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1 - Nazi UFOs, Laura Loomer, & The Mysterious Preacher

230m 39s

1 - Nazi UFOs, Laura Loomer, & The Mysterious Preacher

Transkriptio koostuu useista katkelmista, joissa käsitellään eri aiheita. Aluksi mainostetaan Instru Days -tapahtumaa, jossa on alennuksia instrumenteista ja tarvikkeista. Tämän jälkeen puhuja jakaa henkilökohtaisia kokemuksiaan arpajaisista ja bingosta, korostaen uskoaan tulevaan lottoon voittoon. Keskustelu siirtyy Brasilian poliittiseen tilanteeseen, jossa vasemmistolaiset pohtivat Lulan hallituksen tukemista ja kritisoivat sen kyvyttömyyttä vastata työväenluokan tarpeisiin. Esillä on myös turvallisuuspolitiikka, jossa 11 miljardin dollarin paketti järjestäytynyttä rikollisuutta vastaan herättää keskustelua punitiivisuudesta ja vasemmiston roolista. Lisäksi käsitellään elintarvikkeiden hintojen nousua ja inflaation vaikutusta perheiden talouteen, erityisesti niiden, jotka elävät vähillä tuloilla. Kulttuuriosiossa viitataan jalkapalloilija Yamalin Palestiina-lippujuhlintaan ja sen herättämiin reaktioihin. Lopuksi puhutaan poliittisesta epätoivosta ja presidentin vastuusta, kun kansalaiset tuntevat voimattomuutta korruption ja hallinnon epäkohtien edessä. Teksti on sekalainen yhdistelmä mainontaa, henkilökohtaisia tarinoita ja yhteiskunnallista analyysiä.

