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DOIS LORDS IGORFINA e VINHETEIRO - Flow Podcast

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DOIS LORDS IGORFINA e VINHETEIRO - Flow Podcast

A transcrição é um diálogo descontraído e humorístico entre várias pessoas, abordando diversos tópicos de forma satírica e exagerada. Inicialmente, discute-se a relação entre gostar da banda Legião Urbana e o sucesso na vida, brincando que quem supera o gosto pela banda na adolescência torna-se bem-sucedido, enquanto os fãs atuais seriam fracassados. Em seguida, há uma crítica ao podcast Podpah, acusando seus apresentadores de serem ignorantes, e defende-se a importância da língua nativa para uma comunicação plena, incluindo a capacidade de xingar. Um dos participantes relata várias experiências com golpes financeiros, como investimentos em prata e criptomoedas que deram errado. A conversa então se volta para temas aleatórios, como a diferença entre bisão e búfalo, e atinge um ponto polêmico quando um participante afirma ter comido carne de anão na China, detalhando supostamente a experiência em um restaurante de hot pot que servia carnes exóticas. O tom geral é de humor ácido e provocação, com os participantes fazendo comentários extravagantes e se engajando em debates absurdos.

Transcription

22167 Words, 113545 Characters

A relação entre gostar de Legião Urbana e o sucesso na vida. E é, isso é bilingue. O cara é inteligente, não assiste essas bosta de podcasts. Estou aqui com o igão Jean e lorden vieteiro Fabrício, maior Pescador do Brasil, o pai da música clássica brasileira tá de novo aqui e vocês morram de inveja, tá? Vocês que têm um cérebro pequenininho. AI ele vai me ofender? Ele vai ofender a cultura brasileira. Eu gosto de Legião Urbana. Legião Urbana é uma bosta. E se você gosta de Legião Urbana, você automaticamente é um idiota, tá? Tá bom, um orpa. Pessoa 2 Rapidinho, OOO. Lorde, é sobre isso que você acabou de falar de religião urbana? É, todos nós tive. Passamos pela adolescência em algum momento. E na minha adolescência, Legião Urbana era um caralho, era um movimento do rock nacional muito forte ainda. Então é, eu gostava de religião urbana. Pessoa 1 Então você na época que você gostava, você era retardado mental, né? Você tinha oligofrenia. Pessoa 2 Tá. Pessoa 1 Aí. Com o passar do tempo, o seu córtex cerebral, ele ele começou o córtex pré frontal, começou a fazer as sinapses neurológicas e você deixou essa oligofrenia. Hoje você é um empresário de sucesso. Agora os outros idiotas que continuam gostando até hoje, eles continuam mal, eles ganham mal, têm um emprego ruim, você como mesmo disse. Gostava você gostava. Você não gosta mais ou gosta? Pessoa 2 É que não dá para continuar gostando, porque assim, tudo que tinha para ouvir, a gente já ouviu muitas vezes, né? Não tem uma nova música do Legião Urbana há porra, 30 anos, né? Então eu acho que é existe Legião Urbana e eu passei por essa fase já, entendeu? Pessoa 3 Mas se você está ouvindo no carro, assim começa a Legião Urbana. Você pula. Depende da música. Se fosse soldados, não só essa, então. Pessoa 2 É que nunca toca soldados. Pessoa 4 Isso eu nem conheço. Pessoa 1 Mas olha que interessante. Olha que interessante, eu provo que legião é ruim. Quando foi que você gostava de legião? Quantos anos você tinha? Pessoa 2 Cara, eu lembro de uma época muito específica, eu devia ter ali meus 14 anos, 15 anos. É, e tinha o era um CD do Legião Urbana, cara, que era era tipo uma coletânea das mais as músicas mais fodas de todas as músicas mais famosas, né? Pessoa 1 Então você tinha 14 ou 15 anos, qual que era o seu salário na época? Pessoa 2 Zero. Pessoa 1 Zero. Então você não produzia nada, você era um fardo. Pessoa 2 Sim, era um. Pessoa 1 Fardo? Você era um fardo? Com certeza. Aí você gostava dessa porcaria. Hoje você tem 40. Pessoa 2 Não sei 40 exatamente. Pessoa 1 40. Não gosta mais de Legião Urbana? Eu não vou perguntar quanto você ganha porque é indelicado. Mas você tem um microfone, você tem câmera, um imóvel, né? A importância da língua para xingar e a crítica aos apresentadores do Podpah. Então, quando você deixou a Legião Urbana para trás, você prosperou. Você entendeu? Pessoa 2 Entendi, mas eu isso foi porque eu deixei AAAA Legião Urbana para trás. Ou você diria que isso daí acontece ao deixar a cultura brasileira para trás? Aqui estamos lidando com isso. É interessante porque assim, você é muito famoso na China, né? E do lado de um dos maiores ou do o maior estadista americano de todos os tempos, o cara tá com a cara dele tá no Monte rushmore, né? Pessoa 1 Estamos aqui. Não sei imitar o Lincoln. Não sei imitar o Lincoln. Pessoa 2 Ah, quem sabe imitar o Lincoln tem algum tipo? Pessoa 1 Ninguém é. E tem vários sócios, né? Mas a voz dele ninguém sabe como é que é. Não dá pra imitar o Lincoln se ele morreu antes de inventarem o gravador, né? Pessoa 2 Não tem como. Pessoa 1 Aliás, o Lincoln morreu de que que eu não lembro? Tomou um tiro no teatro. Você não tem medo lá no Rio? Você não tem medo no Rio? Não tenho medo não, Mano. Pessoa 3 Medo do que de tomar um tiro no teatro? Pessoa 1 É, na verdade, no Brasil, não, não tenho medo, não. Pessoa 2 Tu tem medo de tomar um tiro, cara? Pessoa 1 O tempo inteiro aqui, não aqui. Eu me sinto bastante protegível, né? Mas. Pessoa 2 Na rua, mas andando. Pessoa 1 De single na rua eu tenho, tenho, tenho, tenho muito medo. Pessoa 2 Entendi. Pessoa 3 E como é que você consegue viver assim? Por que que você não vai viver lá na China, onde você é muito estourado? Pessoa 1 Sinceramente, porque eu não AA língua, AA coisa. Pra mim, a coisa mais importante, a dádiva do ser humano, é a comunicação. Se eu chegar lá na China, eu não sei falar chinês, como é que eu vou xingar o garçom e falar, ó, esse copo aqui tá sujo, ó, você veio com o dedo enfiado aqui. Como é que eu vou falar que ele é um merda? Como é que eu vou falar mal para o garçom? Eu não vou consigo falar em chinês. Pessoa 2 Isso nós vamos descobrir agora. Como é que tu chama os outro de merda em chinês? Vai, espera aí, vai, vai, vai, vai que eu vou achar aqui. Pessoa 1 Não. Então é. É muito ruim. Eu preciso estar onde AAA minha língua. Língua nativa é para eu conseguir me expressar. Imagina você dominar, né? A forma de falar para poder interagir com as pessoas. Positivo ou negativamente? Exatamente. Por exemplo, o Rafinha Bastos. Ele faz stand up em inglês. Provavelmente não tem graça nenhuma. Provavelmente porque não é a língua nativa dele. Entendi. Pessoa 2 Né? Mas está funcionando lá. Se liga, olha como é que fala ser um merda maldito em chinês. Pessoa 1 Não vá ofender ninguém. É muito fofinho, não dá nem para repetir isso aí. Pessoa 2 Vamos ver só, seu merda. Deixa eu ver aqui, seu merda nigoche, vamos ver. Pessoa 5 Nigoche. Pessoa 2 Nigoche. Pessoa 1 A tua, a tua produção. Pessoa 2 Nigoche. Seu merda. Pessoa 1 Negoxi. Pessoa 2 Mas não é muito mais. Pessoa 1 É muito fofinho, é porra, não é? Pessoa 2 Português carioca é melhor, seu merda? Pessoa 1 Seguinte, não adianta se falar ngoxi. O Kim tem também interpretação. A gente não sabe a interpretação chinesa pro cara se ofender, né? Se você falar assim, ó, é, vá tomar no seu Lulu. É diferente de vai tomar no Lulu é diferente. Não é ofensivo. Pareceu um retardado dos 2 dias. É tomar? Não. Não quis falar o palavrão, não é? Pessoa 2 Diz a lá o ele é um olha como ele está vestido. Pessoa 1 Cara é ele é um cara polido. Pessoa 2 Alto padrão, né? Sim, o príncipe da burguesia. Porra, né? Qualquer cara. Pessoa 1 Não, a gente está vestido aqui. Hum. Essas vezes se você for no pó de pá, Hum, você nunca vai ver um cara de terno lá. Você só vai ver uns cara muito ignorante usando é camiseta do Corinthians. Pessoa 3 Ué. Pessoa 1 É, é, digo, você, você vem cá usando a roupa do Flamengo? Pessoa 3 Tomei de moradores. Pessoa 1 É, é essas coisas, cara. Então não, não. OOO povo lado pode par é não consegue formular uma frase eu nunca vi. Os cara do pode pôr. Eles conseguem ser os apresentadores mais ignorantes do Brasil. Eles não completaram a quinta série. Eu Acredito porque EEE. Pessoa 2 Mas os caras tão rico lá. Porra, hã? Eles tão rico, tão rico com um programa de sucesso. Isso quer dizer o quê? Pessoa 1 Eles tão ricos? Pessoa 2 Tão, eu acho que tão. Pessoa 1 Será? Mas de que que vale você ser rico e não ter classe nenhuma? Não vale muita coisa, né? Pessoa 3 Ah, vale muita coisa. Vinheteiro detalha seus golpes financeiros e a 'oligofrenia' dos 25 anos. Sei lá. Pessoa 3 Então. Pessoa 1 Vocês aqui. Vocês estão com inveja, Hein? Vocês estão com inveja. Vocês estão falando que vocês estão estão falando muito do você. Pessoa 3 Falando assim que puxa, falando positivamente, pô. Pessoa 6 Você. Pessoa 2 Tu tá metendo essa daí. Mas eu tenho. Eu tenho certeza que tu tá aí. Tu que tá com inveja, só esperando o mítico te chamar, porra, com certeza. Pessoa 1 Não, eu iria lá com o prazer. O problema é que eu não sei onde é o estúdio. E do jeito que eles falam, né? Com o vocabulário deles, não parece ser num lugar, é. Muito saudável, muito amistoso. É um lugar hostil. Eu tenho um pouco de medo de não sair com vida se eu for lá um pouco de medo para não dizer muito, né? Pessoa 2 Mas porra, eu achava que. Mas tu não, cara, tu não é consumidor de podcast. Porque assim, se você gosta de participar de podcast, você participa. Faz. Você tava dizendo aqui faz um tempo, tu não participa. Mas é o Igor, por exemplo. À medida que vai é indo nos nos podcasts, vai ficando mais a familiar familiarizado com com o formato em si. As com andamento. Então, né? É e aí tu tu também é um cara que consome podcast, não? Pessoa 1 É, não, não, definitivamente não, não. Não gosto de eu gosto de participar, tá? É igual. É igual pânico lá eu gosto de. Participar de assistir eu não gosto, né? anão ser que esteja eu lá, aí eu me assisto. Se eu não tiver lá, pra que que eu vou ver? Pessoa 3 Você gostava de assistir o master que era com o Zé graça, você e o Zé graça? Pessoa 1 Não, não, não, não. Pessoa 3 Não. Pessoa 1 Gostava de reassistir. Não tinha 2 horas reassistir tudo, reassistir o Paulo, cogos nos enterrando de maneira alguma. Pessoa 3 Isso é verdade, né? Foi isso que aconteceu. Por isso que acabou o master, né? Que Oo Paulo falou que ninguém tinha que tomar a vacina, que a pandemia era mentira alguma porra. Assim o canal tomou um bloco de saúde? Não. Pessoa 1 É tomou um bloco. OOO Google não gostou, né? O Google não gosta de nada que a gente fala, tá louco? Pessoa 2 Mas ó, ele mencionou. Pessoa 6 Aqui, Oo. Pessoa 2 O master podcast. A master é o nome de uma de um banco também, né? Pessoa 3 Puta merda. É o nome de um banco, por acaso você tinha dinheiro no banco? Pessoa 1 Vocês acreditam que eu não caí nesse golpe? Glória a Deus, não cai, não cai. Eu caí ó nas bitcoin eu já caí na prata eu já caí no golpe da oi. No golpe do dos caras me ligando, me oferecendo aplicação, mas no master eu não caiu. Agora no da Vara de pescar também. Tu tava passando a senha pro cara. Ele nem entregou a mercadoria, é o da Vara. Eu tô com medo de ter caído, Hein. Pessoa 3 Caiu no golpe da Vara? Que viagem? Pessoa 1 O golpe da Vara? Não. O Ronaldo caiu nesse golpe, explica. O que aconteceu? Tem que ter que explicar. É um cara, um cara. Oo entregador do Mercado Livre, ó aqui, ó entregador do mercado, o livro acabou de me ligar e falar, ó, não, não estão recebendo a tua mercadoria, vamos deixar registrado aqui, porque se sumir, a minha Vara de pesca já está registrado. Então ele me ligou aqui e falou assim, qual é OOA senha pra eu deixar aqui a palavra chave, né? É a palavra chave que eu vou deixar com o teu vizinho. Aí eu falei, a palavra chave é x. Aí ele falou, tá bom, quero ver se eu chegar em casa, a minha Vara vai estar lá, quero ver, aí vai usar, vamos usar ó 7 e 25, vamos ver se vai estar lá. Aí o Jean falou, Mano, tem que tomar cuidado, porque as vezes eu falo o código e o cara não entregou e vai levar embora. Aí ele refletindo profundamente. Pessoa 3 Não, mas tem que torcer para o cara foi honesto. Tenho certeza, tem mais chance de ele ter sido honesto. Pessoa 1 Eu também acho, eu também acho. Mas, cara, por falar em honestidade e golpe, eu vou falar um negócio. Pessoa 2 Eu achava que tu tinha tomado ser fodido numa grana no mais também. Pessoa 3 Achava não, você cai em todos os golpes. Pessoa 1 Não, às vezes não dá para ganhar todas, né? Pessoa 3 Mas OA prata não estava subindo para caralho. Pessoa 1 Tava. Pessoa 3 Aí tu foi tu comprar. Pessoa 1 Não tava aí. Eu comprei 2 kg de de moeda de 2000 rins de de prata daquela do tinha do Santos Dumont e do era o Santos Dumont. E tinha uma outra lá e foi comprar as moedas e as barrinhas também. 3 dias depois, teve aquela queda de 33%. Pessoa 2 Puta merda. Pessoa 1 Sacanagem? Não, não, eu não. Não tenho o que fazer toda vez que eu entro. Mas eu já entendi, todo negócio que eu entro é o pior. Quando eu compro alguma coisa, eu sempre pago mais caro do que todo mundo quando eu vendo. É sempre mais barato, metade. O meu salário é sempre o menor, o meu cachê é sempre o menor. Mas eu estou sempre melhor do que os cara que assiste o pode partar. Acho que vocês são espertinhos, vocês são tudo bom? Tudo bom aqui? Pessoa 3 Será que você não está com uma cara de otário aí para estar sendo passado para trás tanto tempo? A diferença entre bisão e búfalo e a experiência com carnes exóticas. Pode ser o teu cara de gringo, né? Um gringo muito bom. Cara de escocês, Mano é, né não? Escocês é mais, é cabelo vermelho, tu tá no meio do caminho, ali entre o vermelho. Pessoa 2 Sabe o vietn? Sabe qual que é o animal favorito do Igor? Cara? É um bizão. Um. Pessoa 1 Bizão porque? Pessoa 3 Cara, porque lá vamos nós. Pessoa 1 O bizão, o bizão é um animal. Que ele inspira muita confiança, resiliência, força. Ele é um animal que traz tem esse significado. Quase foram extintos? Exatamente. Mas então aí até hoje não tem confiança nenhuma. Eles não conseguiram se proteger dos caçadores da época do Lincoln, tá, mas os bisões foram exterminados. Pelos europeus, quando queriam matar os índios americanos que assistiam pode pá os cara, matavam os bisões com armas de fogo e Vara de pescar os caras. Pessoa 3 Estão lá até. Pessoa 1 Hoje os bisão, mas os bisões o bisão. Vamos vamos ver se vocês entendem. O bisão é um búfalo cara errado. Errado. Não é búfalo coisa nenhuma. Eles chamam de búfalo, mas o búfalo, o bubalino verdadeiro. Ele é um animal da África, tem bubalinos na Ásia também. O bisão americano é um caprino, um caprino, tá, você sabe o que é um caprino? Pessoa 2 Os. Pessoa 1 Caras do pó de pá, não sabe o que é um caprino? É, então ele é um, ele é parente do do bode, entendeu? Ele é o guinu, conhece o guinu, o guinu é um caprino, você vê que ele tem a cabeça em forma de triângulo, então você está achando que você gosta de búfalo, não gosta do bisão, você gosta de um caprino? Eu tô falando, eu tô falando que ele é um tipo de búfalo que fica mais fácil para as pessoas que não conhecem visualizarem, entendeu? Ah. Pessoa 3 Entende por que que tu sabe tanto de bicho? Pessoa 1 Por quê é? Pessoa 3 Tipo ele, falamos de peixe no histórico. Pessoa 2 Qual o peixe que era mesmo peixe que gosta de peixe tambacu tambacu que. Pessoa 3 É o que é da família de qual? Pessoa 1 Família caracidade, então. Pessoa 3 Como é que você sabe essas porra? Pessoa 1 É uma boa pergunta, por que que eu sei dessa informação no? Pessoa 2 Drive também, que eu não sei. Pessoa 3 Tipo muito específico, cara, é. Pessoa 1 Porque eu eu gosto. Da carne dos animais, eu gosto de comer animais dos animais, eles são muito saborosos. Teve alguma. Qual foi a carne mais exótica que você já comeu? Mano de animal, assim, a carne mais exótica que eu já comi, eu acho que foi foi na China, com certeza foi na China, né? É, eu cheguei num num restaurante lá. E era de hot POT, não? Pessoa 2 Sei o que é um hot. Pessoa 1 POT hot POT é um estilo de é um estilo de comida chinesa e eu comi lá carne de anão, carne de pessoas com nanismo. Pessoa 3 Que isso? Pessoa 1 É, é calma. Pessoa 2 Não, calma. Pessoa 1 Era. Pessoa 2 Calma, não era sabor. Pessoa 1 Não, não, não era filezinho. Filezinho assim. Pessoa 3 Não, não é possível. Pessoa 1 É verdade, e era. Pessoa 3 Gostoso. Pessoa 1 Não. Pessoa 3 Na China, não. Pessoa 1 Não, não era um não sei se era um lugar meio escondido, né? Pessoa 2 Talvez. Pessoa 1 De restaurante da