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#05 - Missão não é FAZER, é SER - Christian Wallauer

32m 14s

#05 - Missão não é FAZER, é SER - Christian Wallauer

O podcast da Escola de Missão Transcultural, com introdução de Pastor Dolbla Silva e participação de Christian Valáuer, explora o significado profundo de ser um missionário. O tema central é que a missão não é um ato isolado ou uma atividade, mas uma identidade que se vive em todas as áreas da vida — no trabalho, no lazer, nas relações e nas decisões diárias. O missionário é quem, do momento de acordar até o momento de dormir, vive com o objetivo de testemunhar a salvação oferecida por Cristo. A base desse compromisso é o amor de Deus manifestado na encarnação e na cruz, que chamou o cristão a se entregar totalmente a Jesus. Para isso, é essencial viver um relacionamento íntimo com Deus, com tempo diário de oração, reflexão e leitura da Bíblia. A honestidade espiritual, a experiência pessoal de transformação e o compartilhamento dessas experiências com os outros são ferramentas fundamentais para fortalecer esse vínculo. O podcast também destaca a realidade espiritual do conflito entre bem e mal, onde o poder do mal é vencido pela vitória de Cristo. Além disso, a generosidade e a hospitalidade, observadas na cultura do Oriente Médio, são reflexos da graça de Deus e deveriam ser cultivadas pelos cristãos. O crescimento espiritual é descrito como constante, gradual e baseado na proximidade com Cristo, onde o missionário se transforma cada dia, aproximando-se cada vez mais do caráter de Jesus. A mensagem final é de constância, de pequenas mudanças diárias, e de uma jornada de crescimento que leva o cristão a se reconhecer cada vez mais como alguém que vive com o amor e a obediência de Cristo.