Transcription

30014 Words, 170511 Characters

Finnish
Ja näin koittaa Instru Days. Jolloin saati kerhuksiista Aaleenusta. Jo passei itse mainkumme ta-procentia. Linseis takin, Joppa Visi kumme ta-procentia. Tai otat garetsilmalasit, mutta maksat vain yhden. Instru Days on nem päivät. Vain instrumentaario missä. Katsotaan, viivät, jota, ja kultuura, ja kultuura. Katsotaan, jota, ja kultuura, ja kultuura. Katsotaan, jota, ja kultuura. Ja esitä menee pitää huonella, jota, jota, pitää huonella. Fässä on vasta, jota, pitää huonella. Fässä on vasta, pitää huonella. 3. 3. 4. 4. 4. 4. Sielja on esinen Topsongolis kylhyt on Laaton작pe agreements Shiitelle on seuraava tapa- kuin kysy. Se valtaimman mua ja k態inen! Anttiiivät. Ja, pystytkin pitää olen, kun pystytävät ole taukaista. Meillä on ihan pystyä kanssa related ja defendasmusissa. JaPower kuinka, thatís kasteeseen näские kaarten ja peraks以前 pääseessä crust好吧 ja дор 충분uhan bluitkoa, heatsinkään auto jagnavaa kuin imassa, ja sari on teille taajani katsotaan, että on päästhet tavoja kaloian liikおいtu. Eu tôsui godoonut kun arvoivat taronaan eri kiinnikä peräiktää. he on si squeezeυτ Reevespal którzypti indi ke получилосьЧ Help kaskatteon ultuosjeta t騎 مسke kirjiilossa ja pyrit kultaa Tr� ty gives peltahoidna pen pu multicampuneilAN pipelines Olin semm ultra года ja muuta prendre ossani karten, ja sen väntöä aina olemme nyt SHSM. Jos sortsan jądaamme aihe excuses, premièreustalla tingri LaudevoConan toimSpaceborella, mutta aikaisen puhutaan proittuna tehty näitä, maaper 1960 min警anmus atiques on nssände hyöntää. -iirreysi lentää katsota, että yhden jatkaan jälkeen ei ole saada. Niin, jos jälkeen ei ole saada tuntia. Mä peräisten jatkaan järjestelmä, jos jatkoi saadain, että jatkoi saadaan katsota. Jatkoi saadaan, että jatkoi saadaan katsota, että jatkoi saadaan katsota. Jatkoi saadaan on aika katsota, että jos jatkoi saadaan katsota, että jatkoin saadaan katsota, että jatkoin saadaan katsota. Ehkä se on jo katsota, että jatkoin saadaan katsota, että jatkoin saadaan katsota. ja tied чуть soulta nagisiakaan, se on affectingriin rylsin edellChat. Tuttua koko norma-eknis işte adaptationgi montaa rundanpa niinувати että min También paljon aikaa ultamalta vuotulaiset tai ankella generating lessonsa on unleash. K reboundusin katsotaan tämä intermittenti olisiikzin kun perikimisien komoint Specialdown's - samalle Suomen ovat muhu kuilla, vuissa ritu relacionkti ja elämään. Vähän on ruokasire Texturi science inquanitys. Tämä on superkäällä. Meidän katsomasti on, että on ollut suurin katsomasti, joita on ollut muu. Nauro-oitaa, jotta on muu, mutta yksi katsomistaa, jossa on nukka, että katsomistaa, että on jatkevat katsomistaa, että on katsomistaa, että on katsomistaa, että on jatkevat katsomistaa, mutta se on tärkeää, että on katsomistaa, että on tärkeää, että on katsomistaa, mutta se on katsomistaa, että on katsomistaa, että on katsomistaa, Tänään yli 3 minuut tämän jälkeen. Tämä on nautta jälkeen. Tämä on jälkeen jälkeen. Tämä on jälkeen omata saadaan ja se on tämän jälkeen. Tämä on saadaan ja se on tämän jälkeen. eu vou botar um dinheiro aqui no farão Brasil, o farão Brasil vai virar um faróis Brasil, assim, é um negócio de bom poder. Vai virar a potência, exatamente. E eu não ganhei nada, eu já ganhei 18 reais na lotofácio, já ganhei 13 reais na lotofácio, já ganhei 9 reais na lotofácio, já ganhei um dinheiro na lotofácio. Preve o máximo, teve uma mega cena da virada que eu acertei três números. Eu nunca acertei um número da mega cena da virada, na história, na eduíso que eu joguei na mega cena da virada. Três números, o só que o pior é que nesse caso, você não sabe o que que você tem mais raiva, se você não acertar nenhum número ou você acertar três números. Porque se você acertar quatro, já é uma quadra, já é uma graninha que entra. E aí, também, por si você acertar quatro, você podia acertar cinco. Se você acertou cinco, você podia acertar seis. Se você não acertar nenhum, você está conformado, né? Justamente. E fíjete, é. E eu sou ótima. E eu deixo de queinar. Olha, eu realmente acredito. É sério, gente. Eu acredito assim com todas as minhas forças e crenças de que um dia eu vou ganhar na loteria. Porque eu já ganhei rifa. Bingo é só ótima de bingo. Eu sempre ganhei o cois em bingo, gente. Eu sou muito sortude em bingo. Já ganhei panela de pressão. Já ganhei essa deira. Já ganhei conjunto de churrasco. E rifa também. Rifa já ganhou, sabe, aqueles ursos de pelúcia, assim, gigantes, assim. Era um. Tima, era uma febre. As ursos grandes, assim, que você colocava no quarto, né? Minina ganhava muito. E eu ganhei, acho que dois ursos desses, em rifa. Então, sou ótima, rifa, bingo. Então, eu realmente acredito a partir dessa minha experiência que eu vou ganhar. A guerra. Eu vou ganhar. É a guerra. Eu vou ganhar. Não bingo era um bingo que tinha tanto prêmio que dava para a pessoa ganhar duas vezes seguida. Foi do Natal, do Reveillon, do ano passado para esse ano. E mesmo assim, eu nunca ganhei dois vezes, só ganhei um ano e ganhei uma lua de jardinagem. E eu não tenho jardínio. Muito bom, muito bom, isso aí, gente. Não, bingo é ótima, adoro, bingo. Ah, não, ganhei outra coisa. Eu ganhei aqueles frango que fica cabulca aberta e você aperte de farbarrulho. Ah, eu acho que fosse um embostado. Não, eu vou ganhar. Eu fomgato, não, o gato ganhou frango. Isso aí. Muito bem, muito bem. O Gustavo Flamio, eu sou a guerra revolução brasileira. É que a revolução a gente não ganha, né? A revolução a gente conquista, é camarada. A revolução é outra coisa, mas isso aí. E está no nosso horizonte também, no nosso sonho. Bom, vamos lá. Vou ler primeiros comentários de vocês, gente. E aí a gente vai entrar aqui nas nofas conversas. William Pereira nos complementando o atarde camaradas, diz ele. A Virónica, voz do fogo, também nos complementando. O da pai dizendo "Projeto Bolshefite iniciado". Malhando e esperando farol. Isso aí, camarada, muito bem. Parabéns para você. Gosto muito das pessoas que aqui, fortinhas. A gente tem que malhável, gente. Não precisa ser fissurado, não, mas é bom. A atividade física faz bem. O professor Coque, geopolítica, está dizendo que parece que arquivaram o caso do cachorro-relha. Vamos procurar, vamos pesquisar sobre isso. Mas é importante, assim, até a se informação. De alguma forma pode dialogar um pouco com a nossa. Com o nosso debate que a gente vai entrar neles, vai conversar. A gente está fazendo essa chamada "irrespeito do punitivismo". E, além desse clá na época do cachorro-relha, já tem alguns meses, a gente deu esse alerta aí. É um crime que, segundo as investigações, foi feito por garotos de classe média, alta, brancos, que teve a conivência dos pais, familiares desses garotos. As investigações estavam contra isso. Lembre-se, mas é isso. A gente branca de rica. O resultado é um pouco nessa linha aí, que a gente já sabe muito bem em qualquer dos fichos. O lobolo, 25 sedei, nas classes DEI, que querem respostas paliativas e de curto prazo, a violência do tráfico e do roubo. A esquerda liberal de classe média não sofre com essa violência. Se a esquerda não tem políticas públicas, de que está aqui falando. E mediatistas vai perder o apoio popular. Comitivismo é apenas para um populismo penal em época de eleição. Diferente da esquerda defender política de segurança pública para o trabalhador público. Vou deixar separado isso aqui, que a gente pode voltar nesse comentário. E que acho que é isso, um pouco do que a gente vai tratar aqui a partir. Dessa notícia, hoje do dia, deste anuncio do pacote de 11 bilhões para combater o crime organizado. Nessa extera de discussão de segurança pública de enfrentar a violência que a gente tem no país. Mas vamos entrar com mais detalhes nessa notícia, nesse debate da capota. Também, quem fala conosco, quem nos comprimenta, o Rodrigo, a Silvano, o Víctor também, Silvano aqui novamente. Marigula está dizendo, "Bonoite, ele lita", "Já emendou o nome outro". Depois, vejam o celebra oliferação de hidrotóxicos no Maranhão em Matapib. HETGIA fez essa denúncia no três irmãos. A gente veio falando sobre isso. A questão do Maranhão, e todos os crimes que envolvem o latifundo no Maranhão com os debates, com o Jodmoreno. O juiz aposentado advogado lá do Consolut. O zero de "How Home", como pronuncia, está dizendo o seguinte, abraços. Graças a eu era e comecei a me interessar muito por teoria crítica. Queria muito um vídeo guia sobre onde começar quais livros, textos, leve, etc. No meu canal, querido zero. Inclusive, tive um grupo de pesquisa que se chamava Zerda. No meu canal, tenho a playlist sobre teoria crítica. E tem uma série onde eu faço a recapitulação da teoria crítica, obviamente, pela minha perspectiva do que é a teoria crítica. Então, muito crítica, a exude mais gerações, a geração 2 e 3, pode rabber, mas está lá. Sempre recomendo para todo mundo que eu acho que é um eixo, não tem como fugir, é uma leitura difícil, é uma leitura densa, mas infelizmente na filosofia não existe molesa, não. Tem um livro do Marcos Nobre, se você quer algo mais introduzitorio, se você nunca teve contato que é algo mais introduzitorio, tem um livro do Marcos Nobre que se chama teoria crítica, e tem uma espécie de biografia do Instituto, porque o que a gente chama teoria crítica, na verdade, se funda no Instituto, tem uma biografia do Instituto, dos autores, etc. Que é mais introduzitoria também, se chama grande até o abismo, do Instituto de Jeffries. Mas recomendo que tomem coragem e também paralelo a isso, que é o que é o meu ver, é o livro mais importante da teoria crítica, ainda que seja um livro muito criticado pela própria teoria crítica, por ter sido pioneiro, então o primeiro vai levar muito apagado no tejê, mas que explica bem qual é a ideia da coisa, que é o dialéptica do esclarecimento, de adorno e rock-high. Que, inclusive, o texto, a indústria cultural, todo mundo acha que é um texto separado, é um capítulo desse livro. Então vale muito a pena, é muito interessante. Bom, eu Mateus Lombard, boa noite, melhor duplo do Brasil, eu amei o Mateus, obrigada meu querido, pelo carinho. Eu rana, eu também, sempre conosco, quem é aqui também o caverna TV 2021 diz, que é um Emiligano aqui, sei lá quem é, deve ser cobranço, não vou atender. Diz, aquilo Rio de Janeiro está 70 conto o quilo, mais em conta de picanha, inviável. É, a picanha está complicada. Uma carne, né, em geral, gente. Aliás, ele diz, Aliás, a cara e a gente tinha para o trabalhador estar horrível, olha, a gente, sério, hoje vocês não tem raiva o dia do supermercado. Já perguntei isso aqui, né, sério, de verdade. Não estou fazendo, sabe, não é nenhuma alarmismo, nada disso, mas assim hoje eu juro, comprei ovo, o manionésima, carrão, sabe assim, membros de coisas. Mais de 100 reais, sua cara, é de falar, mas você está no Rio de Janeiro, você está no centro da cidade, Até mais! Tem alguns recortes evidentemente. Tem que ter pensado sobre essas questões, mas assim, gente. Sabe, dois tomate, porque você não compra mais. Você não faz mais a compra do mês, né? Você compra, enfim, você compra e ir. Vai a todo, a branca. E eu sempre, sempre faço a mesma reflexão toda vez. Eu falo "Cara, eu sou sozinha". Eu fico imaginando uma mãe. Tem dois filhos, três filhos. É uma coisa inacreditável, gente. Está difícil. E aquilo que a gente sempre reforça aqui, né? O alimento para quem tem ali, recebe dois, três salários mínimos, que a média da maioria da população brasileira, é uma gigantesca parte da renda, da trabalhadora, do trabalhador. Com um estado muito à renda. É impressionante. É um dos dois filhos e ganhamos três salários mínimos, você vai apertar. Porque você não vai gastar menos de mil reais de comida. Não vai. Definitivamente. Definitivamente, isso é bem econômico. É. É. É criança, enfim. Tem leite, tem lanche, tem o monte de coisa, não? Não, é difícil, gente. É uma coisa. Inclusive, é a passeada inflação, né? Hoje. E é isso, a inflação está parxa, está controlada, mas a inflação de alimentos continua acima da média, né? Então, você tem a inflação, não patamar, mas a inflação de alimentos acima. Quando você correja o salário, você corre de pela inflação. O gasto da família é alimento, e aí o alimento está com o endo, o gasto, porque ele tem uma inflação acima do que é corrigido do salário. Então, é sobre isso, né? E porque o governo tem dados positivos na economia e as pessoas acham que está ruim, né? Essa é uma das explicações. Bom, também o Luis Mergulhão falou os nossos sortudos aqui. Ele diz, "A testa, ele tem o da Janela de ônibus com os amigos em viagem, eu perdi." E o Luciana ponto com o Luna ganha um iPhone, eu não retrasado no Arnitha, aí nossa socialista já é só tudo já. Isso é, já podia ir jogando na negacena, viu, camarada? Porque é que é pouco você acerta. E aqui o falco real, falando em futebol, muito aquê indo necessário, mas muito boa, pela proporção do Iamal Carregat, a bandeira palestina. Sim, muito foda. Iamal foi gigante, hein? Inclusive o técnico do Barcelona, o Paulo Alemão, né? Foi lá repreender o ele na coletiva de imprensa, né? É isso, muito. Depois de Marx e da escola de França, da primeira geração da escola de França, o Teala é um reproduzido muito foca-curso. Que presta, né? E o Iamal, ele. E a Mal que é fã de da Imana, inclusive, né? E a Mal ele mandou muito bem, assim. Foi algo. Na comemoração do Barcelona, então, algo que viralizou no Tinha Como. Tá bom, gente, olha só, tem um corte do. da entrevista da leticia Shagas com Mauro. Leticia Shagas, né? Do pessoal do São Paulo. Ela tá sempre no manhã Brasil, né? Sempre faz as análise de conjuntura, junto com Mauro. E tem um corte dessa última conversa que ela teve com ele, que tá lá no canal do Faro Brasil, inclusive, se você não segue o Faro Brasil lá no Instagram, fica aí a dica pra você, tá? Se você está siga a gente lá no Faro Brasil, e este corte, ele está causando bastante polêmica. Discussão, né? De bate, enfim, tudo aquilo que a gente coloca aqui pra pensarmos juntos. Vamos ver, esse pedaço aí desse corte da conversa. Que é um grande desconforto em parte da equidadia radical, mesmo a equidadia radical que tá dizendo pessoal, né? O pessoal vai fazer campanha pro Lula desde o primeiro torno. E é um desconforto entre nós. E eu acho que é positivo que exista esse desconforto, porque estranho seria se todos nós, sempre esquerda radical, estivessem os confortáveis em votar nesse governo. Acho que diria mal de nós, se estivessem os um conforto em votar no Lula, em votar no Adad, esse ano porque nós sabemos qual que é o programa que ele se presenta, né? Então, pra mim, uma coisa que eu tenho dito muito, sempre que convate com a juventude, é que pra mim se trata de votar e escolher com quem nós queremos brigar. E que eu prefiro brigar com Lula e com a Adad do que brigar com o Tarsígio e com o Flávio Bolsonaro. E a gente vê essa diferença aqui em São Paulo, por exemplo. Embora também uma Adad, né, a gente viu que ele fez aqui em São Paulo durante de um em 2013, né? Mas se uma prefeitura do PT, um governo do PT faz esse tipo de coisa, fica mais feio pra eles do que para o governo Tarsígio, né? Que o eleitorado do Tarsígio, vê o que o Tarsígio faz na USP e acha isso muito positivo. Então, esse é o cenário, eu prefiro brigar com Lula e com a Adad do que com Tarsígio e com Flávio Bolsonaro. Agora é um difícil ter esse papel, Mauro. E uma coisa que eu tenho tentando fazer também, diante desse apoio do pessoal, né? Desse voto que nós teremos no Lula, a gente também não fazia um papel daqueles que tentam frear a luta de classe. Porque é um setor, Mauro, que quer fazer a campanha do Lula e o Adad, é dizendo que graças a eles o Brasil melhorou um setor que ouve toda a indignação da classe trabalhadora e vira pra essa pessoa e fala você está mentindo, que o Brasil melhorou tanto com Lula, Brasil melhorou tanto com o Ministério do Adad e isso é mentira, Mauro. E nós vamos perder, nós vamos perder, não só as eleições, mas com a sepção de mundo, eles continuam mentindo pra classe trabalhadora. Então eu pretendo, Mauro, fazer uma campanha muito sincera, de quem está votando pra escolher com quem eu quero brigar. Porque, diante da crise que nós vivemos no Brasil e no mundo hoje, a vida de todas as pessoas está piorando, o salário mínimo está baixíssimo, se a gente não lutar pra aumentar o salário mínimo também, o povo vai continuar trabalhando muito mesmo se as seis por um acabar. Se a gente não falar dos problemas reais das pessoas, não adianta, as pessoas não são burras, a vida não está boa e pra gente conseguir transformar qualquer coisa, a gente precisa falar desses problemas. Então, mesmo na campanha nós precisamos nos diferenciar, nós não podemos ser aqueles que, pra fazer lula vencer, mente pra população, tenta dizer pro povo que a vida está muito bom, a senhora que a vida não está. Então, acho que isso nos coloca e digem dificuldades, é óbvio, Mauro. Mas são dificuldades que, na verdade, o quinto, quem cria essa dificuldade, é o petismo, já falei isso aqui antes, eu não vou fazer uma campanha mentindo pra as pessoas. Se trata de escolher com quem a gente quer brigar e não escolher o melhor projeto pro Brasil, inseles mentiras. Eu acho que é um grande. O Talida, deixa eu só acrescentar aqui a fala do letícia "A fala do Cassab". Eu nunca pensei na minha vida, eu ia concordar com Cassab, mas a vida no Brasil é a lucura. Que eu acho que complementa um pouco o que letícia estava falando. Cadê você, Cassab? Antes, né, sobre um sentimento. Eu achei uma frase muito boa, então, sem autorização, eu vou hip-hip de prosciões, tendeu raciocínio, né? Se eu disquim, me preocupe, que eu não vejo mais raiva na rua, eu vejo desesperança, por quê? Desesperança, as pessoas estão quase deixando de acreditar o Brasil. Porque na hora que ela vê todos os poderes envolvido e malfeitos, né? Um denúncio, lindos de tudo, com até canto de todos os estados e todos os poderes, as pessoas passam a ter o sentimento de impotência, não é? Isso eu sinto nas relações pessoais, nas relações políticas, nas juventudes, nos mais idosos, o que é muito ruim. E essa conta cai no colo do presidente pública. Quem é o presidente pública é o presidente. Ele é o pararrayo de tudo, né? É natural, as pessoas ele decam. Ele é o presidente, as pessoas são quase gritando, me salve, salve o país, não é? Quem é a figura que pode salvar é o presidente. Está aí, cassa a mão aí. Não está aqui, assim, né? Tem muitas coisas, deixa eu só começar ele por esse salvo que eu não falo aí do cassado. Isso vai muito na direção de argumentos que eu escuto muito, inclusive de grandes amigos meus que são membros do Partido de Trabalhadores, né? É sobre responsabilizar o presidente da República em relação a tudo. Evidentemente que há uma questão problemática sobre responsabilidade de poderes, né? Aquilo que é, por exemplo, de gestão de governadores, de prefeitos, aquilo que o Parlamento está legisando e defendendo e aquilo que compete ao presidente. justamente a falta de pleno conhecimento em relação à responsabilidade dos poderes para poderem aí justamente direcionar na figura do presidente como aquele grande responsável por absolutamente tudo. Mas aí junto com isso é importante dentro disso que escuto, né, desses, enfim, desses colegas do parte dos trabalhadores e ressoura muito entre os defensores do Lula, do PT, do Lula como todo assim, esses defensores mais passionais mesmo, mas, mas romanticizada, sobre. Lula não pode fazer tudo, né, não dá para responsabilizar o Lula por tudo, e de que ele não é um, como eu ouvi de um grande amigo meu, ele, o Lula não é um militante, portanto não dá para pedir para que ele saia nas ruas e, né, faça movimentos políticos nesse sentido, né, um movimento de militante, ele tá na condição de presidente, mas hora, por outro lado, diante dessa extortção sobre responsabilidade, a gente tem também na figura do presidente, aquele que a população, no geral, atribui uma fala importante para a gente poder fazer uma espalheta política, uma fala que ressou, como justamente foi conta dessa responsabilidade que se atribui ao presidente, muitas vezes talvez de maneira equivocada, mas se atribui na figura do presidente, aquele que vai chamar as pessoas para a Lula, chamar as pessoas para elas poder em levantar bandeiras, defender aquilo, que está dentro de um projeto político, dentro de um projeto de país, dentro de uma agenda, que defenda a grande maioria da população brasileira que é aquela trabalhadora. Então essa, digamos, em satisfação geral e que recaina a figura do presidente, como o CASSAB, né, é isso, né, realmente, como pode a gente chegar nesse ponto de concordar com o CASSAB, e é verdade, porque no geral todo mundo vai falar "Ah, o presidente, é isso, é a forma como, em geral, nós entendemos a política nesse sentido, e eu acho que é justamente esse um dos grandes evos dos governos petistas, de não entender essa força da figura da presidência e paralêm da figura da presidência, da figura do presidente Lula. Presidente Lula tem uma força política que absolutamente ninguém pode questionar. Então quando há uma escolha desse presidente dessa figura não ir para a linha de frente e fazer esse enfrentamento, me parece na minha avaliação erro. Então aí, juntando, né, vai a gente pode abrir aqui para a gente conversar e ouvir também aqui a nossa audiência, que era muito te ouvir. Mas uma das colocações da letícia que são importantíssimas e que isso, gente, desde lado desse M, ou seja, lá desde 2003, 2004, como é isso de 2025, eu já falava sobre isso, que é a letícia exatamente e falou. As pessoas sabem que a vida não está boa, que a vida não está confortável, que nós estamos na situação muito estímulo delicada, a gente começou falando aqui de preço de alimento, que é um mercado terrível da raiva, etc. Então, assim, e a gente está na situação muito estímulo delicada. Os trabalhadores, os pobres, então, se a gente começa a querer se enganar e querer enganar as pessoas, inclusive nessa arrogância, de fato que o povo não entende, então a gente não pode, esse nunca é o momento de criticar o governo, né? Ah, realmente, você quantas vezes eu ouvir isso? Peri. Não, você tem razão na sua crítica, mas esse não é o momento de falar, porque esse pessoal, o povo não vai entender. Quando a gente come fato de se sobrealta dos alimentos, no fim de 2023, 2024, mais especificamente, eu li muito e ouvi muito essa retórica de que olha, porque as pessoas não sabem o que está acontecendo, porque as pessoas não têm noção de como é que é. E eu cheguei sobre a questão da auto dos alimentos, a ouvir e a ler comentários do tipo assim, feijão. Não, porque o trabalhador da trabalhadora pobre não sabe ir no supermercado e contar, eles querem comprar tudo de uma vez, eles não sabem administrar para ir ao supermercado e comprar alimento. Isso é ou não é uma arrogância de uma classe média que não tem noção do que que é gerir um mês para não ter que falta comida até o próximo pagamento. Isso é uma arrogância, de uma prepotência de uma classe média que nunca na vida passou a dificuldade para dizer que o povo que a classe trabalhadora não vai saber. E aí fica fazendo esse tipo de retórica que não, porque é auto dos alimentos, porque X e Y e em razão disso, também precisa entender que o povo que a pessoa não sabe administrar as compras no supermercado. Eu cheguei, e juro por Deus, eu cheguei a ler comentários nessa linha agumentativa. Então, enfim, tem outras coisas que a gente pode falar sobre a fala da letícia, mas esse ponto de que a gente precisa muito partir dessa premissa, a gente subestimar a classe trabalhadora, a capacidade das pessoas de fazer as suas escolhas políticas diante da sua própria realidade, daquilo que está concreto na sua vida e tratar isso como povoam e a dona Maria hipotética e o seu joelho hipoteiro que não sabe votar, é de uma arrogância, de uma prepotência, de um argumento elitista tão gigante de uma gente muito descolada da realidade da imensa maioria das pessoas em esse país. Então, eu acho que assim, a letícia ela faz essa fala, que ela é muito sincera e é de monestidade entre as outras coisas, enfim, mas essa especificamente sobre, vamos conversar com as pessoas de maneira honesta, realmente a vida não está fácil. Pra gente, pra gente que conta o salário pra bancar para poder pagar as contas no mês, do lado de cá, do andar de baixo, dos andares de baixo, evidentemente que, né, a gente sabe que essa grande classe trabalhadora tem, enfim, muitas variações, evidentemente que há pessoas em situações muito mais difíceis delicadas do que a nossa. Enfim, então claro que a gente precisa fazer essas, trazer as devidas proporções aí, mas em geral a gente realmente precisa conversar com as pessoas de maneira honesta e não do alto desse lugar de que não, olha, a gente não pode falar sobre as contradições, sobre os erros, sobre as críticas em relação ao governo que escolheu passar pelo menos nessa última gestão dialogando com banco, absolutamente tempo todo, do que sentando como se indicar, do que dialogando com a classe trabalhadora, do que fazendo na figura do presidente Lula, como aquele que pudesse de fato de alugar e não, como vocês lembraram aqui muito bem, deu presidente Lula, como aquele que fala é, gente, mas é precisa ver que o trabalhador está fazendo dívida, usa inclusive o jogo do tigrinho pra fazer dívida, que é difícil, e ele não está errado, do um ponto de vista, mas a gente precisa também entender, porque tem que o trabalhador estar fazendo o uso do jogo jázado, o jogo do tigrinho, como um complemento de renda, porque isso está acontecendo, então veja, isso me parece, seria um tecolamento da realidade e uma orientação de um governo que fica repetindo esse tipo de coisa, porque não tem noção do que que está acontecendo, me parece, quase pessoas que estão parcelando compras no seu mercado, tendo que usar dinheiro de fgts e fazer nimpréstimo, usando dinheiro de fgts, pra poder comprar comida, cara, é impressionante, então sim, me desculpen assim, esse tipo de argumento sobre, não se pode falar, não, a gente não pode, eu já ouvi isso mais de uma vez, então você está certo, não porque tem isso em aquilo, mas agora não é o momento de criticar, porque tem extrema direita, porque tem o Bolsonaroismo, a gente sabe que é o Bolsonaroismo, a gente já vai falar sobre isso, inclusive, em relação a segurança pública, nós sabemos o que é o Bolsonaroismo, e pra quem, como eu ouço na última gestão, sabe mais do que a gente, inclusive, que eu não preciso entrar na fila do ouço, durante o governo Bolsonaro, não sei vocês, mas eu não preciso, teve muita gente que precisou, então a gente sabe, e certamente as pessoas também sabem, então assim, a gente não fazia uma conversa, um debate honesto, realmente é muito arrogante, e é muito, o argumento de classe média, classe média de gente que nunca passou a ver a benefício da vida, pra coisas básicas, sabe, pagar o gel, comida, etc. o básico do básico. Eu acho que tem algumas considerações a fazer, sobre as duas falas, acho que a primeiro e mais importante é ressaltar a honestidade intelectual do argumento de letícia. Você pode concordar, pode descordar, mas o argumento dela é robusto. É o argumento honesto e é algo que é o meu ver, falta nas esquerdas no geral, umas mais outras menos, que é essa honestidade com as pessoas. Diz "eu, a gente não pode ir até onde queria ir por isso que a gente vai fazer isso". A gente vai fazer isso porque a gente é fraco ainda e por isso a gente vai fazer isso. Ou a gente explicar o que está fazendo. E ela quer uma pessoa que vai voltar em lula no primeiro tudo, ela oferece um argumento que é irrefável, no sentido de que você pode descordar. Você pode ter a sua escolha, mas o argumento dela não tem erro, não há nada errado. É muito honesto o argumento dela. A gente vive uma situação como ela mesma disse melancólica. Eu já falei isso outras vezes aqui, que eu me sentia melancólica em sufrimento com a situação política. É uma situação melancólica, como ela coloca. Entre você ter que escolher entre o fascismo de Bolsonaro, o Flávio Bolsonaro, que vai ser um fascismo alatacísio e por isso mesmo mais tolerado. Tenho certeza disso? Flávio não vai sofrer o que o pai sofreu na presidência, se ele foi leito porque ele não é como pai. Ele vai ser bem mais tolerado porque ele é bem mais esperto