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#04 Estudando o Livro dos Médiuns - O maravilhoso e o Sobrenatural - parte 1

58m 18s

#04 Estudando o Livro dos Médiuns - O maravilhoso e o Sobrenatural - parte 1

O capítulo 2 de "O Livro dos Médiuns", intitulado "O Maravilhoso e o Sobrenatural", busca esclarecer que os fenômenos espirituais não são milagrosos, mas sim naturais e regidos por leis divinas. Allan Kardec argumenta que a crença em espíritos é ancestral, mas foi distorcida por interpretações culturais que os transformaram em deuses ou demônios, como nas mitologias indiana, egípcia, greco-romana e hebraica. Com a evolução humana, a mediunidade se desenvolve, e Jesus marca um ponto de virada ao mostrar, na transfiguração, que os espíritos são pessoas, não divindades. O Espiritismo, codificado por Kardec, revela os mecanismos dessas comunicações, tirando o véu do fantástico e aplicando lógica e bom senso. O texto alerta que nem todo fenômeno é real, e que é crucial analisar o conteúdo das mensagens, não apenas o nome do espírito. Um exemplo ilustra um espírito leviano que, ao ser chamado de "Eurípedes Barsanulfo", aproveitou para responder perguntas sem ser quem diziam. Assim, o estudo espírita capacita a discernir entre espíritos elevados e inferiores, evitando tanto a credulidade cega quanto o ceticismo radical, promovendo uma compreensão racional e ética do mundo espiritual.

