O podcast oferece dicas cruciais para a elaboração de um plano, especialmente no contexto de vistos como o EB-2 NIW. O apresentador enfatiza a importância de buscar aconselhamento profissional especializado desde o início. A principal mensagem é que um bom plano deve começar com a definição clara de um problema real, que seja elegível conforme normas existentes, objetivo e comprovável com evidências. A solução proposta precisa abordar diretamente esse problema, demonstrar benefícios mensuráveis e estar profundamente alinhada com o histórico, experiência e capacidades do aplicante. Além do conteúdo, a forma é vital: a linguagem e a estrutura do documento devem ser adaptadas ao perfil do leitor (como um oficial de imigração), facilitando a avaliação. Recomenda-se uma conclusão persuasiva que reforce os objetivos e, preferencialmente, que o plano seja escrito em primeira pessoa para criar maior conexão e autoridade. Por fim, destaca-se a necessidade de o aplicante ser participativo no processo, entendendo e validando o plano através de perguntas simples sobre seu propósito e aderência ao seu background.
Olá pessoal, tudo bem? Mas o podcast aqui do canal Renovation, a gente é um canal informativo, de caráter educacional e de forma que a gente possa auxiliar o seu petitio para os vídeos de Employment Base. Bom, antes qualquer coisa, eu sempre falo isso nos podcast, especificamente para esses tipos de visto, eu sempre recomendo profundamente, eu me tenho um aconselhamento com escritórios advogados de migração, para buscar um profissional que entenda das diferentes dezenas de visto que existe e entender qual que você se encaixa melhor, no que você precisa do seu plano, do seu som, o que pode oferecer melhor de aderença e o que tem mais chance de conseguir o sucesso. É importante se informar um profissional que vai te orientar e vai te ajudar a definir melhor dos caminhos, certamente ao primeiro passo, essa jornada, escolhido o caminho assim, você pode seguir, mas já sabendo do que você precisa para atingir seu objetivo. Ok? As experiências aqui, o relato são um fruto da minha próprias experiências, estáis estudos, sobre o que eu vi, vi, vi, aprendi, este mais de 8 anos aqui nos Estados Unidos, então obviamente buscar outras fontes de informação para todos os temas aqui, todos os podcast é super recomendado, está, não quero criar uma verdade, mas se dar alternativas aos que decidas, qual é o seu caminho? Tá bom? Valor, tá? O tema de hoje, vamos entender qual é esse valor que eu pretendo criar com vocês aqui. Vamos falar de dicas e erros, a eu evitar quando vocês escreve, ou analisa um plano, né? Lembrando que para esse visto, o Web2, a unitar especificamente é necessário que você tenha tem, o que chama-se de Endevor, é uma iniciativa, está uma forma de mostrar como esse futuro vai ser, tá? Uma visão escrita, tá? Então a gente chama isso de plano, o SES que entende isso como Endevor, está nada mais dentro com iniciativa, o plano pode ser de diferentes formas, tá? O plano pode ter mais de 15 formas, por exemplo, eu vou falar mais de um outro podcast, pode ter planos personal plans, pode ter pesquisa científica, pode ter criações de novo método, pode ter um business plana, pode ter uma plataforma de criação de conteúdo, uma plataforma de tecnologia, a gente pode ter uma construoria, enfim, tem várias formas de apresentar um plano, mas eu queria só mostrar para vocês esse método que a gente vai falar hoje, ele tá claro, é exemplificado dentro do visto, mas ele é adaptável a muitas outras formas de planejamento de soluções, tá bom? Uma soma de vários aprendizados, várias coisas que eu aprendi ao longo desses mais de 20 anos que eu faço planejamento e eu fiz uma adaptação, óbvio que aqui eu vou exemplificar sobre o visto, mas esse método você pode usar para qualquer tipo de plano, tá bom? Bom, vamos lá para as dicas, tá? É a primeira delas e o seguinte, todo plano começa com a definição do problema e não pela solução, tá bom? Então é importante, o plano começa pela definição do problema, na verdade toda a solução começa para você entender no problema que você precisa resolver, né? Você precisa entender com alguém, com a dor, para você poder, primeiro, imaginar você precisa não de um plano, porque se você começa o seu plano pela solução, você pode cair no erro de chegar a um plano que não tem um problema e aí esse plano vai ficar vago, esse plano vai ficar sem propósito, porque ele não vai servir pra nada, porque ele endereça uma solução, ele não crie um benefício porque não tem a base de você de