#05 - AS PARTES DO RÚMEN E SUAS IMPLICAÇÕES | Julio Vettori
54m 35s
O episódio inicia uma série sobre os "cinco pilares do rúmen", começando pela anatomia. O convidado Júlio, veterinário e nutricionista de bovinos, explica que a principal diferença entre ruminantes e não ruminantes são os pré-estômagos (rúmen, retículo e omaso), que permitem a digestão de fibra. A ruminação é destacada como um processo crucial: o animal regurgita o alimento, remastiga-o com cerca de 40 a 60 movimentos por bolo, reduzindo as partículas para menos de 1,8 mm e adicionando saliva rica em bicarbonato para tamponar o pH ruminal. O rúmen é dividido em quatro sacos e possui papilas que aumentam a absorção de ácidos graxos voláteis, enquanto o retículo tem estrutura de favos de mel que retém partículas, podendo levar a complicações como reticulopericardite traumática se houver perfuração. As principais doenças ruminais são timpanismo e acidose, enquanto o deslocamento de abomaso é comum no pós-parto. Júlio também aborda o desenvolvimento alométrico dos estômagos: em bezerros, o abomaso representa 49% do volume, enquanto em adultos o rúmen ocupa 57% (até 200 litros), determinando a capacidade digestiva e a regulação da ingestão. A série promete aprofundar temas interligados para construir uma base sólida em nutrição de ruminantes.
Ou seja, alimento com uma pior digestibilidade, uma pior fragilidade, ele vai ter um impacto direto na ingestão de uma peraceca. "Hello, Vince, no mais de um importe que acho, seja uma vindo za mais um episódio, e dessa vez eu resolvi fazer uma coisa um pouco mais diferente. Vocês terão aqui uma série, uma playlist de cinco episódios, os quais eu joguei muito importantes para quem deseja ser profundados os estudos aí no rumim. E nesse eu denominei os cinco pilares do rumim. Então, para quem já está curioso, os próximos cinco assuntos serão a anatomia do rumim, fisiologia, microbiologia, semiologia do rumim e por último, em não menos importante fermentação. Então, a gente vai construir no junto com esses cinco temas, aí cinco episódios que serão, porque não ponta de lança e pionérios para quem deseja ser profundados nos conhecimentos. E claro que os episódios não serão apenas sobre isso, mas sim como as coisas vão se costurando, como os assuntos estão interligados e como eles vão formar aí uma base para episódios mais aprofundados e temas mais aprofundados no futuro. Então, esse é o intuito dos próximos cinco episódios. Espero que vocês gostem bastante, eu escolhi profissionais aí muito requisitados para falar sobre o tema, deixem seus feedbacks, seus comentários e aproveitem muito o episódio. No episódio de hoje, eu trago aqui para uma conversa internacional, a primeira episódio internacional aqui de muitos aqui do canal, meu amigo e aí uma pessoa que aprendia de mirar e sempre venha buscando sugestões e dicas dele, julho de matos vetores, seja bem-vindo ao mais rumim podcast. Opa, Bruno, muito obrigado, um prazer imenso aí. Agradeço muito a oportunidade de estar vindo aqui hoje para a gente poder, né. Mais do que estar aí com um amigo, a gente pode agora então também poder falar sobre rumem, tentar trazer um pouco de conhecimento aí para o pessoal poder difundir, né, transformar difundir, diesel. O Júlio já falou aí do rumim e quem assistiu o episódio com a laísa, eu falei que o ponto em comum, nosso de como que a gente se conhecia aqui na Universidade, também foi o rumim. Então, o Júlio foi uma das pessoas que eu conheci aqui nos meus primeiros fases quando estava cursando medicina veterinária, mas antes de querer contar um pouco aí da tua, do teu background, Júlio queria que você dê a tua forma, tocando nos pontos aí mais importantes da tua carreira como que, como que foi a tua formação para hoje estar aí na Itália, como disse, não, fazendo para nós o primeiro episódio aqui internacional do, do mais rumim podcast. Ok, vamos lá então, bom, se eu tiver que começar de algum ponto, eu gosto sempre de falar sobre o Grizinho de sete anos que estava lá na grupa e o meu pai da minha mãe, se eu falar que eu estava ajudando, era muito preto, não, estava lá incomodando. Mas está ali um contato direto com os produtores e tudo mais, vê qual era a realidade em cada um de várias dificuldades e tem aquela vontade de tentar ajudar de alguma maneira, eles depois também fazendo saindo a campo, e tudo mais. Aí já despertou a interesse desde pequena e nas feras sempre ia para a casa do meu avô, no sitio, para, eu não sei se eu tinha que ir lá e que eu não mais. Então sempre estava em contato com isso. Então talvez isso aí começou lá naquele Júlio de sete anos que tinha aquele interesse de estar sempre em contato com o produtor e está ajudando. Depois fiz o técnico europeuária em Aguaduce, tem muito orgulho de ser técnico, agrícolasco, um curso fantástico. E depois a gente foi a medida veterinária que é onde nós encontramos lá no Cádio, no Lajse. Também um percurso magnífico, a quantidade de professores de qualidade que tem realmente muito grande. É um fico muito feliz de ter passado o percurso ali. Durante enquanto estava na faculdade, conheci parte de bovinho de corte, de bovinho de leite e me dediquei. Entrei com a ideia de fazer parte de clima que isso surgia. Mas depois que conhecia a nutrição aquilo ali foi meio que amor a primeira vista. Então a gente depois de conhecer aquilo passou a se dedicar a parte da nutrição, principalmente de bovinhos de leite, mas também alguma coisa de corte. E fiz um período intercâmbio enquanto estava na universidade ainda no percurso acadêmico, fiz um período intercâmbio aqui no Universidade de Bolônia. Comecei a trabalhar em Chenchêne depois de formado e sempre com nutrição de bovinho de leite e de corte. Agora estou aqui pago pelo Universidade de Téramo mas desenvolvermos atividades da Universidade de Bolônia fazendo um culturato. Chou de bola, chou de bola, Juli. Então aí como tu comentou da nutrição aí que foi a amor a primeira vista, basicamente hoje a gente vai trazer aqui para os nossos ouvintes e para a nossa audiência. Como que a anatomia do rumo, ou seja como que esse primeiro pilar, eu acho que é um pilar importante para a gente construir um conhecimento um pouco mais técnico, futuramente a gente é interessante ter esse conhecimento mais de base. Dentro desses assuntos de base eu acho que um deles é a anatomia do que a gente vai falar aqui hoje mas também de como que a gente enxerga isso com os olhos de nutrição de bonitos de leite, que é o teu caso e é onde acho que você está concentrando a maior parte dos seus esforços hoje. E para nós começar essa conversa bem do básico, eu diria assim mas a própria diferença entre os herbívoros é uma coisa que às vezes a gente se pega pensando mas que talvez tenha um pessoal aqui que você está chegando hoje, você está chegando agora aqui no canal não entenda mas por que vamos dizer o rumo antes e os equinhos vamos dizer os dois são herbívoros mas eles são diferentes, são anatomicamente diferentes. Qual que seria essa principal