máfia não estava no não estava no cardápio, convenceu. Pessoa 2 A chegar nesse e te convenceu a parar nesse restaurante? Pessoa 1 De repente, ele só soube depois que ele correu. A gente foi comer outras coisas lá. Aí aí eles tinha carnes exóticas, tinha a baleia. Tinha morcego? Tinha e tinha. Essa aí eu pedi. Pessoa 3 De anão, ser humano, anão. Pessoa 1 É, é. E tinha 2 tipos de ou com nanismo ou com acromegalia. Com acromegalia era mais caro que por isso. Pessoa 3 Você está no epistenfiles? Pessoa 1 Não, não, não, de maneira nenhuma. Aí chegou lá. Um uns pedacinhos você botava lá. EEE apreciava com show eu é não, não puro show. Eu tinha muito sal e parecia coelho, parecia coelho, porra, os rapanu e comem também, porque que a gente não pode comer rapanu e não é. Pessoa 3 O que que é, rapaz? Noite? Pessoa 2 Vamos a bois? Pessoa 1 São os caras lá da os os os malar e lá todo mundo eles comem, né? Meu Deus do céu, sashimidia não. Pessoa 3 É. Pessoa 1 Justamente não, não é no hot POT, ali dá um banho, mas tu falou que era fatiadinha assim, fatiado. É bem fininho, porque é muito caro. Tipo sashimi é muito caro, é, tinha uma capinha de gordura, era um corte especial. Tinha pelos não vi, não tava limpinha, tava não. Era feijoada. Feijoada que tem nariz de porco peludo. Pessoa 2 Tu não come feijoada? Pessoa 1 Como feijoada é bom, feijoada é bom. A polêmica carne de anão na China e outras iguarias culinárias. Qual foi a carne mais esquisita que tu já comeu? Pessoa 1 Cara, carne mais esquisita que eu já comi. Pessoa 3 Cara, vocês estavam falando aqui, como ser mais esquisito? Pessoa 1 É, não sei como ganhar disso qualquer. Pessoa 3 Coisa que você falar agora? Pessoa 1 Só como carne normal. Pessoa 2 Mas estava falando aqui agora de um de um sanduíche esquisitíssimo, hambúrguer de camarão. Pessoa 1 O nome desse o nome desse prato é surf and turf, que é quando tu mistura a carne com o camarão. É delicioso. Mano, é muito bom. É um hambúrguer? É uma hambúrguer. É de um amigo nosso, é do Jim BBQ, Mano. Pessoa 2 Não tem como ser gostoso, é bom, Mano. Pessoa 1 Impossível. É uma delícia. É muito bom. É um hambúrguer de carne bovina, bovina, tá um. Uma fatia de Brie e camarões, camarões, camarões, cara, sem brincadeira, uma delícia. Tinha, tinha azeite, azeite trufado, é tipo um molho de queijo, assim com camarão que ele joga em cima. É muito bom, Mano, muito bom. Vale a pena experimentar. Pessoa 2 Para mim, o camarão, né? Não dá muito pra mim. Eu comi e morri. Pessoa 1 Eu nunca comi um hambúrguer lá que não tem camarão, porque esse é tão bom que toda vez que eu vou só como esse, mas deve ser bom também o outro. Não é um, é um. É uma delícia. Vamos dar ideia para ele para lançar o de carne de anão, Mano. Pessoa 3 Vão, vão, que é isso? Pessoa 2 É o como é que é o Brasil é crime? Pessoa 1 Né? O difícil é é descobrir onde tem, né? A carne. Mas. Mas no Brasil, toda hora os caras descobrem, é pastel fazendo pastel com carne de Pombo. Não lembra? Lá em Santa Catarina, pegaram uns pastel que tinha carne de Pombo. Eu não vi isso. Carne de gato, toda hora, toda hora aqui eu acho que a gente já comeu em em mortadela os cara põe carne de anão, se você quando você come mortadela, é carne de cavalo, papelão, papelão, papelão, couro, papelão. Tem papelão mesmo, é pele de frango, sambiquira. E. Pessoa 2 E Oscar não sabe o que que é sambiqueira é a parte da bunda da galinha de cima ali, né? Pessoa 1 Nem eles sabem. Acabou de inventar essa nádega, não é? É isso mesmo, é isso mesmo. É sambiqueira, não invento aqui. Não se inventa nada, pô. Pessoa 6 Boa a gente. Pessoa 2 Esqueceu de falar? Mas se quiser mandar uma mensagem aqui, participar de alguma forma, manda aí pelo livepix. Tem aqui o QR Code link aí na descrição e aí a gente toca aqui e a gente é durante o programa, tá? Então manda aí se for. Pessoa 1 O carne de bisão. Você já comeu de bisão? Não, já, já, não, não, não. Nem diguinho. Pessoa 2 Dá para comer, as pessoas comem, bisão, come. Pessoa 1 Só que falam que a carne tipo é uma das mais nutritivas que tem, porque ele tem muito pouca gordura, então é como se fosse um filé mignon assim. Só que tem gente que fala que é um pouquinho mais duro, sabe? Mas eu nunca provei, mas tenho vontade. É toda a carne de animais selvagem, né? Não vai ter gordura porque ele tem que caçar para comer. Se bem que o bisão, o bisão, só come planta, é porque ele anda muito. Ele não tem muita gordura do predador, então ele não, mas deve ser igual o deve ser igual caprino, igual o bode. Pessoa 2 Nunca comi bode também. Pessoa 1 Ah, não é possível, o bode é comum. Pessoa 2 É não mentira. Eu já comi, sim, eu comi um pouquinho. É uma vez que eu fui lá para o nordeste, a gente foi num lugar que era o bodódromo e lá eu comi um pouquinho de bode. Pessoa 1 Um. Pessoa 2 Bodódromo bodódromo, Sambódromo. Pessoa 1 De Bodes. Pessoa 2 Nunca foi. Pessoa 1 Não, não, não, não. Pessoa 2 O lugar mais esquisito que tu já foi comer foi esse aí da China, né? Pessoa 1 É esse aí era interessante. Pessoa 2 Esse era bem esquisito, na verdade. Pessoa 1 Tinha carnes incríveis. Mas. Pessoa 2 Eu não, mas eu sou. Eu sou meio chato com isso, cara. Eu não gosto de ir muito longe do que do. Pessoa 1 Assim, do lugar comum. Pessoa 2 É do ponto de vista de comida uhum ali. Aí eu sou um pouco mais conservador, tá ligado? Eu não quero, não tenho a menor vontade de experimentar, de jacaré, baleia, essas porra. Menor vontade. Pessoa 1 Ah, eu como eu, como qualquer coisa, eu não tenho vontade de comer tipo carne de RAM. Isso eu não tenho maior. Pessoa 3 Vontade. Pessoa 1 Isso é uma de antigamente, quando eu era pequeno, eu caçava ramps, você vai fazer aquela zoa, todo mundo acha que eu tô mentindo. Eu caçava RAM, tinha o tridente lá, quadridente, pacatá e limpo sei, limpar RAM sei, descascar RAM sei e é 11 dele, é frita, RAM, frita. E o interessante é que a RAM você corta a cabeça dela, ela continua. Se mexendo, né, fibrilando fibrilando, aí você põe na você põe Na Na frigideira, ela ainda vai ficar pulando, né? Tentando sair, ainda está se mexendo quando quando você acaba de pegar, né? Mas isso hoje ainda é raro, você comer comida fresca, né? De jacaré e chacomer, é a mesma densidade de um frango, só que tem gosto de peixe, é esquisitão. Mas aí, Oo jacaré, se tiver bem feito é bom. É gostosinho, é gostoso, não é ruim não. Cobra eu nunca comi é cobra eu não, também não. Pessoa 2 Mas e leite de cobra, já tomou? Pessoa 1 Cuidado com a resposta, leite de cobra. Pessoa 2 É, pô, recém traído, quentinha. Pessoa 7 AI, que delícia. Pessoa 1 Sabe o que que eu comi no Japão? Uma vez que era bizarro, ruim era. Placenta de peixe. Que isso, cara? Sushi de placenta de peixe é? Pessoa 2 E tava bom. Pessoa 1 Eu não gostei. Pessoa 2 Tá, ainda bem, né? Pessoa 1 Não, não gostei. Não. Tem coisas que são deliciosas, tem coisas que são iguarias, é. Pessoa 2 É, matei outras que não dá, né? Um certo frito tu que já foi pra pra China várias vezes. Pessoa 1 Já dei uma mordidinha no escorpião, cara, tudo o que você botar na frigideira. Fica uma delícia, entendeu? Não tem muito erro? Pessoa 2 É, pois no óleo já era, né? Pois. Pessoa 1 No botar uma farinha. Então é aqui no Brasil, eles comem lá a tocandira lá com farinha. Pessoa 2 Ah, sim, sim, é. Vinheteiro compara Raça Negra e Beethoven, criticando a cultura brasileira. Se liga nessa mensagem aqui que o Arnoldo mandou pra gente, pra diretamente pra você, gente. Era uma pergunta objetiva, tá bom, é e mas eu quero uma resposta elaborada, beleza? Pessoa 7 Arnoldo mandou uma mensagem pelo Pix. Vinheteiro, por qual motivo Raça Negra é melhor que Beethoven? Pessoa 1 Por qual motivo? Pessoa 2 Raça Negra é melhor que Beethoven? Pessoa 1 Eu não, não conheço. Pessoa 3 Beethoven. Pessoa 1 Raça Negra eu não conheço, como assim é samba, né? Pessoa 2 Como assim tu não conhece raça? Pessoa 1 Negra é samba ou gênero? Não é, né? Conheço, eu não conheço. Talvez, talvez eu tenha tocado. Pessoa 2 Chega de tantas mentiras, nunca ouviu essa música? Pessoa 1 Eu já toquei pagode, tá? Em 1998, eu tinha uma banda de pagode. O cara me mandou um Monte de CD. Eu ouvia, aprendi a tocar até. Pessoa 2 E do matava o que nessa banda? Pessoa 1 Era teclado? Tá, mas não, mas eu não, eu não lembro. Talvez eu tenha ouvido, provavelmente, provavelmente. Eu toquei, tá bom, provavelmente toquei. Eu toquei toda essa porcariada, mas não, não lembro. Pessoa 2 Mas o Raça Negra, ele tem uma. Ele tem uma presença na cultura brasileira que toda vez que você pensa num churrasco de domingo de família, se associa a um Raça Negra tocando ali, meu irmão, porque sempre foi assim. Pessoa 1 Naturalmente. Pessoa 2 Sempre fizemos assim, sempre fizemos assim, então o Raça Negra. É, é o. É incrível, porque o vocalista, ele tem a língua presa, mas. Pessoa 1 Me me lembra uma música? Pessoa 2 Aí para o DIG Gui DIG Gui EEEEEE DIG Gui DIG Gui EEEE nunca ouviu? Pessoa 1 Eu lembro daquela e o que sobrou para mim? O bagaço da laranja. Essa educação. Zeca Pagodinho, não. Então essa aí é muito boa, é sempre o que sobra para mim. É o bagaço. Pessoa 2 É, é ser alinhada com a realidade, né? É? Pessoa 1 Sempre o pior salário, sim, mas sempre tom golpe. Pessoa 2 De onde? De onde é? Qual é a nacionalidade de Beethoven? Pessoa 1 O Beethoven, cara, eu não lembro, tá bom, mas ele eu acho que o eu não. Eu não me lembro se o Beethoven é inteiramente alemão, uhum alemão mesmo. Uhum. Não me lembro se ele ainda. Sou ou se ele é ou se ele era holandês, tipo pai holandês. Eu não me lembro porque o nome dele é Ludwig van aham. Então eu não, eu não, não lembro. Pessoa 2 Mas ele é. Pessoa 7 Europeu. Pessoa 1 Era europeu? Pessoa 2 Raça Negra é de onde? Pessoa 1 Do Brasil? Pessoa 2 Isso te já, já não serve de o que que você acha de coisas que tem a ver com o Brasil, vai? Pessoa 3 Ele quer ouvir? Pessoa 1 Ele quer ouvir, eu não darei o que ele quer. Pessoa 6 Perfeito, mas mas tá aí. Pessoa 2 É, se eu fosse é tivesse que apostar o que que vinheteiro realmente acha, eu iria por essa regra que ele já deixou claro tantas vezes, né, cara? Quanto ele gosta? Da quanto ele Ah, estima. A cultura brasileira. Pessoa 3 Mas ela gosta de feijoada, no entanto. Pessoa 1 Feijoada é gostoso, mas você sabe que a feijoada ela não é um prato brasileiro, né? Ela não é a feijoada, ela é um prato francês. Pessoa 3 Não, o que é isso? Pessoa 1 Francês, a feijoada na verdade chama se cassule cassule aí fizeram no Brasil, cassule. E botaram substituiram o feijão branco, feijão, feijão preto. E colocaram partes. Partes de porco e jabá, né? Que que é partes de porco, jabá, linguiça com feijão branco é o caçule. Pessoa 2 O que que é jabá? Pessoa 1 Jabá é é uma carne brasileira, carne seca. Brasileira sem o símbolo do cif uhum se ela está ressecada e não tem o símbolo do cif. Pessoa 2 É jabá. Pessoa 1 É jabá. Pessoa 2 Sim, meu avô gostava muito de jabá com jerimum. Pessoa 1 Pô, é famoso isso mesmo. É lá no Rio. A galera come bastante. É, é, é. Pessoa 2 É que é carne seco com abóbora. Pessoa 1 Abóbora, né não, mas abóbora não gosto. Gosto por quê, cara? Abóbora? Toda vez que eu como 11 doce de abóbora, né? Eu vou comer. Não, eu olho para é, é um doce que é só. Pessoas muito mal sucedidas gostam do do doce de abóbora, o doce de abóbora. Eu acho que a coisa mais barata, tipo cocada que existe, não cocada, ainda é caro. Pessoa 2 Dá pra ser caro, né? Pessoa 1 O é é o doce de abóbora. Custou acho que 5 centavos num pedaço desse tamanho, entendeu? E é ruim, é ruim. O meu Paraná, ele não tolera e abóbora salgada normal na comida, não, eu, eu não, eu não gosto muito de abóbora, tá? Não, não, não, definitivamente você gosta, gosto doce de abóbora, não, mas abóbora na comida, assim como doce de abóbora, vocês gostam. Pessoa 2 Cara, é a última vez que eu comi doce e abóbora. Faz muito, muito, muito, muito tempo. Eu nem lembro. Não tenho nenhum costume de comer. Abóbora é muito menos doce de abóbora. Pessoa 1 Tá vendo, não, eu acho que eu nunca provei doce de abóbora. Ele deixou de ouvir Legião Urbana, deixou de comer doce de abóbora, deixou de andar de ônibus, deixou de andar de ônibus. Tá vendo? Ele saiu de um ambiente ruim e agora do lodo, da pobreza, do lodo. Críticas a Santa Catarina, marrecos e a 'carne de anão mendigo'. Gostou? Pessoa 2 Espera aí, ó, se liga nessa aqui. Essa aqui é pra tu, Igor. Pessoa 6 Leite de cobra mandou uma mensagem pelo Pix, cobra Igor, por que você não vem fazer show em Lajes SC? Pessoa 1 OPA, vamos marcar aí, pô, porque? Pessoa 2 Alguém tem que contratar, porra. Pessoa 1 Esse ano vamos aí, chama lá onde ereque, pai? Esse ano vamos fazer show, Santa Catarina, Rio Grande do Sul. Não pode aguardar Santa Catarina. Os caras se acha muito lá, os cara lá de Santa Catarina acha que estão na Alemanha. Vocês não estão na Alemanha, vocês estão em Santa Catarina. O metro quadrado é muito mais barato, tá? Pare de se achar, tá? Vocês que são de Santa. Pessoa 2 Catarina. Pessoa 1 Bebedores de chocolate. Já vem chocolate, chocolate, chocolate. É um bagulho que vem de lá em todo lugar pós gasolina o caralho é 11 bebida de um nescau assim é bom, Mano, não, o que eu lembro de Santa Catarina é nata tudo, eles botam nata você, você não lembra disso? Aqui em São Paulo não tem nata, é? Pessoa 2 Qual onde que tu foi de Santa Catarina? Florianópolis? Pessoa 1 Cara, eu conheço Santa Catarina inteirinho, é? Pessoa 2 Inteiro, então tu já foi lá em Jurerê? Pessoa 1 Nana, isso aí é lugar, lugar de playboy. Pessoa 2 Então justamente esse cara tá achando que tá na Europa, né? Foi um. Pessoa 1 Dos lugares mais encardidos nos confins, eu fui Caçador, eu fui Pomerode, fui em 13 tiras. Isso aí é, eu fui Doutor Pedrinho, alguém que conhece essa cidade. Doutor Pedrinho, fui Chopinzinho que é no Paraná. Santo Amaro da Imperatriz, Palhoça. Eu conheço o Brasil inteiro. Eu conheço o Brasil melhor do que do que você precisa conhecer. Eu conheço o Brasil profundamente, mas. Pessoa 2 Você ainda viaja muito? E porque que tu IA a essas cidadezinhas aí com nomes estranhos? Pessoa 1 Eu IA, IA com meu pai e com a minha. Pessoa 2 Mãe. Pessoa 1 Eles trabalhavam por ali e aí a gente visitava esses lugares aí, Caçador. Pessoa 3 Esse foi o primeiro. Pessoa 1 Acho. Eu falei, essa é mirim, doce mentira. Meses deve deve ter 1000 habitantes e pum mirim deve ter. 1500 habitantes, chic, chic. Essa eu não sei. Pessoa 3 Mas é, é lá em Bahia. Hã? Na Bahia? Sei, mas você, isso daí, você só passou lá quando você era criança. Você nunca mais voltou. Pessoa 1 É, nunca faz mais de 20. Pessoa 3 Anos será que não é só lembrança ruim dessa época aí? Pessoa 1 Não é? É, é. Era bonitinho lá, o que me irritava um pouco em Santa Catarina, que eles gostam de comer um mareco, um mareco. Pessoa 2 Sabe o que que é o mareco Igor? Vamos descobrir então, velho? Pessoa 1 É um Marreco, tá como? É um Marreco e não é gostoso. Marreco não é gostoso, é muito melhor. 