Transcription

5624 Words, 30830 Characters

Portuguese
Send me um podcast da Escola de Missão Transcultural, introdução de pastor Dolbla Silva e aulas com especialistas na área de missão ao redor do mundo. Tudo bem com vocês? Estamos avançando na nossa Escola de Missão Transcultural. O tema de hoje é sensacional. Eu queria começar aqui lembrando você daquele momento em que você vai ao mercado e aí você olha a embalagem de alguma comida que te chama atenção. E aí você fica até salivando naquele momento até que você compra leva para sua casa, abre o produto e come. E às vezes pode ser que não seja tão bom assim, ou às vezes é muito bom. O momento em que você sai simplesmente de um rótulo para o conteúdo, de fato, realmente você pode ter uma surpresa muito boa. Nós não podemos cair na selada de sermos missionários vazios. Alguns missionários acham que você fazer a obra. É simplesmente você realmente se dedicar da melhor forma possível. Eu queria que você soubesse que ser um missionário não é aquilo que você faz, mas ser um missionário é aquilo que você é. E nesse sentido algo muito mais profundo. Hoje nós temos um convidado especial que vai falar para nós a respeito desse tema. Um grande parceiro, um grande amigo meu. O Christian Valáuer, ele é formado em teologia, num NASP. Se formou no ano de 2010, e atual aí já, como capelão na Escola de Ventista de Joinville. Trabalhou como pastor de estritau também, Joinville em Santa Catarina. E desde 2015 ele vive e trabalha na região do Oriente Médio. E também no norte da África. Atualmente, ele é pastor na cidade de Írbide, na Jordânia. Esse camarada tem tido aí grandes experiências no campo missionário. Um grande amigo meu. E hoje ele vai falar um pouquinho sobre esse tema que é realmente sair do rótulo, abrir a lata, e realmente nos depararnos com um conteúdo de um missionário. Fala aí pessoal, meu nome é Christian Valáuer. Eu estou aqui para conversar um pouquinho com você sobre o tema de número 5, por que ser um missionário? Fazendo referência ao capítulo 7 e 8 o livro Passaporte para missão. Nosso assunto é basicamente o nosso relacionamento com Deus. O que é esse relacionamento? Que ele representa na vida de um missionário. Como a gente pode aumentar a profundar esse nosso relacionamento com Deus? Bom, Helen White tem uma frase muito famosa e diz o seguinte. "Todo cristão nasce no reino de Deus como um missionário." E a razão por de trás disso é muito simples. Jesus, ele é o grande missionário. Jesus que desceu dos céus, ele vestiu a humanidade, caminhando as nossas ruas, comendo a nossa comida, sentiu as nossas dores. Ele foi tentado como nós somos tentados, suportou a injustiça e depois disse para a gente "seguem". Então o chamado do cristão, para a missão, é justamente fazer isso que Jesus fez. "Se eu sou um cristão de grana, eu não sou um missionário, se não faz sentido." O que também não faz sentido é dizer assim, eu sou cristão e eu separo um tempo para ser missionário. Porque a gente não pode dividir a vida de um cristão. A gente não pode colocar numa única gaveta do meu dia o meu momento de ser missionário. Não, esse não o trabalho, essa é uma identidade. Missionário não, um ofício ser missionário é a rua, é a minha, é a nossa identidade de cristão. Portanto, do momento em que nós abrimos os nossos olhos de manhã até, o momento em que nós fechamos os nossos olhos à noite, tudo que nós falamos, fazemos ou pensamos, sem que ter como base, como norte, a razão pela qual Cristo nos chamou, que é testificar a respeito da salvação que nos é oferecida por Cristo. Então, seja no trabalho ou no lazer, tem de casa ou fora com os meus amigos, o objetivo ao mesmo. E com o tempo e a prática, isso vai acabar moldando a forma com que eu me alimento, os lugares que eu frequento, a roupa que eu visto, as minhas amizades, as coisas que eu assisto e foi nesse processo que Paulo disse, "Já não vivo eu, mas Cristo vivem em mim." Então, para eu viver uma vida no relacionamento íntimo com Jesus, que tem uma mudança real, eu preciso ter um compromisso com Jesus. E esse compromisso que eu tenho com Jesus, ele vai gerar o fruto da obediência, porque quem é comprometido, ele é obediente. Se eu sou comprometido, mas não sou obediente, ou eu obedeço parcialmente, é como uma pessoa que diz, "Ah, eu sou cristão, eu sou seguidor de Jesus, mas eu não gosto de me envolver." Ou a pessoa que diz, "Ah, eu não, eu sou cristão, eu gosto, eu quero se emissionar, mas o meu envolvimento tem um limite, eu tenho esse tempo aqui, eu só vou até esse ponto, eu não me entrego por completo, eu não quero que transforme a minha vida como um todo, tem certas coisas que eu quero manter, eu diria que tá. E essa, eu acho que é uma das grandes ciladas de Satanás. E não tá interessado em te jogar lá para o total descomprometimento, ele, se você for meio comprometido ou 90% comprometido, ele já alcançou o que ele queria. Porque isso não é suficiente para Deus. Para Deus, ou nós nos entregamos por completo, ou não a entrega, ou não a compromisso, e isso vai se tornar fruto pela através da obediência. A obediência nada mais é do que os frutos de um compromisso