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#011 - O Poder de Fazer Perguntas

108m 40s

#011 - O Poder de Fazer Perguntas

O episódio do podcast "Vida Lendária", apresentado por Allan, explora o poder transformador de fazer perguntas. Ele argumenta que a qualidade da nossa vida está diretamente ligada à qualidade das perguntas que fazemos, citando Marco Aurélio para reforçar que a felicidade depende dos nossos pensamentos. O problema comum é que as pessoas fazem perguntas erradas ou superficiais, o que leva a sentimentos como ansiedade e vazio. A solução está em fazer questionamentos profundos que ativam nossa mente, descrita como um "supercomputador" biológico de capacidade extraordinária. No entanto, nosso cérebro, por economizar energia, tende a evitar esse esforço. Allan enfatiza que as respostas já estão dentro de nós, e que mestres e psicólogos usam perguntas justamente para nos guiar a encontrá-las. Ele contrasta a curiosidade natural de uma criança (centenas de perguntas diárias) com a do adulto (apenas cerca de 20), alertando para a perda da capacidade de questionar. Para reconquistar isso, é crucial cultivar uma "mente de principiante" – uma atitude aberta e livre de julgamentos – para aprender verdadeiramente. O episódio anuncia que, para construir uma base sólida para o crescimento (comparada às raízes profundas de uma árvore milenar), o autor compartilhará 20 perguntas essenciais. Essas perguntas, refinadas de sua própria lista de 102, são consideradas as mais impactantes para guiar alguém em direção a uma vida com mais significado e conquistas, aplicando o Princípio de Pareto (80/20). A primeira pergunta apresentada é "O que eu realmente quero?", seguida por "Quem é você?", iniciando uma jornada de autoconhecimento.

