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#09 - Compreendendo a natureza humana | Série: Quem é Jesus? - Zé Bruno

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#09 - Compreendendo a natureza humana | Série: Quem é Jesus? - Zé Bruno

O texto explora a profundidade da natureza humana à luz do Evangelho de João, capítulo 2, versículos 23 a 25. Jesus, ao estar em Jerusalém durante a Páscoa, não confiava nas pessoas porque conhecia a essência decaída do ser humano. Essa desconfiança não era um julgamento superficial, mas um reconhecimento da condição ontológica do homem após a queda. A narrativa de Gênesis 3 é fundamental para entender que o mal não é externo, mas está entranhado no ser humano desde a decisão de Adão de conhecer a vida fora de Deus. Essa escolha resultou em um "downgrade" existencial: o homem passou a ser um ser degenerado, onde o pecado habita em sua carne, como descreve Paulo em Romanos 7. A anomia, ou ausência de lei, é o estado último dessa degradação, no qual o homem se torna seu próprio deus, vivendo sem limites e escravo dos próprios desejos. A verdadeira liberdade, portanto, não é fazer o que se quer, mas vencer esses desejos e seguir a vontade de Deus. O texto conclui que a luta entre a carne e o Espírito é constante, e somente em Cristo há redenção para essa condição decaída.

