teve algum sucesso, nesta década de 1920, e no início da década 1930, a mediar conflitos e atentarem por o que eles achavam que era uma certa ordem internacional. Claro, por outra lado, a primeira guerra mundial vai trazer um impacto negativo em muitas frontes, a morte de cerca de 9 milhões de pessoas, portanto, pode se ver obviamente que tem um impacto demográfico muito forte, a destruição económica que a própria guerra provocou, sobretudo na França e na Alemanha, e claro, as convulsões sociais da inflação, ou seja, problemas económicos, e uma das consequências mais relevantes foi a consolidação dos Estados Unidos da América com uma grande potência económica mundial. E isto não só porque os Estados Unidos entraram tarde na guerra, mas também porque não tiveram conflito, combatido no seu território. Sim, e porque numa Europa destruída e com uma gran bratainha infraquecida, são os Estados Unidos da América que se vão tornar os credores de grande parte da Europa. E esta questão dos Estados Unidos é muito interessante porque enquanto o mercado americano avança pela Europa, a política americana recua porque o Senado americano vai retaar as cláusulas diversais e se leva que os Estados Unidos regressem a uma política isolacionista que irão manter até 1941, que é na realidade que está a acontecer um pouco agora neste momento com a política do Trump. e repara como a Alemanha vai precisar de um apoio considerável, porque o país está completamente destruído e porque as condições impostas pelos vencedores em versalho são muito pesadas para a Alemanha, é chamada "passo punitiva". A Alemanha tinha de assumir que a guerra era totalmente culpassua e era proibida de ter qualquer tipo de armamento, de qualquer natureza, e era forçada a desembolçar ininizações impossíveis de pagar. Quando eu digim "possíveis" pagar, é por que? Os valores calculados eram impossíveis, não havia forma que a Alemanha realmente pudesse. De tal maneira que isso vou uma profunda crise da inflação e uma desvalorização brutal da moeda-almanha, logo em 1923 que levou uma gravíssima crise e arruina de milhares de pessoas e até de empresas. Então isto quer dizer que a década de 1920 vai ser controlada, vai haver a jitação política e a jitação social mais ou menos. Por um lado, nós sabemos que a França vai tentar que a Alemanha compra as cláusulas de versalho, como eu disse, e isso vai gerar muitas tensões entre dois países. Por exemplo, a França vai ocupar a região do Rur em 1923, precisamento porque a Alemanha não consegue cumprir com pagamentos das inmunizações, o que vai levar esta crise, mas a Alemanha lá consegue renugociar com a França, mas é preciso perceber que a Alemanha neste momento é um país que, bravo, não é, não só nas suas infraestruturas, na economia, mas também nos espírito, já que há algumas franjas da sociedade alemã que acham que esta dependência em faça França, faça os Estados Unidos, faça outros países europeus, é uma verdadeira humilhação. E ao mesmo tempo há também uma certa onda revolucionária que vai arre Europa, influenciada pela revolução russa e liderada em parte pelo Onions Soviética, mas que ainda assim não vai durar assim, por que Lenin, o grande ideólogo da revolução russa, mora em 1924, e a escenda Stalin, que vai ser o que usar do Onions Soviética até a sua morte na década de 50, e Stalin na realidade vai parar este processo de expansão do socialismo e vai fechar o Onions Soviética sobre si mesmo. Isso quer dizer que a partir mais ou menos de 1925, as coisas na Europa vão acalmar em muitas frentes e até se pode falar numa certa estabilização social, económica e política. Mas que não vai durar assim tanto tempo afinal? Claro que hoje sabemos que não, mas naquele momento é muito difícil, antes de ver o que vai acontecer. Em 1925, a Alemanha assinou o novo tratado, o chamado Pacto de Lucarno, onde estabelece novas condições, faça aos vencedores da primeira guerra, e entra até na sociedade, das nações, o que mostra que há uma estabilidade política que afasta a ideia de uma nova guerra, entre Alemanha e os antigos vencedores, de tal maneira que, em 1928, é assinado o Pacto, o chamado Pacto Briante Queilogo, que é assinado por 60 países, que estabelece que os