ter um gap que tá ali criando uma dor, então é um erro muito comum que eu vejo as pessoas chegar a temem e falarem que tem uma ideia pra fazer tal coisa, queerem desenvolver tal solução, pretende executar tal plano e aí eu faço a primeira pergunta, qual o problema você quer resolver, né? Então todo plano, ele obrigataramente, o início dele precisa ter claro e objetivamente qual é o problema? Estamos falando do que, né? A medida que a gente vai conduzindo esse documento de novo é uma forma escrita, né? Então tem que estar muito claro, muito organizado, ordenado de maneira que as coisas tenham lógica na cabeça do leitor, tá bom? Então esse é o primeiro ponto, todo plano começa com a definição do problema. Segundo ponto, o problema precisa ser elegível à norma existente, tá? O problema que você cria, ou que você entende, né? Você estuda esse problema, que você, olha aí, faz uma análise sobre esse problema, você obrigataramente percebe uma balização sobre algumas normas, né? Um problema só existe porque você criou uma expectativa de ter alguma coisa x e você tem uma situação de que você tem y, né? A diferença de x e y é o seu problema, tá? Mas para esse problema de fato ser constituído, você precisa balizá-lo em normas, requisitos, tá? Você precisa entender naquele é com esse tema o que realmente define aquilo como sendo um problema, tá? É um problema de solidificação, uma região, é um problema de ter requisitos que precisam ser atendidos, por exemplo, no visto, existe requisitos que você tem que atender, né? O problema precisa ser importante, o problema precisa ser urgente, o problema precisa ser difícil, né? O problema precisa conectar com o seu background, então tem requisitos parovísicos que você precisa atender. E esse problema definido precisa atender nessa norma, entendeu? Ele não pode simplesmente existir e depois mais afrende quando você precisa conectar ele com o número 3 que a gente vai falar daqui a pouquinho, você vai perceber que ele está vago, ele é um problema, ele tem a sua importância dentro do ecossistema, mas ele não serve, tá? Para atender a norma existente, tá? Bom, então muita atenção na norma, tá? A norma tem que falar com um problema também. Terceiro ponto, o problema precisa ser objetivo e evidenciável, tá? e o objetivo é muito importante definir o seu problema, escreva uma sentença de 4,5 linhas definindo o seu problema, todo e qualquer método de solução de problema existente, o primeiro passo é a definição do problema, não existe um método de solução do mundo, no planeta, que não tem como o primeiro passo, a definição do problema, então objetividade, se você comunicar esse plano para alguém, se você está escrevendo esse plano em papel, se você vai submeter para a avaliação de um terceiro, você precisa ser objetivo com ele, precisa entender no início qual é o problema que você está se referenciando e esse problema precisa ser evidenciável, o que significa isso significa que não basta só você dizer, você precisa mostrar, você precisa comprovar, aquilo que você está dizendo realmente é a pura verdade, então trazer fontes de outras esferas, que não atua, esfera de conhecimento apenas, não é só fundamental, mas é necessário para que você cria o peso, para que você cria realmente o valor, naquela definição do problema que você está querendo junto ao leitor, então objetividade, defina, coloque claramente qual é o plano e evidenci que aquele plano existe com mais fontes, de maneira que aquelas fontes estejam conectadas num ambiente a onde eleitor realmente percebe que existe o plano, e essas fontes realmente vão comprovar e vão dar a veracidade às palavras que você está colocando sobre a existência de um problema na sua perspectiva, tá bom? Número 4, todo plano precisa ser adaptado ao propósito, esse aqui é um dos erros mais comuns que existem quando as vezes as pessoas recebem planos ou as vezes mesmo estão fazendo seu próprio plano e não tem todo o conhecimento, que não é de mérito nenhum, tá, ninguém precisa saber nada, eu mesmo não sei muita coisa, de muita coisa, agora é das coisas realmente não sei, e quando eu não sei o pergunto, mas quem não tem de fato a técnica, muitas vezes acredita que o plano por ele está bonito, por ele está estruturado, ele está com grato, está colorido, está ali, está com uma linguagem interessante, palavra de impacto, ele está adaptador propósito e a maior parte das vezes não está, plano é igual o currículo, você precisa adaptar a vaga, o plano você precisa adaptar ao leitor que vai ter aquela conexão com aquele papel, aquele monte