diferença que a gente pode ver explicar entre esses ruminantes e não ruminantes? É bom basicamente a diferença dos ruminantes são justamente o que a gente chama de pré-estômago, os nebruns. Então enquanto num monogastrico, que tem somente um estômago que é um estômago verdadeiro, quando o correto de gestão é em Zimati, ela dentro, no bovino, no ruminante, você tem justamente três pré-estômagos que são o rumin, retico ou mais. Para então chegar no abomazo que é o estômago verdadeiro que é onde o correto de gestão é em Zimati. Então é justamente a existência desses pré-estômagos que permitem algo ruminante de estar utilizando de materiais que nos monogastros não seria possível, como por exemplo a fibra, né. É o que a gente consegue estar inserindo na alimentação que é essencial para esses animais. No cavalo já muda um pouquinho a dinâmica da gestão porque a gestão é posse de estômago a causa da fibra, vai ser mais na região deslocada mais procede. Mas nos ruminantes o que a gente tem justamente, o que faz a diferença ação, a justiça de estência desses pré-estômagos. E aqui, bom, aqui eu até estava começando com o julho, vai ser mais uma, a gente vai construir de forma didática, alguns pontos juntos. Uma coisa que eu sempre gostei de entender foi da evolução, porque o bovino desenvolveu esses pré-estômagos e foi justamente, vamos dizer, pensando de uma forma simples, o bovino ele sempre foi presa na natureza. Então ele tinha que ir lá, comer uma grande quantidade de alimento, muitas vezes não selecionar tanto quanto um herbívoro como o equino, para depois, em um outro momento, ir lá, num lugar calmo, num lugar que não representar ser risco para ele e conseguir fazer a ruminação que uma coisa que nos equinos não acontece, porque justamente eles conseguem ir lá, comer de uma forma de vagar alimentos mais selecionados, vamos descelecionar mais o comportamento deles de ingestão. Calais, se algum predador aparece eles conseguem correr e diferente dos bovinhos que tem que ir lá e comer uma grande quantidade, e depois ir lá para um lugar que propicia a ruminação, que até seria uma das próximas coisas para a gente definir aqui juntos do que seria essa ruminação, Julio, o que que tu pode ir requecer nessa discussão aqui para nós? Certo, muito bem colocado. Então basicamente como tu falou, o bovino ele vai, primeira coisa, pegar tudo que tem ali de capin, né, ou da dieta total, dependendo do sistema que a gente está falando hoje, joga para dentro do rumo. Depois, esse material ele vai retornar para boca, justamente isso aí que é o nosso processo de ruminação. Então existe um reflexo que ele faz um bolo, uma parte do bolo alimentar, ela retornar para a boca, e o animal vai passar, então, um tempo ali, mastigando esse bolo alimentar, e então deglutin novamente. Nesse processo de mastigação, que geralmente por bolo alimentar ele vai se entorne de 40, 60 bocans, movimentos de mastigação por bolo, nesse processo ele que vai acontecer, vai acontecer a redução do tamanho das partículas, ou seja, é ali nessa, nesse processo de ruminação que você vai conseguir, também das partículas para então isso aí facilitar o problema.
processos de digestão para aumentar a área de superfície desse material para ter mais contato por partes das bactérias, da população que está lá dentro do rumo bactérias, fungos para os dois oires, tem maior superfície de contato com esse elemento para poder então digerir. Então, enquanto está nesse processo de mastigação, você tem redução do tamanho de partículas e a adição dessa liva, que é muito importante uma vez que a saliva ela é rique em bicarbonato de sódio e é o que vai auxiliar no tampulamento, no controle do pH, o mineral, uma coisa que a gente vai falar mais a dieta, certo? -Certo. Então, não existe nenhum outro lugar, senão há boca dos ruminantes, que consiga diminuir o tamanho dessas partículas. Então, é como se ele fosse lá e fizesse uma ingestão um pouco mais grosseira e depois em um outro momento ele vai lá, regurgir, darimastiga, redegluta, aquele material, porque o material só vai continuar a passagem dele pelos outros para estômagos e até chegar no estômago verdadeiro, se ele tiver uma granulometria, vamos dizer assim, menor que 1,8 milímetros, então ele tem que ir mastigando e diminuir essa e se bolo alimentar até chegar numa um tamanho específico para continuar dando passagem pelo trato gás final. Sim, aí, eu só aproveitando então já que você estava comentando aí dessa passagem, só para nossa audiência e que está se me permitir, então, eu vou colocar aqui para quem está com acesso ao vídeo, a gente pode ver aqui do meu lado, a gente tem um rume, certo? Então, aqui eu tenho, vou falar uma vez, eu consigo, aqui eu tenho o saco, basicamente, se a gente falar um pouquinho da anatomia do rume, aqui a gente tem o rume ele é dirigido em 4 sacos, um saco doursal, certo? Eu vou tentar achar um saco doursal, um ventral, certo? E dois sacos posteriores que eles têm um pouquinho mais juntos aqui, vai que o detraso consegue ver que ela é bem dividida pelas pregas, certo? E depois aqui os dois sacos posteriores estão um pouquinho mais juntos. Na frente, eu tenho o retículo mais crinamente, nessa gente for trazer o termo, tem o retículo e depende da escola, ela vai considerar tudo isso aqui que a gente está vendo como cavidade é rúmino reticular, certo? Como se fosse alguma coisa só? Porque querendo não rume em retico, embora ele seja, seja, de certa maneira, diferentes anatomicamente, eles estão bastante unidos, que é uma desse, depois, aqui vai ter então uma, um canal ali que é o que vai levar aí lá, promaso e depois eu tenho um abumaso. Mas enfim, o que a gente tem basicamente aqui da insolomiya são esses aqui os compartimentos e, com relação à parte interna, como às vezes a gente busca alguma coisa para poder fazer uma analogia, provavelmente o Bruno vai adicionar aí alguma imagem de, talvez, né, tenha, né, Bruno? Alguma foto aí do rume interna-mente. Onde a gente pode ver, né, que ele basicamente é como se fosse um tapete, que ele está na ptd pelo, a gente consegue ver que são as as, uma analogia que a gente faz, é o tom de tapete de pelos, justamente são as papilas ruminais, que existem justamente para aumentar a área da brilhissorção desse, desse rume. No retículo, por sua vez, a gente já tem uma anatomia um pouco diferente, porque já vai, essas, é, o tecido ele vai se assemelhar muito mais a, como se fossem favos de mel. E aí, depois a gente tem uma, uma, certas complicações que podem invindir com a insediça, né? Exato, acho que a gente já, vamos dizer, passou por, por esse lado externo e a gente focou um pouco agora no lado interno do rume, e é justamente isso, Juli, acho que quem fez aula da anatomia sabe que os professores fazem essas associações com, com outros tipos de, de objetos ou de cenários para a gente memorizar melhor, mas basicamente, a parte de dentro ali do, do rume do retículo tem projeções na, na mocosa, que ajudam, basicamente, ou são praticamente duas funções, uma é