11 franguinho frito, né? Uma rã, hã, uma rã frita, uma rã, uma rã, um anão frito. Pessoa 8 Uma. Pessoa 7 Delícia. Pessoa 2 Aqui, ó, sobre isso. Pessoa 1 Joelho de anão? Sobre isso, escuta essa aqui. Pessoa 7 Cozinheiro criativo mandou uma mensagem pelo Pix. Lordão uma dúvida sobre esses anões que você comeu na China. O restaurante criava eles em cativeiro, ou será que eles têm um olheiro no hospital que avisa para irem buscarem quando um anão morre? Pessoa 3 Caralho. Pessoa 1 Tinha 2 tipos no cardápio, tinha o de criação intensiva, né? Fechado, regime fechado, que era mais caro e tinha dos anões, mendigos. OA carne de anão mendigo, era a mais barata, porém era a mais forte. Era uma carne mais forte. Pessoa 6 E o gordão aí está escandalizado, ó o venteiro, cara. Pessoa 1 De sacanagem, não, vocês estão dando nisso. Não estou acreditando, não é? É verdade. A melhor carne é do anão criar nem em cativeiro. Em cativeiro, É Ela, é uma é. Como é que ela tem 11 capa de gordura, você está ouvindo? É um vaguinho, é um vaguinho de anão, isso isso é um vaguinho de anão de anão, exatamente, ele tem, ele é gordinho, ele é gordinho e tem a carne marmorizada era muito saboroso, era muito saboroso. Pessoa 2 Será que não era carne de outra coisa que tu entendeu, anão? Pessoa 3 Nossa, Deus queira que sim. Pessoa 1 Eu não sei. Agora você me pegou para mim. Eu li AA palavra do arf lá, né? Eu eu peguei OOO. Pessoa 2 China OOOO. Pessoa 1 Google translator e coloquei no cardápio. Aí ele ele traduziu o caracter. O ideograma chinês, como o do ar, estava lá contra filéritas. Pessoa 3 Não. Pessoa 2 Era lá mesmo? Pessoa 1 Bola da pá. Mas era diferente, cara. Era um coelho com uma capa de gordura. Era maravilhoso. Vocês não sabem o que vocês estão perdendo. Pessoa 3 Ah, essa aí eu vou continuar perdendo. Pessoa 1 Não. Depois no Brasil. Aí eu vou, vou, vou, vou procurar. Pessoa 2 Chapeté essa porra, Igor, obrigado. Pessoa 1 Mas eu fiquei curioso para ver o anão mendigo, eu nunca vi anão mendigo. Pessoa 3 Também nunca vi. É quanto? Quanto anão tem lá você tem. Pessoa 1 Todo chinês é anão. Pessoa 8 Aí que tá. Pessoa 1 Aí que tá o mais alto, tem 1 m e 50. Todo chinês é anão. Cadeira, cadeira na cadeira do devo. Pessoa 6 Ó, se ligar nessa daqui, ó. Pessoa 3 Meu Deus do céu. Pessoa 5 Ramut mandou uma mensagem pelo Pix vinheteiro, a Piracema já está acabando, então faz a boa e abre as porteira da sua fazenda para nós bater uma tarrafa na sua represa. Pessoa 2 Tu tem uma represa lordão, não? Pessoa 1 Não tem, não tem, não tem a Piracema é a Piracema. É proibido pescar, tá? Vocês param de pescar na piracica? Pessoa 3 Comer anão tá tranquilo, né? Pessoa 1 Na China, na China, qual qual é o problema? É saboroso, agora AAA Piracema tá proibida a pesca, não é não é pra pescar, é os os caras que assistem podem ir pá. Pessoa 3 Mas pode comer Piracema lá na China. Pessoa 2 Não, cara, sabe o que é Piracema? Hum. Pessoa 3 É. Pessoa 2 Como assim pode comer Piracema? Pessoa 3 Lá no quê? Lá nascendo pode comer? Ah, não, pelo jeito. Pessoa 1 Não, mas não pode, não pode. Pessoa 3 Não pode também? Pessoa 1 Não era, eu te falei? Pessoa 3 Era ilegal lá também. Pessoa 1 Cardápio é especial. Underground era um negócio underground. Não adianta se chegar lá e falar, Ah, quero um, eu quero uma paté um quero. É, não, não, eu, eu esqueci. Eu quero um acende anão. Não, não tem aí a 50, é não, não é assim. Quero lombinho de anão. Não vai, não vai. Pessoa 2 Lombinho deve ter. Pessoa 3 Caralho, Mano, que viagem do caralho, Mano. Pessoa 1 Deve ter sido legal esse passeio na China. Igor se veste de Lincoln e a caótica mudança de Vinheteiro para São Paulo. Caralho, tá bom? Espera aí, eu não sei se eu não sei se a gente é. Eu não sei. Eu não sei se a gente entendeu. Legal porque que tu está vestido de abra o Lincoln, cara. Pessoa 1 Cara, porque eu falei, pô, Oo vinheteiro, vai lá No No flow. É a primeira vez que eu encontro ele pessoalmente, um cara que eu queria conhecer há muito tempo e ele anda sempre muito elegante. Aí eu mandei uma mensagem para ele no Instagram, falei, ô vinheteiro, Bora é elegante. Na Na sexta-feira ele vamos aí. Eu fui ontem alugar um terno, só que eu cheguei na loja e vi que tinha uma cartola, tinha uma bengala lá. Eu falei, porra, vou de Lincoln, meu sonho é me vestir de Lincoln. Aí eu falei, eu? Pessoa 2 Tenho uns sonhos até meio fáceis, né? Se vestir de Lincoln? Pessoa 1 É, pô, eu sempre quis. Eu gosto dele pra caralho, admiro muito ele. E aí eu falei, vou alugar a indumentária completa. Pessoa 2 Sabe o que que ficou interessante nessa tua, nessa tua, sei lá, fantasia é o seguinte, assim você tá a cara do Lincoln. Tira a cartola. Prefeito de Nova Iorque. Pessoa 1 Exatamente. São 2 skins em uma. Pessoa 2 Essa piada dele tal, eu só tive que puxar aqui, acho que é verdade. Pessoa 1 Mas é verdade. Pessoa 2 Bota aí lordão essa cartola. Vamos ver, tá fedendo ixe. Pessoa 3 Cheiro de bilola. Pessoa 1 Cabeça, porra. Aí não era alugado, lógico. Pô, estava na minha cabeça. Pessoa 2 Alguma gente? Você já usou roupa alugada, Lorde? Pessoa 1 De maneira alguma está aparecendo Clapton, aquele DJ. Pessoa 2 Então, o que tu compra todas as atitudes? Pessoa 1 Compro, compro. Pessoa 2 Tu nunca usou a roupa tu nunca foi num casamento que tu precisou alugar uma roupa? Pessoa 1 De de maneira alguma. Tem que comprar, porque você vai precisar de novo. Essa isso aqui eu tenho um Monte desses aqui em casa, ó, lá tem um, uns 8 desses aí. Pessoa 2 Entendi, tá? Pessoa 1 Bom, tem que tem que tem que ter. Ô, para alugar já é caro, imagina comprar isso aqui tudo? Tá louco, Mano? Pessoa 2 Tem que ser. Pois é, pois é. Pessoa 1 Pois é, não, mas sai, mas eu uso isso aí todo dia politicamente. Pessoa 2 É o. Pessoa 1 Lógico, eu usaria todo dia se eu pudesse. Eu adorei me vestir assim. Ué, mas era o calor no Brasil? Pessoa 2 Aí fica difícil. Pessoa 1 É, mas no inverno dá para usar. Eu? Eu já estou aqui com a pizza de muçarela aqui. Pessoa 3 Não, mas agora você vai morar em São Paulo, né? Finalmente. Pessoa 1 Já estou morando em São Paulo. Pessoa 3 Vim pra cá, segunda-feira. Pessoa 1 Fiz a mudança com a minha avó, segunda-feira. Cara, foi um caos, né? Mudança é muito complicado, Mano. E a gente trouxe o carro entupido de coisa. Eu rezando para não ter blitz na estrada. Dei uma freada, caiu uma caixa de papelão na cabeça da minha avó, que ela tava do lado assim, e você abrisse o vidro, despencava tudo. Pessoa 3 Assim foi numa viagem só. Pessoa 1 Não foram 3 viagens, porque eu nas últimas 3 semanas eu vim. Eu vim a São Paulo 2 vezes, pra em programas e tal. Aí eu trouxe coisas no carro e na última a gente trouxe o maior volume de coisas. Você que fez a própria mudança, eu e minha vó. Porque, tipo, AP daqui é mobiliado. Pessoa 2 Já e tua vó? Tu, né? Todo respeito. Pessoa 1 Não me ajuda, né? A organizar as coisas e tal. Dobrar roupa? Não sei dobrar. Pessoa 3 Roupa mas Era Ela que não queria de jeito nenhum vir pro Rio. Pessoa 1 Não, ela tinha. Ela fazia um trabalho filantrópico lá No No Rio. Só que aí ela se afastou um pouco, mudou a equipe lá e tal. Ela viu que não estava mais precisando estar tão presente lá. Aí ela eu chamei ela para vir para cá. Ela falou, vamos. Pessoa 3 Embora porra, Mano os caralho. Pessoa 1 Minha vó é foda, Mano, tá louco? Pessoa 2 Pra andar na rua, coitada da porra da velha. Pessoa 3 Cara. Pessoa 1 Vamos embora fazer exercício maluco, vai 3 de 10 na ladeira, ela não tá? Pessoa 6 Cansada. Pessoa 1 Tá cansada? Pessoa 3 Tô cansada? Pessoa 2 Mas, pô, ó, mudando um pouquinho de assunto, cara, tu é capaz de tirar a música de umas coisas muito bizarras. Cara, teve aquela flauta de. Pessoa 1 Embolo. Pessoa 2 Flauta de embolo, que para mim é a sua melhor performance musical de todos os tempos, mas eu tenho uma aqui, cara. Que é recente tu ali, ó. Pessoa 1 Está com a roupa igual a mina. Olha isso, cara. Pessoa 2 É mesmo? Vamos, vamos. Vamos apreciar um pedacinho. Pessoa 1 Filho da puta, serião, isso é muito escroto. Pessoa 2 Meu Deus do céu. Pessoa 1 Isso aí não é fácil de fazer, não, tá? Parece bem difícil mesmo. Pessoa 2 Mano, cara, eu vou te falar eu. Pessoa 1 Fico imaginando ele chegando na American pet, você me vê 23 frango de cachorro? Pessoa 2 Então como é que tu faz para para afinar os frango de cachorro? Pessoa 1 Eu eu fiz um vídeo, eu ainda não postei, né? Mas eu uso sementes de linhaça. Eu coloco as sementes de linhaça e conforme o tanto quantia de de sementes. É por centímetro cúbico. Ele dá a nota. É mais ou menos assim. E aí você faz qualquer nota. Mas o negócio é que só não. Pessoa 2 Tem uma lição de tamanhos diferentes, loja vai se foder. Pessoa 1 Não. Então eu vou usando. Se, se eu precisar de uma nota muito grave, eu preciso de uma galinha mais Comprida, eu preciso de uma caixa. É, é assim. Pessoa 2 Tá, é? Tá porra isso daqui, cara. Tocar a música com esses frangos aqui é primeiro, vamos lá. Isso aqui não foi pensado pra pra fazer música. Faz um barulho, né? É todos eles é por defor, são afinados. Em relativos a eles mesmos. Pessoa 1 São mais ou menos a mesma nota, isso dependendo da marca que você compra. Às vezes ele tem uma nota mais aguda, uma nota mais válida, então eu tenho que adaptar, né? A intensidade que aperta faz diferença também, né? Faz a intensidade, o jeito que aperta. Não é uma coisa simples, não tem você a pedeutinha aí da tua casa, não tenta fazer isso aí que você não vai conseguir, tá? Funk, você consegue tocar essa porcaria MPB agora com as galinha, toda hora alguém vem falar, Ah, que porcaria, minhas galinhas, não sei o que vai fazer, quero ver alguém fazer, aí vocês não, os cara não conseguem nada, tá louco e vem e vem aí querem te criticar, povo só quer criticar, só quer criticar, é verdade, fogo. Pessoa 2 O que que tu acha aí gorda, dessa, dessa porra aqui de tocar música com franguinho? Pessoa 1 Pô, eu acho sensacional, adoro quando ele lança lá. É muito bom, Mano. Está louco e é engraçado, né? O. Pessoa 2 Barulho é muito escroto, é tão absurdo. Pessoa 1 É, o barulho é muito. Pessoa 2 Escroto com um barulho muito escroto. Pessoa 1 Eu acho escroto que ele não sorri, Mano, isso é o pior, não, Mano, fica serião lá, parece que ele está num teatro com 1000 pessoas vendo ele tocando um piano foda, mas não é engraçado. Ali eu estou fazendo arte, arte de verdade. Ali era para eu ganhar 1000000 de lei Rouanet, 2000000, é verdade. Ali merece 1000000 de lei Rouanet, não é? Essas porcaria de MPB aí. Quem sabe no próximo governo você consegue. A arte de tocar música com frangos de borracha e a 'beluga' que encolhe. Ah, quem sabe, quem sabe que que é isso aqui, pistão? Pessoa 3 Pistão, cara que. Pessoa 1 Que pra que isso posso ver? Bom, mas pistão de verdade de motor. Pessoa 2 É de um motorzão, de um, de um. Acho que é v 12, eu não sei, mas é um, mas é um motorzão sinistro. É para uma arrancada e serve para uma vez. Aí fez uma vez, tirou Oo motor de monta. Pessoa 1 Então, mas desse tamanho é motor de Náutico. Pessoa 2 É um troço gigantesco, é um troço gigantesco. Como é que é? O nome é pro é, não é pro não sei o quê, esqueci o nome. Hum, não sei, não lembro, mas é assim, isso aqui também, ó pistão. Pessoa 3 Uma coisa, essa parte de baixo aí, um cinzeiro também legal. Pessoa 2 Parece um cinzeiro, né? Pessoa 1 Isso aí dá pra fazer musculação é um alta. É isso aqui, né? É fazer rosca bíceps. Pessoa 2 Tu nem treina lordão. Vai se foder, cara. Tá gordão aí, pô? Não. Pessoa 1 Não, não. Que treina? Ah, treina, né? É quando a gente é jovem. Pessoa 2 Né? Ah, é, o Igor treina. Pessoa 1 Quantos anos? 29. Sou uma pneutinha. É é jovem. Com 29 eu IA também treinar. Pessoa 2 E outras coisas que eu fazia com 29 que não dá mais pra fazer. Pessoa 1 Comia shampoa. Champolinhas douradas de Santa Catarina. Pessoa 3 Desestabilizou o lado. Pessoa 1 Vai virar de cospas a minha beluga. A minha beluga, ela não fica rija a mais rija. Há mais de 10 e 9. Pessoa 2 Tu é gira. Pessoa 3 Pô, tu é você acabou de girafalho. Pessoa 1 Porra, ficha é difícil? Não ela. Ela até fica de vez em quando, mas é. É difícil, viu? É, é difícil. Ela é, é. Eu não sei a de vocês. Fica rija sempre. Pessoa 3 Fica. Pessoa 1 Quantos anos você tem? Pessoa 3 28. Pessoa 1 Quantos anos você tem? 29. A sua fica rija também. E a sua? Pessoa 2 A minha fica também. Pessoa 1 Duvido. Duvido. Você tem 40. Pessoa 2 Já ficou mais. Pessoa 1 40 não fica mais. Pessoa 2 Não fica, fica, mas já ficou mais. Pessoa 1 Não AAA biluga fica rija até uns 33 anos assim. Pessoa 3 Mas aí como é que você fez um filho? Pessoa 1 Perdeu o tônus? Pessoa 3 Chacoperinha Bilu e. Pessoa 1 EE não adianta, é, ela fica até, mas é, é muito. Pessoa 3 Raro é, quantos anos você está eu? Pessoa 1 Estou com 46, velho, cara. Pessoa 3 Perdeu o tônus? Pessoa 1 Perdi sacoperinha. Ela não fica AA maçã, né? Não fica mais brilhante, né? Monstruosa, né? É, não fica com aquele brilho. Pessoa 8 De uma veia. Pessoa 1 Pulsando louca. Ela, ela, ela ela fica. Parece que é textura de parede assim, sabe? Meio meio. Foge. Meio triste, né? Meio triste antigamente, quando eu tinha 25 anos, é, dava para olhar no espelho, refletia o meu rosto. Pessoa 8 Agora. Pessoa 1 Não é mais. Quando tu tinha 28, tu fazia 5. A coxa já ficava duro, né? É. Agora é fácil. Era era fácil. Pessoa 2 Mas você? Pessoa 1 Aproveita aí, você que tem 29, você também uhum 20 horas. Então aproveite. Pessoa 2 Mas quando tu tinha teus 25, lá que tu conseguia se ver é refletido na tua maçã, é ali você é, tinha o pau, tinha a biluga rija, mas também sofria de oligofrenia ou nunca passou por isso? Pessoa 1 Oligofran, você sabe o que o oligofran? Pessoa 2 Pelo amor de Deus, né? Você tá. Você tá no flow. Pessoa 1 O não, não sofri de oligofrênia não. Pessoa 2 Todo mundo sofri aos 25, todo todo mundo é oligofrênico aos 2525. Abaixo, visão está com quanto aí? Pessoa 3 Acabou de estar começando a salvar é da burrice. Pessoa 1 Que que é oligofrenia oligofrenia é quando os neurônios do córtex pré frontal. Não fazem as sinapses direito? Entendi. Não trabalham muito bem. Falta de potássio, mais ou menos isso no milhão. Pessoa 2 É, quer dizer, pouco inteligente, basicamente burro. Pessoa 3 Burro, entendi. Pessoa 1 É que é uma palavra bonita, né? Eu? Pessoa 3 Gosto é doido que se você chama alguém de oligofrênico, a chance de dele não entender que foi chamado de burro é grande. Pessoa 1 É 99%. Pessoa 3 Ainda mais se ele for ligofrênico mesmo é e deve. Pessoa 2 Ser, né, que eu todo mundo fica falando com os outros. Eu ligofrênico à toa, né? Então. Tá vendo se o Vitor tá trabalhando? Pessoa 1 Vocês não querem? Tem que ficar de ouro, é? Tem que ficar de ouro ali. Tá fumando ali? Vocês não querem ligar mais gelado isso. Pessoa 8 Aí bota aí mais eu, não. Pessoa 1 Vou aguentando aqui. Pessoa 2 De calor? Bota aí. Vamos aproveitar então, para ouvir mais uma mensagem, aqui, ó, manda. Pessoa 4 Wellington Júnior mandou uma mensagem pelo Pix, e aí, vinheteiro como VC? Tem um paladar muito aguçado, já experimentou o sabor energético? Pessoa 3 Já experimentou o sabor energético? Pessoa 1 Hum, não entendi o que é isso? Pessoa 2 Sabe nem que porra é essa, né? Pessoa 3 Cara, deixa lá é uma bebida da do manso, da manso Maromba, do Toguro que quem é Toguro sabe quem é Toguro. Então, cara, ó, espera. Pessoa 1 Todo mundo fala, Ah, fui na casa do Toguro, então Ah, não sei o que, eu não sei quem é. Pessoa 3 O Toguro é um gênio do marketing brasileiro aí, e aí ele? Fez sabe que misturar bebida alcoólica com energético faz mal para saúde, correto? Porque você está uma parada que em teoria acelera teu coração e outra que desacelera e aí faz mal, não é indicado. Então ele fez uma bebida que ela é sabor energético, só é uísque e suco sabor energético, sacou? É uma iguaria brasileira, pô, já virou, faz parte da cultura. Pessoa 1 EE é brasileira a bebida? Então é fezes, né? Pessoa 3 Pô, eu queria muito que tivesse Sobrado aqui. Pessoa 2 Pra gente sobrou, pô, não tem um negócio? Pessoa 1 Não tem, deve ter 700000 garrafas, não. Pessoa 3 Os cara é tipo, se livraram das o que? Serra, ué, porque deixa doido, né? E aqui é um ambiente de trabalho. Pessoa 1 Mas espera aí, o cara é é? É, é, é um. É um refrigerante com uísque que que é é uma bebida alcoólica. Pessoa 4 É. Pessoa 1 Tá que tem junta uma mistura que tem o sabor de uma bebida energética, mas não tem cafeína nem taurina, então. Mas qual é a base dessa não bebida alcoólica, então? Pessoa 2 Quase uísque o. Pessoa 1 Cara, é uísque, é uísque, tem uísque, tem de vodka, tem vários. Pessoa 4 Calma, calma, calma. Pessoa 1 Não tem de uísque, tem de vodka. Pessoa 2 Calma, calma. Sim, sim, tem de uísque. Mas custa 15 BRL que o uísque que é. Pessoa 1 Jack Dan ou date ou date. Pessoa 2 Passport, né? Pessoa 1 Mas eu não, eu não entendi é ninguém entendeu? Mas que que é muito inteligente você criar uma bebida de energético com uísque. Sendo que é só eu misturar energético com uísque que eu crio a bebida. Pessoa 3 Pra que que eu vou? Pessoa 1 Comprar a bebida? Pessoa 3 Dele, isso faz mal porque tem cafeína e taurina. Pessoa 1 Faz mal, que mistura? Pessoa 3 E faz mal pro seu coração, mas. Pessoa 1 Você vai pra balada? Você quer cafeína? Você vai para balada? Você não quer saúde, não quer saúde, quem quer saúde, fique em casa, porra, você quer beber álcool? Quem quer saúde fica em casa sacude na beluga que não fica mais rija, então é, é 11 grande besteira essa bebida aí. Eu não, eu não entencep, só isso. Pra que que eu vou pagar mais caro? Pessoa 3 Não é aí é que tá é muito barato. Pessoa 1 Se é muito barato, é muito vagabunda. Pessoa 3 E você não precisa misturar, já vem misturado. Análise da bebida 'sabor energético' e a futilidade da academia para 'pegar champola'. Ó todas, tudo isso que mais a. Pessoa 1 Graça de beber, quando eu vou na balada, você fica lá. Pessoa 2 Você. Pessoa 1 Não tem o que fazer. Você fica assim, ó, ó, champolinha aqui, ó, pegar um energético e pedir uma bebida e pedir outra. O ritual de abrir um energético e misturar é OA. Única coisa que faz se fazer alguma coisa na balada é é o fascínio do acho que você não vai fazer nada na balada. Verdade, porque pegar alguém você não vai difícil. As pessoas que comem as outras são são raras. 