#01 - A importância do missionário - Pr. Jonny Oliveira
30m 2s
A transcrição apresenta a introdução de um podcast da Escola de Missão Transcultural, conduzido pelo pastor Dolbla Silva, com uma aula especial do pastor Johnny Onivera. O conteúdo central destaca a importância e a necessidade do trabalho missionário transcultural. É enfatizado que a missão é de Deus e depende fundamentalmente do Espírito Santo, visto que, humanamente, é impossível alcançar a população global, que cresce cerca de 200 mil pessoas por dia e inclui bilhões de não cristãos. São detalhados os enormes desafios, como os países da Janela 10-40 (onde vivem 63% da população mundial e há menos de 8% de cristãos), as barreiras culturais, linguísticas, políticas e as distorções sobre o cristianismo. A divisão do mundo em categorias (A, B, C, D) ilustra que 40% das pessoas não têm contato com o Evangelho, contrastando com apenas 10% de cristãos verdadeiramente comprometidos. O pastor conclui com um apelo inspirado em Ellen G. White, questionando "onde estão os jovens" dispostos a servir, e incentiva a autorreflexão sobre as motivações e a vida espiritual para um engajamento genuíno na missão transcultural.
Send me um podcast da Escola de Missão Transcultural, introdução de pastor Dolbla Silva e aulas com especialistas na área de missão ao redor do mundo. Fala galera, seja bem vindo ao nosso pôde-queste, você que está chegando aqui, você vai se deparar com um conteúdo que vai ajudar você a ser um missionário, a ter um estilo de vida, missionário, onde você está com certeza, mas acima de tudo, preparando você também para ser um missionário transcultural, no outro país, numa outra região, numa outra cultura. E aqui nesse pôde-queste você vai conhecer muita gente, fera muita gente que fez e que está fazendo a sua missão em diversas regiões do mundo. Então nós estamos muito feliz porque nós estamos começando aqui o que vai ser um processo preparatório da nossa Escola de Missão Transcultural. Nós estamos aqui com o projeto Sendme, que vai trabalhar com missões, a curto prazo, algumas missões aqui na Amazônia, algumas missões, internacionais, mas também teremos a nossa, o nosso envio de missionários para o mundo inteiro. Então fica ligado com a gente aí, porque é aqui, onde você vai se preparar para conhecer a realidade de um missionário transcultural. Pois bem pessoal, eu quero apresentar para vocês um pouquinho do tema que nós vamos estar trabalhando hoje, vamos conversar e falar um pouquinho sobre a importância do missionário. Por que que você é importante? Por que que você é necessário qual a relevância da sua vida no campo missionário? É sobre isso que a gente vai conversar sobre isso que nós vamos estudar também, lembrando que nós estamos aí fazendo o nosso estudo do livro Passaporte para Missão. Então fica ligado, vai acompanhando, vai estudando esse livro, esse material, que vai preparar você também, além do conteúdo, mas apresentando a realidade do contexto missionário que nós temos no mundo inteiro. Então está bom, mas a verdade é essa, nós precisamos ter um propósito, nós precisamos realmente deixar que Deus nos use. E falaremos hoje um pouquinho sobre esse tema, e quem vai falar para nós, a respeito desse tema, é um convidado muito especial, o pastor Johnny Onivera, o pastor Johnny tem uma grande experiência aí com o serviço voluntário, ele que é de Belo Horizonte, Minas Gerais, se graduou em teologia no NASP, e é pós-graduado em aconselhamento familiar, e mestre em mitologia urbana pelo NASP também. E hoje é o diretor, nada mais, nada menos do que o nosso diretor do serviço voluntário a diventista da divisão sul americana. Então, pastor Johnny, hoje é tudo contigo, obrigado por estar com a gente, para compartilhar tanto o conteúdo que nós estamos estudando, mas também acima de tudo, a tua experiência como missionário, como líder da nossa igreja para o serviço voluntário. Obrigado, que Deus te abençoe e que Deus use. Olá pessoal, tudo bem? Que legal que você está conectado com a gente aqui? Para bem, se você separar esse tempo para participar da Escola de Missão 100 Mi, da Associação Central Surgrandense, eu tô feliz por participar aqui com vocês, e obrigado pelo convite que me fizeram aí. Bom, a gente vai falar um pouquinho sobre esse primeiro tema, que é exatamente você é necessário. Primeira coisa, gente, a Escola de Missão