proteger, ser uma barreira para não entrar esses micro-organidos, então como Juli falou ali dentro do rume no retículo, a gente vai, vai ter acontecendo fermentação, porque é um, tem um processo de simbiosa acontecendo ali, você já tem bacterias, fungos e protosuários ajudando a digerir, a quebrar e gerar os ácidos grásticos da deacurta, então a primeira, a primeira função dessas papilas do rume ou do retículo é ser uma barreira, ter a, protetora e a segunda é absorver os ácidos grásticos volates, que são aí o, o produto da fermentação dos micro-organizos, mas agora, Juli, você tocou ali num ponto, até foi muito bem, a didática ficou muito boa com esse rume, é atrás, porque que essa, essa posição cranial do retículo, muitas vezes pode, enfim, gerar algumas complicações clínicas, eu diria assim, nos ruminantes, eu sei que você já, já foi um estudioso e acompanhou alguns casos desse tipo, mas o que que pode acontecer? -Certo, certo, é na época que a gente estava na faculdade, né, de tudo, a gente procurava sempre tudo que envolve a vaca, tá mojindo, a gente tá no meio, então também a parte de clínicas, cirurgia, a gente tava junto, que acho muito interessante isso, a faculdade nos permite, poder ter contato com diversas áreas, porque depois você consegue estar linkando tudo e transformar isso em conhecimento prático, pra tá passando para o produtor, na condição distencionista, então vamos lá, primeira coisa que a gente fala sobre rumei, né, tão no bezerra, logo depois que nasa o cupeitor no rume, como proporção ali, o cupeitor de 30% receita, pegar todos os estômagos aí, rumei, 30%, reticou 8%, o maiso, 13%, e o abomazo na bezerra é a maior parte, 49%, as metade, quando a proporção é nos estômagos, na vaca, a pessoa vezes é imó adulto, você já tem o rumei ocupando mais da metade dessa proporção, 57%, reticou a não muda muito, vai tá entrando a gente de 7%, o maiso, 24%, e o abomazo, que a gente diz era metade da proporção agora ele é só 11%, então tu vê que depois o rumei ele acaba ocupando grande parte aí, por isso vai estar o lado mais esquerdo, creneado, animal, na cavidade abominal, e então ocupam uma grande espaço ali, quais são os principais doenças que eu poderia pensar quando falo de rume, bom, tempanismo e acidosi, estão ali, principalmente essas aí que a gente precisa ter sempre em mente, são dinâmicas diferentes e tudo mais, mas que são os principais doenças de rume que pode estar acontecendo, quando a gente fala ter reticuo, principal doença é justamente ligada na tomia, quando o Bruno falou, que visto que o reticuo ele tem dentro, a locoza dele é informado de falvos de mel, isso aí permite muito a retenção de partículas, certo, de alimento maiores, e não só tudo que for de material como arame, brega, tudo o reticuo de material que não deveria estar ali, ele vai acabar ficando retido no reticuo, justamente por causa dessa anatomia, a anatomia dele é uma material mais pesada, ele não vai estar indo adiante e esses falvos de mel também, eles permitem que esse material fique ali retido. E por conta da localização do reticuo, como a gente vê que ele está bem crânialmente, ele já tem contato direto ali com, obviamente eu tenho a operitônima, já tenho o dia fraque de arma logo ali separando a cavidade abdominal da cavidade respiratória, e logo ali junto, basicamente somente de dido pelo diafragma, eu já tenho o pericárdio e ocoração, pericárdio basicamente aquela membrana que reveste, ocoração. Então, no momento que eu tenho um material ali perforocortante dentro que vai ficar retido ali dentro do reticuo, eu tenho o risco de estar usando uma perfuração desse retito, e na melhor das hipóteses eu vou causar uma peritunite, porque esse líquido ali, o brinho bem comentou, essa população do barqueteira, esse o mais que ele dentro, ela vai se estraculado o rumem e, em certa quantidade de peridão da gravidade dessa lesão, vai causar ali uma peritunite que geralmente, clínicamente falando, o bovino ele consegue suportar até muitas vezes sem demonstrar da grincinais, muitas os peritônele da conta, ali de envolver e resolver o caso por si só, muitas vezes a diferença da conta, ou numa situação pior que foram material, o ponto de agudo um pouco mais longo, esse vai chegar lá no peritônio, lá no coração, e que vai causar a tal da retito pericárdite traumática. Então, são situações que podem acontecer e que está totalmente ligado aí na lokalização do nosso retito. Só para a gente fechar ali a parte pra ali, não ficar a poxa, falou somente de rumem retico, e depois falaram ainda que tem quatro estômagos. Sim, existem mais outros dois estômagos, ele tem o omazo, mas conhecido como, 60 folhas, principal funcionou o omazo, vai ser a absorção de água e, doenças relacionadas ao omazo, poxa é uma coisa muito rara da acontecer. O que esse ve na literatura, mas dificilmente você vai encontrar alguém que pegou um caso desse é compactação, eu pelo menos nunca vi, e também com quem conversa, nunca vi ninguém que tenha tido uma experiência, sim, mas é o que ele terá por acabar trazendo. E no abomazo, principalmente dentro do caso em vacas, em lactação, o novo postparto, o maior problema é o nosso querido deslocamento da abomazo. Então, são todas as questões aí pra gente ter, tem mente quando vai falar de seus quais são os
problemas que podem estar sendo causados aí nessas não existou no rumo de rumina. Sim, do do júlio. E até falando agora um geral, basicamente o rumo então ele fica localizado aí mais ao lado esquerdo do animal na cavidade do no al esquerdo, ocupando quase, sei lá, 80%, 90% quase a cavidade do no interior. E naquele ponto que você falou de como os pré-estôgulos tem um desenvolvimento diferente desde que na aça é testa normal uma animal adulto. O abomazo, às vezes para alguém pode parecer que quando ele passa de 49% do tamanho dos pré-estômigos para, do tamanho dos estômigos para 11%, é que ele diminui, mas na verdade não é um desenvolvimento alométrico que ele chama o valor absoluto, o tamanho absoluto do abomazo não diminui. O tamanho do rumo em que aumenta muito, né? Então aí no animal adulto a gente pode chegar num rumo em que tem uma câmera aí que é uma câmera fermentativa que chega a 180, 200 litros de capacidade volumétrica. Então é onde a maior parte da digestão ocorre e pode se assumir que devido essa capacidade volumética do rumo determina também a capacidade digestiva do animal, porque se ele é o maior compartimento e é onde a maior parte dos alimentos fica e passa e sofre esse processo de fermentação, a gente tem como linkar esse mecanismo de regulação de ingestão com a anatomia do rumo, que mais que você pode comentar e trazer algumas ideias sobre isso, Julho. Sobre a questão então lá da combinação em si, dessa capacidade de ingestão do animal que eu comentou, então como a gente falou, porque vai ter a arrominação, então esse processo de mastigação que justamente vai reduzir o tamanho de partículas e condição dessa liva, ela vai aumentar esse pH ou controlar o pH para que ele fique em torno