Transcription

17737 Words, 100275 Characters

Portuguese
A qualidade da sobde inteira depende da qualidade das perguntas que você faz e com qual consistência você faz elas. O "Stock" em perador Marco Aurelio já dizia que a felicidade da vida depende da qualidade dos nossos pensamentos e não tem nada que nos faça pensar tanto quanto uma pergunta. Ainda mais uma boa pergunta. As perguntas são como chaves mágicas que desbloqueiam respostas poderosas e isso é o que falta na sua vida. O motivo de você estar ansioso, triste, sem grana, sentindo vazio com dificuldades, ou talvez procrastinando, talvez com medo, talvez inseguro, ou qualquer outro tipo de problema que você possa ter é por que te falta as expostas? De fato o entendimento. Isso acontece porque você não está fazendo as perguntas certas. Nesse episódio eu vou te mostrar o poder de fazer perguntas e te direcionar por algumas vezes se eu considero de extremo importância e me faço quase todos os dias. Vamos lá? Bem vindo de volta ao podcast Vida Nendária. Se você é novo por aqui, meu nome é Allan, e eu vou fazer através desse podcast, eu vou trazer insights, reflexões e ensinamentos que vão ajudar você a construir uma vida com mais conquistas, mais significado, uma vida que merece se vive, uma vida e rendaira. Uma pergunta me efeita. É só isso que você precisa para mudar completamente a sua vida para melhor ou para pior. As mudanças mais radicais da minha vida começaram com uma simples pergunta, um simples questionamento. Muitas começando com um "e se eu". As perguntas têm essa capacidade de ativar um sério para trabalhar constantemente para encontrar as respostas que fazemos. O problema é que, pelo fato de desconhecer esse poder, nós nos fazemos as perguntas erradas. E elas, essas perguntas erradas são o fruto de quase tudo de ruim que nos acontece. É por isso que eu preciso te avisar da armadilha do episódio de hoje. A técnica de fazer perguntas poderosas que eu vou te ensinar hoje, ela é simples. Só que ela exige trabalho e é por isso mesmo que é bem provável que você vai evitar. Então antes de a gente começar aqui, eu quero deixar um importante pré-requisito. Abra sómente. E escute o que eu vou falar com uma mente de principiante. Mas alum, o que é essa mente de principiante? Eu vou falar no futuro próximo em um episódio, provavelmente inteiro sobre ela e como desenvolvela, mas basicamente é uma mente vazia de prejugamento. Ou seja, você vai escutar o que eu vou falar como se tivesse escutando pela primeira vez. E antes de você pensar em se eu pôde escutando esse episódio pela primeira vez, eu quero que você saiba que mesmo escutando esse conteúdo que eu acredito que você vai escutar várias vezes, mesmo se você tivesse escutando a primeira vez, é bem provável que eu vou falar aqui. Você já leu ou escutou alguma vez em sua vida. E isso faz você achar que já sabe. Achar que já entendeu. Então o que eu te peço agora é para esvaziar o seu corpo. Não só nesse, mas em todos os episódios do vídeo de Alendário, mas também só num solo vídeo de Alendário, mas para cada livro, cada vídeo, cada curso que você fizer, sempre esteja com uma mente vazia, uma mente de principiante, para poder ver aderamente aprender e consolidar esse conhecimento, não somente. Para exemplificar para você, pense somente como um copo. Se você já tiver o copo cheio, eu não vou conseguir colocar mais nada nele. Tudo o que eu tentar colocar vai derramar. Se esse copo estiver pela metade, eu consigo preencher ele pela metade. Mas se ele tiver vazio, eu consigo preencher ele tudo. Concordo comigo? Assim e somente, se você acredita que já sabe, você deixa de absorver novas informações sobre aquele assunto. Então tudo o que eu falar aqui, tem que absorver como se fosse a primeira vez que tivesse escutando, beleza? E um próximo episódio, eu, com certeza, vou me aprofundar nesse assunto, na mente de principiante, vou falar também um pouquinho sobre coração ensinável, que é uma coisa muito similar. Mas por enquanto, eu só preciso de você aqui comigo presente nesse conteúdo. Combinado? Beleza. Então vamos lá. Você deve ter visto já alguns filmes, alguns desenhos, algumas séries, onde mostra que os mestres ficam sempre insistindo com seus alunos com coisas básicas. No treinamento, o cara é tequide, no filme com o Jack-Chah, o exercício era ficar colocando e tirando o casaco. Põe o casaco, tira o casaco, põe o casaco, tira o casaco. Nas minhas aulas, já que o flash foi muito tempo, foi posicionando meus pés. Enquanto eu tentava ali querer atirar, era simples pés, que eu tinha que posicionar da maneira certa. E quando escutava música, eu lembro que o professor pedia para colocar um forno de ouvido e colocar um metrônomo, tocando lá. E ficar escutando aquele metrônomo em diferentes tempos, o dia inteiro. E se você não sabe o que é um metrônomo, é isso aqui, deixa eu voltar aqui para vocês. Agora, imagina ficar escutando isso, o dia todo. Todos esses exercícios podem parecer no fazer sentido. E se você não tiver uma mente aberta e não tiver confiança no seu mestre, no seu professor, no seu guia, você vai simplesmente segurar um pedido tão simples. Foi o tiro a casaco e foi em casaco que ajudou o carácter KID, a desenvolver disciplina e velocidade precisão. Foi o posicionamento certo dos meus pés, que improvisou um apoio para conseguir fazer movimento certo, com os braços e entender o processo para repetir constantemente o meu resultado de alcançar ali o alvo e acertar a flash no meio do alvo. E foi escutando esse barulho chato que você acabou de escutar aí por vários e vários dias, que eu comecei a acompanhar música no tempo certo. Então, não ignore a base, porque é em cima dela que tudo é construído. E o seu tamanho, o tamanho do seu crescimento depende do tamanho da sua base. Você já reparou no tamanho da saísse de um arvo grande, aquelas árvores centenárias que nenhuma pessoa sozinha conseguir abraçar, elas são fortes e profundas. Porque se não fosse em qualquer evento terroguaria, existe uma árvore gigante. Lá nas cadeias montonhosas brancas lá da California, ela se chama Martusa Léin. Essa árvore possui 4.845 anos. E entre vários fatores analisados para entender como é que ela está via por tanto tempo, ali está a sua raiz, uma raiz forte e profunda, uma base sólida para sustentar toda a sua grande velocidade. E o que eu vou te passar hoje é o que vai deixar a sua base extremamente sólida, se você coloca em prática, de permitindo crescer sem medo de eventos fortes. O poder de fazer perguntas certas é uma das habilidades mais importantes que você vai desenvolver ao longo da sua vida. E como tudo, apesar de simples, ela não é fácil de ser praticada. Na verdade, nós costumamos a evitar elas. As perguntas especialmente as profundas exigem muita energia mental e o nosso cérebro evoluiu para economizar energia. Apesar de ocupar só 2% do nosso corpo, o nosso cérebro gasta cerca de 20% de toda a nossa energia, o dobro que o nosso coração gasta. E depois você acha que é muito, mas nosso cérebro é até hoje a maior capacidade computacional que existe no mundo inteiro. Ou seja, o computador mais potente do mundo não tem a capacidade de processamento que o nosso cérebro possui. Para você ter ideia, são cerca de 86 bilhões de neurônios e cada um pode ter milhões de conexões. Estamos falando de mais de 10 trilhões de conexões entre salas e vozes em único ser humano. Você, aí que tá me escutando. Isso para você ter ideia, é mais o que o número estimado de estrelas no universo visível. Para você ter ideia, um equipe de cientista japoneses fizeram teste com um super computador, um dos mais poderosos do mundo. Esse super computador tem cerca de 83 mil processadores. E talvez você pense em se com certeza é mais potente que a mente humana. Bom, você se enganou, porque com toda essa potência, eles foram capazes de me dar apenas 1% de um segundo de atividade cerebral humana e isso eu evou 40 minutos. Ou seja, um super computador com cerca de 83 mil processadores levou 40 minutos para imitar apenas 1% da atividade cerebral que acontece dentro da sua cabeça. Você tem noção do que que é isso. Entre essas duas orêlhas, você tem uma capacidade de quase limitada de processamento. Mas se você for lá na NASA, pegar um computador mais potente deles e ficar julgando o uno. Será que isso seria uma boa serventia? Eu acho que não, né? A mesma coisa acontece com você. Você está usando essa super máquina biológica que tem capacidade de preservar os mistérios do universo para fazer coisas triviais, simplesmente por estar dando os comandos errados. E sabe como você das comandas, principalmente, fazendo perguntas. E aqui tem um site chave. As expostas estão dentro de você. Não fora da maneira com a maioria das pessoas pensam em busca. Já reparou que os sábios, seja um sábios em filmes, séries, livros ou até na vida real. Muitas vezes eles respondem com perguntas. Já reparou que os psicólogos respondem você com perguntas. Como você sente sobre isso? sobre isso e o que isso significa para você? Contimi mais sobre isso, desneves. Por que eles fazem isso? Por que eles sabem que a resposta está dentro de você? Qualquer resposta que você buscar vai estar dentro de você. Só que quem é que se atenta para olhar para dentro, ao buscar alguma resposta. Quase ninguém. Os poucos que continuam como crianças curiosos, se perguntando as coisas são os que eu betenhias as expostas. Sabe quantas perguntas uma criança faz por dia? De 200 a 300 perguntas. Cerca de 1h cada 13 minutos. Agora sabe quantas perguntas um adulto faz por dia? Cerca de apenas 20. Então, às vezes, você pensa, Alan, eu faço muito mais perguntas do que sove 20. Só para abrir a geladeira e pensando que eu vou comer, eu já me pergunto, mas em te vezes só ali. Não é desse tipo de pergunta que eu estou falando. Esse tipo de pergunta é vazio e gera pouco valor. Estou falando de perguntas que levam a questionamentos. Pergunto é que você não consegue responder simplesmente com o sinho não. Pergunto é que raramente você consegue responder com poucas palavras. Estou falando de questionar. E questionar é uma capacidade que com o tempo e a influência negativa do sistema tol de ensino e também da sociedade que confusiona, a gente infelizmente vai perdendo. Temos medo de parecer idiotas e boas perguntas que fazíamos antes como, "Por que o seu azul? Por que as folhas da árvore são verdes? Por que as pessoas morrem? Por que existem pessoas boas e pessoas mais?" Nós não fazemos perguntas como essa por por medo de julgamento. Também nos perguntamos porque a gente assume que a gente já sabe ou a gente assume simplesmente alguma suposição, alguma préconcepição. E está tudo ok, a gente aceita. Algumas vezes a gente simplesmente. Não quer saber por que que eu vou fazer uma pergunta dessa? Qualquer é a praticidade de uma pergunta dessa. Só que a gente vai deixando de se questionar. E deixando de se questionar, a gente vai perdendo a habilidade extremamente poderosa. Que é a habilidade da contemplação. E sem ela a gente não consegue nosso super computador biológico funcionando ao nosso favor. Mas, Ana, eu preciso fazer, então, de 200 a 300 perguntas reflexivas, perguntas que eu vou acabar ficando me questionando por dia, com uma criança para dar esses comandos para o meu super computador. Não, você não precisa fazer isso. Na verdade, para ter uma vida lendária, como eu considero que eu tenho em uma vida onde você realiza todos os seus sonhos, comprando tudo que você sempre sonhou, que deixa o impacto positivo no mundo, que consegue ajudar as pessoas. Você, na verdade, só precisa de umas 20 perguntas. Só 20 perguntas para sua vida inteira. E talvez você esteja perguntando agora de onde seu sinúmero? Por que que são só 20? Como assim? Por que você sabe que são só 20? Eu sou um grande questionador. Eu acredito que, esse na verdade foi um defeito de fábrica, porque pode ser considerado, aí, como o Ben, são uma audição. Depende de só ótica para julgar isso, como bom ou mal. Mas, com passar do tempo, eu acabei desenvolvendo mais essa habilidade. E eu sou falando isso, porque, como eu sempre me questionei muito sobre as coisas, chegou uma hora que eu resolvi documentar esses questionamentos. E buscando ser essencialista de contemplar apenas as perguntas que fazem realmente sentido para mim, eu cheguei ao total de 102 perguntas, 102 questionamentos que eu estou conseguindo responder de maneira mais sábia a medida que o tempo passa. A cada dia, a cada livro, a cada conversa, a cada curso, a cada fracasso, a cada frustração. Eu vou aproximando um pouco mais a resposta para essas 102 perguntas. Que podem diminuir para 90, pode aumentar para 110, mas eu acredito que vão ficar por aí. Só que antes de gravar esse episódio, eu fiquei algumas horas vendo essas minhas perguntas, minhas respostas. E esse episódio, ele demorou dois meses para ser gravado. Porque quando eu comecei a olhar para essas perguntas esses questionamentos, eu percebi que era algo muito profundo, era algo que não é algo que eu creio do nada em um mês ou dois meses, é algo que eu já vim fazendo há muitos anos. E eu comecei a me questionar, quais eram aquelas perguntas essenciais? Quais são as perguntas que realmente fazem sentido para a maior número de pessoas? Eu contemplei elas por muito tempo. E eu percebi que não é necessariamente todas são práticas. Para mim elas são importantes, só que para a outra pessoa não seja. Então eu comecei a me questionar muito, quais perguntas são perguntas universais? E que me fizeram chegar realmente e me gerar um sucesso? Quais perguntas que me geraram algum valor prático ao ponto de alcançar o sucesso? Ou seja, como você preferir definir relacionamentos, dinheiro, sucesso na carreira, etc. Então, como essas perguntas me levaram até onde eu encontro nesse momento? E quais delas foram realmente divisórias, que fizeram toda a diferença e que geraram pontos de inflexão? E a resposta para esse meu questionamento que levou um bom tempo foi de 20 perguntas. Exatamente isso. A lei de parede mais uma vez se mostrando e ficar. Ela disse que 20% do seu esforço gera 80% do seu resultado. E eu 80% do seu esforço 20% do seu resultado. Às vezes 5% de gera 95, às vezes 30, gera 70. In essência a gente para a letra mostra que existem pontos de alavancagem. Ricanas ações que retornam muito mais do que outras. E a Raiagra 2020 foi a certeira mais uma vez quando eu tinha finalizado escolhas a gente perguntas mais importantes aqui para uma vida lendária. Então é por isso que eu cheguei nesse número de 20. E essa não é uma regra. Para você, talvez 10 perguntas seja um suficiente. Para outra pessoa talvez 30, cada um de nós é único. Mas todos nós buscamos a mesma coisa. Buscamos a felicidade. Cremos no sentido de felizes. E para cada pessoa a felicidade pode ser percental, completamente diferente. Para alguns de verdade, para alguns ser amados, para alguns uma vida sem preocupações, para muitos a família, para outros a conquistar e talvez para você, tudo isso aqui que eu falei mais um pouco. Agora eu tenho uma pergunta para você. Você está em busca da felicidade. Essa não é ainda uma das 20 perguntas profundas. Se você puder me ajudar, eu quero que você responda com o simples sim ou não. Pode responder mentalmente aí, não precisa nem falar. Eu acredito que sua resposta foi sim. Não foi? Bom, se sua resposta foi sim, é por isso que hoje você não é completamente feliz. Como assim ela? Se você escutou o episódio 10, a vida é contributiva, você aprendeu que você só ocana o objetivo quando para de focar nele e foca no processo. Com a felicidade não é diferente. Enquanto você tentar ser feliz, isso vai te gerar na verdade em felicidade. Porque só o fato de você buscar felicidade automaticamente implica que você não é feliz. Ou não completamente feliz. Então, pare de buscar felicidade foque no processo que te gera felicidade. Mas, alô, qual que é esse processo? Eu não tenho essa resposta. Cada pessoa tem seu próprio caminho para a realização e para a felicidade plena. Com tudo, lembra que elas me perguntas? Eu tenho as 20 perguntas que vão te ajudar a encontrar as respostas que já existem aí. Aí dentro de você. E com essas respostas, o processo para a felicidade vai ficar bem claro. Então, preparado para a gente começar as 20 perguntas? Se você tiver, então, aí na frente do computador, com papel, macaneta, ou próximo celular mesmo, a notícia das perguntas. Se você não pode notar, agora não tem problema. Escuta todo esse podcast. Porque você provavelmente vai escutar nesse episódio mais uma vez. Ele vai ser um guia para você responder essas perguntas. E, como eu já disse, são perguntas que você continuará respondendo para o resto da sua