Transcription

7955 Words, 41091 Characters

Portuguese
Jesus Conhecia a Natureza Humana e Não Confiava Nela Nós, semana passada, estávamos falando sobre Jesus num casamento, transformar a água em vinho e dizendo que o grande sinal de Jesus não dizia respeito a um milagre nem a transformação, apesar do sinal ter acontecido. Mas apontava para uma verdadeira festa do verdadeiro noivo e do verdadeiro vinho, para verdadeira Alegria que representava a obra de Cristo. Esse é o Jesus. Isso é no capítulo 2. A semana que vem a gente entra no capítulo 3. Mas antes que isso aconteça, João deixou para nós 3, versículo, capítulo 2 versus 2324. E 25. Nós vamos ler só esses 3. Mas há algo aqui revelado que é muito profundo, mas muito profundo, e que Deus tenha misericórdia para falar sobre isso em poucos minutos. Estando Jesus em Jerusalém durante a festa da Páscoa, muitos creram no seu nome quando viram os sinais que ele fazia. Ou seja, os sinais nos levam a crer. Não crer nos sinais, mas crer que ele é o Cristo a quem devemos seguir e devotar as nossas vidas. Falei sobre isso semana passada. Agora olha o verso 24 e o 25 irmãos, mas o próprio Jesus não confiava neles porque conhecia. A todos. E não precisava que alguém lhe desse testemunho a respeito das pessoas, porque ele mesmo sabia o que era a natureza humana. Senhor, obrigado por essa porção do teu evangelho. Nos ilumina o entendimento para entendermos e reconhecermos o que somos. Fala conosco pelo teu espírito em nome de Jesus, amém. Compreendendo a Origem do Mal na Ausência de Deus Eu não sei o que que a sua versão, qual você tem aí? Se você tem a revista aí atualizada, olha aí o versículo 24 deve estar dizendo assim, mas o próprio Jesus não se. Confiava a eles. Alguém tem essa versão aí? Tem, ó. Revista atualizada, alguém tem outra diferente da que não há dessas 2 tem, né? Revista atualizada nova aumenta o que que diz a sua não confiava neles. Uma aquela outra diz não se confiava a eles e a que nós Lemos e a sua não confiava neles. É autôno, autó, são 2. É 2 preposições muito importantes aqui, 2 pronomes muito importantes, que para nós é o si, a si próprio, a ele mesmo. Tem uma colocação de 2 termos assim e sabe que a gente tem que entender OA gramática de uma língua que não se fala mais. O grego coiné não se fala mais ao grego moderno hoje, né? Muito parecido. Mas com nuances diferentes. É como nós temos o voz MC sabe voz MC, conto de réis, farmácia com PH. É mais ou menos assim o grego coiné, o grego da bíblia com o grego de hoje. Mas nos parece que essas 2 interpretações são possíveis. Jesus não se confiava a eles ou não confiava neles a verdade. Perdão, irmãos. A verdade é que ambas interpretações fazem parte de um mesmo contexto. O texto diz que Jesus não precisava que ninguém desse testemunho de alguém dizendo como é, porque ele conhecia a natureza humana. E esse esse pequeno trecho é uma avenida gigantesca. Irmãos. Natureza humana é um assunto muito profundo, longo, vasto de compreensão de quem somos. No meio da explicação de quem é Jesus, vem 11. Lampejo, uma isca para entendermos quem é que nós somos? Se nós estamos a cada dia entendendo quem é o nosso senhor, tem uma pergunta que não quer calar, será que nós sabemos quem nós somos? Quando você faz terapia, você tem um mergulho no autoconhecimento, você começa a se conhecer, aí você descobre que você não se conhece e eu moro comigo a vida inteira. Sou eu que me penteio, não é? E eu me conheço. Eu não estou dizendo a aparência física. Mas confrontar as nossas reações, sentimentos, razão, emoções, desejos. O texto diz que Jesus não se confiava a eles ou, em outras versões, não confiava neles porque conhecia a natureza humana. Apesar do Jesus, o Cristo encarnado, estar entre nós, carne e osso, isso não significa que nós somos iguais a ele. A diferença? Da nossa humanidade para a encarnação do Cristo é um negócio gigantesco. Há um abismo imenso que diferencia Jesus de nós. Não dá para igualar. Jesus era o próprio Deus em encarne com todos os mistérios da encarnação sobre as tentações que ele passou. A nossos irmãos cristãos dos primeiros séculos da era cristã, século 2, século 3, século 4 discutiam nos concílios, na idade média, sobre como é a natureza de Jesus e o que nós chegamos de melhor de conclusão é de que ele era totalmente homem, ao mesmo tempo que totalmente Deus. A discussão de filipenses, capítulo 2 versus 5, de que ele se esvaziou da sua Glória, é uma discussão também ampla. O que significa do que que ele se esvaziou? Mas ele lia o pensamento das pessoas, mas ele podia fazer Milagres, mas ele não era onipresente, ele estava num corpo. Há muita, muita teologia sobre a encarnação de Cristo. Mas uma coisa é clara, não dá para comparar o Zé com Jesus, pelo amor de Deus. Ali é o espírito de Deus em carne. Aqui é pura carne, tentando se encher do espírito de Deus. Mas o que significa essa carne? Ou qual o problema dessa carne? O problema é que se nós não entendermos Gênesis capítulo 3, nós não vamos entender o evangelho se você não compreender o que aconteceu no Gênesis capítulo 3, lá no Éden. Você não vai ter grande ou pelo menos a plena compreensão, se é que nós podemos tê la do que significa a vinda de Cristo. Porque quando diante da serpente, Eva diz, eu não posso comer todos os frutos. Aliás, ela disse assim, nós podemos comer todos os frutos, menos o da árvore do conhecimento, do bem e do mal. E a serpente diz, por que não? Porque Deus diz que se a gente comer a gente vai morrer. E a serpente diz não. Imagina, ele não é tonto, é que ele está numa posição muito superior. E ele sabe que se vocês comerem isso aqui, vocês vão ficar que nem ele. Vocês vão ser iguais, iguais a Deus, conhecedores do bem e do mal. Na verdade, Adão e Eva só conheciam o bem. Eles só conheciam o bem porque ele. Pessoa 2 Ô. Pessoa 1 Sérgio é Sérgio, né? Muito obrigado Sérgio um pra mim e pra você, Tim Tim da saúde, Hein? E vai pro Palmeira, vai vamos ganhar. Do Chelsea domingo é sexta-feira não fala nada vocês aí o resto não fala nada quem está com controle remoto na mão desliga a televisão, fica quieto é que nem a primeira vez que o Sérgio me vê aqui tossindo muito obrigado você para de fumar irmão, sai loucura é agora vai dar um corte agora, agora vamos fazer Ah, agora, mas eu fiz de propósito mesmo, é de propósito, é Zé Bruno falou alguém aí o povo não vem aí, vem pronto aí para de mim. Tarzana mais é cigarrinho de chocolate, irmão chocolate dá um pigarro, é para quebrar o gelo. Vamos lá? Quando? Quando o homem conhece a Deus, ele conhece o bem. Há uma discussão também milenar nos pensadores da humanidade. Há um tema filosófico que filosofia, psicologia, ciências sociais. Todo mundo tenta responder, o que é o mal? É uma coisa. O que é o mal? Da onde vem o mal? A resposta do Gênesis, através da narrativa da árvore do homem e da mulher, nos explica