mais ou menos em torno de 6, num range de 5.8, que eu acelisimei dependendo de várias condições da dieta e tudo mais da velocidade de fermentação, um número de vezes que esse animal foi alimentado e tudo mais, mas mais ou menos o range é esse. E um dado importante, eu te comento ali no começo que o animal vai mastigar cada bola em torno de 40 a 60 vezes, querendo um nan, 40 a 61, ter valor bastante grande e vai ter animais que talvez até superem esse valor, o que influencia isso? Vai ter uma dieta em que animal vai com uma estigação muito 40 e vai ter uma dieta em que animal vai mastigar 60 vezes. Aqui a gente pode estar linkando muito bem com o conceito de fragilidade dos alimentos, o pH basicamente é a fragilidade, é o quanto de energia animal tem que gastar ali mastigando para reduzir esta moína parte, fazer uma analogia bem simples aí da gente entender. Uma coisa é a gente, e como é um churrasco, Bruno fazia uma carne de pescoço e a outra depois servir um contra filé, a energia dos gastar para mastigar para comer a carne de pescoço vai ser muito maior, então você vai ter que mastigar um número bem maior de vez do que eu contra filé. Então, exatamente esse conceito de fragilidade, se a gente fornece ingredientes, o feno de má qualidade, o feno é com um ponto de maturação muito mais elevado, porque a matura mais velha fica a planta, mais deposição de paredes celular e menos frágil fica esse alimento, menos digestivo fica esse alimento. Então, é o que eu forneço ingredientes de pior qualidade, esse animal vai ter que estar mastigando por mais tempo, esse material vai ficar mais tempo dentro do rumo, ficando mais tempo dentro do rumo para ser digirido, ele vai alterar a taxa de passagem, ou seja, vai demorar mais tempo para esse material avançar no trato gasto intestinal, e demorando mais tempo para ele avançar no trato gasto intestinal, mas o alimento, ou seja, alimento com uma pior digestibilidade ou com uma pior fragilidade, ele vai ter o impacto direto na ingestão de matéria aceita, por isso a gente precisa ter conceito. Fragelidade e digestibilidade são dois conceitos de certa maneira diferente, a fragilidade a gente está falando sobre quanto é de energia você cassa para digirir e digestibilidade, para reduzir de gâmbula o tamanho de partícula e digestibilidade, quantos por cento daquele material tem potencial do seu digestivo, certo? Então, eu vou ter uma sempre uma afração de uma fibra, de alguma coisa que vai ser indigestivo, por si só. Porém, eu tenho, por exemplo, uma alfafa que ela vai ser muito mais frávida do que o fenômetro de trigo, certo? Ela vai, você vai dedicar menos, não vai dedicar tanta energia, não vai dedicar tanta energia para estar degradando essa fenômetro é o falo. [Música] Ok. É como muito claro que, Julio, eu acho que a gente consegue, a gente está costurando bem os temas aí, de anatomia, de ingestão, de como que os alimentos influenciam muito o que acho que esse que é o papel do nutricionista é tanto, entender como é o mecanismo, a maquinaria do rumo, e como que ele se comporta, frente a diversos tipos de alimentos. E muitas vezes, o nutricionista vai ter que ter com os alimentos que ele tem disponível naquela região, ou naquela fazenda, para alimentar o animal e para suprir, para nutrir esse animal. E uma das coisas que eu imagino que eu sei que você vem estudando aí, e é um tema bastante interessante, uma característica dos alimentos bastante interessante, que é a fibra, a fibra fisicamente efetiva, o FDN, fisicamente efetivo, e qualquer relação dele dentro dos alimentos, como é que ele pode alterar, melhorar, piorar a saúde ruminávamos assim. Certo, muito bem, muito bem colocado Bruno. A gente comentou antes que justamente, muitas vezes eu sou coloca o alimento de maqualidade, ele vai estar ficando por um período muito grande lá dentro do gum. O quanto mais grande, para ter uma ideia, a pália ela vai ficar em torno, dentro do trato gastrointestinal, em torno de 60, 72 horas. Ao passo de que é um feino, uma selaje de mil, vai ficar um tempo muito menor, por um de 30, 40 horas. Certo, isso fala no trato gastrointestinal total. E sobre a questão da fibra fisicamente efetivo. A gente falou, justamente, que tem alimentos aí que eles vão ficar por mais tempo dentro do rumin, e, portanto, eles vão influenciar negativamente na ingestão de fibra seca, mas o contrário também precisa prestar atenção. Se não se vai dizer a beleza, porque era um mentaio gestando uma terra seca, para produzir mais leite, para ter um maior enxiliprodutividade, beleza, eu vou reduzir a fibra ao quase zero. Não tem como. A gente tem que lembrar que é um ruminante, então, a gente precisa ter uma quantidade de fibra ideal para que ela consiga manter a ruminação, de um rumin, saudável. E quais são as maneiras, com que você conseguia acessar isso? quais são os dados que você poderia utilizar para ter como métrica. Principal delas é a fibra de foragem, certo? Quer recomendar, em que eu de 19, 21% defi pra DFTN de foragem, FDN, FDN, FDN, entre detergint, e outro. Então, turno de 19, 21% da dieta em macera-seca, precisa ser FDN de foragem, certo? Isso é um dos dados. Tem um FDN total da dieta, então também é um outro dado que eu posso estar atrilando, torne de 32, 35%, talvez 31, mas vezes, dependendo do tipo de dieta. A certa defiatoria, o que depois a gente vai comentar também, mas então eu tenho FDN total, injunto com a informação também da FDN de foragem da dieta, 100% de 19, 21%, e depois eu tenho FDN fisicamente efetivo, que basicamente é aquela porcentagem de partículas que fica da FDN, que fica acima de um rengue, dependendo da escola, vai utilizar oito milímetros, e a gente vai estar utilizando lá os peneiras da pesteite, tem um conjunto de quatro peneiras, primeira com 19 milímetros, segunda com 8 milímetros, a quarta, desculpa ter cera, um quatro milímetros e a última que eu fundo. Então, as duas primeiras peneiras, estou a cada 19, e oito, faço a sola do material que está ali, multiplico pela FDN, eu tenho um valor de FDN, fisicamente efetivo, que vem então acima de, uma material acima de oito milímetros, essa seria uma das maneiras de estar acessando. Existe uma série de fatores, como se fosse ele encarque toda a FDN, a mesma em todas as peneiras, mas isso aí é um outro discurso, mas é uma maneira também, tu está acessando, tu vai saber, então eu FDN fisicamente efetivo, que é aquela FDN que vai estar estimulando propriamente a combinação, que vai estar frenando que levou, alimentar, que vai estar gerando uma estigação, que vai estar levando a salivação animal e a saliva chegando lá dentro do rumo, que vai auxiliar, então, a manter, pegar o ruminal. Além das peneiras da pesteite que eu posto utilizando, também para saber como é que está a saúde desse rumo, que eu posto utilizando, sabe, eu já muito bem, né, vou nos notar os colares de ruminação. Então hoje é uma outra tecnologia que a gente tem, em torno, em média, ou o ruminante ele vai estar combinando ali seus 450 minutos, como o rumo.