de papel na verdade, não é um só que você vai mandar para a sua missão, da sua avaliação sobre o teu pleno, tá, então adaptar, conectar, o escopo conteúdo daquele plano para o que o leitor tem a familiaridade de entendimento do mundo dele, é fundamental, tá, um plano submetido para a avaliação de alguma coisa, não é um plano submetido para o investimento de alguma coisa, que não é um plano submetido para a defesa de um propósito como uma tese, por exemplo, que não é um plano com a informação sobre algum ponto, tá, os plamos precisam ter a sua divergência na parte escrita e você precisa realmente adaptar isso aquele objetivo, aquele propósito por qual você está pretendendo, claro, é construir aquele plano, tá bom? Número 5, a solução necessariamente precisa fechar o problema, isso aqui também é uma outra coisa que eu às vezes fico impressionado como as pessoas chegam com soluções no plano com serviços, com produtos, que não tem nada a ver com o que foi falado sobre o gap, então a solução entendeu, se você não consegue indereçar o problema na sua solução, ou seu catálogo de soluções, a solução não serve para o propósito que você quer, entendeu? Então, quando você estiver escrevendo sobre como você vai resolver o que, então o plano é gente é o que, porque e como, né? O que é a parte que você cria para o futuro, o que é aquela parte que você está no agora, entendeu? Então, quando você for falar de futuro, você precisa olhar para agora, indereçar, entendeu? Todos os pontos que você falou anteriormente que são as dores, né? E são os gapes que você precisa realmente atuar, tá? Então, por favor, não deixem de se atentar esse ponto, porque eu tenho visto muitos planos, realmente, com soluções fantásticas, fantásticas e desmaravilhosas, mas elas não indereçam o problema, então, hora que você leu o plano como um todo, ele fica completamente desconectado, entendeu? Tá? Um número seis, a solução precisa mostrar benefícios mensuráveis, tá? Beneficios mensuráveis, são duas coisas distintas, tá? Os benefícios significam uma variação entre o cenário agora e o cenário proposto, tá? Menuráveis significa como você consegue demonstrar que esse benefício está acontecendo ou vai acontecer? Entendeu? É muito importante você demonstrar esse ponto de ser mensurável, porque senão fica uma leitura vaga e a crença, que é o que você tá querendo criar na cabeça do leitor, né? Porque ele não sabe quem você é, nunca de viões conhece, você quer criar uma crença, que o seu plano traz algum benefício para ele. Então mensurar isso de uma forma indexativa, seja em evidências do agora ou seja mesmo de estudos, né? Paltados em métodos para o futuro, é muito importante, é muito importante que você consiga realmente demonstrar, né? Que aquele benefício, ele não é só papa na língua, né? Ele realmente vai acontecer, ele tem uma grande chance a acontecer e existe uma forma de mensurar que esse benefício tem essa chance a acontecer. Tá bom? Fiquem sempre atendo isso, porque um plano vaga também significa você dizer vender, né? Uma solução e essa solução era não ter uma forma de ser controlada, tá bom? Número 7, tanto problema que é uma situação passada quanto a solução, que é uma situação futura, precisam conectar com o background do aplicante, não tem jeito, tá? Não tem jeito, se você vai fazer um plano para esse propósito, né? Para o exemplo, o que eu estou dando do Imploma E Baze 2, é você precisa ter uma condição de criação de algo que você sabe realizar. Você já realizou, você tem uma experiência sobre aquilo, tá bom? E que obrigatoriamente o seu futuro também esteja conectado com as duas condições, suas capacitações passadas, tá bom? Então olhar para o seu passado, que é o problema, e olhar para o seu futuro que a solução, as duas coisas têm que realmente fazer um metes profundamente com as suas habilidades e sua capacidade de entrega, tá bom? Se você não fizer isso, você pode cair no erro D, o seu critério do Meiro 2 não será tendido, que é o critério que fala que você tem que ter, você tem que ser autoridade falando em termos gerais, né? Um autoridade para falar daquele assunto, tá bom? Então, o problema e a solução, conexão com o background do aplicante, não vamos criar plano para coisas fantásticas, maravilhosas, que tem benefício enorme, mas que vocês nunca realizarem, vocês não sabem fazer, que vocês realmente não têm experiência, isso não vai passar, tá bom? Noiro 8, a linguagem do escritor precisa alinhar com a linguagem do leitor, esse aqui também é outra coisa que as pessoas não percebem, né? O quanto é importante