países não deveriam recorrer a guerra para resolver os seus conflitos. O que parece a tempo que tem que surreal ver este tipo de declarações que na sua essência é bastante simplista? Sim, quer dizer, estão só dizer que há isso, há um conflito e tão não umas pagueiras, quer mais preencia humana até i, não é? Estão a dizer que são o favor das coisas boas e encontrar as coisas mais. Sim, mas lá está neste momento a sociedade das nações está no seu auge, e até parece que a Pacto tinha, especialmente, chegar para ficar, mas só parece, porque por trás disso tudo, o sistema político, na realidade, estava a roguir, com a chegada do imanove e ideologia e de um novo tipo de governo. O fascismo. Exatamente. E é preciso notar que a chegada do sistema comunista através da Russia da União Soviética também vai ter um impacto nesta democracia de liberais que se desenvolviam e que surgem estas três opções políticas. O capitalismo regulado e influenciado por uma política social democrata, que é o que vai ter, por exemplo, em latérs, Estados Unidos, França, ou então o marxismo leninismo russo ou o fascismo. E estes dois últimos são regimes que há primeira vista neste período parecem mais dinâmicos que cortam com os sistemas antigos, e estes sistemas antigos são vistos como os sistemas atrasados, ou cortam com democracias muito recentes, muito novas que parecem muito frágias e muito fracas. Por exemplo, em Itália é Mussolini que toma o poder, depois da marcha sobre Roma, em outubro 1922, e o seu modelo de fascismo é exportado para outras partes, como veremos. Mas também se vê uma viragem em país como a Plônia, a Turquia, a Jogoslavia, a Austrira, a Espânia e, claro, Portugal, que vê a sua República derrubada em 1926 por um gol de militar. E tendo em conta que já temos um episódio sobre o fascismo e os fascismos na Europa, o episódio 13, não vamos aqui para de muito tempo caracterizar estes movimentos, mas convém sempre dar uma ideia geral do que eram. Sim, claro, e como ficou bem explicado nesse episódio é um tema complexo que, em dois dividos historiadores, politólogos, até a sociedade civil sobre o que é que sentente por fascismo. O que vale a pena aqui destacar é que estes movimentos fascistas, de extrema direita, aparecem como uma certa reação nacionalista, já que são movimentos que se sentem de alguma forma um milhados naquilo que é a sua identidade nacional, é o caso, por exemplo, da Alemanha, que tinha sufrido com as cláusulas adversais e que, lá está Hitler criou esta ideia de que teriam sido derrotados por forças internas, ou seja, com exército, a Aleman foi traído pelo socialistas, pelos comunistas e pelos judeus que levaram lá está o desarmamento forçado, ou, no caso da Itália, que sentiu que não foi devidamente compensada nesses tratados do Pós Guerra. Estes regímos fascistas são profundamente anticumunistas, antiparlamentares e antilibrais, acreditando que a força está em eliminar estas fracisas das democracias librais e que se deve apoiar no coletivo que é a nação, portanto, claro, com o reforço do nacionalismo e do que é que sentem da época ser uma nação unha. E acabam por conseguir mover as massas e congregar aqueles que tinham sido mais afetados pelas sucivas crises. E isto é uma das inovações de fascismo, que na realidade não é um sistema imposto de cima para baixo, mas sim que vem precisamente das massas, ou seja, de baixo para cima. E pessoas que foram particularmente afetadas pela crise de 1929, se é o brequeida de Bolsa de Nova Iorque. Que é um elemento central em toda esta história. É que quando chega a 1929, parcia a ver realmente estabilidade económica, mas nesse antáso uma crise de crédito nos Estados Unidos da América, a famosa Quinta-Ferre negra, a 29 de outubro de 1929, e os dois elementos que sustentam o mercado, que é a confiança e o crédito, são completamente destroçados e a economia dos Estados Unidos colapsa e rasta concicular os países europeus. Almanha é um dos países mais afetados e que vai levar ao parcimento de 6 milhões de desempregados. 