existe, a Escola de Missão Transcultural, existe para promover a Missão Transcultural, as necessidades que o campo missionário tem ao redor do mundo, para preparar jovens e adultos que querem viver essa experiência de dedicar parte da sua vida, do seu tempo, do seu talento, no campo missionário, para pregar o evangelho. E também tem como objetivo inspirar vocês que estão aí participando ou vindo com histórias, com histórias, com testemunhos de gente que já foi, que viveu ou que está no campo missionário. Então, vai ser uma aventura maravilhosa, vocês vão ver. Bom, por que que você é importante? Nós temos uma realidade no mundo hoje de quase 8 bilhões de pessoas, ok? Se você entrar num site chamado World Or Meeters, World Or Meeters, esse site vai dar assim a atualização, um tempo real do tamanho, da quantidade de habitantes de pessoas no mundo hoje, quantos nasceram neste ano, quantos nasceram neste dia, quantos já morreram neste ano, quantos morreram neste dia e a razão, o resultado que você tem de crescimento. E gente, em média, nós crescemos por dia, quando você pega só os nascidos e desconta aqueles que morreram, nós crescemos em média por dia 200 mil pessoas, 160, 170, 180, até 200 mil pessoas por dia. Por que eu estou começando com essa informação? Porque é impossível, humanamente falando, é impossível terminar a pregação, a grande comissão, a pregação de evangelho que Jesus nos deu, é impossível, humanamente falando. Se não for pelo Espírito de Deus, nós não terminamos. Então, essa de todas as coisas é a primeira coisa que você precisa entender. A missão é de Deus. E você e eu somos convidados para participar na missão dele. Logo, nós nos tornamos cooperadores, mas a responsabilidade está nas mãos de Deus. E glória a Deus por isso, porque se não tivesse nas mãos dele, a gente jamais conseguiria concluir a missão. Mas o Espírito de Deus está trabalhando e vai continuar trabalhando cada vez mais e utilizando pessoas como você, como eu, nos colocamos a disposição disponíveis para Deus. Então, essa é a primeira informação. Nós precisamos do Espírito para cumprir a missão. Segundo a informação, desses 18, quase 8 bilhões de pessoas, cerca de 6 bilhões não são cristãos no mundo, não são cristãos. De 6 bilhões, acredita-se que um pouco mais de 5 bilhões pertençam a outras denominações, outras grandes religiões. Eslamismo, induísmo, budismo, psiquismo, agnosticos, ateos, nós temos muitas pessoas que não ouviram falar de Jesus ainda e têm outras que já ouviram, mas que estão completamente desconectadas dessa realidade. Então, cerca de 3 quartos da população hoje vivem grandes cidades em grandes centros urbanos, esse é um outro desafio. E os maiores centros urbanos não estão aqui no mundo ocidental, estão na Ásia, estão na África, estão no Oriente Médio, os maiores centros urbanos, as megacidades com mais de 20 milhões de habitantes, como pregar para essas pessoas. Eu vou falar em janela 1040, certo? O que é janela 1040? janela 1040, nada mais é do que uma faixa geográfica no mundo, uma região geográfica no mundo que está separada entre os gráos, 10 e 40 de latitude, acima da linha do Ecuador. Gente, essa região do mundo que pega países do norte da África, Oriente Médio, Ásia Central e Ásia Oriental, essa região do mundo, existem, vivem aí, cerca de 63% da população mundial. Nessa região do mundo que pega em Dia, Bangladesh, Myanmar, Vietnam, China, Laos, Irã, Irã, Irã, que tantos outros estão os países mais fechados do mundo para a pregação do Evangelho. Então, para a cristão, afeganistão, que irá estar, que turquia, egito, líbia, algéria, malitânia, sudão do norte, enfim, como pregar para esses lugares? Onde é proibido? Arabia Saudita e M? Imagina? Você tem Bangladesh, Myanmar, São países em que é proibido terminantemente proibido fazer proselitismo. Como alcançar essas pessoas? Olha, Deus tem usados mais diversos métodos, através de atividades que envolvem saúde, educação, educação de línguas, especialmente em inglês, atendimentos na área psicológica, uma série de coisas oficinas que têm que ver com alimentação saudável, uma série de outras atividades têm sido desenvolvidas para alcançar essas pessoas que não podem simplesmente ouvir de alguém, um convite para vir para uma conferência pública para pessoas ouvidas palavras de Deus abertamente. Então, nesse país ou melhor nesse país, não, nessa região do mundo, onde existem esses países fechados, é que nós temos uma
