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#02 Nisargadatta Maharaj - Eu Sou

3m 38s

#02 Nisargadatta Maharaj - Eu Sou

A transcrição aborda a ideia de que a presença espontânea do indivíduo é como uma semente que, uma vez plantada, inevitavelmente germinará e encontrará seu lugar, embora possa levar tempo. Essa espontaneidade reflete o "eu sou", um toque de amor do Absoluto presente em cada ser. Quando nos identificamos com o Absoluto, sentimo-nos fragmentados e isolados, gerando exigências. No entanto, no Absoluto não há necessidade; apenas Ele prevalece, sendo a verdade última, o Brahman. A separação inicial, o "eu sou", é a ilusão primária (mula maia). Enquanto a consciência existe, o mundo parece importante, mas sem ela, perde todo valor. A realização é o oposto da ignorância: saber que o mundo é transitório e que o "eu sou" é a única realidade, a própria alma do universo. O pensamento "eu sou" é como um pano para limpar o espelho da percepção, revelando o verdadeiro rosto. Para alcançar isso, é preciso uma decisão firme de abandonar a identificação com o corpo e permanecer apenas como conhecimento do "eu sou", sem forma ou nome. Ao estabilizar-se nesse ser, todo conhecimento e segredos são revelados, e então o próprio ser é transcendido, levando a um silêncio e tranquilidade onde o Absoluto se reconhece como além da consciência. Porém, enquanto houver a ideia de um indivíduo que adquiriu esse conhecimento, a compreensão não é completa.

Transcription

493 Words, 2717 Characters

Portuguese
Insarga a data, amarar a esche, eu sou. Sua vinda aqui foi espontânea. É raro ter a sorte de vir, mas já que veio, o plantio pode acontecer. E se o broto surgir terá definitivamente seu lugar. Pode levar tempo, mas com certeza vai acontecer. O ser também aparece espontâneamente. Você não pensa com decedência. Agora vou ser. Assim também essa conversa. Chegue espontâneamente. Esse eu sou, está em cada ser. Cada ser tem esse toque de amor dado pelo absoluto. E é em cima da demonstração do absoluto. Quando se separa do absoluto com a identidade, se sente fragmentado, isolado. E é por isso que seus exigências começam. No absoluto não há exigência. No absoluto não há necessidade. Só o absoluto prevalece. A verdade é só brama. Nada mais que brama. Em um total brama, diz o toque de ser. Eu sou. E com isso a separação começou. A outra coisa chegou. Esse estado não é apenas um pequeno princípio. Mas é a mula maia, a ilusão primária. Enquanto a consciência está lá, tudo é muito importante. Mas se ela desaparece, então qual é o valor desse mundo inteiro? De atenção a como estil sou apareceu. Então você saberá. A seite apenas é a identificação. Que você é esse ser puro manifesto. A própria alma do universo. A realização é apenas o oposto da ignorância. Tomar o mundo como o real e o século surreal é a ignorância. A causa da tristeza. Conhecerse, se mesmo, como a única realidade e todo o resto como temporal e transitório, é liberdade, base alegria. É tudo muito simples. Em vez de ver as coisas como imaginadas, aprender a vê-las como a lação. É como limpar um espelho. O mesmo espelho que te mostra o mundo, também te mostra o próprio rosto. O pensamento eu sou. É o pano para limpar esse espelho. Use. Tom nota disso. Você deu conta de tantas coisas na vida, só por diversão. Por que não dá conta disso também e vê o que acontece? Veja o que acontece quando você olha para a Lua e sabe que a Lua está lá porque você está lá. Porque você é e a Lua é. Este conceito é essa alegria que você pode experimentar. Você deve tomar uma decisão firme. Você deve esquecer o pensamento de que é um corpo. E ser apenas o conhecimento do eu sou. Que não tem forma, nem nome. Apenas seja. Quando você estabiliza nesse ser, ele dará todo o conhecimento e todos os segredos. E quando os segredos de forendados você transcende o ser. E você, o absoluto, saberá que você também não é a consciência. Tendo ganho todo esse conhecimento, tendo entendido o que é o que? Uma espécie de silêncio prevalece, uma tranquilidade. Ser é transcendido, mas ser está disponível. Por mais que você pense que entendeu esse conhecimento. Desde que pense que você, um indivíduo, adquiriu esse conhecimento, existe alguém. E você não entendeu.

Podcast Summary

Key Points:

  1. A vinda espontânea é comparada ao plantio de uma semente que, com tempo, germinará e encontrará seu lugar.
  2. A separação do Absoluto gera fragmentação e exigências; no Absoluto não há necessidade.
  3. A identificação com o "eu sou" como ser puro é a chave para a liberdade, oposta à ignorância de tomar o mundo como real.
  4. O pensamento "eu sou" serve como ferramenta para limpar o espelho da percepção, revelando a verdadeira identidade.
  5. A realização transcende o ser e a consciência, levando a um estado de silêncio e tranquilidade, onde o conhecimento é superado.

Summary:

A transcrição aborda a ideia de que a presença espontânea do indivíduo é como uma semente que, uma vez plantada, inevitavelmente germinará e encontrará seu lugar, embora possa levar tempo. Essa espontaneidade reflete o "eu sou", um toque de amor do Absoluto presente em cada ser. Quando nos identificamos com o Absoluto, sentimo-nos fragmentados e isolados, gerando exigências.

No entanto, no Absoluto não há necessidade; apenas Ele prevalece, sendo a verdade última, o Brahman. A separação inicial, o "eu sou", é a ilusão primária (mula maia). Enquanto a consciência existe, o mundo parece importante, mas sem ela, perde todo valor.

A realização é o oposto da ignorância: saber que o mundo é transitório e que o "eu sou" é a única realidade, a própria alma do universo. O pensamento "eu sou" é como um pano para limpar o espelho da percepção, revelando o verdadeiro rosto. Para alcançar isso, é preciso uma decisão firme de abandonar a identificação com o corpo e permanecer apenas como conhecimento do "eu sou", sem forma ou nome.

Ao estabilizar-se nesse ser, todo conhecimento e segredos são revelados, e então o próprio ser é transcendido, levando a um silêncio e tranquilidade onde o Absoluto se reconhece como além da consciência. Porém, enquanto houver a ideia de um indivíduo que adquiriu esse conhecimento, a compreensão não é completa.

FAQs

Essa é uma expressão espontânea que indica a presença do 'eu sou', o ser puro que surge sem esforço.

Porque a vinda espontânea é um evento incomum, mas quando ocorre, permite que o plantio do ser aconteça e o broto tenha seu lugar.

A separação do absoluto pela identidade individual leva à fragmentação, gerando exigências e sofrimento.

A ilusão primária é a 'mula maia', que surge quando a consciência se separa do absoluto e começa a ver o mundo como real.

Conhecendo-se como a única realidade, vendo o mundo como temporal e transitório, e limpando o espelho da mente com o pensamento 'eu sou'.

Você recebe todo o conhecimento e segredos, e então transcende o ser, alcançando o absoluto, onde prevalece silêncio e tranquilidade.

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