e bem mais chucro e bem menos essa coisa espalha fatosa do Bolsonaro o pai. Então ele vai ser muito mais protegido pela mídia tolerado, mesmo pela mídia desse liberalismo progressista. Descena o liberalismo progressista da Globo, etc. Aqui vive basulando o tacício, basta olhar. Então acho que, de outro lado, você vai ter Lula, um presidente, que. Só para dar um exemplo, Lula, Lula essa semana, Lula, ele vetou um alê que colocaria os períodos de estágio como período de experiência profissional. Então sim, com a reivindicação histórica do Mórmite Studentil, que Lula vetou. É isso, Lula, eu fiz um acabou de fiscal prometendo o que não ia fazer. Não restatizou setores da Pertrobras prometendo o que ia fazer. Porém, a gente sabe que Lula é melhor de você brigar. O que é isso? Como ela falou? O PT ele se queima se ele fizer o que ele faz. A direita não. O PT por toda mais pouco mais permeável. A pressão popular. Pouco mais, então é que ele é permeável, não. É um pouquinho mais permeável. E fundamentalmente a situação do povo brasileiro com o PT, como ela falou, está muito ruim. O PT tem de esconder a todo custo isso. Mas o fato é que, sim, o Brasil melhorou, está mais organizado, as instituições foram recompostas, etc., etc., etc. Mas a vida do povo continua muito ruim. Está melhor do que época do Bolsonaro? Tá, porque é bom sonar. Você não pode ter como parâmetro bom sonar. Mas não está significativo a melhor ponto das pessoas. Terem esperança de que isso significa uma vida melhor. E do Cristo é uma melancolia política. Que o cassado nota? Que o cassado está esferto. Ele fez um diagnóstico político muito mais agussado do que o PT. De notar esse elemento melancólico da política. As pessoas estão sem esperança. E é muito perigoso que eu fascismo ama quando a conjuntura política é sem esperança, melancólica, etc., etc., etc. Porque o fascismo começa a aparecer, começa a força de ruptura que começa a abrir espaço para as pessoas imaginarem algo diferente. Ainda que esse algo diferente quando se realiza, se realiza com um espécie de força reacionária, de uma revolução conservadora. Uma revolução reacionária, apesar do antagonismo dos terros. Então a fala muito nesta, principalmente dentro da esquerda radical a gente precisa ter um debate mais racional, mais honesto. Por quê? Porque o Bolsonaro não poder as pessoas que vão no parafila do uso. Bolsonaro fez um estrago institucional no Brasil, que esse negócio que falaru aí do deta gente, é porque Bolsonaro discredibilizou tantas instituições reguladoras, que as pessoas acham de "bontão". Bem, bem, um datagente, porque não acredita na vigilância santária. Então assim, eu acho que sou uma alcohol, porque não tenho nenhum, e é meio que isso que a letícia está falando. Eu não tenho nenhum argumento para você voltar em lula, a não ser o medo. A não ser o fato de que vai ser muito pior com o fato. Vai, é fato. E aí, a gente, que eu acho que é esse o ponto que ela coloca, né, a gente da esquerda radical, tem que ter um mínimo de responsabilidade para dizer assim, eu vou bancar o fato de que milhares de pessoas vão ser jogadas numa fila do uso novamente, por a convicção política, que não garante, que não garante uma melhoria na situação conjuntural de correlação de forças ou da situação da esquerda radical, é complexa a situação, porque eu não tenho respostas para isso. A única coisa que eu tenho com a convicção aqui, eu erro baldo na hora gara, eu não vou arriscar. Eu não vou arriscar. É isso, tem gente que vai voltar no primeiro, tem gente que vai voltar no segundo, tem gente que vai voltar no nulo. E aí, beleza. Eu não vou arriscar, no segundo túnel, vou voltar em lula. Se for lula e flagem como tudo indica, promotir muito simples. Pessoas que eu não conheço, mas que são brasileiros, meus companhanios, vão para a fila do uso. É complicado, não temos respostas. A esquerda radical não tem força para fazer nada hoje. O problema é que a esquerda radical vai fazer sobre as eleições presidenciais, lançar quatro candidatos diferentes. Cada um cuja é o regular de 2%. Com campanhas que do design, a comunicação, a militância, é uma desorganização pura. É amador. É só para divulgar a linha política, uma amiga divulgada a linha política para quem é assim. O que é a esquerda radical, está participando das eleições, desde que eu menteiro de gente. E eu só vi conhecer coisas da esquerda radical depois de velho, porque eu não levava sério. A esquerda radical nas campanhas políticas na época que eu não era politizado. Porque eu olhava aquilo ali e achava simplesmente bizarro. Porque é bizarro. É mal feito. A gente não tem força política para dizer assim, não, no primeiro túnel, a gente vai ter uns cinco por cento. E pelo menos a gente consegue pautar algum debate. Consegui formar uma represa ao fascismo. Consegui fazer um discurso que vai robar voto do fascismo. Nem que seja para lular chegar no segundo túnel com mais, robustei, saca. Porque sabe que vai ter outro candidato ali, que vai estar no campo da esquerda e que não vai ser um cair do da vida. Que está ali para robar voto de lula. Então, é uma situação muito complexa. As pessoas são sem esperanças, como diz o CASSABLE, e está correto. As coisas infelizmente sobram tudo por presidente que o Brasil tem uma tradição presidencialista muito forte na cabeça das pessoas, não importa se for o veria do que fez, ou se for o deputado federal que fez, a culpa é do presidente. Porque é essa tradição política do Brasil, e o presidente tem que saber disso quando tiver no poder. E se pode ser usado por bem, e para o mal. Pode ser usado para convocar, para politizar as pessoas, para puxar o debate público, lula, espolre não usar, e para que fere ficar passivo. Porque o CASSABLE usa isso contra o lula. Ele coloca pautas através do partido dele, PSD, para pressionar o governo e colocar o governo contra a parede. Porque ele sabe que vai sobrar para a lula. Ele joga com essa desesperança. É claro que o discurso delicínico, ele está ganhando com essa desesperança. Mas quem está perdendo a esquerda, é ISC. Para concluir, a situação é perfeita a descrição da letícia, melanchólica. Não está em lula no primeiro turno. Até o momento, o rótimo no segundo, não sei como ficar a situação da lição, é que para lá, a pessoa precisa valiar. Mas é triste assim. Eu não consigo, eu não consigo, tá leita. Até porque eu sempre, desde quando eu não era politizado, radicalizado, eu nunca fui uma pessoa de achar que rótimo, o Nulo resolvei alguma coisa. Acho que a pessoa tem que votar no Nulo, votar, nem que seja no ades graça menos pior na sua cabeça. Porque o Nulo, você está jogando parado, você não está fazendo nada. Ainda mais quando o voto Nulo pode jogar o Brasil, não pode entregar o Brasil, não governo distrema direita, da qual a maioria de nós aqui não vai para a filha do oso, a maioria de nós aqui não vai levar tapas na cara de polícia, a maioria de nós aqui não vai ser ameaçada para polícia nas comunidades, não vai ser super encascerada, a maioria de nós aqui vai passar perrengue, mas não vai sofrer na ponta os efeitos das políticas que flabou sonar, pretende anunciar que a gente, algumas já saíram outras, eles esconde, né? Ele vai saltando aquilo que é conveniente, obviamente do que a decisão é individual, mas eu posso julgar qualquer decisão porque essa é a parte da crítica do debate público, né? Então é isso, infelizmente não consigo encontrar argumentos, e aí com todo respeito que ele vai votar no Nulo, não consigo encontrar argumentos, porque é isso, eu me lembro inclusive a minha subrinha, que é a pessoa LGBT, que São Paulo sofreu muito nas eleições, além de Senor destina, e ela chega e via eu muito revoltado com um, a sua escolha no segundo tudo, influencia decisivamente a minha qualidade de vida na cidade, porque uma coisa é lula, outra coisa é flabou sonar, tem muitas coisas que são parecidas do ponto de vista da política econômica, neoliberal, é verdade, e a gente faz as críticas e a gente vai disputar, mas eu olho pro meu campo da esquerda radical e desculpa, eu não vejo força suficiente para a gente pressionar o flabou sonar, a gente não consegue pressionar a lula que dirá o flabou sonar, quer dizer, a gente já está conseguido fazer uma pressãozinha no PT, mas no flabou sonar, a gente simplesmente, é muito simples ele pegar e mandar a polícia, desde seu cassete e acabou a nossa festinha, e vai ser isso, porque a maioria de nós vai voltar para casa, vai ler os nossos livro, vai ficar de boa, com conta da população, vai estar laxcada, e é uma tristeza, tem que dizer isso, é honestamente. Não, e para além do exemplo da fila do Oso, eu acho que também é importante, a gente considera as percepções ideológicas que podem acarretar no governo do trama direito, a gente, a gente não pode ignorar esse tipo de situação que pode acontecer sim, lembre-se que o John, por exemplo, foi uma pessoa ameaçada pelo grupo o Snell nazistas, e que teve a partir de uma institucionalidade uma espécie de retaguarda, uma esposa extrão de antiga violência que ela sofreu no ele, as ameaças contra a família dele, e ele teve uma retaguarda por parte do governo brasileiro. Não governo do trama direito é absolutamente contrário, isso porque é gente que inclusive defende criminalizar os comunistas. Então, um governo do trama direito, inclusive a existência do canal como esse, pode ser colocado em cheque. Eu estou exagerando, vocês realmente acham que estou exagerando? Pergunto se encerram. Então, é assim, acho que tem, tem realmente muitas coisas que são muito semelhantes, tanto que a gente fala aqui, né, do neoliberalismo progressista, um neoliberalismo de trama direito, agendas econômicas muito semelhantes, mas tem questões de ordem ideológica e a forma de governo, que são importantes sem destacadas as suas diferenças. Então, eu realmente não considero, e respeito como eu acordei ou não considero, eu não considero votar nulo, nunca considerei, e eu entendo perfeitamente o argumento, que é um argumento que, olha, eu não me sinto representado politicamente, nem por candidato a, nem por candidato bem, então eu tenho direito de não querer votar, de não querer sair de casa para votar. Um dos votos em branco, tem os votos de protezo, tem os votos nulo, tem as abstenções, eu entendo perfeitamente, perfeitamente. Mas eu, e aí vai um ponto de discordância que eu tenho, o argumento do tio Du, embora ele seja um argumento real, o voto ele é individual, realmente, ele é individual, mas a gente também precisa considerar dentro de uma coletividade. A diferença de um candidato de outro significa para muitos deixar de comer, então eu não consigo também não considerar que a reflexão sobre voto passa por isso, que muitas vezes para nossa vida pode piorar, mas a de muita gente pode ser devastador, que não amorte. E aí eu vou para a questão do Adad, né, porque a letissa Chaga está em São Paulo, ela se refere ao Adad, eu voto em São Paulo, enfim, o São Paulo listo, eu voto em São Paulo, eu vou votar para governador, e eu acompanho com pouco mais de atenção, embora eu esteja no Rio, mas eu, eu acompanho um pouco do que está acontecendo em São Paulo, inclusive, eu, enfim, tenho familiares, amigas, converso, enfim, com meus familiares e assim, para vocês de feitas, está destruindo o São Paulo, destruindo o São Paulo, acabando, ah, mas o Adad não é fazer diferente, não sei, muitas coisas podem ser muito semelhantes, do ponto de vista, numa política privatista, de colocar o Estado como um balcão de negócios, com empresariado, né, um neoliberalismo, mais de novo, a partir de argumentos da letissa Chaga, com um possível governidade, e que eu acho muito difícil, mas enfim, a gente, de alguma forma precisa, nós, eu falando enquanto, pessoa que vota em São Paulo, né, precisa considerar tirar um extremista como um caixinho de defreitas, cuja polícia, a polícia de São Paulo está absolutamente sem freios, e quem é que ela está matando, quem é que a polícia mata, quem é que PM mata historicamente, por isso que é possível a gente se fazer um enfrentamento, um debate contra um candidato e um diferente do outro, porque o detalhes de defreitas, ele se cumpra o palavrão aqui, ele caga para as nossas críticas, que ele faz o que quer e que ele entende, tá aí destruindo São Paulo, quer nem saber, a PM de São Paulo tem os seus índices, cada vez, mais devastadores, o feminicídio em São Paulo e a política de enfrentamento à violência doméstica, a violência contra a mulher, em São Paulo todos os índices, aumentaram exponencialmente durante esses últimos quatro anos com o governo de traiteis de traiteis, a uadade vai ser a mesma coisa, não sei, mas com a dade eu posso estabelecer no mínimo um enfrentamento, até porque a gente inclusive promove no mínimo ele um constrangimento, um governo que se propôs dentro do seu governo, um governo federal, um enfrentamento, a violência doméstica, um plano geral, para enfrentar a violência contra a mulher, tão no mínimo um constrangimento, a gente está beleste, com as brigas que a gente vai fazer enquanto a esquerda radical, com uma letícia trouxe. Agora, com o governo de sistema direito, gente. Um segundo mandato, de governo de sistema direito, inclusive, históricamente, o que se aponta é um aprofundamento dos processos de violentos. Das persecções ideológicas, então assim, não dá para achar que é a mesma coisa. Em muitas coisas, de fato, há semelhanças, mas não em tudo. E aí, eu acho que é um paramum entendimento de que essa é uma conversa difícil, complexa, permeada por muitas contradições. Não é algo fácil. Se fosse fácil, desculpa que, enfim, a redundância estava fácil. É isso. A gente dava que uma resposta muito fácil e vida que segue. Não é fácil. Esse é um tipo de debate complexo demais, difícil e mudelicado, que nós temos aqui visões muito diferentes. E é isso. A gente não pode achar que a gente dá a resposta simples para uma situação como mais. Nós estamos nessa situação melancólica, em uma cruziliada muito difícil. E isso é responsabilidade de toda a esquerda da petista, progressista, da esquerda radical. É uma responsabilidade tão bem de todos nós. Não é só nós. Eu realmente acho que a gente não precisa ficar o tempo também nos colocando como apenas aqueles que somos totalmente responsáveis pela situação que a gente está. Não é. Evidentemente, do lado de "LileStand", o fascismo, o dinheiro do capitalismo, admitir as dissorições, as disonestidades. Então, assim, é uma luta bastante injusta, evidentemente. Mas é importante que nós façamos aqui e as nossas conversas difíceis mais honestas. Eu acho que é isso que a letícia de alguma forma está colocando nessa fala dela. É importante. E conversas difíceis e honestas, a gente pode fazer com todo mundo. Achaque a gente que a gente tem que simplificar o nosso argumento porque a dona Maria Hipotético, o seu João Hipotético, não vão entender, vou voltar no meu argumento. Te coloca nesse lugar e se achar muito melhor, muito mais inteligente do que qualquer outra pessoa. Aí, acho bastante complicado. Aí, a gente já erra no começo. E é isso, como a letícia trouxe. Mentir, fingir que está tudo bem, além de ser arrogante, é colocar grande parte do ma classe trabalhadora que não está tão atenta, digamos, com os detalhes do dia a dia, do cotidiano da vida política, contra nós mesmos. Então, você vir, olha, a vida está difícil. Aí, fala, "Não, está, olha, o governo está fazendo isso, está fazendo isso." Porque, olha, olha como no lota bonito, olha como. "Tedê eu, ninguém é de outra, gente." "A tratasse isso com idiotas?" Sim, por muito, eu não vou fazer isso. Acho que a gente não tem que fazer isso. Absolutamente, quem tem esse tipo de postura, é assim, é arrogante. É bastante arrogante. Eu vou ler aqui alguns comentários. Você tem um vídeo que você quer colocar, e é isso? Eu queria ler alguns comentários aqui para. Não, isso é outro vídeo que manou do da porrada, hein, né? - Ah, bom. - Ah, bom. Só para complementar que é isso. Assim, pessoal, no chat fica falando todos os problemas do PT. Gente, assim, nada dessa conversa aqui, a nula, todos os problemas do PT. Ninguém está desconsiderando os problemas do PT. Ele vai falar deles hoje, mais vão ver. Eu já falei dele, por exemplo, nula, ele é um cara que ele alimenta essa melancolia. Duplamente, né? Por exemplo, ele vetou a lei que coloca uma pauta histórica do movimento de lente. Ele vetou. Então as pessoas se olham assim de expor, são um governo que. não muda na nada. É isso. As pessoas perderam a capacidade de esperançar algo melhor. E vão encontrar as tolunções em qualquer coisa. Que é? Que é a racionalidade do discurso fascista no Brasil? Se a hegemonia é o liberal, o fascismo vem e diz. Então é isso aí. É o neoliberalismo, é a luta de todos contra todos. Então eu vou dar a talita, uma arma, para ela se defender do mundo babilônico. Que é? Isso é mais sincero do que você achar que vai gerir o capitalismo. Porque você não vai. Você não vai gerir o capitalismo. Agora você diz para a pessoa que dentro desse capitalismo brutal, eu vou, então, cortar a cota, porque a cota é privilégio, far mais sentido do que ficar querendo gerir o capitalismo ingerenciável. Porque, pelo menos, você diz assim, então, já que é a guerra de todo mundo contra todo mundo, eu vou dar condições para vocês lutarem. Se desgladiarem. E aí é isso. Alguns vão ficar pelo caminho, outros vão ficar sem casa, outros vão para a filha do oso, faz parte. Mas é o nesto. É sincero. A esquerda não é a esquerda quer vender o impossível. E aí é isso. Se tem uma força política hoje, que é utópica, não são os comunistas. É o PT. O PT é absolutamente utópico. Ele acredita que pode gerar esse alco capitalismo e que ele só vai avançar por consenso. Não existe mais consenso. Não existe mais essa possibilidade. Só que, ter essa conquistadação, é diferente de achar que lúli Bolsonaro é a mesma coisa. Lula não é igual a Flávio. Lula é um cara que cometeu. N estelionados aleitorais, mente, vai na espanha, falou uma coisa, chega aqui, fazota, enrola a base, pacifica a base, para não pressionar ele. Tudo isso é fato. Mas Lula não democrata. Eu posso não gostar de democracia burguesa. E possa acreditar piamentemente com toda certeza do mundo que nós precisamos encontrar um sistema político melhor do que democracia burguesa. Mas uma coisa é ser comunista. Na democracia burguesa de Lula, outra coisa ser comunista na democracia burguesa de Bolsonaro, de Flávio Bolsonaro, ou até com a meiaça golpista. É totalmente diferente. Vocês sabem qual era? O tempo de vida de um militante da esquerda radical, na ditadura militar, após o I-5, três meses, três meses. Você entrava na militância e seu tempo de vida era três meses. Para você ser sequestrado, sumir ou ter que ir para o outro país. E quem diz isso no Bolsonaro, já co-gorenda, combate nas trevas, o livro dele. Não é a mesma coisa. Não é a mesma coisa. Prestes não apertou a mão de Vargas depois de mandar a Olga para um campo de concentração porque ele achava que era legal Vargas não pô. Ou por afinidade política não. Porque o materialista faz aquilo que é necessário. E é isso. Essa é a minha visão. A gente faz o que é necessário. Quais são as minhas forças hoje? Nulas, muito poucas. A gente tá começando. Muito por iniciativas individuais, grupos de um pessoal, as se tem os jones, umberto, aliás, por iniciativas de pequenos grupos indivíduos, você tá começando a criar as condições para a esquerda radical ter alguma força. Mas a gente não tem hoje, tá ali. E aí a gente não pode ser irresponsável. A gente não pode ser irresponsável. A gente não pode simplesmente achar que é igual, que é a mesma coisa, que dá no mesmo, que se abistê diante dessa conjuntura igual piláteros, né? Lá mais mãos diante dessa conjuntura é algum tipo de posicionamento que vai gerar algum ganho para classe trabalhadora, para o movimento comunista e para a esquerda. Não vai gerar nenhum ganho para classe trabalhadora, nem que o movimento comunista, nem para a esquerda. Até porque o spoiler é para terminar. Casulula, perque leição, saia, vai sair desmoralizado, vai jogar biografia no lixo, todo esse fibricoso. O PT não vai deixar de ser a gemônico na esquerda. As pessoas não vão acordar no outro divam, não vão dizer. Deixa eu pesquisar aqui, agora, um que é uma esquerda de verdade. Ou então, vai matê-la um menino com o capital na mão e dizer. Mostra, desculpa aqui, agora, o que é a esquerda de verdade. Imagicamente, a estrutura que vai ser o PTTem, o dinheiro que o PTTem, a inserção que o PTTem vai se desfazer como água. Não vai. Primeiro, a esquerda radical precisa construir a sua estrutura, sua inserção, sua força, para poder tomar a egemonia, para ir lá desfutar a egemonia. Será? Vai ficar sempre arrumando uma desculpa, uma leitura política e assim por diante. É isso, se a inserção é resumida tudo. É triste, mas tem o que rir. É sobre isso. É assim, a situação muito triste, porque eu gostaria de voltar em alguém da esquerda radical no segundo turno, não é voto ideológico, desculpa, segundo turno é voto de contenção de danos. E eu não vou me abstenar, eu vou contendendo sim, porque é isso, meu parceiro. Eu moro aí no Ibuura e no Ibuura as pessoas sofreram muito durante o governo Bolsonaro. E eu não quero ver isso, de novo. Bom, vou ler aqui comentários de vocês, gente. Eu quero ir. Só fute isso, gente, que eu sou milp, e eu ia se ver. Isso é difícil, inclusive de ler com óculos. Sofia, Sofia, Lohchar, renovando sua assinatura. Valeu, minha querida, já bem vindo novamente. Raniéri, olha só, eu vou colocar os comentários de vocês, alguns aqui que a gente foi separando. A gente pode conversar no junho, o Raniéri diz, eu já acho ele diz, para esta santificação do povo, como se ele não fosse responsável por esse Congresso. Por exemplo, eu não estou lembrada de tentar do santificar o povo menos ainda ebal, não é uma santificação do povo. O argumento que a gente tenta atraser aqui, que eu tenho repetido sempre, é o elitismo por parte daquelas e daqueles que tratam o povo. Primeiro, como se fosse uma coisa só, um grande bloco, o povo, e como se as pessoas não tivessem as suas devidas inflexões para poder sair para votar. Então, não tem ninguém da forma do povo assanto. O povo também é responsável pelos resultados nas urnas, evidentemente. Mas o resultado nas urnas também é o resultado, desculpa aqui, é, enfim, repetir, mais de uma conjuntura de escolhas que foram acontecendo ao longo de um processo. Não é ninguém vota da noite por dia, ninguém não, mas é grande parte das pessoas. Então, não tem santificação do povo, evidentemente. Não é santificação do povo, eu queria lembrá-los, inclusive, que essa ideia muito propagada de que, "Ah, porque o Congresso é a cara do Brasil, é representação do que a pessoa mentira", que as eleições burguesas, elas são premiadas por uma disputa de força inclusive econômica. Lembre-se que nós estamos nas últimas eleições sob a lógica das emendas parlamentares e elas definem muito as eleições. Os capitais eletorais de cada deputada, com seus conglomerados os seus partidos. Existem, como o Oerí, exemplificou aqui, um movimento por parte de quem se estabelece, se coloca como socialista, como defensor do processo revolucionário, como pessoas de esquerda de fato, que fazem enfrentamento. "Ah, extrema direito, enfrentamento". A neoliberalismo progressista do governo do PT está por defurar essa bolha e também fazer essa disputa na institucionalidade. A gente sempre falou aqui, "Eu vou repetir". Tudo o que a gente defende aqui não é apenas uma defesa purestritamente de cuinho eleitoral. A gente fala com mais em fazer nesse momento, "vamos cada vez mais falar, porque nós estamos num ano eleitoral". Um ano, inclusive, de eleição presidencial, importante. Mas também é verdade que nós defendemos aqui uma agenda, um projeto de país, coisa que não se fala mais. Não se discute mais. Para além das eleições, porque vejam, a gente tem, digamos, "presidente Lula será eleito?" "Será eleito?" "Ok, votaremos nele primeiro, o sermo vituano, votaremos, ok?" E depois, 2030 é logo ali. O que não temos mais, e acho que é algo que falta a esquerda, em particular a esquerda radical, que é a que se coloca como crítica, da esquerda institucional, da esquerda majoritária, a construção de um projeto de país. Então, vejam, não é absolutamente o que a gente está falando aqui apenas sobre questão de eleição, mas também sobre o futuro. Quando a gente fala de melancolia, é também porque a gente nos falta a horizonte. E eu vi vocês aqui, inclusive, falando sobre, olha, o pessimismo não é revolucionário. De fato, o pessimismo é mais factual, diante do fim, do que a gente pensa em um horizonte revolucionário. Mas a gente está fazendo uma análise de conjuntura que junto com vocês. Mas é também pensar de algo que nos falta, que é construir um projeto de país, que vai para além das eleições dentro, evidentemente, do democracia burguesa, com todos os seus problemas, todas as suas questões, contradições, etc. Então, não há uma santificação de um, e nem tirar a responsabilidade de um povo sobre o Congresso que está lá. Mas é entender como é que funciona, porque veja. As eleições de elas são tão injustas, tão injustas, que os candidatos da esquerda radical, que são três, lembre-se. São três presidenciáveis, então a esquerda radical também não consegue minimamente criar um processo para se tirar um. São três candidatos, do que é do radical, e não todos os que têm a melhor, quem é pior. Todos devem ser muito bons, de antes daquilo programar, basicamente, que a gente está falando. Defender os trabalhadores, defender um processo revolucionário, evidentemente. Mas a gente não consegue tirar um candidato? Um. Tem três. E aí, como é que a gente faz? Que dentro, inclusive dos comentários desse vídeo da letícia, tem um lulismo meio delirante, criticando a letícia, falando o que eu vou votar, etc., enfim, tudo aqueles argumentos que chega até cansativo, mas, pro outro lado, eu só achei de gente abraçado na sua convicção. E aí, com todo respeito mesmo, com todo respeito, porque eu tenho o profundo respeito com quem faz enfrentamento à esquerda, e à esquerda radical. Mas, assim, abraçar a sua convicção e não ter um entendimento sobre uma conjuntura, com todo respeito para mim há muito limite, gente. Muitos limites, realmente. E olhar e falar, "Ah, a letícia é. A letícia e o pessoal nem é. É isso, pessoal nem é de esquerda, pessoal nem é de esquerda radical, porque o pessoal está alinhado a lulismo, não entende as disputas internas dentro do próprio partido, sabe?" Então, assim, não tem aqui o camarada que fala sobre a edificação do povo, de um congresso que sequer representa, de fato, o povo. Ta cheio de bandido, de estema direita, e gente que usa o parlamento para poder fazer as aberrações que a gente acompanha. Tem deputado do peiro e defendendo os AVGTS para comprar arma. A gente vai, daqui a pouco, a gente vai entrar na questão de segurança pública. Então, é disso que a gente está tratando, é democracia burguesa, e a gente precisa forar essa bolha. Mas, para além disso, você pensar no projeto de país. Ninguém está falando só de eleições aqui tão bem. Só pra entrar na este tema, primeiro que é isso, ninguém está usando nenhum argumento moral aqui. Então, usando nenhum argumento moral, não estou sem que é feio errado. De eu disse isso, você pode voltar no primeiro, no segundo, ou voltar nulo. E a minha avaliação é de que você voltar nulo no segundo, não é você lavar as mãos de antes de uma conjuntura da qual a esquerda radical não tem nem um trinta de força assim, de influenciar, portanto, você não está fazendo nada. Minimamente, você está lavar nas mãos, não é o que eu há. Porque eu acho que a radical não tem força para influir nesse processo. Então assim, não é um argumento moral. Não é uma chantalha, não é nada, não é sobre isso. Primeiro que, é claro que o povo tem responsabilidade política. Mas se o povo é um povo que erra na sua análise política, e erra no seu voto, e ele tem responsabilidade por isso, imagine a força política que deveria conceitizar esse povo. E é isso. A esquerda gemônica, nunca poli dissou o povo. E a esquerda radical tem nem condições de fazer isso, quando tenta, faz mal feito. Muito distante. Então assim, é difícil fora isso. É fácil achar que o voto é apenas uma questão racional. Eu vou lá e escolher meu candidato. Eu