que nós fizemos com Jesus. E, da onde é que vem esse nosso comprometimento, esse nosso compromisso com Jesus? Ele vem do amor de Deus por nós, como diz no, na primeira epístula de João, um capítulo 4, 4/10. Nisso consiste o amor de Deus, não em que nós tenhamos a Mada Deus, mas que Ele nos amou. Ele enviou Cristo para morrer para os nossos pecados. É a cruz do calvário, é a intersecção de Cristo, no passado, e aquilo que ele faz na nossa vida constantemente, hoje, que nos atrai para Deus. Porque o amor de Deus, Ele é maravilhoso, Ele é irresistível. E quando nós tomamos tempo para contemplar o amor de Deus por nós, nós, como consequência, firmamos um compromisso com Jesus. Então, os que não firmam um compromisso com Jesus, eles não têm contemplado o entendiado tempo para parar e refletir naquilo que Jesus fez por eles. E olha que interessante a própria missão, o falar de Deus para as outras pessoas, nos ajuda a firmar um compromisso ainda mais profundo com Jesus. Almenta, o nosso compromisso, o nosso relacionamento, como? Quando eu vou falar de Jesus para as outras pessoas, a Bíblia me pede para contar da minha experiência. Não é só um estudo bíblico, mas falar o que é aquele estudo bíblico fez na minha vida. Qual a transformação daquele estudo bíblica, aquela passagem bíblica, daquele conceito princípio que eu tirei extraída a Bíblia, apliquei na minha vida, e o que aconteceu? É isso que eu vou falar. E quando eu falo sobre o que Deus fez na minha vida, como Ele atuou, como Ele providenciou exatamente aquilo que eu precisava no momento oportuno, eu estou falando do amor de Deus por mim. E isso me faz lembrar do amor que Deus teve no passado. Tenho no presente e me dá garantia de que o meu futuro vai continuar sendo no amor de Jesus Cristo. Ele é um arte também falou que a gente só tem o futuro se a gente esquecer de como Deus nos guionou passar. Então, é muito importante, quando nós fazemos missão, falarmos da nossa experiência. Agora, se eu não tenho uma experiência com Jesus, eu vou falar do quê? Percebeu a dificuldade. Percebeu a importância da minha experiência continua com Jesus do meu crescimento, dia após dia com Jesus, porque eu tenho novidades constantes para proclama para as pessoas. E isso é muito bonito. É um ciclo. Eu firmo um compromisso. Esse compromisso me dá o norte para o seu bediente, e ao eu exercer a obediência, confirmando o compromisso que eu fiz. Aquilo fortalece um compromisso que eu já havia feito. E aí eu reafirmo o meu compromisso, e ao reafirmar o meu compromisso. Eu consigo ser ainda mais obediência. Então, resumindo essa primeira parte, nosso relacionamento com Deus, ele consiste em compromisso e obediência. Se eu tenho um compromisso e não tenho obediência, ou tenho uma obediência parcial, isso faz de mim um cristão nominal. Se eu tenho um compromisso e uma obediência constante, renovando o meu compromisso e crescendo na obediência, então eu sou um cristão dinâmico. Eu sou um cristão que experimenta minha religião. Aquele que devora-te gere o livro sagrado, cheio de princípios, que são praticáveis, devem ser praticados na nossa vida. E são revelados dia após dia através do Espírito de Deus. Quando nós vamos à Bíblia, quando nós contemplamos a Jesus, a sua mensagem, a gente vai sendo direcionado pelo Espírito de Deus. E nós chamamos, é o batismo diário do Espírito de Deus. Cada dia se renovam as misericórdias de Deus. Cada dia se renovam as forças que Deus nos dá para que a gente possa avançar na nossa caminhada de fé. Desde que eu me mudei aqui pro Oriente Médio, eu tenho apreciado muito esse aspecto da nossa religião, da palavra de Deus da Bíblia. O Deus que nós cremos porque dentro da religião islâmica, que é a religião da grande maioria das pessoas aqui onde eu vivo, você não tem uma noção de relacionamento com Deus como nós temos como a Bíblia nos apresenta. Eles até têm um tipo de relacionamento com Deus, mas é mais como se fosse de chefe empregado. É um relacionamento mais distante que tem um limite. Você, o teu chefe, você não fica conversando como você conversa com o trapo colegues de trabalho porque ele está numa posição, sei lá, acima, é diferente. Talvez tem um outro chefe que seja um diferente, mas na grande maioria dos casos é assim. Então o que eu quero dizer é um Deus transcedente que se mantém transcedente. Quando vem, ele vem com representantes, mas não vem pessoalmente. Nós cremos num Deus, que veio esse mundo, quando você começa a refletir na encarnação de Jesus, naquilo que ele deixou, abriu a mão e sofreu por nossa causa, pelo meu becado, ele quis me salvar, quando a gente começa a apreciar esse Deus, a nossa vida, e a gente vê um deserto na religião de muitas pessoas aqui, que não tem esse conhecimento, eles são a Deus, eles fazem de tudo por pelo Deus que eles acreditam, mas eles nunca tiveram a experiência que nós temos, o privilégio que nós temos, de conhecer e ter um Deus que nos ama a cada instante, a cada dia, a gente descobre algo novo, do amor de Deus por nós, que nos abram sorriso no rosto, não é um Deus que está longe, é um Deus que está aqui agora presente comigo em todos os momentos, é