vida. Vamos lá, então. A primeira pergunta é "O que eu realmente quero?" Sempre repita comigo quando eu fiz a pergunta. "O que eu reaumente quero?" E se você puder falar em voz alta, melhor ainda, tenha algumas pesquisas já que quando a gente consegue falar algo e nós souber mesmo se escutar, a gente consegue processar melhor informação. Então, se você puder falar em voz alta, fale. Se não, faz mentalmente. Mas a pergunta é essa. "O que eu realmente quero?" É bem provável que você teria respondido ser feliz. Mas agora que sabe que a felicidade em si não deve ser uma busca e sim um processo, talvez você não tenha respondido ser feliz. Mas se afete aí, "O que você realmente quer?" Se pergunta em voz alta, como eu disse, "O que eu realmente quero?" E nesse contexto, deixe esse questionamento ser abrangente. Ou seja, "O que você quer da vida?" Já percebeu que você quer saber. muito pais perguntam isso para os filhos e doescentes? O que você vai fazer da vida, o que você quer da vida? Já me perguntaram isso quando era doescentes. Já pregiassei os pais dos meus amigos perguntarem para eles e eu já pregiassei meus amigos perguntarem isso para seus filhos. Mas sabe por que que é injusto perguntar isso para uma doescentes? Talvez seja injusto, inclusive, perguntar isso para você. Porque uma doescentes tem fase de construção da sua identidade. Ele ainda não é. Ele está no processo de se tornar. Na doescentes, a gente passa por uma fase de experimentação de experimentar diferentes nítidades psíquicas. Semmos a pegar. Por isso, você vê a doescentes representando tantos papéis diferentes em tão pouco tempo. É pagodeiro, começa a gostar de pop, vira fã de nissim, que diverte seus de voz, entra por um grupo de dança na escola, começa a gostar de pop, começa a gostar de rock, que começa a tocar violão, começa a galera do rock e por fim acaba virando fã de hard rock como hdc, gongzer roses, bom jovem. E esse, por exemplo, é um exemplo, o meu resumido da minha evolução, os meus gostos musicals e o tipo de música que eu escuto e faz parte da identidade, assim como todo o resto que eu gosto e faço, também teve uma construção. Eu fui de pagodeiro para esse dc. Então, cobrar alguém que está nesse processo de mudança não faz sentido, a pessoa pode estar no estágio para godeiro, nada contra para godeiro, mas é um estágio que meu foi um estágio inicial. Então, a gente nunca deixa de aperfeiçoar e de aperfeiçoar esses interesses, mas com ainda doescentes nós estamos explorando coisas completamente diferentes e nas mais diversas áreas da nossa vida. E o adolescente que não explora é um adulto reprimido muitas vezes, que tem crise de identidade no futuro, porque ele simplesmente cumpriu papel que alguém, alguma autoridade disse para ele, que era melhor ele assumir, e ele assumiu. Essa autoridade pode ser um pai, uma mãe, um avô, um voo, um professor, alguém que cuidou dessa pessoa, mas o ponto aqui é que é injusto perguntar para o doescent, porque ainda não sabe quem é, e não tem que saber, ele tem que explorar. Mas se você não é um adolescente, uma pergunta que vai te ajudar a responder a primeira é quem é você. Essa é a nossa segunda pergunta, quem é você? Ou seja, você vai se perguntar quem eu sou. E não me vim respondendo com o seu nome, sua profissão, o que você é pai da fulana, mãe da ciclana, é esposo, ou esposa. Eu quero que você responda quem é essa pessoa que se esconde por trás desses rótulos. Se você escutou o episódio 2, você vai lembrar da seguinte frase, eu não sou quem eu penso que sou, o que eu penso é quem eu sou. Você é um fluxo de ideias, normalmente as mesmas que são recontadas inúmeras vezes, ao ponto que você começa a acreditar nela. E que histórias são essas? E reforça isso através de lembranças embarassosas, às vezes que você tentou provar o contrário. Talvez você conte pra si mesmo, que não leva jeito como você, pra si empresário, e também reforça com alguma história. Talvez você seja contando pra si mesmo, que não é um bom filho, uma boa filha. Talvez não seja uma boa mãe ou pai, um bom esposo, uma boa esposa. Se você já lá quais histórias você está contando pra si mesmo, não seja interessante, pelo menos estar consciente dessas histórias. Afinal, são essas histórias que fazem de você, quem você é. Elas não são necessariamente verdadeiras, são na verdade uma percepção, uma percepção muitas vezes distorcida da realidade. E sabe o que costuma distorcer a realidade, o seu julgamento? E nós costumamos ajudar as coisas com as nossas próprias regras a vida. Nosmos no decorrer da vida, vamos criando uma série de regrinhas, nossa mente. Nós catalogamos aquilo que não gostamos, aquilo que gostamos, aquilo que achamos que é justo, aquilo que achamos que é injusto, e consequentemente, mesmo de forma inconsciente, nós criamos uma série de regras pelo qual julgamos nós mesmos e também os outros. Agora imagina se você é convidado pra jogar um jogo sem saber as regras. É isso, justo pra você? Porque você vai ser punido sem nem saber porque está sendo punido. Só que assim é sua vida. Se conhecer suas próprias regras mentais, você acaba se punindo no piloto automático. Muitas vezes se auto-sabotando sem nem saber o motivo. Quem maga é ser, mas continua comendo o que não deveria. Quem ganha mais dinheiro, mas tudo o que faz parece só fazer perder ao invés de ganhar. E esse senti melhor consigo mesmo, mas não consegue cumprir os compromissos que faz um sigo mesmo. Esses são apenas alguns exemplos das consequências de jogar um jogo sem conhecer as regras. E pra conhecer as regras, na sua própria mente, é importante se fazer a seguinte pergunta. O que você realmente valoriza? Em outras palavras, quais são os seus valores? Essa é a nossa terceira pergunta lindária. E eu conheço poucas pessoas conscientes de seus valores. É uma pergunta, inclusive, que eu faço sempre nas entrevistas das mes empresas. E as pessoas tendem a responder as coisas mais comuns que você imaginar. O valor é família, segurança, valor é lealdade, a integridade, bouchette. Só estão repetindo coisas que outras pessoas falaram pra elas. Ela realmente não tem noção do que são esses valores. Só que são esses valores que guiam as ações. Dessas pessoas, as minhas ações, as suas ações, e por consequência todos os nossos resultados. Os valores são um dos principais conjuntos de regas que nos ajudam a navegar na vida. Nós somos em grande parte consequência desses valores que a gente carrega. Quer um exemplo? Alguém que valoriza a igualdade, por exemplo. Obviamente vai ter mansões ou carros de luxo. Porque essa pessoa está mais preocupada com a desigualdade social. E mesmo se ela de alguma forma atingiu um sucesso financeiro que permita que ela possa comprar mansões e carros de luxo, ela dificilmente o fará. E se o fizer vai ser por algum momento até se alçabotar. Porque ela vai sentir um impostor. E a gente tem uma necessidade de sentir coenty consigo mesmo. Você já sentiu o impostor ou o impostor alguma vez na sua vida? Isso aconteceu porque você estava infirendindo alguma regra interna do somente, provavelmente indo contra um valor seu. Agora vamos pensar em alguém que valoriza a mérito-cracia, uma pessoa que acredita no mérito. Ela vai lá, eu duro, eu troubou por anos, veio de origem o milde e apesar de estar tudo contra ela ela conseguiu atingir o sucesso financeiro e para poder desfrutar desse sucesso com uma mansão, com uma casa de praia, um carro de luxo, essa não vai ser alçabotar. Porque ela não vai se íntima ao ter comprado essas coisas, na mente dela, ela fez com merecer e tá tudo certo. Perceba a diferença entre essas duas pessoas, elas valorizam coisas diferentes e nem por isso estão erradas. É bem provável que a primeira acredite entrebota pesado os mais ciclos por exemplo. Mesmo que elas sejam deles, já segunda acredita que isso é injusto, porque ela fez com merecer para conquistar tudo com o que estou. Os valores, eles moldam nossa perspectiva sobre os fatos e eles também ajudam a reforter a ler ser as ideias que a gente fica contando para nós mesmos. Então é fundamental você estar consciente dos seus valores e entender a consequência deles. Eu, por exemplo, valorizo a sabedoria e valorizar a sabedoria significa abrir mão de terrasão, abrir mão de estar certo, abrir mão e abraçam em certezas, questionamentos, é analisar vários pontos de vista, observar, contemplar e eu sempre fui muito ativo, sempre coloquei muita intenção e muita ação, muita energia em tudo que eu fiz. Mas muitas vezes cometi erros bovos e por isso o meu julgamento interno, ele me massa crava e eu não entendi direito por quê? Eu não entendi porque eu me penalizava tanto mentalmente, até notar que o valorizo muito a sabedoria. E a sabedoria não é rápida, é velhenta, mais certeira. Toda vez que eu agia rápido e como um tolo eu acabava cometendo algum erro, eu estava sendo incoerente com o valor forte dentro de mim. E essa incoerência agredia minha identidade. Você não precisa saber como os valores que você possui foram parar. Mas precisa saber que eles estão aí, que era você ou não. E você precisa, pelo menos, reconhecer os entender quais são esses valores. E por isso, até você descobrir que se pergunte frecunitemente, quais são os meus valores. O que? Eu valorizo no relacionamento. O que eu valorizo no meu trabalho? O que eu valorizo na vida? Uma forma que eu aprendi a reconhecer os valores foi através do contraste. Por exemplo, eu detesto com Versas Vas, Com Versas Fúteses. Eu sempre detesto. Em contrapartido, eu sempre gostei de conversas que falam sobre a significada da vida, sobre projetos, sobre a história, sobre o futuro da monidade. Toda conversa de alguma forma poderia colaborar para que ele ser um pouco mais. Eu decri mais conhecimento. E logo, eu entendi que eu valorizava a sabedoria. Também sempre achei uma falsa tremenda. de respeito a essas pessoas que chegam atrasadas. Pessoas que se esquecem de compromissos ou acabam atrasando compromissos já foram agendados previamente ou simplesmente não cumprem aquilo que já foi combinado. E eu sempre procuro fazer exatamente o oposto. Eu busco ser pontual, de cumprir com tudo que eu combino, logo eu valorizo o comprometimento. Ou, por exemplo, eu simplesmente não suporte a parte de pessoas que ficam sigabando o tempo todo mesmo que elas têm esse método. E eu também não faço questão de falar das minhas habilidades ou conquista para ficar me engranecendo alguma coisa do tipo. Logo então eu valorizo a humildade. E talvez você valorize coisas opostas a essas três. Talvez você valoriza a coragem, a coragem para tomar decisões, você tem que pensar tanto. Pode ver que sempre num filme você vai ter o sábio, que vai ser o cara lá que não vai fazer grandes. não é a estrela do filme. Mas tem o cara corajoso lá que vai lá e consegue salvar a princesa. Eu não sou esse cara, eu sou o sábio velhinho que está lá no filme. Mas esse cara, por exemplo, se você é alguém que valoriza a coragem, coragem para tomar decisões, você tem que pensar tanto, você lida bem com essas consequências, mesmo muitas vezes não sendo a consequência que você gostaria que fosse. Mas para você é o importante que você agiu, que você foi corajoso. Talvez você valorize a sua liberdade acima de liberdade dos outros. E por isso você não vê problema nenhum em chegar atrás de adiou, não cumpri o combinado. E eu conheço algumas pessoas são assim. As não ligam, as outras pessoas não ficar chateadas com elas por isso. Tá tudo certo, para elas é assim. Se você quiser continuar convivendo com elas, você vai ter que se adaptar. Talvez você valorize a autoconfiança e não vê problema nenhum em falar dos seus feitos, o como bom você é. Na verdade você acha bonito e legal quando outras pessoas também são confiantes de falar sobre as habilidades com que essas delas. E dependente do que você valoriza, é importante você saiba o que é, porque só assim você vai poder parar de se sabotar. E eu, por exemplo, também valorizo a liberdade. E por isso, toda vez que eu tenho que criar um processo muito rico em detalhes, eu me saboto. Porque eu sei que isso de alguma forma isso vai aprisionar. De forma inconsciente, eu sinto isso ger um significado de prisão para mim. E eu tenho vontade de sair correndo, só que consequentemente eu acabo o meu sabotando. Eu já fiz em números vezes isso nas mesmas empresas. Quando eu crimo planejamento muito complexo, que tenha ali o planejamento para mais tempo, com muitos indicadores, etc., eu normalmente eu largo o projeto. Porque tira toda a televisão para mim. Agora, imagina o desafio que é para mim, ser um empresário que odeia planejamentos. Imagina como foi ser um CO de uma das maiores empresas do segmento no Brasil, odiando ter horário os semanas de reunião, criando planejamento estratégico tributário, criando planejamento de crescimento, planejamento de marketing. Tudo isso feria esse meu valor de liberdade. A única forma que eu consegui fazer tudo isso bem feito é porque eu tinha no final do dia um sentimento de "eu estou a um dia a menos de parar de fazer isso definitivamente". E eu estou fazendo isso para um dia não precisar fazer mais. Então, eu sempre fiz pela liberdade, pela liberdade que isso poderia me proporcionar principalmente pela questão de liberdade financeira. E eu tenho um controle financeiro dos investimentos, por exemplo, que é de dar inveja em muito contador. Só que eu não faço isso porque eu sou organizado, ou porque eu coloquei, eu faço questão de ter todos os números anotados. Eu faço isso porque eu coloquei na minha cabeça que essa liberdade financeira que eu tenho hoje depende de eu continuar fazendo esse controle. Percebe com apenas um valor, pois tem influência tão forte nessas vidas. E todo o valor tem o seu lado sombrio. O valor de liberdade que eu tenho está constantemente inatrito com o valor de progresso. Porque para ter progresso, muitas vezes eu preciso ter rutina, preciso ter planejamento, mas só que quando eu começo a planejar muito, quando eu começo a ter uma rotina muito bem desenhada e um comprometimento com algo que é repetitivo, como o próprio ato de criar esses episódios aqui, por exemplo. Fomos tão conflito muitas vezes dentro de mim, um sentimento de prisão, como se eu tivesse me tornando um escravo de algo. E quando esse sentimento aparece, eu acabo me auto-sobotando. Começa a procrastinar, começa a me perguntar se é isso mesmo que eu quero fazer. Então, eu exocé pense, mas por que você não se livre desse valor, então, de liberdade, coloca um outro no lugar um que faça mais sentido, só que infelizmente não resta em que funciona. Não é fazer uma lista dos valores que você gostaria de ter, como amare as pessoas fazem. Ele está aquilo que você valoriza e valores que são algo que estão enraizados dentro de nós. Eles foram instalados lá no começo do desenvolvimento à nossa identidade e foram sendo reforçados ao longo de toda nossa vida. Boa parte de tudo que eu conquistei, inclusive minha esposa, foi graças a esse valor rebelde de liberdade que eu tenho. E o fato de conhecê-lo com cada vez mais profundidade, eu estou conseguindo em permitir ressignificar o cada vez mais. Só que isso é possível pelo fato de conhecer ele e todos os meus valores. Que em ordem de prioridade, momento que eu grave esse episódio, aqui são os seguintes. Família, primeiro lugar, segundo sabedoria, terceiro, humildade, quarto progresso que eu costumava chamar de evolução. O 5 é coerência, que muitas pessoas chamam de integridade. A gente que eu falava de falar o que fazer, mas comerência foi o que nesse momento eu consigo emitificar como uma palavra que mais significa, simboliza o que esse valor que eu tenho. O 6 é gratidão, o 7 é autonomia, que antigamente eu chamava de liberdade, o 8 é comprometimento, o 9 é clareza e o 10 é simplicidade. Eu estou ressignificando tanto a liberdade para mim, que eu até mudei o nome, que estou chamando de autonomia a vez de liberdade. Então eu conheço a ségras do jogo, só que está na hora de você também conhecer. Eu listei aqui as minhas 10, os meus esvalores, não para você copiar ou para você ter uma referência e sim para você ter uma noção, inclusive de prioridades. Então eu priorizo a sermos de tudo a minha família. Em segundo lugar, a sabedoria, ou seja, eu sabedoria para mim está acima de progresso, ou seja, não você prefere aumentar seu patrimônio ou aumentar sua sabedoria, aumentar minha sabedoria. Então essa ordem aqui é a ordem que eu sigo naturalmente, eu não estou me forçando a isso, eu só sou observando como os meus valores se comportam. E quando eu percebo que um valor está trabalhando contra mim, eu consigo entender como aos pouquinho se significa ele, mas não é um trabalho de curtíssimo prazo. Eu vim