Transcription

6228 Words, 37302 Characters

Portuguese
[Música] Você está ouvindo o podcast estudando o livro dos médios. Um estudo sequencial da obra "O Livro dos Médios de Alancardec" convertidos para você que curte podcastes e produções em alta. Essa é a nossa forma de transmitir, esperança, conhecimento e alegria. E hoje nós vamos analisar o capítulo 2 da primeira parte de um livro dos médios intitulado o maravilhoso e o sobrenatural. O programa de hoje é a primeira parte, o capítulo. Ele é complexo e na próxima semana nós teremos a continuidade do estudo que estamos iniciando hoje. O título utilizado por Alancardec para abrir esse importante capítulo, o maravilhoso e o sobrenatural, tem a finalidade de analisar, o Kardec buscou nesse capítulo analisar exatamente os aspectos místicos que envolvem, podemos dizer no presente, porque envolvia a época de Kardec e se mantém a terror de a medionidade, os espíritos que sempre foram tomados por sobrenaturais ou maravilhosos. O espíritismo estudando o tema o maravilhoso e o sobrenatural, visa exatamente colocar aquilo que é realidade no plano do que é possível a mente humana perceber, dentro do que se refere ao mundo espiritual. Tirando a ideia do fantástico, do miraculoso, daquilo que não é da natureza humana. Então o Alancardec mostra que a crença nos espíritos não foi criada pelo espíritismo e nem a possibilidade de os chamados mortos poderem se comunicar. Na verdade o espíritismo desvenda o mecanismo das comunicações, retirando a ancestral ideia do miraculoso nação dos desencarnados. A grande contribuição do espíritismo para a humanidade é a revelação por meio de pesquisas da constatação de que a existência, a sobrevivência e a comunicabilidade com os espíritos, nada tem de sobrenatural, de maravilhoso, mas é natural. E é isso que muitas vezes as pessoas não conseguem compreender, que o espíritismo vem revelar leis naturais no processo de comunicabilidade com os espíritos. Cadê que chega ao ponto de dizer que foram eles os espíritos que criaram o espíritismo? A humanidade está evoluindo. Uma evolução que nós podemos dizer em bloco, em forma de faixa, cada um estaria num degrau evolutivo, mas a humanidade vem evoluindo ao longo do tempo. Nós podemos perceber que as facilidades tecnológicas, sociais, as relações das pessoas estão se ampliando para o horizonte mais a menos. La verdade nós estamos caindo de uma faixa embrutecida de um planeta inferior de provas de expiações e estamos atravessando uma fase para chegarmos numa faixa regenerativa de humanidade, caminhando para esferas mais elevadas para um planeta de espíritos superiores. Estamos falando da totalidade da humanidade. É claro que existem sociedades mais avançadas, sociedades menos avançadas, mas regra geral nós temos observado a evolução humana, muito mais tecnológica, menos moral, mas é avanço. Inclusive os nossos corpos estão expressando essa evolução. Em relação aos corpos primitivos, o nosso corpo tem uma constituição mais adequada às condições do espírito que possa por ele se manifestar. Então nós podemos dizer que o nosso corpo tem instituições mais estruturadas para que o espírito que o habita possa se expressar de forma mais segura diferente de corpos primitivos. Ora, em sendo assim, se o nosso corpo físico está em evolução, é consequente de uma evolução do nosso corpo perispiritual, porque como já analisamos o corpo físico, é uma cópia do corpo perispiritual. Isso para que o espírito possa ter melhores manifestações. Então todas as nossas faculdades psíquicas estão evoluindo, inclusive a mediomidade. Nós estamos avançando para nos tornarmos cada vez mais conscientes da faculdade mediúnica que nós temos. Estamos avançando para a era do espírito. Então o que Allan Kardec identificou a sua época e colocou em o livro dos médios quando estudo maravilhoso e sobrenatural, foi exatamente esse processo evolutivo que a humanidade venha através, que as pessoas no passado, os povos primitivos, os povos que caminhavam na sua evolução tinham uma concepção de espírito segundo as suas possibilidades, os espíritos sempre atuaram na humanidade. Mas cada povo fazia uma leitura desse contato comum do espiritual ou com os espíritos segundo a sua possibilidade intelectual e interpretativa deste relacionamento. Então normalmente os espíritos eram chamados de deuses ou de demonios e eram tidos como seres sobrenaturais, porque é sobrenatural, porque fugia ao natural. Mas essa era a possibilidade psíquica de então. Nós vamos ver a manifestação dos espíritos em todas as civilizações, em todas as partes do mundo, mas considerados como divindades. A Índia, por exemplo, podemos citar maia e cristina como divindades do bem, do mal, mas também no Egito Secular Anubis Orus, Osiris VII, eram os despiritos se manifestando e se relacionando com as pessoas na China, no Japão, o culto aos antepassados, os deuses dragões, representando os espíritos. Era a possibilidade anímica daquela sociedade que podia compreender o mundo dos espíritos segundo a sua realidade humana. Por isso, se emprestava as divindades aspectos humanos. Na cultura Greco-Romana nós vamos encontrar na mitologia Zeus, Hermes, Láres, Séris, Divindades particulares de divindades públicas. Deuses cultuados dentro de casa, como os deuses láres, mas também deuses coletivos como Zeus. Era. a forma que a sociedade tinha de compreender a manifestação dos espíritos. Erguiam-se templos. Nós vamos ver no mundo ebraico, Géová, o Deus, que era o Deus de uma família, de uma tribo e que depois se urbanizou, ou se universalizou para citar o universo daquela sociedade. Géová era o Deus de Abraham, era Deus de Zac, era Deus de Jacó, era Deus de uma família, Deus de uma tribo, um Deus protetor de uma tribo. E as pessoas necessitavam de uma proteção, segundo o entendimento da época, e que atribuíam essa proteção, segundo as suas necessidades, ao Deus aquela entidade que eles podiam assim compreender, como interventora na realidade do cotidiano. Há uma expressão bíblica muito interessante, que nos dá bem a dimensão do que colocamos, quando a nota C mais ou menos assim, que Deus criou o homem a sua imagem e semelhança. Então as pessoas faziam a interpretação da divindade segundo as suas