6 milhões de desempregados, só para ver geralmente o impacto que isto tem. Como pode imaginar, isto vai abalar a confiança nas instituições políticas económicas e vale levar a que muitos países se fechem sobre si próprios, como forma de proteger as suas próprias economias. E vale levar muita gente a optar por estes partidos, estas soluções relicadas de estreme direita, que de soluções não têm nada, são antes promessas vazias tanto vão-te como hoje. Sim, que é o que explica a rápida ascensão destes partidos, como no caso da Almanha. E é preciso fazer aqui uma pequena pausa para explicar o caso da Almanha, porque o fascismo que é este desenvolve, que a inspirada colar no modelo italiano, vai ganhar características de estes próprias, desde logo, por exemplo, o antísimitismo, mas vai ser o sucesso do fascismo alemão que vai realmente internacionalizar este movimento fascista, digamos assim, porque foi o sucesso do caso alemão que acabou, realmente, por servir de modelo, não nas suas características do fascismo, mas porque mostrou que realmente era uma via acir. Adolf Hitler era um antigo saudade austríaco, aliás, que tinha participado na primeira guerra mundial, ele vai tentar um primeiro gol de uma vez. O golpe de Estado em 1923, no contexto daquela primeira crise que eu falei, mas vai falhar e vai para a prisão durante uns meses, onde escreve a sua famosa obra, o Mindcampf, a minha luta. E através do seu partido nacional socialista dos trabalhadores alemeins, e aqui é preciso notar que não é por o nome do partido ter a palavra socialista, que quer dizer que eles fossem socialistas na realidade, isso é uma apropriação que Hitler faz destes movimentos precisamente de inspiração socialista, o nazismo não tem nada a ver com este movimento de esquerda, e como está a dizer, é através deste partil nacional socialista que ele vai ascender. Ele na realidade o que ele faz é surfar, digamos assim, a onda do descontetamento popular, ele vai aproveitar e vai incentivar a radicalização das classes baixas e média até ganhar as eleções de 1933, quando é finalmente nomeado chancelera e o que ele vai fazer, imediatamente vai dissolver o Parlamento alemão. Ou seja, uma eleição que acaba com todas as eleições, e o que acaba por mostrar como oito chegou a final legalmente ao poder. Claro, o legalmente com muita distorsão da verdade, o que nós hoje em dia chamaríamos, claro, fake news, e vai rapidamente impor um terror policial para controlar o país de uma forma totalitária, que é o que estes regimes também são, são os regimes totalitários, porque uma das novidades é que estes regimes chegavam ao poder de forma relativamente legítima e depois recusavam utilizar as regras do jogo político, ou seja, impunhão regimos autoritários e ditatoriais. E é preciso realmente olhar para a Alemanha, porque a Hitler que vai precipitar a guerra no longo processo com muitas peças de do puzzle que é o início da Segunda Guerra Mundial. [Música] Entrompemos por um bocadinho nosso episódio para deixar um apelógio no seu vídeo, não é sim, é? Sim, o podcast falando história é um projeto independento como todos sabem, e por isso se os nossos ouvintes quiserem apoiar uns e contribuir para a amendotação deste nosso podcast, podem fazê-lo através da plataforma patreon em patreon.com/falanestória E claro, deixamos este link na descrição do episódio, onde podem encontrar toda a informação começar e para o final. fazer parte da nossa comunidade. E agora regressamos ao episódio. Já que vimos com umas consequências da Primar Guerra Mundial e outras dificuldades surgidas durante a década de 1920, sobretudo, acabam por levar a ascensão destas regimes, dos regimes fascistas, no caso da Almenho Regimnasí, com uma figura de porou como Adolf Hitler e que afinal tinha um plano e não fazia necessariamente as coisas aliatoriamente para consolidar o seu poder que, como vimos, foi obtido de forma legítima, mas não mantido dessa mesma forma. Claro que não. Há uma estratégia de Hitler que é pensada e que resulta com grande sucesso. Aliás, a Almenha cresce muito depois de 1933 com uma industrialização muito forte e até com um certo programa social de envolvido, a Ferias Pagas, o desempreio que chega a 0%, mesmo 0% daqueles primeiros anos, porque ele controlava tudo e todos impunha o que queria, sem necessitar de respeitar as regras do mercado. E uma das ideias pensadas e desenvolvidas, enquanto