uma tamanha necessidade de enviar missionários preparados que possam dedicar um tempo da sua vida, seus recursos, seus talentos, para fazer com que o Evangelho continue avançando nesses lugares. Nesses, nessa janela 10-40, estão de todas esses bilhões, quase um texto da população mundial vive lá, nessa região do mundo. Existem menos de 8% de cristãos. Se você pegar só uma região do norte da África e um pouquinho do Oriente Médio, juntando as populações desses países, aí nós temos cerca de 500 milhões. Nós temos 300 missionários para alcançar 500 milhões de pessoas, entende? Então, são centenas de cidade, por exemplo, vamos pegar uma cidade como Porto Alegre. Porto Alegre deve estar, eu não sei exatamente, mas deve estar aí com os seus quase 3 milhões de habitantes. Vamos conferir aqui. Só para você ter uma ideia do desafio que nós temos. Nós temos um pouco menos, nós temos 1,5 mil pessoas aproximadamente em Porto Alegre. Agora, imagina comigo, se você pegar 500 milhões e dividir isto 500 milhões e dividir isto por 1 milhão e meio de pessoas que a população, aí, de Porto Alegre, nós temos 333 cidades para serem alcançadas por 300 pessoas. Se você já pensou nisso, então veja, são 333 cidades de Porto Alegre que precisam ser alcançadas por 300 missionários. Gente, o desafio é muito grande e a gente fala pouco sobre isso. Nós estamos acostumados aqui com a nossa realidade com uma igreja que é livre, que tem liberdade para pregar, uma igreja que é forte, que é pujante, que tem muito jovens, que é forte em vários ministérios, mas essa não é a realidade em muitos lugares do mundo e nós precisamos começar a falar mais sobre isso. Nós precisamos como igreja na América do Sul preparar mais jovens e adultos que possam viver essa experiência. Nós temos alguns desafios quando a gente pensa em missão mundial, em missão transcultural. O primeiro desafio é o desafio espiritual, porque, porque Satanás não existe fácil de ser o território? Nós sabemos disso. Ele não entrega fácil, ele promove guerras, ele promove problemas políticos, agravamento econômico, social, dificuldades e muitas vezes o contrário. Ele promove muitas vezes uma facilidade que o dinheiro traz para muitas coisas que façam que as pessoas também se distanci da necessidade que elas têm mais importante na vida, que é a necessidade de um Salvador. Esse é o primeiro grande desafio, desafio espiritual, mas nós temos também desafio populacional. Já falei para ele, nós temos mais de 5 bilhões de não cristãos do mundo. Nós temos desafios culturais para a pregação de Evangelho. A missão transcultural oferece naturalmente esses desafios culturais, que são o que o desafio da língua. Você pode até falar uma outra língua, uma segunda língua, mas para você realmente conseguir acessar o coração dessas pessoas, seria muito importante falar na língua deles. A língua que a materna deles, ela tem um acesso ao coração das pessoas, por isso é tão importante, se antes de você sair para servir em algum país, você tentar pelo menos estudar um pouquinho da língua desse país, para abrir portas, para construir pontes no coração entre o seu coração e o coração das pessoas aqui em que você vai servir. Mas o língua, a língua é um tremendo desafio, tem línguas mais fáceis, tem línguas muito mais difíceis para nós. Clama, clima também um desafio, de repente vocês estão acostumados com clima, aí distremos, frio e calor e você vai para um clima seco, absolutamente seco. Desértico, às vezes você vai para um clima onde o sol não aparece por quase seis meses, e aí ou mais, entende? Clima é um desafio, alimentação é um desafio cultural também, às vezes a gente acha, "Ah, não, mas eu me adapto facilmente, não gente". Uma coisa você sair para uma viagem de poucas semanas, de poucos dias, experimentando e fazendo uso dessa alimentação diferente por alguns dias, outra coisa você viver nesse país por vários meses ou por alguns anos tendo que comer aquela comida, isso gera muito estresse, isso gera um dos fatores mais desafiadores respeito ao choque cultural dependendo de onde você vai servir. Qual é a cosmofisão? O que é a cosmofisão? Vocês vão estudar isso mais para frente quando falarem sobre cultura, mas como a cosmofisão de maneira bem simplista e resumida, é a maneira com que as pessoas daquela sociedade enxergam