condições humanas. Então, Géová era um Deus guerreiro, era um Deus que protegia uma sociedade contra a outra, era um Deus brutal muitas vezes, porque ele protegia a posteridade, os descendentes de Abraham. Mas esse era o jeito que o povo tinha que entender. Na verdade, ao dizer que Deus criou o homem a sua imagem e semelhança, nós podemos entender na linha contrária, Deus, foi interpretado pelos homens, segundo as suas possibilidades, e atribuíram a esse Deus a suas virtudes e seus defeitos. Então, na verdade, o homem criou Deus ou interpretou Deus a sua imagem e semelhança. Eu contrário. É assim que nós vamos ver deuses protegendo uns em detrimento de outros. Essa era a mentalidade de então. Nós vamos ver inclusive os interpreteis dessas divindades que hoje nós chamamos de médios, mas que não tinham a postura ou uma concepção de médio, como nós entendemos hoje, porque na verdade também não se entendi a mundo espiritual, eram divindades. Os intermediários, por exemplo, na Índia, os fakires, no Egito Estacionais, os oráculos na agressia em Roma, as petonizas, no caso, por exemplo, do tempo erguido ao Deus Apólo, quando as pessoas queriam falar com Deus Apólo, eles buscavam o templo e ali quem respondia por Apólo era uma cobra, a piton. E quem interpretava a fala da cobra ou do oráculo era a ptoniza daí, a ptoniza de piton, a cobra, a ptoniza, e intermediava as respostas do Deus para o povo, para os reis. Mas nós não podemos dizer que era, propriamente, o intermediário. Nós vamos ver na cultura ebrática os profetas. Profeta, nós interpretamos hoje como aquele que faz profetias, mas o profeta na época anterior, Jesus, como é colocado na Bíblia, era como que um interpret de Deus para o povo, mas ele era mais do que isso, porque em Ebraico, na Bíblia, o profeta, ele era um líder comunitário, não propriamente, um intermediário exclusivo de Espíritos perante os homens, porque não se entendia a realidade dos Espíritos, os chamãs, os pagés, veja que todos eles, como intermediários, não tinha postura de um médium, era um intermediário, mas muito mais um líder comunitário que auxiliava o povo, segundo a suas necessidades, muito além do que seria o médio na atualidade. Então, profeta não é o médio. Veja que nós temos uma mudança exponencial com Jesus e há uma mensagem bellíssima do Espírito Emmanuel, no livro "Caminho Verdade e Vida", uma mensagem titulada "Mediunidade", em que ele utiliza uma expressão que bem indica essa evolução do pensamento da humanidade em relação aos Espíritos e ao mundo espiritual, quando Emmanuel diz que Jesus inaugurou a era da mediunidade, porque os apóstolos de Jesus, esses síngios já se enquadrariam muito mais no aspecto de médio do que profeta. Nós temos profeta até João Batista, mas depois de João Batista, os apóstolos de Jesus não se colocaram como profeta, eles não eram líderes da comunidade, muito ao contrário. O próprio Cristo não era um profeta, ele não tinha os aspectos, inherentes às responsabilidades daqueles que profetizavam. Então os apóstolos já começaram a trabalhar mais a questão mediúnica, e fica evidente ao momento na vida de Jesus que torna a clara a relação do Cristo, aí com o mundo espiritual, e não com divindades, foi quando ele se transfigura no alto do monte tabor, e ali surge a diante dos apóstolos, moisés e elinhas materializado. Então ali não estavam deuses, não eram divindades, e os apóstolos viram as aparições, ao mesmo tempo em que observaram a transfiguração de Jesus. A viera moisés e elias. Ou seja, eram pessoas que eles conheciam e que estavam conversando com Jesus, adiante apenas de três apóstolos, Tiago, João, Tiago, agora nos fugiu o terceiro, nós voltamos aqui no instante. Os três apóstolos que estavam diante de Jesus, então viram aparições de pessoas e não de divindades, porque aí inicia-se a era da mediúlidade. Ora, se inicia-se a era da mediúlidade, nós podemos dizer que inicia-se a era do Espírito, e na verdade, como mediúlidade é contato de mente comente, surgiu a era do pensamento. Nós estamos, portanto, numa era diferente. É claro que a idade média obscureceu todo aquele ensinamento de Jesus, e nós vamos ter em 1857, 18 de abril, com a publicação de livros espíritos, a inauguração da era do Espírito. Então, o Espiritismo veio exatamente daquele instante evolutivo da humanidade em que nós estamos em condições de entender mundo espiritual, ou dimensão espiritual, paralém, doméstico, do fantástico, porque Kardec observou o fenômeno espírita, que vem explicar muitos fenômenos do passado, que vem esclarecer aquilo que era tido como sobrenatural, aquilo que era tido como místico, mas há uma coisa, há muito importante na doutrina espírita, quando se estuda o fenômeno mediúnico, é que Kardec busca nos tirar a ideia exatamente do fantástico, tirar a ideia do espetacular e colocar como um fenômeno. Então, a partir de Jesus, quando ele está ali de antes dos três apóstolos, Pedro, João e Thiago, faltou Pedro na primeira parte, nós vimos que os Espíritos começam umação mais direta, junto à humanidade, Não. processo evolutivo no qual nós estamos atravessando. Então veja bem que hoje nós temos uma compreensão muito mais clara desses fenômenos, mas temos que tomar muito cuidado estudantes do Espiritismo que somos e evitar trazer para dentro da nossa compreensão espírita, ainda aspectos místicos que são muitas vezes culturais em nossa sociedade. O Espiritismo vem mostrar o que é real e o que é simplesmente imaginação coletiva. Então o Espiritismo não indosta todo fenômeno, existem muitos fenômenos que não são reais, que são puramente da imaginação, mas o Espiritismo também vem ajudar a explicar fenômenos do passado. Por exemplo, a questão das mesas girantes, Kardec, quando foi verificar o fenômeno das mesas girantes, muitas pessoas entendiam que era puramente um fenômeno magnético, e uma pessoa é capaz de funcionar o objeto, se compria dia bem essa energia, mas imagine a vez que como o íma nós podemos atrair ou afastar de nós objetos. Kardec identificou ali que haviam espíritos, porque haviam uma inteligência respondendo a te perguntas, mas o que levantava a mesa? As pessoas criticavam a dor pena dizendo não, aqui é impossível porque estaria se anulando a lei da