aquele que houve a minha oração, aquele que se importa com os detalhes da minha vida, e isso não tem preço, quanto mais tempo eu moro nessa parte do mundo, mas eu tenho apreciado o privilégio que Deus me deu de conhecer esse Deus, e mais me dói o coração, e nas minhas orações eu oro muito, para que os meus amigos, pessoas que são maravilhosas, que realmente amam a Deus, que pessoas que são, alguns eu digo para a minha esposa, são melhores adiventistas, que muitos adiventistas, muitos de nós, e sabe, tem um zelo por Deus, são respeitosos, são amorosos, mas não conhecem Deus como nós conhecemos, e isso é muito triste, o nosso papel é justamente falar para essas pessoas, desse Deus maravilhoso, da experiência que nós temos, com Deus, e que Deus também quer ter com eles, mas existe algo mais triste do que isso, do que não conhecer esse Deus relacional que nós conhecemos, é você conhecer e não se comprometer com ele, esse é pelo que eu faço para você, se você hoje está meio comprometido, se você conhece um Deus que está perto da gente, mas não tem dado valor para esse Deus, tem andado meio caminhos, tem se entregado pela metade, hoje é um momento, não amanhã, hoje é um momento de você firmar um compromisso com Jesus, dizendo sem "Eu quero dar tudo de mim, eu não quero dar metade, eu não quero dar 90%, eu quero dar 100% de quem eu sou, eu quero me colocar nas duas mãos para o que o Senhor me use, tocar corações para espalhar desse amor, desse Deus maravilhoso que o Senhor é, e da salvação que nos foi oferecida desde da Fundação do Mundo. Sando então para a segunda parte, que princípios a gente pode mencionar aqui, que vão fortalecer nossa vida espiritual, nossa comunhão com Jesus, e o primeiro princípio que eu gostaria de mencionar é a prioridade, Jesus deve ser a nossa prioridade, o nosso relacionamento, com ele deve vir à frente de toda e qualquer atividade que a gente vê em desempenha, a gente deve estar conectado com Jesus sempre, o que eu vou fazer, a gente vai, por exemplo, sair de casa, vou no mercado, vou dentro dentro do carro que eu faço, a prioridade é Deus, eu vou ir à pedia abenção de Deus, e a direção de Deus, eu vou trabalhar, eu vou pedir a direção de Deus, eu sempre estou em comunho com Deus porque Deus é a minha prioridade, eu saber o que Deus quer, que eu faça a forma com que eu faça no meu trabalho, no meu laser, tudo o que eu fiz é importante, o que vai editar é a prioridade que eu ajudou para o meu relacionamento com Deus. Outro princípio importante é separar um tempo específico no meu dia para ter um momento diferente com Deus, para eu ler a Bíblia, para eu orar, eu ter esse momento de intimidade de ficar quieto, em silêncio e eu ouvir a voz de Deus, através da palavra, através da meditação, sobre algum tema, então eu separarei para isso e um tempo específico e que se repete a cada dia, cada semana, é muito importante porque isso cria em nós hábitos, hábitos bons, hábitos saudáveis, espiritualmente falando aqui no país onde eu moro, como vocês sabem, a religião predominante é o Islam e eles têm como hábito um dos cinco pilares da prática do muçumano, da prática da fé deles, é você orar cinco vezes por dia, todos os dias são cinco momentos específicos no dia, num tempo específico que eles param tudo o que eles estão fazendo e eles saem para a misquita, para então fazerem as orações e ter um momento de comunhão com Deus que eles creem. Então é muito bonito, e para a gente até uma facilita, porque quando você ouve o chamado, toda a misquita tem um menor assim onde eles têm uma caixa de som e dali, eles fazem o chamado para a oração e tem uma misquita espalhada por toda a cidade, é impossível você estar morando no lugar onde você não vai ouvir, você pode ouvir mais alto, mais baixo, mas você sempre vai ouvir, então nós nos acostumamos aqui, e é interessante porque aqui a gente pode usar os mesmos horários, às vezes não é conveniente com o que você, com o programa do dia, como você se programou, mas é interessante que aqui não importa o que eles estejam fazendo, eles param, sejam jogando futebol, eles param vão tão na academia, param e vão morar, que eles estão fazendo, eles param quem é religioso, praticante, ele vai parar, ele vai para um cantinho, às vezes no mesmo lugar, onde ele está, ele vai fazer a oração dele, ele vai tão momento como emão, isso é muito, me traz lições importantes de que esse tipo de hábito ele gera em nós uma proximidade com Deus, não vai entrar no mérito de religião aqui porque eles repetem, a oração deles é diferente da oração que a gente faz, a forma com que eles lendo ou coroa diferente como a gente interpreta e lea a Bíblia, então não talvez, por mais que você faça isso, não vai gerar porque não é o propósito da própria religião, não gerar um tipo de relacionamento íntimo com Deus, é mais um propósito da nossa religião, então, do da Bíblia, a Bíblia ela te instiga isso a você arraso com Deus, a você conversar com Deus, a você questionar Deus, a você brigar com Deus muitas vezes, porque isso é relacionamento, você está relacionando, se relacionando com Deus, você está conversando, você está discutindo, você