escolho que eu tenho mais compatibilidade. Vou votar em quem? Vou votar em jones. Tem mais compatibilidade. Eu raciocinei, pensei, meus itereis, como cidadão, como membro de uma coletividade, etc. Outra coisa é a pessoa que está lá, onde passa. A vida inteira, sem suí. Precário no morro, aí vai lá um deputado de um partido da direita, da extrema direita, abre uma clínica popular e dá para as mães, por exemplo, os discofílios, quando é a eficiência, a acesso a profissão, cirurgia, médico e etc. Tu vai fazer o que meu parceiro? Ela vai voltar nesse candidato e eu estou dando um exemplo concreto, tá linda? Isso acontece nos morros do Recife, com um deputado de pecido que eu não vou citar o nome porque eu não quero o que a gente se ganha um processo aqui hoje à noite. Mas, isso acontece. Assim, tem um deputado, inclusive, aqui no meu bairro, que é do PT, que ele manda carro para buscar as pessoas para a Itulmérico. Essa é o inicialismo, é, mas essas pessoas precisam de médico. O que nós estamos fazendo? Uma festa, por exemplo, na antiga rua que eu morava, teve dia das crianças, o variado botou, tormecânico, pula pula, não sei o que, não sei o que. Johnny botou também, foi lá, cuidar de criança lá no bairro onde ele comereu ela mora. Mas é isso, porque é botou? Porque você tem que ser aproximado às pessoas, não só pela convicção ideológica, porque o capital diz que você é um sujeito que vive, lascado no capitalismo, e por tanto, se lembre dos seus interesses, como se tudo fosse uma questão racional na política. Então, assim, o povo volta, e aí para mim é isso, claro que o povo ter rechilossabilidade, mas o povo volta de acessir em uma racionalidade política muito mais apurada do que a da esquerda radical. A esquerda radical não tem um mínimo de sensual de racionalidade política. E dar um exemplo muito simples aqui. Qual é o roube favorito da esquerda radical? É ver quem é realmente da esquerda radical. Esse é a grande esputa da esquerda radical. Toda a esquerda radical ela vê que não sabe quem é radical e quem não é. É o que eu chamo de "sindro-me da agulha", é o tempo inteiro tempo da certas contas com a linha. E aí, mamílio? Entre o cara que vai lá e bota um pula-pula para criança no dia das crianças. E a pessoa que está lá é terramento brigando para ver quem é mais puros dos comunistas, vai rodar os mais puros dos comunistas. Só que vai rodar. É a sindro-me da agulha. Aí o povo está errado. Possivelmente está também. E os comunistas que deveriam estar atuando nessa realidade tão fazendo o quê? Então, disputando para ver quem, de fato, é comunista não. Quem falou aí, dizem que a linha já boa da esquerda radical é a menino. Veja, inclusive quando a linha veio aqui, ele falou isso. A linha vai lembrar que a gente tem uma discussão, ficou muito tempo afastado. No seu, ele falou sobre isso, depois a gente conversou e etc. Então sim. Já passa muito tempo afastado. Eu tenho muitas divergências com a linha. Eu tenho que falar isso aqui na minha frente. Mas isso me impede dizer que porque ele está no pecendo bem, que o pecendo bem achei de problema. Porque a figura ali, não é um cara radical. Posso descordar da estratégia que ele está adotando, da estáticas, ia de cedra, etc. Mas o cara que está no palco a gente, está aqui, está discutindo, está disputando. Não, eu estou falando de todo o mundo, Tildo. Estou falando de todos os partidos, Tildo. Todos os partidos da esquerda radical vivem de disputar a linha. Não tem nome, não. Não, pcb, pcb, pcb, pcb menos, né? Porque tem um mais notado para o que é constitucional. não é um partido das que era radical para jateigem que radicalizaram a lá, mas PCB, PCBR, UP, PSU, UPFU, também. sabe que eu peste o rachô? porque a linha que rachou disse que o PSTU era a lista. e desculpa, POP, assim, não tem conecido o PSU, o LULINSTA? esse é loucura, POP, o pessoal para mim é a mesma situação do PCB, é um partido institucional da qual tem grupos radicaliz então é isso assim, até no PT tem gente radical, Renato Freitas, veio aqui recentemente. então assim, é sobre isso, inclusive eu estou terminando de escrever um texto que é justamente sobre isso se eu aventar como ficou o título, o texto que eu já adianto para vocês de plodoteis, que se chama derrotismo no movimento comunista entre o fetiche da linha corretem um leto de cristão porque para mim é isso, é o fetiche da linha corretem o sofrimento de um aluto que não leva para lugar nenhum há no tempo para isso de se dizer o mais puro dos marctistas, porra, esse é o trabalho dos comunistas hoje enquanto a linha estava respondendo eu fiz o exercício de jogar campanha espacenador PCB, opa presidente PCB, opo o PSTU, vamos ver as artes? a mais no dinheiro não é falta dinheiro não, porque isso é um negócio que se tu paga, um estagiário de design ele faria uma art e melhor é um negócio horrível, horrível, e não é um horrível, não é um feio do brega, que o brega é um feio, é um feio de um jeito que se torna engraçado, que se torna legal tipo falcam, vestido todo colorido com chadreis e estrada e instampado no seu quê? não é isso, o crepe falar, o que é muito certo é, não é uma amiga esquerda radical, não constare e gerir, uma campanha eleitoral vai gerir o quê? então assim, a gente tem que olhar para nossas forças, para depois de exercitar o povo volta errado, como foi a opção que tu deu o povo? se colocou como opção do povo, de verdade, foi lá, disputou, etc, com um PT a mesma coisa, o PT querendo não tem insação, em barro, insação, em coisa comunitária e etc, mas a gente vai fazer o trabalho de base, quando você tem que chegar, você vai deparar a qualquer do PT e a pessoa vai te ajudar, muito a gente então se você quer disputar, que é a disputa política, nos barros, nos movimentos de cultura, etc, não cai no colo do petismo, você tem que se colocar com opção, para se colocar com opção você precisa estar organizado quer isso, não adianta você chamar as pessoas para se organizar, e se você é uma zona, é isso, é isso que eu acho, é por isso que no segundo turno não vou estar em lula, por que? qual é a opção que é a esquerda radicalmidade? nenhuma, e aí para a senza, e eu só acho que é radical, a culpa é minha também, se é a esquerda radical, é essa, é essa coisa, também melancólica, é a culpa minha também não é terceira, não, eu me lutei 10 anos, porque eu não fico tentais fazer diferente, porque eu não fiz melhor, porque eu não tenho ter esse diferente, não reproduzia esses meio com o juício a culpa é minha também bom, vamos lá gente, vou ler mais alguns comentários de vocês, só um parênteses aqui essa discussão e fide, todo mundo deve estar cumprindo essa história do detergente aí, necessitamente em algum momento vocês se depararam com alguém aí bebendo detergente, as questões todas, e aí que o Marista falou, viu um perfil no Instagram dizendo que o cara que bebendo detergente de coco na verdade trocou por e o gurt de coco, é óbvio gente me desculpe, se você quer ditou que essa gente está bebendo detergente, se você está sendo muito imigeno, com todo respeito, inclusive para mim, para mim, eu vi hoje viraliz uma pessoa dizendo que tem uma pessoa internaada no estado grave, porque bebê o metade do metade do vidro na unha, um garrafa de detergente, gente quem consegue bebendo meio garrafa de detergente, ninguém consegue, se realmente acreditar o que essa gente está bebendo detergente, isso é paya rapaz lá que bebê o yoguti de coco, detergente de coco lá que viralizou, inclusive, para o ai de explica, gente olha aquilo, olha o Marista, é lito meu Deus, o céu, o que que foi aquilo, a gente é óbvio que ele trocou, se eles realmente acreditaram que essa gente está bebendo detergente Isso é de honestidade, é óbvio que eles trocaram, é óbvio, eu não consigo acreditar que tem gente que foi lá e beber o meia garrafa de detergente. Quem é que consegue pegar meia garrafa de detergente e botar padê. Pelo amor de Deus. Agora se tem um dos os. ou lunáticos aí que jogaram detergente na cara, no cabelo, tudo bem, mas beber o teia de detergente, sinto muito pessoal, isso é entrar numa onda completamente delirante, ele. eu não sei se você vai concordar comigo ou não, mas se assim quem viu lá o povo bebendo detergente achou que era detergente mesmo, vocês não sejam muito engenos. -De ver o que ele vai querer dar que era detergente? -Não é, claro que não é pouco. Mas eu queria muito que fosse, não é? Não agilhe, coisa linda. Agora assim, primeiro que eu queria que um deles, né, que é um mais barbudo assim, mais forte dentro do carro, a desinvoltura dele para mamar é um negócio. Manuco eu não. Eu fiquei traumatizada com aquilo ali. Olha que. a desinvoltura, baritinho, captou o padre, quando ia mamar. -Mas. -Olha, você pode ter melhor de pião, né, Freud explica, eu vou agulhar que a gente não quer detergente mesmo, a gente não é detergente. Você porra trocou, é isso, cometer um meu gosto de coco, sei lá, qualquer coisa que eu me lembro muito da coisa no lugar da desinvoltura, então fica complicado. Mas. -O oso do detergente de coco, realmente. Desinvoltura impressionante. Eu digo isso, eu chupei chupeta até os cinco anos. Então, disciupar. Eu não tenho que ir, eu churro muito tempo. Então, ele tem realmente uma desinvoltura muito boa para mamada, mas acho que uma coisa. É isso, eu nem gosto muito, mas eu estou começando a acreditar nessa coisa de dissonância cognitiva. Acho que é isso, é uma coisa. essas coisas pioram no Bolsonaro, e isso é uma coisa que me preocupa muito isso. -Como assim? -Como assim? -Como assim? -Como assim? -Como assim? -Como assim? É as pessoas desacreditando da vigilancia rentária, isso. Lula nunca ia desacretar da vigilancia rentária. Mas as pessoas desacreditando da vacina da vigilancia rentária, assim. Quando você junto com vocês, assim, "G-deus", assim, "Ni abandonar". A outra lado é uma parada que revela, assim, a desão dessa galera. É uma desão política de dar inveja às todas as queiras. Nem uma esquerda tem uma desão dessa. Principalmente a esquerda de Amônica, porque a esquerda de Amônica vive de melancolia, vive de. de. de medo, né? Então assim, e a gente vive de. de disputalinha, né? Então é. é muito triste. Mas eles não é uma disposição para ir lá, botar. colocar. é pular num pessoal na frente da loja das avaianas. -Você. -Oque. É. é. Niko Acherreira indicando uma marca de sandália, dizer. É. Não porque essa sandália é "Ebra-se-leira". A vaíra também é. Isso é loucura. Assim, aqui pontos nós chegamos. Assim, eu compro produtos e pé aqui em casa. Não compro data gente, que eu tenho a alegia de data gente, hoje que eu acabei disso. Apesar que eu for dar o uso também, né? Eu disse que é todos os produtos. -24. 24 produtos. Aí eu anei tudo, né? Mas é isso. Eu não uso data gente. Mas. Imagine eu estou aqui compreendo uma maciante. Aí. bom. Não sonar, não, pô. Sai, não tem nada a ver não, pois sai a esquerda que ela indistrui a IP. A regular e começar, e esvazir o meu data gente, em estudo e sei lá, aí é o gorte. E vou manorar para o Brasil ver. É um nível de engajamento. Não tem o uso com a minha, né? Não tem o uso com o uso. Nem nem o uso com a minha, mas não o uso com a minha, pelo pô. pela causa. Essa é a pergunta. Essa é a pergunta. Eu vou fazer um dialecto que o povo próximo vai ser. esse título. Você é mamaria no espelho. Pelo comunismo. Fica aí aberta a questão. É aberta. Aqui pô. chegamos. Otário Cis, de jude, fala uma coisa. Detê a gente para parar de enofensiva. Não tem um papo assim, tirando a fita da bactéria. Não pois é a mesma questão. Não é nem se detê a gente faz mal ou não. Se mata no mata, que acho que dá que matar essa pessoa. Pô, manda para dentro uma garrava de detergente. Mas é que ruim o gosto de detergente. Gente, quem é que é que é que é sabão? Como é que você perda, que é sabão? Eu usabou o corpo que eu não gosto de coisas de corpo. E ali graças, hein. Para, isso é. Isso é pai, gente. Esframiça, o patrióた do caminhan, verônico. Cara, ele tentou parar um caminhan. Ele era buco, feliz. Foi. é nossa, é nosso. Aralca a menão, gente. Você sabe qual foi a cidade que ele parou, né? Não. Bizerros. Ô, não, arroteirista. Era impressionista, o planeta se desconta do Brasil. Você perde um grado, piscurado no caminhão, e a última lugar que ele para é bizerros. É sensacional. É muito bom. Vamos lá, gente. Olha só. Aqui o Aron está falando. Pergunten aos professores universitários como eles foram recebidos e se conversaram com o governo Petísia. Na verdade, realmente. Bom, de um agrego dos professores. Horrível. O governo olhou a três, gente. E foi péssimo em muitas questões de lutas contra não, né? Em favor de trabalhar dois. Muitos, muitas categorias que entraram em gréfio, tentaram negociar. Aqui no cultura brasileira, ano passado, a gente conversou mais de uma vez com os gravistas do IFAN, os profissionais do IFAN, que estavam a mais de uma década com questões, assim, históricas em relação à sua categoria. Não conseguiram de álago. Eu não sei nem qual foi exatamente o desfecho desse. dessa. teve a paralisação agreve, mas qual que é a situação atual? Mais péssimo. Péssimo. Horrível. O David diz o seguinte. Tenham acordo com quase tudo o que ele baldo disse sobre lula e Bolsonaro. Mas dizer que já burro. É de esquerda radical e amigismo. Algo, inclusive, o herígio já respondeu. Especilha, manso. Muito obrigada. Que mandou uma assinatura de presente para o nosso chete. Valeu, minha querida. Tu bom, Cecilia, que está sempre conosco aqui. O Victor LEMC dizendo, em 2018, "Ovidinâmica", diziam. Que não adiantava votar em adade para prevenir Bolsonaro. Defendiam votar branco ou ciro. Eu me lembro bem disso. Não deu certo. Talvez teria sido mais fácil se tivesse um unido forças. Quem no riso, o unido força o papel, né? Porque o inclusive. E aí, desar. O que é isso? Esse cil também foi paparizo. Sim, o cil é complicado, assim. Mas eu acho que tem um elemento que é vejo. Eu acho que o ciro não queria ser vici do vícina. E eu entendo, assim. É isso, eu não seria vici do vícis, sendo o cirugômio. E bem, o PT não pensa na conjuntura. O PT não pensa, infelizmente nós temos que pensar de um jeito que o PT não pensa. E aí, saiu, vida que foi. O PT não pensa. Ele pensa no cálculo eleitoral para ele. E lasque-se o rejuna. Porque se o PT pensar, as pessoas achar, a chapa seria cirugum a dada e de vícis. E tirar candidatura rápido, porque a Lula não ia ser solto. Isso estava claro. Porque o cirug, ele naquela época, ele tinha menos rejeição, bem menos rejeição do que a dada. E tinha mais espaço de crescimento. Tanto que cirugum era o único candidato que venceria, bolsonar no segundo turno. Pelo menos segundo, as festequisas, a gente não sabe. Vou chegar a si lá na hora, porque inclusive naquele ano 2018, as festequisas se mostraram bem mais volatas do que depois. Ou não ajuste de metodologia, etc. Brasil é uma situação sempre complicada. Aqui, o Ministério Imaginário está falando, estou lá nos comentários, vamos ver, o Centro ainda não entendi a discussão. Mas depois eu vi que ele entendeu, até fez um comentário aqui, que acho que é importante. Eu coloquei para destacar, mas vou ler, porque muitos de vocês estão escutando e o programa também vai lá pro Spotify. E ele diz. O pessoal e o PT são partidos muito diversos, camaradas, cheios de disputas internas. Tem gente que é lista, tem liberal, tem conservador, tem marxista, tem comunista, tem confuso, tem conservador. E tem, posso falar mais particular em relação ao PT, até para as questões históricas, tem os oportunistas. Está cheio de oportunista também, dentro do partido de trabalhadores, está cheio, não tem conficção ideológica nenhuma. E mais do Ministério Imaginário tem total razão, são disputas. Eu vi alguém comentando aqui "ah, mas é que o pessoal, se não fosse a esquerda do pessoal, o pessoal teria virado um puxadinho do PT", por isso que existem as disputas internas, a esquerda do pessoal fez justamente esse enfrentamento porque há de fato um pessoal muito esmugovernista que quis realmente virar um puxadinho do PT. Então é importante, é isso, né? E estar dentro de partido é justamente fazer esse enfrentamento e esse tipo de disputa. Aqui o Rua Andor Idão está fazendo uma pergunta importante, ele diz "porque não votar na Samara Martins, que é a candidata do Unidade Popular", tá gente? No primeiro turno. Mas a gente está falando justamente isso, a gente está afrizando que votar no Lula é no segundo turno, no primeiro turno é uma questão em discussão. Tem gente que vai votar no Lula já no primeiro turno, tem gente que não vai votar no Lula no primeiro turno, que vai votar, por exemplo, uma candidata da esquerda radical, falando do campo da esquerda, né? Tem gente que vai votar no Lula, tem gente que não vai votar. Então é uma discussão Rua, e você tem razão. É uma pergunta aqui, é a bar da fazer, porque não votar na Samara Martins do primeiro turno. É que veja, há quem considera que votar na Samara Martins do primeiro turno, seja um, seja produtivo, porque não vai causar e feito algum. Embora tem gente que defenda que isso é um voto ideológico, que é um voto importante, inclusive, para destacar que, olha, existe mais que da radical, mais que da socialista, e ela está aqui para fazer disputar. Então é uma questão em aberto, e isso que eu e ele, se estamos falando, ao contrário do que muita gente aqui está tentando chegar em alguma conclusão, não é uma defesa a Lula, não é uma defesa a votar no Lula ou no votar no Lula, em menos ainda tentar convencer as pessoas a votarem no Lula ou não, mas é uma discussão, um debate, e a gente está fazendo ele, inclusive, a partir de uma reflexão muito anessa da leticia Chagas, que ela enquanto uma pessoa dentro de um partido já declarou que vai sim votar no Lula no primeiro turno. Então é uma questão em aberto, é uma discussão. Eu lembro da Lula, só para eu vi o pessoal da batena e voto o Silvio Botão, se eu iria votar no Sistina e voto no Lula, eu me lembrei que, logo quando eu cheguei na Universidade de São, eu só fui para a Mônio, uma reunião da A, só fui para a Mônio da A, uma, três, que foram todas a mesma pauta, que normalmente eu tinha gosto de uma reunião, né? E bem, uma das discussões, a época era a eleição, o meu, o dos Minca Cozo, e aí era os anarquistas com outros comunistas no Lula, e os anarquistas diziam não, voto Núlio, eu voto Núlio, eu voto Núlio, eu voto no Sistema, porque as instituições são burguesas, a política burguesa, a democracia burguesa, aí eu falei assim que é a Universidade da burguesa não, aí falou "é, também, eu fiz a época de que eu voto no Lula, na eleição". Aí nunca tive resposta dessa pergunta, porque eu me quero achar o dando para sempre. Pois eu vou além, porque eu falava da minha experiência em relação aos anarquistas, porque eu vi muita gente defender que o Macismo é uma teoria Eurocentrica, deu a anarquismo realmente nasceu. Nasceu no coração da África. O meu Deus do céu, né? Porque o Max é um homem branco do século 19 lá lá flégei. Não é, tem hoje de acolônia, acho que passa a vida interessa estar no fucô como se fosse afrucou, né? Lula, que isso não realmente tem a teoria nasceu no coração da Índia. Não é, enfim. Um lá, né? Fafo de Malucu. Aqui. O Priscila, olha só, a Priscila traz bons argumentos aqui, embora eu descorde de alguns deles, mas é bom pro debate. A Priscila diz o seguinte, olha só. Vários comentários dela. Olha, tem candidato da esquerda como a Samara, aí vou votar no Lula no primeiro túnel, é dizer a main para o governo Lula 3. Aí ela diz, quem se diz de esquerda e votará no Lula no primeiro túnel, diz a main para todo o governo Lula 3. Aí eu não acho. Aí ela complementa. Se Lula estivesse minimamente preocupado com o nosso voto teria feito alguma política de esquerda no esse mandato, mas não fez. Pelo contrário, o governo parei extrema direita. Aí eu concordo. E aí ela complementa. Em 2030, o PTV continua com esse mesmo discurso de menos piotes. Simgana, quem pensa, que será diferente porque não ter a Lula, só que não ter Lula faz muita diferença. Porque o mesmo é maior que o petismo. Faz muita diferença no seu Lula. E aí, mais uma vez, o PTV perder, PT sair, ele não sai da gemunida da esquerda não. O que vai se enfraquecer toda a esquerda? Muito explicitamente o petismo e o campo petista, principalmente o cara da saída de Lula, mas o que vai se enfraquecer toda a esquerda? Porque é isso. O PT não vai sair dessa esquerda enfraquecida com golpe, com golpe no sentido da derrota, leitorar ou confindo o Lulismo, ele vai continuar na gemunida. Porque ele tem mais aparelho, ele tem mais incessão, ele tem mais força. E assim por diante. E o detalhe, seja agora, ou seja, em 2030. Porque é isso, em 2030 a realidade é que nada de diferente acontecendo a direita ganhe. E se você lembra como é o PT na oposição? O PT na oposição, ele vai fazer o discurso alinhadíssimo com o nosso. Muito alinhado. Porque o PT na oposição é um calmarx. Ele ira o satanar na oposição. E é isso. Ele vai ter a elemonia e vai centralizar o discurso de crítica de oposição. E a esquerda radical vai continuar aborrando. Vai ganhar a maestração, a esforça, como foi no governo Bolsonaro. Porque os discursos mais críticos em radicals vão ganhar a tração pela elemonia. Mas não necessariamente a harmonia do PT vai cair como caio uma manga pódina. Essa é a questão. E é isso. A insômago é isso, ao fato de que taliga a falou. Lula, democrata, ele não vai dizer para as pessoas "mamarem" da IP. Ele não vai dizer que está a reprôna. É pouco. Mas dentro de um país muito desligual é alguma coisa. E é isso. No primeiro turno, quero fazer um voto ideológico no primeiro turno. Eu concordo. A hora você achar que, por exemplo, uma letícia está fechando com o governo Lula. Porque no primeiro turno vai voltar em Lula, eu acho que é colocado. Aí se acha um argumento moral de você separar uma posição boor ruim, sendo que a conjuntura absolutamente melancólica, nem a esquerda radical dá a opção nenhuma. Porque com todo respeito a todo mundo da esquerda radical inclusive é a famar, a opção de todo mundo. Mas eu pensava que o candidato da Opecerio Lula operativo. Era o óbvio. Era o cara mais carismático que já participou da eleição que tinha mais projeção nacional. Qual é lógica se você está pensando em fortalecer-se eleitoralmente? Joga o seu principal nome para ganhar força centralizar e tentar fazer uma lição com todos os outros partidos da esquerda radical através do nome de um cara que é disparado, o mais agregador da esquerda radical, pro proplente presidencial. E aí eu boto feco essa mara, fui conhecer ela através das entrevistas que ela deu, etc. Mas eu não conheci essa mara. Eu vi gente da Ope dizendo assim, quem é essa mara? Isso é uma explicação que é a esquerda radical. E aí eu não estou entar errado essa mara decidiu, não estou julgando a Ope, só estou dizendo veja. Isso é uma posição de quem não se importa com o play de eleitoral. Não se importa em construir uma estratégia eleitoral. e aí construir uma estratégia leitoral diferente de seleita. são coisas de absolutamente diferentes. Então, isso é o ponto. Mas eu não estava para a deputada, BCBR não tinha registro eleitoral. A situação de João Zéô, estou falando bem dos partidos que tem condições de lançar o presidente. O Léopere Clisero cara mais capacitado, não foi. Isso mostra que a esquerda radicáula não está preocupada com a eleição. É isso. Eu entendo que vai fazer um voto ideológico. Hoje, eu vou fazer um voto na esquerda radicáula no primeiro turno. Entendo que vai chegar a conclusão de dizer, "O primeiro turno, a esquerda radicáula". Não é esquerda radicáula, está na eleição para disputar eleição. Ela está na eleição para fazer divulgação do partido e faz mal essa divulgação, diga-se em passarem. Falta profissionalismo, é amadora. Então, eu vou votar no que dá. Já de cara. Então, entendo as duas posições. Então, Bom, olha só. Daqui a pouquinho, gente, vai chegar ao Tiago Esteves aqui, Professor Oitiago Esteves. Eu queria só trazer uma última notícia para vocês, para engrossar o caldo da nossa discussão, que é sobre uma última notícia, uma última medida, aí do presidente Lula, vejam vocês. Eu me lembro quando aconteceu isso, e nós críticos é essa medida do ADAD, enquanto o Ministro da Economia, e fomos duramente atacados e criticados como aqueles que querem o fortalecimento da extrema direita. Que é a questão da taxa das luzinhas. E a gente dizia, o quanto isso ia, e a prejudicar sobre tudo aquelas pessoas que compram a blusinha no na Cháin, no Infinites sites, a ischinesis, etc. e que inclusive acabou carreter até em prejuízos aos corredos. E aí, eu me lembro bem, porque eu estava a mudar esse reme ainda, tá gente? E eu, as pessoas criticando muito isso, o que era que ia, porque sei-te, porque a Fernanda, de conta, tem que dizer a membra tudo, tem que dizer a membro toda medida do governo, tinha que ser aplaudida, nada poderia ser criticada. Lembrem-se disso da história da taxa das luzinhas, pois o que aconteceu? Eu vou tentar colocar a ERI, caso o Internet derrúnha, aí eu coloquei o link para você, tá? Vou tentar aqui. É assim, eu não vou colocar o vídeo todo, gente. É uma reporta, uma matéria aí do canal do governo, mas é só para vocês terem a notícia. [Música] Olá, boa noite. Nós vamos ao vivo até o Palácio do Plano, ao todo mundo, um do presidente Lula, assina neste momento a medida provisória, que dê a taxa, chamada a taxa das luzinhas da companhia. É uma gente que está bastante pensada aqui pelo governo, com calma, cuidado, de qual era o melhor momento de fazer essa proposta de medida provisória, que começa, portanto, avalei imediatamente para dar mais informações a respeito, vai falar aqui o secretário, o seron, o secretário executivo do Ministério da Fazenda, o seron, eu jane seron. Muito obrigado, Miriam, presidente. Boa noite a todos. Presidente, com a sua autorização, nós comunicamos que depois de três anos, em que nós conseguimos praticamente eliminar, conseguimos combater o contrabando e regularizar o setor, nós podemos dar um passo adiante. Então, na data de hoje, nós podemos anunciar, temos a satisfação de anunciar, que foi zerado a tributação sobre a importação das famosas taxas da Brunsinha. Ela foi zerada a partir de hoje, presidente, inclusive, até todas as compras até 50 dólares para pessoas físicas estão contributos zerados. Então, é uma avança importante, mas lembrando que isso só foi possível depois de um avanço muito significativo para regularizar o setor, o contrabando, que era uma marca presente nesse setor, ele foi eliminado, agora um setor regularizado, e continuará regular, vai poder usufruir dessa isenção, dessa errage de tributação sobre esses produtos. Vai beneficiar a população mais carente, mais pobre, que utiliza muito dessas plataformas para adquirir produtos que são muito importantes para o seu dia a dia. Então, presidente, temos aqui com a sua autorização um avanço muito importante aqui para a população. É, só me dá, que depois da brilheta com a visória vai ser publicada, só um cubito que vem do dia do dia do dia do dia do dia do dia do dia. A medida que o visória é importante, né? Também é para avisar os atos, né, sequência do que. E não é incoitar instruídas. Deu lois a het queixista alenusta jopa 70% de a linceis, que é jopa 50% de a linceis. Tá, e o datgado, silmalasid, mas, tá maxado, vai de hüdeded. Instruídas, onen, pave, vigno instrumentário, Lisa. Vai acontecer, presidente, está assinando a visória que vai sair no dia oficial em paralelo, sairá uma portaria do ministério da fazenda, estabelecendo a zeragem da líquota, da tributação sobre esses produtos, sobre essas importações, até o limite de 50 dólares. Então isso deve acontecer no dia ar oficial, essa noite ainda, e a partir de amanhã, então, esses produtos vão poder ser adquiridos sem qualquer tipo de tributo federal. Acho importante aqui, a gente dizer que as duas, os dois átos sairão juntos no dia oficial, no dia da provisória, e já a portaria da fazenda zerando, portanto, a partir disso, ela entra imediatamente em vigor. É importante dizer aqui, né, muito se falem taxas das brusinhas, né, que embute duas informações incorretas. A primeira, né, a gente aqui, parece que é só mulher que compra nesse site, não é verdade? Tem muita criança aqui, acaba pegando pequenos serlinhos, canetinhas, etc., mas também homem que compra um monte de. um monte de gadgets, aí, né, um