que o mal é a ausência de Deus. Qualquer lugar, qualquer pessoa, qualquer coisa, onde Deus não está é mal, porque todo o bem habita em Deus. O mal é o que tenta subsistir fora do ambiente. Deus, porque nele vivemos, nele nos movemos e nele existimos. A Decisão Ontológica e a Degradação da Natureza Humana Atos 1728, portanto, quando o homem diz, eu quero comer desse fruto. Há um Salto para fora do conhecimento de Deus, para fora da existência, onde o bem impera. Muita gente me pergunta nas aulas e deve. Você deve ter essa pergunta, por que que Deus foi colocar árvore lá? Pô, não põe a árvore e está tudo bem até hoje. Então você quer quem foi o conselheiro dele, quem primeiro deu a ele, para que ele seja recompensado? Você quer ensinar Deus a fazer o que só ele sabe fazer? Nem o padre nosso por vigário a gente consegue, vai conseguir ensinar Deus a fazer o trabalho dele. Agostinho diz que se não houvesse a árvore, nós seríamos escravos da virtude a vida inteira. Nós viríamos o bem sem a opção do mal. O amor pressupõe Liberdade e o amor pressupõe o desejo livre de alguém de nos amar. Aqui, por exemplo, na casa da rocha, não tem nenhuma bênção, não tem nenhuma profecia para você. Se vier aqui, você não vai ter uma semana melhor só porque você veio aqui, porque Deus está com você em qualquer dia. Aqui não tem mais prosperidade. A gente já não tem nem recolhimento de dízimos e oferta, mas se você der, eu não estou te prometendo que você vai ter mais. Ó, ó, gente, não tem nada, nada, nada. Isso aumenta o valor disso aqui, porque a gente não está aqui por nenhum ganho, anão ser comunhão com a sua palavra. A Liberdade faz brotar o verdadeiro compromisso. E sabe por que que vale a pena e por que valoroso o nosso amor? Porque não tem interesse nenhum. Portanto, o direito do homem conhecer a vida na ausência de Deus tinha que ser dado por Deus ao homem. Se Deus dissesse, olha como ele me ama, é lógico, ele nem sabe o que existe lá fora. Tranca o teu filho num quarto desde um ano de idade, protege ele do mundo todo, não deixa ele ver nada. Quando ele tiver 18, sai de lá, ele vai te matar, porque você acha que você pode protegê lo porque você colocou numa redoma para que ele não conheça nada. Isso não é amor, isso é aprisionamento. Portanto, a árvore estava ali para que o homem tivesse a opção. O único problema. É que o texto que nós Lemos diz que no princípio era o verbo, o verbo estava com Deus, o verbo era Deus. Primeiro domingo da série a vida estava nele e a vida era a luz dos homens. A vida é ele, ele é o caminho, é verdade, ele é a vida fora dele, é morte. Se você quiser conhecer a vida na minha ausência, conhecer o mal, você vai morrer. E diz o texto que ele come do fruto e percebe que está nu e a malícia já estava nele. E aqui tem uma outra explicação de Gênesis 3, é que não foi apenas uma desobediência ou a oportunidade de tomar uma decisão, mas foi o direito da decisão ontológica e que é ontologia. Zé, é o que é relativo ao ser. É como se Deus dissesse a Adão. Você vai ter o direito de escolher. Eu te fiz como um ser a minha imagem e minha semelhança. Se você conhecer a vida Fora de Mim, você vai deixar de existir. Por que você vai ser um ser segundo a sua própria morte? E é o que o homem escolhe. A malícia faz parte da sua essência de ser. Ele tomou uma decisão ontológica. Que tipo de ser você vai ser? Dietrist bonffer, que é 11, teólogo, filósofo da época da segunda guerra. Aliás, ele foi preso porque ele era cristão. Resistência ao nazismo dentro já saiu um filme. Aliás, agora, há uns meses atrás, eu acabei não vendo da história do de bonffer. Um homem é ilustre dentro da fé cristã. Há um livro dele na ética que ele diz, antes do pecado, o homem só conhecia Deus, ele só conhecia Deus. Qualquer coisa que ele conhecesse, ele conheceria perguntando para Deus, ele conhecia Deus e o. Pessoa 2 Resto a partir. Pessoa 1 De Deus, mas quando ele come do fruto, ele passa a conhecer tudo fora de Deus e contra Deus. Porque agora não é mais Deus que diz isso aqui é o bem, é o homem em quem decide o que é o bem e o que é o mal. Mas isso como uma decisão ontológica. Isso faz parte das entranhas do homem. Já não é mais O inocente que pergunta é aquele que decide por si só. É como se o homem passasse a ser o seu próprio Deus. É o que a gente vive. Essa é a nossa realidade. Nós somos deuses de nós mesmos. Nós é que dizemos a nós mesmos o que nós queremos, o que nós fazemos, o que nós sentimos, pra onde a gente vai e até no dia a dia, na vida comum, isso é muito normal. Que sapato você usa? Que gente, você amarra o cadarço? Tá tudo certo. Mas nós estamos falando das decisões mais importantes e centrais da nossa vida, nas nossas relações, no desenvolvimento da humanidade. O mal está entranhado no ser humano, e o homem, quando peca na sua essência humana, na sua ontologia, na maneira de ser, o seu ser, passa por uma degradação. É um downgrade. Sabe o que que é upgrade? Você vai acima. O downgrade é um degrau abaixo, é uma degeneração. O ser humano, a partir do pecado, desce alguns degraus e ele se torna um homem degenerado. Já não é mais aquele criado por Deus. É o que nós, na teologia, chamamos de estado decaído. Nós somos seres num estado decaído, onde nossa razão, sentimentos e emoções são permeados, ou na verdade, e se desenvolvem dentro de um ser. Onde o mal é parte do ser, o mal não é algo externo, não é um vírus, uma bactéria, alguma coisa que pula para dentro da gente, não, ele tá entranhado na nossa essência, ele é parte de nós. O apóstolo Paulo usa a palavra sars carne para exemplificar o que somos. Nós somos carne e nessa carne habita todo o mal e todo o desejo. Portanto, o ser o homem, o ser humano, ele vive num estado decaído. Quando você diz assim, se Deus nos criou, por que que a gente é assim? Porque nós não fomos criados por Deus. Como não, não, irmão, como assim você que me explica, como é que você foi? Você era Barro. Pessoa 2 Você era Barro lá de de Guaranésia da minha mãe, por isso que quando ele te fez, você falou, uai, uai. Pessoa 1 Uai, uai, é assim? Então onde que eu estou pronto, covou dom covinho, aí você foi feito do Barro aqui do Ipiranga, como eu que sou aqui das margens plácidas, ou você que era do Barro da moóca e Belo, tudo bem, é isso, nós não fomos criados, nós somos geração de Adão, Adão foi criado do pó da Terra. A partir da decisão ontológica de Adão, de que ser você passaria a ser, nós somos gerados. O pecado é como se fosse algo do nosso DNA. A Carne, o Pecado e a Anomia: Viver Sem Limites Ele é parte da nossa essência. O mal está em nós é, vamos ler alguns textos efésios. Pessoa 3 2 eu não vou ler os textos todos eu coloquei muito texto longo, eu não quero perder. Pessoa 1 É ler demais e a gente perder tempo de pensar, vou ler o essencial. Ele está falando de Jesus, lhes deu vida quando vocês estavam mortos em