gravidade, no fenômeno das mesas girantes, nas levitações, não há anulação da lei da gravidade. Na verdade, é uma matéria, o fluido cósmia, manipulado pelo Espírito, as avé do pensamento, que sustenta a mesa no ar, assim como os gases, e essa expressão de Kardec sustentam os balões no ar, ou o impulso dos motores faz com que o avião alce-vou, não está se anulando a lei da gravidade. Então, o fenômeno mediúneco não anula as leis da natureza, muito pelo contrário, o fenômeno mediúneco é uma aplicação das leis da natureza. Então, o espiritismo nos traz a clareza sobre o fenômeno, nos dando bom senso e lógica. Então, nós vamos observar um fenômeno mediúneco. E, com o estudo espírita, nós poderemos tirar da lei o que é real, do que é inreal. Se uma pessoa estiver simulando um transe, por exemplo, o espiritismo não é indossa esse tipo de prática, muito pelo contrário, ele vem mostrar aquilo que é real, daquilo que é, e real. Por isso é que o estudo espírita nos dá lógica e bom senso. E nos ajuda a retirar o veo que encobre setos fenômenos e muitas vezes considerados místicos. O espiritismo nos dá um bom senso a tal ponto que nós evitamos os extremos de acreditar em tudo e de também dovidar de tudo. Nós temos que, sempre que ouvimos uma mensagem vinda dos Espíritos, e hoje nós temos em grande quantidade aí pelas redes sociais, mensagens supostamente mediúnicas ou até mesmo mediúnicas, e que o conhecimento espírita nos ajuda a discernir. Se essa mensagem é de um espírito elevado, se essa mensagem é de um espírito inferior, se essa mensagem ela provém de um médio em transe, se é simplesmente a imaginação de uma pessoa que se diz médio, então o espiritismo, ele nos ajuda a analisar, o conhecimento espírita nos dá instrumento crítico, na boa crítica, na boa análise para que a gente absorva aquilo que é essencial e dispense aquilo que não é. Muitas práticas religiosas, na verdade, estão em voltas em místicismos, ancestrais, que têm o seu valor cultural, a sua importância, mas que nós precisamos aprender a separar aquilo que é manifestação puramente da expressão humana, da interpretação humana do fenômeno, daquilo que realmente é do espírito. Então o espiritismo nos tira exatamente o veldo sólhos para que a gente possa entender que em mede unidade eu não posso acreditar em tudo e não posso dovidar de tudo. E nós estamos vivendo uma época em que isso é muito importante. Muitas pessoas acreditam em tudo que provém dos Espíritos, basta dizer que é medeúnico ou psicografado, que a pessoa não importa com o conteúdo, se é linguagem elevada, se o ensinamento é importante, a pessoa acredita. Então nós estamos vivendo hoje um período em que o conhecimento espirito é muito importante, para que as pessoas possam não ser guiadas até mesmo por espíritos mistificadores que querem enganar as pessoas. Então muitas pessoas criticam o Espiritismo e dizem que o Espiritismo indosta tudo que vem dos Espíritos muito pelo contrário. E nos dá lucidez para eu poder diferenciar a linguagem dos Espíritos. Mas também não vou me tornar uma pessoa que duvida sistematicamente de tudo. Não. Eu preciso analisar, eu preciso observar para eu poder aceitar. Mas se eu não conhecer, se eu não estudar, eu não vou compreender. Então nós vemos, às vezes, por exemplo, um Espírito que é muito conhecido no movimento espírita, muito respeitado, Dr. Bezerra de Menezes. Talvez seja um dos Espíritos mais mistificados, que nós possamos encontrar. Porque vamos ver manifestações do Dr. Bezerra de Menezes em vários lugares. Com linguagens, ideias, absurdas, incompatível com esse Espírito extremamente elevado, um dos responsáveis pelo planeta Terra, que tem uma cultura espiritual vasta, e que muitas vezes o médio atribui a Dr. Bezerra de Menezes práticas, que seria incompatível com a própria evolução dessa entidade. Ideias, corriqueiras, materialistas, às vezes indicando práticas comuns do dia a dia. As pessoas não analisam, basta colocar um nome importante, às vezes o médio está realmente medionizado, digamos assim. Mas ele não está entrânsico aquela entidade que se apresenta a ele. Certa vez um amigo nos narrou um caso muito interessante a esse propósito, ele tinha sempre o hábito de fazer pesquisas, ele costumava visitar centros espíritos, era o aspecto de jeito dele. Então, em certa vez, ouviu dizer que num determinado centro espírita estava se manifestando, eu rípedes Barçanov. Então, ele é muito curioso, muito estudioso, querendo ali então uma orientação de ouripe de Barça Lufo, o grande médio de sacramento, mineiro, não é? Aqui no Brasil, conhecido nacionalmente para suas faculdades mediúnicas, o apóstolo da caridade, como foi mencionado por Shikshavir, eu rípedes Barça Lufo, tão amado, então ele foi ver a manifestação de ouripe de Barça Lufo, porque o sempre estava lotado de pessoas, tinha fila que loméfica para ouvir as orientações de ouripe de Barça Lufo, ele entrou na fila e chegou lá diante do médio e começou a conversar com médio, ele nos contando, eles que não precisou de cinco minutos de conversar, ele viu que não era eu rípedes Barça Lufo. O ninguém era uma personalidade muito autêntica e desquirirou para o Espírito e falou, mas o senhor não devia fazer o que o senhor está fazendo, o Espírito diz fazendo o quê? Enganando essas pessoas todas que estão vindo aqui, ele falou "mas eu, eu não estou enganando, ninguém não". É isso para o nosso canal. "O senhor está dizendo que é o rípedes baça nufo, e o senhor está me dizendo jamais o rípedes baça nufo iria dizer." Eu falou, mas quem falou que eu sou o rípedes baça nufo? O senhor, eu nunca falei que eu sou o rípedes baça nufo. Eu manifestei aqui nesse centro, porque tinha um médio que me acolheu, então eu aproximei, e ele perguntou o meu nome, "Ara que eu entrei em trânsia, as pessoas me indagaram, e eu disse que era o meu nome, o rípedes." E aí eles saíram falando que eu sou o rípedes baça nufo, que aliás eu nem sei quem é esse baça nufo. Mas eles estão aqui me perguntando como eu não tenho nada para fazer, mesmo eu vim aqui toda semana, e achou ótimas essas pessoas todas aqui, o que elas me perguntam, eu respondo nem sei se é verdade. Então, a partir daqueles estantes, o Espírito ficou até mais tranquilo, porque