estratégia, foi o conceito de Anshluz, que é traduzido que era a reunificação. E aqui os nossos vídeos podem prontar a reunificação do que. Obviamente dos países do língua Almanh que tinham sido retalhados depois da primeira guerra mundial, claro que não é uma ideia completamente original, porque já vem do pensamento pã germanista do último imparador Almanh, olharmos o segundo, mas este ideia de Anshluz, da reunificação, ligava-se ainda a ideia de Leban's Raul, o espaço vital que, segundo o discurso de Hitler, Almenha e os almejos necessitavam para crescer. Que é também aquela ideia de criar um nove reich, um novo imperio que durasse mil anos, e que diversos passos por as almejos se desenvolverem e com recursos naturais suficiente para isso. Precisamente, e para chegar a esse ponto, primeiro temos a ocupação do Sarr, que é reintegrada em 1935, e é também o ano em que Almanha recomece a remilitarizar-se. Aliás, as rebelas contra as grausas adversais diz que já não a já seita e reinicia esse processo de rir-er-mamento com a constituição de uma marinha, a Kriegsmarin e uma força aéria alufthvav, impõe o serviço militar obrigatório. E também o ano em que tal de invadir Itópia? Se bem-me lembro de que eu sumarei o que fizeste logo no início do episódio. E, mesmo, portanto, aqui como eu disse se logo de início, muita coisa acontecerou mesmo tempo. A Itália, a Kriegs, também ganha as passos, a Kriegs, a ganhar território novo junto à sua clonha da iritreia e da Somalia, ou seja, no leste da África, e daí que se invadir Itópia. A Itália já tinha tentado invadir Itópia em 1896 e tinha sido rotado, por isso também há uma certa ideia de vingança, ou de justiça, isto visto por Mussolini, que achava que tinha direita Itópia. Isto estamos a falar aqui de uma campanha colonial clássica ainda que, em pleno século 20, quando isso já estava fora de moda, aqui como já está pagem em cima, porque, evidente, seria uma coisa feita, perfeitamente, normal no século 19, agora em 1936 já era considerado um pouco fora do seu tempo. O que vai acontecer é que a sociedade das nações vai codinar fortemente a operação e isso vai facilitar que o regime italiano na ca por se ligar origim alemão. Isto, sobretudo a partir de 1937, quando estes dois países vão estar interligados, porque Itália vai se juntar ao chamado Pacto Antí como interno, que é o Pacto assinado entre Alemanha e o Japão em 1936 contra a internacional comunista, a internacional comunista era liderada pelo União Soviética, e aqui em 1936 o Japão e Alemanha estão se ligar contra essa expansão do socialismo e então em 1937 Itália juntas este pacto antico-aminterno. E aqui então que se formaliza o célobreiz, esta aliança entre Alemanha e Itália e o Japão. Exatamente, e esta ligação particularmente Itália e Alemanha vai ser ainda mais sentida, quando começa a guerra civil-spanola em 1936, que começa com o chamado por anunciamento, o World Military, que vai tentar de robar República Espanhola em estorada em 1931. Este conflito, a guerra civil-spanola, vai então ser o campo ideal para Alemanha experimentar a grande parte do seu novermamento e experimentar também novas táticas militares. Para além de um real envolvimento de tropas alemães e italianas enviadas, há do outro lado um envio de brigadas internacionais de um pouco toda a Europa, antefeza da República Espanhola, mas não houve a intervenção oficial da Gran Bretanha ou da França, que estavam traumatizados e, efetivamente, com a primeira guerra mundial, e não se cariam envolverem em qualquer conflito. Claro que aqui temos Itlera a julgar em vários tabuleiros, ao mesmo tempo, e é preciso voltar a olhar para o que está a acontecer nas fronteiras alemães. Que é o desenvolvimento de tal ideia de Anshluz. A tal ideia de reunificação, porque o primeiro passo vai ser para Aúster, que é anexada em 1938, sendo que Itlera é recebida em Viena e Viena daúster, não viena do Castelo, para não ver qual é a confusão, recebido por multidões quase em estas e desquida, prepara-se para tomar a vizinha checo-jo-labáquia. Mas como aqui se acontece em a reação de outros países, desde o óculo, como disse a França e a Gran Bretanha? Aí é que está a questão central, porque, obviamente, que