a vida, encaram a vida, mas é uma maneira transmitida muitas vezes sem simplesmente pelo comportamento, não é muitas vezes nem explicada, eles não sabem, eles não têm a consciência de que a agenda aquela maneira entende, mas a cosmofisão de uma sociedade, de uma cultura, é o que dá base para tudo, é o que dá base para os seus comportamentos, para os seus produtos, para os seus relacionamentos sociais, para a sua interação social, seus valores, enfim, a gente implantar a cosmofisão bíblica, para implantar uma cosmofisão bíblica, a gente precisa entender um pouquinho da cosmofisão das pessoas onde a gente vai servir. E isso é conseguido com o estudo, mas acima de tudo com a convivência com essas pessoas. Outro desafio cultural enorme que nós temos são as distorções do que é o cristianismo, porque especialmente no contexto dorente médio, a visão de cristianismo que as pessoas têm, é a visão de Hollywood, de pessoas depravadas, de pessoas violentas, de pessoas infiéis, de pessoas mentirosas, de pessoas que são apaixonadas, pelo ganho, pelo dinheiro, são capitalistas, não valorizam a família, entende? E isso é uma fronta para o estilo de vida e para a cosmofisão oriental, uma sociedade patriarcal, por exemplo, como nós encontramos em vários países do oriente médio. Então, entender isso e vencer essa barreira e esse desafio cultural é super importante, mas também temos desafios políticos onde eu já falei, por exemplo, países onde é proibido pregar o evangelho. Esses são alguns desafios, alguns desafios para a pregação do evangelho, mas nós temos desafios não só externos, porque esses são desafios externos. Nós temos desafios também dentro da própria igreja, que a gente chama de desafios internos para a pregação do evangelho. Por exemplo, nós temos aqueles crentes que podem ser classificados como os crentes desenformados. Eles são crentes, são cristãos, são a diventissa do 7º dia, mas eles não têm a mínima ideia do que está acontecendo fora daqui do seu contexto da sua igreja local. E gente, eu posso dizer sem medo de errar, são a maioria, são a maioria. Outros são crentes extraídos, o que é o crentes de estrair? Ele até ouviu falar alguma coisa, ele sabe um pouquinho da necessidade, mas ele está tão distraído com as necessidades dele, com o seu trabalho, com os seus estudos, com a sua vida, que ele ignora completamente. Esse também é um grande grupo, é um grande grupo que nós temos. E por último, a gente tem um grupo menor, mas que também ele existe, que são os crentes tímidos. Esses também são desafios para a pregação do evangelho no mundo inteiro. São crentes que sabem a necessidade, são cristãos que têm a informação, mas têm medo, não têm coragem. Acho que não consegue, acho que não é possível, acho que nunca isso vai dar certo. Acho que não podem fazer nada, acho que não podem contribuir com nada, que não tem 12 talentos oficientes. Tem vários também, assim, na nossa igreja. Aqui nós falamos até agora, nós falamos sobre a necessidade do Espírito Santo, sem ele, a gente não vai conseguir terminar. Ele é a primeira pessoa, é o fundamental, é o essencial para a gente conseguir vencer a grande atalha da grande comissão. Nós falamos um pouquinho sobre como você necessário, de antes dos desafios populacionais, desafios externos, os desafios populacionais, os desafios espirituais, os desafios culturais que nós temos, desafios políticos, são desafios externos, mas nós falamos também desafios internos, desafios dentro da própria igreja. Como que o mundo poderia ser dividido hoje, gente? O mundo hoje poderia ser dividido, inclusive, de acordo com o livro Passaporte para a Missão, que é o nosso livro texto, base, e que é o livro de onde estou tirando a maior parte dessas informações, claro, além de outras fontes. Mas o mundo poderia ser dividido entre mundo A, D, C e D, e eu vou explicar para você, o mundo A, ou melhor, vamos começar com o mundo D, o mundo D, ele é composto por 10% de pessoas, quem são elas? São pessoas, são cristãos verdadeiramente comprometidos, comprometidos com Cristo, com a palavra, não são cristãos nominais, eles são mais ou menos 10% ao redor do mundo. O mundo C, ele representa 20% do quê? 20% de cristãos, só que são cristãos não comprometidos, são cristãos nominais, é a maior parte do cristianismo, são cristãos nominais, eles se dizem cristãos, mas não tem um verdadeiro comprometido.