e nem ali, quando dependendo de forma com que baixa, poste ali algum problema que, do mais maneiro geral, pode ser 55 minutos por dia, o animal vai estar dominando, esses colares são capazes de ter que estar quando tem um problema, uma redução grande dessa combinação. Penas para adicionar aqui, então dá para a gente linkar com isso que o ruminante evoluiu comendo pasto, o ruminante precisa defibra na dieta, ele precisa de alguma estimulação acontecendo dentro do rumin, para que o rumin se torne, para que o rumin fique funcional, vamos dizer assim, para que o rumin continue fazendo papel dele, quer ruminar, que é diminuir o tamanho das partículas grosseiras que lingeherem, e como você falou, como isso vem, vamos dizer da evolução dos ruminantes desse ato de ruminar, a ruminação é um bom indicativo de saúde ruminal, como você falou ali das colheres, em um dos estágios que tive a oportunidade de fazer, foi lá em Santa Maria, na Calmede, que ele é um são mais tartápios, hoje uma empresa, que trabalha com as colheres aí de ruminação animal, então era muito claro quando a gente analisava um gráfico que mostrava a ruminação de uma vaca, o tempo que ela passava fazendo nos atividades dela durante o dia, e o tempo que ela passava descansando, quando a atividade e o ócio se alterava em uma forma brusca, geralmente isso aí não indicava muita coisa num quesito de saúde do animal, agora quando a ruminação cair de uma forma drástica, você podia contar que a vaca ia apresentar algum sinal clínico em 24 horas, sabe, então é um dos sinais mais sensíveis do animal, ou seja, a vaca lagoça de ruminar, aí como você falou com 450 minutos, isso é mais ou menos um terço do dia de sete horas e meia, sete horas e meia, oito horas do dia, a vaca então passa ruminando, então isso dá pra brincar em como a gente, como eles têm, como é importante essa atividade animal, não é animal, o gosto de ruminar, isso é um indicativo de saúde, claro que quando a gente vai intensificando os sistemas, ou seja, tirando parte da fibra e colocando alimentos cada vez mais concentrados, a gente precisa passar uma certa adaptação, uma seua animal, viver se como ele vive na natureza, ele ia estar lá comendo pasto, até tem um dizer que assim que a vaca fosse para um restaurante, ela iria entrar todo dia pelo mesmo lugar, sentar na mesma mesa, chamar o mesmo garçom e comer a mesma coisa, porque elas amam rotina, elas querem, elas gostariam sempre do mesmo alimento, mas a gente sabe que hoje com a intensificação, e com a, vamos dizer, a busca por maiores produtões, maiores produtividades diria assim, a gente vai estar alterando a dieta animal, de uma dieta cada vez menos fibrosa e mais concentrada aí na dieta total, e muitas vezes essas mudanças podem acarretar alguns desafios na dieta animal, o que que, como é que você enxerga julho essas mudanças que venha acontecendo hoje, como é que a gente consegue mudar a dieta da vaca, assim diminuir, gestando em matéria seca, sempre prejudical animal, que mais que você pode contribuir para nós nesse tema. Então, como a gente estava comentando sobre a fibra, que ela pode estar fazendo efeito aí de enchimento do rumem, e interferindo na ingestão de matéria seca, esse seria um dos principais fatores aí da que envol influenciar na ingestão de matéria seca, mas não é o único, a gente tem basicamente para resumir três fatores que vão influenciar na ingestão de matéria seca, um deles então é o físico, essa questão da fibra, se eu tiver uma fibra menos gestível, uma fibra com um tamanho de partícula maior que vai estar causando efeito de enchimento ali no rumem, ela vai permanecer por mais tempo, então como a gente já comentou, esse aí então é um dos fatores, fator físico. Eu tenho ainda fator metabólico que aí entraria a teoria da oxidação hepática, que é um outro assunto que a gente pode estar abordando em um outro momento, e justamente às vezes é uma produção de propionato muito maior, que isso aí vai entrar lá no fígado, isso aí vai emitir um sinal que tem uma grande carga de energia e por conta disso dessa grande energia circulante vai estar diminuindo a ingestão de matéria seca, certo? E por último, tem o fatores não nutricionais, que basicamente são fatores ali de manejo, se eu ter um coxo vazio, não tenho alimento disponível para os animais, isso aí vai interferir na ingestão de matéria seca, é um estresse por calor, já é bem sabido com estresse por calor, ele vai diminuir a ingestão de matéria seca, água, demacoalidade ou disponível em quantidade pequena, condições de superlatação, tudo isso aí são fatores não nutricionais que podem estar interferindo na ingestão de matéria seca. E foi legal que eu comento ali realmente, de novo a gente voltou para o topico de pH com a vitamina C, a vitamina C, a amantesção do rumo e por isso a gente não comentou, porque o pH é tão importante assim, como o bruno comentou ali bem também, você tem ali a fibra, tem amido, são ambução carboidratos, mas são carboidratos com características totalmente diferentes, com distibilidades totalmente diferentes para a gente resumir. Eu tenho bactérias que degrado amidos, eu tenho bactérias que degrado a parte de fibra, as bactérias que degrado a parte de fibra vão estar trabalhando muito bem, uma faixa de pH, o turno de 6, 6 e meio, as bactérias que degrado amido em turno de 5, 9, 6, 5, 8, eles vão estar trabalhando muito bem. Quando chega em 5, mais ou menos ali por 5, 8, as bactérias que degrado um fibra já não estão mais funcionando e abaixo daqui do alí, depois também param as bactérias que degrado amido, então, se você não mantiver o rumim com pH adequado, você está matando exatamente essa população que é encarregada da digestão desses carboidratos, que são os encarregados de produzir nos artes, os grátis voláticos, que é o que vai levar aos precurções da glipose, energia e tudo quanto, produção de proteína microbiana, então você precisa manter alimentar o animal, para atingir as outras produções sempre tendo em consideração a saúde do rumim, porque querendo não, então, de 55, 65% da proteína microbiana ela vem, da desculpa da proteína, metabolizar o animal, é proteína microbiana, então assim, os microorganismos luminaises em ter um papel fundamental, a gente precisa cuidar deles, sobre para a gente poder manter a saúde desse rumim ali, o que então a gente