1% da população. Pessoa 3 Terras raras, cara. Pessoa 1 Cobre 99% das champolas é 1%, tá? Pessoa 2 Mas aí, caralho. Pessoa 1 Não, não é não é você que é da academia lá, você que é da academia, os cara fica treinando musculação, achando que vai pegar esse champolinha. Pessoa 2 É. Pessoa 1 E não adianta nada, ninguém come ninguém, ninguém comendo ninguém. Ninguém, ninguém. O cara tá lá fazendo esteira, mulher na frente fazendo stiff, meu irmão com a flor de lótus lá de aberta, né? A calcinha igual um fiapo e o cara lá não vai comer ninguém. Meu irmão não tem ninguém comendo ninguém. É difícil. EEE na musculação, eu não sei o que que acontece, é AAA as donzelas, elas não deixam ninguém chegar perto. Pessoa 2 Que donzelas as champolas? Pessoa 1 As champolas tá assim, pelo menos na minha época de musculação. Pessoa 2 Que que tu acha dos caras que treina sem camisa? Pessoa 1 Essa palavra foi proibida. Mas é choque de jiboia. Choque de jiboia. A palavra que eu queria falar não dá mais para falar. Pessoa 5 Choque de jiboia é foda. Pessoa 1 Mas eu lembro na época que eu treinava musculação. Era de 3 a 4%, eram donzelas, o resto era homem. Eu Acredito que musculação continua assim também, mas academia não tem shampoo lá hoje tem mais, tem mais na moda, né, irmão? Nos últimos anos, aí triplicou o número de academia No No Brasil. Tá muito em alto agora. Pessoa 3 Olha o que que chegou aqui, o uísque combo do tigrinho, mangue e maracujá tigrinho. Quer experimentar? Pessoa 1 Parece vagabundo, Hein? Pessoa 3 Não é não é não é, então? Pessoa 2 Calma, calma, é? Pessoa 3 Está deslenhando, cara. Pessoa 2 Calma, está deslenhando, você não pode dizer que é ruim. Pessoa 7 Hum. Pessoa 2 Ruim não é mesmo? Entendeu? Mas mas aí, porra, foi o que eu disse. Eu não sei se eu quero gastar minhas calorias com isso. Pessoa 1 Desde a minha garrafa de plástico tem calorias, ele não falou que a bebida não, não, não faz mal. Pessoa 3 Não, ela não faz mal para o coração. Ali ela não mistura o álcool e a cafeína. Pessoa 1 Mas tem calorias, ela vai dar um oizinho para a tua assembleia da deposirada se ela tem calorias? Ela me desculpa, ela é fezes se ela tem calorias. Pessoa 3 Ué, você só bebe pra mim também, gente, você bebe coca com açúcar? Aí se eu der coca zero? Pessoa 1 Então, mas, mas eu assumo, eu não estou tomando. Pessoa 2 Sator. Pessoa 1 É, eu, estou. Eu, assumo a minha gorda, dá um dá Um gole aí, como é que é isso? Pessoa 3 Aqui é pra você. Pessoa 1 Isso aí. Pessoa 3 Coisa boa? Pessoa 1 Mas é bom isso aqui, Hein? Nunca tinha provado não. É alcoólico? Pessoa 3 É alcoólico? Pessoa 1 De de quem que é só para? Pessoa 2 Saber é uísque. Pessoa 3 Manga e maracujá, uísque como do tiquinho Manga e maracujá. Pessoa 1 Manga em maracujá, ó, misturou. É, é 2 fruta automaticamente. Fezes ou Posse? Fezes. Mas vamos tomar. A gente vai lançar o sabor milf é 2026. Pessoa 2 Ele falou que queria lançar o sabor flow, mas esse é mais difícil. Pessoa 1 É fezes, é fezes. Eu não gostei, não, tá bom? É gostoso, Mano, mas é, é, é. Pessoa 3 É Patrocínio? Pessoa 1 Você tá brincando? É, é, é melhor que carne de anão, não é? Carne de anão, é uma delícia. Carne de anão, eu vou, vou falar a verdade. Eu eu acho que na zona leste, aqui deve ter um restaurante que serve, não? Pessoa 6 Por quê? Pessoa 2 Porque não é leste? Pessoa 1 Hã, porque é lá onde vive a Plebe aí. Pessoa 3 Ele não consegue a gente, ele não sabe lidar com ele mesmo. Pessoa 1 É lá que vive a gentinha, que pega ônibus ouvindo fezes sem fone de ouvido. Pessoa 3 É lá, aí é foda. Pessoa 2 Que babaca. Achou uma merda? Então, fezes? Pessoa 1 Então tem gosto de álcool? Pessoa 3 Hum. Pessoa 1 Mas é muito leve, mas deixar? Pessoa 2 Doido sem tu nem se ligar. Pessoa 1 Nem sente, você fica loucão, não? Pessoa 2 Sente, tu bebe porque você gosta? Pessoa 1 De não, eu sempre bebi pra mim, pra ficar completamente alcoolizado, para perder. Pessoa 2 Então isso faculdades. Pessoa 1 Mentais, não. Porque então você não gosta de cerveja? Zero? De jeito eu acho horrível também, mas eu não, eu não bebo, mas eu não bebo há há muitos anos. Qualquer bebida eu eu dei um eu dei um golinho aqui, porque é uma ocasião especial, certo? Mas eu eu tomo já só do golinho aqui já já doeu AA úlcera aqui é a úlcera já tu sabe que o. Pessoa 2 O lordão está velho, né? Igor? Então assim, eu não sei como é que ele ainda não foi mijar. Da última vez que ele veio aqui, ele foi mijar as 5 vezes. Pessoa 1 Eu fui eu fui antes boa. Pessoa 3 Eu fui antes e a primeira vez que ele falou. Pessoa 2 Puta que pariu mesmo. Pessoa 7 Você. Pessoa 3 Lembra, né? Vocês? Pessoa 2 Estavam alguém que está aqui hoje, estava também ou assistiu a primeira? Oo Vitão, pô, fecha aí essa porra que eu não estou conseguindo aqui tem mensagem pra caralho, é o lordão simplesmente destruiu o nosso banheiro, pô, tu lembra dessa? Pessoa 1 Lembro, mas o banheiro era o banheiro estava feio, Hein? O banheiro tinha as torneiras tudo vazando isso. Pessoa 3 Era mesmo o? Pessoa 1 O azul sanitário é fazia assim, ó, Bruno, Bruno, eu não sei como é que eu consegui evacuar. Pessoa 3 E aí você e não tinha papel porque você chamou a gente para levar papel no meio? Pessoa 1 Ele gritou, ô, acabei. Pessoa 3 Não tem papel higiênico? Gritou. E aí foi o Serginho lá, levaram lardão cagando e pegando assim pela porta, tá ligado? Nossa, aconteceu. Pessoa 2 Algumas coisas estranhas ali, né, cara? Pessoa 3 Cena boa de se ver. Pessoa 2 Se liga nessa daqui, ó que o Zé ninguém mandou o. Pessoa 7 Zé ninguém mandou uma mensagem pelo Pix. Boa noite, cavalheiros. Gostaria de saber da parceria do Adib e do Toguro, que estão presentes na mesa hoje. Pessoa 2 O Adib, eu não sei. O Toguro pode até estar. Pessoa 3 Ele. Pessoa 2 Agora que agora eles são parceiros, né? Pessoa 1 Chefe de marketing esquece como que você chegou até lá, tramparam? Passei fome, né, pai? Pessoa 2 Pô, mas mas a tua história, porra, a tua é sempre foi playboy, cara. Pessoa 1 Não foi pobre, pai. Passei fome. Tem minhas casinhas de aluguel hoje aí. Mas, pô, vim sempre batalhando por causa do hype, fazendo minhas tatuagem. Pessoa 2 Mas tu não tem, tu não tem uma coleção de carro também, cara? Pessoa 1 Não sou um carro meu já, né, pai? Cieninha, Honda fit 2007, blindado, nada demais. Vai parecer chefe demais. Tem um hambúrguer. Pessoa 3 Chefe de marketing de uma empresa, tipo assim, média, você não tem que ser formado em marketing. Pessoa 1 Tem que ser conectado. Pai, treino nas melhores academias. Mudei o meio ambiente, convivo com pessoas. É isso, pai, pegou a visão. A crítica aos sabores artificiais e a comparação entre ETs brasileiros e americanos. Entendi. Pessoa 1 Quem que ele tá imitando é o Toguro? Pessoa 3 Pô, é o Toguro o dono dessa bebida aqui? Pessoa 1 Ah. Pessoa 2 Entendeu eu? Pessoa 3 Escuto. Pessoa 1 Muito falar no tu guru, mas realmente não, não eu nunca. Pessoa 2 O tu, guru tá na internet há muito, muito, muito, muito, muito tempo e todo ano. Pessoa 6 Ele, ele, ele, ele. Pessoa 2 Tenta emplacar um meme, beleza, o do esse sabor energético. Ele estourou mesmo no final do ano para agora, entendeu? Do final do ano para agora, estourou, tá entendendo? É bom, mas foda se. Pessoa 1 Esse esse meme do sabor energético ficou engraçado porque, tipo assim, ele foi no programa do Léo stronda. E o Léo stronda falou, tá, mas se a bebida é o quê? Ele falou, é o é, é o uísque um energético. Mas não tem taurina nem café, né? Aí o leão falou, porra, indagou ele. Mas como assim não, porque não tem não é energético, é só o sabor energético, só, tipo, o sabor energético é o que pode ser qualquer sabor, tá ligado? Qualquer coisa é melhor, eu costumo lançar um hidrotônico sabor Gatorade, tá ligado? Não tem um sabor específico, sabor, tem Oo sabor Red Bull, né? E se tu for olhar qualquer coisa que você compra, sei lá, você vai comprar um del vale de morango, vai tá lá sabor morango, aí tudo é sabor, entendeu? Sabor doce de leite, sabor abacaxi. Pessoa 2 Nada é de verdade, é tudo. Pessoa 1 Nada é de verdade, é não Oo del vale é, aparece lá que tem 5% de suco, não deve ter meio por cento de suco ali. Isso é o que tem. Ah não, o de soja é o outro, né? Pessoa 2 Sei lá. Pessoa 1 De soja é o outro, tem o del vale e tem o outro. É OOA deis, é vocês que eu não gostei não. Também não tem os cara, não coloca fruta, é só açúcar com corante. Sempre isso e vende caro pra caramba. Pessoa 2 Pois é, e as pessoas não percebem que gostam mesmo é de açúcar. Pessoa 1 Exatamente por isso, essa aqui tem bastante açúcar. Pessoa 2 Essa aí tem bastante certeza, falei já disso. Pessoa 1 Eu tô tentando. Eu tô tentando ver as notas aromáticas aqui do da bebida. Vai ter só som de funk. É dos caras essa bebida, é dos caras que assistem. Pode pá, não é? É dos caras que vê, pode pá, é quase. Tem os corotes, você acredita? Isso aqui é quase um corote, é. Pessoa 2 É quase um corote, inclusive. A ideia é meio essa mesmo é estar é, é, é brigar, competir com um corote mesmo essa que é a. Pessoa 1 Ideia EE é EE, deixa eu ver se eu já vi um EP. Pessoa 3 Porra, você não acha que se você tivesse visto você lembraria, né? Pessoa 1 Mas tu acredita que existe no Brasil? Sei lá, pô. O et de Varginha é muito pobre, né? Você já viu a cara dele é de pobre. Ele chegou de Palio No No planeta. Os ETs dos Estados Unidos, eles são bonitos, lisinhos. OET de Varginha é meio desdentado lá, né? Os ETs, os ETs americanos parecem a sua bilola quando você era shopping. Os ETs brasileiros parecem a sua bilola hoje em dia. Triste, triste, opaco. É mais ou menos. Pessoa 3 Cor de parede. Pessoa 2 Cor de parede na textura de parede. Pessoa 1 Olha um golinho, cara, eu não posso um golinho que eu dei assim, um micro guarda deve ter sido 12 ml. Já a úlcera já. Já abriu aqui? Eu não posso tomar isso aqui. Boa, boa, boa. Vou, vou. Não dá, não dá. Pessoa 2 Mas tem uma russerá mesmo. Pessoa 1 Tem, tem, tem. Não, não, não dá para tomar. É gastrite toda eu bebo um negócio, sinto saída. Pessoa 2 O que? Mas espera aí, mas tu não toma, então hoje tu não toma vinho. Pessoa 1 Não, não tá e não gosto de quem toma. Pessoa 2 Mas como é que tu socializa com as pessoas ricas? Então as pessoas ricas tomam uísque e vinho e tal. Pessoa 1 Eu não gosto de socializar com ninguém. Pessoa 2 Nem com nem com a burguesia, hã, nem com a burguesia. Pessoa 1 Não, porque isso é idolatria. Quando você anda com uma pessoa só porque ela é rica, isso é idolatria. E eu não. Não pratico isso. Entendi. Pessoa 2 Mas, bom, sendo um descendente da da mais alta burguesia brasileira como você, né? É com todas as tuas aristocrata, isso um aristocrata como você é. Se a gente for pensar que tá vazando, tá saindo um Monte de coisa aí da, do, do epsten. E tem muita gente da aristocracia mundial envolvida. Será que a gente corre o risco de ouvir falar de Lorde vinheteiro no meio de. Pessoa 1 Maneira alguma. De maneira alguma. Sai para lá. Esses caras aí fizeram o pacto com Satanás. O baal, o. Pessoa 2 Baal, por que especificamente o baal? Pessoa 1 O baal foi lá e colocou a falangeta dentro do Lulu, desses caras aí, é vocês tem que tomar cuidado aí. Pessoa 2 Será que é esse o procedimento para fazer um pacto com baal? Ele tem que socar o dedo no teu Lulu? Pessoa 1 É, é. É assim mesmo. Ninguém fala. Tem que ser sodomizado pelo baal. O bau, ele vai lá, EE dá 11. Pessoa 6 Cutucada. Pessoa 2 Uma. Pessoa 1 Cutucada lá com o piracinho dele. Pessoa 2 Tu consegue falar tanta merda assim tão pouco tempo, cara? Pessoa 1 Mas não é merda do futuro, é, na verdade, pergunta para esses caras aí que fizeram o pacto com o baba. É que eles não falam, né? Eles não vão contar. Os caras estão tudo com um pombageira, rapaz, é mal, mal tem pãobageira. Quem mal mal é outro cara da internet. Ele pesca também, porra. Vocês conhecem um Monte de gente que eu não conheço, que a gente não fica fazendo composição com galinha de borracha. A gente assiste coisas. Pessoa 3 Então você não não gosta nem dos cara pau brão e nem nem da da Plebe e nem da burguesia? Pessoa 1 Brasileira não. Eu tenho uma simpatia pelas pessoas educadas, né? Agora as pessoas mais apdeutas assim, eu não, eu não gosto não. Pessoa 2 Não gosto de estar perto, né? Pessoa 1 Não, não, não, não. Mas eu não ando com ninguém, não. Tá falando de que? Eu tô vendo vocês falando um Monte de cara aí que eu não, eu não. Eu não conheço. Pessoa 2 Ah, é porque na internet hoje, cara, é uma você da época que você sabia exatamente quem eram todos os caras que tinham 1000000 de inscritos, porque tinha 56, né? Né? Hoje em dia tem gente com 20000000 de inscritos todo. Nunca ouviu falar, pô? A manipulação dos algoritmos e a 'militância' excessiva em filmes e séries. Exatamente. Pessoa 1 Todo mundo é eu, eu, eu achei interessante aquela Virgínia, eu IA perguntar se você agora, se tu conheci ela, eu não conhecia. Aí de repente, não sei quem, falou Virgínia. Aí eu peguei, eu olhei no Instagram, tinha 20000000 de 6 anos. Falei, mas como é que eu não conheço essa pessoa? Eu acho que é até bom, né? Que eu não. Pessoa 3 Conheço Ah, às vezes é bom. Pessoa 1 É. Mas eu não, não, não nem sei o que que ela faz. Pessoa 2 Ela É Ela apresenta 11 programa no SBT, mas ela vem de de sei lá, Instagram. Ela fez um. Pessoa 1 Programa hã? Qual o programa que ela apresenta? Pessoa 2 Eu não sei, é é o nome, acho que é Virgínia, né? Pessoa 3 Não sei. Pessoa 2 Puta. Pior que É o Fim do programa dela. Maria no seu nome, a gente vai descobrir já. Já não, porque o programa da Virgínia a gente vê que chama de programa da. Pessoa 1 Virgínia entendeu? Eu sei. Então não eu. Eu não conheço Oo trabalho dela. Mas o que eu quero dizer é que eu não não não conheço mais ninguém. Pessoa 3 Né você você falou que não consome podcast, mas você consome alguma coisa na internet hoje em dia? Pessoa 1 Consulas, cara, eu? Pessoa 2 Consumo. Pessoa 1 Champola eu vejo o vídeo de eu vejo o vídeo de economia de um cara que chama upside financeiro. Eu gosto dele. Canal pequenininho, bem pequenininho e tem 30000 inscritos lá. Pessoa 2 Eu. Pessoa 1 Gosto do cara. Pessoa 2 Tu conseguiu tomar golpe mesmo? Pessoa 1 Assim, não, não, não, não, não, não. Aí eu, aí eu, eu gosto do canal dele, é, eu vejo vídeo de pesca demais. É short, muito short, tá velho? Pessoa 2 Mesmo, né? Pessoa 1 Pondé vídeo do pondé, o pondé, toda hora, eu, o pondé já veio aqui. Eu gosto, gosto muito do pondé. EE tu gosta do cortella? Então todos os todos os filósofos, filósofos do brasileiros são bons, viu? É o eu gosto, eu gosto de todos, todos eles. O cortella faz o muito obrigado por apreciar o meu trabalho, gosto muito do seu também. Muito obrigado, muito obrigado. O bom não é ser imita não. Não sei imitar ele, não. Oo, mas são bons, são bons. Pessoa 2 Quem é que você está? Você está falando do das tartaruga Ninja? Pessoa 1 Que que é isso aqui? Pessoa 2 É o pondé, o carnal, o Clóvis e o cortel. Pessoa 1 E o cortel são bons? São bons. Todos eles. Eu tartaruganistas são 4, são. Pessoa 2 É. Pessoa 3 Esse nome é tipo oficial. Pessoa 2 Não é que eu sou fã de tartaruga Ninja? Gosto pra caralho. Vai sair uma coleção de médico e tartaruga Ninja que eu estou. Esperando. Pessoa 1 Eu nunca vi nenhum filme da tartaruga Ninja. Pessoa 2 É que era era era quadrinho, depois desenho, e eu era criança. Então é não é não é para tu mesmo, não. Talvez aí, mas ainda tem muita coisa de tartaruganismo. Sai jogo toda hora. Pessoa 1 Aconteceu onde a história deles. Pessoa 2 Nova Iorque, Nova Iorque, Nova Iorque. Pessoa 1 Vou pegar para ver, parece interessante? Pessoa 2 Tem um tem 11 quadrinho que é o último ronnim dos tartaruga Ninja que é você. Ainda muito spoiler. Só sobrou um tartaruga Ninja completamente. Com a cabeça completamente fodida, porque perdeu tudo e é muito maneiro. Pessoa 1 Maneirão. Pessoa 2 Foda se vai. Pessoa 1 Tudo para para ver, hã? Pegar para ver. Pessoa 2 Esse. Pessoa 1 Não, eu IA falar o que eu estou assistindo, eu estou assistindo. Família soprando. Pessoa 2 Caralho, velho. Pessoa 1 Velho, mas bom, cara, bom série. É velho essa série porque a série estão muito ruim. Aquela lá da. Como é que chama aquela série que o cara tem um fungo no cérebro? Pessoa 2 A the last