França e England começam a ver esta política com muitas confiança e tentam apasiguar Itlera, chamada política de conciliação apasiguamente, porque ninguém quer que isto comece uma nova guerra. Esta ideia não crer uma nova guerra é mesmo muito forte, porque são países traumatizados pela primeira guerra mundial, como eu disse. A França tinha perdido quase 20% do jovem em idade militar e os britânicos perderam meio milhão de jovens, que é praticamente uma geração inteira. E isso é que vai explicar o porquê de tanto avanço, tanto recul, tanto receios, quer dizer a esta indefinição da política, porque eles não se querem envolver. E são realmente fatores, que por vezes não são tides em conta, mas que condicionam a forma como estes países, como estes lideranças, reagem. Claro, e é Mussolini, e até que vai propor uma conferência a 4, entre Alemanha e Italia, a França e England a Terra, para decidir a questão da Checoslováquia. E isto, sem se quer ver, representantes da Checoslováquia, que era a partvisada, que é um cadredículo, vai ser a famosa conferência de Monique em setembro de 1938. E aqui o argumento de itela é o da reunificação do povo alemão, supostamento separado por fronteiras que não deviam existir, e a verdade é que vai convencer França e England a Terra, que vão aceitar que a Checoslováquia seja retalhada, e que parte, a chamada a região dos Sudetas, entra então, finalmente, na esfera alemanha. De restos argumentos políticos, quem deu hoje ouvimos alguns setores. Mas que na altura era visto como algo aceitável para evitar uma guerra. Exatamente, aliás, as opiniões divideram-se muito, depois desta conferência de Monique, se era realmente a forma de assurar a Pazonão, o Primeiro Ministro em inglês, Neville Chamberlain, estava convencido que tinha conseguido, e aqui vou citar o que ele disse, a paz no nosso tempo, que é uma frase que ficou, nós sabemos, obviamente, que estava enganado, porque os desejos expansionistas de Itler não pararam. E o Alves Quinte é a "visinha" a "pulônia". Mas de forma mais rápida é docante, porque Hitler tinha algo medo que o rirmamento britânico e francês estivessem acelerado e que ele perder essa alguma vantagem militar que ele tinha, que era o facto de ter mais e mais naquele momento em 1931-39. E por isso, chegasse a 1939 e a questão está mesmo apertada, porque França e England terra pressionam a Alemanha a não avançar sobre a Pulônia, e eles, obviamente, já não vão acreditar em qualquer palavra de Itler. E, pelo meio, há uma grande reviravolta que ninguém estava espera, que é o chamado Pacto Ribentrop Molotov, isto é o Pacto Germano Soviético, entre Alemanha e a União Soviética e Ribentrop Molotov, porque é o nome do Ministro dos Negócios Estrangeiros, Alemão e Rousse, que este Pacto vai assurar uma posição neutra, caso um deles entrar sem guerra. Obviamente que é estratado, é negociado, em segredo e assinado em agosto de 1939. O que é realmente alguém desprado? Está ali antes entre nas isi comunistas? Completamente inesperado, até projaleados de Itler, como por exemplo, Mussolini e os japoneses que não estavam a esperar isto, mas este Pacto só se percebe pelo próprio afastamento que a Gran Bretanha e a França impuseram a Rússia Soviética. Tenham conta que, por exemplo, a Rússia não tinha sido chamada a participar na Conferência de Monique em 1938, apesar de ser uma das principais potências nesse elemento. O que eles estavam a tentar fazer era um cordão, se o chamado cordão sanitario, a volta do Onel Soviética, que acabou por fazer ricochete. Mas é preciso perceber que antes disso, Stalin tentou fazer uma aliança com as países, ou seja, com a Inglaterra e com a França contra a Alemanha a partir de abril de 39. E se França até estava disposto a aliar-se, os ingleses nem por isso, tem na conta que o Prime Ministero inglês era profundamente anticunista. E o facto de eles terem estendido as negociações e mostrado que não tinham grande interesse numa aliança com o Onel Soviética, acabou por empurrar Stalin para os braços de Hitler. O que é uma imagem bastante absurda para se ter destas dos personagens? Sim, bastante absurda e eu imagino que já existe alguma imagem que seja feito para os políticos e certificial