suas transgressões e pecados? Mortos, mas eu estava respirando. É um estado decaído. A gente respira, mas nós já estamos mortos nas nossas transgressões e nos nossos pecados, nos quais vocês andaram no outro, no outro tempo, segundo o curso deste mundo. Segundo o príncipe da potestade do ar do espírito, que agora atua nos filhos da desobediência, entre eles também nós todos andamos no passado, segundo as inclinações da nossa carne. A nossa carne tem inclinações. Ela nos puxa, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos. E éramos por natureza, por natureza, filhos da ira como os demais. Mas Deus, sendo rico em misericórdia por causa do grande amor com quem nos amou, e estando nós mortos em nossas transgressões, nos deu vida juntamente por com Cristo, pela graça sois salvos. A nossa natureza é assim. Que Paulo está dizendo é que não é apenas porque a gente cometeu um pecado AI agora eu sou um pecador perdoou do pecado AI agora eu sou perfeito de novo pecou agora eu virei pecador eu não viro o pecador porque eu cometo um pecado eu cometo o pecado porque eu nasci pecador nós nascemos com esse mal entranhado Romano 7 14 em diante olha que interessante, o mesmo apóstolo Paulo. Ele diz assim, porque bem sabemos que a lei é espiritual. Eu, porém, sou carnal, vendido à escravidão do pecado, porque nem mesmo compreendo meu próprio modo de agir, pois não faço o que prefiro eSIM o que detesto. Agora, se eu faço o que não quero, eu tô concordando com a lei, né? Eu tô errado, ela tá certa e a lei é boa. Neste caso, quem faz isso já não sou eu, mas o pecado que habita. O pecado habita em mim. Ele já tá dentro de mim. E ele diz, porque eu sei que em mim, isto é, na minha carne, não habita bem em nenhum, pois o querer o bem está em mim, mas não o realiza. Lo, porque não faço o bem que quero, mas o mal que não quero, esse eu faço. Mas se eu faço o que não quero, já não sou eu quem faz, mas o pecado que habita em mim. E aí ele continua assim, encontro a lei quando eu quero fazer o bem, o mal reside em mim, porque, segundo o homem interior, eu tenho prazer na lei de Deus, mas eu vejo nos meus membros, na meu corpo, outra lei guerreando contra a lei da minha mente, que me faz prisioneiro da lei do pecado. Que está nos meus membros, miserável, homem que sou. Quem é que vai me livrar desse corpo de morte? Esse corpo está morto, graças a Deus, por Jesus Cristo, nosso senhor. De maneira que eu de mim mesmo com a mente, sou escravo da lei de Deus, mas segundo a carne, escravo da lei do pecado. Em galata 5, 17, ele diz que o espírito luta contra a carne e a carne contra o espírito. Nós somos gente decaída tentando ser cheia de Deus, porque nós nascemos como mal entranhado em nós. Em segunda tessalonicensis 2, segunda tessalonicensis 2. Havia aqui uma controvérsia. Alguns diziam que Jesus já tinha voltado e Paulo está explicando para eles que ele ainda não tinha voltado. Irmãos, no que diz respeito a vinda de nosso senhor Jesus Cristo e a nossa reunião com ele. Pedimos que vocês não se deixem demover facilmente do seu modo de pensar, nem fiquem perturbados, quer por espírito, quer por palavra, quer por carta, como se procedesse de nós, dando a entender que o dia do senhor já chegou. Não, não tinha chegado ninguém, de modo nenhum os engane, porque isso não acontecerá, ou seja, a vinda dele não acontecerá sem que primeiro venha a apostasia e seja revelado o homem da. Iniquidade, o homem da iniquidade, o filho da perdição, Oo qual se opõe e se levanta contra tudo que se chama Deus, ou é objeto de culto, a ponto de assentar se no santuário de Deus, apresentando se como se fosse o próprio Deus, o homem da iniquidade está se revelando, sabe o que que é a iniquidade? No original, é AA palavra anomia. É bonito a construção das palavras em todas as línguas é assim. No grego não é diferente. Nomos significa lei, anomia é ausência de lei. Sabe como é que é? Ninguém manda em mim, eu faço o que eu quero. A iniquidade é a anomia do ser humano. Pessoa 2 A tendência de se fazer o que o seu desejo quer que você faça. O desejo é uma questão também louca. O homem, o ser humano da anomia, é aquele que vive sem limites, é aquele que come do fruto e não tem mais um Deus a dizer a ele se sim ou se não. O que é o bem e o que é o mal é aquele que cria a sua própria lei dizendo, eu sou autônomo. E eu digo para mim o que é bom. E eu digo para mim o que é mau. E se para mim não é mau dane, se você, esse é o desenvolvimento da raça humana, é o ser humano no seu pior estado, no estado mais desumano que pode existir. Porque a desumanidade é a falta da essência divina no ser humano. Porque quanto mais o ser humano se afasta de Deus para ser essencialmente humano, pior ele é. Anomia, sem diretrizes, sem princípio, sem lei, sem a direção do que é o bem, sem a direção o que é o mal. Nesse aspecto, como diz Paula quintessalonicenses, ele ocupa o lugar de Deus. Ele quem diz qual é a regra e qual é a lei no seu metro quadrado. Ele quem diz aonde está. A vontade dele mesmo, que é o seu próprio Deus, é o estado último da consequência de comer. O fruto da do conhecimento, do bem e do mal, o estado último da ausência de Deus na sua existência. Nós somos governados pelo nosso desejo. Muita gente acha que Liberdade é poder fazer o que se quer. Não, isso não é Liberdade. Liberdade não é você fazer o que você quer. Isso é escravidão ao seu desejo. Liberdade é você vencer o seu desejo e ser livre dele para tomar a sua decisão. Liberdade é quando você toma um tapa na cara e o seu desejo é revidar porque você é escravo, escravo das reações humanas. Isso é aprisionamento ao seu desejo. Liberdade é você dizer, mesmo que o meu desejo seja dar um tabefe, eu vou oferecer a outra face. Liberdade de verdade é fazer o que Deus quer. Nosso conceito de Liberdade está errado porque nós estamos num modo decaído de vida. Somos seres decaídos e degenerados. A Luta Contra Nossos Desejos e a Busca por um Redentor Ninguém nenhuma vez na sua vida sentou quando você era criança e falou assim, ó, senta aqui, Zé, senta aqui. Deixa eu te falar um negócio quando alguém vou te ensinar uma coisa quando alguém tiver uma coisa que você quer e que você não tem e dá vontade de você ter o que o outro tem e você não tem e você tem que ficar pensando tudo de mal contra ele, até para que ele perca, para que um dia você tenha isso. Chama inveja, está bom? Estou te ensinando. Alguém te ensinou a ter inveja quando alguém senta aqui? Quando alguém fizer alguma coisa que você não gosta, você não gosta, você vai lá e pega um porrete e dá na cabeça dele. Isso chama se violência, tá? Estou te ensinando, vou te ensinar o que que é revide? O que que é vingança? Pessoa 1 E tem outra? Pessoa 2 Coisa se tem alguém que agora que você aprendeu anão gostar, eu vou te ensinar a falar mal dele, isso chama maledicência. Fazer a caveira? Pessoa 3 