ele pode dizer que ele realmente era o rípedes, e não o rípedes baça nufo, o médio sacramentando. Eu achei esse caso muito interessante, porque Kardec topa muito nessa questão, nesse capítulo maravilhoso sobre natural, para dizer que os Espíritos não sabem tudo. Eles são uma inteligência, mas tem várias cagorinhas, e nós precisamos aprender a reconhecer isso. Identificar o Espírito pelo seu pensamento e não pelo nome que ele dá. E que os Espíritos constituem uma sociedade organizada a parte da nossa sociedade, independentemente da nossa sociedade. E os Espíritos se agrupan, segundo a afinidades, como aqui também. Os Espíritos se reúnen. Então, nós temos esses grupos de Espíritos levianos, maldosos, sarcásticos, mas temos Espíritos elevados, e os Espíritos estão em todo o lugar, estão prestando atenção naquilo que é de interesse deles. Ora, se eu médium, acolho qualquer tipo de pensamento e qualquer Espírito e não analiso, eu posso ser subjugado como esse caso desse Espírito. E os Espíritos inferiores respondem a tudo o que eles é perguntado. Os Espíritos superiores só respondem aquilo que eles sabem. É uma forma de identificar, de nós diferenciarmos. Então, na impolgação, o Espírito falou que era eu rípedes, as pessoas interpretaram que era o eu rípedes, e o eu rípedes bastante sacramenta. E o Espírito não tinha essa pretensão também. Não era o Espírito inferior, mas não era o Espírito maldoso, que a pessoa pode ser inferior e não ser maldosa, ele era simplesmente o Espírito que aproveitou de uma oportunidade que foi dada para o médio. Então, nós vemos hoje um aspecto geral, nas pessoas de uma crendice muito grande, acreditando muito em tudo o que é mediúnico, falou que é psicografado, as pessoas acervam. Então, o que a doutrina vem nos dar é um bom senso, a análise lógica para que a gente possa lidar com segurança com o Espírito. Então, o médio, a queira que pretenda servir na mediunidade, precisa abrir seus ois ones. E quando eu uso a palavra médio, nós estamos sempre reforçando, estamos envolvendo todas as pessoas, porque nós temos que entender que todos nós estamos médios. Porque todos nós temos a capacidade de conectar o nosso pensamento, o compensamento dos Espíritos. A linguagem do pensamento é universal. Se nós entamos em contato de mente a mente com outras, isso nos faz médios. Exatamente essa possibilidade do contato psíquico de um com o outro, que nos faz médios. Por isso a expressão é genérica, embora algumas pessoas tenham essa capacidade, mais ostensiva na produção dos fenômenos. No livro dos Espíritos, na questão 668, a Lancardé que fala sobre a lei da adoração, e menciona exatamente essa cultura ancestral, e de que a palavra deus entre os antigos tinha uma excepção muito ampla, indicava uma personificação senhor taturismo, era um Espírito, mas tido como deus. Então, no Espiritismo, nós vamos ver o fenômeno médio único como a ação dos Espíritos no mundo corpório, mas não como forma sobrenatural, como um fenômeno natural. Nós temos que tirar essa expressão sobrenatural para entender que o fenômeno é natural, que a manifestação dos Espíritos é natural, que o pensamento como linguagem dos Espíritos é natural, não é sobrenatural. A transmissão de uma mente para a outra, a emissão psíquica de um Espírito, faz parte a própria fisiologia do Espírito, é natural no Espírito, a da natureza do Espírito emitir pensamentos. E esse pensamento vai atingir outra mente, caminhando pelo fluido cósmico universal, que é a matéria que está nos envolvendo, e que é o ambiente de caminhar, não é, digamos assim, em que se propaga o pensamento assim como o ar permite a propagação do som, nós temos no fluido cósmico universal, essa matéria, não é, que permite o contato de mente comente, porque o pensamento se desloca pelo fluido cósmico universal. Na revista a Espírito de 1858, o Allan Kardec faz algumas perguntas muito importantes, que nos ajudam a ilucidar a questão da manifestação dos Espíritos. Ele pergunta como provar que o poder oculto que age nas manifestações espíritas e está fora do ser humano, não se poderia pensar que reside nele mesmo, isto é que age sob o impulso do seu próprio Espírito, essa era uma crítica que Allan Kardec ouviu muitas vezes e que a gente ouve também, que tudo decorre da mente do médio, que não existe o Espírito, que tudo é produto da alma do médio, é a alma do médio que se manifesta. Os Espíritos respondem a Allan Kardec quando ele faz essa indagação. Quando uma coisa é feita contra a tua vontade e o teu desejo, é claro que não é estu, quem é a produz. Querendo dizer que muitas respostas que os médios dão estão além da capacidade do médio, ou até mesmo, a resposta é contrária a opinião do médio. E frequentemente, a lavanka de que ele me perdoe, porém, frequentemente, é esse falando do médio. A lavanka de que se serve o Espírito para agir e tua vontade vem em seu auxílio, pode ser um instrumento mais ou menos cómodo para ele. Nós vamos ver que a capacidade interpretativa do médio, e essa lavanka mencionada pelos Espíritos à Allan Kardec, que dá condições de reproduzir ou transmitir ou assegurar a ideia que os Espíritos estão passando naquela mensagem. Então, a alma do médio, ela colabora na manifestação da expressão animismo, ou seja, aquela contribuição da alma do médio no fenômeno médio único. Existem casos em que a alma do médio pode se manifestar, mas isso não impede que outras almas também não façam isso através do médio. A palavra "animismo" não quer dizer defeito do médio, mas simplesmente aí a vestimenta das palavras que são do médio em relação ao pensamento do Espírito. Por isso, ele menciona que o médio é uma lavanka que ele auxilia na manifestação dos Espíritos. Há uma pergunta também e feita por Allan Kardec na mesma revista espírita de 1858, ali na página 35, quando Kardec indaga, todos os Espíritos são capazes de dar comunicações inteligentes, os Espíritos respondem sim, visto que todos são inteligentes, Porém, como os "a" em todos os gravis, tal qual ocorre entre voz, uns dizem coisas insignificantes ou estúpidas. Outros dizem coisas sensatas, cada nós fazer a diferenciação. Foi o caso do Espírito que estava respondendo aí, a dezenas e dezenas de consulentes na casa Espírito, dizendo