ofans. Pessoa 1 The last ofans eu não sei o que a primeira temporada eu achei interessante e tal, não sei o que que eles fizeram defecaram em tudo ali. Pessoa 2 É, eu não vi nem essa é temporada, mas geral falou que estava defecada mesmo. Pessoa 1 É, eu não sei como eles conseguem. Eles fizeram a série depois do jogo, né? É sim. O jogo é legal? É. O jogo deve ser bom. Pessoa 2 Eu eu que terminei de assistir a primeira parte de pluribus, agora que é OAA série do criador do Breaking Bad, está na Apple TV, está? Pessoa 1 Gostando. Pessoa 2 Maneiro. Pessoa 1 Quem, quem, quem plurbus série, né? Novela do breaking, o Breaking Bad é o criador do Breaking Bad e do better call soul é maravilha. As 2. Pessoa 2 É boa essa daí também. Pluribus? Basicamente é um. Pessoa 3 11 OPA. Pessoa 2 Não, mas é porque, cara, esse primeiro episódio 111. Pessoa 1 Vírus. Pessoa 2 Extraterrestre é. Transforma todas as pessoas numa consciência única, menos algumas são. Pessoa 1 12, né as? Pessoa 2 São 12, é? Pessoa 1 Dentre dentre elas, uma mulher que é a que é a kimwexler do very call soul, a mulher do soul goodman, aquela atriz loira, sei, sei, mas deixa eu fazer uma reflexão importante aqui com não é brincadeira não. Eu tô, eu tô numa época, né, que você, tipo, você liga na Netflix a Netflix? Ela só dá cara. Parece que a gente voltou aos anos 80. Ela só mostra pra você o que ela quer. Se eu quero ver um filme velho ou alguma coisa, não tem, não tem aí o YouTube também. O YouTube eu quero ver 111 coisa um pouquinho diferente, não tem é ele só dá para você o que ele, o que ele quer. Então eu estou um pouco preocupado com isso. Todas as redes AA única rede social que parece que sai disso é o Twitter. Eu, eu falando, eu tenho impressão que todos é é Paramount lá, Amazon. Eles só põe os filmes que eles querem, né? Com as ideias que eles não tem nada diferente. Pessoa 2 E piorar, Hein? Tem uma tem uma lei aí que eu conhecida ou ou sendo falada, como a pele da Globo, que prevê, prevê umas coisas, por exemplo, é, tem que ter parte do acervo dessas plataformas aí tem que ser brasileiro e eles tem que dar destaque para conteúdo brasileiro nas plataformas. Esse é o apenas um aspecto isso daí, né? Tem mais um Monte de filha da putagem nessa pele aí, mas esse é um de. Pessoa 1 Todos os streamings. Pessoa 2 Inclusive YouTube não faz nenhum sentido, caralho, porque assim, quem que produz YouTube no Brasil? Eu nunca vi um filme brasileiro, porra, né? Então, mas tá legal, vai. Os caras não sabem o que eles estão fazendo, mas eles nunca sabem o que eles estão fazendo, né? Não seria a primeira vez. Pessoa 1 Então, e os o negócio dos filmes brasileiros? Falando Sério, aqui é sempre a mesma Ladainha, né? Não tem um filme, ele vai lacrar, ele vai militar, né? E aí fica você não, você não vê EE aí tá acontecendo isso, você liga a Netflix, você vai ver o last of us militou, aí começa a militar, eu já não quero mais ver. E tá acontecendo isso em todas nas séries Americanas também não é só nas produções brasileiras. E isso aí tá me me dando um pouco de nojo pra dizer a verdade. Vinheteiro declara que todo filme brasileiro é 'fezes' e a regra das probabilidades. Entendi. E sempre a mesma coisa, sempre a mesma. Pessoa 2 Coisa esse filme que o Wagner Moura tá concorrendo a melhor ator e tudo mais. Ele não é um filme brasileiro, é a gente secreta. É ele é um filme brasileiro. Pessoa 1 Acho que não foi feito lá, então ele atua falando inglês. Eu não sei de nada sobre esse filme. Pessoa 2 Então, filmes gringos que usam talentos brasileiros. Pessoa 1 Vai ser ruim? Pessoa 2 Fezes. Pessoa 1 Vai ser fezes, por que eu sou? Pessoa 2 Fã pra caralho do Wagner tem 2 atores brasileiros. Pessoa 1 Você pode ser fã, mas sabe qual é o problema? A língua nativa do Wagner Moura não é o inglês. Se o inglês dele é ruim, é ruim. Sempre vai ser ruim. Não é nativo. Ele não, o inglês dele é inglês, diz. Por mais que ele more lá, fale lá, o inglês dele nunca será aceito nos Estados Unidos. Eu sei o que eu tô falando, porque eu viajo para caramba. Não adianta se você tem um sotaque, você, anão ser que você tenha nascido no país, aí eles vão respeitar. OOO. Pessoa 2 Mas ele está fazendo um papel de um não americano. Pessoa 1 Aí tudo bem, aí tudo bem, mas provavelmente colocaram ele lá, nós não sabemos porque, mas não é, ó, você tem talento, vem aqui, não é? É por outros motivos, eu não sei qual, eu não sei qual, mas não é, não é? Gostei do teu talento, vem cá, porque Oo americano não aceita? Um inglês que não é 11, native speaker, o europeu, a mesma coisa lá na Inglaterra, você pode colocar qualquer programa de televisão lá da Inglaterra. O inglês de todos os personagens vai ser um inglês buríssimo, buríssimo. Às vezes vai aparecer um indiano, não sei o quê, mas daí é uma. Normalmente é uma imitação e tal. Entendi. Eles não gostam que você fala com sotaque? Eles odeiam. Eles odeiam. Pessoa 2 Então a gente estava falando do Wagner Moura e do do fato dele estar lá agora, e tu falou que é provavelmente não tem a ver com talento. Pessoa 1 Não, provavelmente não. Pessoa 2 Eu gosto pra caralho dele, eu assistem. Tem a primeira vez que eu prestei atenção No No trabalho dele foi. Ele fez até um papel que é curto nesse filme. Junto com o Murilo Benício, que é o filme, um filme de 2002, o homem do ano, ele faz o suel e o Murilo Benício é o Michael. Se você não viu esse filme, aí você tá. Você tem que assistir, cara. É bom pra caralho, é bom pra caralho. Quer dizer, eu não sei que você baixou uma merda, né? Pessoa 1 É filme brasileiro. Então é fezes. Não existe filme brasileiro bom. Pessoa 3 Nenhum. Pessoa 2 Nenhum, nenhum, nem música. Música já achou uma outra aí, né? A. Pessoa 1 Música tem, mas filme brasileiro. Você conhece algum filme brasileiro? Bom cara, eu gosto muito do Tropa de Elite, eu gosto do última parada, 174, eu gosto, mas você gosta do Tropa de Elite, porque ele fez sucesso. Você era jovem na época, eu acho um filme bom, você tinha 17 anos, 15 quando passou, você não tinha descer nem em mim, eu gosto de ir. Eu e eu morei no Rio de Janeiro a vida toda. Aí tem as referências aí dos locais e tal última parada de 17 de 4 é maneiro também é? É muito. Pessoa 6 Bem de trip do caralho, né? É bem feio. Pessoa 1 Mas se tiver ó, se você tiver ó pra escolher, OOO os ó, os 5 melhores filmes nacionais pra você assistir, ou o ou Indiana Jones, por exemplo, o Star Wars, qual que você escolheria? Eu escolheria os brasileiros, porque eu não. Eu nunca vi Star Wars e eu nunca vi. Indiana Jones. Você não gosta, nunca vi. E eu não gosto de filme de ficção científica. Jovem também. Você é muito jovem, mas Indiana. Pessoa 2 Jones não é exatamente ficção. Pessoa 1 Científica, não estou falando dos Star Wars, tá? Mas Indiana Jones eu nunca peguei para ver, porque quando eu nasci já tinha 8. Eu falei, Ah, Mano, tipo chato, não vou tipo pegar para ver, sabe? É, o Indiana Jones era bom ou 12 viciado em imitar o Maurício, agora Mano, viciado. O Indiana Jones 12 tem 18. Foda se é. Pessoa 6 Que que tu falou? Pessoa 1 O Indiana Jones era bom 123, depois ficou, virou, fez. Pessoa 2 A tumba do rei Salomão, nem. Pessoa 1 Vi esse 12 e 3 é bom. 4 fizeram no Rio de Janeiro. Virou uma bossa, fezes, fezes. Pessoa 2 Bossa nova da milícia perdida, bossa nova, fezes Sério, puríssima, Djavan. Pessoa 1 Fezes. Pessoa 2 Ah, não, aí tu se passou fezes. Pessoa 1 Fezes AI? Pessoa 2 Pitty. Pessoa 1 Fezes Ana Carolina não sei quem é, mas é fezes, fezes puríssimo? Pessoa 2 Ah, não? Pessoa 1 Cara, pô, o rap é a melhor banda brasileira na minha opinião. Pessoa 2 Hã Raimundos na época do Rodolfo. Pessoa 1 Fezes puríssimo, Jota Quest. Zeca Pagodinho, fezes e quem gosta acha que é inteligente. Pessoa 3 Você falou, você citou uma música que do bagaço da laranja. Pessoa 1 Uma música, ué? E eu não, não disse que ela é que ela não era fez. Eu citei, eu conheço férias. Não. Tu disse que era boa. Pessoa 3 É mesmo, hã? Pessoa 1 Tu disse que era boa. Eu acho que ele naquele momento, Ah, tá meia hora atrás era boa. Agora eu não, não vou pegar no meu Spotify e colocar que que você coloca no seu Spotify. Pessoa 2 Beethoven. Pessoa 1 Eu coloco o vinga, Boys. Pessoa 2 Canta uma música do vinga Boys. Pessoa 1 Bum, Bum, Bum, Bum. I want to in my run. Conhece. Pessoa 3 Conheço, tem o emote do Fortnite com assim, eu não sei qual é essa. Pessoa 1 Você não lembra dessa? Qual a? Pessoa 2 Música mais famosa do vinga Boys. Pessoa 1 The vinga Boys is coming. Pessoa 2 Ah, esse vinga, Boys. Pessoa 1 É, você não conhece porque você era muito você nem tinha nascido quando o vinga Boys. Eu fui feito ao som de vinga Boys, provavelmente. Pessoa 2 Acho que outro veja a Boys é é uma boy Band. Pessoa 1 Não sei se é boy Band, é umas mina com uns cara lá. É uma banda pura, tá uma banda pura, acho que é holandesa. E qual artista Internacional assim que você curte artista Internacional? Pessoa 2 As coisas da Índia também são fezes. Pessoa 1 Não, eu gosto, gosto da Índia. Pessoa 2 Muito da Índia tu balança a cabecinha assim, né? Também balança. Pessoa 1 As músicas você tá falando? Pessoa 2 Sim, as músicas é são boas música e os filmes? Tem um filme lá no Netflix lá assim, efeitos especiais. Pessoa 1 São alguns são OOO que eu fico muito triste é que a Índia faz filme melhor do que o Brasil. A Argentina faz filme melhor do que o Brasil. Pessoa 2 Tu concorda com essa porra aí, Igor? Pessoa 1 Não, não tá querendo 11 emprego. Pessoa 2 Tá querendo a lei Rouanet, tá cavando a leizinha? Pessoa 1 Concorda? O filme da Índia é só filme bizarro. Mano é meme na internet EE aquele filme do tigre lá, as aventura do π π valor de π aham. Pessoa 3 Eu acho que. Pessoa 1 Pô, esse filme achou um porre, Mano. Filme bom pra caralho, porra. Achei um saco filme bom pra cacete. Chato, não é chato. Pessoa 2 Quem quer ser um milionário? Pessoa 1 Bom, maravilhoso. Que ele que OOOO menino. Eu lembro, No No comecinho, o menino cai num poço de música brasileira e ele fica tudo cheio de música brasileira. Assim, não é? É bom ele. Pessoa 2 Ele nem cai, ele mergulha porque ele quer pegar oOoOO ticket lá, né? Pessoa 1 Eu não, eu não lembro que eu via há muito tempo, mas ó. Em 5 minutos, um país que está a 18 horas de distância de avião fez 2 filmes mais importantes do que o Brasil. O Brasil tem o quê? Tropa de Elite. Eu ainda estou aqui que eu não assisti e com certeza é fezes. Fezes pura, ué. Pessoa 3 Mas você não estava falando agora pouco que para reclamar você tinha que conhecer? Pessoa 1 O Brasil, não, não, não, não, não. É, é assim quando você quando você sempre, sempre vê fezes. Você vai assistir um filme nacional, tá? Aí eu botei lá bacurau, tá? Assisti 5 minutos, falei, é, fezes aí, vou lá ver qual. Qual que é o nome de um filme aí? Cidade de Deus, cidade de Deus, cidade de fezes, puta que pariu. Aí você vê lá 5 minutos, fezes não fala? Fala uns filme ruim lá, filme ruim, pior que isso aí é tu uma elogia. Você gosta de filme de comédia brasileira? Não, isso pega um filme de comédia brasileira. Assistiu lá, começou a ver fezes. Se eu tenho uma sequência de 3 fezes, né? Tentei ver 3 filmes nacional. É fezes. Provavelmente a quarta vai ser fezes, a quinta também vai ser fezes. Então eu não preciso ver. A experiência no Posto Graal, a apreciação por águas e as músicas de Skylab. Eu ainda estou aqui para eu saber que é fezes, porque eu já tentei assistir. Eu eu assisti, tentei assistir Xuxa, os duendes. Pô, esse é bom pra caralho, Mano, não é Xuxa? Pessoa 2 Contra o baixo astral. Pessoa 1 Não é? Tu viu quem? Pessoa 2 Xuxa contra o baixo astral, lua de cristal, talvez? Pessoa 1 Eu tenha assistido trechos que eu era pequeno. Mas eu sei que é fezes. Poxa, os 2. É muito bom morrer de medo do troll, não é bom, não é bom. Você tá lacrando. Ele quer emprego, ele quer emprego, quer fazer filme, quer emprego na Globo? Não dá, não, não dá não, ó. Pessoa 2 Tu não falou que ele era gente fina agora tá nesses papinho? Pessoa 1 Não, ele é. Ele é gente boa. Mas ele tá dando uma lacradinha aqui e eu não gostei. Eu não tô gostando. Pessoa 2 É melhor a gente parar de lacrar, então, ó, tem mais mensagem para a gente aqui? Vamos. Pessoa 1 Lá, não, não só só. Pessoa 2 Vai, vai vocês. Pessoa 1 Entenderam? Então, ó, se eu vou assistir um filme, ele é fezes. Segundo filme é brasileiro até 1 km da nisso, terceiro filme é fezes, o quarto é fezes. O que, o que que é isso? É uma progressão a por probabilidades. Os filmes nacionais são fezes, eu não preciso assistir. Para saber que é fezes, fui claro, você que me perguntou, tá? Pessoa 2 Isso vale para música, para MPB também, eu imagino. Pessoa 1 MPB? Ele ainda falou do Tropa de Elite, aí dá para assistir o Tropa de Elite, você consegue ver OOO cidade de Deus. A Cidade dos Homens é maneiro também. Eu não, não, não gostei, não, não gostei, mas dá pra assistir. Você viu a última parada, 174 hã, você viu a última parada? 174, você ouviu o quem? O filme última parada? 174, não, esse não maneiro não é muito bom, não conta a história daquela professora que foi morta no sequestro de um ônibus no Rio, acho que em 1994, sei lá. Esse filme é bem impactante, é interessante assistir num pela tua sinopse. Não parece muito interessante, não, não parece. Tem aquela frase famosa do cara xingando a professora, lembra, vira meme, ele fala, um dia eu vou ficar famoso e sabe o que eu vou falar para senhora? Vai tomar no cu, tia Valquíria. É isso que eu vou falar para a senhora, é isso aí, está vendo? Olha, isso aqui é a prova de que o cinema nacional é ruim. Porque ele é palavrão. O cara lembra do palavrão. Ele não lembra de algo Belo, né? Você fala do Indiana Jones. Pessoa 3 Você tava falando o que o cara pulou No No no posto de bosta? Pessoa 2 Cara, não de? Pessoa 1 Música brasileira, no. Pessoa 3 Indiana. Pessoa 1 Jones, o cara pega o Santo Graal e levanta assim, o Santo Graal é uma cena bonita agora, Santo Graal? Pessoa 2 O Santo Graal é é é um cálice que teria recebido o sangue de Cristo. Pessoa 3 Caralho. Pessoa 1 É, mas na verdade ele só conheço o restaurante, que é uma Fortuna. Aonde? 