fazendo isso já há seis ou sete anos usando várias ferramentas que eu encontrei no colte, na psicologia, na filosofia, em vários lugares diferentes para eu reprofundar nesses valores. Então eu não consigo aqui dar pra vocês em poucos minutos uma ferramenta definitiva pra vocês descobrir. Só que só de te fazer essa pergunta pra você ficar martelando ela, já vai te gerar mais clareza. E eu tenho outra pergunta também que vai te dar mais clareza que a nossa próxima pergunta lendária, que é quais histórias eu vim contando para mim mesmo. Diversas pesquisas demonstram que nós temos mais de 50 mil pensamentos em único dia, e desse 50 mil pensamentos 50% deles, pelo menos, são negativos. E mais de 90% deles são repetidos do dia anterior. E o que eu disse é que nós somos praticamente um eco de ontem e um eco negativo. Essas histórias se forçam continuamente aquilo que valorizamos além de digitar em nosso nível de felicidade. Como eu citei no comecinho nesse episódio que o grande imperador e histórico, a felicidade da vida depende da qualidade dos nossos pensamentos. E é importante que você conheça quais são essas histórias que você continua se contando continuamente. Talvez muitas pessoas já te enganarem e você fica repetindo que pessoas não são confiáveis. E isso te faz sempre estar desconfiado, sempre compé atrás, em tudo que envolve outras pessoas. Então, você valoriza a cautela. E não me leva mal, não tem nenhum problema ser cauteloso. É bom ter cautela. Só que tudo em excesso faz mal. E uma pessoa que é extremamente cautelosa, nunca toma riscos e é bem provável que eu nunca sairá da zona de conforto. Em possumitando que ela tem uma vida melhor. Outro valor que essa pessoa irá desenvolver possivelmente será o valor de segurança. Provavelmente irá valorizar a privacidade ao alunimato. Porque quanto menos exposição ela tiver, menos chance de alguém ferê-la. E essa pessoa vai ter um perfil no Instagram bloqueado. Isso se estiver Instagram. Ela vai estar sempre fugindo de palco ou loforts. Nunca vai ser uma pessoa que vai estar em cima do palco. Tudo isso porque ela conta uma história para ela mesma. Que as pessoas em grande parte não são confiáveis. E tudo que vai acontecendo vai reforçando a cedeia. Não porque necessariamente de verdade, mas porque nós estamos constantemente tentando favoritar eventos que comprovam que a gente está certo. Existe uma palavra no dicionário para isso que se chama "Bias", "Destorsão do Jogamento de Observador" por estar ele intimamente envolvido com o objeto da sua observação. Como eu falei no episódio 6, a sombra da ideologia, nós vemos o mundo através de lentes. E dependendo da lente que você estiver usando, você vai enxergar-lo com diferentes cores e formatos que outras pessoas estiver chegando também. Descubra a lente que você está usando simplesmente observando seus pensamentos repetidos. Eu, por exemplo, eu tenho feito um exercício que onde eu anoto, pelo menos três vezes ao dia, os meus pensamentos, sentimentos e emoções, naquele momento. Eu tenho feito isso de forma recente nos últimos 60 dias. Eu faço isso normalmente quando eu acordo lá por volta de uma zonos de horas e no final da tarde, às vezes também, eu te dormi. Isso toma só alguns minutos, só que eu consigo ter uma clariza muito maior do padrão de pensamentos que eu venho tendo. E quando eu não gosto do padrão que eu estou percebendo, eu procuro de alguma forma modificar esse padrão. Outro exercício é escrever em algum lugar todas as suas crianças. Pode começar sempre com "eu acredito". E depois escreve o que você acredita, coloque ali o motivo pelo qual você acredita. Um exemplo seria "eu acredito que as pessoas são essencialmente boas, porque mesmo no meio do calço eu vejo muitos atos de bondade. Outro exemplo seria "eu acredito que as pessoas são mais e egoístas, porque todos estão sempre assando em si em primeiro lugar e na maioria das vezes ignoram a necessidade dos outros". Na minha perspectiva, aqui de fora com observador dessas duas crianças, para mim sinceramente, nenhuma das afirmações eu diria que estão erradas. Mas qual dessas duas vai fazer bem para a pessoa que ficar repetindo ela por mais vezes? A primeira, onde ela escolhe acreditar que as pessoas são essencialmente boas, porque no meio do calço eu vejo bondade, atos de bondade, ou a segunda, que acredita que as pessoas são mais egoístas, porque todos estão sempre pensando em si em primeiro lugar e na maioria das vezes ignoram a necessidade dos outros. Qual dessas duas crianças será que vão ajudar mais a pessoa que ativer? Mesmo se considerarmos que as duas estão certas, será que reforçar a segunda? Vai te fazer bem? Ou até mesmo te proteger? Eu tive o meu primeiro mentor aos 21 anos de idade. Um cara que criou uma empresa multinacional e tinha cause importados, sede da empresa em diferentes países, vários apartamentos de luxo, mas ele acabou perdendo tudo porque, ao longo de 20 anos, o sósso dele enganou ele, desvendo o dinheiro que deveria ser para pagar impostos para o próprio bolso. Quando a receita descobriu o valor com multas e juros, era maior do que o caixa da empresa tinha para pagar, maior que o patrimônio deles, inclusive do somado. O sósso sabia o que estava fazendo há anos, então ele se preparou para isso. Só que ele não. Ele perdeu praticamente tudo e dembrou oito anos para confiar a alguém. E esse é alguém fui eu. Eu aprendi muito com ele. As as primeiras grandes exissões da vida, inclusive algumas que eu dei aqui já, eu aprendi com ele. Mas teve algo que ele tentou me ensinar várias vezes que eu resistia, que foi nunca confi em ninguém. Ele repetiu isso para mim e num, às vezes. E num começo confesso que até aceitei. É um cara muito mais inteligente, um cara que já vivia muito mais, ele sabe o que está falando. Só que eu comecei a notar um passar do tempo, que a vida dele era triste, que ele não tinha amigos, ele não conseguia se aproximar de ninguém. Eu comecei a pensar, repetir, será que vale a pena reforçar esse pensamento. Será que vale a pena que contar essa história? Alguns meses após o da aula de programação para ele, ele me convidou para abrir uma empresa com ele, uma empresa de entrega online para a pizzeria. Em 2011, não tinha enfo de ré, que nada é conhecido. A gente estava trazendo uma tecnologia de canadência de catálogos 3D, naquela época era a ideia de vender em catálogos 3D, e a gente ia fazer cardapeos que eram clicáveis e podia pagar lá com o PayPal. E a nossa dificuldade era como integrar as suas pizzerias. E o projeto era bem interessante, tinha futuro. Ele ainda tinha um capital também para poder investir e tinha conhecidos que poderiam investir no nosso projeto. E eu tinha conhecimento de programação na época, o suficiente para poder fazer um projeto pelo outro. Mas, em algum momento, ele começou a ficar mais distante, começou a reter mais informações, começou a limitar o meu acesso ao com os dados da empresa, e por fim, ele disse que era melhor a gente pausar o projeto. E, pincelmente, eu não entendi. Eu fiquei até bem frustrado com isso, porque eu botei muito a expectativa e esperança nesse projeto. Mas ele foi generoso comigo, muito generoso, e pagou pelo tempo que eu investi no projeto, e eu valo, inclusive, que na época eu considerei acima do que eu esperava receber. Então, estava tudo certo. Só que aquilo continuou amartelando na minha cabeça, porque é uma decisão tão repentina. E depois de dois anos, eu comecei a trabalhar numa empresa de tecnologia, que era perto da casa dele. E por semanas e semanas eu ficava pensando em visitar ele, tentar descobrir o porque a gente não continuou esse projeto. Isso estava me consumindo, fazer muito tempo já. Porque, como eu falei antes, eu criditava nesse projeto, botei muito tempo nesse projeto. Depois de diversas semanas, com esse conflito interno, se eu devia visitar ele ou não, eu resolvi ir lá. Ele tinha trocado o número de telefone celular, e que já trocava também até um número da casa dele. Então, eu não sabia se isso era para me evitar ou se tinha outro motivo, mas eu precisava descobrir. Então, eu fui lá e toquei a campainha. E ele mais entendeu. A gente ficou conversando ali na frente do portão, da casa dele mesmo, difende-os outras vezes que ele sempre convidava a entrar, a preparar um lanche, algo para a gente comer junto. Mas tudo bem, fazia tempo que a gente não se via. E depois de um tempo conversando de pé, a gente acabou sentando na calçada e a gente continuou conversando. E depois de a gente se atualizar sobre as novidades de cada um, eu resolvi perguntar por que a gente não continuou com o pítio de som na ilha. Ele suspirou e desaba for. Ele estava na verdade era com medo que roubasse o projeto dele. Mas como ele viu que depois de dois anos, eu não tinha lançado em nada com essa ideia sozinho, que era algo da cabeça dele, não da realidade, então ele acabou me pedindo, inclusive, desculpas por dúvidade mim. Ele justificou, é claro, contando, novamente a cada história com o sócio dele, e eu tendi completamente de desculpe ele. Mas isso reforçou algo que eu já vinha me contando, que é, eu prefiro acreditar nas pessoas e ser enganado de vez em quando, do que viverem o mundo onde eu não posso confiar em ninguém. Essa frase me contei várias vezes depois que eu conheci ele. E olha, eu já fui enganado diversas vezes, eu perdi muitas noites de sono, muito dinheiro, muito tempo investir em pessoas que me passaram a perna, mas eu prefiro continuar creditando nas pessoas. Mesmo se eu somar todo o dinheiro que eu perdi, todo o tempo que eu investi em pessoas que me enganaram, eu ganhei muito mais dinheiro e felicidade por estar aberto a acreditar nas pessoas. Além disso, o número de pessoas que me fizeram bem é muito maior do que o número de pessoas que me fizeram mal. Quando eu observo tanto quantitativamente, quanto qualitativamente, vale muito mais a pena confiar nas pessoas do que não confiar. E essa história continua me contando. Sem dúvida nenhuma, minha vida seria muito diferente se eu tivesse me contado a mesma história que se inventou que ele que eu me contasse. Eu provavelmente não seria que hoje. Porque eu só consegui chegar aqui porque eu tive mentores, parceiros, sócios, colaboradores ao meu lado. Pessoas que eu acreditei que acreditar em mim. Agora, percebe importância de observar as histórias que você conta com esse mesmo? Essas histórias, elas geram crianças e valores. E elas vão ser repetidas e reforçadas ao longo do tempo ao ponto que se tornarão verdades absolutas para você. Mas elas não são verdades absolutas. A maioria delas são só histórias distorcidas através da sua perspectiva e do tempo que são contadas. Já percebeu que uma mensagem que passa por um telefone sem fio chega distorcido no final? Não é porque você que conta essa história repetidamente para você mesmo que ela vai continuar fiel. Cada vez que você recontala para si mesmo, ela influenciada pelos seus sentimentos a sua perspectiva naquele momento. Além disso, é normal quando você vai contar para alguém que às vezes você vai dar uma leve aumentada, ou romanticizar uma lembrança para ficar mais interessante até para contar. Só que, nossa vontade de estarmos sempre certos não ajuda nem um pouco também. É normal nós modificarmos nem que seja levemente para que essa história que a gente conte conti que nós estávamos do lado certo. Isso é o mecanismo de defesa, não semente. O bomto aqui é que você não pode confiar na sua imória nem nas histórias que você conta para esse mesmo porque existe uma boa chance de você estar se enganando. E é aqui que a gente chega na nossa quinta pergunta "Por que?" "Edique forma eu estou me enganando." Eu acredito que nesse ponto do episódio, você já entendeu que de alguma forma você está se enganando para as próprias histórias que conta para esse mesmo. Em grande parte causado pelo que a ciência co-grentiva e a psicologia social chama de "rassicinho motivado". Eu poderia fazer um episódio, inclusive, em ter. sobre esse fenômeno, mas em resumo é um fenômeno onde as nossas motivações inconscientes, os nossos medos, nossos desejos mudam a forma como interpretamos as informações que recebemos. Ao ponto que algumas essas informações e ideias externas podem ser vistas como aliadas. São ideias informações que nós queremos compartilhar e que queremos defender e queremos que que vençam na guerra de ideias. Já as informações e ideias que são diferentes a gente trata como inimiga e nós queremos evitar-las. Muitas vezes até mesmo destruí-las. Um exemplo claro na política, quem tem um posicionamento X não irá escutar quem tem um posicionamento Y. Mesmo que essa pessoa com posicionamento Y seja falando algo relevante e que seja para o bem comum de todos. Se você gosta de futebol, por exemplo, ver um juiz aplicando uma falta no seu time é algo que na maioria das vezes vai ser incorreto. O juiz é ladrão, o juiz é comprado, mas se esse juiz aplica uma falta no último adversário, não só a cabeça foi totalmente injusto, realmente aquela falta devia ser cobrada. E o cara da vez de ver se até mais penalizado, corta uma real não tem, se corta um vermelho para ele. Eu já assisti alguns jogos na minha vida, não porque eu gosto de futebol, na verdade eu nem tenho preferência por nenhum time. Só que eu sempre tive amigos, principalmente na minha adolescência que gostavam muito de futebol. Então eu tive a oportunidade de poder assistir os jogos com eles, só que não me influenciar emocionalmente o aquele jogo, então eu defendei um lado ou outro. Vê as coisas de uma maneira mais imparcial. Mas quase sempre, meus meus amigos reclamavam igualmente sobre o juíste é defendido mais o time adversário. Agora como isso pode acontecer no mesmo jogo? Isso acontece porque você está altamente motivado a encontrar motivos pelo qual você vai diversar o seu errado. O nosso julgamento é fortemente influenciado inconscientemente para a qual lado nós queremos que vença. E isso forma como lidamos com nossa saúde, nossa educação, em quem votamos, o que consideramos que é justo ou ético. E o que é mais assustador é que isso tudo acontece sem a gente perceber. É no inconsciente, ou seja, as suas crianças, aquilo que você valoriza, aquela história que consolida quem você identifica como o seu eu é boa parte produto de um fenômeno chamado rassosino motivado que você não tem controle, acontece de forma automática. E é por isso que é tão difícil de alguém mudar, inclusive você. Outro mais se forçamos uma ideia, mais difícil é de quebrá-la. Não só psilógicamente, mas inclusive fisicamente, porque nossos neurônios que não conexões neurais que são fortalecidos cada vez que pensamos dessa maneira. Como uma trilha do meio do mar, do floresta, e continua aberto porque as pessoas continuam passando por ela. E mais 95% do nosso tempo, nós estamos trilhando esses caminhos já existentes. Estamos no piloto automático. E cada dia reforçamos ainda mais esses caminhos. Na maioria das vezes, as crianças geradas por esses conjuntos de ideia são falsos ou têm verdades parciais. Mas o nosso cérebro está conscientemente buscando padrões e experiências anteriores para sentir seguro. E ele vai buscar esses padrões em conexões neurais nas sobustas. As trilhas que mais fazemos na floresta do nosso mente. E precisamos entender e aceitar que o nosso mente é assim. Na verdade, o nosso corpo é assim. A gente está constantemente em busca de economizar energia. Nossa sobrevivência, por muito tempo, depender disso. Portanto, não há falhas do nosso mente. Eu sou um modo perante dela. É simplesmente o sistema personal do seu cérebro. Mas entender e aceitar que o nosso mente é assim não significa que nós temos que continuar justificando essas falhas. E dizendo coisas como "Ah, eu sou assim, vai ter que aceitar assim, palco e nascitor, morri torto". Na verdade, já foi comprovado de números vezes que o nosso sistema nervoso tem capacidade de mudar, de adaptar e assim modal, nível estrutural e funcional. Ou seja, mudar o seu sistema de crianças. E o primeiro passo para qualquer mudança é a consciência. Você só vai conseguir mudar aquilo que você tiver com a consciência que precisa mudar. E é por isso que a pergunta 5 que eu escolhi foi "Por que?" e de que forma eu estou me enganando. Por exemplo, talvez você esteja dizendo para ser mesmo um catímetro que não tem o que fazer sobre isso. Toda vez que você vai tentar falar em público, você passa vergonha, toda vez que você tenta se expor o caminho da timidez é reforçado. Mas se você tiver errado, e se só timidez no fundo é apenas medo de não ser aceito. E se se só timidez, talvez seja apenas a ausência de habilidade social, que pode ser aprendida. E se só timidez for apenas uma insegurança