que era euripe, se as pessoas entendendo, que era euripe de desbasta nufo. Então os suispis vão responder, segundo a sua capacidade de inteligência, a sua capacidade psíquica e interpretativa. Então nós estamos agora numa oportunidade única de entender, que a humanidade vem então evoluindo, saindo daquela faixa, de achar que toda a interferência no mundo espiritual vem de deuses ou de demonios, para entender que os Espíritos são as almas dos homens que viveram na Terra, que têm inteligência segundo a sua possibilidade psíquica, mas que são inteligentes. A manifestação mediúnica de um Espírito que diz coisas frívolas, fala nos revela a condição dele, então ela tem a sua importância. Nós não podemos eficar na ilusão e sermos mistificados, orientados por Espíritos que não tem aquele saber que se passa por Espíritos que na verdade eles não são. Então o fenômeno mediúnico prova essa inteligência, essa independência. Há um aspecto muito importante que nós gostaríamos de comentar um resumo que a Lancar Deck faz nesse capítulo, pelo menos dessa primeira parte que nós estamos analisando, há uma pensa, há uma ten consciência. Se ela pensa, ela pensa naqueles que ama, o Espírito tem desejo também de se comunicar. Eles estão em todo lugar, ele se comunica pelo pensamento, e usa o perispírito para essa troca de pensamentos, atua na matéria, atua na mente das pessoas. Portanto pode dirigir um amor, pode insturir, inspirar alguém a falar, isso demonstra a existência e a individualidade. A humanidade, portanto, está avançando cada vez mais para encontrar o Espírito. Há uma fala muito interessante do Espírito André Luís através da psicografia de Chico Xavier, no livro Os Mensageiros, a propósito dessa evolução da humanidade, em que André Luís diz ou a nota uma fala de um mentor, dizendo que as transições essenciais da existência na terra encontra maioria dos homens absolutamente distraído das realidades eternas. É uma grande verdade. A maioria de nós está distraído das realidades eternas. No entanto, continua André Luís. A mente humana abre-se cada vez mais para o contato com as expressões invisíveis dentro das quais funciona esse movimento. E isso é uma fatalidade evolutiva. Ou seja, nós estamos evoluindo a partir do próprio desenvolvimento natural para encontrar o Espírito. Significando dizer que nós estamos evoluindo para nos tornarmos seres medionicos naturalmente. É uma fatalidade evolutiva. Ou seja, nós estamos cada dia mais encontrando o Espírito. Mas aí há de se indagar. Que Espírito nós estamos encontrando. O primeiro contato psíquico que nós fazemos, esse natural e espontâneo, é com Espíritos da nossa categoria. A maioria de nós, portanto, está entrando em contato com Espíritos inferiores. A maioria de nós está entrando em contato com as peras inferiores do mundo espiritual. E dessa forma, a eu encontrar essa faixa psíquica nós nos perturbamos. É por isso que precisamos fazer um exposto muito grande de oração para com a nossa capacidade psíquica mais elevada dos carmos, os planos espiritual e superiores. O assunto sobrenatural, o assunto maravilhoso vai continuar na semana que vem. Nós vamos agora para algumas perguntas que nos chegaram. Se nós não tivermos condições de responder todas hoje, nós faríamos na próxima semana. A Jaqueline Bergo faz uma agradecimento. Muito obrigado. Denda a sua explinação. Pode dizer que a nossa mediunidade vai sendo aprimorada. A cada nova encarnação, mesmo aqueles que não possuem nenhum tipo de mediunidade, é exatamente isso. A evolução está nos fazendo desenvolver a mediunidade. Todos nós vamos desenvolver a mediunidade. Essa é uma fatalidade. Inclusive, isso é que explica porque estão reencarnando cada vez mais médios ostensivos. Para nos ajudar aquela maioria da população que não tem a mediunidade ostensiva, a suportar esse contato e a compreender esse contato mais íntimo que nós estamos tendo com os espíritos. Porque, veja, ancestralmente, eram deuses. Era um divindade. Hoje não, são os espíritos que estão do nosso lado nos acotovelando. Então, eu tenho que aprender a lidar com essa sociedade. E eu faço isso pelo pensamento. Eu tenho que ter controle psíquico, estabelecer na vontade para que eu não seja dominado por outras mentes. As creendices e supertições tem relação com os fatos mediúnicos, pergunta e olada. Creendices e supertições foi a forma no passado de se interpretar o fenômeno mediúnico. Ainda hoje existem creendices e supertições. Nós estudantes da Doutrina Espíita estamos convidados a superar essas creendices e supertições, inclusive evitar que elas entrem até mesmo para dentro das nossas reuniões de únicas. Porque muitas vezes nós trazemos práticas não espiritas para dentro da reunião mediúnica, fruto de ausência de conhecimento baseado em creendices populares. A Clor Munhós nos pergunta, como saber se a mensagem é do Espíito Comunicante ou do próprio Médio? Essa é uma questão crucial. Na verdade essa diferenciação é feita. Na medida em que você conhece o Médio, as possibilidades do Médio, o Médio também conhecendo as suas possibilidades. Então aí ele vai verificar que ele estará transmitindo uma mensagem que é diferente da sua compreensão ou da sua capacidade de entendimento. O é necessário para fazer essa diferenciação um contato mais íntimo com o Médio. Isso nos grupos médíunicos é possível quando o dirigente conhece as capacidades, as peculiaridades do Médio. Então nós vamos observar o conteúdo. Mas existem casos, tanto quanto complexos, quando há uma do Médio, se exterioriza e aí o Médio está indo em alto grau de facilidade, ele pode dar uma comunicação através dele mesmo que fica impossível fazer essa diferenciação. Mas a mensagem será nobre, será elevada. A mensagem poderá ser inferior, o perturbada, se o Médio estiver passando, pode ficar. Nós vamos entrar nesse assunto com mais propriedade, com mais tempo em outros estudos, quando falamos da manifestação médíunica ou do trânsi médíunico especificamente. Qual risco que o médium que persicina a ideia de que o estudo é dispensável? Na verdade, em Cosmeer faz uma pergunta muito interessante. Muitas pessoas dizem que o estudo é dispensável para a prática mediúnica. Para a prática mediúnica, em si, o estudo