Alguém te ensinou a fazer essas coisas? Eu e você somos pecadores, gente decaída. O mal tá entranhado em nós o nosso esforço humano. Ele é educacional, pedagógico. Pessoa 2 Ética e moral para tentar abastecer o ser humano de elementos cognitivos, de entendimento, para mudar o comportamento, para que ele não seja o que ele é, porque o que ele é é feio demais. E há um problema aqui, na minha ótica, gigantesco. Que vem acompanhando a igreja brasileira há uns 40 anos, que é a pregação de que você vem aqui, faz a oração e traz a oferta, porque Deus vai te dar o que você quer, recebe agora, uau, recebe o quê? Não seria ótimo você ter um gênio da lâmpada que você faz os desejos de ele te dar o que você quer? Não, isso seria a minha morte. Porque eu não me conheço, eu exatamente sigo a Cristo, porque eu não quero mais. Pessoa 3 Ser o que eu sou. Olha, Zé, independente de qual seja a vertente do caminho humano, quando alguém me diz, mas eu nasci com isso, não pode ser pecado. Deus me fez assim. Não, Deus não te fez. Nós somos geração de Adão. Nossa ontologia é decaída. A nossa antropologia é pessimista ao extremo. A gente pensa de si mesmo. O. Pessoa 2 Pior, o fato de eu ter nascido com esse sentimento não significa que isso é bom. Eu sou um pecador. Olha, eu sempre dei brinquedo para o meu filho, sabe? Mas ele batia no irmão e roubava o brinquedo do irmão. Não deve ser roubar, não deve ser pecado, nem errado, porque ele faz isso desde que nasceu. Eu sempre tratei os 2 que o maior amor, mas sabe que ele gostava de bater no irmão, dava tapa minha irmã e batia com a colher de pau na cabeça do irmão. Violência não deve ser pecado, ele sente isso desde que nasceu. Nós somos um poço de maldade. É por isso que não cabe o ser humano de nariz em pé, gente do céu. Da Terra nós somos bicho ruim. Se ninguém colocar limites, a gente faz anomia, gente sem lei, gente que faz o que dá na veneta. E o pior? Essa pregação que diz que você vai ter o que você quer e você vai ser o que você quer é um empurrão pra mai o estado mais terrível de morte e degradação da vontade cruel do ser humano. Eu lá sei o que você quer. Eu que não vou subir aqui para dizer uma coisa dessa. Nunca na minha vida eu já vi gente conversando comigo no gabinete pastoral, as coisas mais escabrosas que você possa imaginar. E eu fico pensando, como é que esse cara fala que é de Jesus, desejando as coisas mais escusas e orando a Deus para Deus dar para ele uma saída. Mas foi se metendo uma coisa dessa, a carne fala mais alto do que Deus. Nessa briga do espírito contra a carne, o espírito está perdendo já faz tempo. E o que é pior? Vai querer falar de guerra espiritual? E Satanás não é um demônio que pula em você, é você mesmo. E o pior é que é você, porque se fosse um demônio era bom. Vem aqui nessa noite que nós vamos expulsar o mal de você. Mentira, o mal tá no teu DNA não ter e quem tire de você, ainda que existam demônios, espíritos em demoniamento. Mas seria bom se pudesse expulsar um demônio, porque daí resolvia, né? Mas não resolve. Nós continuamos pecadores. E o pior, não tem uma oração que me faz eu se sair de mim, eu tentei correr de mim, mas para onde eu IA eu estava e por mais que eu corria, mas para perto eu chegava. Não tenho como fugir de você. Ah, eu não sou pecador. Já está pecando? Pessoa 3 Porque isso é mentira, o homem. É por isso que nós precisamos de um redentor de 1, segundo Adão, que diz para nós, sabe qual é o jeito? Morre, negue. Se a si mesmo tome a sua Cruz e siga, ande comigo. Pessoa 1 A fé cristã é um ambiente de Batalha constante, onde nós lutamos contra a tentação e contra o desejo do pecado, que está entranhado em nós. Satanás só é tentador porque o mal está em nós. Eu não gosto de alcaparra até como, mas não me apetece. A Blanche gosta mais quando ela faz em alguma comida. Pessoa 3 Eu pego um pedacinho de nada. O gosto que ela deixa eu até gosto, mas ela mesma. Se Satanás falar assim, Zé. Pessoa 2 O mal que apaga, eu falei, já venci o diabo. Pessoa 3 Agora ontem ela fez uma cuca de banana, irmão, com aquela farofa doce em cima. Aí é sacanagem. Irmão, eu estou de eu estou de dieta, né? Há 19 anos, já que eu estou de dieta. Pessoa 1 Depois dos 40 eu entrei em dieta e não paro. É sanfona dia que é o momento, dia que diminui, mas eu estou sempre em dieta e ainda tem o meu toque, né? O meu toque ele é de pisar no meio, aí a gente corta torta lá o cu que eu comi, mas o corte estava torto e dentro de mim. Eu falo para eles, você tem que cortar direito para ficar reto isso aqui e Satanás fala, então corta e come para você deixar reto. E como a cuca? Pessoa 2 É uma dos bolos das tortas que eu mais gosto na vida. Vira tentação. Sabe por que você é tentado? Porque tem muito mal aí dentro e é o que você quer. Porque a gente quer. Pessoa 3 Porque nós somos maus. Só Cristo dizendo você, eu sou o caminho, eu sou a verdade, eu sou a vida é para lá. E quando eu olho e falo, Jesus, eu quero andar contigo, senhor, isso aqui não é vida, isso aqui não é vida. Eu quero jogar isso aqui fora. Não vai ser fácil, vai doer, mas eu vou tomar a minha Cruz e vou te seguir, porque eu te amo e sei que o senhor é a vida e eu reconheço o teu amor por mim. A vida cristã é a vida de abnegação. Eu nunca vou dizer para você, vem aqui porque Deus vai fazer o que você quer. Você não pode querer mais o que você quer. Esse é o problema. Se eu vier aqui na igreja, a igreja me aceita do jeito que eu sou, pode vir e pode frequentar, mas a fé cristã é um ambiente de pessoas que não se aceitam como são. Ah, mas eu já orei muito e Deus não tirou essa vontade de mim e não vai tirar porque você é humano, ela vai continuar aí, é você que vai guerrear com ela, esmurrar o teu próprio corpo. Pessoa 2 E ter o espírito contra carne. E se encher do espírito todos os dias e dizer não ao pecado todos os dias, até que ele venha e nos dê um corpo glorificado aonde o mal não estará entranhado em nós e nós viveremos para sua Glória. Mas enquanto tiver aqui fé cristã, é para gente que está afim de esmurrar o próprio corpo. Agora, se você pensa num Deus, numa divindade, que aprove. Pessoa 3 E avalize tudo o que você quer, sente e faz. Tem muitas religiões, você pode seguir muitas coisas. Você não é obrigado a vir a uma igreja, mas se você quer Cristo, é porque você não quer mais você. O que é a conversão, Zé? O Amor Incondicional de Deus por uma Humanidade Decaída Conversão é o dia que você para de acreditar em você. Jesus não se confiava a eles. E não confiava neles porque ele conhecia. Ele conhecia a peça. Você acha que Jesus Deus encarne e olhar para nós e falar, rapaz, isso é muito legal. Me ensina umas coisas aqui ou me dá uns toque? Tem uns negócios que eu não sei. Fui eu que te fiz e vi você caindo. Você é um ser decaído. Pessoa 2 Irmão, recebe agora Deus acredito em você, acredita? Nada. Da onde, da onde, da