1° na estrada, uma Fortuna. Fezes, fezes, fezes almocei lá deixei minha S10 de pagamento e as coxinha ruim pra cacete. Pessoa 7 Hein. Pessoa 1 Agora, qualquer posto em Graal. Chega lá, coxia, custa 15 BRL energético 19, porra, é melhor trazer de casa, né? Para mim, já tem que pegar a comanda para dá a volta 8 km dentro da loja meu, coloca o banheiro lá fora, eu pago 1 USD para. Pessoa 3 1 USD ainda. Pessoa 1 1 USD. Pessoa 3 Caralho. Pessoa 1 Para usar o banheiro? Pessoa 2 Só para não ter que entrar? Pessoa 1 Só para não ter que entrar? Para dar de cara com aquelas miniaturas de caminhãozinho de madeira barato no grau, acho que não tem isso aí, é só em posto mais anos aí no grau. Pessoa 2 Não, isso é barato, não tem no grau. Pessoa 1 Não tem. Não tem o grau. Tudo é cara, não a água. Eu acho que está 8 BRL a água. Pessoa 3 Absurdo. Pessoa 2 Mesmo isso que o lordão. Não sei se tu sabe, Igor, mas ele é um apreciador de água. Pessoa 3 É verdade? Como que tá esse ranking aí de de água? Qual que é a melhor água disponível aqui no Brasil? Pessoa 1 Eu gosto da minanba, tá minanba? Queria que a minanba me mandasse umas água lá. Gosto da minanba, é? Pessoa 2 Essa daí que tá tomando é lindoia. Pessoa 1 Boa, boa. Lindoia é boa. A lindoia é especial, né? Essa aqui boa. Pessoa 2 É uma lindoia especial. Pessoa 1 A prata é uma boa água também, mas os cara lacra muito. Ah É, Ah, é quem cuida lá? Tu gosta de água com gás? Não só de vez em quando eu tomo a perrier para me achar, mas no fundo eu não gosto minalgo, eu gosto minalgo, eu gosto você, você fuma vinheteiro alguma coisa, charuto, cachimbo, sei lá, de maneira alguma você fuma. Charuto uma vez outra só. Muito raro, mas não é ruim para musculação. Não tem nada a ver. Não atrapalha? Atrapalha sim. Pessoa 3 Diálogo. Pessoa 1 Atrapalha, sim, porque, ué, você não vai perder performance no supino? Não, pô. Não, não. Acho que vai. Só se tu fizer fumando, aí sim, porra. Então se ficar fumando vai ficando ruim, pá. Quando você quando você levanta no supino. Pessoa 7 Depende. Pessoa 1 É quando eu tô em finalização. Quando eu tô em finalização, 8 repetições, porra, eu boto uns 80 de cada lado, 80 de canal é 7. Tudo isso é finalização. E off é mais com a barra junto. Qual Terra? Qual Terra? Mentiroso não sou eu que estou falando. É o jorlan também é mentira. Não levantava 80. Você. Você fazia supino com quanto? Eu é, eu fazia, acho que com 120. Pessoa 3 Cara de gente nem conseguiu. Pessoa 1 Que pariu. Pessoa 3 Falar. Pessoa 1 Libras. Pessoa 2 120 g. Pessoa 1 Dizem que a vida. Dizem que a vida do homem só começa depois. Você faz supino com com 100 kg. A minha não vai começar nunca, porque eu não consigo. Pessoa 2 Eu sou uma merda no supino, estou longe. Pessoa 1 E de rosca direta, rosca, direta. Eu boto uns 40 na rosca. Isso é o skylab. Você gosta do Sky, gosta? Pessoa 3 Sabia que levou aqui música brasileira? Pessoa 1 Então agora vocês falando falando da nata agora. Pessoa 3 Sim, agora sim. Pessoa 1 Puro aí esses cara, não. Djavan. Skylab. Skylab é bom, não, não conhecia. Adoraria o conhecer. Pessoa 2 É mesma maneira skylab, é. Pessoa 1 Já veio aqui? Pessoa 2 Já, já, já algumas vezes, faz o tempo que não vem, mas veio algumas vezes e a imitação do Igor é bizarro. Pessoa 1 Doutor, me explica porque é que às vezes, quando eu fico parado sem fazer nada, o meu pau fica duro. Não é bexiga cheia, não é mulher pelada. E assim, de repente, o meu pau fica duro cantando aquela música empadinha de camarão, cadê meu pau? Não rouba no meu pau. A empadinha de camarão é boa também. Pessoa 3 Não dá para entender o gosto. Pessoa 1 Não ouviu a empadinha de camarão? Não, não vou contar para você, meu Deus, quanta empadinha elas me dão tanta Alegria. A empadinha de camarão é a rainha desmanchando na boca. Penetrando macia, a empadinha de camarão sem ripa me lembra tanto uma bucetinha. Entro, verso, assim vejo o brilho nos teus olhos, ele começa o verso todo poético. Pessoa 2 É muito bom. Me lembro uma bucetinha é muito bom. Próximo é muito. Pessoa 6 Bom, vejo o brilho em seus olhos. Hábitos inusitados no banheiro e a polêmica do banimento do chat do Roblox. Ó. Pessoa 1 O skylab? O skylab tinha que tinha que ser um diretor de cinema nacional. Ele IA fazer um bom filme. Eu pagaria para IA fazer aquele filme na centopeia humana. Pessoa 2 Posso mijar? Vai lá, vai lá, vai lá, vai lá, mijar, vai lá. Pessoa 1 Mijar, você faz sua micção no vaso ou na pia? Na pia você também. Óbvio, é muito mesmo, é óbvio, pô. Eu Miro Na Na torneira também, sim, muito melhor. Já está na altura, só põe o saco Na Na porcelana. Pessoa 2 Tua vó sabe disso? Pessoa 1 Claro, lógico. Todo mundo sabe, pai. Não tem outro lugar para mijar pia, pai. Vaso, molhe o chão suja tudo suja a tampa na pia já tá ali ó ainda Lava a mão mijar sentado, mijar sentado só quando tu vai cagar e se decepciona que não sai nada, né e já tá ali já vai ali mesmo e quando tu vai mijar tu tá meio de pau duro quando tu vai mijar tu tá meio de pau duro tu tá sentado no vaso tu tá de pau duro e tu vai mijar e o mijo sai por entra a tampa puta que. Pessoa 3 Desespero. Pessoa 1 Mano, aí vai escorrendo, vai para o pé. Puta lixo. Chato, chato, chato. Eu tenho uma tese tipo foda. Se eu tenho uma tese assim, tipo Botafogo ganharia do Real Madrid hoje? Foda se o Maurício Meirelles tem chato na barba, Mano. Pessoa 9 Toda, todo. Pessoa 1 Histórico que ele tá falando, ele tá assim ó. Pessoa 6 AI, meu Deus. Pessoa 2 Tem mais uma porrada de mensagem por aqui, tem uma aqui que é interessante, que vale uma discussão mesmo, ó. Pessoa 1 Essa roupa, tá? Pessoa 8 Cometa mandou uma mensagem pelo Pix, eu quero saber a honesta opinião de vocês todos sobre esse assunto mega importante, qual a opinião de vocês sobre o banimento do chat do Roblox? E por que o felca deveria pagar por isso? Pessoa 2 Sabe do que se trata? Pessoa 1 Mano, eu ouvi por alto, me corrija se eu estiver errado. No chat do Roblox rolava tipo abuso de menores ou tipo mensagens assim, indevidas. Pessoa 2 Não era não era muito difícil pra uma pessoa que não tem 10 anos se passar por uma criança de 10. Pessoa 1 Anos, tá? E aí, que que tem o felca nisso? Ele denunciou. Pessoa 2 Isso eu acho que como o felca começa toda. Essa parada aí de adultização não sei o quê é. As pessoas associam ao fielka o fato do do agora o chat no Roblox. Lá não é que ele é banido, tem como você usar o chat, mas é que agora precisa de algumas outras verificações, não é só não é tão simples, tá ligado? Aí tem um tá tendo uns protestos dentro do Roblox. As crianças levantando plaquinha tem uma que é fielka pior que Hitler RITLE. Pessoa 1 Aí eu vi que eles botaram uns caminhozinhos no jogo assim, tem uma porrada atravessando a. Pessoa 2 Rua aí já virou putaria, agora vagabundo está gastando já e tudo. Pessoa 1 Mais, conhece esse jogo vinheteiro não Roblox? Tipo Minecraft, eu acho, né? Pessoa 2 Não muito. Na verdade, o Roblox, ele é só plataforma. Dentro do Roblox tem vários jogos, tem vários jogos. Ah, tá, é uma coisa assim? É. Na verdade, é bem isso mesmo. Pessoa 1 Foi um fã que perguntou, é o que que a gente acha do banimento do chat dentro da plataforma do Roblox? E foi banido o chat. Pessoa 2 Ah. Pessoa 1 Sim, censurado, talvez. Pessoa 2 É porque o Roblox ele é majoritariamente quem quem entra no Roblox para jogar majoritariamente criança. E era fácil você se passar por uma criança de 10 anos. Entendeu, era fácil? Pessoa 1 Era só ouvir Legião Urbana. Mas Oo segredo pra pra isso aí não é só registrar no CPF cada um. Pessoa 2 Ah, pode sim que é, né? Pessoa 3 Como que é? São as verificações, você sabe? Pessoa 2 Cara, é no caso da Luiza lá a gente teve que é autorizar, legal, dizendo que tá ciente, tá disparado, não sei o quê. E aí é, é. Ela poderia usar porque a gente meio que permitiu, entendeu? Pessoa 3 Que doido é? Quantos anos você tá, teu filho? Pessoa 1 Vai fazer 2 amanhã, amanhã, amanhã nossa vai 2. Pessoa 3 Porra, como é que você fez filho sem a biluga ficar rijo? Pessoa 2 Né? Bom é que eu tenho um padeiro lá muito parecido com ele. Pessoa 1 Hoje em dia tem tecnologia. Pessoa 3 Né, entendi. Pessoa 1 Fizeram uma punção testicular. Que nojo. Pessoa 2 Isso deve doer pra caralho. Pessoa 3 Caralho, você fala sabe o que que? Pessoa 1 É uma indução, vem o cara EE aplica 11 injeção no meu epidídimo e retira o meu DNA dali e ali a gente consegue. Pessoa 3 E não dói, não? Pessoa 1 Claro que dói. Pessoa 3 Você falou rindo, fiquei, ué? Pessoa 2 Pô, mas ele é madidima, é uma paradinha que fica bem em cima do testículo, não é? Pessoa 1 É Oo testículo, ele tem muitas estruturas. Ele tem o plexo pampiniforme, que é as veias, né? Que enrolam ele pra é pra deixar a temperatura do testículo mais baixa do que a do. Do corpo humano, senão não tem maturação do espermatozoide. Epidídimo tem a ele é separado em cabeça do epidídimo, meio e cauda, que é onde tem a maturação. E os gametas? Pessoa 2 Caralho, tu foi estudar mesmo então, né? Ah. Pessoa 1 Sim, Ah, sim, entendi. Cara é dono do Boston Medical grupo, sabe? Pessoa 3 Tudo de pau. Pessoa 1 Cara, sabe mais com o skylab de pau, pô. Pessoa 3 Pois é por isso que ele gosta do skylab, faz sentido. Pessoa 1 Mas deixa eu fazer uma reflexão aqui. Antigamente eu era, quando eu era mais jovem, o meu membro, ele era mais prolongado. Aí isso, será que conforme a gente vai ficando velho, ele vai encurtando, ficou mais gordo. Gordura, pô, então, mas como é que encurtou? Pessoa 3 Porque a testa ficou mais gorda, é, tá ligado aí com tipo tacho? Pessoa 1 Tem algo errado. Antigamente, quando eu tinha meus 25 anos, eu media com a com o paquímetro, eu tinha um paquímetro. Eu media dava 22 cm e meio tua perna, o meu membro. Pessoa 3 Caralho, foi o pau dodão. Pessoa 1 Caralho, chefe, aí quando, quando? Hoje, quando eu pego o parquímetro e faço a mensuração, ele dá 12.2. Pessoa 3 No frio cordão perdeu. Pessoa 1 No frio, não. No calor e no frio. No frio, o outro eu nunca medi. O escândalo do Banco Master e a esposa de Alexandre de Moraes. Para saber a real não tem não, mas falando Sério, não sei se é gordura. Pessoa 3 Mas você perdeu 10 cm de pica? Pessoa 1 Perde, perde. Pessoa 3 Caralho. Pessoa 1 Você vai perder também? Pessoa 3 Não, não vou ficar gordo. Pessoa 1 Não, você vai ficar velho. Pessoa 3 Eu acho que é a velhice. Pessoa 1 Largou no cu de alguém, hã? Largou metade do pau no cu de alguém. É gordura, Mano. Mas a gordura, a gordura do meu corpo não me deixa mais pesado. Meu, e daí? Mas não é gordura do pau. Por que que a beluga a buller? Eu tenho que ficar mais gorda também? Não, tudo bem, tem pau gordo, tem pau gordo, então tem que ter gordura, mas a gordura da tua coxa e de tudo, ela vai crescendo e o pinto não acompanha e vai ficando encolhidinha ali. Será que é isso é? Pessoa 3 É tipo, eu acho que o pinto não encolheu, o resto que cresceu. Pessoa 1 Exatamente. O resto engordou? Não ele, ele, porque eu, eu mensuro é todo mês com o paquímetro, você se depila e eu vi ele diminuindo. Você depila é, não, não, não é peludão, é. Pessoa 3 O Moisés tira. Pessoa 1 Os pelos que fica maior, Mano. Será? É, pô, tira os pelos, que aí tem o teu pênis. Pessoa 3 Como é que você? Pessoa 1 Aumenta, não. Esse negócio de de raspar é, é é coisa de de jovem. É jovem que raspou as esferas. Pessoa 3 Você encosta na testa da pica ali para medir aonde que você encosta AA base da da régua. Pessoa 1 O certo é botar embaixo, eu acho, né? Ou não aonde embaixo é embaixo ou em cima, fala. Pessoa 3 Não sei, manda, mas eu sempre imaginei que fosse na testa aqui da. Pessoa 1 É, é, deve ser. Não você põe no. Corpo cavernoso, né? Pessoa 3 Vem lá do períneo, toma edição, hã? Vem lá de trás do períneo. Assim, é uma edição como que? Pessoa 1 Funciona é eu. Pessoa 3 Acho que vou botar todo mundo para imaginar o pau do punheteiro. Pessoa 1 Você tem que encostar a régua, você tem que encostar a régua ali Na Na base do tronco. E ver até onde vai. Você não pode ficar empurrando a régua para furar, parece que tem o pau, tem 1 m e meio que lá para dentro é grande metrô ele fica muito diminuta. Ué, mas é isso, a realidade é essa, Hein? Tem que encarar a realidade dessa aqui. Não, não, não. Aí fica muito pequenininho. Pessoa 3 Isso ainda está medindo assim? Pessoa 1 Sim, sim, tem que. Pessoa 3 Medir isso tudo? Pessoa 1 É igual, é igual AAA carteira de ações. A gente tem que olhar sempre, né? Se não o dinheiro. E o dinheiro sempre diminui, né? Pessoa 2 Bom, se der mole é fácil diminuir mesmo, né? É só vacilar um pouco, só botar no master. Pessoa 1 Sim, sim, você tinha grana? Pessoa 2 Não, não, não, não. Pessoa 1 Conhece quem tinha, não? Pessoa 2 Cara, o problema ali, cara, é que tinha uma galera que era muito gananciosa. EE acreditou numa numa numa promessa impossível. E tinha uma galera que se fodeu maré porque colocava o dinheiro numa instituição. E essa instituição investia o dinheiro no master. Então o cara se fodeu sem nem. Pessoa 1 Saber, sabe que teve uma instituição lá do Rio de Janeiro que aconteceu isso? Pessoa 2 Teve lá no Rio de Janeiro, teve a. Pessoa 1 1000 900000000. Pessoa 2 Que botou 900000000 de reais de dinheiro de aposentadoria dos outros no master? Pessoa 1 Só faz merda, só porra desse lugar, né, meu irmão? Pessoa 2 Meu irmão, 911 bilhão de reais e o fundo garantidor lá é 250000. Pessoa 1 Meus investimentos não estão tão maus. Pessoa 3 Assim, né? Pessoa 1 Venda por esse ponto. E aí, OEO, cara, e o cara que pôs o dinheiro aí que ele. Pessoa 2 Cara, eu não sei ele, ele se fodeu. E agora, porra, você não sabe quem é, pô, é o cara da da da da Rio previdência, caralho. É o cara que manda lá No No, na, na instituição no Rio, pô, deu merda para ele recentemente, ainda deu a merda. O cara ainda segurou a onda lá no cargo lá, mas que umas um tempo. Até que não deu mais e ele quitou. Mas, cara, eu acho que todo mundo que se envolveu de alguma forma com essa parada do banco mate tem no mínimo que se explicar, tá ligado? Porque assim, cara, todo mundo sabia que aquilo ali tu não precisa ser muito. Tu que já tomou golpe, deu uma porrada de coisa, tu já viu os os caras estavam oferecendo 140%, pô, acho. Pessoa 1 Que OCDI? Pessoa 3 É. Pessoa 2 140% de CDI, pô. Pessoa 1 Beleza, agora vamos, vamos. Tem uma parte importante aí. Como é que deixaram? Como é que a bolsa, como é que Oo as instituições aí o FGC, sei lá, instituições bancárias, como é que deixaram colocar ali que dava 140%? Sendo que ele não IA começar a pagar? Pessoa 2 Mas tu sabe? Pessoa 1 Então tem alguma coisa errada? Com certeza tem alguma coisa errada. Pessoa 2 Cara, a esposa do Alexandre de Moraes tem um tinha um contrato com os caras do banco master lá No No escritório de advocacia. Não sei se o contrato aqui. Vamos lá, ó, é. Não sei se o contrato era com ela, mas ela era envolvida em um contrato de 3 ponto, 6000000 de reais por mês por muitos anos. Pra é defender alguma coisa? Eu, eu, porra, eu nunca tinha visto isso. E outra é a mulher do Alexandre de Moraes, que é um juiz da Suprema corte brasileira. Meu irmão, esse cara, no mínimo, tem que se explicar, certo? Pessoa 1 E não se explicar. Pessoa 2 Não. E o que mais me impressiona é, com todo respeito ao Alexandre de Moraes, pô, o cara dá dedo pros outro No No estádio e não explica que porra de ligação que é essa aí, com todo o respeito? A ele, a família dele é, mas o acho que acho que se se desculpa lhe trazer esse assunto na Vibe de hoje, que estava outra Vibe tão mais divertida. Mas o ponto é, se esse cara ele não pode, ele tem que ele tem que se explicar, porque senão a gente, se a sociedade brasileira não confia No No Supremo Tribunal Federal, confia em que decisão de juiz em algum lugar, né? Pessoa 1 Eu gosto do Daronco. Pessoa 7 Ele é um bom juiz. Pessoa 3 Daronco é um bom juiz. Pessoa 1 Quem é Daronco? Ele é forte. Pessoa 2 Anderson Daronco não conhece Daronco. Ele é um bom juiz. A galera gosta, eu gosto. Pessoa 1 Mas juiz de? Pessoa 2 Ele é fortão, ele usa camisa p para ficar bem apertado. Pessoa 1 Pessoas hormonizadas inspiram confiança, hormonizadas. Hoje em dia todo mundo, né? Toma um remedinho. Pessoa 3 Você nunca fez? Pessoa 2 Ah, ele fez, ele fez. Olha a cara dele, porra. Ele fez a harmonização facial lá, porra. Pessoa 1 Fez nada? Pessoa 3 Fez TRT de tratamento de reposição sexo. Pessoa 1 Testeiro por quê? Mas com a bellola mole mesmo. Foda se. Pessoa 7 Ué. Pessoa 3 Você aceitou? Pessoa 1 A beluga é para ser mole? É mesmo ela. Ela é para ser rija quando você é jovem. Eu já. Pessoa 2 Agora ele já está no bonde do soca fofo. Pessoa 6 Eu já estou. Pessoa 1 Com empurra mole, 46 anos. Pessoa 2 Mas para empurra mole tu tem que ser brabo. Pessoa 1 Também você nunca de corda. É melhor deixar assim, porque se não AAAAAA biluga se se fica é. É ruim ficar de biluga rija não é bom. Pessoa 3 Porque? Pessoa 1 Cara, é se fica de. É ruim? Depende do lugar, né? É, é. É bom quando ela se eu. Pessoa 2 Estiver no clube de. Pessoa 1 Sangue AA quando quando ela fica ali já dói um pouquinho, né? Entendi, dá uma dor ela ela fica apertada. Se você está, não, mas só se tu ficar com uma Bermuda vestido, né, porra? Se você está com uma Bermuda frouxa, você vai aparentar vai ficar ficar ruim. As pessoas não gostam. Pessoa 2 De ficar vendo os outros, de bilugarrija. É verdade, é verdade. Quem? Pessoa 1 Fica de bilugarrija normalmente, é Tarado, né? Pessoa 2 Putz, eu tenho um problema esquisito, cara, que não, não é. Eu que tenho um problema, é não, não, não. Pessoa 1 Não agora, fala. Pessoa 3 Tem que falar, cara, eu matava todos. Curioso de? Pessoa 2 Cara, olha só, tem uma característica esquisita no meu corpo, que é se eu vejo o Sol nascendo, meu pau fica duro. Pessoa 1 Que mentira? Pessoa 2 Cara, é esquisito, ó. Já já muitas vezes na minha vida eu tive que sair de casa de madrugada, pegar um transporte público, ir pro trabalho. Pessoa 1 O cara toca, punheta vê no Globo não. Pessoa 2 Toca punheta que quando eu vou, quando é tipo, sabe um lobisomem que olha? Sabe o Goku que olha para a Lua e vira o macacão? Eu olho para o Sol nascente, fico de pau. Pessoa 1 Duro, não consigo explicar, mas até hoje. Pessoa 2 Cara, faz muito tempo que eu não, que eu não, que eu não tô acordado nesse horário, né? Bilon lançou lá, porra, pra mim era. Eu lembro muitas vezes, eu dentro do trem sentado que eu pegava o trem lá em Saracuruna, Saracuruna, lá em Saracuruna, que eu pegava o trem 4 e meia da manhã, 5 horas da manhã, sei lá, dentro do trem, fodido, sentadão lá, meio fodido aí andando, andando, que eu estava chegando lá em triagem, que era onde eu desci. o Sol já estava nascendo e eu eu tinha que. Tomar cuidado para descer. Eu botava a mochila na frente o caralho, porque descia de pau duro. Era uma merda. Não é maneira, é uma merda. Pessoa 1 Então. Pessoa 2 Mas acho que. Pessoa 