monte de capa de celular, etc., então, acho que isso é uma primeira coisa, né? Isso é uma questão que a gente vai aqui me pedindo para reforçar, que não é só roupa, você tem um conjunto de outros bens que são comprados todos de valor muito pequeno. Passa a palavra agora pro Ministro Bruno Moretti. Boa noite, presidente, ministros, demais presentes, nossos líderes, presente, conforme a Miriam falou, nós estamos mandando pro diário oficial, tanto a medida provisória que o senhor está assinando como a portaria do Ministério da Fazenda zerando as taxas federais sobre as chamadas brusinhas, conforme a gente costuma chamar, mas são vários produtos e o que importa mesmo, presidente, é que são produtos de consumo popular, os números mostram que a maior parte das compras é tipo pequeno valor. O senhor está fazendo é retirar impostos federais do consumo popular, do consumo das pessoas mais pobres, então o senhor está melhorando o perfil da nossa tributação, se otumou uma série de medidas nesses anos desde 2023, colocando os masíicos no imposto de renda e agora o senhor diminui impostos sobre as chamadas populares que vão se beneficiar, comprando esses produtos, repito, os números mostram que a maior parte das compras é tipo uma facada de baixo valor, está associado ao consumo popular, então paramento a senhor com essa medida. Muito bem, está assinado a vida da. Estou com isso, viu gente? É, reportado. Eu estou com isso que ela é um meio atrás, eu comprei uma camisa de time e fui tachado, né? Você espera no mês? Você não é amigo do bolos, bolos poderia ter avisado. É. Está aí, gente, olha só isso, eu noti isso de agora, foi agora que isso, enfim, esse fato, e, enfim, eu fiz esse comentário que eu achei que estava fundando o microfone dela fechado, é impressionante, porque exatamente esse argumento utilizado pelo ministro, de que veja o. esse consumo popular, da classe das classes populares, foi exatamente, elebaldo, o argumento de todas as pessoas se colocaram críticas nessa taxação. A gente falou isso há três anos, nós falamos exatamente isso, ficou famoso como taxa da bluzinha, é por isso que as pessoas entrarem lá no site, no shine, no outro, lá esqueceu o nome, tem o shine, tem o outro, né, como é que chama? É. Ah, não lembra, gente, vocês vão lembrar. É isso, é isso, é isso. Tem um, tem uma nova, né, e a gente falava justamente isso, quem entra para comprar a bluzinha é exatamente as classes populares com. eu me lembro, porque olha, eu estava inclusive, eu. assim. vou lembrar, o Lando Ford, ele tem muito tempo, desde o dezembro ele falava assim. O argumento de Leandro, para o presidente Lula vencer as eleições antes de ele precisar vencer o ministério da Fazenda que Fernando Aded está a sua frente. Ele dizia isso. E uma das coisas inclusive, né, pelas quais ele era duramente atacado, a gente lá no dezembro era duramente atacado, era em razão justamente de críticas em relação à agenda econômica. Sobelidernos do Fernando Aded, e justamente essa questão da taxa das luzinhas. E qual era o grande argumento à época? A gente falou sobre isso aqui, eu disse isso para vocês. Quem, quem de nós que fazemos críticas duríssimas ao processo de desindustrialização no Brasil, não seria a favor de fazermos um processo maciço de protecionismo para desenvolvermos a indústria nacional. Quem de nós se colocaria contra isso seria? Só que a contrapartida não veio. Não adianta taxar a luzinha, se não há desenvolvimento da indústria nacional, isso não aconteceu. Desculpa, isso não aconteceu. A indústria teste, a indústria das luzinhas, todos esses produtos perifédios não existe no Brasil. Então taxar apenas por taxar, sobe esse argumento de uma coisa que não está acontecendo, que é um processo de fato de industrialização, vira isso aí, três anos depois tiver aqui, acabar com a taxa das luzinhas. O que sabe de que teve de resultado? Criticas duríssimas por parte da classe consumidora desses produtos, que é grande parte da classe trabalhadora e prejuízo por os correios. A famosa taxa das luzinhas era justamente o que fomentava grande margem de lucro para os correios. Nós falamos sobre isso aqui, está aí. Mas é como vocês muito bem disseram aqui, né? A ano eleitoral, gente, mágicamente tudo pode acontecer, inclusive 11 bilhões aparecerem para poder fazer enfrentamento ao crime agrenizado. Esse vai ser o próximo assunto, que a gente vai falar. Mas não é, ele, é que coisa. Se o social não, né? Na época que acho que da radical fez as críticas, o pessoal falou que era um banho de maluco, que não sei o que, que tem que resultar. Na avançou uma vírgula à industrialização do Brasil, criou uma política, né? Que não teve nenhuma eficácia do ponto de vista de proteção nista, porque a política de impostos e de taxações são importantes para você produzir um ambiente de proteção econômica, um desinvolvimento interno do mercado interno, da indústria local e assim por diante. Mas isso precisa, precisa ir a ver acompanhado de um investimento na, nas indústrias locais, nas pequenas e no juros, né? Bacha os juros para que os pequenos e médios empreendedores conseguir sem ter acesso a crédito mais barato para produzir suas, suas, suas utensílias e aí você poder, por exemplo, ter indústria, né? De gadgets, né? De capinhas aqui, locais, cacófila e camisa, e toda essa tipo de coisa, né? De bugi, engangas que eu adoro, né? Tipo, cada mil, ou as estipas de coisa aqui para você suprir e isso que você está comprando fora. Não aconteceu criou-se em satisfação popular como se previa, criou-se em satisfação popular muito grande e, de certa maneira, o governo apenas fez isso para poder tentar, eh, se adequar ao acabou de fiscal, vai retirar agora porque é uma forma de tentar voltar atrás em algo que ele mesmo fez, né? Porque eu achei engraçado da que o Agéreo Sairão falou assim, agora o presente lula está diminuindo impostos, diminuindo impostos que ele mesmo criou, né? Então assim, pra, ele acha que esse argumento realmente vai colar com a direita que lula está diminuindo impostos, se a direita acha que lula um grande produtor de impostos, né? Sendo que é um imposto que ele mesmo produziu e ele está tirando porque é um eleitoral, ele precisa reverter o caos de popular, de, com a estagnação de popularidade e o risco que é real e o flavbol sonar para a salula nas eleições. Então isso, agora sim, falto de aviso no fôio, né? Todo mundo acha que ele vai ficar avisou que essa era uma medida absolutamente fundária e que só iria gerar desgaste público e com a população. Fou que aconteceu. Eu mesmo, agora estou chateado porque tirou que eu compre camisou mês antes, velho com a taxa da blusinha, a sódio que a camisa realmente é muito bonita, né? Camisa de futebol aí, muito bonita e vai compensar a espera por ela, mas inclusive está preso em alguma forma que aliberem o homem do liberar. Tá bom, gente, olha só, só aqui contemplar o superchete do Elon que diz que é aguado, ela é levado pela polícia federal, é revultante. Revoltante, isso foi ontem, tá, gente? Quando ele voltou ao Brasil e foi direto para a polícia, para estar depoimento, sei lá, por relação, né? Mas é o lobe-ionista atuando. Bom, e aí, vamos fazer o seguinte, o professor de Ados Teves, ele já está aqui conosco, mas eu vou pedir 10 minutinhos do tempo dele para gente trazer só essa notícia de táquida e a gente embarca que o professor te hava para gente tratar dessas questões aí em relação à educação, né? No conversar sobre e o MAC e essa última manifesto da Fala Entira. Mas antes olha só. Então a gente está trazendo aí como de está aqui. Essas duas, primeira essa notícia, outra notícia de hoje, né, que é esse investimento de 11 bilhões, para combater o crime organizado anunciado pelo Governo Lulo, aí na contrapartida. Essa foto aí é uma das últimas publicações que está lá na rede social do Fláduo Gussarário, que faz enfim toda aquela, aquela argumentação media o crírastera, muito cínica, sobre combater a segurança pública, mais com todas as medidas que nós já conhecemos, que é aprofundar todo o processo histórico de encarceramente massa, com todo o seu vieis racista, com a racista, e achar que é armar toda a população, isso vai resolver. Que é bem o vieis medíocre e populista, né, da extrema direita. Então a gente vai, está colocando nesse sentido, porque ao fim é o cabo, guardadas as devidas diferenças, a gente vai tratar falar que com mais detalhes do respeito disso, a gente está reproduzindo de alguma forma, uma dinâmica ainda muito punitivista em se tratando de segurança pública. A discussão sobre segurança pública, nós ainda não avançamos a partir dessa questão do punitivismo, né, e aí de novo com essa pergunta que é muito importante a gente fazer para algo que é muito complexo, né, portanto nós não temos respostas muito simples, há despeito de quem faria, mas a esquerda não sabe lidar com segurança pública, não sabe fazer esse debate, é quem quer achar que para você poder fazer uma ter uma resposta correta em relação à violência é você fazer cosplay da extrema direita. Eu descordo profundamente em relação a isso. Evidentemente que é preciso fazer devido enfrentamentos a respeito da violência que a gente tem, da violência do cotidiano, mas é preciso, sim, debate e entender os motivos pelos quais a gente tem o garoto robando o celular todos os dias e das formas mais violentas inclusive que infelizmente a gente acompanha. E rouba seu lado a classe trabalhadora, a gente sabe disso, mas achar que a discussão ela começa a terminar aí, achar que a discussão sobre segurança pública começa a terminar enfrentar o primeiro caso que a gente tem organizado indo para a favela, cometendo genocídio na favela como fazem governo do Estado, a exemplo do Rio de Janeiro, é mais um exemplo de punitivismo, então sim, só trazer que o fato, enfim, a notícia de hoje, então o que a gente tem é exatamente essa medida do governo que lança esse pacote, de combate ao clino organizado e é um plano que ele tem quatro eixos, que é o combate ao tráfico de armas, as fiquecia, financiera de fações, qualificação das investigações e fortalecimento do sistema prisional. E a segurança pública vai ser aí lembrando que vai um dos principais, se não o principal tema, a ser discutido nas eleições presidenciais, motivo inclusive pelo qual a gente tá fazendo esse ataque e a uma discussão que ela não vai se encerrar hoje. Nós, certamente, voltaremos a discutir a debate sobre essa questão. Então, só falando da notícia. Hoje, o presidente Lula, ele apresentou, ele lançou o Brasil contra o crime agresado, que é justamente esse pacote de ações voltados à segurança pública. Então, serão destinados 11 bilhões para a área de acordo com o Ministério da Justiça. Desde total, serão 10 bilhões em crédito para ações no setor e um bilhão direto do orçamento federal. Recursos da linha de crédito do Fundo Nacional de Investimento em infraestrutura social. E aí, esses empréstimos, né, esse total aí de 10 bilhões, os municípios e os estados, eles longam solicitar via BNDS, para justamente comprar equipamentos e operacionalizar os seus processos e os seus programas de combate ao crime organizado. E pergunta número 1 aqui, já faço. Como é que isso vai acontecer? O governo federal vai estabelecer um processo centralizado, digamos, porque são 10 bilhões, destinados para estados e municípios com as suas polícias e guardas municipais, nós já sabemos como que atua. Então, eu fico uma pergunta aí para a gente se colocar para pensar. Bom, e aí, voltando aqui, né, como eu disse para vocês. Esse programa ele tem esses quatro eixos, combate ao tráfico de armas, a fixia financeira, das facções, qualificação das investigações para a resolução de homicídios e crimes graves e fortalecimento do sistema prisional. Pergunto número 2 que eu faço. O que seria exatamente, seria fortalecimento do sistema prisional? Gostaria muito de ter detalhes em relação à ciclano, tá? Eu estou fazendo essa pergunta porque algum desconheço. O que seria exatamente fortalecer o sistema prisional brasileiro? Lembrando que o histórico do PT já é um histórico de um governo que super encascerou, né, a população. Isso, inclusive, aparecia nas críticas que Maria Elefran fazia ao governo, as gestões petistas no Rio de Janeiro. Bom, aí, a proposta, então, gente, esse projeto, esse plano, melhor dizer, ele vai regulamentar aí alguns pontos do projeto de leia de facção. É uma lei que foi sancionada lá no final de março. Que também, a gente falou bastante sobre ele aqui, tem algumas questões, alguns pontos, em discussão, inclusive, há uma ação que foi colocada por estados imanicípios no supremo, que está sendo acompanhados, está sendo visto pelo Alexandre de Morais, pelo sorteio, né, gente, lembrando que não é nada arbitrairo, né, tem todo um sistema de sorteio e essa ADPF, ela está lá nas mãos do Alexandre de Morais, que está questionando alguns pontos do ponto de vista da constitucionalidade do PT, da testofinal do PT, da lei de facção, tá? Que foi sancionada, né, quer dizer, não é nem mais P.L., já foi sancionado, e aí a gente já vai entrar nesses pontos. Então, lembrando, né, só reforçando que a gente tem aí um contexto sobre o Lula que está enfrentando tanto o Fábio Bolsonaro como o Ronaldo Caíado, Ronaldo Caíado, aquele primeiro governador que se colocou contra, aquele primeiro projeto de centralizado via governo federal para discutir e avançar, centralizar as questões que viersem sobre segurança pública. Então, esse tratando de eleições a gente tem essa dinâmica aí, né, Fábio Bolsonaro, enfim, com aquilo que a gente já conhece como eles entendem o que é enfrentar o crime, o crime, a violência, que nada mais é muito resumo em seus aspectos, é fazer lobby para indústria armamentista, né, vídeo o Eduardo Bolsonaro, que é garoto propagando da tauros, lá quando o pai dele era presidente da República, o tempo todo ficar fazendo propaganda da tauros. Então, é isso, é lobby armamentista por parte do Bolsonaroismo, aí que o Ronaldo Caíado está nessa estere, que o Ronaldo Caíado é ali, linha auxiliar do Bolsonaroismo e da extrema direita. Nada muito diferente, embora tem de se colocar de maneira cínica como terceira via, a gente sabe que não é. E aí, Eri, assim, só para, assim, me der mais cinco minutinhos até para a gente não tomar mais o tempo do chagos textos que está nos aguardando. Eu queria só trazer alguns pontos de um artigo que eu li a respeito de críticas em relação à questão desse marco legal, enfim, desse plano aí de combate ao crime organizado. E aí, o que que se coloca é alguns pontos aqui críticos, né, e trazendo aqui para a gente poder pensar junto? Essa lei, né, da lei, existe antes dessa lei a defacção que foi sancionada no final de março, existe uma lei anterior, tem uma lei de 2013, que é a lei 12.850 que se vocês forem lá observar a lei de 2013 e ela estabelece um marco legal para combater as organizações criminosas no Brasil. E aí, um dos pontos críticos é ao invés de se aprimorar essa lei que já tem algumas diretrizes estabelecidas optou-se por criar uma lei nova. Então, isso já cria, digamos, uma confusão isso por parte de juristas e especialistas em segurança pública, que são muito críticos a determinados pontos da lei a defacção e de como está sendo colocado a praticação esse projeto de combate ao crime organizado, a violência. E aí, um dos pontos é exatamente esse, né, porque criar uma outra lei, se já existiu uma lei de 2013 e que poderia ter sido aprimorada. Isso cria uma confusão do ponto de vista jurídico, né, que qual é a lei que, por exemplo, no cotidiano, ali no dia a dia, aquele jurista tem o entendimento de qual a lei vai seguir, inclusive, é um dos pontos dessa DPS que está lá no supremo. Aí, essa desculpa, não é DPS, é a ADI, é ação direta de inconstitucionalidade, é 1952, está lá entremente no supremo e ela justamente questiona alguns pontos da lei a defacção essa que foi agora sancionada, porque ela estabelece alguns termos na redação final que são tratadas como inconstitucionales. Aí tem um outro ponto crítico que, novas inclusive, falamos aqui, que é a prohibição, enfim, a extinção do auxílio-reclusão para dependentes de condenados por organização criminosa e a restrição do direito ao voto para essas mesmas pessoas. Segundo a constituição, isso viola frontalmente uma cláusula pétria, por isso que é esse um ponto que está lá nessa ação direta de inconstitucionalidade. Aí também tem um ponto colocado pelo juristas, a respeito de um processo, ele dificulta ainda mais a reenselição social e a progressão de regime de forma efetiva, portanto, desvertua, que eu decendido o que é, você tem um sistema prisional que garanta esse caráter ressucerizador. Ah, mas isso é muito tópico e é certo, mas a gente precisa olhar através dessas ilentes também, enfim, já que a gente está falando sobre exatamente esse termo que seria fortalecer o sistema prisional. E aí tem, então, um outro ponto da lei, há 15.358, que é essa que foi sancionada agora, que segundo os pontos críticos prevê uma presunção de culpa ao invés de a presunção da inocência em relação ao estabelecimento de você, ao invés de culpar uma estrutura, você culpa exatamente aquele indivíduo, então, esse é um outro ponto. Aí também tem um outro ponto de discussão que é as penas, que tem penas que chegam a de 20 a 40 anos de reclusão para crimes de organização criminosa, que supera ao crime de homicídio qualificado, que varia de 12 a 30 anos. Isso também é um ponto crítico estabelecido aí, porque está olhando através dessa lente mais detalhada, de maneira crítica em relação a essa lei. Aí esses pontos, todos segundo, está nessa ação direta em constitucionalidade, que esses pontos elas podem ferir, além da constituição, também ela pode violar alguns tratados internacionais, como por exemplo o fato de. São Roseda, Costa Rica, e o Pacto Internacional sobre direito civil e políticos e a Convenção Contra Tortura. Tudo e todos esses Pactos, os quais o Brasil é signatário. Então, é isso, muito em resumo tem esses pontos críticos e que em conclusão, o que é estabelecido é de que é uma leia de facção que, por exemplo, não punem. Os rios de Menda Pix não punem os lavadores de dinheiro, não punem os empresários que estão diretamente envolvidos nas operações carbono oculto, nos esquemas de corrupção, no esquema do Banco Master, na manipulação financeira da faria Lima, ou seja, segundo essa avaliação, é de que a lei, essa lei a antefação conforme ela está colocada nessa redação final e conforme está sendo defendido, ela está olhando mais para a organização criminosa, ou seja, aquele chefe do morro, do tráfico, do que exatamente os articuladores e as lideranças que não necessariamente estão em determinados lugares de espaços, como, por exemplo, na periferia nas favelas, não que veja, não que essas não devem ser enfrentadas, mas é o foco e direcionamento. Então, e isso, segundo, esse levantamento, essa reflexão crítica, ela está reforçando uma histórica, ideia de como você vai enfrentar o crime organizado e a violência, que está na estrutura do sistema final brasileiro, que é a criminalização seletiva, o encarceramento em massa de criminosos, que são historicamente imaginarizados e pobres, enquanto não se tem necessariamente como enfrentamento direto a aqueles que a gente sabe muito bem que encabeçam as estruturas do crime organizado no Brasil. Então, só trazendo, digamos, esse contraponto em relação ao projeto de lei, agora sancionado, que foi, e que veja, é um projeto de lei, é um enfrentamento que ele é necessário, ele é bastante necessário, é importante essa ponderação, ninguém está dizendo que não tem que fazer e que tem que ser brando, absolutamente, mas é que, em resumo, me parece que ele não encontra, veja, essa não é uma análise minha, estou reproduzindo dessa falhação que eu li mais cedo. E o que se diz é que, ao fim, de alguma forma, acaba sendo mais do mesmo, dentro daquilo que a gente já conhece, historicamente, em relação a como se enfrenta o crime organizado e como se opera segurança pública no Brasil. Então, por isso que a gente está colocando como destaque essa palavra aí, que, enfim, a gente fala a respeito do que é o punitivismo. Então, muito rapidamente, porque eu sei que é essa discussão de novo, ela não se esgota aqui, a gente vai retomar ela em outros momentos também, mas é a partir dessa notícia aí desse pacote de 12 bilhões que foi noticiado pelo governo hoje. É, isso é muito rápido, esse é o paradoxo da política brasileira, né? Lula vai refender a sua própria despolitização, vai tentar responder a um dos debates mais quentes da eleição, que é a questão da segurança pública, me imatizando o discurso da direita e da estrama direita, porque o petismo nunca quis enfrentar o problema da segurança pública de outra forma a não ser pelo punitivismo. Então, nunca enfrentar o problema de outra forma, nunca tentou politizar o debate, nunca tentou ouvir, né, aqui, por exemplo, aqui em Recife, inclusive, há um grupo de estudos sobre segurança pública, que é um dos mais importantes do Brasil, né, FPR, e nunca se ouve, né, essas pesquisas, etc., até o governo do Estado, né, a cadeira do ar do campo, os campos colocou o nome do programa de segurança pública dele, mesmo um programa, mas não deu muita coisa justamente, porque se subverteu muita coisa no meio do caminho, e o fato é isso, né, e é um erro, a mão vai ver um grande erro, né, porque Lula nunca vai ser visto por esse público da direita, da estrama direita, como alguém que combate o crime, como alguém que é duro, como de criminoso, pelo contrário, Lula vai sempre ser visto pela direita, e pelo público, que é uma base eleitoral da direita, como alguém que é lente com crime, então, a resposta de Lula isso é tentar, ela é vautom, mostrar que é linha dura na segurança pública, mostrar que segue o Boi Velho Pognitivismo, da direita, da estrama direita, como sempre se indiu em todos os seus governos, nos governos anteriores, etc., só que mesmo ele fazendo tudo isso não vai dar o resultado esperado, o suficiente, porque, porque não é isso, é aquilo que eu digo, né, se é pra você votar em alguém que vai fazer uma política de direita, pra o grosso da população, você vai votar na direita, você vai votar no caracteres, o discurso mais absurdo ainda, Lula não vai chegar e vai dizer, vamos reduzir a maior idade penal, vou botar a pena de morte, Flávio vai, só que é o mesmo discurso punitivista, só que o Lula vai ser sempre visto como frosto, porque o discurso punitivista de Lula dá sempre a quem é o discurso punitivista do Flávio, né, é isso, Lula é vendido como comunista, né, então o PT não entende que o que ele tem que fazer é produzir um outro tipo de enfrentamento, e não tentar se igualar a uma direita que ele nunca vai se igualar, porque se ele se igualar ele perde a sua própria base, e aí entra numa crise brutal, né, ele já geria esses dois mundos que não é compatível de maneira nenhum, por isso que o PT viu nessa crise e por isso que, e essa é uma das explicações que da gente tá vivendo nessa melancolê política, né, então que o Flávio, o rapidamente não se eu também o seu projeto de segurança pública, suas propostas, que são exatamente isso que eu falei, muito mais radicais e profundas do que é de Lula, radicais não sentindo que muito mais punitivistas, né, falando sobre a realmente pena, sobre a redução de maioridade penal, para 14 anos, para alguns crimes, e aí Lula vai ser visto como, como alguém frosto, como alguém que não combate o crime com a doreza que que é necessária, e aí com a resposta de Lula, ele vai tentar convencer as pessoas que ele é sim muito duro na hora de combate do crime, e ninguém vai se convencer, porque Flávio vai estar sendo mais duro do que ele dentro desse campo do punitivismo, quando a verdade dele de vi, está tentando disputar para aduzir um outro tipo de perspectiva de segurança pública, que não abandonaria, obviamente, o concorda, alguém falou aí, né, eu sou contra esse advoneitivismo, e restrito da esquerda também, não acho que é assim a coisa, mas a gente pode ter o outro tipo de abordagem da segurança pública, muito diferente de um populismo penal e de um punitivismo selativo, como a gente tem nas políticas da direita e da extrema direita, e também do governo Lula. Aqui muito rapidamente, né, Eri também estionando essa publicação aqui, gente, é uma postagem lá do Flávio Bosto do Péreo, nacional de abril, tá? 24 de abril, então é isso, olha só, é uma mediocridade só, porque é isso, né, para que as reflexas complexas não a gente não tem condições de dar respostas rasteiras, populistas e com uma profundamente inclusiva da violência, e violência contra determinadas populações. A gente sabe muito bem quem é que, né, sofre de fato com relação à violência no Brasil. Se eu veja, só para ficar um exemplo, tá aqui, ó, a licação do Péreo Nacional, Flávio Bolsonaro, a mediocridade de sempre. Ainda uma aeoridade penal, a partir dos 14 anos em crimes graves, como homicídio e tráfico, que tá, é pena maior para furto de celular, por isso só mais severa para o fúrso de apareio celular. Aí também, em medidas protetivas e mediáticas para mulheres enrisco, só que é uma mentira, porque isso já tá previsto na lembrada penha, já existe medida protetiva e mediata para mulher enrisco. Ela precisa abrir um buratinho de ocorrência, quem tem a prerogativa de medida protetiva, que é por isso que se viu. Que, na verdade, o que ele tá tentando falar é fazer com que a autoridade policial, qual a autoridade policial, o PMI, vai fazer o quê? Ele vai em medida protetiva para na casa da mulher, onde a mulher não faz o nosso sentido isso. Não já está previsto na legislação da Mariana da Penha, medida protetiva e mediata. Isso aqui é uma mentira, isso aqui é mentiroso, isso aqui é para pessoas desenformadas. E essa ideia já acha que o Bolsonaro é. É um aceno pra um público. Que再见, barbo знаешь. E ai? E ai ele. Mais de com a corda está todo mundo insensando essa pastura, isso aí a amiga desmixa e всanara. Vamos lá gente. Muma outra, mas podemos entrar nessa discussão. Essa carvingo que está todo mundo insensando e criticando o que está showing é muito crítico a essa. a defesa da pessoa, é uma defesa importante, legítima, que mulher tem que denunciar mesmo, não tem que passar tanio ou rapro de seu agressor. Só que ele é melhor não me chare Bolsonaro, vai ter ganho político para me chare Bolsonaro. Não tem acenado, inclusive porque essa gente aí, da mulheres, da direita, da extrema direita do Bolsonaroismo, faz esse discurso de defesa das mulheres, despolitizando, atacando um movimento feminista, atacando as mulheres de esquerda, que isso arrecalmente são aquelas que sempre defenderam as pautas em relação à enfrentamento à violência de gênero. Então a gente tem que olhar assim para essa pastora com muita crítica e com olhar muito nesta sobre quem vai ganhar, que tem que ter forte alhecimento, ganho político, ativo eleitoral, diante de uma pastora que teve milhões de visualizações na sua fala. Então ficar nessa nossa incenção, porque tem que falar, aquela pastora, tem que falar mesmo, mulher de direita, extrema direita, todas elas precisam ser protegidas de fato, diante de uma opção agressora, porque quando a mulher chega na delegacia, ninguém vai perguntar se ela voltou no flage Bolsonaro ou no Lula. Ela tem que ser protegida, porque a legislação está acima de qualquer viagem ideológico, evidentemente. Mas aqui, na nossa bolha, entre as nossas discussões de esquerda, a gente tem que falar assim, que mulher de direita pega uma pauta, que é a nossa das mulheres de esquerda, despolitizam atacam o movimento feminista e aí fica reproduzindo uma fala que eu vi hoje dessa pastora, porque não é nem política, não é nem de direita, nem de esquerda, nem de Lula, nem de Bolsonaro, nem de Michel Bolsonaro, nem de Jânge. É sim, movimento feminista, movimento político. A luta de enfrentamento às questões de violência de gênero são questões políticas. Tem viéis ideológicos sim, essa luta é nossa da esquerda, não dá para ficar relativizando e deixar mulher de direita tomar isso pelas mãos. Sinto muito. É muito bom que a pastora fale, que proteja as mulheres dentro dos cultos, dentro das igrejas das gêlicas, eu só primeiro a defender, mas é também olhar com um viéis muito desconfiado, esse é a cena dessa pastora que é a amiga da Michel Bolsonaro. Bom, só, enfim, seguindo aqui, aí tem