em uma visão escrita, né? As palavras, a forma, a linguagem que você utiliza, tá? Está conectado, é com aquilo que o leitor está querendo e chega, né? Especificamente para esse processo, para esse ministro de implementos, bem, você entende que esse leitor é um avaliador, ele tem um perfil genérico, né? Então ele não conhece todos os assuntos, tá bom? Ele tem uma função de te avaliar, né? E ele, e ele espera que você tem uma leitura agradável, que você tem uma leitura, que tem a lógica, que tem a clareza, tem objetividade, né? São, são dezenas, centenas de páginas, entendeu? E no final é um ser humano que está avaliando aquilo, não é um robô, né? Então facilitar a vida do seu leitor vai fazer você ganhar pontos no seu objetivo de ter esse plano aprovado. Tá bom? Importantíssimo que a estruturação do plano, ela tenha claro uma estruturação padrão de um plano que você vai demonstrar a análise de mercado, vai demonstrar quais são serviços, como é que você prospecta o seu negócio, quais são os benefícios financeiros, claro, você tudo, você tem que ter isso, num plano business plan, por exemplo, mas a forma da escrita, como você integra tudo isso, as palavras que você usa, você precisa adaptar ao leitor, fazer um plano e submeter ele para uma avaliação, por exemplo, de um plate migratório, não é, não tem que ser a mesma coisa de submeter, o mesmo plano para o investidor, que tem uma visão financeira do negócio, uma visão de oportunidade, tá bom? Então esteja muito atento, se isso, a linguagem precisa conectar o leitor do escritor, tá bom? No número 9, a conclusão precisa endereçar os objetivos e propostas uma linguagem persuasiva, não deixe de colocar uma conclusão no plano, é importante você colocar a sua, a sua desertação, a sua defesa, demonstrando quanto aquele plano está associado, ao que você acredita que vai fechar com os requisitos os propósitos, ao qual ele planta sendo submetido, tá? É muito importante uma conclusão, não deixe o seu plano simplesmente acabar numa visão financeira, não deixe o seu plano acabar com, acabar que eu digo, é finalizar a leitura, com uma visão financeira apenas, é importante você ter um diálogo final com o seu leitor, principalmente porque você não vai ter uma segunda chance, você não vai estar cara com ele, você não vai mandar um áudio, você não vai mandar um vídeo, você precisa fazer um que ele se conecta você desde o início até o final, então eu sempre recomendo colocar uma conclusão em primeira pessoa, fazendo uma explicação de cada um dos detalhes que tem no seu plano, e por que aquele realmente está adequado a cada um dos propósitos, a cada uma das normas, que aquele plano foi submetido, para fechar aquele problema que você escolhendo anteriormente, que lembrando, ele precisa ser importante, difícil, urgente e trazer benefício, tá bom? E número 10 por fim, o plano e primeira pessoa, isso é uma sugestão minha, eu acho extremamente válido, eu acredito que tem mais peso para o válido lado, tem mais conexão, te mostra mais responsável, te mostra mais com autoridade, te mostra mais com conhecimento, quando você faz um plano e primeira pessoa, tá? você está comunicando com o seu leitor, é como se você tivesse na frente dele, num almoço de negócio, você está explicando para ele o que é aquele plano, olhando os olhos dele, então eu acho que trazer a linguagem primeira pessoa para mim, é fundamental, tá? É uma recomendação, não é obrigatório, tá bom, mas dentro da minha experiência eu faço avaliações de plano, há muitos anos, e eu sempre observo melhor as pessoas quando elas trazem um plano, que elas meaves escreveram, do que elas trazem um plano que outras pessoas escreveram por elas, tá bom? É perceptível, tá, é um ponto que na verdade não está escrito, mas é uma característica humana, tá, você percebe isso, na leitura e na conexão do texto, tá bom? Se você contratou alguém para fazer um plano, tá, é para você, eu sempre, eu sempre recomendo, seja participativo, tá, define os passos, acompanha, você não precisa saber de tudo, você não precisa conhecer tudo, tá, de novo não é demédito, não saber fazer isso muito para o contrário, tá? Se você procura ajuda, então, mas você tem que participar, você precisa, você tem que fazer as perguntas para você entender como aquilo precisa seguir em frente, né? Você precisa saber o que se passa, você não precisa saber de tudo, mas você precisa saber o que se passa ao redor daquele objetivo, para entender quais são os pontos que você pode colaborar. Existem colaborações das pessoas que vão receber esse plano