1 É coisa de jogar, é ruim. Pessoa 3 E na hora lá do vuco vuco? Pessoa 1 Não é melhor não? Pessoa 3 Não ficar. Pessoa 1 Fazendo essas coisas, por que não? Você fica muito Tarado. Essas coisas vicia se você ficar. É passando a pimenta em todo mundo. Você vicia. Isso aí é coisa do baal. Pessoa 3 Não, mas EE se for só na sua donzela. Pessoa 1 Não, aí tudo bem? Pessoa 3 Então, mas você está devendo pelo jeito. Pessoa 1 Ah, de vez em quando sai. Pessoa 2 É porque você tem que você tem que garantir, você que está ouvindo a gente aí, que a tua donzela está no mesmo ritmo que você, porque, certo, se você tiver num ritmo mais lento que o da tua donzela e vice versa, né? Pessoa 3 Vai achar outra pistola? Eu vi. Pessoa 1 Acontecendo esses dias aí, é perigoso, é perigoso. Pessoa 2 E tu tá aí nessa tua pistolinha de de espoleta, o míssel. Pessoa 1 Meu irmão esfregando a cara de vagabunda em você aí, uma bilola vai se foder, vamos? A 'plebe ignara' e o gosto por frituras, além da crítica ao 'big room'. Lá, ó. Pessoa 5 Fã do lordão, mandou uma mensagem pelo Pix, lordão conta para o Igor porque a Plebe ignara gosta tanto de frituras. Pessoa 2 O que que é uma Plebe ignara? Sabe o que ele quis dizer? Ignóbil? Pessoa 1 Plebe ignara é quem assiste o pó de pá é a Plebe ignara. E o que que é a fritura nisso aí? Pessoa 2 Fritura, porque gosta esse tanto de frituras. Pessoa 1 Eu não entendi a pergunta. Pessoa 2 Porque cordão conta pro Igor porque que a Plebe gosta tanto de frituras? Pessoa 1 Porque a fritura é a maneira mais fácil de ser. Cozinhar um prato culinário, né? Você não sabe cozinhar se frita que vai ficar ficar bom a Plebe, ela frita tudo, ela frita bacon, ela frita pastel, hã, ufo, o quê? Ufo, ufo. Pessoa 6 Ufo o. Pessoa 1 Que eu queria falar com ele? Pessoa 3 Queria continuar aprendendo. Pessoa 1 Ufo, ufo, ufo. Ufo, ufo, ufo, ufo de. Pessoa 2 Calibre tá bom, vamos lá. É que deixa eu terminar de dar play aqui nas mensagens dos caras também. Vamos lá. E já foi essa daqui, ó. Pessoa 8 Cometa mandou uma mensagem pelo Pix, eu quero saber a honesta opinião de vocês todos sobre esse assunto mega importante, qual a opinião? Pessoa 2 De vocês, filha da puta? Pessoa 9 Carlos mandou uma mensagem pelo Pix. Vinheteiro tenta pisar pro mero de já está jurado por aqui e marrecué tipo um pato bastante típico por aqui. Ele é assado e com repolho piloxo refogado. É bom demais. Pessoa 2 Tá bom, olha só. Pessoa 3 Tem que tirar essa porra dessa voz. Olha só, olha só a mensagem. Pessoa 2 De voz, ó é bonita. Vamos, vamos, vamos, vamos depois discutir isso legal. Eu, não, eu. Eu prefiro ler. Pessoa 3 Lê aí, lê. Pessoa 1 Está vendo como OIA é uma bolha? É uma bosta. Mas isso aí não é inteligência pereu, é inteligência do de jegue. Isso aí. Não é inteligência artificial, não funciona. Que que leitura horrível. Pessoa 3 Mas é que esse aí não era e a aí que tá? Pessoa 1 Mas é que sabe o que eu acho que aconteceu? O cara que escreveu. Não colocou a pontuação correta, é. Pessoa 2 Verdade. Pessoa 1 Então, o cara que assiste pode pá. Aí ele veio para cá, a gente também não, eu não. Pessoa 2 Invento também quando eu tenho, tenho muita dificuldade quando não está pontuado direito. Pessoa 1 Porra, você que é analfabeto, manda áudio. Isso é não é pra escrever. Você não sabe escrever. Dá pra mandar, porra. Pessoa 3 Manda ótimo. Pessoa 2 Bom, eu vou ler aqui, mais ou menos vamos dizer o que que vamos lá é. É o Carlos mandou. Vinheteiro tenta pisar. Pomerode já está jurado por aqui e Marreco é tipo um pato bastante típico por aqui. Ele é assado e com repolho roxo. Refogado é bom demais, não tem nenhum tipo de acentuação, o. Pessoa 1 Que que é? Já está jurado o que? Pessoa 3 Isso ó, pelo que eu entendi, é tenta pisar em Pomerode. Pessoa 2 Que é uma cidade? Pessoa 3 De Santa Catarina que eu pesquisei aqui. Você já está jurado lá porque você falou mal do Marreco. Ah, do Marreco que você ficou zuando aí aí, ele explicou sobre o Marreco. Pessoa 2 Isso que é tipo que é um, é tipo um pato bastante típico por lá. Que é Pomerode, que é o lugar ou pomeroide, não? Pessoa 1 Sei. Está vendo como os catarinenses são imbecis. Só porque eu falei que o mareco é uma porcaria e o chucrute também, tá que ele falou de repolho? Zal acrout fezes tem gosto de fezes? Zal akrout, só porque eu falei. Pessoa 2 Como é europeu esse prato não é europeu esse. Pessoa 1 Prato, a Europa também produz fezes também produz fezes, não. É tão prolificamente quanto o Brasil, mas ela produz fezes. O big room, que é um ritmo musical, é produzido na Europa. É fezes big room? Vou. Pessoa 2 Procurar saber porque para saber se é fezes eu preciso saber que é fezes, né? Só? Pessoa 3 Que deve ser bom. Pessoa 1 Não se eu estou dizendo que é fezes. Pessoa 2 Nem olhar. Pessoa 1 Não precisa consultar, tá bom? Eu garanto. Pessoa 2 Tá bom, então eu não vou nem perder meu tempo. Qual é meu nome? Big rum, toda vez que eu encontrar alguma coisa que faça alguma alusão é big rum, eu vou para outro lado. Pessoa 1 É fezes, é uma música, fezes. Pessoa 7 Beleza. Pessoa 2 Compreendi. Preferências musicais de Vinheteiro, a inutilidade do berimbau e Venga Boys. Henrique mandou uma mensagem pelo Pix, o gianzão já teve a visão de qual hype esse ano vai? Pessoa 2 Viver o que que você quer dizer? Pessoa 3 Será que ele quer saber das palavras do ano, será? Ó muito rapidamente, luz e presente. Se for isso, beleza. Se não for, não. Pessoa 2 Entendi o que você falou. Bom, e aí? Tem aqui a mensagem do Arnold Muller. Vamos ouvir também. Pessoa 6 Arnold Muller mandou uma mensagem pelo Pix vinheteiro. Prefere o músico que toca com as mãos ou o músico que encanta com a boca? Manda um abraço ao teu amigo Cauê Urban nets, que te convida para jogar Counter strike 2. Pessoa 1 É, nossa, ele falou tanta coisa que eu não lembro. Pessoa 2 Tá, prefere o músico que toca com as mãos ou o músico que encanta com a boca? Pessoa 1 Músico que toca com as mãos. Eu não gosto de cantores, eu gosto de música instrumental. E ele pediu um abraço para quem? Pessoa 2 Um abraço para o teu amigo Cauê urbanete. Pessoa 1 Um abraço aí pro Cauê urbanete. Pessoa 3 Ele te chama pra jogar CS 2, tu joga CS? Pessoa 1 Eu não jogo mais nada. Pessoa 3 Nada. Pessoa 1 Não, não, não, não, não. Vinheteiro que que tu acha de Red Hot Chili Peppers? Tem que ter alguma coisinha interessante no Red hot chili. Pessoa 2 Peppers sabe que o Igor tem uma banda que. Pessoa 1 Fezes ele é gente boa, mas eu tenho certeza que é. Fezes banda de que cover de Red Hot Chili Peppers tem, tive, já tive. Pessoa 2 É. Pessoa 1 EE quem que tocava baixo você? Não, eu não sei tocar instrumento de corda. Mano. Você cantava berimbau, berimbau? Sim, você cantava sim, berimbau, instrumento, fezes. Pessoa 2 Eu acho só na moedinha aqui, ó. Pessoa 1 Sabe porque, ó, olha como vocês são mentirosos, é berimbau, é legal. Você escuta solo de berimbau na tua casa? Berimbau não é legal, não é legal, não é legal. É legal um piano, piano é legal? Um. Pessoa 3 Piano na minha casa? Pessoa 1 Também escuta, você não escuta que som que você escuta? Pessoa 3 Cara, eu gosto de sertanejo. Pessoa 1 Sertanejo tem muitas ex, piano, teclado, sanfonas. Pessoa 3 Piano, por que não tem piano? Pessoa 1 Tem, tem. Você sempre coloca nas produções. Tem, mas você nem escuta, mas não tem. Mas tô falando que ninguém fica escutando só piano, assim, difícil, cara. Tipo, a gente não fica escutando música, só piano no esporte, tá? Mas no máximo no dovico. Ludovico é bom, mas se eu for ouvir você pegar o Spotify lá, perguntar qual o instrumento a turma mais escuta em versão solo ou piano, eu te garanto, o berimbau tem o Mozart, o Beethoven, o jopan. Berimbau que que é o errado? Pessoa 2 O. Pessoa 1 Melhor berimbau, tocador de berimbau do Brasil usado. Pessoa 2 Não, não. Não sei quem será o melhor tocador de berimbau do Brasil. Acho que nem tem essa métrica. Pessoa 1 É um solista de berimbau. Pessoa 2 Mas que o berimbau não é para isso, né? Ele é para marcar uma coisa específica. Pessoa 1 Não, ele é parte de uma de um todo. Ele não é um instrumento de destaque, é tipo um agogô. Não tem solo de um Afoxé? Claro que tem a gogo. Você escutou qualquer música aí da da rádio? Vocês vão ouvir a gogo pra caralho. Qualquer música da rádio. Você fodia qualquer coisa de rádio. Pessoa 2 E o Afoxé? Pessoa 1 E o? Pessoa 2 Afoxé. Pessoa 1 Que não conhece eu? Pessoa 2 Vou te mostrar um Afoxé. Pessoa 3 Um. Pessoa 1 Afoxé, tu gosta de Ludovico vinter, Ludovico wan, Beethoven Ludovico, eu não sei se a pronúncia do sobrenome é haynaud ou ennaud. Que fez a trilha sonora daquilo em tocar bicha. É maneiro, é bonitinho, é bonitinho, é, é, é, é bom. É boa a música dele. Pessoa 3 É ouvindo no carro. Pessoa 2 Ele, se ele fica ouvindo música, ele é música eletrônica, música clássica. Pessoa 1 Porra, eu escuto muita valsa do vinga Boys vinga Boys. Eu estava ouvindo 11 música agora que eu que eu estava gostando muito, quero assim, ó, é? Isso, essa melodia eu conheço. Estava ouvindo essa outra aqui, ó, boa. Essa é a versão brasileira. É dessa? Pessoa 2 Ah, sim, sim, tocava no pânico. Pessoa 1 Época que a galera fazia aquelas. Pessoa 2 Dancinhas dubstep é é. Pessoa 1 Bom. Pessoa 2 Naquilo, dubstep é um é. Pessoa 1 Horroroso. Dubstep é é o ritmo do Skrillex, Skrillex, uhum. É difícil de fazer, não respeito dubstep não tem nada a ver. Isso aí é House não, mas era. Estou falando da da das dancinhas que a galera fazia da época dessa música aí. Pessoa 2 Eu acho. Pessoa 1 Maneira de fazer? Pessoa 2 É, eu acho que era, é eu. Pessoa 1 Escuto esse tipo de coisa aí. Pessoa 2 O que me surpreende, porque eu achei que você fosse é ser o cara que fica ouvindo só música clássica no carro. Pessoa 1 Não tem. Tem outro cara. Sertanejo antigão também, né? É sertanejo. Pessoa 3 Antigão eu lembro da gente ouvindo sertanejo raízes aqui uma vez. Pessoa 1 Eu gosto. Pessoa 3 Tunick e Tinoco. Pessoa 1 Tinoco é bom? Pessoa 3 Tunick e Tinoco, uns raizão mesmo. Pessoa 2 O snoco tu não gosta muito não, Henrique e Juliano? Pessoa 1 Não sei o que é, mas é fezes. Pessoa 2 Tá, tá então. Pessoa 1 Tá, não sei. Pessoa 2 É se nós, qualquer um que a gente citar aqui vai ser. Pessoa 1 Fezes você gosta de xadrez? Quem xadé é brasileiro? Não. Pessoa 2 Cu na madeira, fezes, fezes, fezes essa? Pessoa 1 É uma música que te ajuda na madeira, chá de chabilôla rija. Pessoa 3 A partir de quando que ficou fezes OOO sertanejo? Pessoa 1 1912 o Milionário e José Rico foram os últimos a fazerem algumas músicas que não são fezes, né? Então atrás disso deve ser vai até o ano 2002 1000. Até o ano 2000, era bom o sertanejo. Pessoa 2 Tá. Pessoa 1 Né? E depois do ano 2000 virou fezes. Mas você é quase que a maioria dos gêneros, né? O rock também é. Foi só decaindo. Pessoa 2 Pois é. Pessoa 1 Foi só decaindo? Não. Mas o rock nacional sempre foi. Fezes é, nunca foi muito. É o Ultraje A Rigor. Fezes puríssima, fezes pura. Pessoa 2 Não, mas eu acho que aí até eles concordam. Pessoa 3 Ué. Pessoa 1 Concordo que vem cair o rock, né? Pessoa 2 Que assim é, é, são fezes. Pessoa 1 Não. Pessoa 2 Eu não é que eles concordam que eles são fezes, mas é que eles cantam umas paradas que é para pegar nesse lugar mesmo, entendeu? Que é, cara, olha você, olha a gente, você está curtindo, eu cantando que a gente somos inútil e tudo acha maneiro, não tá ligado? Pessoa 1 Não. Aí é o é o funk, o funk. Falando Sério aqui, Oo funk. Ele é para ser ruim, né? Tem que ser 111, cara. Oligofrênico que canta um tem que ser um cara muito ignorante, é e tem que ser o instrumentista não sabe tocar, não tem mix, tem que ser bosta, se não não é funk, se não for fezes, não é funk. Isso é uma regra. Ele é assim agora, o do do as musiquinha do Roger. A regra do funk ser 'fezes' e a música 'Pega na Chavasca' como favorita. É ainda tinha algumas notas musicais ali, tinha. Pessoa 2 Alguém tocava alguma coisa. Pessoa 1 A nota, AA guitarra era afinada. Eu consigo dar a tonalidade, né? No funk não dá para falar a tonalidade que é, né? Pessoa 2 Qual que é o teu funk favorito? Pessoa 1 Aquele pega na chavasca assim, ó, pega na chavasca. Pega na chavasca parou agora para pega na chavasca é só esse. Eu não conheço essa música é de 2002 2003. Pessoa 2 Pega na chavasca? Claro que não é só isso. Eu acho que você acabou de inventá la. Pessoa 1 Inclusive, não inventei. Pode consultar aí, pode pega na chamasca, pode consultar chavasca x vídeos aí chavasca é com x, tá? Não, não CH. Pessoa 2 Não é com x? Pessoa 1 Não, mas eu acho que mas. Pessoa 2 O cara escreveu errado. Pessoa 1 Mas pra ser funkeiro você não pode saber português, então procura. A grafia é verdadeira e troca. Tem que errar, inverte, senão não vai assistir. Pessoa 3 Eu achei uma com x aqui do MC tiozinho. Pessoa 2 É. Pessoa 3 É 2006. Pessoa 1 2006. Não, não, não deve ser mais na antiga. Pessoa 3 Mais antiga, eu? Pessoa 1 Conheço essa música de. Pessoa 2 Pega. Pessoa 1 Nenhum. E o ritmo não é nem foi. Ó o ritmo assim estou com a capoeira. Pessoa 3 Não acho que é essa aqui não é só isso, o. Pessoa 1 Que é que eu acho, é? Pessoa 3 Então deixa os cara pesquisar, pega. Pessoa 2 Pega na chavasca pesquisa aí pega na chavasca. Agora, se tu não quer ser o cara que fica pesquisando, tendo que pesquisar essas horas da de uma sexta-feira, pega na chavasca, no YouTube, que que dá para tu fazer? Dá. Pessoa 3 Clicar no primeiro link da descrição aqui. Virar membro do fogo, tá ligado? Porque agora a gente posta conteúdo diário exclusivo para quem é membro do fogo, é verdade, a gente postou uns backstage aqui, quem é membro vivo? Vocês com essa roupinha primeiro antes da gente ficar ao vivo aqui, tá ligado? Exclusividade exatamente, então. Pessoa 1 Eu gosto. Pessoa 3 Pode virar membro aí que agora a gente tá postando coisa pra caralho, tá bom? Primeiro link na descrição. Pessoa 2 É. E outra coisa. Outra outro recado importante aqui é, quer ganhar 500 conto Do Nada pra tu investir na tua própria educação, cara. O flow e a hashtag treinamentos, que é a maior, uma das maiores empresas de educação, inclusive de mercado de trabalho da América Latina, fizer uma parceria pra você economizar 500 BRL aí pra você fazer parte da comunidade impressionada que é o pacote completo de curso da hashtag treinamentos. E assim, que curso, cara. Inteligência artificial para você aprender a lidar com mas não é perguntar um negócio atpt não é isso, aprender a lidar com isso tudo é aprender AAAA automatização, aprender código, aprender Python, aprender. Tem um Monte de coisa aqui ó, Excel, análise de dados, cara, se você já trabalha nessas áreas ou se você tá afim de aprender uma habilidade nova, hashtag treinamentos e não perde essa oportunidade, cara 500 BRL de desconto, não é toda hora, o link tá aqui embaixo, aí No No comentário fixado Na Na descrição. Ou então aqui no QR Code. E ficou aí no QR Code ao longo do programa o tempo inteiro. Se tu foi curioso o suficiente, já sabe, já até ganhou os 500 conto aí, né? O antigo mesmo é, e Jean tem que está olhando aí, cara. Pessoa 3 É OMC hamster? Pessoa 1 Isso. Pessoa 3 Axé a porra da música eu pego na chavasca. Pessoa 2 E é ruim assim há. Pessoa 3 15 anos atrás? Pessoa 1 Não, ela é mais antiga. Pessoa 3 Cara no YouTube está postado há 15 anos atrás. Pessoa 1 Então essa música deve ser de 2002 1001. Pessoa 3 MC hamster pega na chavasca pra vocês acharem porque eu fiquei curioso demais? Pessoa 1 Esse é o teu funk favorito, é? Pessoa 2 E o teu Igor? Pessoa 1 Meu funk favorito? Ah, provavelmente algum do MC Marcinho, né? Algum antigo assim MC Leozinho aquela época eu curti funk. Pessoa 2 Eu até tenho. Tem uns modernos que eu acho maneiro também. Hoje em dia eu acho AAA é eu presto, presto pouca atenção. Pessoa 3 A letra marolento é um dos marolento é bom demais o que que existe? Pessoa 2 Marolento é do plutterriê, com Borges. Pessoa 1 Canta aí? Pessoa 2 Marolento, ela quer viver o momento, pede pra ser violento. Nunca viu não? Pessoa 3 Vou machucar no talento nunca viu? Acho que não. Depois eu mostro, vocês vão gostar, ó, vou gravar, vou gravar. Pessoa 1 Pega na chavasco, que é melhor. Pessoa 3 Vou gravar eles assistindo pra membros isso. Então quem quiser ser membro aí faz um react. É isso, fazer um react. Pessoa 2 É, eu. Eu acho que deu de extraflou por hoje, né? Deu de extraflou por hoje. Então, tá. Então, quais são as palavras do do qual que é o código do emblema? É o. Pessoa 3 Código do emblema. Pessoa 1 Roda.