com Cristo, com a igreja e com a missão. A gente tem o mundo B, que são mais ou menos 30%. Quem são esses 30%? São não cristãos, mas que vivem em áreas, vivem em áreas em que eles têm contato com cristão, com cristãos e com cristianismo. Então, de certa forma, esses 30% eles podem ser alcançados, certo? No mundo B, porque eles têm contato com cristãos. Mas tem o mundo A, gente, que é a maior parte. São 40%. A maior parte é assim, o maior desafio, né? 40%. Quem são esses 40%? São de não cristãos, mas que vivem regiões em que não há contato com cristianismo e não há contato com cristãos. Não há ou quase não há. Entende? Ou seja, dificilmente essa pessoa vai conhecer sobre Jesus, se não for por intermédio de um missionário transcultural. 40%. Agora lembre-se, quantos cristãos no mundo D nós temos comprometidos? Com a missão, 10%. E temos 40%. Que se não foriam alcançados por alguns desses 10% que saem do mundo D e se infiltram, entram no mundo A, eles não conhecerão sobre Jesus. Então, essa é a divisão do mundo. Hoje você pode ver isso também no seu livro Passaporte para a missão. Qual que é o apelo de Deus diante de tantos desafios que tem aparecido hoje, que nós temos hoje para a pregação do Evangelho? E olha, isso que eu nem falei da perseguição, viu gente? Existe a perseguição? Nós tivemos mais martes do cristianismo no século XX, do que nos 19 séculos anteriores da era cristã juntos, somados. Pastúmas, como assim, eu não sabia disso. Já mais imaginei algo assim, pois é, porque a gente vive num contexto completamente alheio a essa realidade do cristianismo em outros lugares do mundo, especialmente o mundo não ocidental. Bom, o apelo de Deus é muito claro. Deus diz assim, no livro mensagens ao Jovens, onde estão através de sua serve, Alíngel White, onde estão os missionários jovens, fazendo qualquer obra que se lisa presente na grande seara, onde estão? No livro, serviço cristão é na pergunta, onde estão os jovens fortes, consagrados e dispostos a se sacrificarem, que depois de um breve tempo passado na escola, possam ir, me pregar o Evangelho a todo mundo. Onde estão é a pergunta de Deus? E eu creio que estão parte desses jovens, estão aí entre a juventude da Associação Central Surreugrandese. Eu creio nisso, realmente eu creio nisso. E fique feliz que você esteja participando dessa escola de missão, que você separou o tempo para isso. Dedique-se, leia o livro, prepare-se, comece a orar, comece orando a Deus, para que ele te abre uma porta, uma janela de oportunidade, para que você possa sair e servir. Eu queria deixar algumas perguntinhas para vocês responderem, para você responder para você mesmo, e são perguntas que vão te ajudar, enquanto você tiver fazendo a sua escola de missão, a se preparar para viver essa, que será a melhor experiência da sua vida. Primeira pergunta, quais são minhas verdadeiras motivações? É importante responder essa pergunta, porque as vezes, as nossas motivações parecem boas, mas elas são egoístas. Por exemplo, "Ah, eu quero viajar com a encero outra cultura, "Ah, eu quero conhecer uma língua nova, "Ah, eu quero me depender, quero sair de casa, "quero ter uma experiência fora de casa, "tudo isso tem o seu valor, tem o seu papel, "mas são motivações egoístas. "A verdadeira motivação tem que ser, "ser vir a Deus, dar glória ao seu nome, "fazer o reino de Deus se expandir nessa terra, entende?" Então, essa deve ser a verdadeira motivação. Segunda pergunta, "Como é que está a minha vida espiritual?" Essa pergunta é importante, porque tem gente que vai para o campo missionário, achando que somente lá é que ele vai desenvolver habilidades, disciplinas espirituais, que eles deveria ter desenvolvido, enquanto está aqui no seu contexto, não sei que evoque, não errem, não se iludam, campo missionário e transcultural, não é clínica, não é clínica de recuperação, para aqueles que não estão bem, emocionalmente, espiritualmente, fisicamente. Não, é campo de prova, justamente para quem está bem. Claro que a sua vida espiritual vai fortalecer, lá, diante dos desafios, mas você precisa, quanto antes desenvolver as disciplinas espirituais, leitura diária da Bíblia, de oração, de testemunho, aqui, onde você está, nos seus contextos. Terceira pergunta, "Quanto tempo você vai dispor para se preparar para esse projeto?" Eu não estou falando aqui de tempo de semanas, meses ou anos. Não, eu estou falando assim, "Quanto você vai pagar o preço de se preparar, realmente, para esse projeto?" Se preparar estudando, se