costuma ser alta em imagem. Mesmo se você talvez até se encaixou nesses 13 c que eu falei, é muito mais claro o que você tem que fazer para melhorar do que simplesmente afirmar catímetro. Agora talvez você nitricou com algumas dessas. Quando eu era adolescente mesmo, eu tinha muito vergonha para falar em público. Então eu preferia, por exemplo, fazer os trabalhos e pedir por um colega apresentar na frente, nem que eu ficasse com todo o trabalho. Eu não importava de ficar fazendo a pesquisa, de escrever tudo, porque eu não queria, na verdade, me expor na frente dos outros. Só que quando eu abri a minha agência de desenvolvimento de sites, eu precisava vender meu seu de visso. Então eu tinha que me expor. E eu era todo envergonhado. Apesar de ser muito bom na parte de desenvolvimento, de design, eu vi um dos concorrentes venderem serviços bem inferiores aos meus por três, quatro, até dez vezes o valor que eu vendia aos meus serviços. E eu comecei a observar o que eles faziam. Eu voltei que eles davam palestras e eventos, que eles conquistavam clientes bons, normalmente nessas palestras, clientes que geravam menos em combadações que os meus, que ainda pagaram mais. E de início eu pensei, cara, tem que ter outra forma. Não, não vou falar, não vou falar em público, não, isso não é para mim. Só que eu fiz uma pergunta mágica, eu fiz essa pergunta e se, e se não for tão ruim assim, e se tiver uma forma, uma técnica de fazer isso em ficar tancioso, e eu entendi com a processo deles como eles conseguiam essas oportunidades para palestrar. E depois de alguns meses tentando, a gente dava a primeira palestra e eu consegui. Ela é a ser a sete da manhã para um grupo de empresários, uma cidade de vizinha da minha. E era uma, uma associação de empresas, eles. Bom, e até muito cliente potencial, ali, seria um empresário, não preciso dizer que eu nem jantei, eu não dormi de noite, eu estava ansioso, era quase um pesadelo para mim, imaginar que eu etei que é a sete hora da manhã subindo o pouco. Só que o dia começou chovendo, uma chuva muito forte, temporal, rusa lagando, e eu fiquei muito feliz. Eu pensei que nossa sagua era voodumia, eu vou descansar, não vai ter palestra, vai ser cancelado. E tinha certeza que esse cancelado por que era muita chuva. Só que a minha fiestude durou muito pouco, eu liguei para lá, questionando organizadora e ela me falou que o evento não ia ser reagentado e que a gente estava confirmado, os pessoas íam chegar anoraio e tudo mais. Beleza, quando cheguei lá, não era só alguns empresários. Era os maiores empresários da cidade, os maiores empresários da cidade, os vizinhas, estavam prefeito, os variadores e eu no calafrio, torno em estômago, por de cabeça, mostrou tudo que você poderia imaginar e estava sofrendo aqui no momento, as minhas mãos soando muito, e eu ficava com vergonha porque eu ia apertar as mãos das pessoas e era uma água seira, só a minha mãos, deixava a mão das pessoas do molhada que não se estivesse lá, sair do banheiro, se não lavar as mãos, eu ficava pensando em muitas coisas na cabeça que o pessoal está pensando de mim. Então foi bem difícil para mim, mas eu fui lá, tentei usar as técnicas, a minha palestra foi ok, mas o pessoal gostou, muitos empresários de procurar no final e finalmente eu fechei bons contratos. E a partir foi de esse evento aí que mudou minha mentalidade. Eu recomeci a receber vários convíts depois dele para palestrar, e eu disse sim, não fiquei estressado, aos poucos eu fui começando a me sentir a vontade nos palcos, o fruzinho da barriga, ele até hoje vem quando eu vou dar uma palestra para um grande grupo de pessoas ou para um grupo de pessoas que é muito fliente, mas é só isso, é só um fruzinho. E para mim hoje não tenho problema nenhum de palestrar e despor as mesidesas na frente das outras pessoas. A ideia que eu reforçava na minha cabeça era eles vão me julgar, será que vou falar as coisas erradas? E se eu me perdendo o meio da apresentação, o que que eu vou fazer se eu esquecer os tópicos, ninguém vai gostar de mim, eu não gosto de minha voz e por aí vai. E eu substituí por que elas não souam todos iguais, todos nós temos medo, todos nós comem temos erros, eu não sou pior, o melhor que ninguém, e eu preciso superar o meu medo para falar sobre as mesides das. Se eu falar sobre elas, eu vou atrair as pessoas que se conectam com elas, e eu esse é muito legal ter pessoas para conversar em suas mesideses. Hoje eu tenho uma criança totalmente diferente sobre falar em público, uma criança que é muito mais positiva do que anterior. Outro exemplo é que talvez você acredite que para você em particular é mais difícil de me agresser do que para outras pessoas. É algo que é genético, que você tem propensão em guardar, para você ganhar peso é muito mais fácil do que para outras pessoas. E essa criança eu reforcei por anos para mim mesmo, minha mãe era obeso, estou familiar por parte dela também, então eu sentava de etas, sentava exercícios, mas não tinha jeito, para mim era praticamente impossível me agresser. O esforço que eu colocava parecia que era muito maior do que os forços que as outras pessoas estavam colocando para me agresser. Até que teve uma semana, no final de 2018, que eu ouvido 3 diferentes amigos que eles precisavam parar de magresser. Que eles estavam ficando muito magros, eles tinham que voltar pra academia, que tinham que voltar a sua implementação. E eu fiquei pensando, "Oa, tá f*ck!" Como assim? Cara, eu não consigo parar de guardar e os caras conseguem. Emagrecer o ponto de ficar preocupado com isso, como assim? Dois desses amigos meus, inclusive, eles foram uma cima do peso por um bom tempo. E a família deles é o mesmo. Como assim? Agora eles conseguem ficar emagrecendo sem parar. Que eles estão tomando, que eles estão fazendo. E isso deu um curto circuito na minha desculpa. Eu pensei, "Pere aí!" E semagrecer não for tão difícil assim. E semagrecer na verdade, é for fácil. Porque não. Talvez eu estou tentando simplesmente um jeito errado. E. Eu soube começar a entender a cabeça deles. Como é que eles se relacionavam com a comida? E como era, né, se tinha uma coisa mágica na rotina? Acabei descobrindo que não tinha nada de mágico na rotina. Simplesmente, era uma forma de se relacionar com a alimentação, uma forma de viver a alimentação. E só isso foi suficiente pra mudar a forma como eu mesmo comecei a alimentar. Levo 8 meses pra eu desenvolver esse novo ápido de alimentação. Mas hoje eu tenho um controle muito maior sobre o meu peso. Esse conteúdo mesmo que você está aqui escutando, saiu de um e-se. Eu sempre me contém que existiam pessoas muito melhores do que eu pra tratar sobre esses assuntos que eu trago aqui. Que eu não era qualificado suficiente pra falar sobre assuntos mais complexos. Assuntos como esse aqui que envolvem. De esse episódio, que envolvem com a organizção, padrão comportamental, que o sonamento filosófico. Porque, afinal, eu não sou neurocientista, eu não sou psicólogo. E eu também não tenho nenhuma formação em filosofia. Mas eu me perguntei. isso. Esse isso forçou a uma desculpa. E se isso forçou um medo de me espor. E se. For um medo de errar. Bom, por que eu não comecei? E é que isso eu, apesar de ler artigos científicos, precisar muito sobre cada dado na lítico, ou o fato que eu falo aqui. E ainda por cima confirmar as estes dados com alguns amigos meus ou amigas, que são especialistas nas áreas, né, seja um médico neurocientista, um filosofo, um psicólogo. Apesar de tudo isso, sei que eu vou cometer isso. Pode ser que um dado estatístico que eu coloque aqui, que eu falho seja o trapassado, ou algo. Acaba sendo distorcido pelo meu aviés. Mas, no faç sentido eu guardar todo esse conhecimento só pra mim, simplesmente pelo medo. A satisfação que eu tenho aqui, ao criar um episódio como esse, por si sója recompensadora. Porque eu preciso refletir muito para achar formas de expressar as mes ideias. Dez que normalmente são complexas. Isso faz com que eu aprenda ainda mais o que eu estou ensinando. Além disso, eu recebo quase todos os dias, feed back de pessoas que de alguma forma mudaram suas vidas pelo conteúdo que eu ensino aqui. Mas, como quase toda a transformação que eu tive na minha vida, ela começou com um simples "e-se" seguida de um "porque-não". E essa união te tragará clareza para aquilo que está te segurando, o que está entimpeidindo de fazer o que você sabe que deveria estar fazendo. E aqui vem a pergunta número 6, o que eu deveria estar fazendo. Sinceramente, a maioria de nós sabe o que tem que fazer, mas não faz. Sabe que precisa aprender inglês, mas não estuda, sabe que precisa emagrecer, mas não cuida alimentação nem para te exercício, sabe que precisa dar mais atenção para a família, mas sim fia cada vez mais e mais trabalho. Você sabe que deveria ler mais, nós em vez de ler, porque assistiu na Tfliqs. Por isso, essa pergunta que eu faço para você, o que eu deveria estar fazendo. E eu não estou dizendo agora. Agora, a melhor coisa que você pode fazer, continuar escutando esse episódio, porque ainda tem algumas perguntas aí pela frente para nós. Mas o que você deveria estar fazendo no seu dia a dia? E estendo essa pergunta para o que você deveria estar fazendo mais? Talvez você se exercite, mas poderia se exercitar mais, talvez ler mais, estudar mais, descansar mais, aproveitar mais, porque não. Deixe extremamente claro o que você precisa ou deve fazer. Eu, por exemplo, fiz uma lista de tudo o que eu preciso fazer e depois se organizei na minha agenda no Google calendário. Tempo para, por exemplo, meses de estar, tempo para ler, tempo para estudar, tempo para me alimentar, tempo para suplementar, tempo para trabalhar, em cada área específica das empresas, tempo, inclusive, como é esposo, tempo reservado, que a gente come no junto que nesse horário, a gente vai estar juntos, esse fim, nossa série, eu vei nosso filmesinho. Isso não quer dizer que eu siga a risca essa minha agenda, só que ficou muito mais fácil fazer tudo o que eu quero fazer, porque existe uma loucação de tempo. Eu reservei um tempo para isso. Então, eu consigo evitar essa. através dessa organização, que como eu falei lá no comecinho, eu falo de valores, me atrapalho um pouco, porque às vezes eu sinto que eu tô um pouco aprisionado, só que eu re-siguenfico, pra mim, que isso vai me dar mais de verdade, e vai me gerar mais resultado. Então, eu consigo acitar. Mas eu não usei essa pergunta só para organizar a minha agenda. Eu faço essa pergunta todos os dias antes de começar qualquer atividade à minha empresa. Eu deveria estar fazendo isso, o que eu deveria estar realmente fazendo. Isso, primitio, ocorrigia a rota com muito mais velocidade. E depois que você começar a fazer essa pergunta com frequência, eu te convido para fazer uma bem similar, mais súltiamente diferente. A nossa pergunta número 7, que é. o que, se eu não fizer, eu vou me arrepender no futuro. Ou uma versão com mais connotação, um pouco mais agressiva, mais com mesmo significado, do que eu vou me arrepender de não ter começado hoje. As coisas mais importantes da vida segue o efeito composto, ou seja, é as precisam ser feitas aos poucos e você só consegue ver o resultado daqui a um bom tempo. Não tem efeito imediato. Por exemplo, ter um relacionamento verdadeiro e profundo. Ter um corpo saudável e bonito, construir um estilo de vida, com que está a independência financeira, através de investimentos sólhos, tudo isso leva a tempo. E você, se você não começar isso hoje, você provavelmente vai ser rependido daqui a 6 meses, vai ser repender novamente daqui a um ano, e vai ser repender duramente daqui 5 anos. Eu tira o garanto que tem muita coisa que você pensa "putz", porque eu não comecei a fazer isso antes. Bom, mas você está se fazendo a pergunta errada, o tempo que passou ele não vai voltar mais. Nós a gente fica perguntando para o seu eudo passado por que que você não fez isso? Faça a pergunta do seu eudo futuro para o seu eudo presente. Tem que se ver daqui a 6 meses, daqui a um ano, daqui a 5 anos, e se perguntem lá, o que você gostaria de ter começado, daqui a 6 meses? O que você gostaria de ter começado daqui a um ano? O que você gostaria de ter começado hoje, daqui a 5 anos? Essa pergunta me ajudou a consolidar vários comportamentos que ao longo do tempo, apenas aumentam. São juros compostos, são coisas que vão sempre melhorando cada vez mais. Por exemplo, lá em 2017, quando ainda Mar Pachão Patrimônio era usado como recurso para ficar investindo em anúncios no Facebook, eu me fiz essa pergunta. Do que que eu vou arrepender de não ter começado hoje? A minha resposta foi de não entender sobre investimentos, não ter começado uma carteira para alcançar a minha liberdade financeira. O que que eu fiz? Eu caí de cabeça nisso. Eu fiz vários cursos sobre finanças. Eu comecei a montar uma carteira naquele momento mesmo que fosse simples. Só que essa carteira foi expondindo. E hoje é uma carteira que não só me permite ter liberdade financeira, mas também não me dá a dor de cabeça, com uma rentabilidade bem assim do mercado. Só que tudo isso começou com uma pergunta. Então depois de explorar as reflexões da pergunta, o que isso que eu deveria estar fazendo, avança para essa do que eu vou me arrepender de não ter começado hoje. Você vai se impressionar com as respostas que você vai obter fazendo ela. E é bem provável que você me agradecido a que é seis meses, talvez um ano, ao temesmo daqui a cinco anos para o tefeito ela. Essas duas perguntas são parecidas, mas a segunda ela carrega uma sutiliza que nos leva para oitar a pergunta. Ela deixa normalmente explícito o porquê? Quando você se pergunta o que eu deveria estar fazendo, você normalmente responde, eu deveria estar fazendo Ipsom ou Z. Mas quando você responde do que eu vou me arrepender de não ter começado hoje, você normalmente responde "Eu preciso fazer A" porque "Se não, eu vou me arrepender de não ter B". Eu preciso começar isso da inglês, porque senão quando eu viajar para fora, eu não vou conseguir me virar, eu vou passar vergonha. Eu preciso fazer a minha carteira de motorista, porque eu quero ter mais de verdade para sair. Eu preciso organizar as finanças e construir uma carteira e estudar seu investimento para algum dia construir liberdade financeira. Então, automaticamente você vai começar a colocar esse porquê. No meu exemplo ali mesmo, eu pensei, "Se eu não começar a ter uma mentalidade investidor, eu nunca vou acumular patrimônio, eu nunca vou ter liberdade financeira, e eu vou me arrepender amargamente por isso". Meu porquê ele ficou explícito. Todos os dias eu sabia o porquê eu estava fazendo aquilo que eu estava fazendo, eu sabia por que eu estava estudando. Vou aprender investimento para conquistar a liberdade financeira. Era por isso. E por isso. Isso que uma pergunta que você deve se fazer frequentemente é, porque eu devo ou estou fazendo isso. Porque eu deveria fazer isso. Quando você responder a pergunta 6, você vai notar que vai ter uma lista. Uma lista, por exemplo, aprendi inglês, ler, meditar, emagrecer, estudar, tirar aquele projeto de acabei, está se gelado que for. Agora, sabe por que você tem dificuldade para fazer as coisas que você sabe que deveria estar fazendo mais não estar? Porque eu sei o por que não é forte o bastante para te mover. Sai por que você não tira essa bunda do sofá para fazer aquilo que tem que ser feito? Porque você é motivo para fazer tão fraco que não te gera emoção. A palavra emoção aderiva do latim, que é "x" movere, que significa mover para fora, ou seja, de dentro para fora. Então, se o por que não te emociona, você simplesmente não vai fazer. Porque isso não te emociona, não se emociona, você não age. Sai por que que aprendi inglês? Porque em 2013, fui no evento de JavaScript lá em Porto Alegre, onde trouxeram vários americanos para extra, e como tinha tradução simultânea, fiquei de boa, peguei lá meu aparelhinho, só que na hora de o do americano entrar, fui setonizar e o meu negócio não funcionou. E estava estragado meu aparelho, não era nem, que simplesmente só estava achado. E aí, e agora? Eu resolvi olhar para os dados antes de me levantar, para não atrapar a ninguém, só que eu não tenho uma coisa um pouco diferente. Não tinha quase ninguém usando os fones de ouvido com a tradução. Eu era um dos únicos programadores que estavam ali, que não sabiam inglês, que não tinham um lista em básico para entender o que os caras estavam falando. E eu fiquei com muita raiva de mim mesmo, porque eu já podia ter aprendido naquele momento. Eu podia ter parado para estudar. E eu estava me sentindo virgonhado por estar ali precisando dos fones. Eu fui passei