já comentou ali sobre a físcar, físcarmente efetiva, e não somente também a gente precisa ter a físcar, tem que ter uma fonte de proteína, uma fonte de amido, de energia, que sejam todas compatíveis, sejam de gestíveis disponíveis, na mesma velocidade, para justamente as bactérias, microorganismos luminais, degradarem isso e produzirem, então, a proteína microbiana e os artes graxos voláticos. Sema situação tiver faltando físcarmente efetiva, qual seria uma alternativa? Tendo disponibilidade, um fenolipior qualidade, uma palha, por exemplo, a palha, você vai estar adicionando, visto que é uma palha, é uma maneira muito menos digestível, você vai estar utilizando dela em pequenos quantidades, se você está falando para bovinos deleite, evacuas lactação, de alta produção, você vai estar adicionando 250 gramas, 500 gramas, tendo o máximo um quino, certo, de palha, para estar corrigindo, às vezes, se você tem, às vezes, pouca fDN, física, me defeitiu. E como é que você vai monitorar, se isso está dando defeito para a tionão? Depois de seus três, quatro dias, você vai perguntar para as vacas, o que você vai lá, o que você vai ver? Esquadro de fases, vai ver, não somente o esquadro, você vai ver o como de esparer ele está isso, para observar o grupo, né, de animais, então, esquadro de fases, como é que está ingestindo uma terasseca desses animais, produção, percentual de gordura no leite, então, você vai perguntar para as vacas e atravessar esses indicadores, você vai ver se atua a toda decisão, o que fez a linda diferente, está resultado. Uma outra coisa bem para que é uma questão da idemanejo que pode estar auxiliando, mantém o pH, o nosso urmins saudável, teve uma pesquisa bastante antiga, que ela comparou se forneceu alimento duas vezes ao dia ou doze vezes, certo? Perdão concentrado, duas vezes ao dia ou doze vezes ao dia. Doze vezes ao dia, praticamente, o que uma vaca hoje que tenha tem acesso livre a TME é, a dieta de tal misturado, é o que ela vai fazendo coxa, vai comenta, orde 8 a 10 vezes ao dia, ou chega a 12, é refeição em um dia, quando ela tem alimento disponível todo o tempo no coxa. E esse sul justamente não comparou, concentrado duas vezes ou doze vezes. Quando é fornecido somente duas vezes no dia, a variação do pH é muito maior que com em 12 vezes. Então, é uma diferença de manejo, então, justamente, se eu consigo dividir isso aqui em várias vezes no dia ou fornecer na maneira de TMR, deixar esse elemento disponível durante todo o dia para o animal, ele vai comer perso porções menores, então você não vai ter picos de digestão muito grandes ali no rume, por consequência, não vai ter uma pico de produção muito grande, de arsos graxos folates, não vai reduzir o pH de uma maneira tão brusca. Então, são todas pequenas alterações que podem estar fazendo a diferença para a nossa saúde do rume. Sempre lembrar, o rume é uma câmera de fermentação que está suscitivo, as alterações que a gente faz seja de manejo.
qualquer tipo de coisa que vai influir no padrão de alimentação desses animais. Eu acho que, para nós quase que encerrando esse assunto, aqui na minha cabeça ficou muito claro como as coisas foram toda secusturando para nós montar esse ideio. Ali nessa ter último comentário sobre o pH, quando a gente começa a alterar muito, ou seja, colocar muito alimentos concentrados na dieta do animal, esse bom funcionamento do rumo em baseado no pH ali começa a se tornar uma parte muito crítica. Então, como se falou, se a gente começar de menino em muito pH, vai linkar, vai trazer o que você falou lá nos primeiros minutos dessa conversa que é acidose, que é uma das coisas que aí podem estar prejudicando rumo. Para nós aqui, sim, caminhar para o final, mas antes disso, trazendo um pouco da tua experiência da itália, como é que são as getas das vacas letiras, que é onde está concentrado e tem os esforços, e estou doutorado, como é que é as getas da itália, e o que você viu de principais diferenças aqui comparado ao Brasil? Serto, só me permita fazer um comentário antes de lembrar quando você comentou. Dei claro, a gente precisa cuidar da cidose, tudo mais sem dúvidas, não interuda, mas isso não é de maneira alguma uma crítica uso de concentrado, muito pelo contrário, a gente precisa, utilizar porque não existe outra maneira para os animais de alta produção que a gente tem hoje, logicamente a gente precisa ter getas com uma densidade energética muito alto. Então, o que eu preciso, claro, não posso deixar esquecer que do outro lado eu preciso ter uma fibra fisicamente efetiva e um quantidade suficiente para manter a função de a iluminação dos animais, porque isso aí também foi de um veterinário que eu ouvi, ele disse que o medo da cidose pode estar gerando muito mais previso do que a cidose em si. Então, a gente precisa ter cuidado, sempre de, a gente precisa, com certeza a gente precisa estar levando os animais, são pilotos de corrida, nossos vacas de lei de hoje são pilotos de corrida, elas precisam de uma dieta muito a densa energeticamente, por ter índice, tudo mais, com os nutrientes que as precisam justamente porque as tem uma produção de lei de muito alta, mas é claro, eu preciso fazer isso, cuidando sempre da parte da combinação dos animais, certo? Ele é só para fechar esse ponto ali. Sobre a questão da pesquisa que a gente está desenvolvendo aqui, então, eu estou aqui agora basado na Universidade de Bolônio, a gente faz aqui grande número de pesquisas comerciais, ou seja, tem parceria de empresas privadas, a gente possui um flistal na Universidade, não sei em balacas e lactação, e especificamente que na região onde a gente está, é a região do Parmigiano-Redião, o queijo parmesão, a pequena região aqui do norte da Itália, onde é produzido o leito especificamente para esse queijo, onde não é permitido a utilização, perdão, desse laje, ou seja, de silage de milíipra secada, não é utilizada nesta pequena região. Todo o redor aqui, depois aqui, a gente está bem no limite, então, um ano aqui 20 km, a gente já pega propriedades com os silage de milíipra do mais, então, é que a gente está longe do contato da silage de milíipra secada, mas existem aqui dietas que não se utiliza nenhum tipo de prececado ou silage de milíipra. E isso nos é muito interessante porque ela acaba ainda enxerando uma forma de alimentação um pouco