é dispensável mesmo. Por quê? Porque o fenômeno é produzido e, espontaneamente, é da natureza humana a produção para o fenômeno mediúnico. Se o Médio tem essa possibilidade, então, para produzir fenômeno, eu não preciso ser espírita, eu não preciso dar espiritismo, eu não preciso nem ter comprometido. o metimento moral nenhum com os espíritos superiores. Basta eu me colocar com instrumento. O que o estudo permite? O que o estudo causa a melhoria do indivíduo e melhorando o indivíduo, melhorando as qualidades morais do médio e intelectuais pelo conhecimento que ele passa a ter do mundo espiritual? A verão a melhoria na qualidade da mensagem. Então a mensagem vai ser mais elevada porque o indivíduo se educou. Porque o indivíduo pode apenas desenvolver a faculdade medíúnica, mas não ser educado. O caso nos pergunta devido a essa credulidade demoseada das pessoas e com estesbisagerados pode haver uma atraso na transição planetária e até mesmo com o espíritismo sério. Essa é a pergunta muito interessante, caça a sua reflexão. É muito curiosa. Realmente, na medida em que a gente é uma antagonista do estudo que não busca o próprio progresso, nós estamos retardando sim a evolução do planeta. Porque nós falamos na era da redeneração, mas o que é a era da redeneração? Uma era em que pessoas já estarão mais preocupadas com o bem e com a moral e isso é individual. Então eu posso entrar mais rápido ou menos rápido na era da redeneração? Depende do da minha vontade, eu preciso construir a era da redeneração no meu interior. Ora, Jesus inaugurou a era da medeunidade, mas Jesus veio também transformar e evoluir o pensamento de um povo. Veja bem, na época de Jesus a ideia era do Deus Tribal, o Deus que protegia uma comunidade, uma tribo, uma sociedade. Jesus evoluiu esse pensamento e falou, "Deus, é pai, ao dizer pai nosso." Então, ele evolui o pensamento de então, que era de um Deus que protegia um grupo, em ter tributo de outros, um Deus guerreiro, para transformar aquele Deus, naquilo que realmente é a paternidade divina. Então, agora, com Jesus nós temos um Deus de amor, um Deus que é pai de todos, que não vai proteger um em detrimento do outro, que não vai dar preno para um e preço de carotras, e com o espiritismo avançando nesse pensamento, "Deus a inteligência suprema, é a causa primária de todas as coisas, nesse processo evolutivo." Então, se a gente estuda, nós estamos contribuindo com a própria evolução nossa e do planeta, que foi a intenção de Jesus quando veio até nós, e evoluir o pensamento daquele povo. E veja que a doutrina de Jesus era muito lógica, racional, quando as pessoas foram apedrejar a mulher adútera, Jesus não mandou perdoar. Ele fez um exercício de raciocínio lógico, que ele estivesse em pecado, a tire a primeira pedra. Ele fez o povo pensar, mas do que se impor, por isso ele não era um profeta, ele não impunha, ele não se impunha. Ele fazia as pessoas pensar, "Ah, mais os nossos inimigos, porque é a coisa mais lógica que tem para harmonizar as sociedades e as calações, é amar os inimigos, o bom cedo nos determina amar os inimigos." Então, a evolução, ela surge a partir do próprio conhecimento. Tenho ouvido muito dizer que a vida é um milagre, pode explicar um milagre de que fala esse capítulo. Eu vou falar do milagre na próxima semana, em que a gente vai analisar exatamente o fenômeno mediúneo, porque a palavra milagre está ligada exatamente a esse conceito do sobrenatural. Milagre é Deus derrogando as suas próprias lês, e a gente vai ver que quando uma pessoa recebe uma cura mediúnica, não houve um milagre, houve uma aplicação das lês da própria natureza, a ação dos espíritos, através dos fluidos, pode estabelecer a cura de uma pessoa, isso não é um milagre, porque milagre é algo espetacular, é algo anormal, seria Deus derrogando as lês da natureza, uma pessoa que se levanta do tumulo, por exemplo, é um milagre, mas a gente usa muito a palavra milagre para dizer, na medicina, o médico me corou, fomendo a adeira milagre. Então, aí é uma expressão mais coloquial, diferente da questão do milagre, que a gente observa, não é, nos fenômenos mediúnicos, então o fenômeno mediúnica explica o próprio milagre, ele mostra que não é o efeito de uma, um ser, uma divindade que alterou as lês da natureza, mas o fenômeno mediúlpe da cura, por exemplo, é que muitas pessoas têm como milagre, é simplesmente a ação dos espíritos e dos fluidos sobre o perispírito, que transformando a natureza do perispírito, estabelecendo a saúde, o corpo humano vai espediar essa saúde, então não existe o milagre nesse sentido, há apenas uma aplicação dos fenômenos da lei da natureza. A Benígrima está perguntando por que os profetas não eram médios, os profetas tinham capacidade mediúmica assim, mas nós não podemos definir como médio comparando com hoje, os profetas eram médios, mas a palavra profeta está muito ligada à possibilidade de profetizar coisas que vão acontecer no futuro, a função do profeta na sociedade não era só essa, ele tinha outras funções, porque em ebraico a palavra profeta significa na B, e na B não quer dizer aquele que profetiza apenas, então o que nós estamos fazendo a diferença ação é, o médio hoje não é o profeta do passado, porque o profeta do passado não somente profetizada, ele também é um orientador, então ele representava, vou falar, a palavra, a palavra das divindades para o povo, o médio hoje não traz a fala das divindades nas dos espíritos, então os profetas, os paquíris, os chamãs, eles eram médios, mas eles não, a expressão médium de hoje não se enquadra na função que eles tinham na sociedade do passado, porque eles faziam mais, eles eram agentes sociais, líderes sociais muitas vezes, diferente de hoje em que o médio é o intermeteário dos espíritos, então o profeta ele era também médio, mas ele não era só médio, então nós não podemos colocar uma designação como sinônima de outra, porque o médio na atualidade ele tem a função de transmitir o pensamento dos espíritos, você ouviu uma produção da federação espírita brasileira, para saber mais, siga o @fabtvbrasil no youtube, instagram e facebook, ative o sininho para receber as notificações e ficar por dentro da nossa programação, até o próximo estudo.