espõe os seus pensamentos, Deus espõe, os pensamentos dele através da topa palavra, e aí nós nos submetemos a vontade divina, e confiamos que ele sabe melhor do que a gente, então, separar tempos específicos é muito importante, para que a gente tenha hábitos saudáveis, outro princípio que também é muito importante, e desde que eu vim pro Oriente Médio também se tornou cada vez mais visível, é a realidade espiritual que muitas vezes a gente não consegue ver, mas podemos através dos olhos da fé enxergar o grande conflito que existe entre bem e mal, pelo nosso coração, existe uma batalha que não é entre pessoas, mas entre poderes do bem e do mal, e então, quando você brilhe, tiver envolvido numa briga, com alguma pessoa, algum problema acontecendo a tua vida, você estiver passando por alguma aprovação, lembre que você não está lutando contra aquela pessoa, ou aquelas pessoas, que existe algo por detrás dessas pessoas, que aquelas pessoas nós temos interesse de salvar, de transformar através da graça de Jesus, e não destruir as pessoas, a gente quer destruir o poder que está por detrás dessas pessoas, é esse poder que nós lutamos, e o mais bonito disso é que Cristo já venceu esse poder na cruz do calvar, então, é um poder vencido, é um poder que contra aqueles que têm um relacionamento íntimo com Jesus, não conseguem nada, mas todo o poder foi dado nos céus e na terra nas mãos de Jesus, então, a consciência dessa realidade vai trazer um impacto no teu relacionamento com Jesus, porque você só tem segurança nessa batalha, se você está no lado vencedor, que nós já sabemos que é o lado de Jesus, então isso vai te trazer um motivo a mais para se concentrar no relacionamento com Jesus, e também você vai ter um impacto muito positivo no relacionamento que você tem com as pessoas, porque você vai parar de brigar com as pessoas, você entende o que está por detrás, você talvez seja mais paciente, talvez aquilo te ajude, a resolver muitos problemas de relacionamento, que possam surgir na tua jornada, ao tentar pregar o evangelho as outras pessoas, outro princípio que também é primo ordeal, aí é muito importante, é honestidade espiritual, você tem que entender onde você está espiritualmente, se você está longe de Deus, você está perto de Deus, porque é essa honestidade espiritual que vai mostrar para você para onde você precisa ir, que você não consegue traçar uma rota sem saber onde você está, nós temos que primeiro descobrir onde nós estamos, na nossa jornada espiritual, a gente precisa olhar para dentro de nossa coração lá, para o fundinho e seu honesto conosco, e seja duro com você, não passe pano, não, sobre a sua cabeça, nas coisas que você fala, as coisas que você faz, gente não dá desculpa ser honesto, olha para a tua vida, preto no branco, quando você começar a fazer esse tipo de exercício, você vai crescer espiritualmente com certeza, porque é um exercício auxiliado pelo Espírito Santo apontando coisas que você não quer ver, ouvi coisas que você não quer ouvir a respeito de você mesmo, mas é importante faz parte do processo de cura, lembre-se que quando eu me cortava, a coisa que eu menos queria fazer é passar o tal do Mate Olat, o Mercúrio até não podia tanto, mas o Mate Olat eu tinha pavor, porque do ia muito, muito, muito, mas minha mãe falava, tem que lavar a ferida, se não não sair, e para lavar a ferida você tem que abrir, deixar a água correr, potar o remédio que arde, né, então esse é o processo da honestidade espiritual, a gente tem que ser honesto conosco, a gente tem que ser honesto consigo mesmo, boto o princípio, que é muito interessante também é riscar o diferente na comunhão com Deus, a gente muitas vezes foi doutrinado até uma comunhão de uma certa forma, Mas isso não nos restringe aquela forma, porque provavelmente foi. passada por uma outra pessoa, que tinha o seu comunho com Deus o seu jeito, mas cada ser humano ele é diferente. Então, tente fazer algo diferente do que você tem tentado, do que talvez convencionalmente é feito, na leitura da Bíblia, na oração, no teu tempo com Deus, de passar com Deus. Existe muita criatividade que Deus implantou no nosso coração para nos conectarmos com Ele. E você precisa explorar isso? Você precisa olhar para dentro de você e ver como você se conecta melhor com Deus, como você se absorve melhor os princípios bíblicos, como você estrai da Bíblia e aplica na tua vida de uma forma mais prática. Você não precisa imitar as coisas que estão os pais, os teus avós fizeram, você pode fazer algo diferente que te traz um benefício maior dentro do teu estilo da tocracterística. Eu posso te contar vários experimentos que eu já fiz, muitos mesmos. Existe muito antes, muito novo. Eu gostava de tentar fazer essas coisas diferentes, mas recentemente uns cinco anos atrás, algo me marcou bastante. Eu sempre ouvi a divisilha na igreja e era sempre complicado para mim, porque você passar a noite inteira ou orando. Eu tinha um pouco de confesso, um pouco de dificuldade com isso para passar a noite inteira ou orando é muito difícil. Eu vou faltar assunto. Como é que eu vou fazer isso? E eu lembro que quando eu estava em Beirut