diferente, porque você vai acabar utilizando 10, 12 quilos de feno para esses animais, coisa que às vezes a gente pesca o chavita, que feno é 2 quilos, 3 quilos no máximo, é que acabou. E ao contrário, não, a gente pode estar mudando isso, desde que a gente tem o conhecimento ideal, 2 alimentos, de quais alimentos você está juntando tanto, de que padrões e estes estibelidade, junto de corte, porque não adianta que você não vai querer ter um feno de cementar o bota de 10 kg de material ruim, não vai que ter um feno de cilagre de milíipra, mas também, de que você vai acabar com produzilater, então, são formas de alimentação diferentes, que é muito interessante porque te permite observar que é possível tendo conhecimento dos alimentos, você consegue juntar eles e formar a tendeias de forma que eles querem manter a produção sem estilagem, e isso aí afeta até para eu erguer a bola para você falar um pouco mais sobre isso, o que isso vai afetá-la na produção do queijo, é alguma coisa organo-léptica, ou é algo mais da região, como é que isso influencia? Certo, o parmediano-rediânia, tido como o Rei dos quejos, é uma receita milenar e que eles querem ainda manter a tradição da maneira com que era feita, lá quando começou com os monos, os peniditílios e tudo mais, que é leite, sal e coalho, e acabou, e são quejos de longa maturação, a gente está falando de quejos que eles permanece por 24, 36, 48 meses de maturação, e, se for sentilizado em cilados, existe o risco do desenvolvimento de tipo específico de clostridion dentro da massa, e para essa longa maturação você é o casional e dentro da fermentação, e o estufado queijo, certo? Então você não pode utilizar justamente uns principais motivos, além da parte organo-léptica, os aços graxos, o perfil de aços graxos do leite e tudo mais, você tem que principalmente esse desenvolvimento do clostridion, no gran apadano, que é um outro tipo de queijo muito similato, mas onde você pode utilizar esse lado, o que acontece é adicionado uma enzima, que ela acaba matando o clostridion, se você tiver presente, então no parmídio noridiano é um negócio pouco mais tradicional, então não se utiliza justamente para não ter essa pura eferação. Joy, quem quer produzir queijo de qualidade, olha para a itália, acho que é uma mensagem que tem que ficar quase claro aqui para nós também. Júlio, se eu cuidado muito grande. Tudo bom. E uma outra pergunta que aqui é um pouco mais pessoal, porque eu sei que você trabalhou aí, eu diria que, ardoamente, por um longo período na tradução, porque não a bíblia dos nutricionistas deleite hoje, do NRC ou do Nasim. Como é que foi esse trabalho? E se alguém tiver interessado aí na versão que hoje tem em português, como é que foi, como é que eles podem acessar esse material? Certo, certo. Bom, foi um período, quando o passado inteiro, praticamente a gente se dedicou a tradução, o livro foi lançado em dezembro de 2021, o Nasim de 2021, depois de 20 anos, sem atualização, que o último que tinha ficado foi o NRC de 2021, depois de 20 anos em dezembro de 2021 ele foi lançado nos Estados Unidos. E em janeiro, a gente iniciou aqui o processo de tradução do material. A gente foi numa equipe de 25 profissionais de todo o Brasil, onde a gente conseguiu levar a cabo o processo de poder trazer para a língua portuguesa esse material que, como você comentou, é a bíblia da nutricão. Então todo mundo que quer entender que vai trabalhar ali como nutricionista, como estacionista que vai precisar entender sobre nutricão, precisa por ler esse material. Enfim, pela primeira vez na história, a gente fica muito feliz de poder trazer ele para a língua portuguesa, né? Porque a gente será um conteúdo acessível somente no inglês. Ótimo. E a gente será que pode deixar um link aqui na descrição, julho se alguém quiser adquirir esse material? Ah, claro, com certeza, a gente pode deixar assim. Ótimo. Julho, para nós finalizar aqui algumas perguntas que não necessariamente são técnicas, mas eu acho que fecharia bem a nossa conversa aqui, que eu acho que a gente, enfim, passou muito bem por esses temas da anatomia e de como que a gente consegue enxergar anatomia da visão do nutricionista, da visão de alguém que esteja trabalhando com as getas. Mas agora, sobre o julho, sobre a ira tua carreira. Tu lembra onde que foi o teu primeiro estágio e se tiver alguma coisa que você lembra ter aprendido naquele estágio, o que você pode trazer aqui para nós? Certo. Muito boa pergunta. O meu primeiro estágio, ele foi o estágio do técnico europeuário em Campos Novos, que foi o estágio de três meses seguindo dois veterinarios, um que era mais de clínica e reprodução e outro que era mais de um trecionista. O que eu trouxe de aprendizado é que qualquer área da produção animal é muito mais sobre pessoas, do que muitas vezes sobre animais, propriamente dito. O que eu quero dizer? Você tem que estar tendo um cuidado muito grande, com a equipe, com a qual você está trabalhando ou quando você está na condição de um assistente técnico, você vai ter que vender a tua ideia na propriedade, você precisa, sem dúvida, ter primeira confiança das pessoas e cuidar muito do relacionamento com as pessoas, porque você sugere uma alteração, não é você que vai fazer alteração, só as pessoas que estão lá dentro da propriedade dia a dia. Se você não conseguir vender a ideia para elas, a mudança não acontece. Então, é muito mais sobre pessoas você precisa ter um