Key Points:

  1. A relação entre gostar da banda Legião Urbana e sucesso na vida é satirizada, sugerindo que deixar de gostar da banda estaria associado a amadurecimento e prosperidade financeira.
  2. A importância da língua nativa para a comunicação efetiva, especialmente para expressar críticas ou ofensas, é destacada, com uma crítica ao podcast Podpah e a seus apresentadores.
  3. São relatadas experiências pessoais com golpes financeiros e investimentos mal-sucedidos, como em prata e criptomoedas.
  4. Uma discussão extensa e humorística sobre carnes exóticas, incluindo uma afirmação polêmica sobre ter comido carne de anão na China, além de explicações sobre a diferença entre bisão e búfalo.

Summary:

A transcrição é um diálogo descontraído e humorístico entre várias pessoas, abordando diversos tópicos de forma satírica e exagerada. Inicialmente, discute-se a relação entre gostar da banda Legião Urbana e o sucesso na vida, brincando que quem supera o gosto pela banda na adolescência torna-se bem-sucedido, enquanto os fãs atuais seriam fracassados. Em seguida, há uma crítica ao podcast Podpah, acusando seus apresentadores de serem ignorantes, e defende-se a importância da língua nativa para uma comunicação plena, incluindo a capacidade de xingar. Um dos participantes relata várias experiências com golpes financeiros, como investimentos em prata e criptomoedas que deram errado. A conversa então se volta para temas aleatórios, como a diferença entre bisão e búfalo, e atinge um ponto polêmico quando um participante afirma ter comido carne de anão na China, detalhando supostamente a experiência em um restaurante de hot pot que servia carnes exóticas. O tom geral é de humor ácido e provocação, com os participantes fazendo comentários extravagantes e se engajando em debates absurdos.

FAQs

Segundo a discussão, há uma visão de que gostar da banda na adolescência pode ser uma fase, e que deixar de gostar pode coincidir com maior sucesso profissional, mas isso é apresentado de forma irônica e exagerada.

Ele acredita que a comunicação é fundamental, especialmente para se expressar plenamente, seja para elogiar ou criticar, e se sentiria limitado em um país onde não domina o idioma.

Eles são criticados como ignorantes e com vocabulário pobre, sugerindo que não completaram o ensino básico, apesar do sucesso do programa.

Caprino refere-se à família de animais como bodes. O bisão americano é descrito como um caprino, não um búfalo verdadeiro, que pertence a uma família diferente.

Ele menciona ter comido carne de anão (pessoa com nanismo) em um restaurante na China, embora a veracidade seja questionada e tratada com humor no contexto.

É um prato que combina carne bovina com camarão, descrito como delicioso, com ingredientes como queijo Brie e azeite trufado, recomendado para experimentar.

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