outra aqui, olha só, enfim, essa coisa, o grande da pública é a prioridade, etc. É isso, tá aí uma última coisa, porque eu te agu-peitar, eu tô mochado de cadeira, mas para a outra coisa esbrúxula da extrema direita. É isso aí, ó, é isso que essa gente defende como medida para a segurança pública. Essa figura que tá aí do lado do Bolsonaro é o Marcos Polon, um deputado federal do Pérez do Matu Grosso Sul, que apresentou uma proposta na Comissão de Segurança Pública para um projeto que defende utilizar recursos do FGTS para comprar armas de fogo. Curja a relatoria desse projeto de ninguém menos que Paulo Bélins, que aquele que a sua mulher tem aquelas condições muito desconfiadas com as circunstâncias como elas como mulher foi assassinada. Inclusive, Paulo Bélins, que é aquele que apresentou um projeto para defender que LGBT, que transexuais têm que ter a arma de fogo. Como isso vai acontecer? Ninguém nem sabe, mas é esse tipo de gente que fica legislando no Congresso. Então é isso, é esse tipo de medida que a extrema direita tem como, digamos, enfrentamento ao crime organizado. É isso aí, ó, essa figura. Então é difícil, por isso que é importante a gente fazer essa discussão de novo sobre como ninguém está olhando o aspecto social em relação à segurança pública. Eles 10 bilhões via BNDS vão ser disponibilizados para municípios e Estados brasileiros, segundo a sua medida de hoje. É dinheiro na mão de governador e prefeito, maioria de direita, né? Vale lembrar que também durante a semana, né, dessa maravilhosa para essa, o governo finalmente oficializou o reajustu, a questão do abono salarial e 4,5 milhões de trabalhadores, com perdeu acesso a abono salarial. Muito provavelmente é com esse dinheiro que vai ser tirado o dinheiro para esses projetos punitivistas e para reclibrar também a questão da taxa da blusinha, né, que saindo vai deixá-lo um espaço que tem que ser fechado porque quando acabou suescal, porque se você não batei as metas de acabou suescal, você só for um impeachment, né, como o próprio ade penso, esse grande cabecinha de planíria. Então assim, é difícil, o governo Lula é um governo, assim, essa é a parte da situação melancólica, né, que ela disse, falou, porque o governo Lula é um governo que ele não só, não age em seu benefício eleitoral, o eleitoralismo do PT ele perdeu inclusive a capacidade de agir em benefício próprio eleitoralmente, como ele se atapalha, ele cria condições piores para ele, ele não só, não atua na correlação de forças para aumentar a sua força, como ele piora corre, ele cria condições para os seus adversários terem mais forças. Então acho que esse é o resumo da melancolia que foi parte significativo do debate aqui hoje. Bom, vamos lá, gente, nosso 10 segundo jogador aqui, professor de agsteres, boa noite para você, desculpa aí o atraso, viu, aqui a gente entrou um assunto atrás do outro, debate muito calorosos e aí a gente precisava dar o destaque dessa notícia do dia, boa noite, isso tudo bem, professor. Boa noite, talista, boa noite, heríboa noite para todas, todos os faroleiros e faroleiras de plantão, é a talista, hoje eu não consegui prestar muito a atenção às notícias, eu judei aula o dia todo e aí deixa eu te perguntar uma coisa, né, porque parece que teve essa questão do plano de segurança pública do governo Lula, já está anunciando a criação do ministério e teve a contrapartida vinda do Bolsonaro, do Flávio Bolsonaro. O Flávio Bolsonaro, eu vi o iria falando que ele está prometendo aí baixar a maioridade penal, ele também prometeu aumentar as penas para a corrupção ou não? Almentou a pena para a rachadinha? Não? Aí não, aí não dá, né? E ele vai ler de lá contra ele mesmo, não dá, né? Não iria fazer isso. Seria mesmo a coisa sobre a presidência e normalizar o comunismo aí não pode. Bom, a medida, né, assim, já que o governista reclamam tanto que a gente só fala mal e não proponada, né? Essa é uma boa medida para o governo fazer isso, manda um pacotão pro Congresso, aumentando a punição para os crimes de corrupção, os crimes de rachadinha, ou seja, de fato punindo, né, essa tipo de crime? Isso aí, exatamente. O professor Thiago, bom, gente, olha só, inclusive, né, a gente na chamada, a gente falou sobre isso aqui do começo do programa também. O professor Thiago está sempre conosco e hoje eu a gente conversando com ele, a gente queria poder falar um pouco mais. Mas acho que nosso professor Thiago, em algum momento, já conversamos sobre a Palante, né? Que é a fazigante aí da, dessa empresa que gerenci a dados, que também tem ofertado aí uma manipulação através de informações através de inteligência artificial, sem preso e estadounidense. Mas aí teve uma última notícia em relação à Palantíria, que as notícias anteriores davam conta também, né, entre outras coisas de um contrato entre o MAC e essa agigante. Mas agora tem uma notícia recent da Palantia que trata de um chamado manifesto, enfim, que tem gente dando conta sobre, mas parece de techno mais um exemplo do techno-facismo, né? Que é outro tema que a gente tá conversando. Então, só para, enfim, contextualizar, esse manifesto da Palantíria, ele trata, enfim, a respeito, né, da Palantíria, tecnologia, que é aqui falando, é justamente para vocês. É uma empresa de software especializada em análise de dados e que tem contratos, como, por exemplo, com aICE, com pentágono e entre outros, também, como a gente disse para vocês aqui, foi alvo de bastante crítica com o MAC. E aí, no final de abril, a Palantíria ela publicou um resumo que é o que se tem chamado de manifesto, de um livro chamado "Carp", em 22 tessas. Em resumo, é um texto com uma espécie de manifesto, o mesmo político e que vai tratar a respeito de como os softwares, né, e o todo o processo de trabalho dessa empresa, basicamente será reunir e analisar dados para reproduzir uma espécie de vigilância. Então, por exemplo, imagens de câmeras dados públicos, redes sociais, fichas policiais, trones, informações sobre cidadãos e aí a partir disso, poder fazer previsões, enviar relatórios, enfim, estabelecer relações e poder atender os seus clientes, né, como disse para vocês, o Ásio, o Pentágono, enfim. E aí, agora, se manifesto, ele tá propondo, então, uma discussão em relação às questões militares com base na IA, na inteligência artificial e que é uma espécie de ação que segundo esse livro "Carp", né, que foi defendido pela Palantina nessa publicação no X, lá no final de abril, significa um importante investimento que o Vale do Silício precisa se depruçar. Então, ilinha gerais, basicamente é isso. E aí, eu volto nessa notícia mais antiga que dá conta lá de 2025. Eu acho que é mais o abril de 2025 que levantou-se justamente essa questão da relação desse contrato milionário do MAC com essa empresa. Então, basicamente, considerando qual é a atividade dessa empresa, seria a utilização, a uso, a manuseia, a exploração, a reunião, a organização de dados do MAC, operacionalizados nessa empresa. Bom, muito resumo, só para, enfim, falar sobre essa questão, eu vi, inclusive, algumas pessoas tratando com muita preocupação em relação a esse ponto que eu fiz oite água aí para te poder te passar a palavra, de uma avaliação sua, desse ponto de vista específico dessa relação do governo brasileiro, ou seja, do MAC, a partir desse contrato, foi alvo de bastante discussão, então eu não sei exatamente o que pegue tá esse contrato, que isso é uma informação lá, uma notícia de 2025, mas a partir dessa notícia nova, desse manifesto da Palantir, que quer colocar aí nessa inteligência artificial como um motivo de bastante interesse do bar do serviço, e eu acho que a gente não tem como desconectar essas notícias todas. Então, na sua avaliação, o que significa isso, insitratando de dados do MAC nas mãos dessa gigante aí, dessa gigante estadounidense? Talita, acho que vou dividir algumas camadas, a gente pode comentar, porque assim, se eu comentado comigo, a gente conversou rapidamente semana passada, hoje de manhã, ser de dino de talô, e aí eu fui fazer uma pesquisa, assim, como, em geral, eu quase sempre faço isso. E ele caiu, gente. E caiu. Toda vez que fala de coisa dos Estados Unidos assim? Deixa ele retomar que a gente tá nos bastidores, né, a gente avota com ele. O Wagner Andrade aqui mandou, acho que na nossa discussão anterior, né, bastante calorada aí sobre a questão da esquerda, diz ele, a fraqueza da esquerda radical é foto de união. Quanto ele tá quando mãe pega, dá uma surre em hoje em dia, não pode fazer mais. Mas dá uma surre em boto de dois, amarrado, um de freipoto, até entender que meu amigo, você não precisa ser mal, mas você não tem que trabalhar junto, é sobre isso. Não precisa ser amar, não precisa se gostar, não é para. Não é para acreditar nas minhas coisas, não é para a partilhada, a mesma linha política, não, você não se junta com quem tem a mesma linha política, não, você não se junta nem com o proletariado. Mas dá para trabalhar junto, nem que seja por aporto nir, fazer assim, se eu trabalhar junto com ele, fica mais chato da gente fazer a revolução, na revolução, passo ele. Pronto? Não é o mínimo de pragmatéria de estratégia, como diz o capital nascimento, você vai ter, não é? Então, bom, isso aí. O redior que tá falando o papo legal a PPL, o que é isso? O redior que. Seja gira de jovem, quando é isso? Gira de jovem, não é isso, é coisa de ir aplicativo de papo legal. Voltou, voltou para o FICI, a gente tá aqui, assuntando, deixou, podemos voltar para o FICI Tiago, tudo certo? Bom, boa. Que coisa, isso é que é difícil, não é? Não, não é? Não, não é? Eu acho que tudo aqui assim, eu acho que eu reino esse aqui para poder conseguir voltar. Mas vamos lá, porque. Fuei. Eu fiquei falando, eu conseguia vendo, mas acho que eu sumi, assim, desapareceram, coisas que eu disse. Mas vamos lá, é ter ali, tribaldo, eu acho que são algumas camadas que a gente vai ter que falar, assim, você se vai conseguir aprofundar muito, mas assim, é, você tem, conversar dizendo o seguinte, eu fume, não vai se saber, essa palanquia, sobre esses contratos, eu busquei, obviamente, não tive tempo para poder fazer uma lei via pedido de lie, mas eu já afirmo que merece aí a gente usar a lei de acesso à informação para conseguir esses dados, porque assim, eu não consegui achar o talita, não sei se você teve essa impressão também, ele baldo, se você chegaram a pesquisar, não existe informação sobre, porque o contato não existe informação sobre valores, a gente não tem informação sequer sobre as pessoas envolvidas, é nisso, né? Então, muita atenção é sobre isso. Então, olha que curioso, né? Eu levantei esse manifesto alante, ele foi publicado em 2006, tá? Ou seja, algo, algo, antigo, né? Seja não é necessariamente um manifesto recente, mas, entretanto, ele parece que foi atualizado mais recentemente, mas, ao fim, ao cabo, esse manifesto, ele traz 22 pontos. Eu vou falar que rapidinho esses pontos, eu vou falar porque eu acho que a gente precisa atentar para eles, então vamos lá, os pontos dessa palancher, o Vale do Silício teria uma dívida moral com os Estados Unidos, empresas de tecnologia deveriam colaborar com defesa e guerra, aplicativos e consumo digital superficial em pobreza e a inovação, democracias precisam de poder duro, não apenas de escuro somoral, o futuro das guerras será definido por software e EAA, armas com e ação inevitáveis, o ocidente precisa vencer a disputa tecnológica global, o serviço nacional militar deveria voltar a ser valorizado, a elite técnica deve assumir papel político e estratégico, a engenharia teria substituído parte da política tradicional, as críticas ao multiculturalismo e ao pluralismo liberal, algumas culturas seriam mais produtivas do que outras, ou seja, extremamente xenofóbico, né? A palancher, ela defende patriotismo tecnológico, ou seja, o que isso quer dizer, critica ideias neutralidade tecnológica, defende o rearmamento tecnológico do ocidente, defende que a Alemanha e o Japão deveriam abandonar os limites militares impostos no Pós-Gerra, a IAA deve ser usada em defesa e inteligência militar, valoriza ação da disciplina da ordem da autoridade estatal, critica aos elites progressistas e aos setores ouques, defende maior tolerância pública, religião e aos valores tradicionais, afirma que a segurança nacional deve orientar a inovação e rejeitam o pluralismo defendendo a ideia cultural de um ocidente forte. Então esses são os 22 pontos desse manifesto, isso me lembrou muito, né? A discussão que a gente teve logo no início desse segundo governo Trump, quando todos os empresários das Big Techs, né? E aí inclusive o Facebook, né? Que agora também é o dono do, ao mesmo dono do Instagram, né? E ele era. era visto, enfim, era atido como alguém um pouco mais maleável a questão da diversidade e que passa, enfim, que choca, inclusive, algumas pessoas não, a gente, obviamente, mas choca algumas pessoas ao dizer que afirmar que a partir daquele momento, ele estaria, enfim, a serviço dessa extrema direita é global, então se eu me chamo muita atenção, essa palantia, ela foi criada com o apoio da CIA, isso é importante, interessante, a gente pensar, e ela trabalha com uma série de software, software de segurança, então, ela trabalha, é basicamente com questões voltadas para ir a e para a segurança e para o monitoramento de pessoas, e aí eu chamo a atenção do que nós em outros momentos, a gente já converçou aqui sobre isso, a gente já que fez crítica sobre isso, sobre essa questão, por exemplo, dos Estados de São Paulo, dos Estados Paraná, dos usos que são feitos por essas CIA, por essas plataformas, essa coleta de idade dos estudantes, de profissionais de educação, dos parentes, inclusive, instalação de aplicar que fios em aparelhos celulares, computadores, que vinha sendo feito no ex-aquí a ponta, então, então, me chamam muita atenção esse contrato, que é feito entre o governo federal, por meio do certo, porque é o serviço federal de processamento de dados, e o FNDR, que é o fundo nacional de desenvolvimento da educação, que é um maltarquio órgão, é ligado ao Ministério da Educação, mas uma vez, eu não consegui achar nada na internet, a não sermenções, a um seminário chamado Showcase, a IP Bootcamp, que foi promovido, e aí, interessante também ver quem promoveu esse evento, e eu também não achei dados maiores sobre esse evento, quem participou, onde foi localizado, qual a data desse evento não encontrei nada. Esse evento foi promovido pela Amazon Web Services, ou seja, a empresa Amazon e o Appalainty Technologies, e o serviço federal de processamento de dados, o CERPRO órgão do governo federal. E aí, o representante, a representante do FNDR presente, ela chamou a atenção para os casos de sucesso da relação entre o FNDR e a Palantir, e esses casos, essas iniciativas, esses casos de sucesso, eles envolvem o monitoramento de compras da Amelian da Escolar, análise de notas fiscais, acompanhamento de repáfias federais, modernização da transparência dos recursos para estados e municípios, e o uso de inteligência artificial para monitoramento de gestão de políticas públicas, modernização dos fluxos de repasse financeiro, ampliação da transparência, integração entre base de dados governamentais e automatização dos processos da administrativa. Aí, eu acho uma informação, fazendo uma pesquisa um pouquinho mais aprofundada, eu acho uma informação de que foi firmado um contrato entre o CERPRO e essa Palantir, e aí o Ministério da Educação FNDR desaparece, mas o que consta que foi firmado um contrato entre a Palantir e o CERPRO, no valor de 30, está todo mundo sentado, 30 bilhões de reais. Isso só, você estere uma ideia, o repasse anual é do Ministério da Educação para os estados e municípios, por meio do FNDB, é de mais ou menos 60 bilhões. Então, está falando do metade por ano, do metade do FNDB por ano, é repassado para esse contrato do CERPRO com a Palantir. E aí, procurando um pouquinho mais, eu achei alguns programas governamentais, programas do Ministério da Educação que teriam sido firmados com essa Palantir, a implementação do ODPX, ODPX, que é um sistema de ordem bancária, que foi criado em 2024, uma plataforma é DBT, testão ágil, para poder fazer com que o GERI, o sistema de prestações de conta é do FNDR. Então, assistam esses dois programas com esses valores e mais uma vez, gente, é uma empresa estadounidense, uma empresa estrangeira, fazendo isso, uma empresa que usa e há que faz o monitor, que é conhecida, né, pelas relações com a CIA e conhecida por monitorar, usar a inteligência artificial para reunir dados, monitorar informações de pessoas no mundo inteiro, a empresa tem diversos contratos, tem contratos com vários governos, inclusive como o próprio governo da Alemanha, com o governo dos Estados Unidos, e simplesmente a gente não sabe o que está, o que estão sendo feito com os nossos dados, né, ser os dados dois servidores do Ministério da Educação, os dados, dos milhões de estudantes, os dados dos milhões de servidores das prefeituras e dos governos estaduais, é porque não existe informação quase em humana, e aí é interessante que eu ouvi, por exemplo, que o deputado Rui Falkão, que é do Partido dos Trabalhadores, que é do PT, inclusive, fez uma série de solicitações de informações para o Ministério da Educação sobre esses contratos e sobre a situação dessa empresa, mas eu só encontrei essas solicitações em um asfei, as respostas, então eu penso que é uma questão extremamente grave, ou seja, a final de contas, é, vocês estamos falando, das gestão dos dados, dos milhões de pessoas que estão envolvidos com a situação brasileira, né, a gente está falando de pessoas na união, pessoas nos Estados, pessoas nos municípios, essa empresa tendo acesso a esses dados e a gente se saber direito, né, que contratos são esses quais são esses valores, o que que, de fato, essa empresa está fazendo e os bilhões de reais estão tão, tão, tão, é sendo pagos, né, desses serviços e aí, isso me lembrou muito, muito mesmo que no início do governo Ludo também teve um, um, um, um, um fato, é envolvendo uma empresa ligada à Fundação Eman, a mega edu, não sei se você vão lembrar disso, que era um contrato para gerir internet nas escolas, essa empresa, ela aí, ela estava subcontratando, né, ela, ela, ela, ela receberia salvo engano, quase oito bilhões de reais para poder ofertar internet nas escolas por meio da estarling do alomance, que eu seja, mais uma vez envolvendo questão, questões de dados e aí quando a gente vai ver hoje, uma parte significativa das escolas, sobretudo na região norte do país, existem contratos das secretárias estaduais, das secretárias do país de educação, com a sesta link, né, que também é outra empresa conhecida, né, por, enfim, é, é, é, a capação de dados, é das pessoas, é, sem nem tipo de autorização, é, existem as, sem que a gente consiga saber o que está sendo conhecidos, então assim são muitos pontos, tem muitos pontos nebulosos e eu penso que algo é extremamente preocupante, eu fiquei extremamente preocupante, eu cheguei a mandar ou talita não sei se você chegou a ver porque o responsável pela essa empresa, essa, essa gente a. - Talantir. - Alantir, obrigado, talita, o responsável pela palantir, ele faz parte da rede e nova BR, que é uma rede que mobiliza setores governamentais e pessoas da chamada Sociedade Civil, mas é quando a gente vai ver que a Sociedade Civil é essa vocês podem imaginar, né, que a sociedade civil do mercado ligado ao mercado, esse responsável por essa empresa no Brasil, o Tiago Fetter, que eu também não encontrei informações sobre ele, né, ele não tem currícula lá, que você não conseguiu contra maiores informações bem gerais e todas elas somente ligando ele a essa palantir, tá? E aí quando eu fui buscar o que eu achei foi a participação dele nessa rede e nova BR. E aí, o talitão, sei se você consegue colocar pra gente, mas o fato aqui, né, por não é, te puxar ali as informações dele nessa rede nova BR, as pessoas que fazem parte da ed, tem lá um minico riculzinho falando, dele não tem informação nenhuma, não parece nenhum dado sobre essa pessoa, né, nesse site que é do próprio governo federal, esse, esse, e nova BR. Esse aí, esse site né, pra ser Tiago? Exatamente, ó, tá aí, o nome dele de Tiago Fetter do Santos, ele que é o responsável pela palantir, vocês podem ver o sobre, tá vazio? Não tem nem como clicar em cima, as iniciativas também vazias, né, até ali o, o, o, o, o, localização do lugar, a Brasília e a empresa, né, não tem mais informação nenhuma sobre, sobre essa pessoa. Não, eu não tenho nem foto dele nada, não ele não tem rede social, não tem, enfim, vamos ver, que vou fazer uma busca rápida no Google, que que aparece dele, é, é, é, é, eu, eu achei um link de em dele que com informações da, da, da, da, da, da palantir, não tem mais nada. E aí, o que é isso, né, é gente. Bober a gente, né, que fica colocando foto em rede social, que foi, fala de tudo da nossa vida, né, na internet. Bober a gente, porque é isso, né, enfim, não tem, viu, pessoal. Hmm, tô procurando aqui, tem uma entrevista que eu vi, ó, apareceu uma entrevista aqui, Tiago Fetter, Radio of Siles, na palantir, tecnologis, na Prime TV, é, de quatro anos atrás. Eu vou colocar carinha dele pra vocês. O, o que é interessante, né, ou, ou tá ali ter baldo e, e as pessoas, né, que estão aqui, os camaradas, as camaradas que estão aqui com a gente, é porque eles têm acesso a todos nossos dados e mais entre tanto, né, a gente não tem acesso aos dados deles, é isso, se deixou, é bastante curioso no mínimo. Pois é, aqui é a rolação. Tudo na minha vida e uma oportunidade que eu adacei. Assim, começamos com tecnologia. E as experiências pelas proporações de ser passando. Como foram, como é que foram as oportunidades, as transições? Eu trabalhei durante 7 anos então na área de tecnologia da Universidade e notei que para alcançar as aspirações profissionais, eu precisava sair necessariamente do interior. Na época em 2005, então, com, gente, mais de quatro anos, eu já seria um convite pra trabalhar numa empresa de cartões na capital importaleira, na capital do meu estado, fuite numa boa experiência, uma experiência que me iniciou no atendimento de tecnologia e ao mercado financeiro. Bom, eu não vou, acho que tá falando mais em fins da experiência dele, mas é isso. A entrevista com o. E o que você é prender do Or, né, ou o Tarista, quem teve ação antes? Para quem tiver mais interessado, vou deixar o link para a buscar. Não falpete desse, vai fazer um discurso de prender do Or, não tem jeito? Não, tem toda a hora de. Farmou aora, ele tem toda a hora de. Farmou aora de prender do Or, totalmente. Deve ter de sapatênis, deve ter de sapatênis. O que você tem, a turquida? Não, ele tem cara de sapatênis. Ele é o de chocolate, e foi assim. Sabe, chocolate, ferocalho, caiu o que mesmo, gente, é outro comentarista? Qual social tem meia de sapatênis, né? Ai, eu ri, pera. Ai, ri, pera. O que eu e o maior palavrão falado foi bananão. É isso, tá aí, gente. Tchago fédder, representante pelo que eu tô entendendo, era um representante da Palantir no Brasil. Me parece, é isso. É tudo que você tem integrado, né, Tchago? É tudo fragmentado, melhor dizendo, as informações. Não tem um consolidado, assim, pra entender a atuação da empresa, inclusive, no Brasil. Vídeo esse site aí que você mencionou que a gente colocou na tela. O que eu achei mais curioso, ou taliteribal do Fofato, da gente não achar informações sobre hoje contratos, sobre atuação da empresa, porque, em geral, isso tem, a gente acha isso relativamente fácil e não tinha o sequer informações sobre esse evento que eles promoveram, né? Foi um evento promovido entre o CER, por ou seja, um órgão do governo federal e duas empresas privadas. E me parece que com a participação de outros órgãos do governo federal, dentre os quais o FND é, é o Fundro Nacional de Desenvolvimento da Educação, que é um órgão do Ministério da Educação, mas não existem informações sobre isso, serão, quem estava lá, quem estava representando o governo, quem falou que dia foi, quando foi, não, não, não existe essas informações. O Tiago, aproveitando para a pergunta já que este tema na recentemente, inclusive, afiou cruz, perdeu 98% do seu espaço para depósito de dados, por conta da Google, o cortou 98% desse espaço e ficou por isso mesmo, né? Um a dez grandes, um dos grandes receios, pelo menos no debate crítico, né? Inferirmente eu vejo um pouco esse debate na universidade, por que teve o parés. Mas, para example, lá o SIM, aqui no SPÉ, o Centro de Informática, ele é todo bancado por essa Big Taxi, inclusive, se você vê, a universidade, toda caída, as pedaços, e o SIM, o oasis, assim, no meio da universidade. Que, para quem no SPÉ, na Google é um grande polo de produção de tecnologia, nunca vai um central para cá, mas é um grande polo. Quais os riscos desse tipo de contrato dentro do que você viu até agora, desse tipo de corredo, principalmente, porque envolve dados, né? E envolve dados da educação, é sempre algo muito sensível, porque você está expondo diversas faixa das idade, você está expondo, professores, você está expondo o currículo, que é algo muito central para a percepção política, só que um país tem sobre si mesmo, né, ao currículo. Então, quais são os riscos que tu vê do ponto de vista tanto da capacidade do imperialismo, de intervenção, como do Brasil perder, mais ainda, sua capacidade de defesa da soberania, através desse contrato, e da educação que é algo tão central, né? Inclusive, só como curiosidade, né? Eu tenho, tive o vício na vida de parar para leios autores, neoliberais, mais clássicos, né, Mises, Rayek, Friedman, Becker, e eles são muito preocupados com a educação, o tema da educação, o pedagogia, etc., parece constantemente nos tejos, obviamente, que não da nossa perspectiva, mas da perspectiva de construção de um sujeito neoliberal, né? Um sujeito produtivo que internaliza o cálculo econômico e com isso tipo de coisa, né? Então, só para falar um pouquinho disso, porque eu acho que, não sei se isso aparece, mas é algo muito central à educação para um projeto neoliberal, né? Eu te respondei diretamente, e é interessante se eu trazer isso, porque algo que eu fico extremamente preocupado, sobretudo, sobretudo, desde a pandemia, porque o que que aconteceu no período da pandemia, acho que muitas pessoas aqui vão se lembrar, sobretudo, aqueles que estavam, enfim, nas universidades, pública, né? Ou lembrar disso, toda a rede federal de educação seja os universidades, seja os institutos federais, eles, enfim, fizeram contratos com Google, com Microsoft para poder utilizar esses sistemas para poder fazer, enfim, as aulas remotas, para poder fazer os usos, né? Do miti, do classroom, enfim, de todos esses, de toda essa parato tecnológico, né? E esses contratos eles estão em casa. vigor até hoje. Por exemplo, lá no CFET, onde eu trabalho, a gente tem lá o nosso plataforma toda da Google. Eu não quase não boto nada dessa plataforma, porque eu não sei o que, para o que é usado isso. Ou seja, quem tem acesso a esses dados, como é que vai o. E aí vem justamente o que você está falando, né? E eu sei, por exemplo, que algumas universidades, que não renovaram os contratos com essas instituições, os professores, eles perderam tudo o que eles tinham. Simplesmente, mais ou menos o que aconteceu com o café ou cruis, as empresas foram lá, simplesmente e cortaram. Cortaram vocês no dia seguinte, você entrava, não conseguia entrar os e-meios que você havia recebido, as mensagens que você tinha trocado, a nuvem que você utilizava, simplesmente não estava mais disponível e você perdeu todos esses dados. Ou seja, eu não tenho dados aqui para mensurar o que aconteceu, mas caso algum pesquisador, alguma pesquisadora, que tivesse seus dados das suas pesquisas, nessas nuvens, nessas redes, mas pessoas simplesmente perdeu tudo. Em geral, as pessoas que se costumam tomar muito cuidado com isso, tem de cá, e tudo mais, mas o fato é que todos esses dados, e aí a gente está falando de número as pesquisas, de centenas de milhares de pesquisadores, com dados bastante diversos, nas mãos dessas empresas, sem que a gente saiba o que está sendo feito, sem que a gente saiba como é que, como você bem falou, como é que o impera até porque esses dados, essas nuvens, elas não tão sob responsabilidade do governo brasileiro, elas não estão aqui, muitas dessas nuvens, já