onde será o Benedito? O cara tirou um negócio desse? Se o texto está dizendo que Jesus não confia em nós e você acredita em você, eu não acredito em mim, irmão. Pessoa 3 Tudo bem, eu vou acreditar que eu vou conseguir tocar violão, vou acreditar que eu vou conseguir vender o negócio e vou sair essas coisas de coaching que vai levantar você a sua moral, vai te ensinar algumas técnicas, funciona, tá tudo bem. Agora Deus não acredita em nós, nós é que temos que acreditar nele, nós é que devotamos toda a nossa confiança nele, porque eu não confio em mim. Isso é conversa para te animar. Você já percebeu que aqui na casa? Você não sai no fim do culto? Pessoa 2 Eu vou vencer. Pessoa 3 Você só toma lapada, não é? Mas não reclama não, porque durante a semana fui eu que tomei a lapada, apanhei pra caramba, entro por aquela porta e falo, senhor, aquilo que o. Pessoa 1 Senhor fez comigo é pra dar neles também. Pessoa 2 É, então recebe aí, irmão, engole o choro e vai, mais uma coisa, eu sei. Pessoa 3 Se nós queremos nesse evangelho, Cristo vai ser formado em nós, no meio de uma geração, destruída e decaída. A gente vai poder dar uma brilhadinha, um pouquinho de brilho, como luzeiros do mundo, dizendo, gente é para outro lado, tá todo mundo indo para cá, mas é para lá. Se você quer satisfazer os seus desejos. A fé cristã não é um Bom Lugar, porque a lógica de Cristo é a morte. Ele conhecia o ser humano e não confiava neles e nem se confiava a eles. Ele era senhor criador do ser humano. Um abismo gigantesco entre Cristo e a nossa existência. Nós somos seres decaídos. Aquela cena do Matrix um quando o morfeus é preso naquele prédio. E o senhor Smith? Fala com ele, ele diz assim, isso aqui fede. Aliás, Matrix tem uma ligação com evangelho muito grande, dá para gente um dia só falar da Matrix e do tudo que está no evangelho. Aliás, o new é o escolhido, é o que tira todo mundo da Matrix. É isso aqui fede. A existência tem um vírus, e o vírus se chama ser humano. Já percebeu que você quer tirar férias num lugar paradisíaco? Lugar paradisíaco é aonde o ser humano nunca foi. Pessoa 1 Porque aonde ele chegar vai dar ruim, certo ou não. Eu quero um lugar que não tenha ser humano, porque ele é o problema. Quanto mais. Quanto mais eu conheço as pessoas, mais eu amo o Lennon, meu cachorro, o Lennon e a lobinha. Quanto mais eu conheço o ser humano, mais eu amo o meu cachorro Jesus. Pessoa 3 Conhece o ser humano? Crer em Cristo é um Salto ontológico, ainda que existamos nesse corpo carnal decaído, mas. Pessoa 1 Aqui e aqui. Pessoa 3 Nós demos um Salto na Constituição do nosso ser, nascidos de novo, novas criaturas, novo coração, nova mentalidade, a mente de Cristo. Pessoa 2 Compreendendo que nada somos e que em nós, como diz Paulo, só tem pecado. Mas a gente guerreia contra a lei da nossa carne porque nós amamos a Deus e porque o fruto da sua salvação e da presença do do seu Reino me faz querer negar a mim mesmo. E eu não me sinto mais feliz fazendo o que eu quero. Eu só me sinto feliz fazendo a vontade dele. Pessoa 3 Eu só me sinto completo quando eu ando no caminho dele. E eu só me sinto verdadeiramente com prazer quando eu estou envolvido pelo seu Reino. A humanidade já é um lugar que eu não quero mais estar. É por isso que Paulo diz aos gálatas, eu preferia partir o que é infinitamente melhor. Mas se Deus quer que eu continue aqui, é porque ele tem uma missão e eu vou continuar fazendo. É por isso que ele diz para mim, o viver é Cristo e morrer é lucro. A gente está muito apaixonado por isso aqui. A gente vai até Deus para pedir a porcaria disso aqui. Porque nós achamos que somos melhores se tivermos um carro melhor, uma calça melhor. E não é preocupação nem fique preocupado se você comprou um carro melhor e uma calça melhor. Faz parte da vida, não é nenhum pecado, mas nós somos governados por isso e achamos que Deus não está conosco quando nosso dinheiro é menor. Porque nós só linkamos bem com as coisas dessa Terra que nos governam e nós temos muita dificuldade de nos desligarmos dessa existência decaída e andarmos. No Reino de Deus, Jesus conhece o ser humano. Sabe o que que é a palavra conhecer? Aqui é conhecer, não a palavra confiar, não confiava neles, é o verbo pistel. É da onde, da onde se deriva OOO substantivo, pistas, fé. Deus não bota fé na gente. Pessoa 2 Deus bota fé em. Pessoa 3 Você não não bota irmão. Ele bota fé em Cristo, porque é ele mesmo. Nós somos decaídos. A gente vai pecar. Pessoa 2 Você acha que Deus disse, olha, eu fiz Adão. E falou, pai, filho e espírito conversando, eu tenho certeza que ele vai dar certo. Ah, o Adão, eu que fiz ele é bom. Está conversando com a serpente. Pessoa 1 Lá, pai bom. Pessoa 3 Não é possível. Você acha que quando Deus criou o Adão, ele não sabia que Adão IA cair? Deus já conhece o futuro, ele não precisa acreditar em mim, ele já viu que você amanhã eu não acredito nisso. Você vai dar certo não, não vai já viu o futuro, você vai tropeçar, mas tudo bem. Deus não confia e não acredita em nós e não precisa. Nós somos seres decaídos. Uma vez eu vi 11 desses pastores famosos aí dizendo que Deus morreu na Cruz porque você tem valor. Ninguém morreria por alguém se esse alguém não tivesse valor. Mentira, é possível que por um justo alguém ouse morrer. Felipe fez os 2. Eu não li o capítulo todo, mas Deus prova o seu amor para conosco. Em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores, porque pela graça nós somos salvos. É possível que Deus olhasse para nós e dissesse, olha Como Ele É bonzinho, mas ele olha e fala, é uma tranqueira, você não vale nada, mas eu gosto de você. É um hino que a gente canta, esse hino que a gente canta sempre aqui na igreja. Você é um pecador, mas olha, ele não confia no pecador, mas ele morreu. Pelo pecador, o amor de Deus aqui ganha contornos muito gigantescos quando eu olho para o tamanho do meu pecado. Quando a gente olha para a Cruz de Cristo, nós temos a tendência de achar que a gente vale muito, porque, afinal de contas, ele deu a vida por mim. Mas quando eu olho para nojeira do pecado que me habita, eu percebo quão grande é o amor dele. Por isso que fé cristã e ambiente eclesiológico ambiente de igreja deveria ser um ambiente das pessoas mais humildes da Terra. Porque eu sei o quanto Deus me perdoou, você sabe, só você sabe as maldades e malícias que passam pela sua cabeça no sermão do Monte Jesus por várias vezes, disse ouvistes. O que foi dito, versículo 11, capítulo 5 de Mateus não o matarás, eu não estou matando, é, mas eu, porém vos digo. Pessoa 2 Quem odiar o seu irmão já pecou, não importa o que você faz, importa agora quem você é. Ouvistes o que foi dito, não adulterarás eu não adultero é, mas se você olhar para mulher com sentimento impuro, você já pecou, porque não é mais o que você faz agora, é quem você é. Há uma anomia que quer te governar nessa hipocrisia