logo no meu primeiro ano, quando eu saio do Brasil, as 25 famílias que haviam sido enviadas pela divisão sua americana por Oriente Médio e para a região do Oriente Médio. Não foram as 25, foram 18, acho que vieram para essa própria Oriente Médio, eles foram fazer treinamento lá em Beirut onde eu estava estudando e aí que eu tive um contato especial com o pastor Everson, que hoje trabalha e pastor já faz muitos anos desde aquela época até hoje. Lá no Irak, ele me convidou e eu vou fazer uma vigilha essa noite e tal o que você acha. Eu falei "Vigilha, como assim vigilha?" Bom, é uma vigilha diferente, eu vou dormir mais cedo, eu vou dormir lá por umas 8 horas e aí eu acordo umas três da manhã e fico acordado e orando até o sol nascer. E aí eu vou pro meu dia tomar café da manhã e a gente sai pro dia. Tá a fim de participar, já fazia junto aqui. Eu lá, vamos lá, um negócio diferente. E eu fui e tentei e foi muito bacana e fiz várias vezes depois disso. E para mim é a vigilha que funciona e dentro dessa vigilha você tem já certos temas específicos e pelo qual você vai orar. Então a gente se reunir, a gente li um testa-bíblia, falava sobre ele, estava liderando ali, ele falava sobre o tema e a gente saía para orar. E não foi nem um pouco cansativo, como muitas vezes eu imaginava porque não era noite inteira, já tinha durmido, estava bem descansado, estava bem desperto e então eu pude experimentar um contato com Deus muito melhor, do que outras vezes que havia tentado, cansado, sono lendo, já tinha vendo um dia inteiro e aí você vai orar para mim, não funcionava aqui. Então você dormia acordar no mês da noite e ter uma experiência com Deus, com algo bem direcionado, já planejado anteriormente, se torna muito mais gostoso e foi tão marcante que eu lembro até hoje da experiência que eu tive, né, com Deus naquela manhã e naquelas horas e repetir isso algumas vezes e quero continuar repetindo e aumentando cada vez mais a frequência de eu passar esse tempo com Deus. Então são formas que a gente vai descobrindo que são diferentes muitas vezes do convencional e que nos auxiliam a estreitarmos os nossos laços com Jesus e um outro princípio interessante que eu até mencionei lá no início da nossa conversa, é justamente compartilhar o que Deus fez para o que Deus fez da nossa vida, os milagres que Ele operou, né, como Deus nos ama e nos cuida, porque quando a gente fala dessas coisas isso gera em nós uma gratidão, né, a gente percebe como Deus nos ama e isso estreita os nossos laços com Jesus, isso faz como que a gente sinta mais prazer nessa comunhão que a gente tem com Ele, nesses momentos que a gente separa pra Ele, então, por exemplo, e não precisa ser algo porque muitas vezes a gente acha que tem que ser algo fantástico que Deus fez, sabe, o milagre e aí você se pergunta, mas eu não tenho, assim, um grande milagre que Deus fez, não, querido, conta da tua relação com Jesus, como você conversa, eu lembro que quando a gente estava na Tunísia, a minha esposa tinha uma amiga lá muito próxima, era um pouco as as pessoas que falavam em inglês, a gente estava no nosso primeiro ano aprendendo a língua local e a gente saía muito com essa menina, uma pessoa maravilhosa, muito querida, simpática, nos auxiliou muito lá e é nossa amiga até hoje, né, conversa com a minha esposa até hoje, eu lembro que eu voltei de ter jogado futebol com alguns amigos que eu tinha lá e ela tinha ficado lá em casa conversando com a esposa, e aí logo que eu cheguei ela foi embora e a minha esposa estava me contando, olha, eu tive uma conversa muito interessante com ela, eu estou até empolgada aqui, porque e a gente estava falando, ela estava com dificuldade de achar emprego e tudo mais e não consegui, eu problemo no país e acabou que eu fui contar para ela da minha experiência, né, profissional, aí eu comecei a contar, quando comecei a trabalhar, que era muito difícil, lê em São Paulo e tudo mais, tinha que estudar a noite, trabalhava o dia inteiro e aí ela começou a falar, "Ah, e aí eu entendi, eu precisava de achar um emprego melhor e aí eu orrei para Deus e aí falei com Deus, Senhor, "nossa, eu estou nessa situação e tal, eu creio" e aí minha esposa foi contando as conversas que ela tinha com Deus e as respostas que Deus ia dando, as portas que Deus ia fechando e abrindo para direcionar a vida dela e chegou no momento da conversa e minha esposa estava assim contando de uma forma normal, ela percebeu lágrimas escorrendo nos olhos daquela menina porque ela estava impressionada com a forma com que ela, então natural conversava com Deus, essa relação que a minha esposa tinha com Deus e como Deus dirigiu a vida dela de uma forma que talvez ela nunca tinha experimentado. Então uma coisa simples que teve um impacto da um grande na vida dela, que a partir deste momento, todas as vezes que ela tinha o entrevista, alguma decisão, ela ligava uma esposa e pedia para que ela orasse por ela, né, uma mussumana, uma pessoa que partilhava de uma outra fé, mas que percebeu por um simples contado relacionamento com a esposa tinha com Deus, em coisas triviais da vida, simples, a gerou impacto tremendo, né, na vida