cuidado muito grande com as relações que você tem. As pessoas, caso contrário, as mudanças que você sujeerem, sempre na melhor das intenções, mas se você não conseguir vender a tua ideia, você não vai ter. Acho que isso reflete muito a pessoa que você é hoje preocupado com esses relacionamentos, contratar bem as pessoas com vender as ideias. Eu acho que casa bem com as pessoas que conhecem você, vão saber do que estou falando. E agora a última pergunta, Julho, qual é o livro que você mais recomenda e qual é o seu livro de cabecer a hoje? Eu sei que você é uma pessoa que também gosta bastante da leitura e acho que ele virou parte dos teus hábitos. O que você pode trazer para nós nesse sentido? Certo. Eu acho que o livro que eu mais recomendo hoje chama-se sapiens, uma breve história da humanidade. É um livro que poxa para os momentos que a gente querendo não passou ultimamente às vezes, que estão demundo. Eu acho que ele é um livro que ele resume bem de uma maneira, tanto quanto o genial, claro, qualquer tipo de generalização, ele é um pouco. ela tem, vai ter sempre um viés a alguma coisa, mas ele é um livro que ele tem mais sacadas muito inteligentes. O autor e o Yuva, ele teve uma. ele foi iluminado para conseguir ter mais sacadas bastante muito inteligentes. Então é um livro que eu recomendo. Meu livro de cabecer a hoje é que todo começo de ano eu dou uma recapitulada, é o que eu estou pegando, é o omões executivo, que é um gênero que é um gênero que é um gênero que ele conta uma história sobre a essência da literança. Pegue exemplos de grandes líderes, ou insides de grandes líderes, Ford, Carnie e Madre 3 de Calcutá, Jesus Cristo, então são vários ensinamentos e que poxa. Ele também foi muito inteligente, e a gente enreu unir isso aí em uma maneira de uma história e traço todos esses insides aí para que um quer ser líder, o conceito de liderança, primeiro que. Para quem quer ser líder, primeiro precisa ser um servidor, quem quer liderar precisa servir. Pessoal, se colocar muitas vezes os desígios dos outros a frente, o Ciano para ser grande, ele precisa se colocar abaixo dos rios. Então é uma coisa bastante interessante porque ele conta aí, ele reúne essas ideias de grandes líderes do mundo e poxa-se alguém for contra as ideias de Jesus Cristo, Madre 3 de Calcutá, Carnie, bom. Eu não sei quem é que a gente pode utilizar como eu exemplo os ideias. Que demais, Vídeo, duas ótimas indicações aí. Enfim, agora agradeço a sua presença, agradeço seu tempo, não foi fácil gravar essa chamagem para o cara, conseguir gravar esse episódio para nós, mas Julho, muito obrigado. Se trouxe vários insides aqui para nós. E tem alguma mensagem final aqui para nós, Odense? Certo, primeiro é ter o que agradeço, né, para o puxa-vídeo para mim, é um prazer imensa, está aqui compartilhando o cadeira contigo, digamos assim, tá juntando esse projeto, ajudando de alguma maneira, eu te com muito feliz pela lembrança, e certamente sempre que precisar, a gente tá aí sempre só a mensagem de distância. Para os ouvintes, então se eu tiver que dizer, dar algum conselho, é atualização sempre. A gente não pode deixar que depois esse formado, tem que. Pode ser da o luxo de ficar, quem tá já fica 2 meses sem pegar um livro, sem pegar, se eu buscar essa atualização, artigo, uma coisa, você já tá defasado. E o mercado ele acaba eliminando quem não entrega resultado, e para entrega resultado, eu tô precisando estar embasado, tanto, tecnicamente, quanto depois, com soft skills, porque não é só de conteúdo técnico que a gente vive, que precisa também, tem o cuidado de tudo, bala nosso sobretudo. Muito obrigado, viu Bruno? Imagina, sem dúvidas, sem dúvidas Julho concordo com tudo o que você disse, esse foi Julho de Matos Vetor, falando aqui sobre a nature, a anatomia do Rumion. Agradeço a todos pela audiência e até o próximo episódio.
Podcast Summary
Key Points:
O episódio introduz uma série de cinco episódios sobre os "cinco pilares do rúmen": anatomia, fisiologia, microbiologia, semiologia e fermentação.
A principal diferença entre ruminantes e não ruminantes é a presença de pré-estômagos (rúmen, retículo, omaso) que permitem a digestão de fibra.
A ruminação é um processo de regurgitação e remastigação que reduz o tamanho das partículas e adiciona saliva rica em bicarbonato, essencial para o controle do pH ruminal.
O rúmen é dividido em quatro sacos e possui papilas que aumentam a superfície de absorção de ácidos graxos voláteis.
O retículo, com sua estrutura em favos de mel, retém partículas pesadas e está sujeito a complicações como reticulopericardite traumática.
As principais doenças ruminais incluem timpanismo e acidose, enquanto o deslocamento de abomaso é comum em vacas no pós-parto.
A capacidade volumétrica do rúmen (até 200 litros) determina a capacidade digestiva e a regulação da ingestão alimentar.
Summary:
O episódio inicia uma série sobre os "cinco pilares do rúmen", começando pela anatomia. O convidado Júlio, veterinário e nutricionista de bovinos, explica que a principal diferença entre ruminantes e não ruminantes são os pré-estômagos (rúmen, retículo e omaso), que permitem a digestão de fibra. A ruminação é destacada como um processo crucial: o animal regurgita o alimento, remastiga-o com cerca de 40 a 60 movimentos por bolo, reduzindo as partículas para menos de 1,8 mm e adicionando saliva rica em bicarbonato para tamponar o pH ruminal.
O rúmen é dividido em quatro sacos e possui papilas que aumentam a absorção de ácidos graxos voláteis, enquanto o retículo tem estrutura de favos de mel que retém partículas, podendo levar a complicações como reticulopericardite traumática se houver perfuração. As principais doenças ruminais são timpanismo e acidose, enquanto o deslocamento de abomaso é comum no pós-parto. Júlio também aborda o desenvolvimento alométrico dos estômagos: em bezerros, o abomaso representa 49% do volume, enquanto em adultos o rúmen ocupa 57% (até 200 litros), determinando a capacidade digestiva e a regulação da ingestão.
A série promete aprofundar temas interligados para construir uma base sólida em nutrição de ruminantes.
FAQs
A principal diferença é a presença de pré-estômagos (rúmen, retículo e omaso) nos ruminantes, que permitem digerir materiais como a fibra, enquanto os monogástricos têm apenas um estômago verdadeiro.
Ruminação é o processo onde o alimento retorna à boca para ser mastigado novamente, reduzindo o tamanho das partículas e adicionando saliva rica em bicarbonato, o que controla o pH e facilita a digestão microbiana.
O retículo tem mucosa em forma de favos de mel, que retém partículas pesadas ou objetos perfurantes, podendo causar peritonite ou reticulopericardite traumática se houver perfuração.
As principais doenças do rúmen são o timpanismo e a acidose, que afetam a fermentação e o equilíbrio do pH ruminal.
No bezerro, o rúmen ocupa 30% dos estômagos, mas no adulto passa a 57%, enquanto o abomaso reduz de 49% para 11% em proporção, embora seu tamanho absoluto não diminua.
O rúmen de um bovino adulto pode atingir de 180 a 200 litros de capacidade, sendo o maior compartimento digestivo e determinante da capacidade digestiva do animal.
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