três, três, três, quatro, quatro, quatro, três, escutando um cara falar, "O que eu não sabia?" Então aquilo me gerou um mador muito grande. E naquela mesma semana, uma colega minha queria designer, ela foi apresentar um vídeo engraçado. Na época, nem conhecia essa série, era um episódio do The Big Ben Theory, só que a inglês não tinha legenda. E ela chamou, foi me mostrar e logo já apareceu alguns outros colegas para assistir do lado. Era o dia-amoço, então a galera estava mais tranquila. E tinha quatro colegas assistindo esse negócio comigo. E quando alguém contou uma piada ali, todos eles eram risadas, só que eu não rio. Porque estava em inglês, estava sendo legenda, eu não entendi o que ele estava falando. Só que quando a minha colega viu, que eu não rio, ela me perguntou, "Nossa, desculpa, esqueci, não sabe inglês, né?" Ah, que estava assim, legenda, me desculpa, o etada ficou até com vergonha por ter me feito passar. Mas não foi erno, foi eu, eu que não estuda inglês. E essa vergonha novamente se misturava com uma raiva, uma raiva de mim mesmo, pronto, eu tinha investido mais tempo para aprender. E depois aquilo eu comecei a estudar, a forma disciplinada, todo o santo dia. Eu estudava 20 minutos, todos os dias quando eu acordava, era muito raro, muito raro, o G que eu não estudava. E o G que eu não estudava me via aquele sentimento de vergonha, de raiva. Como é que eu estou deixando estudar, estou roubando um pedaço no meu futuro para não saber inglês. E quando eu decidi que eu queria morar no Canadá, que eu queria ir me ir para o Canadá, o Canadá, o Canadá, o Canadá, o Canadá, o Canadá, o Canadá, o Canadá. Foi aí que eu tive mais uma razão ainda para aprender inglês. E o que é de cabeça, eu estudava duas horas por dia. E tudo o que eu fazia em inglês. Tudo o que eu escutava, tudo o que assistia era em vez mesmo sem conseguir entender tudo naquela época. Porque isso me gerava mais raiva por não estar entendendo. E essa raiva me alimentava mais para me querer estudar mais, para me aplicar mais. E percebe que o que imovia era uma emoção, o que estava me movendo ali, tinha as emoções positivas também, que eu ficava imaginando, "Ah, como vai ser maravilhoso quando eu entender?" Mas naquele momento que estava me movendo mesmo era raiva. Era essa raiva e essa vergonha por não saber. E o resultado foi que em menos de um ano já conseguia ler livre em inglês, já conseguia isso que o tapo de cash, entender praticamente tudo. Mas foi uma emoção que me fez tomar a ação que me fez aprender. Não foi a razão. Não foi simples dizer que "Ah, mais de 90% do conteúdo da internet está inglês, os melhores livros da internet não foi nada disso, foi uma emoção que trouxe essa vontade e essa realização do aprender." A gente tende a acreditar que a emoção nos sabota ao invés de nos ajudar a realizar. E eu conheci uma história que transformou completamente uma visão sobre isso. E eu vou contar essa história que breve para vocês. Essa história é de um cara chamado Eljot. Eljot era um tipo. um tipo comunicando bem sucedido. Executivo de uma empresa próspera, um marido, um pai, um amigo que tirava as férias na praia com a família, tido inclusive pelos seus colegas tanto de serviço, quanto de igreja, quanto de vizinhos também, como um cara querido, um cara que era feliz, alegre, e que era um cara que gerava uma energia positiva. Só que Eljot tinha dores de cabeça constantes, dores de cabeça o tempo todo. E não eram dores de cabeça comuns, o tipo que tomam o remédio de paz. Era dores de cabeça violentas, como se tivesse uma bola de demulição pendurada na cabeça dele batendo e gopingando os olhos dele. Então, o cara estava vivia topado de remédio. Calde o tiano soné, tentava relaxar, tentava ficar de boa, tentava aguentar filme, e só que as dores foram cada vez ficando mais agressivas, mais fortes. E ela só foram piorando com o tempo ao ponto que ele precisou fazer alguma coisa. Então, ele foi, como eu só fui fazer exames. E num dos exames que ele recebeu tinha alguma coisa muito estranha. Ele recebeu uma notícia que tinha um tumor cerebral, mas não era qualquer tumor cerebral. O negócio, a mancha que apareceu ali, era o tamanho de um puio fechado, era o tamanho de uma bola de beisbo. Então, a preocupação era muito grande do que poderia acontecer, tirando um pedaço tão grande, que é somaticamente também tirar de um bopaço do cérebro dele. Só que a cirurgia foi um sucesso, o arretirado do tumor foi feita, um maior sucesso. E ele foi para casa. Cicu perou, voltou para o trabalho, voltou para a família, para os amigos. Tudo parecia normal, até que tudo começou da muito errado. Ele parou de rindo no trabalho, as tarefas antes que ele fazia com os pés nas costas. Passaram a exigir uma alta dose de concentração e um esforço extra. Descissões simples como escolher entre uma caneta azul ou uma preta, tomava horas, às vezes dele. Ele cometeia erros básicos e levava semanas para conseltar esses erros básicos. A agenda dele virou um buraco negro, ele perdi arranhões, estourava prazos com desculpas cada vez mais idiotas. Inicialmente, os colegas deles satificaram com pina dele. "Puts, cara, você está surgindo uma barra pesada, né? Fiz uma serurgit, tirou uma boa parte do cérebro, vai ser recuperando, vai saber o que quer, né?" Era um tumor gigante, então, de repente, você lá fez alguma coisa ali, vamos dar esse crédito, pucara. Só que a barra começou, pesada tanto, que as desculpas do cara ficaram descapidas. Teve reuniões que ele faltou, por exemplo, com investidores, porque ele foi saiu pra comprar a campeador novo. E puxa, que não faz sentido nenhum, que ele tem na cabeça. E após meses de reuniões feitas ali de qualquer jeito e muito em rolação, a verdade era inegável. A cirurgia tinha tirado muito mais do que um tumor da cabeça de óleo. A verdade, na visão dos colegas, esse algo era uma grana preta da empresa. E eles acabaram demitindo ele da empresa. Só que enquanto isso, em casa, as coisas não iam muito bem. Siga receita, pegue um pai negligente, deixou no sofá vegetando, tempere ali com uma pitadinha de reprises de games, de Netflix, de séries. E leve ao forno por 165 graus, 24 horas por dia. Essa é a nova vida de alertina, claro, o forno, né? Mas ele perdi as partidas de Beis, pro do Filho, faltou reunião dos pais e professores pra ficar assistindo maratona de Jimis Bondes no TV. Ele esquecia que a esposa gostava que ele falasse com ela pelo menos mais do que uma vez por semana. Caeda nova e nem esperada a rachadura, deixava vazar uma briga. Só que não dava pra chamar elas de propriamente de briga. Uma briga requer o engajamento de no mínimo duas pessoas. E enquanto a esposa dele guste a fogo, ele tinha dificuldade de acompanhar a situação. Em vez de agir com urgência pra mudar e concertar as coisas, pra mostrar que a amava ela se importava com a família, ele continuava isolado e diferente. Era como se leavitar se outro fuso, fora da alcance das pessoas que estavam com ele. Até que sua esposa também não aguantou mais. Na cirurgia tiraram mais do que o tumor ela gritava. Tiraram a droga do coração também. E pediu de vórsos de voos crianças e o cara ficou sozinho. Onde ficou abatido, ficou confuso e começou a procurar formas de recompensar, de recomeçar a carreira. Se deixou levar por algumas empregadas de risco. Um golpista acabou pegando boa parte das suas economias. Pra não bastar. O teve uma mulher ainda que se duzia. com o venci, ele amorou com ela, casou, e depois de um ano se divertiu, levando metade do resto que ele ainda tinha. E o cara começou a vagar pela cidade morando em apartamentos cada vez mais baratos, apartamentos cada vez piores, e até que ele ficou sem grana pro Miguel, teve que morar na rua. Até que no irmão o acolhou e começou a sustentar ele. E, em conformado em ver a vida daquele irmão dele ter sido arruinado daquele jeito, ele resolveu que precisava fazer alguma coisa. Era inegável que ele tinha mudado, é que as dores de cabeça tinham casado mais do que dor. A questão era o que tinha mudado. Então, esse irmão dele começou a levar ele em vários médicos. E todos os médicos na qual ele levava, diziam que estava tudo normal, que não tem nenhum problema, que ele parece bem, que ele está, que ele ta ação. Os médicos fizeram lá, que elas coisas de médico, receberem resultados que infelizmente soziam que a Erode estava totalmente normal. E ao mesmo tempo algo que encaixava no que eles entendiam como normal, talvez até a cima da média as tomografias computadorizadas não pusavam nada. Seu queia ainda era alto, se o raciocinho estava coerente. A minha memória ótima era capaz de se entender sobre os efeitos de consequências das suas mais escolhas. Ou seja, tua problema dele. Ele conversava sobre uma ampla gama de temas com bom humor, com charme. Segundo o pisciátrio que ele consultou, ele eu te não estava deprimido. Pelo contrário, tinha uma autoestima sólida e nenhum sinal de ansiedade ou estresse crônico. Exibia uma calma que era quase zen, mesmo estando no olho do furacão causado pela própria negligência. E o irmão não conseguia acreditar naquilo. Algo está errado, algo está faltando. E finalmente, nesse desespero, Ele eu te foi encaminhado por um famoso neurocentrista chamado Antônio Damácio. De início da Mácio fez as mesmas coisas que os outros médicos. Submeteu a Eleotir a uma série de testes escognitivos. Memória, reflexos, inteligência, personalidade, relações pacifais, esse assassino moral. Tudo estava dando normal. Ele te foi aprovado com o louvor. Então, o neurocentrista fez algo que nenhum outro médico havia cogitado. Ele conversou com o Elert. Com o verso de verdade, ele queria saber tudo. Cada equívoco, cada erro, cada arrependimento. Como o Elert tinha perdido o emprego, a família, a casa, as economias. Explica-lhe, pediu que explicasse cada decisão a lógica do pensamento por trás delas. Ou naquele caso, a falta de lógica. Ele eu te era capaz de explicar em detalhes quais decisões havia tomado. Mas não consegui explicar um motivo. Lembrava dos fatos e sequências desses eventos com a fluidez perfeito até mesmo com uma certa carga hidramática. Mas quando ele pediam para que analisasse o seu processo de tomar decisão, porque achou que, por exemplo, comprar um garpeador era mais importante que encontrar um investidor. Porque havia considerado ficar assistindo James Bond. E isso seria mais importante do que os seus filhos. Quando essas perguntas eram feitas, ele dava um branco. Ele não conseguia dar uma resposta. Ele ficava totalmente sem resposta. E não é só isso. Ele não parecia se quer abalado com a consequência das ações dele. A verdade é que ele não dava mínima. Então, ali estava um homem que havia perdido tudo por causa de mais escolhas e erros que apresentava uma ausência total de autocontrole que em a plena consciência dos desastres em que sua vida se transformara. E, no entanto, não apresentava qualquer remorço, qualquer auto-repussa. Nem se quer um pouco de constrangimento para as perguntas que foram feitas. Muita gente, inclusive, cometeria suicídio por menos. E ali estava ele, não apenas confortável com o próprio fortúneo, mas indiferente. E foi quando esse médico, quando o damásio teve uma percepção brilhante. Os testes psicológicos que Elet foi submetido, eles foram consumidos para medir a capacidade de pensar e não a capacidade de sentir. Todos os médicos haviam se preocupado tanto em identificar se estava apto para raciocionar que nenhum havia imaginado que os danos de elet talvez estivessem na sua capacidade emotiva. Mas mesmo que tivessem se dado conta disso, nós existíamos uma forma padronizada de medir esses danos. Um dia, uns assistentes de damás imprimiu uma série de fotos grotescas, fotos perturbadoras. Vítimas de quemaduras, cenas de assassinados orrendas, cidades evastadas pela guerra, crianças com fome, essas coisas que realmente provocariam emoções de qualquer pessoa. Então ele pegou e mostrou para Elet uma a uma. E Elet ficou completamente indiferente. Ele não sentiu nada. E a sua falta de reação foi tão chocante que até ele mesmo comentou que era do Intíl. A admitiu que tais imagens com certeza teriam abalado ele no passado, que seu coração teria se contorcido de empatia e horror e drevirado o rosto com a versão. Mas, aquele momento, sentado ali, diante das mais sombrias distorções das bem-esumanas, é eletinofesnada. E este concluiu da maiso que era o problema. Embora o conhecimento e o raciocínio de olhos te fessem intactos, o tumor ou a serurgia para removerlo haviam debilitado sua capacidade de empatia e sentimento. Sem mundo interior não era mais feito de luz e sombras. E sim, era totalmente cinzento. Assistiram o recital de piana da filha e vocala nele toda vibração e orgulho paternal que compraran meias também proporcionavam. Era mesmo mesmo sentimento, não tinha diferença. Perdei um milhão de reais de que elas usava tantas emoções com o entilho tanque do carro. Por os ensóis para lavar, ou até mesmo assistir alguma coisa na TV, ele é visto tornado uma máquina ambulante de indiferença. E, sem desporabilidade fazer ruízo de valor, de diferenciar o melhor do pior, dependente do qual entre gente fosse, Elert havia perdido, se o autocontrole. Mas isso levanta uma grande questão. Se essa habilidade desculgenteva de Elert, sua inteligência, a sua memória, a sua atenção, estavam todas em perfeito e estado. Por que que ele não era mais capaz de tomar decisões efetivas? Aquilo intrigava da malho do seu equipe. Todos nós, já desejamos em algum momento, não sentiremos ações. Porque muitas vezes elas nos levam a fazer bobagem, inclusive, que a gente se arrepende depois. Durante séculos, os colgos e filófos partiram do presuposto que reprezar ou suprimir as emoções, era solução para todos os problemas da vida. Eu mesmo achei que as emoções só me atrapalhavam. Eu cheguei a pensar como seria bom se tivesse um botãozinho aqui para me apertar. E simplesmente desligar as emoções e daí fazer o que tinha que ser feito. Ah, pobre, não sabe de nada. Se eu pudesse fazer isso, eu ia ter um novo Elert, um cara que acabou perdendo tudo da vida. Porque não tinha a mais a capacidade de ter emoções em patia. E o caso de Elert, ele controlava todo o senso comum, respeito de decisões racionais e autocontrole. Mas havia uma segunda questão que era igualmente intrigante. Se eu já tinha inteligência agussada, em que ia acima da média, e conseguia resolver qualquer problema através da lógica, por que isso iria de ano profissional, disse bem, por que sua produtividade foi a ledera abaixo? Por que que em termos práticos ele abandonou a família, sabendo muito bem que seria uma consequência negativa? Mesmo que ele não deixe a mínima propósito dele ou por trabalho dele, ele deveria ser capaz de concluir racionalmente a importância de manter isso certo? Fala sério, até psicopatas compreender isso. Como é que Elert não compreendeu? O que custa para ser numa partida de beis, por isso, uma vez que outro, de alguma forma, ou perder a capacidade de sentir, Elert também havia perdido a capacidade de tomar decisões. A repetida habilidade de controlar sua própria vida. Todos nós, já passamos pela experiência de saber o que deveríamos fazer, mas mesmo assim, não conseguimos sair do lugar. Todos nós já adiamos, estaria a fazer importantes, ganhamos pessoas que ídios e deixamos de agir, em benefício próprio. Sendo que, na maioria das vezes, quando deixamos de fazer algo necessário, é sobre um pressuposto de que não conseguimos controlar nossas emoções, tanto quanto precisávamos para tomar aquela ação. Mas depois de ler essa mesma história que eu acabei de contar aqui, no livro "Fudeu Geral", um livro sobre esperança de Mark Meizo, e pesquisado depois sobre essa história da internet, vai me certificar aquela área real, que havia um estudo sobre ela. Essa, eu entendi ainda mais a importância dessa pergunta que eu fiz aqui para vocês. A importância do "Porque". Se questionar o "Porque" não é para racionalizar, mas para sentir a equidade de fensa. Algo um tempo que eu já percebi isso, que eu só tomava te tudo quando eu sentia, quando eu me emocionava. Muitas vezes, eu achava que isso era bestil, na verdade, foi a razão que me fez tomar a ação. Só que depois que eu li essa história de elet, eu comecei a valorizar ainda mais essa pergunta. Não é toa que o primeiro episódio aqui do "Pode de Quete do Derenar" se chama "Porque". A minha sequência natural de perguntar o início a qualquer projeto é, porque com quem? como o quê? Sempre nessa ordem. E eu explico o porquê disso no episódio 1. Depois de escutar essa história, eu espero que assim como eu, você entenda que as suas emoções são motivo pelo qual você age. E compreendendo isso, você desvenda o poder