com esses dois abraçarem-se. Mas nesta acordo, neste Pacto Germannó Soviético, viaclaram as cláusulas secretas, que permitiam a União Soviética ocupar metade da Plônia, bem como os Estados Bálticos e a Finlandia, no caso da guerra entre Alemanha e a Plônia. Por outro lado, Stalin não era párfo e sabia que em caso da guerra, Hitler se virava primeiro para a Inglaterra e para a França, o que lidava algum tempo para reforçar o exército de vermelho, que estava muito demorilizado e até debilitado por causa das purgas que ele tinha levado a cabo. E pelo lado litleiro, o pacto assurava que não tinha o gigante soviético a bater a porta no caso da guerra, o estado não era mal. O que é certa é que até a invasão alemã da Rússia, anos mais tarde, que nós falaremos nos próximos episódios, estes dois países tiveram relações cordiais, e o Neo-soviética teve um papel muito relevante no abres de cimento de materiais primas à própria Alemanha já durante a guerra. Então isto quer dizer que a Polônia vai ser aqui o elemento chave para este início da 2ª Guerra Mundial. O elemento chave que vai ser muito bem preparado há todo um discurso de que os alemães estão serão permitidos pelos Polacos, e que era necessário assurar a reunificação do território alemão, tendem conta que havia aquele enclave de Cónix Berk, que eu falei do outro lado da Polônia, perto da Densic, e os alemães reclamavam também o acesso a este porto. E claro que eles vão criar um estratégia para justificar o início da guerra, eles vão ensinar um ataque Polaco, é um post-alfan de gari e um arrado alemã perto da fronteira e vão transmitir depois desse ataque com uma mensagem em Polaco, via Rádio, e como se não fosse suficiente ainda vão matar os prisioneiros que eles tenham num campo de concentração, vão vestir-los uns uniformes Polacos, e colocar-los lá como prova de que tinha mesmo acontecido um ataque Polaco. Ou seja, uma opração de false flag em português Bandaire falsa, no fundo de um subtrufo de prafíncia que o agressor era afinal a vítima. Parece até um bocadinho recambulejo, mas foi suficiente para a Densic, o suficiente para a no dia 1 de setembro de 1939, a Alemanha invadir a Polônia. Em resposta, claro, a Francia e a Gran Bretanha declararam guerra a Alemanha, já que tinham assinado uns dias antes um pacto da Poi Muto com a Polônia, e isto foi uma surpresa paítler, porque laxava que os britânicos não se omteiram de uma guerra que não desjavam. O que foi aliás um erro, como o Veremos de um próximo episódio. Mas isto é o cenário europeu, de que o que foi como todos sabemos, um conflito mundial, o que se vai passar por esta mesma altura do outro lado do mundo, o que andava a final de Japão fazer nás e no Pacífico. Bem, por regra em invasão da Polônia é o facto que marca o início da Segunda Guerra Mundial. É por isso que a guerra nesse momento com a invasão da Polônia é visto como um conflito puramente europeu. Mas é verdade que a historiador, os que insistem que se têm de olhar pro outro lado, pro todo, não é, e que por isso a Segunda Guerra Mundial começa nesse mesmo mês de 1939, mas do outro lado do Globo com a batalha de Calcine Gold, ou também conhecido como incidente de "Nomo-Anne" entre o Japão e a União Soviética. Isto porco, o Japão tem um governo nacionalista militarista, partir de 1930, 31 procura expandir a dimensão do Império Japones, contra o controle económico do Pacífico por parte dos Estados Unidos da América. E claro que tem uma política expansionista para aumentar este seu império. Obviamente, aliás eles vão logo conquistar a Manchuria, uma vasta região anorte da Coreia, em 1931, e aos também já tinham conquistado a Coreia em 1910, digas. E por isso eles chegam às fronteiras da União Soviética e da Mongolia, a Mongolia era um estado aliado da União Soviética. E este conflito é muitas vezes esquecido, mas foi uma strondosa derrota japonesa e teve um impacto considerável nesta política japonesa, porque, levou a querer que, naquele momento, não era possível conquistar mais território naquela região contra a União Soviética e por isso era necessário virar-se para sul e dar força a marinha japonesa. E isso é que vai levar ao conflito ou o confronto direto entre o Japão e o