preparar, conhecendo uma nova língua, se preparar, conhecendo sobre essa cultura, conversando com pessoas que já serviram lá, ou que estão servindo, quanto tempo você vai dedicar, realmente, quanto isso será, será prioritar na tua agenda, entende? Muitra pergunta, "Quais são suas habilidades?" É importante você responder essa pergunta. Porque respondendo essa pergunta, os vai te ajudar a escolher o melhor projeto, um projeto que mais se encaixa com seu perfil. Outra pergunta, "Em que lugar gostaria de servir?" Deus, ele pode levar você para onde ele quiser, mas ele é tão bondoso, tão misericordioso, que ele também permite que você realize seus sonhos. Então, você pode escolher um lugar, pense no lugar que você gostaria, ou mais de um, você pode aplicar até para cinco chamados pelo serviço voluntário-adventista em ordem de preferência. Então, pense sobre isso, onde é que você gostaria de servir? E última pergunta, "Quanto recurse eu tenho ou pretendo economizar?" Gente, você vai ser um voluntário, um voluntário pelo serviço voluntário-adventista, ele quase não tem despesa. As despesas todas no campo missionário na grande maioria dos chamados, elas são pagas e custiadas pelo campo que está chamando. Agora, pelo menos a sua passagem, a sua documentação, isso é o voluntário que tem que arcar, entende? Então é importante você fazer um planejamento, sim, dependendo do lugar onde você escolher servir, a sua passagem vai ser um pouco mais cara, ou vai ser um pouco mais barata, e você tem que ter esse planejamento. Se prepara, se prepara e para isso também. Eu queria terminar compartilhando com você uma simples experiência, de uma jovem que estava servindo no continente africano, e ela estava ajudando uma garotinha, uma garotinha de 7 anos de idade na época que parecia assim, pelas responsabilidades parecia, era tratada como uma mulher adulta. Ela tinha que cuidar dos irmãos em os menores, tinha que acender fogo na casa, a lenha, tinha que buscar lenha, tinha que fazer tudo, fazer comida, com 7 anos de idade, enquanto os pais trabalhavam fora. Essa menina começou a ser evangelizada por uma voluntária, por uma missionária. E certo dia, quando essa menina faltou na sua, na, no programa de evangelismo à noite, ela, a missionária foi atrás dela na casa dela, ela estava lá triste chorando, porque naquele dia, não tinha conseguido se preparar a tempo de ir para o programa. Então, a missionária que, que conquistou essa garotinha pelo amor, ela não gostava nem de receber abraços, porque no país dela, as crianças não eram tratadas assim com carinho, então ela não estava acostumada com isso. Mas a nossa missionária foi conquistando, ela assim com amor, com atenção, com carinho, abraçando, até o dia que, quando ela chegou lá, para ajudá-la, a fazer o fogo, a dar banho no irmãozinho, a cozinhar a comida, a menina olhou para ela com sete anos, e disse assim, para a nossa missionária escuta, sabia que você se parece com Jesus, e a missionária disse assim, "Por que você fala isso?" e a menininha respondeu, "Porque Jesus ama e dá abraço?" Assim como você, Jesus ama e dá abraço. Sabe, gente, quando as pessoas olham para vocês, quando as pessoas olham para nós, para você, para nós, será que elas estão vendo, realmente, que a gente se parece com Jesus, a gente não precisa se parecer com Jesus, só lá do outro lado doce ano, só lá do outro lado do mundo, não. Aliás, se a gente não se parecer com Jesus aqui, lá, as pessoas também não verão Jesus em nós. A gente tem que começar a refletir Jesus, no lugar onde a gente está plantado, no lugar onde a gente vive, que Deus abençoe você, que você realmente se prepare para viver a melhor experiência da sua vida, entre na página do serviço voluntário de Ventista, que é o SVA.adventistas.org e busca-lhe seu chamado com oração, tá bom? E também nos siga, "A roba voluntários DSA", tá bom? Nosso Instagram, "A roba voluntários DSA". Nos siga lá no Instagram, a gente sempre posta chamados, também histórias, testemunhos, para que você se inspire e para que você também fique atualizado, conectado. Valeu, pessoal, e eu espero ver você no campo missionário. A abraço. [Música] Você ouviu, sem de mim, um podcast da Escola de Missão Transcultural. Se tiver alguma dúvida, ou quiser bater um papo com a gente, nossos contatos estão na descrição desse episódio. [Música]
Podcast Summary
Key Points:
Apresentação da Escola de Missão Transcultural e do projeto Sendme, com foco na preparação de missionários para atuar local e transculturalmente.