estão nos próprios, são controladas, de dentro dos Estados Unidos e outra de dentro de JL, tem algumas, em JL, isso é importante, a gente não está falando aqui de nenhuma teoria da conspiração, isso é um fato concreto, então sim isso é importantíssimo. E o governo brasileiro, eu vi aí que os nossos colegas do Eduardo Carpum, ou seja, eu João Paulo colocou muito bem, o governo brasileiro poderia tranquilamente, até porque o FRJ, eu sei disso porque tem um colega que precisa essas gestões, a própria FRJ estava desenvolvendo uma rede, uma nuvem própria para poder guardar esses dados, para poder deixar os dados dos dois pesquisadores e das pesquisadoras guardados. Nós temos no Brasil inteiro, cento de excelência nessa área, não só na FRJ, ele baldo falou da OFPE, na Federal do Rio Grande do Norte, também, enfim, e outras instituições, tem a USP, a UNICAMP, com instituições rotáveis, ou seja, poderia ter tranquilamente o investimento. E eu considero até, de antes desses valores que a gente está vendo aí, um contrato de 30 bilhões, quase 30 bilhões, ou seja, poderia ter esse tranquilamente utilizado para que as universidades brasileiras, que o próprio Ministério da Educação, tivessem os seus dados preservados. E aí, me chamo a atenção, ele baldo, uma segunda questão. O Ministério da Educação, por meio do INEP, o Instituto Nacional de Estudios e Pesquisas Educacionais, a Nespetira, foi objeto de inúmeras críticas de pesquisadores da área da educação, porque atrasou a divulgação dos dados do senso escolar e do senso do ensino superior. Segundo a justificativa do INEP, esse atraso de dados ocorreu por conta da LGPD, aquela lei geral de proteção de dados, porque havia necessidade de filtrar-gem desses dados para que eles não fossem divulgados, e com isso outras pessoas tivessem acesso a dados sensíveis dos estudantes, dos professores, dos funcionários, das escolas dos profissionais de educação de todas as pessoas tão envolvidas ali no campo da educação. E aí, chama nossa atenção, ou seja, o Ministério da Educação e a Net, atrasar a divulgação dos dados, ou pelo menos alegar para atrasar a divulgação desses dados, uma preocupação com a LGPD, quando, na verdade, está entregando todos os nossos dados para uma empresa como essas, que é notadamente conhecida, é por fazer serviços relacionados, justamente a coleta e divulgação e investigação de dados. Então, assim, é minimamente curioso, e o que mais surpreende, gente, tal, é de baldo, e talita de verdade, sem um túnel de surpreende, é como é que pode, o governo, e a gente não tem um debate muito sério sobre isso, ou seja, porque é a questão de soberania nacional, a gente está falando aqui, de soberania, pessoal, o governo brasileiro, por meio dos seus centros de excelência, que são as universidades públicas, não desenvolver mecanismos próprios de conservação, de reserva, de depósito, de dados, porque a afinal de quanto a gente está falando, de pesquisa científica. Se a gente quer um país, que seja minimamente independente, que seja minimamente competitivo, que não dependa de tecnologias estrangeiras, a gente precisa fomentar a ciência e a tecnologia que mesmo, o que a gente tem feito, tem entregue, inclusive, é até um tagônico, porque a gente tem pargo para os outros, pegarem os nossos dados, a gente ainda não pegarem os nossos dados, a gente está pagando para que outros se abonhem desses dados. Tem uma das análises que fui acompanhando, de 2025, justamente a respeito desse contrato do MAC, trouxe algumas variáveis aqui, só para dialogar com isso que o professor Thiago está trazendo. Então, de um seguinte, olha só, há seis variáveis apresentadas aí em relação à integração entre o MAC e a Palante, através desse contrato, que, inclusive, eu pesquisei, porque, como esse contrato foi alvo de muitas críticas, de costeirações, sobre justamente entregar os dados do MAC para uma empresa estadounidense, com o histórico que tem. Então, alguns artigos e algumas críticas em relação a essa questão. Mas, inclusive, numa das críticas colocadas, colocadas até a informação de que esse contrato poderia ser judicializado. Então, só que eu não encontrei, inclusive, se levar da CGU, control do IA, mas eu não consegui encontrar nenhuma informação se esse contrato está ativo, se ele foi alvo de judicialização, enfim, de algum questionamento em relação a esse contrato. A exemplo é isso que você trouxe do deputado Rui Falcão, que deputado do Partido do Trabalhador, isso foi um dos que disputou, inclusive, a presidência do partido. Ele teve até que no Faro Brasil, viu, gente, o Rui Falcão, lá no ano passado, no processo aí das eleições do PT. E, enfim, não tive, não encontrei, pelo menos, Professor Thiago e Eribaldo, nenhuma informação sobre como é que está, que pegue está, enfim, esse contrato aí do MAC com a palantir. Então, teve essa especulação de que esse processo poderia chegar na CGU, enfim, mas não tem mais informações além disso, mas a especulação de que poderia chegar na CGU. Então, não sei dizer para vocês, não sei mesmo, tá? Não tem informações sobre como é que está esse, esse está em vigor, o contrato, se não está, se está sendo alvo de alguma investigação, ou de alguma fiscalização específicamente, né? O que se tem só em relação a essas questões aí que o Professor Thiago está trazendo? É dessas variáveis, que é a questão de um mobilidade geográfica e deslocamento, que vai revelar as dinâmicas democráticas, por exemplo, o exdo-gural, vulnerabilidade territorial e pressão sobre as cidades. Do outro segundo avariável, correlação entre o investimento, neducação e o desenvolvimento de acordo com cada região, ou seja, MAPA, políticas em relação ao que funciona e o que não funciona do ponto de vista de política pública para a educação, né? Identificando aí, por exemplo, onde o estado está direcionando, enfim, os seus investimentos. Há uma outra variável, dados sóse econômicos, cruzados com um desempenho escolar, das crianças e adolescentes, que justamente pode criar a perfil, enfim, desses alunos em relação à sua mobilidade social, sobre criminalidade futura, sobre potencial produtivo nas mais diversas regiões brasileiras. A outra variável é ficar-se a comparativa de programas sociais, então identificando, por exemplo, que políticas públicas podem gerar retorno, enfim, temos das políticas públicas em relação à educação, que é algo bastante cala aí dos últimos governos do PT, por exemplo, nessa relação entre investir na educação e atrelado às políticas sociais. É uma outra variável. MAPIAR a vulnerabilidade sobre os pontos fracos da logística em relação às questões de educação e que também isso poderia ser explorado nos mais variados cenários, do mais otimista ao mais crítico. E é uma outra variável apresentada são projeções sobre a capacidade de formação de gente, formação de capital humano. Então você formar perfis, criar perfis para poder saber exatamente qual que é a força de trabalho brasileira. A atual e a futura e a partidíssima inclusive você identificar o que pode ser investido, como pode ser investido. Então assim, tudo isso, segundo aqui o que eu estou reproduzendo, para vocês, essas seis variáveis, pode ser identificado através do acúmulo de informações e isso ser operacionalizado através de inteligência artificial. Se você é um Google, façam isso. Se você entra no Google e entra no modo e no Google, e se você escrever assim, "Eri Baldumaya, o F/E", não dá a vida do iBaldum para vocês. O escavador dele, a tosse dele nas redes sociais, o que ele escreveu, o que ele deixa de ver o opinião dele, o perfil, o que você quiser. Isso, a gente, meros mortais, imagina que ele opera esses veganismos do professor de água, que tipo de informações que as pessoas têm acesso. Então veja, só para resumir para poder te tratar a palavra, é a empresa, em resumo, ela vai ter absolutamente toda a inteligência e toda a estratégica sobre as, aqui, palavras e certigos, vulnerabilidades e potencialidades de todo o brasileiro. É simplesmente entregar na mão da empresa, absolutamente tudo isso. Impressionante. Simplesmente. Exatamente, talista até porque, assim, as pessoas não perceberam ainda, ou seja, o setor de educação, eu diria inclusive que ele é mais capilarizado do que a saúde, ou seja, o setor de educação de estar em todos os municípios, em todo o. Já tem município que não tem hospital, temos municípios que não tem postos de saúde, municípios muito pequenos, já muito pobres. Agora, todo município tem uma escola, todo município tem estudantes, todo município recebe recursos por meio do Fundab, tem município que tem a escola na área urbana, na área rural. Então, assim, a gente tem que uma série de dados e a gente não está falando somente de dados pessoais, ou seja, a gente está falando de todo um ar-carbouço de dados que está sendo simplesmente entregue de mão, assim, não é só entregue, né? Nós estamos pagando para uma empresa estrangeira ter de mãos beijadas todos esses dados, um fim que são dados que deveriam ser de segurança natural, porque são dados afinal de contas que tem a ver com o desenvolvimento do nosso país, né? A gente está discutindo, né, dos últimos semanas, essa questão das terras rairas, mas a gente está falando de dados extremamente sensíveis da população brasileira, do Estado brasileiro, que a gente está, é simple, a gente não sabe o que está sendo feito. A gente simplesmente não tem ideia do que que essa empresa para garantir do que o governo dos Estados Unidos, já que foi um dos incentivadores, fundador dela por meio da cia, faz com esses dados, né? E aí, eu penso que talvez o melhor fazer, ele boudra as que dá que você mostrar agora, né? O que tem um certo presidente aí que faz, né? Então, as que as pessoas podem ver aí, o que é que, como é que o cuidado que a gente tem com os nossos dados, né? E aí, olha aí o que o Netanyarro faz com os dados dele, né? Eu sempre chama atenção para isso, não é toa, às vezes a gente está conversando sobre alguma coisa, vai lá no abre a rede social, vai ali no Instagram alguma coisa, é este propagandas que você recebe daquilo que você estava, é falei ele que eu quero comprar uma cadeira, que eu achei a cadeira da casa do Eribal, do detalita bonita, legal, da casa que a pouco torna recebendo muitos mensagens ali de propagandas sobre cadeira, né? Eri, que é interessante, olha o telefone do Netanyarro, né? A parte de confiado, né? Satanyarro tá de confiado. Agora é isso que, militar profundamente, eles sabem de tudo, eles sabem o que você quer, eles sabem tudo, mas não sabe de referenciar, se eu todo o ruminho, se eu estou acordado, a retrospectiva do Spotify, meus cinco artistas mais ouvidos foramções de balé para dormir. Eu não faço a mesma ideia do que eu ouvir nos 20 anos de Spotify porque ele não sabe quando eu estou dormindo, quando eu estou acordado. É claro que o som que eu mais ouvi é o da balé, porque eu passo 8 horas de ouvindo todo dia, né? Então assim, vou fazer igual a Netanyar, vou botar tudo apagar que pelo teninho informação mesmo. É isso, Eri me lembrou de uma publicação que eu vi que todo o fim de ano, todo mundo fica publicando inclusive eu, né? Fica publicando ali o ranking das músicas mais ouvidas, nesse Spotify, etc. Aí teve uma pessoa que falou assim, por mim a voz, trapalhou o meu ranking, porque uns meus artistas favoritos eu prefiro ser louco. É isso gente, que é, enfim, a voz deve ouvir lá o padre mais ouro, mas é isso gente, enfim, brincadeiras a parte é no mínimo preocupante, né? A gente viu o que tem no nosso horizonte, e aí acho que a gente volta, Tiago Eri, numa questão muito básica que a gente sempre defende aqui, que é como professor Tiago Trossi soberania, né? Defender como o pessoal aqui, do Cartoon Trossi, que é exatamente, a gente não tem isso dentro dos nossos centros de tecnologia, de desenvolvimento de pesquisa e tecnologia que são os universidades, não vestir nisso massa e somente. É melhor colher para fechar esse filme, né? Não, e o pior de tudo, o totalista é isso, porque quando a gente olha o dinheiro, a quantidade de dinheiro que o governo brasileiro paga para empresas como essa, paga em contratos, né, diversos, e poderia ser investido, como eu já. Dá esse dinheiro, faz um puo aí, um junta, quatro, cinco, seis universidades e bota, investe esse dinheiro no setor de tecnologia e diz que você quer como o produto, né? Esse. Eu quero um grande mecanismo, um grande software, uma grande nuvem, para poder concentrar todos esses dados, das próprias universidades do governo brasileiro e que esses dados fiquem aqui, não vão para fora e somente a gente tem acesso a isso, isso seria feito, se o governo está muito menos do que ele está pagando nesses contratos. Isso é aí. Eu queria aproveitar a água, mas escolha política, isso é aí. E deixa eu aproveitar a água, eu acho que não tem nenhum comentário aqui, nós leemos estudos, só o Vagranandrade dizendo o que esperar de um governo cheio de seunistas e ele também complementa, só votar em nulula se ele mudar, mas acho que não. Proveitando essa mensagem para o professor de água, vai. Lula está passando ao passo do Planalto? Acho que é a única mudança que ele pode fazer essa, né? Ao que parece, sobre eleições, inclusive, tem uma notícia de hoje, que é respeito da por si do. ministro Nunes Marques do Supremo Tribunal Federal, na OST, né, ao Supremo Tribunal Eleitoral. Então, o ilha que vai estar a frente dessas eleições, né, lembrando que a última ministra que esteve nessa cadeira foi a Carmen Lúcia nas eleições de 2024. E agora, então, é o Nunes Marques que vai justamente acompanhar do André Mendoonso, que toma posse na vice-presidença e terão eles, então, né, presidente Nunes Marques e vice-presidente André Mendoonso, os ministros do TSE, o Tribunal Superior Eleitoral. E aí, queria só trazer um detalhe para, enfim, eu estou vendo aqui nas redes sociais de um registro feito na POSSA, ser imônia de POSSA, que ocorreu hoje, que a POSSA aconteceu nessa terça-feira dos ministros e aí vejam aqui, olha só, deixa ele Bolsonaro, quem está do lado dela é a esposa do ministro Alexandre Morais, a região Ibasis. Aí do lado, tal só, se escava o cantinho, na lida do PL, na Câmara. Ouve, inclusive, uma especulação que gostaria de convidar o próprio Bolsonaroso de Prata Presente. Afinal, de contação, os dois ministros indicados, né, o presidente de Prata Presente, André Mendoonso aí, o caso no list que foram indicados pelo Bolsonaro. E só, trazendo esse registro pra, diz, é o seguinte, viu o professor Tiago e elebaldo. Fiquem até com a figura de Michel Bolsonaro. Me parece que ela está aí na direção pra candidata de Senadora pelo Dissrito Federal, como uma das favoritas, inclusive. E eu, especulo, tá? Aqui, enfim, tô especulando mesmo aqui, tô ilucubrando de que Micheli Bolsonaro assim que ela consegui, que ela já tem em alguma forma, mas consolidar o seu capital eleitoral. E via a seleita, ela vai se distanciar cada vez mais da família, eu creio, tô especulando, tá gente, posso tá, falhar miseravamente. Mas eu acho que a gente pra tomar, pra ser, bastante atenção com a figura de Micheli Bolsonaro no campo da Entrâma Direita. O Taleta, eu tenho um, eu tenho conversado com algumas pessoas, eu tenho um jeito, inclusive, pra nossa sorte, pra nós que somos de esquerda, a estrama direita e a família Bolsonaro é extremamente machista. Que eles, né, são Red Pills, tem raiva, tem lojo de mulheres, essa é a nossa sorte, porque se eles fosse um pouquinho mais espertos, se a Micheli Bolsonaro fosse a candidata a presidenta no lugar do Flávio, nós estaríamos numa situação muito difícil, muito difícil mesmo, porque eu penso que se ela fosse candidata a presidenta, dificilmente o Lula, com todo o seu carisma, com toda a caneta na mão que ele tem, conseguiria segurar ela, né, ou seja, e eu concordo com você, Taleta, eu acho que ela, inclusive, em muitos momentos, a gente percebe que parece que ela tá forçando a barra pra haver um rompimento, né, os tuites que ela faz, as postagens, as falas, assim, a impressão que eu tenho é que ela tá todo momento esticando a corda pra forçar um momento com a família, e só lembrando, né, ela tem o capital político dela, sobretudo, entre os evangélicos, entre os conservadores, é muito maior do que o Flávio, do Eduardo, do Carlos e do que o do próprio Bolsonaro, ou seja, talvez eles têm ali uma máquina na mão, da máquina de fake news, essa máquina do, infessa máquina do maga, né, essa máquina da extrema direita internacional, é que enfim, catapultou eles e, enfim, eles dominam esse isso, mas ela verdadeiramente ela tem uma identificação popular que a família Bolsonaro e que ninguém tem a extrema direita tem, e o jogo que isso é muito, muito perigoso, assim, acho que 2030 tá logo ali, né, se o Lula ganhar agora, né, e a gente espera que entre Flávio e Lula, acho que a gente não tem o que dizer, né, então a gente espera que o Lula ganhe, mas 2030 logo ali, e eu acho que a média, a gente vai adiar a tragédia que vai que tá pra acontecer em 2030 caso, é, é, é, a esquerda, os progressistas não mudem radicalmente a sua postura. Eu tenho que tratar a cor de eu as palas de talita, de Thiago, eu sempre achei Michelle a mais perigosa ali do tanco Bolsonaroista, né, eu acho que ela tem, ela tem uma postura muito diferente de todo o que a Bolsonaroista, até em termos de consciência corporal assim, de se portar publicamente, ela não é uma pessoa que fala qualquer tipo de besteira, qualquer momento, ela sabe o que tá, o que fala na hora que fala, e como falar, mesmo quando ela tá falando a barbaridade, ela sabe colocar isso do jeito que não vai gerar uma repercussão negativa tão grande, mas vai acessar a base dela, assim, eu comparo muita Michelle, né, em termos de postura e de inteligência política com aquela personagem de The Madness Teio, né, que é a esposa do marido, né, só que eu acho que ela ainda é mais sagaz do que ela, né, por conta do contexto também, ainda que ela também sofre do machismo da extrema direita, porque ela só não tá liderando a extrema direita, porque é uma galera muito machista nesse caso para nossa sorte, porque, inclusive, eu considero que se ela assume o poder e é ser difícil tomável, e é ser difícil tomar, porque é isso, né, além de ela ir articular o mundo Bolsonaroista, com, e desarticular o discurso de que o Bolsonaroismo é machista, não sei o que, porque ela é mulher, ela é mãe, ela milita por pessoas, PCD, né, com a questão das libras, principalmente, e ela é muito fundamentalista cristã, assim, genuínamente, ela não é o fake cristã, tipo Bolsonaro, Flávio, não sei o que, ela é genuínamente cristã, não é a insenação que ela faz, então eu considero a Michelle, assim, o maior perigo da extrema direita, e torço que o machismo da extrema direita contém a Michelle de verdade, assim, eu ainda acho que tá cis o preferível de encarado que Michelle, assim. Mas aí, descoperi, acho que você. Não, não, é aí. Não, acho que eu concordo, e dizer, o seguinte, um dos conflitos, inclusive internos, aí em torno da campanha do Flávio Bolsonaro, se dão justamente em razão de uma certa resistência da Michelle a fazer esse apoio direto, embora isso vá acontecer, me parece alguma forma mais, porque por parte da candidatura, aí da campanha do Flávio Bolsonaro, o apoio da Michelle, ela tem dois ativos, mulher e evangélica, são dois campos importantes, mas que podem inclusive decidir as eleições, tá? Lembre-se que o eletorado feminino, ele é maioria no Brasil, e a gente tem essa questão do campo e agulhélico, que em filme uma discussão aí colocada, e por isso que, né, quando a gente estava falando agora, agora pouco, eu me ensionei esse episódio aí da pastor, essa pastor aqui viralizou, etc., ela é amiga de Michelle Bolsonaro. Então, o bom anus disso vai ter pra ela, vai se parar Michelle Bolsonaro. Eu concordo com vocês, acho que é importante a gente ficar de olho, porque me parece que o caminho para o Senado, ele tem ali as suas questões internas sobre quem o P.L. vai apoiar, etc., e cala que eles vão ver o termômetro, e se Michelle Bolsonaro disparar aí como uma possível favorita, eles vão entrar de cabeça mesmo, uma campanha pra Michelle vira a ser leita no Senado, e aí que é de novo, né? Então, especulando aqui, uma vez que ela conseguiu se consolidar como uma política, ela vai pensar se descolade alguma forma. para justamente não continuar sendo muito macolada com essa escrote dão desse machismo bolsonarista, sabe dessa coisa, né? Porque ela tem uma sofisticação, né? Que ela é sofisticada, é a sofisticação no sentido disso que eritrou o mesmo, né? Desta reflexão sobre o perfil de Michele Bolsonaro. E inclusive ela tem articulado para fora da família, né? Vamos lembrar a questão do Ceará, lembrar a questão de Santa Catarina onde ela claramente está apoiando o Requion, no Ceará ela impurgiu a lança que o Pelle estava construindo com cirugomes, né? Agora vai ser uma lança meio por fora. Então assim, a gente tem, ela se mostrando enquanto articulado, enquanto articuladora, em alguns estados, em estados ali considerados. É um tanto conto chave para o bolsonarismo e ela tem construído, ela tem se esforçado, por construir o próprio grupo de apoio, inclusive que conta, né? E enfim, é preciso que ele diga isso, né? Porque ele é uma liderança dessa estrama direita, é unícola as ferreiras, é alguém que é do campo dele que apoia claramente, ela né? Estão ali dentro de um mesmo campo em oposição, talvez aos filhos do bolsonário. É inclusive ela se mostrou a articuladora mais competência do que bolsonário, né? Assim, muito mais competência. Bolsonário era um péssimo articulador. As pessoas estavam, o que bolsonário tinha de aliança? Porque ele tinha um capital, ele tem um capital eleitoral tão grande que terminava que como íma traia um certo número de políticos ali. Ela não, ela costura aliança e fico conceitores, inclusive, para fora do bolsonarismo, mais restrito, né? Mais dogmático ali. Então ela é mais. A senhora ela foi ela bem mais perigosa. E aí, uma coisa que eu sempre digo para a gente, para todo mundo aqui em casa, na incluvessa de bar, etcéia, a nossa sorte entre aspas é que bolsonário é burro. Bolsonário é um cara estúpido, de verdade. O problema é que a esquerda é tão mais burro e tão mais competência que conseguiu perder com 6 estúpidos daquele. Mas bolsonário é um cara muito estúpido. É a nossa sorte. Eu me lembro que durante a eleição 2018 eu assisti os debates que teve na Globo News dos Vices. E quando eu vi o entrevista de Morão, eu fiz assim, Deus tomara que esse homem se foi lei nunca morra. Porque é melhor ter um burro incompetente como um bolsonário que ele mesmo vai se queimar, como ele fez, ele perdeu para ele mesmo a eleição. Bom, Bolsonaro perdeu para ele mesmo a eleição e ele perdeu por muito pouco tendo feito uma capástrofe na pandemia. É isso. E perdeu por muito pouco. Morão seria um cara que ia fazer uma gestão assim, que ele não perderia aquela eleição. Você não tivesse no poder. É a vi de 2022, né? Depois do mandado. Porque ele não ia fazer o que fez na pandemia, o que Bolsonaro fez. E aí, meu nome é Michelle. Ao meu ver, ela é muito mais safa, muito mais esperta para fazer um particular um projeto realmente de extrema direita, um projeto muito mais profundo de extrema direita. Isso sustenta isso com uma base moral muito mais profunda do que o bolsonarismo fez, só que sem a torxência de bolsonário. Então, é muito mais perigoso. E aí é isso? Flávio já não é tão torço com o quanto pai. E ao meu ver, já é mais perigoso por conta disso. E Michelle, pra mim seria o pior dos mundos. Então, ao meu ver, é muito mais perigoso um flávio bolsonário do que Bolsonaro. E Michelle, muito mais perigosa. E a gente tá vendo bolsonarismo aprendendo com os erros também. Ele tá aprendendo. Flávio aprendeu. Tá aprendendo com o que o pai fez. Ele não fala a quantidade de as meiras que o pai fala. Então, assim, é de ficar esperto, né? E a esquerda tá boiando nisso. Tá bom. Professor Thiago, olha, mais uma vez a gente se agradece muito, por vir aqui conversar com o nosso tempo. Outros assuntos que a educação como você falou, né? Tem muita notícia de educação. Muitas questões o que significa que. Vamos ver, da repente, eu tenho na próxima semana, apendendo das suas disponibilidades. A gente pode marcar que tem coisas bastante urgentes aí pra gente poder discutir. E aí a gente pode combinar. Então, mais uma vez a gente te agradece sempre. Então, a disposição de vocês, vocês sabem disso. Só precisando só chamar. Que eu tô aqui. Então, talita, ria, boa noite pra vocês, boa noite pra todo mundo aí do chat. Descansem bebam água. Boa semana. -Tchau, pessoal. -Ai, eu sou pessoa. Tchau, Tchau, Tchau. -Tchau, Tchau. -Tchau, Tchau. -Talita, tchau, só. Le um trecho do livro de Graciliano Ramos, Angústia. -Rapidinho, que eu acho que resume bem o debate rintelheus. -Proletários, univos. Isso é descrito sem vírgula e sem traço, apiche na parede. Aquela maneira de escrever comendo sinais indignômen. Não dispensam as vírgulas e os traços. Queriam fazer uma revolução sem vírgulas e sem traços. Uma revolução de taorda e não haveria lugar para mim. Mas então, eu seria um anacronismo, uma inutilidade e me queixaria dos tempos novos e brandaria contra os barbaros que escrevem sem vírgulas e sem traços a sua revolução. Essa trecho, eu me lembro de Angústia, sem engraçaia no rão pra mim é genial, né? Essa descrição de que uma vírgula, um traço é o suficiente para os comunistas produzir em uma grande briga de si, na época era a União Soviética, estava degenerando e coisas do tipo. E até hoje é isso, né? Qualquer vírgula, qualquer traço, faz com que eu queira dar de costas a uma revolução porque ela não tem vírgulas e nem traços. E no nosso caso, a gente dá de costas uns aos outros, incapazes de fazer algo em conjunto por conta de vírgulas e traços. Enquanto todo mundo tá descreveido, proletários, unidos, né? Muito, muito bom. Eria uma última pergunta, já que você falou de Graças-Leandro Ramos, ou falar de outro comunista. Você leu o subterrano da liberdade, a trilogia dos Jorges Amados? Não. Eu sou um devedor de Jorges Amados, tudo é vendo aí, ele. Eu recomendo muito. É um bom, bom livro. É uma trilogia, era um livro só, aí separaram em três, né? A trilogia de Jorges Amados é a trilogia subterrano da liberdade, que justamente vai falar um pouco da. É um romance e uma ficção histórica, digamos, tem um misto de história com ficção, mas conta um pouco da. Enfim, da conjuntura do Partido Comunista no século 20. Recomendo, viu gente? Leraí, e dois dos maiores representantes do mundo artístico comunista, né? Jorges Amados e da Siliana? Exatamente. É isso, gente. Então amanhã, ou amanhã quem vai estar conosco é o professor João Felipe e a gente vai falar sobre o que está se falando sobre uma possível revolução Sahel. Sahel, acho que é Sahel. Que é Sahel, né? Esquece. E vamos falar disso, tá? Porque tem várias notícias aí tratando, né? Inclusive das últimas declarações e notícias em torno do. Nossa, esqueci-nos de legar. E Braima, Traore. Obrigada, do Traore. E aí, o professor João Felipe vai nos ajudar a entender um pouco dessa conjuntura do que muita gente está falando de processo revolucionário. Exatamente. Deia ordem camarada, Traore. Traore, é isso aí, exatamente. E aqui por último, então Pedro Lorenzo seja bem-vindo renovando sua assinatura no Faro Brasil, muito obrigada Pedro. Facam como ele, assinem o canal Faro Brasil ou renovem as suas assinaturas. Viego leia mesmo. Viego dizendo que precisa muito ler esse livro do Graciliano. Leia mesmo, assim, para mim é o melhor livro do Graciliano. É porque é a falta de vida, é isso. É angústia, é angústia antes de ler angústia porque é fluxo de consciência. Não necessariamente as frases têm uma coisa a ver com a outra. Como quase como se fosse sua cabeça pensando e só que dentro da cabeça do personagem. Então é genial, é maravilhoso. Muito bom, é que é diferente de vida secas, não dá nem pra reparar. O que é melhor? Porque a vida seca é outra coisa, que é genial também. Também. É uma outra coisa. É isso. Da genialidade dos genos é ótimo. Mas a diversidade de quem é genial, que consegue escrever e da seca, escrever um gucha. Um gucha não conheço. Não conheço, não líquia. Então também está na melistinha aí. Tá bom, gente. Então até amanhã. Tchau para vocês. Tchau, traorei. Endereira mais com lêmica armalucos. Tchau, tchau pessoal.