dela e fez ela mudar muitos comportamentos. É por aí, a gente precisa falar de tudo que Deus faz na nossa vida e de coisas simples, de como a gente se relaciona com ele e isso com certeza vai ter o impacto na vida das pessoas, que o Deus vai usar para o benefício do reino dele. E o último princípio que eu gostaria de mencionar também é muito interessante, é a generosidade e desde que eu cheguei no Oriente Médio também, aprofundei muito nas minhas meditóções e reflexões à respeito desse, essa parte tão importante da vida cristã, é aqui um dos cinco pilares da fé eslâmica, também é você das molas, né, e as pessoas fazem isso o tempo inteiro, é muito comum, você sai na rua, você vê onde você vê pessoas pobres, você vê a grande maioria da Andesmolas, tem um pote no carro, separado só para dar essas moedinhas, né, para essa galera que não tem, e eles ajudam na forma que pode e é muito bonita, muito legal você perceber, é uma cultura religiosa muito forte aqui, sem contar com a hospitalidade, a hospitalidade de algo é de outro mundo, só vindo para cá para você entender, eu, para só para você ter noção eu te, eu contrai o coronavírus, a variante delta, a variante bem, pesada, fiquei bem mal, achei que abatei as botas, mas graças a Deus eu consegui me recuperar, e minha esposa não estava aqui comigo, minha esposa tinha ficado no Brasil, eu voltei sozinha, ela estava grávida, que se ficar um pouquinho mais com a família, e aí voltou um mês depois que eu vim, fiquei uma sozinha aqui, e foi bem à época que eu contrai o vírus, e aí não podia sair, ninguém podia vir me ajudar, e eu ficava aqui naquela situação complicada, tive que ficar beile vendo até um médico no Brasil para conseguir me, para consultar e tudo, e nessa aí eu estava tão fraco, não podia cozinhar, as pessoas da igreja me trouxe comida aos montes, os meus vizinhos não paravam de trazer comida, perguntasse eu precisava de alguma coisa, teve inclusive o irmão de uma outra cidade, de outra igreja lá na capital, que queria, porque queria me trazer comida, mas como não tem como você trazer, ele tinha mandado por aplicativo, com o próprio aplicativo, mandou entregar aqui na minha casa, comprou comida e me trouxe, para ter certeza que eu fosse perguntando sempre como eu estava, então é impressionante, a hospitalidade, isso ajuda um exemplo, a hospitalidade deles é constante, ao tempo inteiro você vê, eles respiram a hospitalidade, e eu me sinto muito mal, se sincero com vocês, porque eu sou brasileiro, sou do Rio Grande do Sul, eu tenho uma, na minha família, ali são mais a cultura europeia, sabe mais, mas não fechado, mas mais na sua, assim, tá, tranquilo, então eu me sinto mal, eu fico, nossa, eu preciso melhorar muito dentro desse aspecto, eu preciso me doar um pouco mais, me abri um pouco mais, aqui eles não, com a ajuda, eles não economizam, eu fico abismado, principalmente quando é relacionado à comida, é a bundância, para dar, não tem problema, e isso me faz ficar com vergonha, porque é uma característica que eu preciso desenvolver, e você, como que tá a tua vida espiritual, como que você está com Deus, lembre que é importante, você desenvolveu um relacionamento íntimo, se entregando por completo a Jesus. Espero que esses poucos princípios que a gente abordou possam te ajudar a profundar esse relacionamento com Deus. É um eterno aprendizado. Eu aprendi bastante, mas eu sei que tem muito que aprender. E eu tenho certeza que você também já aprendeu muito com Jesus, com as pessoas que estão ao teu redor, que te trouxeram para fé, o que te criaram dentro da fé, bíblica, diventista. E que a tua jornada possa ser sempre de um crescimento constante. Esse é o importante. Você não precisa saltar três, quatro degrais. Você não precisa aumentar. Você sabe a transformado da água para o vinho, de hoje para a manhã. Não, isso não é o mais importante. O mais importante é a constância que você tem. Você pode mudar todo dia um pouquinho. Que o que Deus vai te revelando, você vai mudando. Porque Deus sabe o teu limite. Deus sabe até onde você pode. E dentro do teu relacionamento com Ele, Ele vai te apresentar aquilo que você pode mudar. Aquilo que é possível você fazer. Confinhe Deus, deu passo de fé e vá pouquinho a pouquinho. Sendo constante, dia a dia, na tua mudança, a tua caminhada cristã. E você vai ver depois de um tempo quando você olhar para trás, você vai ver quem é aquele cara lá atrás, quem é aquela pessoa lá atrás? Nem mais reconheço. Estou tão diferente que eu nem mais me reconheço. Eu tenho uma característica mais parecida com a de Jesus, do que com o que eu herdei. Dos meus pais. Esse é o nosso objetivo. Fem nos aproximarmos cada vez mais do caráter de Jesus. De ser mais parecidos com Jesus. Ok, que Deus te abençoe. Que a tua vida possa ser uma dança na vida de muitas pessoas. Um abraço para vocês. E se lembrarem, coloquem a Jordânia nas suas orações. O povo daqui precisa muito das orações de todos nós. Que Deus te abençoe. Você ouviu "Send Me" um podcast da Escola de Missão Transcultural. Se tiver alguma dúvida ou quiser bater um papo com a gente, nossos contacts estão na descrição desse episódio.