de que você não faz, mas carrega dentro de você toda sujeira. E o ambiente da igreja é o pior de todos, porque isso aqui é uma festa de hipocrisia, todo mundo bonito, eu aqui bonitinho. Você também toma um banho para seu gel no cabelo, mas só Deus sabe o tamanho da tranqueira que eu e você somos. E aí a gente quer cantar de galo um para cima do outro, fazer profecia e falar que é espiritual. Vai para o inferno com a tua profecia, inventando um Monte de coisa. Dobro o teu joelho diante da Cruz e fala, senhor, eu sou um pecador. O que que eu tô fazendo aqui em cima, Mano? Tô aqui eu falando para você, você acha que eu sou irmão? Eu só queria você talvez mais doido de vir aqui falar esse Monte de coisa que eu também não consigo fazer. Pessoa 3 Só que você ninguém está vendo, mas eu estou na internet. Ele falava, não faz, é? Mas você também, meu irmão. E a gente. Nós deveríamos ser muito mais humildes pra dizer, senhor miserável, homem, que sou Jesus. Não se confiava a eles, não confiava neles, porque ele sabia. O que era a natureza humana? No original? Está escrito assim, ele conhecia o que estava no ser humano, ele sabia o que IA lá dentro por fora, Bela viola, Sepulcro Caiado, pintado por fora, mas dentro cheio de morte. É isso que nós somos. Mas ele nos ama. Por isso que eu disse aqui quando acabou a nossa. Momento de música e adoração. Será que nós entendemos a frase nunca houve amor assim? Deus não tem nada de bom em mim para ele me amar. O que eu e você merecíamos era a morte, porque o salário do pecado é a morte. Mas ele vem com um dom gratuito, sem cobrar que é a salvação. Nunca houve amor assim. O amor aqui nesse plano é do interesse. Ama porque é bonita, ama porque é bonito, ama porque é sexy, ama porque está fazendo academia, está bonitona, ama porque tem dinheiro, ama porque eu gosto, ama porque ama porque satisfaz os meus desejos e cumpre as minhas carências, ama porque a pessoa do jeitinho que eu tinha escolhido, porque eu fiz um desenho e um projeto, ama porque satisfaz esse poço. Pessoa 2 De insatisfação, que é o ser humano que quanto mais tem e mais quer. É dinheiro, é o prazer, é tudo que você puder e nunca está satisfeito. Esse é o nosso amor porcaria que tem aqui. Mas Deus é amor, mas não essa tranqueira que nós temos. Esse é o amor do mundo, não é o amor de. Pessoa 3 Deus. Pessoa 2 O amor de Deus é olhar para o lixo do mundo, decaído e dizer, eu vou morrer por isso aqui. Pessoa 3 E eu vou dizer para todos eles que têm um caminho, mesmo que eles me julguem e me matem. E muitos acham que podem viver para mim sem mim, porque não há provas nem de que eu existo. Mas todos os quantos, os todos os quantos o receberam, deu lhes o poder de serem feitos filhos de Deus. Deus nos abençoe. Nunca houve amor assim, nunca houve. Eu nunca vi isso. Já vi gente que transgride, mas a recompensa é prisão, pecado, punição, sentença. Agora, olhar com amor. Talvez isso me ajude quando eu ver um irmão meu todo arrebentado e ao invés de eu dizer que ele é um pecador e vá para o inferno, eu vou lá, abraço ele e falo, relaxa, irmão, porque eu também já tropecei muito. Essa é a igreja. Essa é a igreja, a comunidade de pessoas que não se aceitam como são, que negaram a si mesmos e tomaram a sua Cruz, que entenderam que desejos, sentimentos e sentações que carregam desde a sua existência, é uma existência decaída no pecado, de uma degradação antológica, mas que agora, olhando para Jesus, decidiram entrar num campo de Batalha. E lutar contra si mesmos até que ele venha. E ter um comportamento santificado, porque sua mente e coração todos os dias são banhados pela palavra e pela comunhão com Deus. Não perfeitos. A gente vai morrer pecador até o último minuto de vida, mas debaixo da graça e lutando contra o pecado. Se você deseja que alguém te diga que você pode ser o que você quiser, que Deus vai te abençoar. Eu preciso ser honesto com você. Esse lugar não é o evangelho. Mas se você está disposto a dizer eu quero negar a mim mesmo e lutar contra mim até o último segundo da minha vida, bem-vindo. Esteja aqui conosco, que aqui só tem gente assim, tudo gente ruim. Mas esmurrando o próprio corpo de joelhos diante da Cruz, desejando todo dia nascer de novo e ser uma nova criatura para Glória. Daquele que nos amou sem que nós tivéssemos valor algum. Amém, irmãos, ele conhece a nossa natureza, ele sabe o que está aqui, o que está aqui, a palavra nem chegou na boca, ele já conhece toda, não vem aqui falando um Monte de glorificação que ele já sabe o que está dentro de você. Não lute contra o pecado, lute contra a tua iniquidade. O pecado é só consequência disso. O pecado que você comete é só consequência da maldade que você é. O pecado que você comete é sua consequência do estado decaído no qual você está. O estado que você. O pecado que você comete é apenas o resultado da iniquidade que governa a tua vida pelo teu desejo. Oo teu pecado que você comete é só consequência do pecado que eu e você somos. E é contra ele que nós nos esmurramos todo dia e precisamos meditar e orar e louvá lo. Enchermo nos da sua palavra, falarmos entre nós, nos enchermos do espírito para vivermos uma vida como luzeiros do mundo dignos, no melhor. Pessoa 2 Que a gente. Pessoa 3 Puder, porque a gente não vai acertar sempre, mas sempre para a Glória do nosso Deus. Reconhecendo Nossa Natureza e Buscando a Vontade de Deus Amém, irmãos, vamos ficar de pé? Como é que nós cantamos, prostro me diante da Cruz, vejo sangue morte. Já vai nos separar do teu amor. Não porque somos perfeitos, não porque somos os melhores. Senhor, aqui tem um Monte de pecadores começando por mim. Todos nós dentro de nós não habita o bem. Se soltar a gente sai fazendo tudo que é mau, mas obrigado, porque o senhor morreu por isso aqui que não valia nada. Nos ajuda todos os dias a andarmos de joelho no chão, humildes, entendendo que tudo é pela graça, tudo é pelo teu amor. Porque o senhor conhece a natureza humana e nos ajuda, senhor, a cada dia a olharmos para nós e dizermos, senhor, me ajuda a cumprir a tua vontade, me dá a tua direção, me mostra o teu caminho, enche me senhor, da tua verdade. E me dá, senhor, a cada dia a consciência melhor e maior de que eu nada sou mas a grande e preciosa verdade. Eu carregue em mim que o senhor me ama e está presente com todos nós e que a nossa jornada sempre será abençoada porque nada foge da tua presença. Tu és a nossa sombra, a nossa direita. Obrigado por ter um grande amor. Nunca houve amor, assim eu nunca vi. Obrigado, Jesus. O senhor conhece a nossa natureza, o. Pessoa 1 Senhor, não se. Pessoa 3 Entrega a nós e não acredita em nós, mas o senhor morreu por nós e nos chama para uma nova vida. Obrigado senhor abençoa a nossa semana leva nos embaixo da tua paz em nome de Jesus, amém, amém Deus te abençoe uma boa semana. Dê um abraço no seu irmão, ore por ele até domingo.