Estado de União da América. Daí que alguns esturiedores considerem que este conflito, a batalha de Calcine-Gol, é sim o início da Segunda Guerra Mundial. Bom, e aqui já temos todos os piens no tabuleiro e todo o contexto que vai explicar este conflito de molidor. Sim, mas convém novamente esta cara complexidade disto, porque oitenta anos depois do fim do conflito é muito fácil olharmos para trás e dizer, mas estava se mesmo a ver que isto ia acontecer, mas não era assim, não era assim tão claro que as condições do tratado versalho fossem ter um impacto tão grande na Alemanha, que levariam a Alemanha até a ruina e a revolta contra as cláusulas impostas pelos vencedores, ou que surgisse uma nova ideologia, o fascismo, que apareceu como reação à ascensão do comunismo e ao medo que representava-se a chegar ao poder dos trabalhadores, e que isto tudo lova-se a uma aliança da direita tradicional e dos conservadores, estes movimentos, na realidade, como já afirmaram vários esturiedores, que além da itlera nenhum dos agressores criar guerra que tiveram, quando ativaram e contra, pelo menos, alguns dos inimigos com os quais se viram em conflito. E é preciso também dizer que se itlera estava completamente verado para a guerra, e se não quer dizer que a população alemãs tivesse completamente a fim de iniciar o novo conflito. Bom, é realmente já deu para perceber que vai que uma grande confusão e uma grande salganhada no início desta Segundo Guerra Mundial, e há muitas razões que expliquem o seu início, e que, afinal, também da origem, há muitas questões ainda hoje para responder, por exemplo, a questão que disse este, de onde terá começado, terá começado a ser, terá começado na Europa, ainda muito para saber. Até porque ainda há questão, não é, qual mundial é esta segunda guerra, porque até estúria 2 que lisa que ela só se torna mundial em 1991, quando o Japão ataca os Estados Unidos e quando os Estados Unidos entram no conflito que até inerilidade era simplesmente um conflito europeu. Não tem ainda muitas questões, muitos debates, muita biografia, como disse inicialmente, sobre este assunto. E falando em biografia, quais são as suas questões de oito que para quem quer saber um bocadinho mais sobre estas questões? Bom, tal como nós fazemos nas nossas séries anteriores, nós, ao longo de todos esses episódios, a biografia é acumulativa, ou seja, nós estamos a ler muita coisa, não é? Todas as leituras complementam umas com as outras, e por isso eu quero recomendar para este primeiro episódio sobre as causas da Segundo Guerra Mundial, são duas grandes cintes sobre o século 20. O primeiro é a obra clássica do historie do inglês Eric Obzbaum, entitulado a Era dos Tremos, a história do século 20, 1914, 1991, publicado pela presença nos anos 90, foi reeditado em 2007, e agradecemos a editora oferta do livro, porque é uma visão panorâmica sobre o que é o século 20, que aborda também, obviamente, estas questões de como é que chega à Segundo Guerra Mundial. E a sua obra de cintes é uma obra do historiador francês, Rane Rebão, entitulado a introdução à história do nosso tempo do antígregime aos nossos dias, que é efetemente uma grande cintes de 1789 até 1991, e claro que acaba por abordar também todas essas questões, uma obra já antiga dos anos 90, publicada em 1994 pela Grativa com suscíveis reedições, mas ainda é uma obra fundamental para se perceber o que foi o século 20. E projeito, neste episódio 102, o primeiro de nossa série dedicada a Segundo Guerra Mundial, já sabem se quiserem apoiar nos, podem fazer a através da plataforma Patreon, o link com o costume fica na descrição do episódio, e também podem contactar nos através do nosso email em [email protected], como é usual a edição de áudio Ed Marcantoni. Projeito e vimos para a semana, até a próxima. Falando de história. O primeiro de Guerra Mundial aconteceu com os nossos ouvintes sabrão, entre 1914 e 1918, até uma falha nossa, ainda não fizemos um episódio sobre a primeira guerra mundial. Fizemos um sobre a participação portuguesa na primeira guerra mundial, mas qualquer dia também fizemos uma série só sobre a primeira guerra mundial. Fizemos um sobre a participação portuguesa na primeira guerra mundial.