Explanação sobre a importância do missionário, destacando a necessidade do Espírito Santo e os desafios demográficos, culturais, políticos e espirituais da evangelização global.
Divisão do mundo em categorias (A, B, C, D) conforme o contato com o cristianismo, enfatizando a urgência de alcançar os 40% sem acesso ao Evangelho (Mundo A).
Apelo para que os jovens se preparem e se disponham para a missão, com reflexões sobre motivação genuína e vida espiritual.
Summary:
A transcrição apresenta a introdução de um podcast da Escola de Missão Transcultural, conduzido pelo pastor Dolbla Silva, com uma aula especial do pastor Johnny Onivera. O conteúdo central destaca a importância e a necessidade do trabalho missionário transcultural. É enfatizado que a missão é de Deus e depende fundamentalmente do Espírito Santo, visto que, humanamente, é impossível alcançar a população global, que cresce cerca de 200 mil pessoas por dia e inclui bilhões de não cristãos.
São detalhados os enormes desafios, como os países da Janela 10-40 (onde vivem 63% da população mundial e há menos de 8% de cristãos), as barreiras culturais, linguísticas, políticas e as distorções sobre o cristianismo. A divisão do mundo em categorias (A, B, C, D) ilustra que 40% das pessoas não têm contato com o Evangelho, contrastando com apenas 10% de cristãos verdadeiramente comprometidos. O pastor conclui com um apelo inspirado em Ellen G.
White, questionando "onde estão os jovens" dispostos a servir, e incentiva a autorreflexão sobre as motivações e a vida espiritual para um engajamento genuíno na missão transcultural.
FAQs
É um projeto preparatório que visa promover a missão transcultural, preparando jovens e adultos para dedicar parte de suas vidas, tempo e talentos no campo missionário para pregar o evangelho em diferentes culturas e regiões do mundo.
É uma faixa geográfica entre os graus 10 e 40 de latitude norte, que abrange regiões como Norte da África, Oriente Médio e partes da Ásia. É importante porque concentra cerca de 63% da população mundial, possui os países mais fechados ao evangelho e tem menos de 8% de cristãos, representando um grande desafio missionário.
Incluem desafios espirituais (oposição), populacionais (bilhões de não cristãos), culturais (língua, cosmovisão, alimentação), políticos (países com proibição religiosa) e internos na igreja (como crentes desinformados, distraídos ou tímidos).
O mundo é dividido em: Mundo D (10% - cristãos comprometidos), Mundo C (20% - cristãos nominais), Mundo B (30% - não cristãos com acesso ao cristianismo) e Mundo A (40% - não cristãos sem contato com o cristianismo, sendo o maior desafio).
É fundamental, pois humanamente é impossível cumprir a grande comissão. A missão é de Deus, e o Espírito Santo capacita e utiliza pessoas disponíveis para avançar o evangelho, especialmente em contextos desafiadores.
1) Quais são minhas verdadeiras motivações? (devem ser para glorificar a Deus, não egoístas). 2) Como está minha vida espiritual? (disciplinas espirituais devem ser desenvolvidas antes do campo missionário).
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