Podcast Summary

Key Points:

  1. O capítulo "O Maravilhoso e o Sobrenatural" de "O Livro dos Médiuns" visa desmistificar fenômenos espirituais, mostrando que a comunicação com os espíritos é natural, não sobrenatural.
  2. A humanidade está em evolução, passando de um planeta de provas e expiações para uma fase regenerativa, com avanços tecnológicos e morais, incluindo a evolução da mediunidade.
  3. Historicamente, diferentes culturas (Índia, Egito, Grécia, Roma, Hebreus) interpretaram os espíritos como deuses ou demônios, com intermediários como fákires, oráculos e profetas, mas sem a compreensão atual da mediunidade.
  4. Jesus inaugurou a "era da mediunidade" com a transfiguração no Monte Tabor, onde Moisés e Elias apareceram como espíritos, não divindades, preparando o caminho para o Espiritismo em 185
  5. O Espiritismo ensina a discernir fenômenos reais de imaginação, evitando extremos de credulidade ou ceticismo, e alerta contra espíritos mistificadores que se passam por entidades elevadas, como o caso do falso "Eurípedes Barsanulfo".

Summary:

O capítulo 2 de "O Livro dos Médiuns", intitulado "O Maravilhoso e o Sobrenatural", busca esclarecer que os fenômenos espirituais não são milagrosos, mas sim naturais e regidos por leis divinas. Allan Kardec argumenta que a crença em espíritos é ancestral, mas foi distorcida por interpretações culturais que os transformaram em deuses ou demônios, como nas mitologias indiana, egípcia, greco-romana e hebraica. Com a evolução humana, a mediunidade se desenvolve, e Jesus marca um ponto de virada ao mostrar, na transfiguração, que os espíritos são pessoas, não divindades.

O Espiritismo, codificado por Kardec, revela os mecanismos dessas comunicações, tirando o véu do fantástico e aplicando lógica e bom senso. O texto alerta que nem todo fenômeno é real, e que é crucial analisar o conteúdo das mensagens, não apenas o nome do espírito. Um exemplo ilustra um espírito leviano que, ao ser chamado de "Eurípedes Barsanulfo", aproveitou para responder perguntas sem ser quem diziam.

Assim, o estudo espírita capacita a discernir entre espíritos elevados e inferiores, evitando tanto a credulidade cega quanto o ceticismo radical, promovendo uma compreensão racional e ética do mundo espiritual.

FAQs

Kardec buscou analisar os aspectos místicos da mediunidade, mostrando que a comunicação com os espíritos não é sobrenatural, mas sim um fenômeno natural regido por leis divinas.

Revelar, por meio de pesquisas, que a existência, sobrevivência e comunicabilidade com os espíritos são naturais, não sobrenaturais, desvendando o mecanismo das comunicações.

A mediunidade evolui com a humanidade: povos primitivos viam os espíritos como deuses ou demônios, mas hoje, com o espiritismo, entendemos que são seres naturais, e Jesus inaugurou a era da mediunidade.

Ele ensina a usar o bom senso e a lógica para distinguir o real do imaginário, evitando tanto acreditar em tudo quanto duvidar de tudo, e rejeitando mistificações.

Pelo conteúdo: espíritos superiores só respondem o que sabem e têm linguagem elevada, enquanto inferiores respondem a tudo e podem enganar. O nome do espírito não é garantia de autenticidade.

Na verdade, o homem interpretou Deus à sua imagem e semelhança, atribuindo-lhe virtudes e defeitos humanos, como visto em divindades guerreiras ou protetoras de tribos.

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