Podcast Summary

Key Points:

  1. O podcast inicia uma série dedicada ao 80º aniversário do fim da Segunda Guerra Mundial (1945-2025), abordando suas causas, origens e consequências.
  2. A ascensão de Hitler e do partido nazista, junto com o expansionismo da Itália fascista e do Japão militarista, são centrais para o conflito.
  3. As raízes da guerra estão na Primeira Guerra Mundial e no Tratado de Versalhes, que impôs duras sanções à Alemanha, gerando humilhação e crise econômica.
  4. A década de 1930 foi marcada por eventos como a invasão japonesa da Manchúria (1931), a remilitarização alemã (1935), a Guerra Civil Espanhola (1936) e o Pacto Molotov-Ribbentrop (1939).
  5. A Crise de 1929 agravou a instabilidade, levando ao desemprego em massa e ao fortalecimento de regimes totalitários, como o nazismo, que usou o descontentamento popular para chegar ao poder.

Summary:

O episódio 102 do Podcast de Fan História inicia uma série sobre a Segunda Guerra Mundial, marcando os 80 anos de seu fim em 1945. Os apresentadores destacam a complexidade do conflito e a impossibilidade de abordá-lo em um único episódio, dividindo a série em causas, guerra na Europa, guerra no Pacífico e início da Guerra Fria. Eles enfatizam que a história não se repete, mas há paralelos preocupantes entre os anos 1930 e o presente.

As causas da guerra são multifacetadas. Embora o estopim tenha sido a invasão da Polônia em 1939, as origens remontam à Primeira Guerra Mundial e ao Tratado de Versalhes, que humilhou a Alemanha com reparações impossíveis e perdas territoriais. A crise econômica de 1929 aprofundou o caos, gerando 6 milhões de desempregados na Alemanha e alimentando o extremismo. A ascensão de Hitler ao poder em 1933, de forma legal mas autoritária, levou à remilitarização e a uma política expansionista. Paralelamente, a Itália fascista de Mussolini invadiu a Etiópia (1935) e o Japão militarista ocupou a Manchúria (1931). A Sociedade das Nações mostrou-se incapaz de conter essas agressões. O episódio conclui que a Segunda Guerra Mundial não foi um evento isolado, mas parte de uma "era de catástrofe" (1914-1945), onde fatores econômicos, políticos e sociais convergiram para tornar o conflito inevitável.

FAQs

O episódio inicia uma série especial sobre a Segunda Guerra Mundial, focando nas suas causas e origens, em comemoração aos 80 anos do fim do conflito em 1945.

Eles destacam que a guerra envolveu múltiplas frentes, muitos acontecimentos simultâneos e debates historiográficos, tornando impossível cobrir tudo em um único episódio.

A ascensão de Adolf Hitler e do partido nazista na Alemanha, o fascismo na Itália e o militarismo no Japão, levando a invasões como a da Polônia em 1939.

As consequências da Primeira Guerra, como o Tratado de Versalhes, que impôs pesadas reparações e humilhação à Alemanha, e a reconfiguração geopolítica da Europa, criaram tensões que levaram ao novo conflito.

A crise econômica global de 1929 devastou a Alemanha, com 6 milhões de desempregados, abalando a confiança nas instituições e levando muitos a apoiar partidos extremistas como o nazista.

Eles usaram o descontentamento popular, nacionalismo e promessas vazias para ganhar apoio, chegando ao poder de forma relativamente legítima, mas depois impondo regimes ditatoriais e totalitários.

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