da ação. E toda aquela lista de atividades e objetivos que você respondeu na pergunta 6 e 7, agora você sabe exatamente o que precisa para instigar o ato de mover, de dentro para fora, ou seja, de se emocionar. E sabe o que mais te emociona as coisas mais importantes da sua vida? Então, naturalmente a próxima pergunta eu quero que você se faça o que é mais importante na minha vida. Essa pergunta dá uma primeira impressão que é fácil de ser respondida, só que o segredo dela está na priorização. Por exemplo, talvez você diga que a coisa mais imporrente da sua vida é a sua esposa e seus filhos. Isso sema de tudo. Mas então, por que você dá mais atenção para o seu trabalho do que para a sua esposa ou esposa? Talvez você sinta que eu estou atirando uma pedra aqui em você, mas sabe que eu também, e o que você fala também, sou pecado, e diga-no dessa pedrada. Eu também cancendo de dar mais atenção para um projeto temporário do que para mim esposa que me comprometi permanentemente, até que a morte não separe. Se por algum motivo, por exemplo, a minha esposa que se exace recebe um tratamento em outro estado, em outro país que imbebilizasse um projeto meu, eu não teria o problema de a minha irmão dele para estar com ela. Mas porquê no dia a dia, nós muitas vezes deixamos de dar atenção para as pessoas que é mãos, por outra coisa que é menos importante quando pensamos no quadro geral, no Big Picture, quando temos uma visão geral das coisas e de seus evidos valores. Deixamos de atenção para assistir TV, para ficar nas redes sociais, para jogar de game, para fazer uma reunião às vezes desnecessária, para ficar mais horas trabalhando em projeto que no fundo, no fundo, nem é tão importante assim. Mas porquê que fazemos isso? Sem dúvida, a gente tem uma justificativa. De alguma fora a gente usifica, dizemos que as outras pessoas estão precisando disso, que está atrasado, que este trabalho é o que sustenta a família, que nesse momento está cansado de trabalhar, tem que sentar um pouco descansar a TV, deixar quer, deixar que fica um pouco na minha, quero ficar um pouco na redes sociais, é porque o dia foi cheio, eu preciso de um tempo para mim também, não faltam desculpas. E está tudo certo, nem sempre a gente vai conseguir dar atenção com a antigostaria de dar para a pessoa que escolheu de vida e vida com a gente. Mas isso não é uma exceção, na maioria dos casos, é uma regra, é o que é no dia a dia. A falta de atenção é constante, você pode justificar aí o quanto quiser. Mas essa justificativa se tornaria ser o pesadelo, se essa pessoa morrer estando no tipo de dia. E você começar a se perguntar se realmente vale a pena abrir mão desse precioso momento com essa pessoa. Por isso que você estava fazendo. Que tal sobre seus filhos? Eu não sou pai, mas eu conheço muita gente quer. E as suas ausências são facilmente os ficadas. Eles têm que entender que eu não tenho tanto tempo assim, o que trabalhar. Eu tenho que trabalhar a dor para dar uma vida mais confortável para a minha família. Mas quer saber a verdade nua e crua. Essa escola é particular que vocês irralam para pagar, nem vai fazer tanta diferença na vida deles. O mundo está mudando tão rápido que é bem improvável que eles vão aprender na escola. Não vou usar nem um pouco na vida real. O que você, mesmo que está discutendo esse episódio, usa que aprende na escola. Eu mesmo aprendi a ler e escrever em casa com cinco anos. Hoje eu vejo criança de dois anos aprendendo mais rápido a mexer, encontrole-se mortos, celales, entables do que os próprios pais. Os seus filhos se dariam muito bem, por exemplo, uma escola pública. Eu mesmo nunca estudei na escola particular. E nem por isso deixei de ter sucesso que os pais ao mesmo para seus filhos. Só que isso é motivo para deixar de dar atenção para eles. Na verdade, se você quer que eles têm um futuro melhor, é exatamente a atenção e carim que você precisa dar para eles. E não, uma escola melhor. Como em o Val Harare, mesmo disse no livro 21, lições para o século 21, e também na entrevista que ele deu para o Tom no programa Impact Hill, as duas habilidades mais importantes para essa nova geração, para essa nova era que a gente vive, é a inteligência emocional e equilíbrio mental. E a divinha só. Essas duas atividades são fortemente que conheciadas pela infância que você, como pai, fornece para seus filhos. Conto mais aos dentes você for, mais difícil você vai deixar para seus filhos devolver em as únicas habilidades que um dos maiores historiadores e futuristas da nossa era classifica com umas mais importantes. Fora, esse obalé, aula de alemão, a adjetação, a sua atenção, o seu cuidado é o que tem mais valor. Seu filho não se importa com o lençol dele, ser lhe adcida, ou ser o meu sol, ter algum dançurrado. Ele se importa de ter você lá na hora de dormir contando uma história para ele. Ele não se importa se seu carro é zero usado, e isso que você esteja nesse carro com ele. Ele não se importa se você é um diretor ou um gerente, ser um grande empresário ou um mico-impranheador. Ele se importa de estar com o pai e com a mãe dele. Seu filho vai se importar de estar com você, é isso que importa. E você pode se contar um monte de razões para justificar só osense. Mas quando seus filhos estiverem casados em longe de você, você vai se perguntar por que não passei mais tempo com eles. Eles querem ser um tão rápido. A grande verdade é que mesmo que você liste aí todas as coisas que são mais importantes da sua vida, é bem provável que você esteja tomando elas como garantido. E é por isso que não dá tanta importância como deveria para elas. Você se acomoda e para de colocar energia e as coisas mais importantes da sua vida exige em mão tensão constante. A sua vida amorosa exige em mão tensão. O seu relacionamento familiares exige em mão tensão. Suas amizades exige em mão tensão. Sua saúde exige em mão tensão. A saúde financeira, sua carreira e por aí vai. Mas chega uma hora que começamos a tomar as coisas como garantidas. E como o próprio ar que a gente respira, essas coisas começam a se tornar algo que está ali, está presente. Mas sim elas, nossa vida, deixaria desistir como a gente conhece. Tendemos naturalmente a valorizar o que é escasso e a desvalorizar o que é acessível. Talvez você não de tanta tensão mesmo considerando importante, porque acredita que sempre vai estar ali. Vai estar sempre disponível para você quando você precisar. Só que não é assim que funciona. Eu já vi pais arrependidos de terem perdido em fazer dos seus filhos, pela ilusão de estar trabalhando ensinamente pelo bem dos seus filhos. Já vi casamentos e amouros acabarem por desculpas muito boas, pelo qual uma das partes precisava se dedicar muito em sua carreira o trabalho. Então depois de refletir sobre o que é mais importante na sua vida e fazer uma listinha priorizando, seja no celular, no computador, no papel, tudo faz. Eu quero que você se faça a nossa próxima e última pergunta do nosso Parti 1 aqui do Poder de fazer perguntas, porque já está ficando bem grande esse episódio. Então a gente finaliza aqui e a gente começa depois, no outros próximas 10. Vamos para o último então, que é a seguinte, o que eu estou tomando como garantido. Essa é pergunta, eu comecei a fazer só recentemente, mas sinceramente eu gostaria de ter começado a fazer lá muito mais atrás. Se você achar mais fácil, você pode se perguntar o que eu não dou o devido valor por ter como certo, como garantido. O que eu não tenho valorizado tanto como eu deveria, talvez essa última eu tenha ficado até mais fácil de você entender o contexto nessa pergunta. Essa pergunta ela vai te ajudar a despertar duas forças de felicidade e tento de você. A primeira é a consciência de onde você deve colocar mais energia. E se você colocar mais energia, isso automaticamente entrará uma felicidade no momento presente e também através das embranças no seu aumento futuro. E a segunda é que vai te gerar garantidão, pois você vai automaticamente estar grato pelo que possui. Vamos pegar só esse momento que você está aqui me escutando. Você já reparou na loucura que está acontecendo neste exato momento. Você está me escutando, mas eu não estou no seu lado falando desse conteúdo aqui. Eu estou nesse momento fazendo outra coisa enquanto você escuta nesse episódio. Provavelmente a dezena sentindo as outras vezes milhares de clúmetros de você. Eu grave esse conteúdo, subo num site que distribui esse podcast, esse episódio em várias plataformas diferentes, e você pode escutar ele quando onde quiser e disponível na palma da sua mão. Isso é de um tamanho poder que nem mesmo John Rockefeller, que foi comprovadamente o emmã em circo, que já existiu em toda história. Com toda essa fortuna, ele não conseguiu ter nada perto do que você tem. E olha que ele morreu nem faz tanto tempo assim. Assim como eu falei sobre o poder que o potencial do nosso cérebro, que é subestimado no começo desse episódio, o poder que você carrega ainda sobre você. com seus mãos, com o celular também subestimado. O seu aparelho aí carrega mais poder de computacional, de processamento do que o foguete que levou a minha lua. E o que você está fazendo por parte do tempo com ele? Está rolando pra baixo, não tinha que toque sem parar pra ver vídeo de gatinho? Acompanhando a vida de outras pessoas que nem conhecem no Instagram, está brigando com a sua família sobre política no WhatsApp? Você provavelmente pensa, eu tenho o celular, grandes coisas, todo mundo tem um, e é exatamente esse ponto. Não é porque todos têm que ter menos valor. Não é porque é acessível como a sua família, sua saúde, do que o que realmente importa que tem menos valor. O ar que você respira é outro exemplo de algo que você tem como garantido. Mas quando tivermos de baixo de água sem conseguir respirar ou ir uma fila de hospital por uma insuficência respiratória por um vírus, a única coisa que você vai conseguir pensar é anular. Nós tomamos ele como garantido até um momento que nós começamos a ser privados dele. E o mesmo serve pra sua relação com sua esposa, esposo, seus filhos, a sua saúde física, a sua saúde emocional, a sua saúde financeira, os seus amizades, mas diferente do ar que se o corpo faz a mão de tensão de forma automática, e na lando a oxigênio, levando ele pra todo o seu corpo, e respirando de óxido de carbono, todo o resto que eu citei exige uma intenção, exige, cuidado. Mas qual deles você não tem cuidado como deveria? Já percebi o que valorizamos a maioria das coisas quando a perdemos, mas será que realmente a gente precisa perder pra valorizar? É bem provável que você já tenha perdido alguém próximo de você, alguém que você desjaria que pudesse voltar no tempo e passar mais tempo a essa pessoa. Mas quem seria essa pessoa que se deixasse hoje você teria esse mesmo sentimento? É bem provável que também em algum momento da sua vida você já tenha adoecido. Já desigou também, ter cuidado melhor do seu saúde, ter se alimentado melhor, ter feito exercícios. Então é por que que você não faz isso hoje? Eu conheço muitos empresários que têm a saúde como garantida. Eles fazem longa jornada de trabalho, com a coluna toda a torta, se alimentando mal, e ainda se fazer qualquer tipo de exercício. E por mais que algum deles tem muito dinheiro, esse dinheiro não comprou um corpo novo e saudável pra eles. A saúde é um ativo que segue a lei do feito composto. Você não pode se alimentar, fazer exercício, e sentar com a postura correta durante um dia e passar os outros 364 dias do ano fazendo errado, e esperar que esse dia sirva para concertar tudo o resto. Porque durante uma vez no mês você, porque você leva seus vídeos para passear, a sua esposa para jantar, que isso recompensa todos os outros dias do mês que você não esteve presente. Nós somos resultados da média das ações ao longo do tempo. Se você se alimenta bem em média, não vai ser um dia metendo o pé na já que vai afundar com sua saúde e ganhar sei lá. Instantariamente uma barriga de chope, não tem? Você pode, se você se alimenta super bem em média, você vai tomar um chope no falso de semana e isso não vai fazer tanta diferença para você. Se você em média gerencia muito bem a suas finanças, não é um mal investimento ou uma escorregadinha nos gastos que vai te fazer quebrar. Porque você se preparou pra isso, os investimentos estão bem diversificados. Se você cuida bem do seu casamento, não é um dia que você trabalhou até mais tarde que para seu casamento acabar. As coisas mais valiosas da vida são acessíveis a todos, mas não é por isso que são menos valiosas. Mas é bem provável que a sua percepção de valor precisa ser realinhada. E é por isso que eu te pergunto mais uma vez, pra ficar em o cantinho da sua mente e quando. O que você não está valorizando tanto quanto deveria? Essa foi a nossa pergunta número 10 das 20 perguntas entárias. Como eu avisei, eu vou parando por aqui. Porque esse conteúdo já está ficando bem estenso aqui. Eu já estou gravando o YouTube ficar com mais de duas horas. E isso é bastante coisa. Aqui, já são quatro horas da manhã, meu aniversário estruinte em um anos, mas eu resolvi estar aqui gravando esse episódio. Toda essa 18 horas da noite, trabalhando em cima dele pra poder gravar pra vocês. Porque eu tenho certeza que esse conteúdo é um conteúdo que tem o potencial de transformar a vida de vocês. Eu vou concluir essa lista de 20 perguntas que eu considero as perguntas mais importantes que você deve responder continuamente aí. Mas vamos lembrar essas 10 perguntas que vocês vão levar hoje pra poder anotar aí e refletir sobre elas. A primeira delas é o que você realmente quer. A segunda é quem eu sou. A terceira é quais são os meus valores. A quarta, quais histórias eu tenho contado pra mim mesmo. A quinta, porque de que forma eu estou me enganando? A sexta, o que eu deveria estar fazendo, sétima. Se eu continuar espaço, como eu vou estar em tizanos? Oi, tava. Por que eu estou fazendo isso? A nona, o que mais importa na minha vida? E a dez, o que eu sou tomando como garantito? Escreva essas perguntas. Se você prefere pra percaneta, use. Eu acredito que vai ficar melhor você utilizar uma folha inteira pra cada pergunta. Porque dessa forma você tem mais espaço pra responder e acredito que essas postas vão ser longas, vão ser grandes. Se você preferir me digitar, pode ser um Goldox, um Evernote, o que você prefirir? Qualquer coisa vai funcionar. Mas refleta sobre as perguntas e essas postas da forma mais sencera e honesta possível. Você está respondendo pra você mesmo. Se enganar, só vai atrasar esse processo de autoconhecimento e de transformação que essas perguntas elas podem gerar. Faça essas perguntas frequentemente. Quando tiver tomando banho, quando tiver, quando acordar, quando for dormir. Sempre que puder, faça essas perguntas e repita elas. E mesmo quando acreditar que encontrou essas postas, continuas fazendo. Porque assim como nenhum homem pode banhar-se duas vezes no mesmo rio, porque na segunda vez o rio não é o mesmo nem tão pouco o homem. Também a sua resposta mudará. Porque cada vez que você afizer, ela estará em um contexto diferente. E você também não será o mesmo. Porque essas perguntas têm o poder de mudar as histórias que você conta pra ser mesmo. E assim mudar completamente a sua vida. Esse episódio vai ficando por aqui. E se de alguma forma você acredita que esse conteúdo gerou algum valor pra você, compartilhe ele com alguém, com alguém que você valoriza. E quer que cresça com você? O caminho do crescimento pessoal, ele pode parecer muito solitário às vezes. O que nem todas as pessoas querem ser desconectadas das ilusões que elas têm sobre elas mesmos. E sujar as mãos através desse autoconhecimento pra se tornar em pessoas melhores. Você que está aqui no final desse episódio, está de parabéns. Parabéns pra ter chegado até aqui. E se você acha que as perguntas desse episódio foram pesadas, meu amigo, minha amiga, se prepare para o próximo. Porque eu deixei as minhas cinco perguntas históricas para o final. E tem duas delas que eu sempre choro quando eu revedi sobre elas. Mas não precisa ficar assustado que não vai ser nada que vai fazer mal. Essas perguntas fazem pelo contrário. Elas fazem bem, por isso são perguntas que eu separei para vocês. Essas perguntas têm sido ferramentas essenciais por meu crescimento e para me atomar desde decisões da minha vida. Então se você sentiu que essas perguntas estão colaborando pro seu crescimento, eu te convido para continuar e escutar a parte 2 desse episódio. Obrigado por estar aqui comigo até o final e não se esqueça. Uma vida lendária é formada por pequenas ações e decisões. Coloque em prático que você aprendeu aqui hoje. E até o próximo episódio.