Podcast Summary

Key Points:

  1. Jesus conhecia a natureza humana e não confiava nela, pois sabia que o mal está entranhado no ser humano desde a queda no Éden (Gênesis 3).
  2. A decisão ontológica de Adão de comer do fruto do conhecimento do bem e do mal trouxe uma degradação da natureza humana, tornando o homem um ser decaído, onde o pecado habita em sua essência.
  3. A anomia (ausência de lei) é a consequência máxima do afastamento de Deus
  4. A verdadeira liberdade não é fazer o que se quer, mas vencer os desejos carnais e seguir a vontade de Deus, como exemplificado por Paulo em Romanos 7 e Gálatas 5.

Summary:

O texto explora a profundidade da natureza humana à luz do Evangelho de João, capítulo 2, versículos 23 a 25. Jesus, ao estar em Jerusalém durante a Páscoa, não confiava nas pessoas porque conhecia a essência decaída do ser humano. Essa desconfiança não era um julgamento superficial, mas um reconhecimento da condição ontológica do homem após a queda.

A narrativa de Gênesis 3 é fundamental para entender que o mal não é externo, mas está entranhado no ser humano desde a decisão de Adão de conhecer a vida fora de Deus. Essa escolha resultou em um "downgrade" existencial: o homem passou a ser um ser degenerado, onde o pecado habita em sua carne, como descreve Paulo em Romanos 7. A anomia, ou ausência de lei, é o estado último dessa degradação, no qual o homem se torna seu próprio deus, vivendo sem limites e escravo dos próprios desejos.

A verdadeira liberdade, portanto, não é fazer o que se quer, mas vencer esses desejos e seguir a vontade de Deus. O texto conclui que a luta entre a carne e o Espírito é constante, e somente em Cristo há redenção para essa condição decaída.

FAQs

Jesus não confiava nelas porque conhecia a natureza humana decaída, que tende a buscar Deus por interesse ou por benefícios, e não por amor genuíno. Ele sabia que a fé baseada apenas em milagres é superficial e egoísta.

Jesus era totalmente Deus e totalmente homem, com uma natureza perfeita e sem pecado. Nós, por outro lado, nascemos em um estado decaído, com o mal entranhado em nosso ser, e precisamos ser cheios do Espírito de Deus.

Decisão ontológica significa que Adão escolheu não apenas desobedecer, mas transformar sua própria essência, tornando-se um ser que decide por si mesmo o que é bem e mal. Isso resultou em uma natureza humana decaída, onde o mal é parte intrínseca de quem somos.

Fazer o que se quer é escravidão aos desejos carnais, que nos controlam. A verdadeira liberdade é vencer esses desejos e escolher o que Deus quer, como oferecer a outra face após um tapa, em vez de revidar por impulso.

Anomia é a ausência de lei, ou seja, viver sem limites, onde cada pessoa define por si mesma o que é certo ou errado. Isso é o estado máximo da queda, em que o ser humano se torna seu próprio deus, rejeitando qualquer direção divina.

Quando você age por impulso ou para satisfazer um desejo imediato, está escravo da carne. A verdadeira liberdade se manifesta quando você escolhe fazer o que Deus quer, mesmo que isso vá contra seus desejos naturais, como perdoar em vez de revidar.

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