Podcast Summary

Key Points:

  1. Ser missionário não é um ofício, mas uma identidade que se vive diariamente, desde o início do dia até o fim.
  2. A missão começa no relacionamento íntimo com Deus, baseado no amor que Ele demonstrou por meio da encarnação e cruz de Jesus.
  3. Um compromisso verdadeiro com Jesus exige entrega total, não apenas parcial, e gera obediência prática na vida diária.
  4. Compartilhar experiências pessoais de transformação com Deus fortalece o relacionamento com Cristo e inspira os outros.
  5. Princípios como prioridade de Deus, tempo específico para oração, honestidade espiritual e criatividade na comunhão com Deus são essenciais para o crescimento.
  6. A realidade espiritual mostra um conflito entre bem e mal, onde o poder do mal é vencido pelo amor de Cristo na cruz.
  7. A generosidade e a hospitalidade, como na cultura local, são reflexos do amor de Deus e devem ser cultivados por todos os cristãos.
  8. O crescimento espiritual é constante e gradual, não depende de mudanças bruscas, mas de constância e proximidade com Jesus.

Summary:

O podcast da Escola de Missão Transcultural, com introdução de Pastor Dolbla Silva e participação de Christian Valáuer, explora o significado profundo de ser um missionário. O tema central é que a missão não é um ato isolado ou uma atividade, mas uma identidade que se vive em todas as áreas da vida — no trabalho, no lazer, nas relações e nas decisões diárias. O missionário é quem, do momento de acordar até o momento de dormir, vive com o objetivo de testemunhar a salvação oferecida por Cristo.

A base desse compromisso é o amor de Deus manifestado na encarnação e na cruz, que chamou o cristão a se entregar totalmente a Jesus. Para isso, é essencial viver um relacionamento íntimo com Deus, com tempo diário de oração, reflexão e leitura da Bíblia. A honestidade espiritual, a experiência pessoal de transformação e o compartilhamento dessas experiências com os outros são ferramentas fundamentais para fortalecer esse vínculo.

O podcast também destaca a realidade espiritual do conflito entre bem e mal, onde o poder do mal é vencido pela vitória de Cristo. Além disso, a generosidade e a hospitalidade, observadas na cultura do Oriente Médio, são reflexos da graça de Deus e deveriam ser cultivadas pelos cristãos. O crescimento espiritual é descrito como constante, gradual e baseado na proximidade com Cristo, onde o missionário se transforma cada dia, aproximando-se cada vez mais do caráter de Jesus.

A mensagem final é de constância, de pequenas mudanças diárias, e de uma jornada de crescimento que leva o cristão a se reconhecer cada vez mais como alguém que vive com o amor e a obediência de Cristo.

FAQs

Ser missionário não é apenas algo que se faz, mas uma identidade que se vive diariamente. É ser alguém que, em todas as situações, vive com base no amor e no testemunho da salvação que Cristo ofereceu.

O compromisso com Jesus gera obediência e transforma a vida do crente. Sem esse compromisso, a vida cristã se torna nominal e não verdadeiramente missionária.

Falar da experiência de Deus na própria vida ajuda a fortalecer o compromisso com Jesus, pois revela o amor divino e mostra que Deus está presente em cada detalhe da vida.

A obediência é o fruto da entrega total ao Cristo. Quem está comprometido e obedece constantemente vive uma vida dinâmica e transformada, em sintonia com o Espírito Santo.

O tempo dedicado à oração cria hábitos espirituais saudáveis, fortalece a intimidade com Deus e permite que o crente ouça o que Ele quer dizer em cada momento da vida.

A consciência desse conflito mostra que a luta é contra o poder do mal, não contra pessoas. Isso fortalece o crente na fé e o leva a agir com paciência e misericórdia.

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