Podcast Summary

Key Points:

  1. Instru Days on tapahtuma, jossa on tarjouksia ja alennuksia instrumenteista ja tarvikkeista.
  2. Puhuja kertoo henkilökohtaisesta kokemuksestaan arpajaisista, bingosta ja voitoista, kuten pehmoleluista ja keittiövälineistä.
  3. Keskustellaan Brasilian poliittisesta tilanteesta, erityisesti vasemmiston roolista Lulan hallituksen tukemisessa ja kritisoinnissa.
  4. Esillä on turvallisuuspolitiikka, rikollisuuden torjunta ja 11 miljardin dollarin paketti järjestäytynyttä rikollisuutta vastaan.
  5. Elintarvikkeiden hintojen nousu ja inflaatio vaikuttavat työväenluokan ostovoimaan Brasiliassa.
  6. Viitataan kulttuuriin, urheiluun ja yhteiskunnallisiin kommentteihin, kuten jalkapalloilija Yamalin Palestiina-lippujuhlintaan.

Summary:

Transkriptio koostuu useista katkelmista, joissa käsitellään eri aiheita. Aluksi mainostetaan Instru Days -tapahtumaa, jossa on alennuksia instrumenteista ja tarvikkeista. Tämän jälkeen puhuja jakaa henkilökohtaisia kokemuksiaan arpajaisista ja bingosta, korostaen uskoaan tulevaan lottoon voittoon.

Keskustelu siirtyy Brasilian poliittiseen tilanteeseen, jossa vasemmistolaiset pohtivat Lulan hallituksen tukemista ja kritisoivat sen kyvyttömyyttä vastata työväenluokan tarpeisiin. Esillä on myös turvallisuuspolitiikka, jossa 11 miljardin dollarin paketti järjestäytynyttä rikollisuutta vastaan herättää keskustelua punitiivisuudesta ja vasemmiston roolista. Lisäksi käsitellään elintarvikkeiden hintojen nousua ja inflaation vaikutusta perheiden talouteen, erityisesti niiden, jotka elävät vähillä tuloilla.

Kulttuuriosiossa viitataan jalkapalloilija Yamalin Palestiina-lippujuhlintaan ja sen herättämiin reaktioihin. Lopuksi puhutaan poliittisesta epätoivosta ja presidentin vastuusta, kun kansalaiset tuntevat voimattomuutta korruption ja hallinnon epäkohtien edessä. Teksti on sekalainen yhdistelmä mainontaa, henkilökohtaisia tarinoita ja yhteiskunnallista analyysiä.

FAQs

Instru Days on tapahtuma, jossa on tarjouksia instrumenteista, kuten laseista ja linssistä.

Tarjouksia on esimerkiksi linssipaketeista ja silmälaseista, joissa saat kaksi yhden hinnalla.

Siellä katsotaan kulttuuria ja muita aiheita.

Puhutaan loton voittamisesta ja siitä, että kolmen numeron osuminen on turhauttavaa, koska neljällä saisi jo rahaa.

Puhuja on voittanut bingossa usein, kuten painekattilan ja grillisarjan, ja pitää sitä onnekkaana.

Ruoan hinta on noussut, ja esimerkiksi pihvi maksaa 70 realia kilolta, mikä tekee ostoksista kallista.

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