assim, colaborações técnicos, colaborações de experiência, colaborações de termos, né? Tem muitas coisas que vocês podem agregar. E aqui é uma última recomendação, né? Se você não entende nada de um plano, nada, absolutamente nada, e tem uma dificuldade com esse mundo, né, de novo que é muito comum, tá bom? Faça três perguntas simples aqui em frente do seu plano, só três perguntas, o que que o meu plano interessa? Qual a iniciativa objetiva do meu plano em uma frase me fala? Qual a minha iniciativa, qual o meu propósito, tá? E se o meu plano conecta com o que eu sei fazer ou eu tenho experiência? Faça essas três perguntas, tá bom? O endereçamento do plano, a iniciativa do plano, e se o plano fecha com o seu background? Essas três perguntas conectadas, elas vão te dar um grande objetivo, vão te dar uma grande direção para saber se você tem uma chance que você tá realmente investir em alguma coisa que tá te trazendo valor, ou se você vai ter que investir mais tempo realmente fazendo revisões, né, entendendo como aquilo pode melhorar a seu favor, tá bom? Eu vou ficando por aqui, tá, eu vou gravar um outro podcast falando sobre os tipos de plano, tá? Eu comentei no começo que tem mais 15, tipo realmente tem, eu fui escrevendo, e a gente tem muitas formas de escrever a mesma coisa, né, o mesmo problema pode ser realmente fateado e servido dos diferentes formas, mas isso é um assunto pro próximo podcast, tá bom? Qualquer coisa, eu tô por aqui, um abraço, até a próxima!
Podcast Summary
Key Points:
Consultar um advogado de imigração é essencial para escolher o visto correto e planejar a jornada.
Ao elaborar um plano (como para o visto EB-2 NIW), comece definindo claramente um problema real, elegível, objetivo e evidenciável.
A solução proposta deve fechar o problema, mostrar benefícios mensuráveis e conectar-se diretamente ao histórico e habilidades do aplicante.
Adapte a linguagem e a estrutura do plano ao leitor/avaliador, conclua de forma persuasiva e considere escrevê-lo em primeira pessoa.
Seja participativo na criação do plano, mesmo com ajuda profissional, e valide-o com perguntas-chave sobre seu propósito e alinhamento.
Summary:
O podcast oferece dicas cruciais para a elaboração de um plano, especialmente no contexto de vistos como o EB-2 NIW. O apresentador enfatiza a importância de buscar aconselhamento profissional especializado desde o início. A principal mensagem é que um bom plano deve começar com a definição clara de um problema real, que seja elegível conforme normas existentes, objetivo e comprovável com evidências.
A solução proposta precisa abordar diretamente esse problema, demonstrar benefícios mensuráveis e estar profundamente alinhada com o histórico, experiência e capacidades do aplicante. Além do conteúdo, a forma é vital: a linguagem e a estrutura do documento devem ser adaptadas ao perfil do leitor (como um oficial de imigração), facilitando a avaliação. Recomenda-se uma conclusão persuasiva que reforce os objetivos e, preferencialmente, que o plano seja escrito em primeira pessoa para criar maior conexão e autoridade.
Por fim, destaca-se a necessidade de o aplicante ser participativo no processo, entendendo e validando o plano através de perguntas simples sobre seu propósito e aderência ao seu background.
FAQs
É fundamental buscar aconselhamento profissional porque existem dezenas de tipos de visto. Um especialista pode ajudar a identificar a opção que melhor se adequa ao seu plano e aumentar as chances de sucesso.
Todo plano deve começar com a definição clara e objetiva do problema a ser resolvido, e não pela solução. É necessário entender a 'dor' ou o 'gap' que justifica a iniciativa.
O problema precisa ser elegível, ou seja, balizado em normas e requisitos existentes (como ser importante, urgente e difícil). Além disso, deve ser objetivo, evidenciável com fontes confiáveis e conectar-se ao background do aplicante.
A solução deve necessariamente fechar o problema identificado. Caso contrário, o plano fica desconectado e vago, pois endereça uma ideia sem resolver uma necessidade real e fundamentada.
Significa que os benefícios da solução devem mostrar uma variação clara entre o cenário atual e o futuro proposto, e deve haver uma forma de demonstrar ou medir que esses benefícios têm grande chance de acontecer.
O plano precisa ser adaptado ao propósito e ao leitor (ex.: avaliador de visto vs. investidor). A linguagem deve facilitar a leitura, ser clara, objetiva e conectar-se ao universo de quem vai avaliar o documento.
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