Podcast Summary

Key Points:

  1. A qualidade de vida e a felicidade dependem da qualidade dos nossos pensamentos e perguntas.
  2. Fazer as perguntas certas é uma habilidade poderosa, mas muitas vezes evitada por exigir energia mental.
  3. A resposta para a maioria dos problemas está dentro de nós, e não fora, sendo alcançada através de questionamentos profundos.
  4. É essencial adotar uma "mente de principiante" (livre de preconceitos) para aprender efetivamente.
  5. O crescimento pessoal requer uma base sólida, construída através de práticas fundamentais e disciplinadas.
  6. O autor destaca 20 perguntas essenciais (baseadas no Princípio de Pareto) que podem guiar uma pessoa para uma vida mais realizada.

Summary:

O episódio do podcast "Vida Lendária", apresentado por Allan, explora o poder transformador de fazer perguntas. Ele argumenta que a qualidade da nossa vida está diretamente ligada à qualidade das perguntas que fazemos, citando Marco Aurélio para reforçar que a felicidade depende dos nossos pensamentos. O problema comum é que as pessoas fazem perguntas erradas ou superficiais, o que leva a sentimentos como ansiedade e vazio. A solução está em fazer questionamentos profundos que ativam nossa mente, descrita como um "supercomputador" biológico de capacidade extraordinária. No entanto, nosso cérebro, por economizar energia, tende a evitar esse esforço.

Allan enfatiza que as respostas já estão dentro de nós, e que mestres e psicólogos usam perguntas justamente para nos guiar a encontrá-las. Ele contrasta a curiosidade natural de uma criança (centenas de perguntas diárias) com a do adulto (apenas cerca de 20), alertando para a perda da capacidade de questionar. Para reconquistar isso, é crucial cultivar uma "mente de principiante" – uma atitude aberta e livre de julgamentos – para aprender verdadeiramente.

O episódio anuncia que, para construir uma base sólida para o crescimento (comparada às raízes profundas de uma árvore milenar), o autor compartilhará 20 perguntas essenciais. Essas perguntas, refinadas de sua própria lista de 102, são consideradas as mais impactantes para guiar alguém em direção a uma vida com mais significado e conquistas, aplicando o Princípio de Pareto (80/20). A primeira pergunta apresentada é "O que eu realmente quero?", seguida por "Quem é você?", iniciando uma jornada de autoconhecimento.

FAQs

Fazer perguntas certas desbloqueia respostas poderosas e pode transformar sua vida, pois a qualidade da vida depende da qualidade dos pensamentos e perguntas que fazemos.

É uma mente vazia de preconceitos, que permite absorver novos conhecimentos como se fosse a primeira vez, evitando que informações importantes sejam ignoradas.

Perguntas erradas são a origem de muitos problemas, como ansiedade e procrastinação, porque direcionam nosso cérebro a buscar respostas negativas ou limitantes.

O sistema de ensino e o medo de julgamento nos fazem evitar perguntas reflexivas, perdendo a capacidade de questionamento que tínhamos na infância.

Segundo o episódio, cerca de 20 perguntas essenciais são suficientes para guiar uma vida com propósito, aplicando o princípio de Pareto (20% de esforço gera 80% dos resultados).

Buscar a felicidade implica que você não a tem, gerando infelicidade; em vez disso, foque no processo que naturalmente traz felicidade, como responder perguntas profundas.

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